Por uma Nova Escola

Youth!Creative Commons License Georgios Liakopoulos via Compfight

        A Escola atual está a influenciar os alunos em vários aspetos negativos, mas também positivos. Nos últimos anos, estão outra vez mais pessoas jovens com problemas de coluna e défice de concentração. Neste caso, demonstra-se que tudo o que é demais, faz mal.

      Os professores dizem muitas vezes a mesma expressão: “A nossa vida não é só a Escola”,  mas às vezes parece que se esquecem dos alunos. Em vez de estarmos sempre só na sala de aula, podíamos ocupar também espaços abertos como o jardim, as mesas coloridas, o recreio atapetado, por baixo do pavilhão, e o nosso pequeno pinhal abandonado.

     Até, por exemplo, podíamos estar a jogar algum desporto, como o badminton,  uma professora fazia um pergunta e nós respondíamos atirando o volante de volta.

      Quando estamos no nono ano, não nos lembramos de muita informação de anos anteriores, que não tenha continuidade: por exemplo, noções de geografia, estudo das rochas, muitas informações históricas…

      Já a Matemática, se não soubermos a tabuada, não fazemos contas; em línguas também o que aprendemos é preciso para elaborarmos mais informação nos anos seguintes.

     Em relação à avaliação, em vez de estudarmos da pag 60 à 120, por exemplo, podemos fazer mini-fichas com cerca de 10 páginas, mais frequentemente; também podemos fazer uma micro-ficha sobre os assuntos dados na própria aula, nos últimos 20 minutos.

      Em vez de os professores corrigirem os nossos testes, nós fazíamos uma ficha, e os professores corrigiam logo na aula a seguir;  nós próprios corrigíamos enquanto os professores apresentavam as soluções no ecrã do computador, não as soluções deles, mas as nossas, que iríamos ditando ou sugerindo, no caso de serem assuntos de discussão.

      Se eu ensinasse a aprender, ensinaria o que era a vida: tinha de estar atenta às aulas, depois íamos arejar; na parte da tarde, quando viesse a sombra, estudava-se um pouco com resumos e apontamentos; de hora a hora, faziam-se intervalos de cinco a 10 minutos. Arrumavam-se os livros, levantavam-se os estudantes e variava-se de lugar: primeiro no jardim, depois por exemplo, num quiosque; outras vezes com amigos. No fim de semana, acordávamos de manhã no sábado, estudávamos até à hora do almoço. Ou então escolhíamos estudar só no sábado ou só no domingo.

          A vida vai mudar: aguentem, esperam, confiem.

(Em parte escrito, em parte ditado)

Sofia L, 9A

Arte da Relação

Russian modernism...

Alex Naanou via Compfight   

     Nós refletimos sobre os nossos objetivos e ao mesmo tempo observamos o mundo. Por exemplo, para este segundo trimestre, desejo subir a nota de Inglês, mas, ao mesmo tempo, estou atenta à amizade, á vida: os ensaios para a peça de teatro, os ensaios da dança para o desfile de Carnaval, a festa dos meus anos.

    A ansiedade leva-nos a aguentar não falar. Por exemplo, perante uma situação em que há um olhar contrariado, podes aguardar em silêncio que a pessoa fale, mesmo se tiveres medo do que ela possa dizer.

    Uma pessoa sozinha começa por observar as suas companheiras. Quando alguém vem falar com essa pessoa, descobre o seu interior, a verdadeira personalidade que, ao estar tímida, sem falar, não se revelava. Quando já há mais confiança, a amiga que se adiantou vai levar a nova amiga às outras, e formam um grupo.

     Uma pessoa é tua amiga, mas não se torna a tua dona.

     Tu vives segundo o teu coração, tu é que escolhes o teu futuro.

Sofia L

(Reflexão Inspirada emEnergias e Relações para Crescer– Ecologia Emocional de Mercè Conangla e Jaume Soler)

O que Cabe em Versos Pequeninos

   1000-and-some Dutch poems

Creative Commons License Ronald van der Graaf via Compfight

      Um Poema, para mim, é algo bastante importante: dá para nós escrevermos o que achamos num determinado e pouco tempo, em versos pequeninos.

