O Melhor Natal de Sempre – II

     Which one's him?

Simon Webster via Compfight

      Mais tarde, enquanto se preparavam para sair para a atmosfera gélida, estavam excitadíssimos. Além de terem a oportunidade de observar um fenómeno natural magnífico, poderiam aproveitar para colocar em prática o seu plano. Saíram e foram ter com o guia turístico, que os conduziu à zona da casa do Pai Natal. Enquanto alguns turistas, incluindo o tio, preferiram ficar no exterior à espera de ver a aurora boreal, outros, à semelhança dos primos, foram visitar a casa do Pai Natal.

 À porta encontraram um aviso que dizia: “Fechado para férias”. Enquanto os outros turistas discutiam perplexos a invulgar situação, os primos esgueiraram-se em direção a um edifício lateral com uma placa reluzente na qual se podia ler: “Oficina. Interdito a visitantes”. A Rita piscou o olho aos outros que retribuíram a piscadela e, cautelosamente, entraram. Ficaram maravilhados com o que viram: uma imensa sala cheia de máquinas, umas de embrulhar presentes, outras de colocar laços e de etiquetar com o nome e endereço dos destinatários. Decidiram “pôr mãos à obra” e tentar salvar o Natal de milhões de crianças de todo o mundo. Trabalharam alegremente em conjunto e com espírito de entreajuda, para conseguirem que todos os embrulhos ficassem prontos para distribuição, até ao limite da exaustão.

      – Acordem, meninos! Ainda vamos chegar atrasados à Consoada! – exclamou o tio, com voz forte.

  Acordaram estremunhados no autocarro de excursão e sem saber se aquela aventura tinha sido um sonho ou realidade. Apressaram-se a sair do veículo e correram para a mesa, onde a restante família os aguardava.

 Depois da animada ceia de Natal, os primos conversaram um pouco acerca do sucedido.

   – Acham que tudo não passou de um sonho? Bem, mesmo que não tenha sido apenas imaginação, os presentes nunca serão distribuídos este ano, pelo que não serviu para nada. – observou, com tristeza, a Mariana.

   – Animem-se! Ao menos já adiantámos trabalho para o próximo ano. – retorquiu, sabiamente, o Vasco.

   A Constança, que não era muito faladora, rematou melancolicamente:

 – Sabem? Eu acho que recebemos o melhor presente de sempre… estivemos juntos em harmonia, concentrados apenas no bem de todos, fomos tolerantes, pacientes e esquecemo-nos dos defeitos que habitualmente só vemos uns nos outros…

   Os oito primos abraçaram-se visivelmente emocionados.

Na manhã seguinte, despediram-se já com saudades, mas todos tinham de regressar às suas casas. Já em Portugal, a Rita e os irmãos observaram estupefactos, quando entraram na sala da sua casa, a árvore de Natal rodeada de presentes e um cartão que dizia: “Muito obrigado. Sem vós não teria conseguido!”

 Quando o telefone tocou, a Rita olhou para os irmãos e adivinhou de imediato o que os primos, completamente eufóricos, lhes queriam contar…

  Enfim, foi o melhor Natal de sempre!!!

Maria Leonor Simões Matos Pinheiro e Valadares (CAD – 5º B)

1º Prémio no concurso literário “Um Conto de Natal 2016” (escalão B – Texto original – Alunos do 2º ciclo do ensino básico)

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O Melhor Natal de Sempre – I

Sleigh

Steven Feather via Compfight

      As tão desejadas férias do Natal tinham começado há quase uma semana mas, naquele dia, a Rita não podia estar mais ansiosa e entusiasmada: ia visitar o seu tio que estava a fazer um mestrado na Finlândia e, como se não bastasse poder “matar” as saudades que tinha do seu tio preferido, iriam hospedar-se, com toda a família, num hotel na terra do Pai Natal! Só esperava que as coisas corressem melhor do que nos anos anteriores, em que os primos não paravam de se desentender, devido aos seus temperamentos tão diferentes…

     Quando chegou à sala, os pais já estavam lá fora a colocar as malas no carro. Antes de entrar no carro, a Rita verificou mecanicamente a caixa do correio, constatando que existiam três cartas idênticas, respetivamente dirigidas a si própria e a cada um dos seus irmãos. Abriu de imediato a sua e leu, incrédula: “Cara Rita, lamento informar que este ano não poderei distribuir os habituais presentes, pois estou absolutamente esgotado e resolvi tirar umas férias. Espero que compreendas e que nunca te esqueças de que os presentes são a parte menos importante do Natal. Boas Festas! Assinatura: Pai Natal”.

        Já no aeroporto, entregou as cartas aos irmãos que, ao lerem-nas, ficaram tão atónitos como ela.

