Mar Aberto

Creative Commons License Daily Sublime via Compfight

Flightscape 128

Corro sem parar e chego ao mar

Parece que comecei a viajar

Não há fim, só mar

Já é noite escura,

Mas com um grande luar

Agora não posso parar de nadar.

 

Se parar eu afundo.

Talvez, se eu continuar

A viajar

Verei o fim do mundo.

O que haverá por trás do horizonte?

 

Haverá mais mar?

Mar e mar, só vejo o mar

Mas vou continuar a correr sem parar

Por isso o mar  continuo a rasgar.

 

Vasco E, 8B

Nicolás Robles via Compfight

Aventura Selvagem – I

path

Arthur Davison via Compfight

Vida Selvagem

     Era uma vez uma menina que tinha sido criada por lobos e o pai (lobo) era o chefe da alcateia.

     Dois lobos fizeram uma pulseira para a menina: com aquela pulseira, podia-se perceber os lobos.

     O pai lobo, que se chamava Trovão deu-lhe o nome de “Loba Selvagem”.

     Uma vez, os lenhadores começaram a cortar árvores e, passadas umas horas, já tinham chegado à caverna dos lobos.

     Os lobos começaram a fugir para outra caverna numa montanha e levaram a menina na boca.

   Ela cresceu naquela montanha. Quando já tinha 14 anos, começou a usar armas, mas só usava instrumentos muito simples: arcos, flechas e uma lança.

     O Pai dela não a deixava usar balas, porque assim podiam denunciar o disfarce dos lobos. Como na montanha havia partes negras, eles podiam-se camuflar aí. Ao ouvirem as balas, os caçadores podiam ir lá ver e descobriam os lobos.

     Um dia, eles foram caçar um urso. Um lobo estava a distrair o urso e os outros morderam-no nas costas, mas só conseguiam matá-lo com um arco e flechas. O pai pediu àfilha para lhe acertar, ela acertou-lhe e o urso morreu.

       Tiveram um grande banquete!

Margarida L, 5B

Questões para Pensar – III

Hybiscus Blend

Wayne S. Grazio via Compfight

     O que consegue fazer hoje que não conseguia fazer o ano passado?

     O ano passado tinha medo de errar, não conseguia admitir muito bem o que tinha feito de mal, era muito mais envergonhada com as outras pessoas. Agora já não sou assim; percebi que não havia mal em eu errar, faz parte do homem, todas as pessoas erram neste mundo e mesmo se errarmos, temos de admitir, especialmente porque muitas pessoas podem ficar prejudicadas com isso.

      Em que ordem de importância colocaria: Felicidade, dinheiro, amor, saúde, fama?

     Amor, felicidade, saúde, dinheiro e fama.

     Sem amor, só há ódio e uma pessoa com ódio não consegue, mesmo que tente bastante, não consegue ser feliz.

    A nossa saúde também é importante, mas não tanto como poder amar e ser felizes, mas não consegue ter uma vida saudável sem ter dinheiro para pagar a comida, os hospitais… A fama vem em último, porque não precisamos de ser famosos para sermos felizes; claro que não me importo, mas não é uma necessidade.

Carlota C, 6C

Viajar no Tempo!

     Snowy OwlCreative Commons License

der LichtKlicker via Compfight

      Era uma vez, em 1940, uma coruja branca e castanha que andava a voar à noite. Toda a gente dizia que, quem olhasse nos olhos dessa coruja, transformava-se em coruja.

     Mas uma vez, a coruja estava a voar e sentiu frio; por isso voou para cima de um telhado e desceu pela chaminé, de maneira a poder entrar numa casa. Quando entrou na casa, viu que parecia estar uma outra coruja á sua frente.

     Então olhou, lançando um raio dos olhos para ficar uma coruja feia, mas em vez de ser uma coruja à sua frente, na verdade era um espelho. Então, o raio, ao bater no espelho, bateu nela própria.

      Nesse momento não aconteceu nada; mas dois dias depois, quando acordou, pensou no número 2000. Tinha viajado no tempo para 2000! Reparou que as fotos que estavam penduradas nas paredes tinham cores! Voou para fora: a paisagem era linda, com vivendas muito mais evoluídas. A coruja estava fascinada com a beleza dessa terra!

      Quando começou  a ficar mas escuro, a coruja atirou um raio a um espelho para voltar a 1940, mas não funcionou. Voltou a tentar para ver se agora funcionava, mas não dava! Voou e voou para ver se voltava, mas não! Até que viu um nevoeiro cinzento escuro que a atraiu: entrou nele e nunca mais saiu.

      E há quem diga que, em noites de nevoeiro, a coruja aparece.

Madalena M 5C

Margarida: Questões para Pensar – I

   Original Acrylic Abstract Painting on Canvas Panel "S8 XXIII"

Carl Dunn via Compfight

     O que consegue fazer hoje que não conseguia fazer o ano passado?

     M.C. – Na semana passada, aprendi o que é  ser solidário connosco próprios e com outras pessoas.

    O que pode fazer para tornar  a semana menos stressante?

