Conversas na Oficina: Momentos de Alegria

Imagem: The little singers – Oficina de Escrita

Partilhando um Momento de Alegria:

Tomás – Ontem, um momento de Alegria no hipódromo de Cascais: A Festa dos Pastorinhos!

Maria – Tive imensos! Os anos da minha Mãe e do meu Pai…Ao meu Pai vou fazer uma surpresa para o dia 19, ainda estou a pensar… À minha Mãe ofereci um colar com rolos de fazer tranças e uma boneca.

Francisca – No Domingo, fui ao Piano e tive 100% e autocolantes com smiles! Estou a tocar o “Rei Leão” e o “Mama Mia”. Treino uma vez por semana na aula e todos os dias em casa, nos tpc de Piano.

Madalena – O grande momento foi quando o meu irmão nasceu, em Novembro! Aprendi que os bebés gostam muito de festinhas, que às vezes tentam imitar-nos e que são muito fofinhos. No dia dos Namorados, como eu estava doente, e eu fiz um cartaz enorme a dizer: “Para os melhores Pais do mundo! Pus muitos corações e  jantamos à luz das velas!

Imagem: Oficina de Escrita

Joana – O Aniversário da minha irmã que fez 12 anos e está no 7º ano: a Carlota! E houve uma festa de Sushi!

Maria – Eu perdi um medo! No dia de S. Valentim, dei uma rosa à minha Mãe e um coração com uma mensagem para todos: uma mensagem longa!

Peony in a peony

Creative Commons License bluesbby via Compfight

     Francisca – A minha irmã vai ter uma menina em Junho! No verão e no Natal, omeu irmão e a minha irmã vêm sempre cá!

Os Pequenos Visitantes da Oficina – 3º Ano

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Sabor de Verão

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Imagem: Oficina de Escrita

    Um momento que me marcou este ano foi quando os rapazes da nossa turma defenderam as raparigas. 

     A mudança que me surpreendeu foi quando eu conheci pessoas novas ao entrar no 5º ano. 

    O meu sucesso num assunto de estudo foi quando tirei uma nota alta a Matemática e outra a Ciências quando não costumava ser tanto assim. 

    Quero que corra bem a próxima quinta feira, porque vou ter um dia muito atarefado: ginástica rítmica, ir para casa com a Neusa para o nosso jantar! Também quero que as minhas férias em Viseu sejam fantásticas! Espero que continuemos a ter os nossos maravilhosos e  esplêndidos textos, que eu passe de ano, que fique numa boa turma no 7º Ano e que o X comece a gostar de mim…

    O meu horizonte é passar para o nível de Competição na Ginástica Rítmica.

“Quando estamos com um Amigo, nem somos dois, nem estamos sós.”

    Eu acho que quando estamos com um amigo, isso nos muda, porque nós tentamos agradá-lo, mas ele também muda. Não somos dois, porque juntamo-nos e passamos a ser um, nem estamos sós, porque estamos sempre juntos.

Madalena C, 6A

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Rumo à Vitória

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Um Momento Marcante do Ano

    Foi o Sarau: na semana do Sarau, eu e dez minhas grandes amigas faltamos uma semana e meia às aulas para criar a coreografia e ensaiar a dançar! Os ensaios eram muito divertidos.

   Se o Oitavo fosse um Animal

    Seria um rato, porque é básico. Achei o mais fácil deles todos. Ao mesmo tempo, fartei-me mais, fiquei mais cansada. Nos três últimos testes já não estudei.

     Hoje fizemos o jogo da mímica na aula de Matemática e eu fiz um caranguejo e uma tartaruga. Eles adivinharam: a Madalena e o Tiago. Depois jogamos ao telefone estragado.

O Ténis e a vida de Estudante

     No estudo cheguei a chumbar e desde que comecei a competição do ténis, as minhas notas subiram muito e consegui alcançar boas notas. O ténis dá-nos mais autonomia, mais responsabilidade: saímos sempre às 8 30, temos sempre menos tempo, já sei que tenho mesmo de fazer as coisas naquele tempo limitado.

Uma Mudança Surpreendente

    Tornei-me mais simpática para as pessoas.

Projetos para o verão 2016

      Ganhar o Nacional, em Julho. Já estou em treinos intensivos; quero fazer uma boa classificação  nos 3 Campeonatos internacionais. Em Setembro vou faltar um mês inteiro às aulas.  Vou ter torneios até Setembro. Venho aqui treinar ou no Jamor. O nosso clube vai treinar ao Jamor.

Como se Progride no Ténis

     Progride-se no ténis em aspectos técnicos, psicológicos e físicos.

     Fisicamente, temos de correr, estar sempre em movimento, ter resistência física.

    Tecnicamente, temos de aperfeiçoar a direita, a esquerda, o smash, o serviço.

