O Nosso Milagre

     

     Era uma vez uma família muito normal. Essa família tinha três crianças e dois adultos e era completamente normal, viviam numa casa no campo e eram muito felizes.

     Mas um dia, a filha do meio, durante a madrugada, quando estavam todos a dormir, começou a chorar de dores de barriga. A Mãe, ouviu e foi levá-la ao hospital. E lá foram elas…

     Mais tarde, quando o médico já a tinha visto, disse que não tinha nada, mas na verdade, tinha uma doença muito grave de indigestão. Mesmo assim, a Mãe ficou convencida que filha tinha qualquer coisa, porque sentia as dores.

     Este é o início de um grande filme que aconselho a todos. Conta a vida de uma menina com uma doença rara que, ao cair de uma árvore num buraco de nove metros, curou-se milagrosamente.

Madalena M, 6C

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Zootrópolis – I

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Imagem: Zootrópolis Trailer 2

        Era uma vez uma coelha que queria ser polícia desde criança.

     Um dia, ela foi para Zootrópolis; ia ser a primeira polícia coelha, mas o trabalho dos outros animais era muito mais interessante.

     Mas a Judy Hops. era uma polícia de trânsito que foi falar com uma raposa, Nick Wiles:

      – Quero falar-lhe sobre um caso.

     – Arranjem uma polícia a sério para resolver isso. – respondeu a raposa.

     – Tu és um mentiroso, tu vendes gelados sem licença! – acusou Judy.

     – Não, eu tenho licença.  – E mostrou um pequeno cartão.

     Eles foram ao Flash, onde trabalhavam só Preguiças. Chegaram lá de manhã e saíram de lá à noite.

     Foram ao Alaska, para resolver o caso e entraram num limusina que estava com arranhadelas de lontra nas almofadas.

     – Este carro é de quem? – Perguntou a agente Hops.

    – Do terrível Barão do crime, o Senhor B.

     Eles abrem a porta da limusine e são levados de repente por uns ursos que pertenciam ao tal Barão do crime.

     E uma ratazana exclamou:

     – Congela!

     – Não, por favor! – Suplicou a raposa, desesperada.

     – Papá – disse uma voz fininha, que era a filha da ratazana – Eu disse que no meu casamento não se congela ninguém.

     – Mas é preciso,  querida, é preciso,  – insistiu a ratazana.

     – Nós só queremos saber se sabe alguma coisa sobre o senhor Lontra. – Esclareceu a gente Hops.

    – Eu não sei de nada, mas eu acho que há uma pantera, que é o meu chofer – respondeu a Ratazana.

[…]

Margarida L, 5C

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O Hobbit – II

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Imagem: Pedro G

[ Continuação]

     Bilbo era muito delicado e civilizado; disse logo que não e entrou para dentro de casa. No dia seguinte, enquanto Bilbo estava dentro de casa, começou a ouvir um bastão a raspar na sua porta.

      Quando parou o tal barulho, Bilbo foi lá ver e, quando olhou para a porta, estava uma marca raspada. Bilbo ignorou-a e decidiu ir fazer o jantar. Até que bateram à  porta. Bilbo foi abrir: era um dos anões, Dwalin.

     – Tu és um anão? – Perguntou Bilbo.

     – Sou Dwalin, um guerreiro anão de Thorin.

      – Mas eu pensei que os anões estavam extintos após a épica batalha entre Orcs e Anões.

   – Todos, menos 13 Anões e vêm todos ter aqui.

  Dwalin entrou em casa de Bilbo e começou a pôr a mesa. Bilbo ia resmungar com Dwalin por estar a gastar-lhe a comida toda, mas alguém bateu à porta novamente: era Balin, um anão.