    M.C. – É só preciso manter a calma, rezar três Ave-marias e três Pai-nossos.

    Quais são os seus receios?

   M.C. – Tenho muitos receios, como, por exemplo, fui a uma festa no meu Colégio e apareceram três bêbados.

   Por que é que se sente mais grata?

   M. C. – Quando sou simpática comigo mesma e com todos à nossa volta.

   Alguma das suas recentes acções a aproximou dos seu objectivos?

   M. C. – Sim, sobre a minha autoconfiança. Nunca estou segura do que vou fazer.

  Quais são os seus 3 objetivos prioritários para os próximos 3 anos?

  M. C. – Estudar mais, conseguir um curso ou um lugar na faculdade, e, se for Mãe, ser uma excelente mulher e ter um óptimo filho.

   Como é que pode ajudar alguém nesta próxima semana?

   M. C. – Ajudar uma pessoa a pensar que a vida é uma virtude e não é só gastar dinheiro.

Margarida C, 6C

As Minas de Ouro

Old Gold Mine

Tjflex2 via Compfight

         O Manuel e o Afonso, estavam a andar ao pé da casa do Afonso e foram passear um cão dele.  O cão fugiu deles e desataram logo a gritar:

   – Peleu , onde estás? – Gritou o Afonso

   – Peleu! – Gritou o Manuel.

   De repente, encontraram-no e disseram:

    – Onde foste e fazer o quê?  – Perguntou o Afonso.

    O Manuel respondiu:

    – Ele é um Beagle, deve ter visto um pardal.

   – Sim, pois é. – Concordou o Afonso.

    Enquanto isso, o Peleu, não tinha visto um pardal, mas entrava numas minas. O Manuel disse ao  Afonso para o seguirem, para ver se era mesmo por causa de um pardal.

     Mas, inesperadamente, lá foram, curvados, quase agachados, avançando por uma galeria muito quente, até que encontraram uma bifurcação de três galerias e o Afonso, já sentia muito calor por causa do ar abafado. Eles traziam polares e o Manuel disse:

    – Vamos tirar as camisolas e deixá-las aqui, para quando voltarmos sabermos qual o caminho, não nos perdermos.

   – Qual dos três trilhos vamos seguir, Afonso?

   – No meio está a virtude! – respondeu o amigo.

   Lá avançaram aos tropeções e começaram a ver algo brilhante, ao fundo do túnel. Aproximaram-se dessa luz incandescente e, qual não foi o seu espanto, quando viram veios de ouro cintilando no minério da parede e um baú repleto de diamantes, barras de  ouro mal formadas e pérolas!!!!

    Doaram uma Parte aos “Cãesroad” para melhorar as condições de vida dos companheiros de Peleu; e outra parte para a Escolinha Amor de Deus no Maranhão, para poderem  aumentar e fazer obras, ao viverem lá irmãs nas suas casinhas pobres.

Manuel D, 6A

As Amigas Garrafa

Like Dancers in a Line

Viewminder via Compfight

     As amigas garrafa tinham garra e cuidavam de uma girafa no zoo. Elas tinham crescido juntas e costumavam partilhar, ao lanche, uma garrafa de leite abaunilhado.

    A mais nova tinha o pescoço longo e por isso usava colares grossos ou écharpes coloridas; a do meio tinha cabelos compridos com madeixas de um tom azul esverdeado.

    A mais velha era a menos ajuizada, mas ouvia com atenção  os conselhos das mais novas e assim conseguia levar uma vida tranquila sem se meter em sarilhos. Os seus olhos verde-mar eram os mais sonhadores que jamais se viu.

    A mãe das Amigas Garrafa trabalhava num banco, mas o pai dedicava-se ao fabrico artístico de garrafas de vidro que continham pequenos veleiros dentro, construídos com pequenos fósforos devidamente envernizados e pintados.

    As três irmãs sentiam-se seguras com as qualidades da mãe, que garantia o bom rumo das finanças da casa, mas admiravam sobretudo a perícia e o maravilhamento do pai que tinha coração de navegante e amava a imensidão dos mares longínquos aprisionada misteriosamente no pequeno recinto daquelas garrafas verdes.

Para a Maddy, 6A

(Exercício de escrita criativa de “Eu Quero Ser Escritor” que consiste em escrever durante cinco minutos sem parar sobre um tema dado)

OE

Partida para o Desconhecido

Endless

Creative Commons License Adrian Fallace via Compfight

Começo, não posso parar

Estou a correr, mas sem me cansar

Não sei para onde vou

Mas sei que vou

Quando escrevo só consigo

Ouvir canetas a escrever

Ou cadeiras a arrastar

Parece tudo normal

Sem haver algum mal

Só espero correr bem

Sem nenhum rival

Vou a correr para o desconhecido

Sem que comer e sem ter bebido

Mas antes de correr

Lembro-me que tinha lido

“A partida para o desconhecido”.