   Num jogo, há que  estar sempre positiva, saber onde se mete a bola; o ténis é muito psicológico: se uma pessoa falhar quatro bolas seguidas, é muito difícil ficar indiferente na 5ª jogada. Pode faltar um ponto para fechar o jogo e, se não fechar, pode perder: é uma pressão terrível.

    Pressentimentos

     Como sabemos que algo vai acontecer: trabalhando, se queremos muito algo, para alcançar, torna-se um objectivo. Os sonhos que estão no horizonte mudam sempre, depois de os alcançar. Neste momento já mudaram, já alcancei alguns.

   Para que serve Sonhar Acordado

      As pessoas gostam de sonhar, num momento de relaxamento, sonhom o que gostariam de ter ou de ser…

Conselho a um Adulto

    Um adulto deve ter filhos para não perder o contacto com a sua infância.

Uma Pergunta que às vezes nos Persegue

    Como será lá em cima?

Votos para o Verão 2016

     Ganhar o NACIONAL!

(Ditado) Luisinha R P, 8B

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Sofia VG: o Encanto da Patinagem

Spectacle patinage artistique sur roulette (49)

Orick Kimy via Compfight

OE – O que a atraiu na Patinagem?

Sofia VG – Já tinha andado na dança, no hip-hop… o meu Pai falou-me nesta modalidade e quis experimentar.

OE – Onde pratica?

Sofia VG – No Grupo Desportivo Recreativo Familiar de Murches.

OE – Qual o ritmo dos seus treinos?

Sofia VG – Treino 3 vezes por semana, entre 45 minutos  a uma hora.

OE – Há quanto tempo pratica este desporto artístico?

Sofia VG – Desde Setembro de 2015.

OE – Como decorre um treino normal?

Sofia VG – Primeiro damos quatro voltas ao rinque para aquecer; duas a patinar para a frente e duas a patinar para trás. Segundo, treinamos os testes e os saltos.

OE – Em que consistem os Testes?

Sofia VG – São testes que temos de fazer para subir de nível. Já fiz quatro e passei em todos, mas ainda não vou a Campeonatos.

OE – Que salto considera mais difícil?

Sofia VG – O salto mais difícil é o do Loop: temos de dar uma volta no ar; primeiro vamos a andar para trás, depois salta-se tentando girar e cair sobre o patim direito com um joelho fletido.

OE – Que música a inspira mais?

Sofia VG – Nas aulas só treino saltos para os testes, não ouvimos música. A Treinadora está a observar-nos, diz-me o que estou a fazer mal e depois mostra-me, ela própria, como devo fazer.

OE – Quais os seus objetivos nesta modalidade artística?

Sofia VG – Para já, continuar a aperfeiçoar a dança e os saltos com enorme prazer.

OE – A sua Oficina de Escrita deseja-lhe as maiores felicidades na sua aventura de Patinagem.

 

(Ditado) Sofia VG, 7A

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Os Pequenos Visitantes da Oficina

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Imagem de Hakai oferecida à Oficina por Kátia da biblioteca do CAD

     Os alunos do 2º Ano que assim o desejam, participam em inúmeras atividades criativas na Biblioteca do CAD, às Quintas feiras ao fim da manhã, sob a responsabilidade de Kátia Souza. Como passam diante da Oficina durante o nosso intervalo de 30 minutos, acabaram por se tornar visitantes habituais, que vêm enriquecer este espaço dedicado à escrita com o seu inesgotável entusiasmo pelo que aprendem na Biblioteca e pela sua singular ternura. 

     Hoje temos connosco três convidados do 2º ano que trouxeram, para  pintar, uma peça de barro, estiveram a criar colagens em mini envelopes, a folhear livros de Arte para crianças e a conversar. São eles Tomás, Vitória e Madalena.

     Projetos da Madalena:

     – Vou estar em Porto Rico com a  minha Mãe nos  meus anos e vai ser uma grande aventura! Estou a pedir esta viagem à minha mãe há anos.

     Projetos doTomás:

     – Gostava de ser um artista, gostava de ser cantor, tipo Ariana Grande. Gosto de imitar projetos de outros pintores. Alguns dos meus pintores favoritos: Vicent Van Gogh. Roy Lichenstein e Monet. Gostava de pintar agora “O Quarto” de Van Gogh.

     MadalenaÉ que, nas Artes, com a professora Clara, estamos a fazer desenhos de pintores.

     Projetos da Vitória:

     – Quando for mais velha, gostava de ser veterinária. O que me atrai é tocar nos  pelos dos animais que são fofinhos. Gosto muito de pinguins.

     Estou a imitar um quadro de René Magritte: mostra  uma pessoa que passa por um sítio e vai para outro. Acho que o quadro tem várias cores e vê-se o campo!

OE – Obrigada pela vossa presença e felicidades na descoberta dos grandes Pintores!

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Entrevista a uma Jovem Ginasta

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Imagem: Sarau do CAD 2016

OE – O que aprecia mais nesta actividade artística?

MC – A beleza das danças, dos exercícios que fazemos com os aparelhos.

OE – Há quanto tempo treina e com que regularidade?

