Comprometer-se no “Cuidado do Outro” – II

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Imagem: “Deus me Livro”

Cristal “Cuidar” –    II

      Continuamos, em Outubro, a paráfrase meditativa do lindíssimo livro de Filipa Sáragga, descobrindo, nas dobras do “Cuidado do Outro” as implicações do “Compromisso“, que é o nosso “valor“para este mês.

     Ao longo de um diálogo vivo, a Mestra vai vencendo as apreensões da jovem Princesa, em relação à sua capacidade de ir ao encontro dos outros, pois na atitude de “Cuidar” escondem-se compromissos que nos curam e libertam, bem como potenciam a felicidade dos outros.

  • Se aceitamos o nosso próprio arrependimento ou mágoa, mais rapidamente nos podemos focar  intensamente nos outros, apoiando-os ou apreciando-os.
  • Ao arriscarmos a oportunidade de fazer novos amigos, podemos surpreender-nos a crescer com eles  e a sermos melhores.
  • Incluindo no nosso rumo habitual aquilo que é diferente e o complexo nos outros, ajuda-nos a descobrir em nós qualidades desconhecidas e abrimo-nos para novos compromissos.
  • Mantém-se viva a chama da amizade, no compromisso de permanecer sincero com o outro. 
  • Os amigos são honestos entre si, confiam o que lhes é mais íntimo; mas também se comprometem na mútua celebração dos seus sucessos, cada um fazendo sua a felicidade do outro.

     Finalmente, a suave voz desta Sabedoria, encarnada numa Rosa, indica à Princesa os exercícios que a comprometem na aventura do “Cuidar”e que podemos escolher para este mês de Outubro:

  • Ofereceste um abraço a quem mais precisava?
  • Recolheste uma  história de vida dedicada aos outros?
  • Desenhaste ou escreveste um momento em que visitaste alguém ou lhe prestaste um serviço?
  • Podes contar um momento em que fizeste alguém mais feliz?
  • Tens reparado na beleza? Ela está presente nas pessoas, nas ações, nas nossas criações e nas da natureza. Experimenta este exercício da atenção que se descentra de si própria e descobre mil motivos para agir e criar…

OE

Acolher é “Cuidar do Outro” – I

 

Imagem: Princesa Azul na “Deus me Livro

Cristal “Cuidar”

      Meditando o nosso tema anual “Ser +” –  com um diferente valor atribuído a cada mês do ano letivo –  vamos apresentar, em paráfrases, a nossa abordagem de um capítulo do lindíssimo livro da nossa querida antiga aluna Filipa Sáragga, “A Princesa Azul” o qual, além de integrar o PLN, deu também origem à  Fundação que apoia e celebra a diferença.

      Trata-se do momento em que a Princesa recebe, sob a forma de um Cristal, um ensinamento precioso que podemos aproximar da vivência do valor escolhido para Setembro: a qualidade do acolhimento aos outros.

       A singela mestra da Princesa mostra-lhe a centralidade desta disposição interior, que revela o seu poder libertador, ao longo do caminho iniciático da Princesa rumo a uma felicidade autêntica. Para atingir este fim, surgem as atitudes concretas que deve exercitar e que a tornam capaz de um relacionamento genuinamente acolhedor.

  • As pessoas felizes são altruístas e pensam nos outros, pois é sobre a base da generosidade que se fundam os relacionamentos fecundos.
  •  Concordas que as pessoas felizes pensam mais nos outros?    Podes dar três exemplos?
  • Cuidar dos outros descentra-nos e cura-nos, pois “Leva muito mais tempo a ultrapassar uma angústia do que a assimilar algo de bom”.
  • Podes partilhar como alguém ultrapassou uma angústia? E porque será mais rápido assimilar algo de bom?
  • As relações com os outros são uma prioridade e cuidar dos amigos torna-se uma responsabilidade vital, pois a Felicidade de cada um é uma resultante das nossas relações com os outros.
  • Se quiseres fala nas tuas prioridades nas relações com os outros.
  • Que outras prioridades devemos considerar na nossa vida?
  • Como definirias a Felicidade?

OE

Traçando Rumos Singulares

Words for LifeCreative Commons License Leonard J Matthews via Compfight

      Hoje partilhamos a alegria de ter connosco, na Oficina, a querida antiga aluna Júlia Marçal,  psicóloga organizacional e free lancer numa série de iniciativas enriquecedoras que vão traçando um percurso singular no âmbito profissional.

     OE – Júlia, partilhe uma experiência de vida que tenha sido para si apaixonante durante os seus anos de escola.

     JM –  O que nos toca profundamente fica registado não só na memória, mas também na alma. Assim são as recordações que tenho enquanto aluna do Colégio do Amor de Deus. Um episódio muito engraçado, do qual tenho memória, remonta à minha vivência enquanto aluna do 2º Ciclo, quando, no 5º ano, fui ao Jardim Zoológico de Lisboa e, no decorrer do almoço, com colegas e professores perto da jaula dos macacos, um dos macacos, de pequeno porte, aproximou-se e furtou o iogurte da Professora Sandra Pedrosa. Foi a risota total 😊

     OEQuais são os principais fatores que têm modelado o caminho original que está a traçar como profissional independente?