   E mais tarde, voltaram a tocar à porta: eram os gémeos Fillin e Killin.  Faltavam mais nove anões. Até que voltam a bater. Bilbo abriu e eram os restantes oito anões, todos ao molho: Bombur, Nori, Dori, Bofur…    Todos a comemorar e a comer como loucos. Gandalf, quando chegou, começou a contá-los, mas faltava um…

Pedro G, 7B

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Os Detetives – II

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Imagem: IMDb

     Depois da confusão toda, o Gadget foi-se embora.

     No dia seguinte, a Penny foi para a escola e o Gadget para o trabalho (Polícia). Quando ele chegou ao trabalho, disseram-lhe: 

     – Está despedido!

      E ele foi-se embora triste. No dia seguinte, ele não saiu da cama e a Penny, a tentar que ele se sentisse melhor, mas não conseguiu animá-lo, e foi  a correr, a chorar, para um banco do jardim. E foi então o Génio animá-la e conseguiu.

      E foram desvendar o mistério. A Penny e o Génio descobriram  o sítio onde o Garra estava escondido e foram para lá.

      Quando chegaram lá, não estava ninguém, mas passado um bocado eles apareceram, apanharam a Penny, e o Génio fugiu para ir chamar o Gadget. Quando ele lhe apareceu á frente sem a Penny, o Gadget foi buscar logo a G2. E lá foram salvar a Penny.

      Mas quando o Gadget estava quase a apanhá-los, eles largaram a Penny num carrinho feito de Pins com uma bomba. O Gadget tinha 15 m para a salvar, enquanto ao G2 ia apanhar os outros bandidos.

     Quando a G2 os tinha apanhado, foi ter com o Gadget; quando ela chegou, a bomba já tinha explodido. Mas eles conseguiram fugir – Penny e Gadget – entraram os quatro no Gadget Mobile (Génio, Penny, G2 e o Gadget) para apanhar o Garra, mas quando tinham chegado, o Garra tinha fugido. E o Gadget e a G2 casaram!

Margarida L, 5B

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Os Detetives – I

     

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Imagem: Site de Animação Infantil

     Era uma vez um detetive que se chamava Gadget e a sua parceira G2;  os dois eram robots e polícias detetives. Havia mais dois parceiros: o cão, que se chamava Génio e um carro que se chamava Gadjet-Mobile.

     Um dia, eles tinham prendido um génio do mal que  se chamava Garra.

     Passado algum tempo, o Garra conseguiu fugir por um buraco enorme ao pé da prisão. E quando o o Gadget estava a dormir, só se ouviu:  

Drriiiiiiiiii!

     Ele acordou, mas nem se teve de levantar da cama, porque a mão dele é um telemóvel. Era o seu chefe e o Gadget perguntou:

     – O que se passa, Chefe?

    – O Garra fugiu!!!

     – O quê?

    A cabeça dele esticou-se até ao quarto da sua sobrinha e ela perguntou:

     – O que se passa, tio Gadgget?

    – O “Garra” fugiu, Penny!!!

    – O quê?!!!!

    E quando ele estava a arranjar-se para ir tentar prender o Garra, a Penny já estava a descer para ir com o tio, mas ele não deixou.

     Logo de seguida, foi ligar  à G2 e ela também ficou espantada e foram a correr ter com o seu chefe, ao pé do buraco.

    Quando ele chegou lá, disse ao chefe, que estava ao pé do buraco:

     – Acho que o Garra fugiu por aqui.

     E o Chefe respondeu, sarcástico:  

   – Oh, a sério?

    E quando se iam embora, para desvendar o mistério, o Gadget bateu nas costas do seu chefe a dizer:  

    – Até já, Chefe! Vamos desvendar o crime.

    E lá foi  Chefe a cair para o buraco por causa da palmada nas costas e gritou:

      – GaAAAAAAAdget!

     –  Ooops, lá se foi o Chefe!