MC – Treino há um ano e cerca de cinco meses. Treino duas vezes por semana, das seis ás sete. Antes de qualquer Festa treinamos toda a semana das seis às sete.

OE – Está neste momento a preparar a Festa do CAD com a sua equipa. Fale-nos um pouco des

MC – Gosto muito da coreografia. Já conseguimos coordenar os movimentos. Ainda há uma menina que canta alto e distrai-nos. Vamos dançar durante cerca de 10 minutos; primeiro há um discurso das Diretoras, entramos a seguir ao 5º ano, por volta das 21 50.

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Imagem: Sarau do CAD 2016

OE – Qual é a música escolhida?

A música “É preciso perder para depois ganhar”, pois esse é o refrão.

OE – Quais as principais figuras que vão apresentar?

MC – Entramos a descer as escadas, com uma maça.

Nesta coreografia fazemos a onda, a gazela, flexão atrás, e pé à cabeça.

OE – Como vão vestidas?

Vamos de branco e preto, com Leggings pretas, uma camisola de alças branca por dentro e uma camisa branca. Há uma parte em que desapertamos os botões e corremos com as camisas a esvoaçar.

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Imagem: Sarau do CAD 2016

OE – Que qualidades aprecia na sua prof?

MC – A professora Carla parece uma mãe para nós. Quando faltamos, fica muito preocupada; é muito brincalhona a ensinar, inventa sempre jogos, mas quando é preciso também sabe ralhar. Faz anos este mês!

OE – Em que é que a ginástica rítmica a tem ajudado a crescer como adolescente?

MC – Raramente brincava com os rapazes e agora brinco mais, porque eles gostam de nos ver e de brincar connosco.

OE – Quais os seus Projetos na prática desta modalidade artística de desporto?

MC – Espero chegar ao nível de competição; se não chegar, passo para a modalidade de ginástica acrobática, no Dramático.

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Imagem: Sarau do CAD 2016

OE – Poderá expressar-nos em palavras o que vive quando dança?

MC -Quando danço, apetece-me cada vez dançar mais, sinto-me esplêndida, parece que estou a voar, acredito mais facilmente em mim própria, confio mais intensamente no futuro.

Madalena C, 6A

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Entrevista a uma Jovem Escoteira

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Escoteiros de Mem-Martins 1º Trimestre

Hoje temos connosco, na Oficina, uma jovem escoteira, Margarida C, que vem partilhar connosco algumas das suas vivências mais especiais.

 OE – O que a decidiu a tornar-se escoteira?

MC – O facto de poder ajudar o mundo em várias circunstâncias à nossa volta. 

OE Como por exemplo…

MC  – Levar as compras a casa de um senhora de cadeira de rodas; participar na Campanha de JJóticos e na dos Cem anos dos Escoteiros.

OE – Há quanto tempo pertence a esta Instituição Internacional?

MC – Estou inscrita desde os sete anos, já fui Lobito, nesta fase sou Escoteira e, na próxima etapa vou pertencer aos Exploradores que, no CNP – Corpo Nacional de Escutas – corresponde aos Pioneiros. Eu pertenço à AEP – Associação dos Escoteiros de  Portugal, na filial de Mem-Martins.

OE – Qual foi o melhor acampamento da sua vida?

MC – O Acampamento de Ribeira de Pena, pois foi aí que fui merecedora do cargo de Sub-Guia. Também fizemos guerra de pistolas de água, arborismo e rapel.

OE – Quais são as funções de um Sub-Guia?

MC – Ajudar o Guia, ajudar os Chefes quando eles precisam, ajudar a planear atividades, participar em jogos noturnos, ajudar a montar tendas. Uma vez ajudei na “Alage de Guia” que é um exercício de pioneirismo: fazemos o nó que se dá nas cordas que envolvem as bóias salva-vidas; construímos uma tripé que serve para criar uma mesa de almoço; fazemos uma esquadria, que serve para criar o perímetro do acampamento…

OE – Partilhe connosco uma experiência única.

 

MC – Uma vez, fomos de Mem Martins até à Praia das Maçãs e um colega nosso ficou a dormir na praia. Nós fomos embora, mas ele tinha levado o telemóvel escondido e conseguiu avisar-nos. 

OE – Muito obrigada pela sua partilha e as maiores felicidades para a sua belíssima aventura no Escutismo.

 

(Ditado) Margarida C, 6C 

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A Paixão do Moto Cross

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Imagem de: Echapepement ARROW TH

Hoje temos connosco, na Oficina, Manuel D, um verdadeiro apaixonado por Moto Cross que veio partilhar as suas vivências únicas e as suas corajosas expectativas.

OE  – Desde quando se sentiu atraído pelo Moto Cross? 

MD – Eu comecei a sentir-me atraído pelo Moto Cross desde quando, vendo na televisão e em vídeos, percebi que era um desporto radical. 

OE – Tem alguém na sua Família que pratique este desporto?

