O Despertar do Cão Preguiçoso

RAF Police Dog Training Defence Images via Compfight

     Era uma vez um cão preguiçoso, que fazia sestas intermináveis á sombra de uma tília no quintal do vizinho Herculano. Este senhor era conhecido por adotar animais abandonados com um carinho desmedido.

      Porém, ele já tinha muitos cães e todos eles eram preguiçosos, mas este era muito mais que os outros e tinha sido sempre assim, desde pequenino: era o “Plof”.

     Foi então que o Sr. Herculano o entregou à escola de cães-guia: com aulas esforçadas, novos companheiros e um instrutor incansável, o cão transformou-se num magnífico sabujo rastreador, que chegou a ganhar torneios em caçadas e se tornou no orgulho do seu dono.

Lourenço C, e OE 6B

Exercício de Escrita Criativa: Texto a duas mãos, segundo o livro Eu Quero ser Escritor”

Diário de Carminho

Creative Commons License steven connors via Compfight

    (O inesperado final de “A Fuga de Carminho e Ananás)

     O “Ananás” dorme comigo, come da mesma comida, como por exemplo, um bocadinho de maçã. Estou apaixonada por ele: tem 3 meses e duas semanas.

     Dou-lhe comida e água, vou para a sala esperar que ele acabe, mas ele começa a guinchar e tenho de o ir buscar, senão ele escorrega no chão da cozinha, porque ainda não tem flexibilidade nas pernas.

      À noite, dorme em cima da minha cama, com a almofada.  Sempre que dou uma voltinha, levo-o; nunca fica sozinho em casa. Com o meu dinheiro pago à vizinha para ficar com ele; como ela gosta imenso dele, já não quer dinheiro.

     Da última vez que tentou subir as escadas, caiu para trás e ficou de barriga para o ar a abanar as patinhas. Sempre que vou à casa de banho, ele segue-me e , se eu fechar a porta, ele fica a chorar. Quando faço os TPC fica em cima da mesa e, da útlima vez babou-me o livro de Matemática.

     É beige com o focinho preto e as patinhas pretas na ponta, as orelhas descaídas e abre muito os olhos quando lhe dou festinhas, mas fecha-os quando lhe ralho. Durante o dia faz as suas necessidades no quintal e, como é pequenino, às vezes no chão de casa, por isso é que lhe ralho.

Maria M, 6B

A Fuga de Carminho e “Ananás”

Little PumpaCreative Commons License Dmitry Kalinin via Compfight

      Era uma vez uma menina chamada Carminho que gostava muito do seu animal de estimação que era um bulldog Francês, o “Ananás”. A relação entre a Carminho e o “Ananás” era muito forte. Uma noite de lua cheia, eles fugiram e desapareceram.

     A mãe da menina estava muito preocupada, por isso foi à procura dela. Levou consigo o Lavrador preto, “Bela”, e o Cocker, “Buddy”, que farejavam concentradamente o caminho. A mãe avançava, segurando as trelas com toda a força até ao jardim zoológico e começaram a saltar mostrando ter encontrado uma pista.

(Continua)

Maria M, 6B

Um Cãozinho no Acampamento

'Camping On The Coast' - Anglesey

Kris Williams via Compfight

        Era uma vez uns meninos que iam acampar. Eram o João, o Pedro, a Maria e a Matilde. Iam passar as férias de verão a Cuba.

     Quando chegaram, montaram a sua tenda numa mata verdejante, á beira do mar das Caraíbas.

     Ao anoitecer, ouviram um barulho esquisito e tentaram averiguar.

    Descobriram, num tronco oco de uma árvore um cão pequenino, de pelo branco curto, de orelhas caídas, a ladrar, muito aflito.

     A Maria é que o encontrou primeiro: os rapazes treparam à árvore, mas o Pedro caiu, só o João é que chegou até ao buraco do tronco.

     Quando o João tirou o cão  do buraco, ficou muito contente, e numa aflição que podia ter caído, mas correu tudo na perfeição. E os miúdos gritaram de alegria.

     Depois era a hora de ir fazer surf: estavam numa excitação! Gostaram muito de fazer aquelas manobras. Foi uma loucura e muito divertido.

     Passado dois dias tinham de ir embora. Estavam tristes por terem de deixar o acampamento, mas no fim ficaram contentes por saberem que o cãozinho ia com eles.