        – Então e a minha Barbie Starlight Adventure? – indagou, furiosa, a Patrícia. E acrescentou: – O Pai Natal não tem o direito de tirar férias agora, sem pelo menos ter alguém que o venha substituir!

     A Rita, que sabia como a irmã mais nova conseguia ser irritante, egoísta e mimada, encolheu os ombros, mas o Pedro, sempre pronto a ajudar, tentou acalmá-la:

        – Calma! Olhem, já que vamos à Finlândia, podíamos ir à casa do Pai Natal e investigar o que se passa… Provavelmente, estas cartas não passarão de uma brincadeira de mau gosto…

      Não puderam acabar a conversa, pois chegara a hora de embarcarem no avião.

     A viagem foi longa e, por isso, os irmãos passaram praticamente o tempo todo a dormir e, quando não o estavam a fazer, a utilizar os respetivos MP3, consolas e telemóveis. Em “modo de voo”, claro!

        Ao chegarem a Helsínquia, onde fizeram escala, já lá estavam os tios e os primos que tinham vindo da Alemanha – a Constança, o Vasco e a Mariana, com os seus pais -, mas tiveram de esperar pelo resto da família que viria dos Estados Unidos da América. Quando todos chegaram, saudaram-se efusivamente e seguiram juntos para Rovaniemi, onde fica a Vila do Pai Natal.

     Já novamente no avião, os primos americanos, Michael e Kathy, e os que viviam em Berlim contaram-lhes que tinham recebido exatamente a mesma carta, nos respetivos países onde moravam, o que começou a deixá-los francamente preocupados. Todos concordaram com a ideia inicial de Pedro, à exceção da Kathy, que proferiu, irónica:

        – Se quiserem, vão vocês… Eu prefiro ficar na cama, mas teria todo o prazer em acompanhar-vos se estivéssemos em Nova Iorque ou em Paris e o Pai Natal vivesse lá… Lá é que o Natal tem classe e elegância…

     Os primos entreolharam-se e pensaram de si para si como a Kathy continuava a ser a presunçosa de sempre… Entretanto, chegaram ao hotel, onde já estava o tio, que os recebeu com grande festa. Abraçou-os um a um e indagou:

     – Como estão, queridos sobrinhos? O que dizem a acompanharem-me, logo, numa excursão para tentar ver a aurora boreal?

        Todos adoraram a ideia, até mesmo a Kathy e exclamaram em uníssono:

        – Siiiiiiim!!!!!!

(Continua)

Maria Leonor Simões Matos Pinheiro e Valadares (CAD – 5º B)

1º Prémio no concurso literário “Um Conto de Natal 2016” (escalão B – Texto original – Alunos do 2º ciclo do ensino básico)

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Ano Novo e Natal

     Natividade

jaci XIII via Compfight

     No Natal, celebramos o nascimento de Jesus em Família e juntamo-nos todos à mesa e comemos bacalhau com batatas.

     Na época do Natal, dia 24, às 00 horas, recebemos as prendas. Eu recebi uns ténis muito bons e um cd, um livro e desenhos para pintar no quadro. Depois, no dia 25 de Dezembro, comemos passas e bolo-rei, sonhos, azevias…

      No dia de Ano Novo eu ouvi o fogo de artifício, fiz um brinde de champanhe e ouvi pessoas nas ruas a gritar de alegria. No dia seguinte, fui almoçar com a minha mãe, o meu avô e a minha avó.

     Pretendo melhorar a Português no 2º período.

     Para todos formulo um voto de um bom Ano Novo.

Mariana C, 6A

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Um Ano Inesquecível

 Colorful fireworks

Nikolaus Kauderwelsch via Compfight

      No dia 31, jantei com os meus pais; de seguida fui a casa dos meus primos ver o fogo de artifício pela primeira vez.

   Era luminoso, de muitas cores, formava uma espécie de flores em movimento fascinante, que subia muito alto no céu, até explodir em milhares de poeiras cintilantes.  Senti emoção e alegria. O fogo de artifício provocava um barulho nunca antes ouvido, que me fez sentir espanto.

     Um minuto após o fim de ano, senti uma grande emoção.  Usámos bandeletes com um chapelinho prateado que dizem que dá sorte.

     Desejo que, em 2017, o mundo tenha sorte, saúde e juízo!

Federica V, 6B

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Legos, Mac e Karaoke

     "Are we really doing this?!"

Mike Napolitan via Compfight

    O Natal foi muito divertido. Recebi um Lego para 16 anos e eu só tenho 11. Posso construir em Lego carros, motos, camiões, etc. Eu já comecei a montar um Lego “bué fixe” que era da Star Wars.

     Penso vestir a camisola vermelha que me deram para sair; por exemplo, quando vou ao cinema e ao Mac – como vou hoje com os meus amigos cá da Escola.