MD – O meu Pai também; nós, quase todos os domingos, vamos à Serra de Sintra de Moto 4, para fazer Cross.

OE – Como aprendeu a dominar a sua máquina?

MD – Eu, na minha primeira moto, tinha um fio atrás para se o meu pai achasse que eu estava a andar mais rápido, puxar. Ou então ele tinha um comando que desligava a moto.

OE – Quais as vantagens desta sua segunda moto – uma TTR 115 em relação à YFM com cilindrada de 90 cm3 – ?

MD -As vantagens de andar de moto são praticar um desporto radical, também não me magoar tanto, porque é uma moto 4; mas há os perigos na mesma. Eu vou receber uma TTR 115, essa já é uma moto de duas rodas, é mais perigosa.

O E – Quais os seus locais preferidos para praticar?

MD – Eu mudei-me para uma casa – um condomínio – que tem um campo próprio para Moto Cross, onde posso treinar sem incomodar os vizinhos, mas levanto muita terra.

OE – Relate-nos uma experiência inesquecível.

MD  – A experiência mais inesquecível que tive foi quando um dos meus melhores amigos, o Kiko, que tem uma TTR 90, no momento em que eu estava a sair de moto, ele tinha a moto dele em primeira e foi contra a casa. E o Pai dele tinha acabado de dizer: ” – Sim, sim, está tudo controlado.”

OE – Que Projetos para o seu futuro nesta prática desportiva favorita? 

MD – Eu gosto muito de andar de moto e queria que, até ser mais velho, pudesse ter motos e vir a ensinar o meu filho e que ele gostasse tanto como eu. Um dia posso dar-lhe as minhas proteções novas: um peitoral em plástico, preto, botas pretas com ponta de ferro e uma placa flexível, com pregos, que protege as costas. 

 OE – A sua Oficina de Escrita deseja-lhe as maiores felicidades na realização dos seus sonhos desportivos.

Manuel D, 6A

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Conversa com um Jovem Guitarrista

Stratocaster

David Ferreras via Compfight

Projetos Musicais para Fevereiro

    Vou tocar muitas vezes as minhas  guitarras, mas como invento solos, então não gosto que me ouçam.

    Há umas escalas e é suposto eu improvisar nessas escalas. Por exemplo, na escala de sol maior, começo no terceiro traste e na sexta corda; 1- 4- com o indicador e o mindinho; 1-3 com o indicador e o anelar; 1-3- igual; 1-3 – igual; 1 – 4 com dedo médio e o mindinho; 1-4 igual: é suposto improvisar, não fazer esta sequência sempre igual.

     Quando estou a inventar, não começo logo a tocar bem, tenho de ir fazer a composição e depois ainda treino; não sei o que vai sair; quando faço uma melodia de que gosto, consigo apanhá-la outra vez de ouvido. Criei uma chamada “Rock and Roll”.

Na escola de Música

     Primeiro toco a Valsa 2 na guitarra clássica, uma música nova chamada “little star”. Depois, passo para a guitarra eléctrica, depois tocamos o “get back” dos Beatles e o “Smoke on the Water” dos Deep Purple. Introduzimos efeitos e o meu amplificador dá  já para os fazer, pois comprei um igual ao da minha escola.

Perspetivas para Março

     Depois do Carnaval, as novas e últimas músicas que aprendi foram Layla de Eric Clapton, na guitarra elétrica e a Valsa 3, na guitarra clássica.

    As que vou aprender nos próximo fim de semana são “Purple Haze” do Jimmy Hendrix  e mais um bocadinho do solo do Hotel California dos Eagles que é a música favorita do meu avô.

Diogo Tv, 8A

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Conversas na Oficina – Momentos Únicos

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Imagem: Arrifana Kanguru

O.E. – Hoje estiveram na Oficina, a Esperança e o João, amigos de há muitos anos, que vieram partilhar connosco alguns momentos de exceção deste verão 2015, bem como da estreia animadora do seu 2º Ciclo.

João – Andei de avião, de Portugal para Ibiza, via Madrid. O que mais aprecio a bordo é dormir e ver a paisagem do alto.

Esperança – Estive nas minhas praias favoritas: da Arrifana, no Algarve e no Guincho. Na Arrifana o que mais aprecio é acordar mesmo em cima da praia e adormecer com o barulho do mar. No Guincho é giro tomar banho com os amigos e mergulhar por baixo de água.

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Imagem: Viajar é Alargar os Horizontes

Esperança – A minha atividade preferida é o Surf. Vou começar amanhã, na escola de Surf do Guincho. Se estiver mau tempo, fazemos skate.

João P. – Faço Surf desde os três anos, em S. Pedro, em Carcavelos e no Guincho. A maior onda que apanhei tinha um metro e meio; também já apanhei tubos. O que mais aprecio é a sensação quando nos levantamos e vamos de pé, a virar, depois, quando vamos em cima das ondas, a sentir o vento. Não sinto o cheiro a maresia, porque estou mais concentrado.