     Num poema de amor que eu escrevi e li, posso expressar um pouco de mim, de amigos que estão sempre comigo ou até de alguém que conheci nesse dia. A paixão pode ficar escrita, mas só o futuro o dirá. Até lá, faço a minha vida e continuo a escrever, para mais tarde lembrar-me.  

    A energia emocional desta atividade liga-me a um mundo diferente; escrever um poema dá para relaxar por um tempo, esquecer os problemas da vida…

    Para mim, o preço dos bens não importa, o valor que damos ao que recebemos é que vale e dá a diferença. Um dos valores mais importantes é ouvir os nossos amigos e que eles nos ouçam.

    O Poema também nos permite desabafar, mas ninguém o sabe e, se chegar a saber, já é tarde para ajudar, pois a vida continua e os seus problemas eu resolvi sozinha.

    Podemos escrever como queremos, mas sempre falando com alguém que, se não for da família, seja algum amigo que nos ouça.

(Reflexão Inspirada em “Energias e Relações para Crescer” – Ecologia Emocional de Mercè Conangla e Jaume Soler)

Sofia L, 9C

A Beleza da Música

Movement and Motion

Thomas Hawk via Compfight

     Eu gosto imenso de música desde pequenina. Dá-nos inspiração e calma. Dá-nos vontade de dançar.

     Gosto de ouvir música a qualquer momento. Prefiro as músicas mais mexidas, como “Cold Water“, “Nauthy Boy“. Às vezes ouço música quando estou a estudar.

    Quando começo a dançar, entro no meu mundo e esqueço os problemas. Frequento uma escola de dança há cerca de quatro anos, na Sociedade de Janes. Aí aprendi a dançar diferentes tipos de música, como Hip Hop, Contemporânea e Jazz.

     Até a própria Natureza – como no canto dos pássaros – mostra a beleza da música.

Sofia L, 9C

Ghostly, o Terrífico

Halloween Doodles

Iva Wilcox via Compfight

     Primeiro dia de Halloween em Portugal. As coisas assustadoras irão acontecer, ah ah ah!

     Um homem que vivia em Nova Iorque era o homem que teve a ideia do Halloween: chamava-se Ghostly.

     O Ghostly, em Nova Iorque, no dia 31 de Outubro, em 1900, foi mascarado do pior palhaço que podia haver no planeta Terra, porque tinha dois caninos de vampiro. Outro homem que também vivia em Nova Iorque, tinha medo dos palhaços. Então decidiu denunciar o Ghostly.

     O Ghostly não tinha comido desde o dia 1 de Outubro de 1900, o dia em que ele foi vampiro e começou a estar obcecado por um grupo de palhaços. Então, como ouviu que o homem ia fazer uma denúncia, o Ghostly atacou e deu-lhe uma mordidela tão forte que ele disse: “Polícia!”.

     A polícia não ouviu e estava ao fundo da rua a beber café. O homem medricas foi lá fazer a queixa e o Ghostly foi preso, às 23 horas, quando todas as pessoas iam fazer “doce ou travessura”  e à espera que o Ghostly os assustasse.

    Ghostly ficou preso trinta anos. Então pensou para si próprio: “Eu não vou arriscar mais aqui a minha vida. Vou para o país mais pequeno do mundo: Portugal – e assustar as criancinhas.

     Nos anos seguintes, o Halloween nunca foi abandonado por Portugal, só por Ghostly que tentou concretizar o seu sonho, que era todos os países festejarem o  Halloween.

     Em Portugal, no ano 2016, foi quando houve mais pessoas a mascarar-se e a assustar as crianças e até os adultos.

     Vais a “Doce ou Travessura” e quando bateres na última porta, alguém vai-te dizer uma coisa tão assustadora que tu não vais conseguir voltar para casa.

     Vais ficar numa casa, o nº13, onde estará uma velha que te vai dar todos os doces que irá haver na mesa. E quando fores embora, vais ouvir dizer: 

       – Espera.

Vais virar as costas e a velha vai tirar a máscara: é o Ghostly, que neste dia, decidiu assustar-te a ti.