Vasco E, 8C

O Quarto Gamer

     Dancin' Danbo

Blake Danger Bentley via Compfight

     João CR123, era um rapaz especial: a sua paixão pelos jogos tornara-o famoso entre os amigos, por ser o melhor.

     Recebera a sua PS4, finalmente, pelo Natal, bem como um quarto novo, totalmente remodelado. Chamou o quarto de “Quarto Gamer”, o quarto que ele sempre quis.

     Quando entrava, ele ficava à porta do quarto 30 segundos, porque ele não saberia como mereceu aquele quarto tão fantástico!

    Ele já imaginava que, quando fosse dormir, deixaria o comando da TV e da PS4, para, quando acordar, às sete da manhã, nem precisar de sair da cama: se clicarmos no botão de ligar no comando da PS4, liga o comando e a própria PS4. Depois é só clicar para ligar a TV e ficar a jogar.

     Para comer, como já está meio acordado, basta levantar-se, descer as escadas, ir buscar a comida e voltar ao quarto para jogar.

      Era um lugar acolhedor e original: à entrada, via-se a cama de madeira branca, com gavetões em baixo, do lado direito e encostada à parede pintada no tom de um verde-tropa. Depois, a mesinha de cabeceira, com um candeeiro de luz led, a dizer “New York” a toda a volta do abat-jour.

    Ao lado da mesinha, um pequeno móvel para guardar os phones, o comando da PS4, alguns carregadores e os jogos organizados

     Uma mesa azul, que era do meu avô, com tampo de madeira, que nos deixa ver pela janela a rua em curva, por onde se vislumbra um parque.

     Na parede em esquina, dois móveis de gavetas encostados: cada gaveta é de vidro fosco e tem uma pega em cima. Por cima das cómodas irei pôr fotos de família do lado esquerdo;  do lado direito irei pôr uma bola  do Sportigng, um Estádio do Sporting de madeira com luzes;  pendurado por cima, afixado à parede, um quadro com uma camisola do Sporting com vidro anti-reflexo, com todas as assinaturas dos jogadores do SCP.

     Tenho uma coleção de posters que comprei na Toys’r us – alguns afixo na parede sobre a cama, outros na portas dos armários e vou  mudando. No meio disso tudo, tenho uma Tv. O meu quarto é um verdadeiro Bunker de viciados em jogos!

João R, 7B

A Incrível Festa do Pijama

Walka na pierze / Down fight

Marcin Bajer via Compfight

      Um momento favorito destas férias foi estar  com os meus amigos prediletos.

     Partilhei-o com os meus amigos: Sassá, Cancela, Rodrigo, João, Leonor, Filipa, e o elemento principal, o Potty, o meu cão.

     O que mais gostei foi de fazer uma direta, isto é, não dormir durante a noite e também de ficarmos acordados até às 4 horas da manhã a lutar com as almofadas. Não dormi e, no dia seguinte, não joguei muito bem futebol. Jogamos contra o Benfica e empatamos 4 a 4.

     Foi muito divertido e quero repetir este divertimento. As férias são uma pausa das aulas e servem para nós tranquilizarmos e também aventurarmo-nos no infinito.

Beijinhos

Gonçalo R, 5A

Carlota: Questões para Pensar – II

Original Acrylic Abstract Painting on Canvas "S8 XIII"

Carl Dunn via Compfight

     O que pode fazer para evitar ter semanas  stressantes?

       Tento sempre ter um bocadinho para descontrair e aliviar as ideias. Muitas vezes, brinco com os meus cães: corro, mando-lhes a bola com muita força, como se as minhas energias más fossem com ela. Também danço e canto, porque enquanto estou a fazer isso, não penso em mais nada. Quando jogo ténis e estou irritada com algo ou com alguém, bato  com imensa força na bola e descontraio-me muito mais, como quando nós nos vamos confessar e, quando saímos dali, sentimo-nos muito mais leves.

     Há alguém que mereça um grande obrigada?

      Sim. Os meus pais, os meus familiares e os meus amigos. Primeiro, porque estão lá nos momentos bons e maus; mesmo que eu não lhes diga, eles conseguem saber que estou mal e tentam-me ajudar no que puderem, mesmo quando eu não quero, mas preciso, por isto é que eu acho que eles merecem um grande e magnífico “OBRIGADA”!

    Partilhe um aspeto da sua personalidade que gostaria de aperfeiçoar.

     Gostava de saber falar para muita gente e de ter coragem para levar com as consequências das minhas acções.

     O que é que a inspira?

Os meus sobrinhos, porque sempre que estou com eles, não paro de rir e são uma grande inspiração.

    Em três palavras, quem é?

     Sou uma pessoa simples, que quer aprender muito mais.

Perguntas do Blog de Marc and Angel

Carlota C, 6C

Com as Letras de MANUEL…

#010 Caterpie

Figure Focus via Compfight

     Um dia, uma minhoca com seis braços, e um bigode, foi até ao Hawaí; queria ir para uma ilha mágica, mas precisava de um barco, pois a ilha era no meio do mar. Ela precisava também de uma tripulação. Então, ela encontrou  a mulher do guarda-chuva e já tinha um membro da tripulação.