Esperança – Temos quatro professores: Pedro, David, e Afonso. Às vezes os professores vão dentro de água connosco.

JoãoEntre 12 a 21 de Julho, estive em Ibiza; durante todo o mês de Junho, estive no Surf Outside, com vários professores.

     O que é totalmente novo agora, no 2º ciclo, é termos de fazer a mochila todos os dias e temos muitas mais matérias. O mais interessante é conviver com os professores. O meu professor favorito é de HGP. É querido, não se zanga muito, mostra muitos vídeos de HGP. É a minha disciplina favorita. Gosto dos Descobrimentos, de saber como foi Portugal antigamente, sinto curiosidade.

Esperança – O meu professor preferido é o de Matemática: dá muitos ralhetes, mas está sempre a brincar. Ele conduziu um barco que era duas vezes o tamanho das Fontainhas. Não gosto de Matemática, mas tem piada a maneira como ele ensina: para cada problema que nós fazemos, ele tem uma história cómica ou prática.

Transcrição de “Conversas na Oficina”

João P e Esperança , 5A

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Entrevista a uma Jovem Cavaleira – II

 CEIAImagem: da Autora

Publicamos hoje a continuação da nossa conversa com a jovem cavaleira Teresinha R de P do 6ºA que terminou também brilhantemente as suas Provas Nacionais de 6º Ano. 

OE.  Fale-nos um pouco da sua relação com as Éguas “Rufia” e “Utopia”.

T R de P – Dou-me bem com elas; a “Rufia” percebe logo quando estou contente; gosta de festas. Em Badajoz, o treinador disse que lhe dávamos muito mimo, porque que ela estava arquejante. Nos treinos também monto muitas vezes a égua “Utopia”. A “Utopia” tem uma passada muito maior, enquanto a “Rufia” tem o passo pequenino; a “Utopia sai mais longe do obstáculo; mas tem menos experiência de salto, ainda só fez uma prova; foi comigo e ficamos em primeiro lugar. É um alazão castanho, meio dourado, com a crina castanha.

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Conjunto Teresa e “Rufia” 

OE. Como se poderia caracterizar o ambiente na Prova de Badajoz?

T R de P – É uma prova competitiva; entra-se com mais garra. Não tenho que ir num ritmo calmo, devo inventar atalhos, o cavalo pode ir à carga, porque é o mais rápido que ganha tudo.

OE. Quais são os seus projetos a médio e longo prazo, em relação às provas de alta competição?

T R de P – Para participar na Alta Competição, tenho de ter um cavalo; não posso fazer melhor com o cavalo com que treino agora. Por isso, vou trabalhar aos dezasseis anos, para poder comprar e sustentar o meu próprio cavalo. Daqui até lá, por exemplo, para a Prova de Badajoz, em Agosto, vou fazer Cup Cakes, pulseiras e vender na praia. 

OE. Agradecemos a partilha desta vivência ímpar no mundo da Equitação e desejamos-lhe as maiores felicidades para os Campeonatos deste verão.

Teresinha R de P, 6ºA

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Entrevista a uma Jovem Dançarina

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Créditos: Art Move – Cascais

OE Temos hoje connosco a jovem Matilda, já despedida do 2º ciclo e pronta para se dedicar à sua Arte preferida.

 Desde quando surgiu o seu amor pela Dança?

M. M. –  Surgiu quando eu era pequenina e a minha prima fazia ginástica acrobática. A minha mãe quis  pôr-me no ballet. Eu gostei muito de estar no ballet quando era pequenina, na minhha escola.  Ao mudar de escola, fui inscrever-me nos Ballet dos Bombeiros de Alcabideche, onde fiquei até aos sete anos.

OE – E qual tem sido o seu percurso na Dança a partir dos sete anos?

 

 M.M. – Dos sete anos até hoje consegui evoluir:  como mudei para o hip hop um ano, deu para experimentar uma coisa nova, muitos tipos de dança, desde dança contemporânea, jazz e voltei ainda um bocadinho ao ballet.

OE  – Qual é o ritmo da sua prática de Dança?

M.M. – Danço uma vez por semana, a partir de Junho já vão ser duas vezes, no Art Move em Cascais.

OE – Que modalidade pratica atualmente?

M.M. – Pratico dança jazz. Não quis ir ao Hip Hop porque não tinha tantas regras. A dança jazz tem mais regras e mais posição, é isso que gosto muito. Inventar coreografias:  de vez em quando invento e vou dançar durante o jantar, dou um espetáculo para a família. Ontem houve o espetáculo público, mas não compareci porque  não estava cá, fui ao aniversário da minha avó…

OE – Obrigada por esta partilha. Desejamos-lhe os melhores êxitos para o seu percurso na Dança.