    Atenção, atrás de ti pode estar o Ghostly.

Sofia L, 9C

A Viagem Fantástica ao Douro

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       No sábado fui ao Douro andar de barco.

      Na viagem do autocarro houve muitas curvinhas enquanto estávamos a apanhar todas as pessoas de terra em terra.

     Nós entramos no barco às oito horas e saímos às dezassete horas.

     Durante a viagem, vi muitas casas; uma delas fazia um passeio para chegar ao rio. Então tinha uma mini praia privada.

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Imagem:Douro.com

     A floresta era magnífica: mas a pena é que por causa dos incêndios, algumas árvores estavam queimadas. Mesmo assim, apreciei os tons das cores das árvores., o ar puro e saudável para a saúde, a calma que o rio tem, sem nenhumas ondas.

     Apreciei ao longe as vinhas; estão plantadas em socalcos, para que todas apanhem a mesma qualidade de sol e que nenhuma fique prejudicada.

     Durante a viagem, havia música para as pessoas dançarem, comida deliciosa,como, por exemplo, um bolo de chocolate.

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Imagem: Nossa Senhora dos Remédios

     Visitámos um Santuário construído no cimo de uma elevação com uma escadaria com mais de 600 degraus. No interior, admirei as imagens de santos.

Adorei a Viagem!

Sofia L, 9C

O Verão trouxe Aventuras

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Imagem: Centro Hípico da Charneca

     Este ano, fui outra vez ao Campo de Férias da Pereira Coutinho; este foi o meu último ano, pois já fiz 14 anos.

     O que eu adorei foi andar de cavalo sozinha. A sensação é óptima e divertida! Havia uma altura em que eu pensava que o senhor estava a segurar as rédeas, mas eu olhava para o lado e não estava.

     Na parte da tarde, ficávamos na escola e jogávamos mata, volley, basquetebol… O convívio entre os adolescentes é óptimo, maravilhoso!

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Imagem: Campos Sioux

     Na segunda quinzena, fui, pela primeira vez, aos Campos Sioux, na Pedra Amarela, perto do Pisão; é no meio do mato, come-se em mesas e bancos de madeira. Nós tínhamos de inventar e decorar um totem de madeira e dávamos um grito criado por cada tribo. Na primeira semana, foi o “Tugo Fox” e, na segunda, o grito era o “Sem Nome”.

    O ambiente era saudável, havia imensas árvores, com ramos cheios de folhagens espessas e verdes.

     Este ano consegui perder o medo de fazer arborismo, que há dois anos não tive coragem. Subia-se por umas pedras, chegava-se a um sítio alto onde havia árvores e começávamos a aventura: andando por umas passadeiras, saltando por pneus ou mesmo troncos deitados e, assim, andávamos lá no alto, por entre as árvores.

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Imagem: Pedaços de Aventura

     Fiz canoagem na praia dos pescadores. Este ano houve uma diferença e foi que ficávamos na praia até tarde.

     Fui ao zoo marine duas vezes: no 1º dia fui com a família mais próxima;  no 2º dia fui também com os primos todos. O que mais gostei foi dos escorregas: havia um colchão para duas pessoas e lá íamos ondulando para cima e para baixo, mas à nossa frente havia uma descida a pique!

     Fui uma semana para o Algarve em que fiquei num bungalow e os meus tios e avó noutro; lá havia três piscinas! Adorei sair à noite!

     Este verão trouxe-me novas aventuras!

Sofia L, 9C

Aproveitar a Vida

    Sunset Season [Explore 10/29/2015]

W. Tipton via Compfight

     Num belo dia, cinco lindas raparigas, a Sofia, a Bárbara, a Ana, a Marízia, a Cátia e a Rafaela, já não podiam ouvir os professores: eles não paravam!

     Então, a Sofia teve uma excelente ideia e perguntou às amigas:

     – E se nós fôssemos ver o por do sol ao fim do dia?

     Todas acharam uma magnífica ideia, embora a Cátia e a Marízia não quisessem ir, pois queriam ir para  Biblioteca ver “Animos”, elas estavam tão viciadas que só viam um computador à frente e não sabiam o que era o por do sol e aproveitar a vida.