      Ela disse ainda:

    – Precisamos de um barco, vamos falar com o narigudo. Ele tem um amigo com seis braços.

     Então, foram à procura da ilha, pois era a única chance de ficarem ricos.

     Chegaram à ilha. O que eles não sabiam é que a ilha era uma baleia que ia submergir! Mas eles não se afogaram, pois eram óptimos nadadores!

Exercício de “Quero Ser Escritor”

Afonso C, 6A

Sonho de Uma Noite de Verão – II

A soft summer night in the marsh

Trey Ratcliff via Compfight

     Que verão aquele, verão sem igual, uma chuva quente de amigos sempre à roda, mil conversas no ar, a liberdade de ir e vir, celebrávamos a leveza da aurora, a certeza da terra, o sonho de voar.

     Quero ver o mundo e viajar como as andorinhas e descobrir o mundo com as minhas próprias asas.

    As próprias asas crescem devagar, com a paixão do sol poente antes de mergulhar, naquele sentido de dar glória ao abismo do céu, uma aclamação muda, um espanto sempre diverso e a contagiar os outros de um sonho ousado para partir de novo, sempre mais uma vez.

     Patinhar na praia é o sonho que nós temos. Adoramos a praia: é macia, fresca e cheirosa e se não podemos ir à água, vamos patinhar na areia amarela e macia.

      O toque, a textura, o tecido, o trabalho dos dedos no lazer do dia limpo: tudo é concreto e vivo, refulge, na aurora, uma luz de vitória para nós, os filhos da noite de Verão.

      Uma noite de Verão é para celebrar o primeiro dia de verão. Nessa noite, é o dia das partidas e ver as pessoas a queixar-se do calor e a reclamar contra o tempo. Mas continuam a adorar o verão.

      O verão revela a face calma e rumorosa do tempo que se abate sob as estrelas do sonho e se espraia para fora das margens pensadas em todas as direcções que o nosso olhar alcança e mais ainda, muito para lá de onde atinge a vontade genuína dos filhos das noites de Verão.

(Texto a duas Mãos 2º o livro: “Quero Ser Escritor“)

Sofia L e OE

O Ataque dos Zoombies

zombie_hamster

Yo Mostro via Compfight

     Era uma vez um Zoombie que atacava as casas de uma rua. Nela vivia uma velhota sozinha com um gato peludo. O seu primo era agente secreto da CIA.

     Um dia, o Zoombie atacou a casa da velhota. O que ele não esperava é que ela era uma antiga campeã de artes marciais. O primo estava a fazer patrulha nessa rua e ouviu gritos aterradores e correu para o local.

    O Zombie queria comer o cérebro da velhota, mas ela estava a defender-se bem, até que o Zombie lhe tirasse a bengala e a prendesse.

     Com a sua bengala de mogno envernizado com um velho veneno do antigo Irão, cada bengalada que ela dava ia retirando poder ao Zombie. Mas agora estava amarrada na banheira com as torneiras a correr.

        O primo arrombou a porta com uma cabeçada e seguiu o gato peludo todo assanhado até à banheira. Só conseguiu entrar pela janela, pois a porta estava trancada a sete chaves.

       Tirou a sua Golden Eagle do bolso e deu um tiro certeiro na cabeça do Zoombie.

       O Zoombie rebentou todo e espalhou a sua sujidade verde pelas paredes da casa de banho.

     A velhota, já quase a morrer sem ar, foi libertada pelo Primo, com o seu canivete suíço que cortou as cortas.

    A CIA atribuiu-lhe um prémio de caçador de Zombies,  um milhão de dólares e o prémio da Paz. O primo e a sua avó foram viver  para uma mansão com toda a Família.

Narrativa “a 3 mãos”:

João P, 5A, Daniel N, 5A e OE

Exercícios Criativos de “Quero Ser Escritor” de Margarida  Fonseca: cada autor escreve uma frase entre 20 a 40 palavras e passa ao colega.

Rhythmic Gymnastics, My Passion

madalena_ginastica_velado

Imagem: Oferecida à Oficina

     Hello,

     My name is Madalena. I love rhythmic gym. I practice for a year and two months.

    My teacher is Carla Roque and we are about fifty girls between five and sixteen years old. We are a great team!

     We practice twice a week for about an hour in our school gymnasium.

     My favourite exercises are when we dance or when we make steps on pairs.

    We may dance with a hoop,(o arco) a ball, a pair of clubs (duas maças) or a  ribbon (uma fita). We throw them in the air while we make leaps (saltos), turns (voltas) or acrobatic manoeuvres.

    Rhythmic Gym is a mix of Ballet and Sport: it is very elegant and dangerous at the same time.

(Trabalho para o “Speaking” de Inglês)

Madalena C, 6A

Querida Albertina

Jimmy via Compfight 

     Querida Albertina,  os dias vão passando e não paro de pensar em ti, nos teus cabelos cor do sol, olhos azuis de mar, lábios vermelhos cor de rosas.