     JMParticipar em projetos de naturezas diversas e contactar com tarefas e pessoas diferentes são os principais fatores que me motivam. Projetos como o meu livro: “A Comida como Almofada Emocional – Porque comemos sem ter fome?” tornam-se possíveis e permitem-me colocar a minha criatividade em prática e dar a conhecer o meu trabalho.

     OEQue conselhos daria a um jovem recém-chegado ao mercado de trabalho para se orientar no mundo complexo da busca de um emprego?

      JM –  O conselho que dou a estes jovens é o de escolherem um emprego alinhado com os seus valores e interesses pessoais, pois assim é mais fácil manterem-se motivados. Outro conselho é: não deixem de procurar outras e melhores oportunidades, de forma a aprenderem novas competências, o que se torna fundamental num mercado em constante mudança.

     OESe tivesse dois anos de liberdade financeira para sobreviver com um bem-estar moderado, a que atividades se dedicaria? Porquê?

    JM –  Nessas condições dedicar-me-ia à escrita, uma das minhas grandes paixões, assim como me dedicaria a projetos relacionados com o empoderamento das pessoas, aos níveis pessoal e profissional.     

    OE – Obrigada, Júlia, por teres aceitado participar nesta entrevista, no âmbito do desafio do #EdublogsClub. Desejamos que continues com o teu compromisso entusiasta e o teu trabalho criativo.

Júlia Marçal

Autora de “A Comida como Almofada Emocional

e Inesquecível Aluna do CAD

O Que são Valores para Ti?

Imagem: da Oficina de Escrita

Compilação de respostas dadas por alunos de 5º Ano das turmas A, B e C, no ano 2000

    Os valores são aquilo que temos de Bom em nós; são “coisas” importantes que devemos praticar; todas as “coisas” importantes da nossa vida.

    Por exemplo, os meus amigos, o meu corpo, o meu ser.

    Os valores são também o que nós sentimos: o amor, a felicidade e outras coisas.

    Para mim, um valor é uma coisa ou sentimento de grande importância.

    Existem vários tipos de valores: Morais, como as regras de educação, de respeito por nós e pelos outros; Religiosos, como respeitar a fé de cada um; Materiais, que têm um preço em dinheiro ou um preço afetivo.

     São referências que todos devemos ter para dirigir, orientar a nossa vida. Alguns valores são nos dados pelos Pais, pela nossa família, pela escola. Outros, vamos adquirindo ao longo da vida.

    Um valor é uma qualidade, um sentimento. É a importância que damos às coisas, às pessoas. Nós também somos um valor para outras pessoas. A vida é um valor e por isso tem de ser bem vivida. Os amigos são um valor muito importante.

    São dons que Deus nos deu à nascença. São regras que devemos seguir para sermos felizes: por exemplo: repartir amor, ter compreensão para com os outros, dar o nosso perdão.

   São qualidades que a pessoa tem; são factos ou sentimentos a que damos importância na vida. São coisas, ações, sentimentos que ficam para a vida inteira.

   São ideias que orientam as pessoas no seu caminho, na sua vida. São todas as qualidades que estão adormecidas e que só algumas pessoas conseguem libertar… São princípios, ideias-chave que devem orientar o nosso dia a dia. São qualidades que nascem com a pessoa e que ela “faz crescer” praticando boas ações.

     São normas de comportamento ou regras que nos orientam na vida. É o valor que tenho por algum objeto. Os valores que nós damos a tudo o que está à nossa volta: a um objeto, a uma pessoa, a uma ação ou a um animal são feitos a partir de ideias ou sentimentos existentes em nós.

     Valor é todo o empenho ou esforço que ponho em conseguir o que quero… São dons que Deus nos dá e nos ajudam a crescer como pessoas humanas e espirituais, como pessoas felizes.

    Há vários tipos de valores: a amizade, o amor, a saúde, a educação. Todas as pessoas têm valores, umas mais que outras. A ideia de valor varia conforme o sítio e o tempo em que vivemos, e até com a nossa idade e cultura.

Turmas A B e C do 5º – 2000

Inesquecíveis Alunos do CAD

Nadando com Golfinhos

Dolphin Days ShowCreative Commons License Chad Sparkes via Compfight

     Olá, o que eu vos vou contar foi uma coisa linda, um momento emocionante: nadar com golfinhos! Uma experiência que não dá para esquecer. Nadei com um golfinho no Zoomarine, era um golfinho lindo, maravilhoso, ai!

    Chamaram-me: que nervos! Fui-me vestir e só conseguia olhar para a água azul, o céu lindo, com o sol mais bonito que eu já vi. Quando saí encostei-me à parede branca que estava fria, mesmo muito fria; bem, o aperto na barriga, o nervoso miudinho davam cabo de mim, nem sabia se estava frio ou calor, mas pelo céu, devia estar um bom tempo para um mergulhito.