(Transcrição) Matilda M, 6A

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Entrevista a 4 Mãos – II

BICO-CHATO-DE-ORELHA-PRETA (Tolmomyias sulphurescens)Creative Commons License Dario Sanches via Compfight 

8. Que deve fazer um adulto para não perder o contacto com a sua infância:

Mariana: Ter um objeto que, sempre que ele olhe para ele, faça vir uma criança ao seu coração. Margarida: Brincar com os seus filhos aos bonecos. Carlota: Nunca mudar e deixar-se estar como era antes. Vasco: Ele, no seu sítio secreto, tem uma máquina do tempo que só funciona à noite. A máquina faz a ação e ele ficará onde sempre gostou de estar. 

9. Proposta para atividade na Oficina de Escrita no 6º ano:

Mariana e Carlota: Fazer jogos, jogos  de escrita e festas. Margarida: No Carnaval, organizarmos um dia para fazermos jogos.  Vasco: Gostava que houvesse um quadro.

10. Como é gostar de alguém?

Mariana: Gosto de uma pessoa porque ela gosta de mim e quando estou triste, ela me ajuda e assim eu gosto dela. Vasco: Ficando com ele ou ela vários tempos. Margarida: Pelo olhar e o sentimento.

 Carlota:  Gostar de amizade; devemos estar sempre lá para ajudar, mesmo no momento mais difícil, e gostar de uma pessoa é admirá-la, não por fora, mas por dentro.

11.Para que serve sonhar acordado?

 Mariana: Sonhar acordado faz-nos pensar nas coisas que vêm na imaginação. Margarida: No primeiro ano, comecei por contar na aula, mas eu não ouvia ninguém. 

Carlota: Sonhar acordado ajuda-nos a pensar sobre a vida real, mas sem pensar nos problemas que podíamos ter por causa disso.

12.Que sonhos se estão a tornar realidade?

Carlota: O sonho de passar o ano e de ter muitos, mas mesmo muitos amigos. Margarida: Gostava de estar no terceiro ano de novo. 

13. Pressentimentos – Como sabemos que algo vai acontecer?

Margarida: Gostava que me dessem um iphone. Isso não sei se vai acontecer. Carlota: Às vezes sonho com o futuro ou tenho um pressentimento estranho. Vasco: Paro e sei que isso vai acontecer; e não vais deixar isso ir-se embora, pois assim não vais ter o que sonhas. Mariana: Sei, pois algo vem ao meu coração.

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Entrevista a 4 Mãos – I

Three Gulls Eric Bjerke via Compfight

1. Um momento inesquecível que marcará para sempre a memória do nosso 2º Ciclo:

Carlota e Mariana: A Festa do Carnaval. Vasco: A Festa da Centésima Lição. Margarida: O Carnaval.

2. A maior dificuldade que as exigências do estudo trazem à nossa vida:

Carlota:  Quando eu estou a estudar tenho sempre uma coisa melhor para fazer. Vasco: Estar a pensar nas respostas.

3. Uma pergunta que me persegue de vez em quando:

Mariana: Por que é que nós morremos?

Carlota: O que vai acontecer depois da morte? O Charlie e a Maria Sangrenta são verdadeiros? Os espíritos estão aqui ao meu lado? Por que há vida neste planeta e se calhar não nos outros? Vasco: Como será depois da morte? Em cima das nuvens, as pessoas boas estão lá a morar?

4. Um acontecimento que se possa considerar quotidiano e espantoso ao mesmo tempo:

Mariana: O facto de haver amigos. Carlota – O mistério da vida. Vasco: Surfar e jogar futebol; há vários amigos e assim convivemos com todas as pessoas. Margarida: O facto de existirem os irmãos.

5. A frase que eu diria a um amigo num momento difícil:

Mariana: “Não fiques assim, tu vais conseguir vencer essa tristeza.” Carlota: “Eu vou estar sempre aqui para te ajudar e apoiar para sempre.” Vasco: “Se não fores tu, quem será a brincar e a fazer loucuras comigo?” Margarida: “Sê forte, nunca desistir, tem coragem.”

6. Se o meu 5º ano se transformasse num animal:

 Mariana: num Leão, porque é forte e é o rei. Margarida: Para mim, seria um Leão. Vasco: Um papagaio, pois tem várias cores  e as cores são um destino. Carlota: Leão, porque às vezes é muito mau e às vezes é muito meigo.

7. Três desejos para realizar durante o Verão 2015:

Mariana: Estar com os meus amigos, divertir-me imenso e aproveitar o tempo que resta com a minha irmã antes que ela vá para os Estados Unidos. Margarida: Eu quero voar, sair à noite e, todos os dias, ir ao Jacuzzi.

(Continuação aqui)

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Entrevista a uma Jovem Cavaleira

 I Parte

O.E.  – Hoje temos connosco, na Oficina, a jovem cavaleira Teresinha R de P que pratica equitação há 3 anos e acaba de ficar classificada em primeiro lugar, na prova realizada em Badajoz, nos passados dias 30 de Abril, um e dois de Maio.