    Cada vez que olho para ti, fico com a cabeça às voltas e, quando sorris, o meu coração acelera à velocidade da luz.

    Quando te vi pela primeira vez, os meus óculos partiram-se de tanta beleza que há em ti. A tua voz é tão doce como a de um anjo e quando cantas, até os pássaros têm inveja da tua suave voz.

      Os teus passos de dança encantam qualquer espetáculo. És tão doce que qualquer animal vem ter contigo e deixa que lhe faças festas; os cavalos têm tanta confiança em ti que, se caíres, eles sentem-se culpados.

     Se eu pudesse, dava-te a flor mais bela do meu jardim, mas isso é impossível, porque não há flor mais bela do que tu no universo inteiro.

     Amo-te Albertina.

João

4º TS de Português

Marízia B, 8B

Um ET Navegador

    Boatman

Creative Commons License Mark via Compfight

    Era uma vez um ET que tinha um grande olho e um chapéu de festa que um amigo lhe tinha oferecido. Ele viajava no seu Optimist, tinha uma cobra estranha e grande.

      Um dia, o Óscar, o ET foi viajar com o seu Optimist, pois tinha que ir ao oftalmologista ver o seu olho gigante, pois tinha passado de gigante para enorme.

      Ele queria entrar no consultório com a sua cobra, ao que o médico respondeu que não eram permitidos animais. O médico disse-lhe que era uma coisa normal dos extraterrestres de Marte, que não era nada de especial.

    Então o Óscar viveu feliz para sempre com o seu Optimist, a sua cobra, o seu chapéu e o seu olho gigante.

Tomás G, 6C

     Exercícios Criativos de “Eu Quero Ser Escritor” de Margarida da Fonseca. Narrativa em cinco minutos relacionando as palavras atribuídas aos desenhos inventados a partir das letras do nome: Tomás – T – Optimist –  – O – Olho – M – ET  – A –  Chapéu de festa – S – Cobra.

O Salvamento da Tartaruga

2 weeks old

liesvanrompaey via Compfight

     Era uma vez uma tartaruga que estava numa poça que uma vaca tinha acabado de pisar. Eu salvei-a daquela mistela mal cheirosa. Mal a tirei dali, ela caiu num riacho fresquinho que a arrastou até a um lago.

     Eu lancei-me para dentro de um lago e por sorte apanhei-a. Depois, subi para uma rocha e sequei-a. Levei-a para casa e ela começou a habituar-se a mim.

     As tartarugas gostam de comer fruta. Dou-lhe de comer uma vez por dia e tem a piscina sempre limpinha. Mal ela me vê, agarra-se à minha mão e sente-se a felicidade entre os dois.

      Eu apanhei esta tartaruga porque o meu tio tinha uma tartaruga amiga que ele levava para os restaurantes e ela comia pedacinhos de carne em cima da mesa.

Alexandre, 5C

O Significado da Amizade

Vydubychi monastery at spring. Kyiv, Ukraine. N51

Viktor Kirilko via Compfight

     A amizade é muito importante, porque, se não temos amigos, nem temos vida. A Amizade está em tudo: é como o Amor e o Oxigénio: se não tivermos oxigénio, não vivemos, morremos.

     Para darem valor à amizade, nunca façam coisas más aos vossos amigos e, se um amigo ou uma amiga vossa quiser ser mau ou má com outra, tentem impedir.

     Não devem andar sempre com a mesma pessoa, porque senão pode ficar um bocadinho repetitivo e, se essa pessoa mudar de escola, vocês vão ficar sozinhos e isso vocês não querem.

     Mas também não julguem um pessoa pela aparência, porque eu tenho uma amiga que é muito estranha, mas é muito querida e tem bom coração.

     Se não querem acreditar em mim, vejam só uma parte do filme “Os Descendentes” no Disney Channel, “O Macaco de Rabo Cortado”, em que as crianças, gozavam com ele, mas depois ficaram muito amigos do macaco.

    Ou então, leiam o nosso livro que criámos aqui na Escola, que tem a ver com a Amizade e a Aparência. O livro chama-se “O Vestido do Lagarto” dos Cabeçudos, Fábrica de Histórias, como podem ver no site do Colégio Amor de Deus.

     Nunca percam a Amizade nem o Amor.

Madalena C, 6A

Bons Momentos das Férias

         Sonoda Umi

RICO Lee via Compfight

     Estas férias foram perfeitas.

     Fui ao Bouce, onde há Mata, futebol e basquetebol; fui a casa dos meus Avós; fui também ao Alentejo, onde fiz “a caça aos ovos”; também fiz “a caça aos ovos” em casa da minha avó, com as minhas primas.

     No Alentejo, os ovos estavam escondidos dentro da casa da minha avó, e lá fora, debaixo da relva, ao pé das árvores, no jardim. Em casa dos meus outros avós, os ovos estavam no quintal.

    Fui também a casa da avó do Francisco B onde estivemos a jogar Eta 5; neste jogo assaltamos carros, fazemos missões, como por exemplo: guiamos submarinos, andamos debaixo de água com um fato, procurar peças para consertar o submarino.