     Mandaram-me dizer aos meus pais que ia entrar na água. Quando olhei para a água com olhos de ve, parecia o mar, estava muito fria e era muito funda, mas consegui superar tudo: aí sim, descobri como os golfinhos eram grandes e o verdadeiro tamanho dos dentes!

    Bem, os dentes eram grandinhos, mas o olhar de ternura entre ambos foi tão forte que eu esqueci o Mundo: não havia ninguém, só eu e o “meu” lindo golfinho! Fiz coisas impensáveis: corri (nadei), dei-lhe imensas festas, o carinho entre nós, parecia que ele me ia dar beijinhos. Só de pensar que daí a pouco me ia embora, ia-me logo abaixo, mas parecia que o golfinho percebia e me ia ajudar.

   Só, só mesmo por causa do olhar de ternura e “amor”, fiquei feliz, e foi aproveitar! Sentia-me deslumbrada, maravilhada e, como na vida todos temos de ser felizes, fazer o que gostamos, eu aproveitei isto ao máximo: tenho um novo amigo e ainda por cima é um golfinho!

    No dia seguinte, via todo este dia como um sonho, ainda não tinha caído em mim, e nem quando a minha mãe me perguntou se eu tinha gostado da experiência, pensei que a mãe sabia do meu sonho. De repente percebi que era realidade!

Alexandra Simões, 6ºA – 2000

Inesquecível Aluna do CAD

Mergulhamos Todos ao mesmoTempo

   Imagem: Piscinas do Vimeiro

      Eu e umas amigas entrámos de mergulho para a piscina, no Vimeiro, fomos a nadar até à parte baixa, onde havia um reflexo que parecia uma cascata com água quente.

     Depois fui ter com outras amigas e amgos, juntámo-nos todos e demos um mergulho todos ao mesmo tempo!

     Quando se está na água, sente-se frescura, as cores dos fatos de banho e da água são giríssimas e ainda não cheirava nada a cloro, pelo contrário, cheirava a flores.

     Só se ouviam gritos de felicidade e de alegria. A Amizade é esta união com toda a gente, é convivermos assim uns com os outros.

Marta Stehn da Silva Antunes, 6B – 1992

Inesquecível Aluna do CAD

O Campo Maravilhoso

Reflection At Durban Botanic Garden Paul Saad via Compfight

     Estas férias fiz uma viagem até ao campo. Na viagem, ia ficando cada vez mais fascinada com as belas e fabulosas paisagens do campo: eram pequenos campos verdes, tão verdes como uma alface acabada de colher; os campos estavam cheios de rebanhos de ovelhas espalhadas por todo o lado.

     Quando chegamos, fui explorar aquele lugar que tanto me fascinou; à medida que ia passeando com os meus pais, gostava cada vez mais daquela magnífica aldeia verde.

     Eu pensei: “Como pode haver uma paisagem tão límpida, tão serena, encantadora como eu nunca tinha visto na cidade?”

     Depois de muito passear, fomos descansar um pouco. Eu não estava cansada, mas sim entusiasmada, pois como descansar, com tanta paisagem para explorar?

    Naquele momento, ao ver como aquelas pessoas eram tão simples e aquela aldeia com tanta paz, perguntei-me: ” – Porque não ter asas como um pássaro para sobrevoar aquele mundo mágico?”

      Passados uns dias, o meu Pai disse:

      – Vamos ao nosso terreno, pois as árvores devem estar cheias de fruta.

     Quando soube da notícia, fiquei excitadíssima, pois nunca tinha colhido fruta. Colhi laranjas, maçãs, peras e muitos outros alimentos. Fui tirar água do poço para regar as árvores e outras plantas.

     Como já era tarde, fomos para casa. Quando já estavam todos deitados e tudo ás escuras, fui para a janela ver o céu estrelado: as estrelas estavam tão brilhantes como o sol! Tão douradas que cobriam o céu. Parecia que estávamos no espaço.

    No dia seguinte acordei com o cantar do galo, porque ainda há muitos naquela região. Gostei de acordar cedo, pois a manhã estava fresca, deslumbrante, tranquila e eu senti uma força espontânea que me tornou livre, que me fez descobrir a liberdade!

Fabíola Mendes, 6B – 1992

Inesquecível Aluna do CAD

O Quarto dos Sonhos Encantados


Bay Window
melystu via Compfight

     Quando se entra, o nosso olhar é logo atingido pelos pequenos ramos de flores estampados no branco limpo do papel que forra as paredes, tornando o meu quarto confortável e acolhedor.

     Logo depois, a nossa atenção é chamada pelo leve tic-tac que vem da mesa de cabeceira, onde um pequeno e antigo despertador verde dá um ar misterioso ao quarto, fazendo-nos pensar que este está a meditar.

    Também nesta mesinha está um pequeno naperon que, com suas cores claras condiz perfeitamente com um pequeno candeeiro de pé de madeira que à noite ilumina uma imagem de Nossa Senhora, que, tão simples, mas tão bela, parece incendiar-se com a luz.