(Cont)

Margarida L, 5B

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Super-Poderes

thundermans-800x450Imagem: Slime Cup     

     Era uma vez uma família poderosa: todos tinham poderes, tais como: uns lançavam raios das mãos, outro tinha uma força imbatível; os dois irmãos mais velhos tinham um hálito quente e um hálito frio, para congelar e descongelar; dos dois mais novos, um corria super rápido e o outro deitava lasers dos olhos. Eles salvavam o mundo.

    O Max era um vilão cujo melhor amigo era um mau que se tinha tornado num coelho falante. Desencadeou-se uma guerra entre o mal e o bem: uma espécie de bebé falso vai aterrorizar todos os bebés do mundo, transformando-os em monstros.

     Os nossos heróis vão enfrentá-los num poço: os Thunderman enfiaram o nosso vilão num poço infinito de bolas onde os bebés de novo fofos ficaram.

     Passados alguns meses, veio um meteorito que descontrolava os poderes dos nossos Thunderman. Tão descontrolados ficaram que o Billy tinha um baloiço elástico. A Nora usava uns óculos para não deitar lasers dos olhos.

Vasco L, 6C

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“O Olhar de Sophie”

Margaret of Vienwray

Arabella Proffer via Compfight

     Em 1916, Sophie vivia numa vila ocupada pelo exército Alemão. Passou vários dias e noites em claro, porque o seu marido, Edward, tinha ido para a guerra. Antes de partir, Edward pintou um retrato de Sophie.

     Um comandante alemão viu o retrato de Sophie; ela teve que ter muito cuidado por causa da sua família e da sua própria vida. Sophie teve de reabrir um hotel abandonado, porque os mais importantes alemães não tinham sítio para dormir, portanto, Sophie foi obrigada a abrir.

     Ela tinha colocado o quadro no corredor e, à medida que os alemães passavam pelo corredor, para irem para os seus quartos, ficavam especados a olhar e Sophie não se apercebia de nada. Ela escondeu o quadro, porque pensava que eles tinham inveja ou que o queriam roubar. 

      Edward voltou da guerra; Sophie ficou muito contente e quando dizia: 

     – Por que é que, quando os alemães viam o meu quadro que tu pintaste, ficavam especados a olhar?

     Edward respondia sempre o mesmo:  que era um pintor muito bom.

     Entretanto, Sophie achou melhor esconder o quadro e  morreu sem saber a verdade.

     Gostei deste livro de Jojo Moyes, porque revela-se uma narrativa que nos faz viver o passado e o presente; que nos faz sorrir e aguentar a emoção; que nos mostra a sorte de sermos felizes.

    Adoro ler livros de Romance, porque eu aprecio a maneira como as pessoas lidam com a sua vida a partir do afeto e do amor. . É um livro cheio de emoção, revelações e surpresas.

O Misterioso Caderno Preto

Mariana R, 7C

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Planeta dos Macacos – IV

    

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  Imagem: Ugly Cast 

      Entretanto, no Macaquilo, três pessoas entraram lá para ver os macacos nas jaulas e um disse:

     – Olha para este, é muito feio. – Esse é o Maurice – disse o Senhor do Macaquilo.

     Maurice, ouvindo o comentário, virou-se de costas.

     “Ciser”, como era “inteligente” fez um sinal com a mão para que o Senhor do Macaquilo avançasse. Ele aproximou-se, “Ciser” meteu a mão no meio das grades e agarrou o Senhor do Macaquilo.

    – Larga-me, macaco estúpido! – Gritou o Senhor do Macaquilo.

    “Ciser”, enquanto o agarrava, tirou-lhe a chave do seu bolso sem ele reparar.

     Durante a noite, “Ciser”, com a chave, saiu do Macaquilo e foi ao laboratório buscar uma coisa que deitava fumo e servia para pôr inteligentes as pessoas com pouca memória e só se devia pôr um bocadinho de fumo. Pois, mas “Ciser” voltou ao Macaquilo e atirou essas coisas que começaram a deitar fumo. Passados cerca de cinco minutos, o Macaquilo estava cheio de fumo, ou seja, todos os macacos tinham ficado espertos.