     E a Ana também não queria ir, pois ela gostava de chegar a horas às aulas. Só a Bárbara e a Rafaela é que aceitaram a ideia da Sofia. As três conseguiram convencer as outras amigas para irem todas ver o por do sol.

     Então foram à praia de Cascais, aproveitar o pôr do sol, ver as ondas do mar e cheirar a maresia. A praia estava enorme, não havia ninguém, a maré estava baixa e as gaivotas, sem perceberem, todas pousaram fazendo um coração de amor para o dia de S. Valentim. Elas ficaram espantadas a ver o belíssimo por do sol e chegaram a distrair-se com as horas. Já tinham passado 45 minutos da aula espedial ao fim da tarde!

     Subiram a correr pela avenida acima, e, quando chegaram à Escola, tiveram que ouvir um belo raspanete da professora de Matemática. A professora perguntou-lhes logo:

       – Meninas, onde estiveram?

     E a Rafaela, como também estava mal disposta, respondeu da mesma forma:

     – Estivemos a aproveitar o por do sol! E a turma toda devia fazer o mesmo, pois já ninguém aguentava as aulas.

      Então, no dia seguinte, a turma levantou-se toda e foi até à praia aproveitar o cheiro das ondas do mar e ouvir os pássaros cantar.

     A professora de Matemática foi fazer queixa à Coordenadora, que disse:

    – A vida  dos alunos não é só números; não podemos pressionar tanto os alunos. Eles têm que aproveitar a vida. Mas, ao mesmo tempo, têm também que aproveitar o futuro, preparando-o desde agora, e também com a Matemática.

     A professora sentou-se na sala a pensar no que a Coordenadora  tinha dito. E conseguiu perceber que a vida, é não só Matemática, mas também o por do sol e que os dois são viver, aproveitar!…

Sofia L, 8C

Jovem Sofia

Spin Painting 32                   Mark Chadwick via Compfight

   Dedicado a Sofia L

Era uma jovem Sofia

Que inventava a sua paz

Muito para lá do céu

Buscava a sabedoria

De um modo que ninguém faz

Mas que lá sabia Deus

Tinha muita paciência

Com o seu horário de estudo

E acumulava ciência

Durante parte do ano

Até desfilar no Entrudo

Vestida de Marciano

Quase chegando o verão

No teatro era uma fada

Que cuidava da floresta

Onde se ouvia a canção:

” – Em férias, não estudes nada

Torna a vida numa festa!”

                                               OE

 

 

 

 

Sonho de Uma Noite de Verão – II

A soft summer night in the marsh

Trey Ratcliff via Compfight

     Que verão aquele, verão sem igual, uma chuva quente de amigos sempre à roda, mil conversas no ar, a liberdade de ir e vir, celebrávamos a leveza da aurora, a certeza da terra, o sonho de voar.

     Quero ver o mundo e viajar como as andorinhas e descobrir o mundo com as minhas próprias asas.

    As próprias asas crescem devagar, com a paixão do sol poente antes de mergulhar, naquele sentido de dar glória ao abismo do céu, uma aclamação muda, um espanto sempre diverso e a contagiar os outros de um sonho ousado para partir de novo, sempre mais uma vez.

     Patinhar na praia é o sonho que nós temos. Adoramos a praia: é macia, fresca e cheirosa e se não podemos ir à água, vamos patinhar na areia amarela e macia.

      O toque, a textura, o tecido, o trabalho dos dedos no lazer do dia limpo: tudo é concreto e vivo, refulge, na aurora, uma luz de vitória para nós, os filhos da noite de Verão.

      Uma noite de Verão é para celebrar o primeiro dia de verão. Nessa noite, é o dia das partidas e ver as pessoas a queixar-se do calor e a reclamar contra o tempo. Mas continuam a adorar o verão.

      O verão revela a face calma e rumorosa do tempo que se abate sob as estrelas do sonho e se espraia para fora das margens pensadas em todas as direcções que o nosso olhar alcança e mais ainda, muito para lá de onde atinge a vontade genuína dos filhos das noites de Verão.