     No meio do quarto, uma mesa de madeira muito lisa e brilhante, faz-nos convencer que pertence a um grande armário, onde, do lado direito, bonecos diferentes parecem representar uma peça de teatro.

     Em cima da cómoda estão vários livros, uns em cima dos outros, prontos para serem lidos e cujos títulos variados despertam curiosidade.

    A grande janela, que dá para uma pequena varanda, alegra muito o quarto, principalmente quando os cortinados estão fechados e a luz passa através do amarelo vivo destes.

    Tudo isto serve para sonhar e talvez, em toda as gavetas e até atrás dos ponteiros do antigo despertador, estejam pequenos sonhos à espera de serem realizados.

Cláudia Rath, 1992

Inesquecível Aluna do CAD

(Texto escolhido para a Prova Global)

Como é Fantástico Este Nosso Mundo

Castelo dos Mouros Keith H via Compfight

     Está uma tarde que convida a ficar em casa, o sol está um pouco coberto com uma nuvem acinzentada que promete uma chuvinha.

     Do meu lado esquerdo, a tão conhecida Serra de Sintra com as suas altas e esplendorosas árvores que, neste momento, estão um bocadinho escondidas pelas condições atmosféricas.  Do meu lado direito, uns prédios muito bem conservados, o colégio e uma pequena imagem do incrível e misterioso mar.

     À minha frente, a Avenida de Sintra, umas bombas de gasolina da “Cepsa”, que dão muita vida á Avenida. Também vejo muitas casas, que parecem uma aldeia, estão tão perto umas das outras, parecem a casa da “Branca de Neve e os Sete Anões”. Adoro ver os carros a passar: é movimento, é vida! As pessoas passam a murmurar, como é possível que as pessoas vistas de cima pareçam tão pequenas?  

     Às vezes, dou comigo a pensar:

     – Como é fantástico este nosso mundo, pois estou no meio da Serra e do Mar: como duas coisas tão diferentes são igualmente belas!

     Este fenómeno, jamais alguém o descobrirá, nem a Ciência, por mais avançada que esteja. Só que tem uma grande sensibilidade pode sentir e descobrir esta magnífica e fabulosa beleza que a Natureza nos oferece.  Contemplar os segredos e as maravilhas que no mundo existem, é mais do que fabuloso e magnífico: não existem palavras para o dizer!

Fabíola Mendes, 6b – 1995

Inesquecível aluna do CAD

Uma Vista Que Imaginava Não Existir

The Pergola Ruth via Compfight

    Há algum tempo que eu vivo aqui e só hoje é que reparei na vista que tinha. Embora não seja muita é alguma. De repente veio-me à cabeça a quantidade de vida que existe neste local.  

     À minha frente vejo plantas floridas e abelhas a fazer comércio; vejo também moscas a fazerem corridas de um lado para o outro, a ver quem é a mais rápida. À minha esquerda, o limoeiro da vizinha, à minha direita, as minhas tartarugas à apanharem banhos de sol.

    No céu, os raios de sol entram pelo meu quintal fora e fazem concursos a ver quem consegue iluminar mais coisas. Vejo pardalecos a brincar à apanhada. O meu papagaio passa as tardes a assobiar, a miar, a ladrar. a cantar os parabéns e até a chamar-nos. Os meus periquitos estão sempre a namorar como duas pessoas e a entrar dentro do ninho, a chocarem os seus ovos. Quando o meu cão vai ao quintal, as moscas põem-se de volta dele e ele tenta trincá-las.

     Nos dias de sol, o quintal cheira a harmonia e sente-se que os seres vivos falam uns com os outros. Quando anoitece, toda esta magia que está no meu quintal desaparece: fica tudo calmo e silencioso. Quando o dia nasce, repete-se tudo e todos os dias isso acontece.

Pedro Almeida, 6B – 2005

Inesquecível Aluno do CAD

A Arte do “Skymmy”

Mar AzulCreative Commons License José Luis Ruiz via Compfight

     Um momento inesquecível que escolhi foi a arte da modalidade de fazer “Skymmy”.

      No primeiro dia, quando observei uns rapazes na praia a fazer, vieri-me para o meu pai e disse que iria ser muito fácil. Peguei na prancha e cheguei á beira de água, atirei a prencha e vi-me atrapalhada para me pôr em cima da prancha. Já em cima da prancha, escorreguei e pimba! Sentei-me na areia.

     O meu pai chegou, agarrou na prancha e fez metade da praia em cima da prancha. Fui a correr ter com ele e perguntei como era possível ele ter feito metade da praia e eu não, foi então que respondeu que quando era miúdo já praticava a modalidade. As semanas passaram-se e eu já estava em cima da prancha cinco minutos. O meu pai explicou que para fazer 360 graus tinha de me pôr quase de joelhos em cima da prancha e colocar vagarosamente a mão no chão, mas não a mão toda, punha só as pontas dos dedos na areia e a prancha virava, mas eu nisso não sou muito boa.