      “Ciser” soltou todos os macacos das jaulas

,  até que apareceu o Chefe. Este, vendo todos os macacos fora da jaula, ligou à polícia. Mas o Rocket saltou para cima dele e matou-o. Todos os macacos fugiram depois de terem ido ao laboratório soltar todos os macacos-cobaias. E depois foram ao Jardim Zoológico soltar mais macacos, ou seja, formaram um exército!

     Invadiram a cidade e foram para a ponte de S. Francisco. De um lado da ponte estavam os macacos e, do outro, polícias e militares, cheios de armas. “Ciser” reparou que estava nevoeiro e pensou que havia homens no outro lado da ponte, por isso, gritou:

     – Esperem!

      Todos os macacos pararam, e “Ciser” disse:

    – Maurice e Orangotangos, por baixo da ponte; Koba e macacos, por cima; Rocket e os gorilas, venham comigo!

     Os gorilas, o Rocket e o “Ciser” foram a correr muito rápido, os gorilas chocaram contra um autocarro que até virou e eles empurraram-no.

      Os polícias, vendo um autocarro a andar – pois os gorilas, estando por trás, não eram vistos – chamaram um helicóptero para ver se se via o que estava por detrás do autocarro. Mas antes disso…

Pedro G, 6D

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Uma Viagem Estranha

     Miniature Gingerbread Houses Stéphanie Kilgast via Compfight

     Era uma vez uma menina chamada Maria e um rapaz chamado João. Eles viviam numa aldeia com seus pais. Eles eram muito pobres.

     Um dia, João e Maria foram apanhar amoras, só que na zona habitual não havia. Então, eles foram para um sítio onde todas as crianças desapareciam: eles foram para a FLORESTA PROIBIDA! Aí, eles apanharam todas as amoras que conseguiram.

     Quando eles vinham embora, perderam-se e, quando estavam à procura do caminho para casa, encontraram uma casa de chocolate e outros doces. Como estavam cheios de fome, comeram a casa. De repente, sai de lá uma velhinha que era uma bruxa, mas eles não sabiam.

     Ela convidou-os para entrar e tratou-os muito bem: deu-lhes todos os doces do mundo, eles até dormiram lá. Só que, durante a noite, a Maria acordou, desceu as escadas e viu a Bruxa a fazer feitiços. Subiu as escadas a correr e foi contar ao irmão. A bruxa, quando a ouviu, foi lá para cima assustar e ralhar com Maria.

    No dia seguinte, ela obrigou a Maria a trabalhar e prendeu  o João numa gaiola para o comer. Ela deu-lhe comida até ele ficar gordo e depois disse a Maria:

     – Já estou farta de esperar, amanhã como o teu irmão!

(Continua)

Matilde S, 6B

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O Planeta dos Macacos – III

RISE OF THE PLANET OF THE APES

Imagem: Complexo C

     “Ciser” adorava Will. Entretanto, o pai de Will estava pior da sua doença; até que houve um dia em que o pai de Will saiu de casa, entrou no carro do vizinho e “Bum”! Chocou com o carro da frente.

      O dono do carro ouviu barulho e decidiu ir ver. Quando viu o carro dele partido com uma pessoa lá dentro, ficou fulo; tirou-o do carro e começou a gritar com ele.

      “Ciser” estava a assistir e quis proteger o seu dono, por isso ele atirou-se para cima do vizinho e comeu-lhe o dedo.

    – “Ciser”! – Gritou o pai de Will.

     “Ciser” saiu de cima do vizinho e abraçou o dono.

    A polícia pôs “Ciser” no Macaquilo (um canil para macacos). Era um sítio horrível, todos os macacos ficavam numa jaula quadrada de 3 metros. Tinham um intervalo de dez minutos num miniparque com uma árvore e relva.