(Texto a duas Mãos 2º o livro: “Quero Ser Escritor“)

Sofia L e OE

Sonho de uma Noite de Verão – I

Hobbit town and country, by the late, great Ken Vititus

Creative Commons License Wonderlane via Compfight

     Acabou a primavera, veio o verão, podemos começar a ir à praia, andar de bicicleta e todos os animais a voltar ou a manter-se na sua casinha. Casinhas pequeninas, construídas com o barro do amor, como os ninhos a que se volta sempre e estão entretecidos de musgo seco e pauzinhos, ou então abrigos cavados na terra mais fofa, rente à rocha, forrados de palhinhas.

     O amor do verão é que nos faz apaixonar e amar o sol. O sol é maravilhoso e permite fazer mais surpresas fora de casa.

    Lá fora, na vastidão dos encontros e das construções humanas, é que pode, quem sabe, encontrar-se o rigor apetecido para nos podermos realmente dar. Seguimos os outros, servimos os outros, confiamos nos outros, todos nós, filhos das noites de Verão. Vemos melhor assim, no escuro luminoso do próprio coração.

    O Coração vê tudo, especialmente o que gosta e o mais bonito: o amor da nossa vida, mas não só, também a beleza do verão.

     O Amor, esse sonho perseguido por cada geração , vida a vida, devoradas todas no braseiro do infinito, o amor vivaz, ressurgindo a cada nova descoberta, diluindo-se no tempo, escoando-se na alma das cidades, toalha subterrânea turbilhonando por baixo do calendário estabelecido.

    O Verão, a primeira semana já passou e o sol é diferente para os meus olhos: continua a ser amarelo e bonito. E agora, até acabar o verão o sol vai mudar para mim ou não?

(Texto a duas mãos)

Sofia L e OE

Querido Diário

     Making poetry

     Aurelio Asiain via Compfight

      Querido Diário:

      Na minha última semana, experimentei um tipo de dança: a contemporânea. Em relação à dança, adorei a experiência, pareceu-me magnífica, mas  eu achei estranho  que a música era lenta pois estava habituada  a danças mais mexidas.  

     Nesta atividade, sinto-me bastante descontraída, não estou a pensar na “seca” da escola, porque a escola tem imensas disciplinas no 8º ano e são muito aborrecidas; estar a olhar para o professor fica bastante cansativo.O que eu gosto da escola são as atividades práticas, acho magnífico  nós estarmos a conviver com os colegas.

     A minha outra atividade é o teatro: gosto muito de o fazer,  porque já não sou tão tímida como antes. Na última aula, nós tínhamos que ler um texto que era absurdo e expressar o sentimento que era mandado. No meu caso, foi o medo e, a seguir, tínhamos que representar a pares, a partir dos textos que lemos. Mal posso esperar por Junho: vou apresentar a minha peça de teatro, “O Mistério da Estrada de Sintra”, mas  só em Janeiro é que vou começar a ensaiar.

     Até breve, Diariozinho, as férias estão a chegar.

 Sofia L, 8C

Oito dias para Subir uma Nota

Big Ben

Flavio Leone via Compfight

A – Objetivo: subir a Inglês

B – Estratégia:

B 1 – Organização do Tempo – temos oito dias.

4 dias estudo: sábado e domingo: duas revisões globais; sexta de tarde, dia 13;terça dia 17 na tutoria;

B2 – Matéria – Gramática e Composição

B3 – Métodos a aplicar:

1 –  Escrever uma composição sobre tecnologia e comunicação social.

2 – Present simple and Present continuous – fazer os exercícios.

3 – Past simple verbos irregulares; past continuous; – fazer os exercícios.

(…)

Sofia L, 8C

Havai

Hapuna beach
Creative Commons License Photo Credit: Nicolas Massé via Compfight

Algarve, 20 de Agosto de 2013

     Querida Amiga Carla,

     Olá, como tens passado?

     Por aqui, cada ano está a ver outras coisas novas. Neste verão, eu fui ao Havai. Vimos imensas coisas, flores lindíssimas, pássaros, imensos animais selvagens. Mas os animais selvagens estavam bem educados.