    Fui ao cinema com o Francisco B e com o João Francisco ver o filme “Super-Homem versus Batman”. O que apreciei mais neste filme foi ver o Super-Homem a lutar com um monstro.

     Espero que vocês também tenham tido umas férias felizes!

Manuel N, 6A

A Casa Assombrada numa História de Amor

   Just get (RL) married ...

Creative Commons License Neda Andel via Compfight

       Num dia de nuvens, chuva e nevoeiro, toda a gente estava dentro de casa, menos uma pessoa: ela era alta, estranha, de olhos pretos, lábios encarnados, nariz fino. Chamava-se Marta, mas não falava com ninguém. Era uma excelente aluna.

     Marta gostava de uma pessoa, mas não o dizia a ninguém, porque não tinha amigos. Ele chamava-se Vasco C, um rapaz muito social, jogador de futebol americano e boxe. Era alto, de cabelo castanho como a avelã e de olhos azuis como o mar do Gerês. Ele era lindo.

     A casa da Marta era escura e assustadora, mas, para ela, era a casa mais bonita. Toda a gente dizia que ela vivia numa casa assombrada.

     Vasco odiava ver Marta a ser gozada, mas para ela não notar, só depois de ela se ir embora é que foi dizer às outras miúdas para pararem de gozar com ela.

     E as miúdas diziam assim:

     – Até parece que gostas dela!

     Ele, furioso, respondeu:

     – Não, mas vocês também não gostavam que eu estivesse sempre a insultar-vos, ok?

     Elas ficaram todas danadas.

     Noutra altura, ele estava sentado ao lado da Marta, enquanto ela estava a ler um livro. Passado algum tempo, Marta e Vasco disseram ao mesmo tempo:

     – Queres ir dar um passeio?

     Começaram-se a rir por terem dito ao mesmo tempo e a Marta acrescentou:

     – Claro, adorava!

      Marta e Vasco foram para um parque mesmo ao lado da Escola. O Parque era magnífico, tinha um vale muito amplo, um lago azul como o céu e margens muito verdejantes, com as cores todas do arco-íris.

     Estavam muito contentes. Marta e Vasco começaram a encontrar-se. Passados alguns dias, Vasco afirmou a Marta que gostava dela e Marta também o disse.

     Vasco ficou espantado, pensava que a resposta dela seria a gozar, mas não, ela estava mesmo muito apaixonada, já há quatro anos. Ele disse:

      – Pois é que eu gosto de ti há sete anos, tu és maravilhosa!

(Continua) 

Carolina S-C, 6B

Perguntas para Pensar – II

 Colourful Fluid Painting Detail

Mark Chadwick via Compfight

    Se eu pudesse recomeçar  de novo, modificava alguma coisa?

     Se eu conseguisse mudar em mim, eu ajudaria mais os outros e não permitia que falassem mal de mim nas minhas costas.

       Se fosse para mudar o mundo, eu ajudaria as pessoas mais pobres e a comida iria ser mais barata para mesmo os mais pobres conseguirem aceder-lhe, mais facilmente.

É possível mentir sem dizer uma palavra?

     Eu acho que quando nós conhecemos muto bem uma pessoa, conseguimos perceber, pela sua feição, o que está a pensar ou o que vai fazer.

Qual é a diferença entre “viver” e “existir”?

    “Viver” é quando uma pessoa está a passar por um acontecimento, enquanto “existir” é algo que há de novo na vida de alguém ou de uma coisa. “Existir” significa algo que nunca viste e estás a ver pela primeira vez. “Existir” é um mistério que tu vais desvendando ao longo do tempo, e és tu que irás escolher o teu caminho…

Se tivesse que ensinar algo, o que ensinaria?

    Eu ensinaria que nada na vida é fácil e que, para teres uma vida como tu queres, tens que fazer por ela, pois nunca nada aparece sem esforço. Quanto mais nos esforçamos, mais fácil será a vida, e isso irás descobrir ao longo do tempo, pois nada cai do céu sem tu te esforçares.

Catarina C, 7D

Perguntas retiradas do site Marc and Angel

Susto de Natal

     Empty room

Creative Commons License Matthew Paul Argall via Compfight

    No dia de Natal, eu acordei e fui logo disparado para a sala ver as prendas. Mas quando cheguei lá, não estava nem uma prenda! E também não estava a árvore de Natal e nem sequer o presépio!

     Então decidi ir ver se a minha mãe estava na cama. Quando cheguei lá, ela também não estava na cama!

     Eu senti-me assustadíssimo, e fui à cozinha ver se a minha cadela estava na cozinha, mas não estava lá!

      Mas de repente, acordei mesmo e fui ver à sala: estava lá a árvore de Natal, mas o presépio não estava completo!

     Aí ouço a minha mãe a chegar a casa e eu perguntei onde tinha ido a minha mãe. Ela disse que tinha ido com o cão à rua e tinha ido comprar o resto do presépio. UF!