     O meu irmão pediu que eu tentasse entrar na água com a prancha; eu dizia que não, pois não sabia, e ele dizia que sim; nós, se apostássemos quem ganhava era ele; pois de tanto me perseguir eu experimentei entrar com a prancha. Estava a aproximar-me da rebentação, quando levei com a onda ao mesmo tempo que entrei na água. O meu grande azar foi estar seca, pos a água estava gelada!

     Nos dias seguintes, a água parecia de Cuba, pois estava muito quente, transparente, calma e perfeita para cair da prancha abaixo.

 Marta da Silva Pina Lemos Maia, 2005

Inesquecível Aluna do CAD

O Meu Novo Amigo

inspired photographyCreative Commons License Kala Bernier via Compfight

     No fim de umas férias magníficas, fora de casa, os dias que sobram são só para fazer trabalhos de casa. Isto era o que eu pensava na viagem de regresso a casa. Mas estava enganada…

     Era um dia de chuva, no meio de um engarrafamento, num velho Fiat Punto, ia eu e a minha família. A viagem até Lisboa já durara duas das tres horas totais, mas mim tudo er aindiferente. Nem um terramoto me faria desencostar a cabeça do vidro ou tirar-me um olhar  melancólico, pois dias antes, a minha porca da índia, Speedy, tinha morrido. Zangada com a lei da vida, adormeci no assento de trás.

      Horas depois, já no jardim da minha casa, acordei. Calmamente, peguei na mala de viagem e subi lentamente a escada. Quando, finalmente, cheguei à porta, abria-a energicamente e entrei em casa, sítio onde não ouvi nem um som: estava tudo calmo e pacífico. Corri para o computador, decidi arranjar um novo animal.

      Durante horas e horas pesquisei… numa página vi o que viria a ser uma bela desilusão. Era uma criatura linda, era cinzenta, de olhos zuis e chamava-se furão. Interessei-me pelo furão, criei esperanças que foram apagadas ao visitar um site que dizia ser proibida a compara de um furão em portugal. Depois destaa desilusão, lembrei-me da loja de animais de um primo do meu  pai, a “Mercearia do Cão”.

     Aprontei-me e fui visitar a loja. Quando abri a porta, vi montes de animais, aves , porcos-da-índia, apesar de tudo isso, fixei o meu olhar num coelho branquinho. Não perdi tempo e comprei-o. Deram-me a ração e uam caixa para transportá-lo até casa. Cheguei a casa e pus o coelho na antiga gaiola da porca-da-índia.

     Estive horas a observá-lo e vi que ele tomava banho lambendo-se todo e que gostava da ração. Finalmente, chegou a noite, custou-me dizer-lhe boa-noite, pois acabara de lhe pôr o nome de “Joaquim”. Deitei-me a pensar no tão bom que era ter um novo amigo, que é branquinho como uma bola de neve. Afinal é bom ter um animal, pois ficamos cheios de afeto por eles.

Maria Vasconcelos, 6B – 2005

Inesquecível Aluna do CAD

A Noite, da Janela do Meu Quarto

Panorámica de la Vía Láctea. Carlos via Compfight

     A noite já caiu.

    Estou no meu quarto e aproximo-me da janela aberta. A noite está magnífica, apenas uma leve brisa me bate no rosto. Do jardim da minha vizinha que mora em frente, chega-me o perfume das rosas.

    Levanto o olhar, as primeiras luzinhas brilhantes acendem-se no casario; no manto do céu aparecem também as primeiras estrelas.

    Olho agora na direção da Serra de Sintra: não distingo o palácio; será que as nuvens o cobrem?

    A minha atenção é despertada pelo barulho de um avião que sobrevoa os prédios altos à minha esquerda. As ruas enchem-se de carros e dos barulhos dos seus motores, os faróis iluminam o asfalto negro, é a agitação do regresso a casa depois de um dia de atividade.

   A minha mãe chama-me, fecho a janela. Agora, o que me rodeia é bem diferente.

Ana Raquel Santos Henriques

Inesquecível Aluna do CAD

O Mundo Fascinante da Natureza

View from my Balcony Photon-Huntsman via Compfight

     A noite caiu. Está um céu estrelado, estou deslumbrada. Nunca vi coisa mais maravilhosa, e só agora é que me apercebo deste fenómeno da Natureza, apenas visto através da janela do meu quarto, sem ser preciso apenas sair de casa.

     Olho em frente: vejo um muro, um quintal, um portão, mas o mais magnífico ainda está para vir; então vejo algo cintilante que me parece cegar: é o céu estrelado na sua infinidade.

     Desvio a cabeça para a direita e distingo uma luz a iluminar a calçada: é o candeeiro da rua – até parece uma vela acesa debaixo do luar – e, logo ao lado, e que me dá conforto no lar, os postes e fios de eletricidade e telefone. À esquerda, um portão de um tom de verde que me deixa pasmada: é o portão da garagem do meu vizinho.