     A água era azul e estava límpida, não havia lixo a flutuar no mar. A Areia era amarelada. O pôr-do-sol era lindíssimo; por volta das sete horas, todas as pessoas se juntavam para ver o pôr-do-sol.

     Quando eu dei o meu primeiro mergulho na praia do Havai, foi um golfinho ter comigo. Falei com ele e brincamos juntos. As pessoas chegavam à praia muito cedo e iam embora muito tarde.

     Adorei aquelas férias, queria estar lá outra vez, mas agora tu e os teus pais também iam.

     Beijinhos da tua amiga,

     Madalena

Sofia L, 7C

1º TS

Sofia: Entre a Dança e o Teatro

     A Sofia é aluna dedicada na Escola de Dança de Janes; vai praticando quase todo o tipo de danças modernas, incluindo o jazz e o pop.
     Entrou na academia numa época de Natal, quando os alunos de dança preparavam também um espetáculo musical que inclui teatro e canto. Daí surgiu um entusiasmo pelo Teatro que, finalmente, pode concretizar este ano, inscrevendo-se no novo Curso de Teatro que abriu na nossa Escola.
 
     Que lugar ocupa a dança na tua vida?
 
   A dança é algo de que gosto muito. Antes não sabia que gostava de dançar, com o primeiro espetáculo, descobri que tinha jeito. Aos 4 anos fiz natação, aos 6 anos fiz Ballet, no 3º e 4º anos fiz Ginástica Rítmica. Este ano entrei para o Teatro, aqui no CAD.
    A dança, para mim, é uma coisa que eu adoro; as minhas professoras de dança são a Joana e a Mafalda. Na dança somos divididos em grupos: do grupo 1 ao 8. O grupo 8 é dos rapazes e a professora deles é a Vanessa. Ela tem muito jeito de fazer de rapaz. O meu grupo é o 3. Eu fui ver a minha prima Bruna a dançar: ela tinha imenso jeito e, no final, ela fez roda e espargata! Como sou prima dela, temos o mesmo sangue, eu devia ter jeito como ela, mas ela vai sempre melhor do que eu, porque ela pratica desde os quatro anos.
   Este fim-de-semana comecei o novo ano na Escola de Dança, com ensaio geral no Sábado de manhã e Festa no Sábado à noite.
 
  Partilha connosco uma experiência que tenhas apreciado nas Férias de Verão.
 
   No último dia de escola, fui para a Disney, em França. Depois voltei. Fiquei duas semanas no Colégio, em atividades: Ténis, Natação, Teatro.
  Mas o que gostei mais foi de outro Campo de Férias, na escola Pereira Coutinho. De manhã, íamos à praia, à tarde havia muitos jogos. Também fomos a uma espécie de gruta que tinha lama e que nós tínhamos de escalar. Eu caí de dois metros de altura, mas consegui subir. Ficámos todos enlameados!
    Também andámos a cavalo, fizemos arborismo no Parque de Palmela, jogamos volley, basket, futebol e um jogo com arcos: estávamos em fila, chutávamos uma bola e tínhamos de ir a correr para um arco. Quem ficasse sem arco, perdia.
     Eu pertencia à equipa E: quatro meninas, um rapaz de 12 anos e outros dois de 13 e 14. Gostei mais deste Campo de Férias do que o do CAD: os rapazes são mais velhos, mas passam-nos sempre a bola em todos os jogos!
  
 
    Quando estás sozinha, tens uma atividade favorita?
 
     Quando estou só, o que gosto mais de fazer é ler sem ter ninguém à minha volta. Na praia, onde também gosto de ler, não consigo, porque está muita gente à minha volta e distraio-me. Mesmo assim, na praia de Vila Nova de Mil Fontes, onde a água está sempre fria, consegui estar duas horas sempre a ler “O Gatinho Mágico”.
 
  O que apreciaste mais nesse livro?
 
     Quando entraram na caverna e começaram a sua aventura. Também quando o gatinho esteve em risco de se afogar. Vão fazer uma excursão: a dona nunca largava o gato e foi com um amigo explorar uma caverna onde tinha de dar um salto de 3 metros. Ela foi por outro caminho. O João abandonou-a e ela quis voltar para trás, então ele fez troça, dizendo que ela tinha medo.
 