     Congratulamo-nos com esta vitória e com a sua partilha da extraordinária experiência em que se pode transformar esta modalidade desportiva quando o talento e a maestria se aliam a um verdadeiro amor pelos cavalos.

 

OE.  Desde quando e como nasceu esta sua paixão pelos cavalos?

T.R. de P. –  A Mãe tinha um amigo, R. S. P. que tinha uma filha, a Nonô; fui vê-la  montar. Depois fui com a Sofia, a professora, às boxes, ver os cavalos. Aí é que comecei a gostar. Parei de montar, porque estava sempre em volteio, pois o meu tio dizia que eu era muito pequenina. Comecei a fartar-me e desisti. Um dia pedi para montar outra vez e aí voltei mesmo.

OE.  Quando começou a treinar a modalidade de saltos de obstáculos?

T. R. de P. – Monto há 3 anos, à séria, sem volteios. Passado um ano, comecei com os obstáculos, que é uma modalidade própria da Escola. Quando a Professora Sofia vê que estamos preparados, ensina-nos.

OE. Com que frequência pratica o seu desporto preferido?

T.R. de P. –  Nas férias, se estou cá, vou sempre o dia todo; até almoço lá. No tempo de aulas, monto todos os dias ás cinco; às vezes até vou diretamente para a Escola com os filhos da Sofia. A aula termina às seis; depois tenho de tratar do cavalo e saio às seis e meia.

4. Durante os treinos, que técnicas se esforça mais por aperfeiçoar?

T.R. de P. – Treino mais a posição, pois curvo um pouco as costas e levanto a cabeça; treino para não deixar a “Rufia” borregar; treino para avançar na volta e ficar à espera à frente do obstáculo; nos treinos a “Rufia” não tende a desviar-se do obstáculo; só nos campeonatos: aí eu abro um bocadinho a rédea. Nos treinos, monto também a “Utopia”. É uma égua que tem a passada muito maior; a “Rufia” tem a passada pequenina; por isso a “Utopia” sai mais longe do obstáculo; mas ela tem menos experiência de salto, ainda só fez uma prova.

OE. Em sua opinião, quais as qualidades que um Conjunto – cavalo e cavaleiro – deve apresentar para um bom desempenho em prova?

T.R. de P. – Se os cavalos forem muitas vezes montados e entrarem em muitas provas com eles, adaptam-se aos cavaleiros. Dou sempre biscoitos à “Rufia”. Já provei os de maçã, mas cheiram melhor do que sabem.

[…]

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Balanço de um Novo Ciclo

welcome_to_venetia_miniImagem: Welcome to Venezia – Roblox

OE –  Este ano letivo, até agora, uma experiência intelectualmente estimulante:

Duarte P. – Acho que eu, na aula de história, aprendi imensas coisas sobre o meu país, durante o ano passado. Este ano, percebi que, tendo uma amigo no Brasil, ele, como Português, tem muito pouca cultura, pois perdeu muitos anos de estudo. Acho importante termos este conhecimento sobre a história do nosso próprio país.

OE – Um novo horizonte que se abriu:

Duarte P. – Normalmente, as crianças têm curiosidade sobre o Egito, mas só querem ouvir histórias sobre múmias. Eu consegui aprender muito sobre as civilizações antigas, consegui ganhar interesse sobre essas vivências, o comércio dos egípcios, a importância dos faraós, a sacralização de um poder absoluto.

OE – Vivências dignas de nota com os amigos, dentro e fora da Escola:

Duarte P. – O facto de o Duarte F e o João B estarem na minha turma é muito bom. Antes, os nossos horários eram diferentes; agora conseguimos conviver mais, temos os mesmos horários e experiência das aulas em comum.

 Este ano fui ver a “Comédia a la Carte”, no teatro Vilaret, em Lisboa e foi super divertido. Os próprios atores diziam que era um espetáculo sem piada nenhuma, podiam improvisar, passar três horas a cantar “Lá, lá, lá”, a estalar os dedos e a cantar, mas afinal, quando as pessoas fossem reclamar, eles iam perguntar: “- Não teve piada? Mas nós avisamos!”.

   Foi giro, vimos o César Mourão e o Carlos Cunha; eles chamaram pessoas ao palco: sempre mulheres, mas por último, chamaram um senhor chamado Hugo que contou que foi a um jantar e esteve no palco a fazer de Olívia Palito. Os atores iam-lhe fazendo perguntas sobre a sua mulher, como se conheceram…   depois representaram a história dele e da sua mulher. Improvisavam com comédia, tinham também de cantar e dançar.  No final do espetáculo, eu fiquei à espera nos bastidores, o César Mourão lembrou-se do meu nome. mas não se lembrou  do nome do Duarte.