     O silêncio é quebrado pelo cantar fascinante dos grilos e dos ralos; de vez em quando veem-se pirilampos a brilhar no céu infinito. Há um perfume que paira no ar: é a campo. É assim o que vejo, oiço e cheiro a partir da janela do meu quarto.

     E agora vou voltar à rotina habitual.

Andreia Caetano Rodrigues, 6B

Inesquecível Aluna do CAD

Um Sonho Chamado Vimeiro

Imagem: Oficina de Escrita

       Eu não queria ir para a água, mas o meu grupo de amigos pegou em mim ao colo e “catrapum”, Inês Becken dentro de água! 

     Quando eu estava no ar, sentia-me como um homem a saltar de um avião sem pára-quedas. Quando eu entrei naquela água límpida, macia e azul, eu senti uma frescura imensa, senti também um alívio, pois lá fora estava muito quente e abafado.

      Eu senti-me uma sereia a subir das profundidades mais profundas do mar. Naquele passeio, senti que havia amizade entre nós.

     A amizade é um sentimento muito importante, pois a vida depende dela. 

    Amizade é ter solidariedade para com os outros, é ajudar os amigos quando eles precisam, é dizer: “Ei, anda connosco, vais-te divertir.” É emprestar quando é ncessário, ouvir o seu problema e tentar ajudar da melhor maneira. 

     Naquela aventura no Vimeiro, estávamos todos unidos e amigos, partilhamos a alegria, o almoço, a grande festa, porque aquele passeio foi um reencontro de amigos, foi convívio, foi para nos conhecermos melhor e saber com quem podemos contar e com quem não podemos. 

     Naquela praia onde as ondas rebentavam nas rochas, eu ouvia o respirar das gaivotas; estava um bando de seres humanos a partilhar a sua comida, generosidade, alegria e, por momentos,julguei.me bebé de colo ou uma criança que aprende a falar e está sempre contente, pois não sabe o que a espera mais à frente. 

     Uma criança  com quatro anos não sabe que o mundo não tem assim tanta amizade, mas eu, por alguns momentos, esqueci as guerras, a fome e parecia que o tempo tinha voltado atrás; senti-me muito feliz! 

Inês Becken, 6C

Aluna Inesquecível do CAD

Na Imensidão da Música

Creative Commons License Urko Dorronsoro via Compfight

     Numa Noite quente, em Caminha, tínhamos acabado de sair de casa; o céu cobria-se com um manto de azul bem escuro com pequenos brilhantes que lá em cima cintilavam.

    Ao pé do mar podia ver-se o Monte de Santa Tecla, só com uma enorme luz lá no cimo, mesmo no cocuruto do monte. Via-se também Espanha toda iluminada por candeiros de rua; estava tão iluminada como um bolo de aniversário. Ìamos andando e cada vez mais chegava aos nossos ouvidos o som dos pombos excitados pelo pão que recebem todos os dias. 

 De repente, comecei a ouvir ao longe uma música bem animada. Decidimos então ir á praça e lá estavam duas bandas de escolas diferentes, que eram constituídas por um maestro, flautas, três saxofones, alguns violinos e um jogo de sinos. 

Como eram duas, tocavam à vez, o que fazia com que as pessoas se andassem sempre a virr. As músicas eram maravilhosas e eu setia vontade de lá ficar pela noite fora. Para cada música, eu conseguia imaginar um bailado diferente. Sempre que uma voz falava, eu pensava pra mim própia: “- Por favor, cala-te, que eu quero ouvir!”

 Sou uma pessoa que se deixa levar facilmente por estas músicas e sentia-me entusiasmada. Em quase todas as músicas a mãe me fazia perguntas que poucas vezes eram respondidas, porque eu me perdia na imensidão da música; durante aqueles momentos, não consegui deixar de pensar nos tais balidados. 

 Quando voltámos a casa, eu sentia-me perdida e abandonada por aquele mundo que deixava. Agora o silêncio reinava e parecia-me que eu tinha acordado de um desmaio; as imensas músicas e bailados haviam desaparecido da minha cabeça.

Mariana M, 6º ano  – 1998

Do tema “Verão 98 – um momento único”

De Paris a Lisboa em Bicicleta

Imagem: An engineer on a Bike    

      O nosso querido antigo aluno Miguel Dias, recém formado com distinção em Engenharia aeroespacial, tem agora de tomar uma decisão complexa: doutorar-se imediatamente ou estrear-se no mundo do trabalho?

     Criou então um contexto original que contribua para o pôr em “modo de desafio”, a fim de ver mais claramente os prós e os contras da decisão que vai mudar, em breve, os rumos da sua jovem vida. Desde o dia 15 de maio, como podemos seguir no seu site, partiu, de bicicleta, rumo a Lisboa, numa aventura que combina “couchsurfing”, coragem de pedalar e a atração por amizades ainda desconhecidas.