     Todos os macacos eram burros, menos três macacos: Maurice, que era um macaco laranja, gordo e forte que trabalhava no circo. Rocket, que era um macaco normal que seguiu o mesmo caminho de “Ciser”. Gory, que era um gorila muito forte que, no macaquilo, não ia aos intervalos, porque era perigoso.

     Entretanto, no laboratório, onde nasceu a mãe de “Ciser”, encontraram um macaco com uma doença; esse macaco chamava-se Koba. Eles queriam saber o que fazia a doença e, para isso, tiveram de torturar Koba.

    Os cientistas tinham de usar máscaras para impedir que apanhassem a doença, mas Koba deu uma barrigada que um deles fiou sem máscara e apanhou a doença.

     Entretanto no macaquilo…

(Continua)                                                      Pedro G, 6D

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Avatar Wan

     Legend of Korra
Creative Commons License Photo Credit: AsachikaSan via Compfight

     Concebi um filme, Avatar Wan, que é sobre uma pessoa que consegue comunicar com os espíritos e controlar os quatro elementos do Universo: água, terra, fogo e ar.

     Esse filme conta-nos como é que as pessoas começaram a controlar os elementos e como se formou o Avatar.

     Os atores principais são Selena Gomez, Brad Pitt, e Rodrigo Menezes; o realizador é Stanley Kubrick.

     O filme conta como é que as pessoas antes não tinham poderes (Benders) e depois começaram a ter poderes. Um homem chamado Wan foi expulso da sua cidade que era um leão-tartaruga. Nessa expulsão, ele encontrou Raava contra Vaatu; a sua missão é ajudar Raava contra Vaatu na convergênca harmónica – quando os planetas se unem e os Portais Norte e Sul estão abertos, os dois espíritos têm que combater; Vaatu é o espírito do mal e Raava é o espírito da Paz e da Luz.

     Este filme foi basado na série Avatar Korra, nos episódios 7 e 8, na temporada 2. O meu filme estreia a 24 de Outubro de 2014, às 16h 50, na Beloura City.

Ana Filipa M, 7C

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O Planeta dos Macacos – A Origem I

Critica-Planeta-dos-Macacos-A-Origem-1_miniImagem: Cinema 10. com br

     Era uma vez uma macaca que vivia na floresta. Essa macaca era muito inteligente e tinha um lar; todos os macacos desse lar eram burros.

     Até que houve um dia em que os caçadores capturaram essa macaca e levaram-na para experiências na América. A primeira experiência que lhe fizeram foi para medir a inteligência: um jogo muito difícil que só os matemáticos faziam. O record do mundo era 20 e essa macaca fez 15, ou seja, era muito esperta!

     No dia seguinte, iam fazer a experiência da força, mas a macaca enlouqueceu, fugiu da cela e começou a partir tudo e a ferir pessoas. Até que aparrceu a polícia, que matou a macaca.

     Eill era um homem com 25 anos que trabalhava no laboratório; teve curiosidade em saber o porquê de a macaca ter enlouquecido. Decidiu ir investigar a cela da macaca e, debaixo da cama dela havia um macaco bebé! Ele disse:

     – A macaca deu à luz um bebé!

    Will ligou ao chefe e o chefe disse:

     – Abate-o! Abate-o!

     Ele não o quis abater, por isso levou-o para casa. Will tomava conta do Pai que era um pobre desgraçado que já era velho e maluco. Will mostrou-lhe o macaquinho e o pai dele ficou orgulhoso de tê-lo em casa e disse:

     – Um macaco? Como se chama?

      – “Ciser” – disse Will.

     Will pediu ao pai se ele podia alimentá-lo; quando o pai virou as costas, o “Ciser” estava a comer sozinho; o pai disse:

    – Will, ele é muito esperto!

    – Pois claro! A mãe dele também era.  – Respondeu Will.

   Passaram anos e anos e “Ciser” tornou-se adulto, forte e corajoso e falava a linguagem gestual. 

(Fim da I Parte)

Pedro G, 6D

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