OE – Expectativa de uma novidade:

Duarte P. – Eu estou entusiasmado com o Natal, porque vou receber algo que me vai ajudar no jogo Roblox: a ter mais dinheiro, roupas e vips . Vai durar para sempre, serei como um deus que domina tudo! Outragious Builders Club: vou receber a entrada no clube – só podem pertencer as pessoas que entram no jogo. Neste momento sou um cidadão robloxiano e posso jogar jogos normais. Se tiver dinheiro no jogo, posso comprar acesso a outros jogos mais interessantes. Welcome to Venezia – uma espécie de “Viver em Veneza”, só que a cidade é muito mais futurista e há carros voadores. Eu e o Duarte conseguimos jogar numa altura em que era grátis e podiamos experimentá-los – custam 25 robux.

Ditado por Duarte P, 7C

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Uma Paixão pelo Mar

2013 Bay Wind Misc
Creative Commons License Photo Credit: Paul B viCompfight

     Hoje, temos a honra de ter connosco, na Oficina, o jovem velejador Tomás G, já conhecido entre nós como autor de vários artigos, que acedeu a dar-nos esta entrevista sobre a prática do seu desporto preferido.

    Atendendo ao interesse e extensão desta partilha de experiências únicas, vamos publicar a entrevista em dois momentos, a fim de tornar mais confortável e saborosa a sua leitura.

OE – Qual a categoria em que pratica vela? 

Tomás G. – Pratico vela em pré-competição. 

OE – Há quanto tempo pratica esta modalidade de vela? 

Tomás G. – Pratico vela há cinco anos.

OE – Qual a intensidade dos treinos?

Tomás G. – Treino todas as semanas, ao fim de semana, das dez da manhã às cinco da tarde. 

OE – Que equipamento deve utilizar?

 Tomás G.- Boas lycras, cheias de pelo, mais um fato térmico ou um neopren, uns sapatos de vela, para não escorregar, umas luvas impermeáveis, um bom corta-vento, um gorro para não ter frio na cabeça e, o que é mesmo essencial, um colete indicado para um navegador – o meu é vermelho e branco.

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Curso de Vela do Clube Naval de Cascais

OE – Descreva-nos uma sessão típica de treino. 

Tomás G. – Para o pequeno-almoço a Mãe costuma fazer uns bons ovos mexidos para eu ter energia; mesmo assim, às vezes não chega. Começamos o dia a tirar os barcos das prateleiras; de seguida, aparelhamos os barcos; depois, vamo-nos equipar; temos uma reunião com o meu Treinador e só depois vamos para a água. Os primeiros exercícios são as “largadas à lebre”(1); depois rondamos as bóias, almoçamos no barco (2) e fazemos regatas entre nós. No fim, voltamos para terra, desaparelhamos os barcos e vamos para o duche, (3) que é ótimo.

OE – O o que o levou a escolher esta modalidade?

Tomás G – Íamos, às vezes, almoçar a um restaurante na marginal, que dava para o mar, e eu sempre dizia: “- Adorava andar de barco!”

OE – Indique alguns aspetos que mais aprecie neste seu desporto favorito.

Tomás G. – Ver que consigo passar ondas e ventos muito fortes; o prazer de manobrar bem o barco; a sensação de poder navegar sem fim. Quando olho para terra, sinto muita tranquilidade; olho para outro lado, vejo o Clube Naval; ainda para outro, vejo o mar infinito; e, por cima de mim, imensas nuvens ou um céu azul, que, visto do mar, é redondo. Visto de terra, olhando para cima, parece-me plano.

(1) – Um barco faz as vezes de “lebre” e nós temos de rondar a “lebre” e ficar alinhados. É difícil, às vezes uns chocam.

(2) – Às vezes nem sequer almoçamos porque o treino não permite parar. E eu morro de fome!

(3) – Logo de manhã temos de marcar: “Fico com aquele”, pois só há 5 duches e somos cerca de 10; senão roubam-nos o duche e ficamos com água menos quente.

Fim da I Parte

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Dream Girls

Oferecido por WP Clip Art 

    Para a avaliação final do desempenho na disciplina de Educação Física, as turmas de 5º ano formaram Grupos de Dança e Coreografaram músicas favoritas.

1.  Quem pertence ao Grupo de Dança das Dream Girl?

     R: A Lara, a Carolina S, a Maria, a Inês e a Ana Clara.

    2. Como escolheram a música a coreografar? Qual foi?

     R: Pelo telemóvel da Inês: fomos ouvindo músicas até que preferimos uma: Scream

     3. Como escolhem os passos da Coreografia?

     4. A partir do ritmo, inventamos os passos, e, se todas gostarem, eles entram na Coreografia. A Lara, muitas vezes, não dá opinião. Ela fica prejudicada por não agir.

     5. Como é que têm conhecimento do resultado da Avaliação?

     R: O Professor Américo dá a notícia.

     6. Onde e quando decorriam os ensaios?

     R: Ensaiávamos no Pavilhão Antigo, durante as aulas de Educação Física e, se necessário, nos recreios.

     7. O que foi mais divertido neste projeto?

     R: O mais divertido foi ver o Francisco T a dançar. Parecia um robot em fúria!

     Obrigada por colaborarem no Cadescrita    

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