  Quais são os teus objetivos para o 6º Ano?
 
   Fazer tudo para ter boas notas. Estou a experimentar vários métodos de estudo para escolher os que derem mais resultados. O Teatro, que vou começar agora também me entusiasma muito. E, claro, quero fazer progressos na Dança.
Sofia L 6B
 

Um Momento Favorito do Verão

Em Vila Nova de Mil Fontes

Os melhores Croissants do Mundo

Páginas Em Construção

      A casa onde eu estava era no campo. No primeiro dia de manhã, quando acordei, fomos para a cozinha e, dentro de uma panela, estava um conjunto de formigas!

     A Mariana C foi lá dormir e, nesse mesmo dia, fomos à praia com o meu Pai, mais cedo. Quando voltámos, comemos os melhores croissants quentes do mundo – esse sítio chamava-se “Mabi“.

     Passados uns dias, o meu Pai fez anos. No dia de anos dele fomos jantar fora e, depois, eu queria ir aos carrinhos de choque, enquanto a minha irmã e as suas amigas foram à praia, para experimentar fazer uma fogueira. Então, quando nós estávamos a ir para casa, a minha Mãe foi a casa buscar mais fósforos. Quando chegámos à praia, a fogueira estava gigante e nós fizemos snacks: duas bolachas, um chocolate do tamanho das bolachas e marshmellows.

Laura V

CC - WP Clipart

CC – WP Clipart

     Nas férias, o que gostei mais foi três dias depois do meu aniversário: fomos ver golfinhos e saltar de pranchas para o mar.

    Um dos momentos que gostei mais foi ir para a água do mar, à chuva, no Pico.

Cátia O

Disney

 cc Ookaboo.com

cc Ookaboo.com

     Quando eu fui à Disney, a primeira coisa em que eu andei foi no carro onde passava a História da Branca de Neve.

     O que eu gostei mais foi uma espécie de um barco onde só havia uma música e cada país a cantava conforme a sua língua.

     Também gostei muito dos Paraquedistas do Toy Star. E da Montanha Russa dos Cowboys.

     A Disney foi uma loucura. Espero lá voltar mais vezes.

Sofia L

Na Figueira da Foz

http://commons.wikimedia.org/wiki/File:PraiaFigueiradaFoz.JPG

cc Okaboo.com Autor: Filipe Freitas

     Nas férias, fui à Figueira, visitar a minha família. Também saltei de uma prancha de 3,5 m. Devem estar a pensar se eu não tive medo; mas é óbvio que tive: e muito!

     Depois, estive no cemitério, a visitar a sepultura do meu avô e da minha bisa.

     Finalmente, cheguei a Lisboa e fiquei à espera que as aulas começassem. Imaginem que eu, em Agosto, já tinha a mala feita para o primeiro dia de aulas!

     Assim foram as minhas férias.

Mafalda B

Ainda sobre a Beleza

   

 Pintado por Mafalda B

Pintado por Mafalda B

 Eu acho que a Beleza é muito diferente quando se varia entre pessoas: os rapazes pensam neles, dão presentes de rapazes…

Laura V

Desenho de Mafalda B

Desenho de Mafalda B

     Eu penso que uma palavra não significa a  mesma coisa para toda a gente. Podemos discutir com  o autor de um dicionário, porque há palavras que achamos que têm ainda outro significado.

     Nem todos temos a mesma noção de beleza. Podemos ser todos humanos, mas todos temos gostos diferentes.  

    Acho que somos todos iguais por fora, por sermos humanos, mas, por dentro, somos todos completamente diferentes.

 Cátia O

     O Belo é diferente para toda a gente. Nem toda a gente acha o belo em tudo. Por exemplo, eu acho que a minha letra é bonita, mas há pessoas que não acham.

    É isso que faz o ser humano ser igual e diferente…

Desenho de Mafalda B

Desenho de Mafalda B

    Eu acho que é belo, e vocês?

Mafalda B