Duarte S, 5c

O Violino Mágico – I

L'Art pour l'Art

Creative Commons License Photocapy via Compfight

     O Violino mágico era procurado pela vila toda de Cascais, porque quem o tocasse ficava com poderes magníficos.

     Havia uma rapariga pobre do campo, com os olhos talhados em amêndoa e com um rosto fino e único,  que gostava de tocar violino pelos bosques a apanhar ar puro para se distrair e comungar com a Natureza.

     Um dia, como estava tão distraída a cantar uma música, caiu num buraco fundo em que não se via nada nem ninguém! Nesse momento, pensou que estava a ter alucinações, porque estava a ver o violino mágico!

      Tentou sair do buraco com o violino na mão, mas não conseguia, até ficou ferida e a sua linda camisola azul como o céu limpo estava rasgada; caiu-lhe uma pinga de água do olho para o violino e o violino, de repente, fez um som; ela pegou no arco e começou a tocar… saiu, da caixa de ressonância, uma fada que era a sua Fada Madrinha!!!  A Fada Madrinha tinha cabelos compridos, loiros como o sol e uma varinha preta.

    Um menino chamado Gonçalo passou muito perto do buraco, ouviu um som de violino a sair dali e foi lá ver.

    Estava lá  uma menina com olhos de amêndoa e ele apaixonou-se por ela.

(Continua)

Mafalda A, 6C

Pipo – A fuga do Canil

 Free running dogs

Dario Di Mauro via Compfight

A fuga do Canil com Jim e os seus Amigos

     Era um dia maravilhoso quando o Pipo, um beagle,  estava a passear sem coleira.

     E apareceu o “Canilzeiro” (o homem do Canil), apanhou o Pipo e levou-o para o canil.

     Quando ele chegou ao canil, e viu o  Jim, outro beagle, o Fluffy, um Yorkshire e Max, um cão para polícia, um pastor alemão. E o Pipo disse:

    – Ôi gente!

     Mas o Max interrompeu com ar sério:

     – Nós estamos no Canil, não é caso para  brincadeiras!

      – Acalma-te! – interveio o Fluffy.

     O Fluffy era um cão pequenino e adorava comer salsichas e disse:

   –   É a tua vez, Max.

     Isto porque eles já tinham ido para o Canil e fugido várias vezes antes, menos o Pipo, que era um novato.

      – Ok, eu já vos tiro daqui.

     O homem do Canil pegou no Max, mas o Max tinha o botão que accionava a abertura das jaulas mesmo à frente, carregou: os amigos fogem, menos o Pipo que foi morder o homem, para ele largar o Max.

     E os quatro amigos fugiram para casa da Margarida.

     Mas antes tiveram de atravessar o trânsito: o Jim, que gostava de fugir e roer coisas, roeu um pneu, para saltarem por cima dos carros para atravessarem a rua.  E o Fluffy foi buscar jornais para fazerem de capas, à super-cães. O Max levou o Fluffy na boca, porque ele não era capaz de dar aqueles saltos gigantes.

     Então, correram até casa da Margarida.

Margarida L, 5B

Comida Deliciosa

    alex_5c_almoco1Imagem: Oficina de Escrita 

      Gosto muito de comida, porque me sabe tão bem e alimenta o nosso organismo.

     Uma das minhas comidas favoritas é massa com salmão e natas, porque tem um sabor delicioso e enche-me muito a barriga. Uma das comidas que eu menos gosto é pizza com cogumelos.

     Gosto de cozinhar, porque assim saboreio a minha própria comida: massa com salmão, feijoada e salsichas, ovo estrelado e ovo mexido.

     Já cozinhei o meu próprio almoço e fiz salsichas, ovo mexido e ovo estrelado. Cozinhei sem ajuda e foi muito divertido, até me enganei na temperatura do fogão.

    Aconselho a quem se interesse a fazer comidas mais fáceis, como por exemplo, bolo de yogurte, para começar!

Lourenço C, 5C

Atraída Pela Luz

Detail from 'Lady with the Unicorn' tapestries at Musee de Cluny, Paris

Eric Meyer via Compfigh

     Num dia de sol, eu e os meus amigos decidimos ir acampar para um lugar longínquo. Nesse lugar, ao fundo de uma floresta, ficava uma cascata com um lago em volta, azul-turquesa, em que parecia haver magia.

     Quando chegamos, montamos as tendas e fomos dar um mergulho. O pôr do sol encadeava o lago com a sua luz amarela escura que irradiava através das folhagens; os pássaros cantavam à medida que o vento mexia os ramos das árvores mais antigas. Ao fundo do lago nadavam peixes com cores irisadas que me afloravam os pés.

      Quando mergulhei tive a sensação de estar nas nuvens. De repente, encontrei uma peça valiosa que era um diamante no fundo do lago, entre os limos e os peixes. Achei muito estranho, mas trouxe-o comigo e guardei-o.

     Jantei e fomo-nos deitar, mas não conseguia dormir: o pensamento do diamante não me deixava; de repente, vi, dentro da tenda, uma luz branca e brilhante que me dizia:

     – Mafalda, vem até aqui.