 Mariana C 6A

A Vida Renovada

     Where else can you have a wet salty dog on your lap?

smilla4 via Compfight

     Era uma vez um homem chamado Luís. Esse homem, todos os dias, estava sempre no computador, a trabalhar muito e não fazia “coisas” giras.

     Um dia, quando saiu para o super-mercado, para comprar uma pizza que ia comer logo nessa noite, um senhor velhinho veio ter com ele e disse:

     – Temos que fazer “coisas” mais giras e não estar sempre no computador.

     O Luís, intrigado, perguntou ao senhor como é que sabia que ele estava sempre no computador.

     O velhote foi-se embora e o Luís ficou a pensar sobre o assunto: decidiu que queria mudar e fazer “coisas” divertidas. Foi para casa, fechou o computador e foi comprar um cão. Depois disso, enquanto passeava o cão, foi comprar uns óculos de sol e um boné para ir á praia, coisa que ele nunca tinha experimentado.

     E, a partir desse dia, o Luís tornou-se feliz e fez muitos amigos, incluindo o Bolinha, o cão que ele tinha comprado e que se tornou o melhor amigo dele.

    E assim viveram todos felizes para sempre!

Carolina Cr, 6C

Aluna Convidada

A Vida Selvagem – VII

Deutscher Schäferhund DDR-Linie

Creative Commons License Maja Dumat via Compfight

     Os três andavam a galopar sempre todos os dias.

     De repente, os cavalos deram um salto gigante e caíram no chão. Ao levantarem-se, caíram num buraco muito grande.

     – Aaaahhh! – Gritaram em coro.

     – Estão bem? – Perguntou a Escura.

     Eles disseram:  – Sim, e tu?

     – Também. – respondeu a Escura.

     Ouviram um ladrar; foram a correr para lá: eram dois cães, um Serra da Estrela e um Salsicha; os dois eram bebés. A Loba Selvagem perguntou:

     – Acham que fiquemos com eles?

      A Escura disse:  – Vamos perguntar ao pai.

     Lá foram, no seu jeito de subir com lianas e pezinhos de ladrão. Quando chegaram, o pai perguntou:

    – Por onde andaram? Vão tomar um banho!

     – Ok, mas podemos ter dois cães?  – perguntaram as irmãs.

     – Sim, deixem ver os cãezinhos.

     Elas agarraram nos cachorrinhos: o Serra da Estrela era de uma cor castanha claríssima, com umas manchas pretas na cara e um pouco de branco. O Salsicha era preto com uma linha castanha na cara. Elas foram buscar diamantes para fazer coleiras e fizeram umas casotas muito grandes para eles.

Margarida L, 6B

Caçadora de Leões

     3H3A4565

Andrew. via Compfight

     Eu tenho uma Leoa da Rodésia; esta raça, antigamente, ajudava a caçar leões: este tipo de cão rodeava o leão e esperava que o caçador chegasse para caçar o leão.

      Tivemos sorte, porque uma amiga da minha mãe era criadora desta raça, mas a sua cadela, que teve onze filhos, morreu atropelada e éramos nós que estávamos a cuidar dela, enquanto a dona tinha ido a um batizado em Santarém.

     Quando esta cadela desapareceu, estivemos duas semanas à procura dela, por uns prédios. Na segunda semana, uns homens tiveram de nos mentir, para não nos sentirmos mal, porque eles já sabiam que a cadela tinha morrido na auto-estrada.

     Jogamos à “Rabia” com uma bola de futebol: ela vai buscar a bola com a boca, quando dizemos “deixa”, ela larga a bola.

     Ela tem um pelo cor de torrada mais queimada e um pedaço de pelo virado ao contrário. É uma cadela que pede festas a toda a gente que vê.

     A cadela vai ficar para o meu rimão mais velho e por isso não vou ter problemas. Eu sempre quis ter um cão. Agora sinto-me mais seguro em casa.

Rafael S, 5C

Um Conhecimento Espetacular

    Dogs

Creative Commons License Hugh Barbour via Compfight

     Num dia de muito sol, eu ia a passear o meu cão Marley e passei por um parque aquático para cães. Encontrei uma menina a passear o seu cão: tinha pelo bege e longo, era médio e tinha orelhas descaídas.

     Encontramo-nos no carrocel de lavagem para cães.  Sem querer, os nossos cães começaram a fugir e chocamos uma com a outra.

    Começamos logo à procura dos nossos cães e depois descobrimos que tínhamos muita coisa em comum.