    Em jeito de homenagem, publicamos aqui um texto seu, escrito aos 11 anos, que já anuncia, de algum modo, como é essencial trilhar o que assume forma de caminho real, isto é, o que nos abre a um futuro verdadeiro: 

Imagem: Oficina de Escrita

“Nunca caminhes fora do caminho,

fora do caminho só econtras o mal,

mas, se caminhares dentro dele,

só encontras felicidade.

Dentro do caminho aprendes a viver,

a respeitar e a ajudar,

mas fora dele só aprendes a roubar e a fazer mal.

Vai sempre pelos caminhos,

fora deles só há tentação e maldade.

Se fores pelos caminhos, podes demorar mais tempo,

mas encontras paz, harmonia e felicidade.”

Miguel Dias, 2004

Porque Comemos Sem Ter Fome?

Imagem: Facebook – Fome Emocional

     A nossa Querida Antiga Aluna e Psicóloga Júlia Marçal continua a desenvolver um Projeto dinâmico em torno do seu livro “A Comida como Almofada Emocional“, depois do seu lançamento na Biblioteca de Cascais, através de workshops e de encontros abertos em piscinas, esplanadas e outros lugares aprazíveis onde se formam pequenos grupos de partilha.

     Esta questão importante, trabalhada com estratégias eficazes, tem permitido a muitas pessoas de diferentes idades e condições, potenciar a sua auto-confiança e a sua energia criativa.

      Ouçamos também a voz da própria Autora: 

     “O tema da Fome Emocional diz respeito a uma área complementar aos temas da Alimentação Saudável e dos Estilos de Vida Saudáveis, uma vez que trata de controlar o comportamento alimentar através do conhecimento de padrões que levam as pessoas a comerem sem terem fome.

    Neste sentido, abordar a fome emocional é mais do que permitir a manutenção de uma imagem física agradável, pois é, também, uma forma de prevenir doenças como diabetes, colesterol e doenças cardiovasculares.

     No passado Verão de 2016, em parceria com a Piscina Oceânica de Oeiras e, também, com a Piscina de Barcarena,  desenvolvi um conjunto de sessões informativas sobre o tema da Fome Emocional. O objetivo foi o de levar, junto das pessoas, a seguinte mensagem: “nem sempre o que comemos tem por base uma necessidade fisiológica do organismo, pelo que é importante perceber porque, por vezes, a mente pede comida que o corpo não precisa”. Para além desta mensagem foram abordadas várias técnicas para controlar os impulsos para com a comida.”

Júlia Margarida Marçal

Ecos da Festa do CAD: “Deixa-te Surpreender”

Imagem: CAD

“O que mais apreciou no Sarau ou na Festa da Comunidade Educativa?”

     Com esta pergunta acolhemos quem se dirigia à responsável da Oficina de Escrita, que teve o privilégio de dar apoio na bancada da AJU.

     Ana Catalão, Coordenadora do 3º Ciclo – O que mais me tocou foi a alegria e a cumplicidade entre os alunos.

Prof Ana, Coordenadora do 3ºCiclo

     Um Aluno – A Dança das Artes, cheia de cores fluorescentes.

     Carolina – A Ginástica Rítmica, na Banda.

     Gonçalo, aluno do Secundário – A música “O Avião sem Asas”, porque fui eu que toquei.

Projeto de 5º e 7º: A Horta Biológica

      Maria M, 6B – O que eu mais gostei foi de estar com pessoas que estavam distantes de mim. Fiz descobertas. E toquei flauta: “O Amor é assim” e “We are here right now”.

Prof Paulo – HGP e Espetáculos Magníficos

     João R, 8B – Gostei muito do nono ano: fizeram uma dança sobre um combate entre o bem e o mal. Estavam todos atados e com a vista toda tapada.

Os Maravilhosos Músicos do Secundário

     Júlia Marçal, antiga aluna, autora de A Comida como Almofada Emocional – Gostei muito da Cozinha Molecular, onde fazem morangos com caviar de chocolate, gomas de gelatina… são opções lights para snacks.

A Jovem Autora de “A Comida como Almofada Emocional”

     Sofia Ferreira da Costa, antiga aluna, autora de “O Menino que não Conseguia Sonhar – Gostei mais de ver o meu sobrinho Miguel! Foi a primeira atuação em que ele estava no Xilofone. Em segundo lugar, gostei da dança das Artes do Secundário, com fitas fluorescentes. E pela primeira vez, percebeu-se bem o encadeamento das várias partes do Sarau, que compuseram, de forma original, a história de Jesus. A minha sobrinha Maria fartou-se de dançar: começava tristinha, com um leve sorriso e as outras vinham dançando à volta dela e acabavam todas contentes no fim.

Projeto do 5º Ano: “Embarca no Não É”

     Filipe Ferreira da Costa, antigo aluno, pais de três alunos – Apreciei muito a exposição das Parábolas, a forma como foram recriadas as personagens. Na festa do 1º Ciclo, achei que as crianças estavam muito contentes, que aquilo lhes estava a saber bem, que cantavam com gosto.

    Uma antiga aluna, Mãe da Maria Inês do 5ºC, recordando os seus tempos de estudante, destacou a inesquecível ternura partilhada entre alunos e professores.