    Eu achei muito estranho, mas o apelo era tão suave que não senti medo algum e levantei-me. Quando saí da tenda, não estava ninguém, mas, de repente, olho para trás, e, junto à cascata, descubro um unicórnio!

Mafalda A, 6B

O Dragão que foi à Universidade

A Funny Thing Happened...

Poe Tatum via Compfight

      Era uma vez um dragão muito amigável, que se chamava Charlie. Todos os dias, o dragão Charlie queria aprender, mas a sua Mãe só dizia:

     – Não, Charlie, todos os humanos pensam que somos monstros maléficos e perigosos e também dizem com desprezo: “Porque queres aprender?”

     Passado algum tempo, quando o Charlie tinha 18 anos, foi passear, até que descobriu um grupo de crianças que fugiu quando o viu, exceto duas crianças. Elas chamavam-se Ema e Loki. O Charlie ficou triste, quando as crianças desapareceram. Até que ouviu uma voz:

     – Olá, eu chamo-me Ema e este é o Loki!

     – Vocês não têm medo de mim?

     – Pelo contrário, pareces fantástico! – apreciou o Loki.

     – A sério? – Espantou-se o Charlie com um sorriso nos dentes.

     – Sim!

     – Tenho uma pergunta: sabes ler?  – quis saber  o Loki.

     – Não…

     Então nós ensinamos-te! – exclamou a Ema.

     À medida que o Charlie ia aprendendo, só queria ir para a Universidade com os seus amigos. Quando chegou a hora de ir, ele disse à sua Mãe que ia para a Universidade. Ela não gostou, mas o Charlie insistiu.

     E foi assim que os Dragões se tornaram amigos das pessoas!

Maria S, 5C

Dragonologista

Um Cão Diferente de Todos os Outros

On the Run!

Pat Gaines via Compfight

     Era uma vez um rapaz que se chamava Nody. Passava os dias a passear o seu cão, chamado Snoopy. Esse cão era diferente de todos os outros, ele era especial!

     Era branco, com pintas pretas, quase castanhas escuras. Ao luar, as suas pintas ficavam fluorescentes e belas.

     Todos os dias, Nody e Snoopy iam passear a um charco do parque ao pé da casa do Nody; divertiam-se muito com uma bola que o Nody trazia para brincarem.

     Uma vez, o Snoopy caiu no charco e ficou todo encharcado. Então, tiveram de ir a casa, para se secar. Chegaram, pegaram no secador e o Nody secou o Snoopy. Quando ficou tarde e escureceu, o Snoopy ficou todo fluorescente, mas neste dia, ele também se transformou numa raposa.

      Como a raposa Snoopy queria viver livre na floresta, porque já não era um animal doméstico, então, Nody levou a raposa Snoopy para a floresta, para ficar livre, mas Nody, triste, chorou.

   E há quem diga que quando Nody chora, a raposa transforma-se em cão.

Madalena M 5C

A Defesa de uma Causa

simple drawings colorful drawings that can have concrete representational meaning or may just be composed of random and abstract lines

Creative Commons License Iloveart Iloveart via Compfight

    Eu defendi uma causa no passado: “As trocas comerciais”. Eu defendo as trocas comerciais, porque é sempre bom conhecer novas coisas e ficar com novos costumes. No futuro, eu gostava de defender causas do passado. Gostaria de o fazer com um grupo de amigos, porque é sempre melhor fazermos coisas acompanhados, pois torna-se mais fácil trabalhar.

    Eu ainda não posso lutar por uma causa, porque sou menor; só posso aos 18 e ainda tenho 9, mas este fim de semana, a 28 de Novembro de 2015, vou fazer 10, portanto ainda faltam oito anos para eu poder lutar por uma causa.

    Se a minha Mãe estivesse a ser raptada, eu fazia de tudo para a salvar, porque era a minha Mãe, e eu não consigo viver sem Ela!

João P, 5A

Vivam as Nossas Mães!

     the dance

Creative Commons License claudia gabriela marques vieira via Compfight

    Hoje celebramos a maravilha das Mães. Um deslumbramento para o coração dos filhos, um sobressalto sempre inédito de gratidão, uma alegria de nascente que nos irriga a vida e, neste dia em especial, jorra à superfície num infinito “Obrigado” que se exprime de mil formas pelo mundo inteiro.

     Em particular, celebramos as Mães que enchem o nosso Colégio de alunos preciosos, que inspiram os risos e as canções que se entrelaçam nas amizades de Escola, que acolhem e encorajam, sempre de novo, os estudantes de regresso a casa, para coroarem mais uma jornada à sombra do seu cuidado.

   Celebramos as Mães que ajudam a tecer a vida dos filhos no invisível, entrelaçando o amparo das tarefas diárias com a visão de outro horizonte para onde lhes orientam o ímpeto. Assim como participaram no mistério da origem, assim tomam parte na aventura do fim, aparelhando a coragem dos filhos para assumir a travessia da vida na plenitude do máximo sentido.

OE