     O Smokey e o Marley foram comer – eles são uns gordos. Comeram tanto que estavam quase a explodir.

     A seguir, foram correr, a ver se abatiam quilos. Mas quando chegaram à Disney, foram comer mais batatas e bife. De seguida foram ao bar do Mr. Mick, para cães; lá havia tudo o que havia para adultos, mas dedicado a cães, como: cerveja, vinhos, caipirinhas…

     Eles tinham um relógio que, quando fosse 12h 30 na Disney, cá eram três horas da tarde.

(Texto a duas Mãos)

Federica V e Maria B, 5B

O Meu Cão Pepe

PUPPY!

sbluerock via Compfight

     O meu cão é um Labrador preto, tem quatro anos e chama-se Pepe.

    O seu pelo é macio e espesso. O focinho não é curto nem comprido. As orelhas são descaídas e muito macias. Eu gosto de fazer muitas coisas com ele, mas a principal coisa que eu gosto de fazer é brincar com ele.

     Quando ele for velhinho, vou tratá-lo muito melhor do que trato agora: vou passear com ele, vou cuidar bem dele.

     Quando veio para a minha casa, foi uma alegria! Brincamos imenso com ele. Demos-lhe imensos brinquedos.

      Foi um dos melhores dias da minha vida, foi um máximo!

Isabel S 5D

Miles, o Amigo Fiel

     cachorro-preto-labrador-retriever

 Imagem:  fofux.com

     O meu cão é grande e tem 15 anos. O pêlo é preto, espesso e comprido; as orelhas são caídas; os olhos têm alegria.

     O Miles é querido e pacato. Tem uma pata partida, pois foi atropelado quando era pequenino. Quando vou passear com o meu cão, eu gosto muito.

   Ele trouxe-me uma riqueza que não se pode trocar: a Felicidade!

     P. S. Tenho também uma cadela, um gato e um passarinho, mas conto da próxima vez.

Vasco Lp, 5C

O Meu Cão é Perfeito!

     La Rula

Creative Commons License Mario Sánchez Prada via Compfight

     O meu cão é de estatura grande, de raça boxer, e tem três anos. O pelo é tigrado: castanho, branco e preto; é curto e macio. As orelhas são pequenas e meio caídas. Ele corre muito depressa e morde como dois tubarões. É um bocadinho preguiçoso. Gosto de brincar à tourada com ele. A minha Mãe é que quis um boxer, mas eu preferia um Huskie ou um gato. Mas, quando o vi, senti-me realmente feliz por ter um boxer na minha casa.

      Lembro-me quando ele tinha medo de subir as escadas , em pequenino. Quando ele for velhinho e doente vou construir uma máquina para apoiar o meu velho cão.

      Hoje durmo sem medo, mas quando tinha cinco anos foi assustador: quando a minha mãe me deixou eu pensei que vinham pesadelos da janela e da porta para baixo da minha cama. Eu tinha medo do escuro quando era pequena. E agora que o meu cão veio, já não tenho.

Svetlana T 5B

 

Um Cão Brincalhão

Silvia Sala via Compfight

     Numa certa manhã de Outono, o meu dono estava a dormir, enquanto eu estava ocupado a brincar com um monte de folhas que ele tinha juntado ontem.

     Quando o meu dono acordou, eu ouvi-o a descer as escadas e chegou ao jardim com um saco de plástico, pronto para apanhar o monte de folhas com que eu tinha brincado esta manhã.

     Quando ele chegou ao jardim, ficou a olhar para mim, boquiaberto, e eu fiquei feliz ao vê-lo, porque assim ele podia ver o magnífico trabalho que eu tinha feito. Mas quando reparei na sua cara de mau, pensei que alguém tinha feito alguma coisa… Mas como? Só estávamos lá os dois!

     Reparei que era comigo, mas eu não estava a perceber, porque eu não tinha feito nada de mal…Mas quando vi que ele tinha um biscoito na mão e não mo deu, eu fiquei mesmo a perceber que tinha feito algo de mal.

     E ele disse-me:

     – Por que é que voltaste a fazer o mesmo de ontem, a desmanchar o meu monte de folhas?

     – Ão, ão, ão!

     Fiquei muito triste, por, no dia seguinte, o meu dono não me dar a ração – de que eu não gosto – nem me trazer um miminho do supermercado. Por isso, os cães que me estão a ler esta narrativa, nunca façam isto aos vossos donos!

(TPC de Português) Madalena C, 7A