” Profes.” Teresinha e Susana, embarcadas no “Não É”

     As nossas antigas coordenadoras, Helena Pinheiro e Isabel Santos vieram ver os seus netos atuar e apreciar toda a Festa, respirando, por momentos, de novo, “o ar da pátria”, pois na alma do nosso Colégio ficou impressa  a doação de toda a sua vida profissional.

    Entretanto, no cantinho da AJU, irmã leiga do CAD, onde o mesmo carisma do Amor inspira “a renovar o mundo passo a passo”, também nós “nos deixámos surpreender” pela alegria viva que iluminava a Festa.

Uma Mini-Equipa AJU participante na Festa 

AJU – Facebook

OE

O Menino Que Não Conseguia Sonhar

Imagem: Alda Facebook

    Mais uma antiga e muito querida aluna do nosso Colégio vem partilhar com todos nós a beleza  de uma mensagem que traz consigo uma força de transformação.

     Sofia Ferreira da Costa anuncia o lançamento de um livro diferente, dedicado ao público mais pequenino e, por isso, também, o mais sensível: se, por um lado, precisa da nossa proteção dedicada, também está totalmente  aberto  a uma esperança mais generosa.  

     Saudamos, com imensa alegria, este triunfo nascente, gerado no encontro do amor inteligente pela infância com  a invenção viva que lhe transmite a liberdade.

OE

Com a Frescura da Nascente

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Imagem: Oficina de Escrita

Verão de 1997:

Sofia Costa

Sofia Bost: “Uma onda monstruosa estava prestes a cair em cima de mim. Pensei que ia morrer, que a onda me ia cair aos bocados e, naquele segundo, a onda desabou sobre mim. Estatelei-me na areia, dei imensas cambalhotas e ia engolindo água…”

Madalena Garcia:”Estava um dia de sol e eu estava radiante para chegar, para ir dar um mergulho à praia. Ajudei o meu tio a guiar o barco, foi sensacional.”

Madalena Lagido: “… foi uma sensação em que o meu coração parecia que ia saltar pela boca, aquilo dava curvas e mais, e mais… o escorrega parecia não ter fim. Mas num abrir e fechar de olhos eu vi uma luz: olhei para cima e só vi azul…”

Francisco Seruya: “Enchi-me de coragem e mergulhei: foi uma sensação única, até parecia que estava a sonhar. De repente, abri os olhos e vi o mar transparente e um cardume de peixes dourados. ”

Tiago Lima:”Quando chegou a minha vez, quase desmaiei; o nadador salvador prendeu-me a bóia ao corpo e fê-la deslizar pelo escorrega; sentia-me horrível: a pista tinha curvas e mais curvas, até que… vejo uma luz lá em baixo: era a água com reflexos do sol.

        Onde estão os nossos alunos de 30 anos?

     Uns vivem em Londres, outros em Portugal; fazem cinema, arte, gestão e informática, psicologia…inventam uma aventura única com aqueles que amam.

      As suas palavras vibrantes de vida, recolhidas à entrada do 6º ano, na velha aula de Português,  ficaram abrigadas no “ouvido atento” da escrita. 19 anos depois ainda vêm inspirar as novas gerações, pois mantêm-se intactas no seu ímpeto de alegria e na sua frescura de nascente.

     Onde quer que estejam os seus autores, muitas felicidades!

OE

A Minha Casa de You Tuber

     U-Bahn Control Room

James P. Morse via Compfight

    Na minha casa de sonho, não só posso fazer vídeos como também conviver com os meus amigos e família. A minha casa não ia ser só minha, ia também partilhá-la com dois amigos meus, o Duarte F e o João M.

    No primeiro andar (não, não é o rés-do-chão) haveria os meus dois quartos e a minha casa de banho. O meu primeiro quarto iria ter um roupeiro elétrico, com imensas t-shirts costumizadas do meu canal de you tube, uma king size bed, uma televisão Samsung curved tv e um sítio para eu carregar o meu telemóvel e o meu tablet sem ter de usar fichas.

     O meu quarto de jogar e de editar vídeos teria uma secretária curva no canto do quarto, com um ecran triplo, umas colunas para ouvir música enquanto edito vídeos, uma PS4, uma Wiiu, um computador de jogos, um computador de pesquisa, um computador com um disco rígido gigante, um servidor e um programa de edição de vídeos.

Duarte P (2015)

(Atualmente no Colégio dos Plátanos)

Why I Like Technology

   Blue vivid image of globe and space tin can

Creative Commons License Patrick Bombaert via Compfight

     I like technology because nowadays technology is making people more connected and if I want to talk to my father, who lives in Brazil, I can just skype him and have the opportunity to see his face.

      And if I want to play a game on my iPad,  I can download it and in one minute I will be playing the game, thanks to the very fast internet connection that people can have in their houses and basically be connected to the whole world, just with a little router.

Duarte P, 8C

(Atualmente no Colégio dos Plátanos)