      Passei a passagem de ano no Gervásio, com a minha prima e amigas minhas. Fiquei lá até às 05h 30 da manhã! Foi muito “fixe”, houve Karaoke. Cantei músicas do “Agir” e do “David Carreira”. Não dancei, mas gostei muito.

    O meu brinde para 2017 é: subir as negativas e desejo muita saúde para todos.

Gonçalo R, 6A

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Viver em Paz e Harmonia

   Embroidered Silk

Rhiannon Boyle via Compfight

    Um momento de que eu gostei na escola foi a partilha com o amigo secreto: recebi uma surpresa fantástica!

     Na véspera de Natal, estive com a minha Família do lado do pai. Depois, no almoço de Natal, estive com a Família da minha mãe.

     A minha mãe tinha feito salame de chocolate, porque eu e as minhas irmãs não gostamos das sobremesas de Natal. Eu adorei um presente que foi uma viagem a Santorini.

     O Ano Novo eu adorei, porque estive com muitas pessoas e vimos fogo de artifício.

     Para o 2º período, espero que as minhas notas sejam “fantabulásticas” e que as pessoas de todo o mundo vivam em Paz e Harmonia.

Margarida C, 5º A

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Desejo que sejam felizes

  Kailas Yatra 2012 Yantra.lv

Raimond Klavins via Compfight   

     Quando estou de férias não me sinto criativa, pois como estou sem fazer nada e sem barulho à volta, não consigo fazê-lo.      

    Festejei a passagem de ano com os meus avós e irmãos enquanto os meus pais foram ao casino do Estoril.

     As profissões que se aproximam mais da vivência de uma festa são: os artistas e os palhaços, pois divertem-se em festas…

    Para 2017, queria descobrir porque é que o amor é tão difícil…

    Desejo a todas as pessoas  que sejam felizes , tenham paz, amor e alegria…

Carolina F, 7B

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Em Festa nos Açores

     

Imagem: Azores Today

     Nos dias 24 e 25, eu costumo estar com os meus tios e a minha mãe, o meu irmão e a minha irmã. A minha Mãe faz o presépio. Comemos perna de peru e sonhos. Abrimos os presentes sempre à meia-noite. A minha Mãe deu-me uma camisola do Sporting e lá dentro estava um envelope com trinta euros!  

      Fomos para os Açores passar o Ano Novo no Clube: depois, à meia-noite, disparamos os canudos de serpentinas e comemos 12 passas. Eu estava de blaser. Fomos dormir às 3 e meia da manhã e vimos fogo de artifício. Até lá, conversamos, ouvimos música e dançamos.

     Os meus objetivos são melhorar a Matemática e a Ciências. Para 2017, desejo que o mundo melhore: menos mentiras e menos desastres.

Rafael Cy, 5C

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Um Natal Muito Divertido

   

Imagem: Canal Tech

     No Natal recebi um Lego para dezasseis anos, e eu só tenho onze. O que podemos construir com este lego são carros, motas, camiões… Eu já comecei a montar um Lego bué fixe que é da Star Wars.

     Penso vestir a camisola vermelha que me deram para sair. Por exemplo, quando vou ao cinema e ao Mac – onde vou hoje com os meus amigos cá da escola.

      Passei a passagem de ano no Gervásio, com a minha prima e amigas minhas. Fiquei lá até às 5h 30 da manhã. Foi muito fixe, houve karaoké: cantei músicas do Agir e do David Carreira. Não dancei, mas gostei muito.

     O meu brinde para 2017 é: subir as negativas e muita saúde para todos!

Gonçalo R, 6A

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Enigmas de Salamanca

Imagem: Denibatista Flickr Creative Commons

     Eu gostei muito dos meus presentes, mas o que mais gostei foi de um jogo para a Nintendo.

     Gostei imenso de ir a Salamanca.Lá havia muitas igrejas, tão bonitas, tão incríveis, que nem sei explicar.

     Na velha Universidade, descobri uma rã em cima de uma caveira; essa rã era especial, dizem que a pessoa que conseguir encontra-la sem ajuda de ninguém terá muita sorte para o resto da vida.

    Também descobri um astronauta numa Igreja muito, muito antiga e fiquei a pensar como é que eles esculpiram aquilo, se nem sabiam o que era um astronauta ou se alguém do futuro lhes tinha deixado a sua marca…

     Eu adorei o Ano Novo: fui a casa dos meus vizinhos. O pai deles disse-nos para não atirarmos serpentinas para cima dos carros estacionados, mas nós atiramos à mesma! 

(Imagem: Misterio Desocnocido)

Carolina C, 5B

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O Natal Especial

 

Imagem: St Andreas Fail Le Veilleur.com   

     O meu Natal foi uma Beleza! Nós comemos e fomos abrir os presentes. Os presentes que eu gostei mais foram dois: foi a minha Tia ter ficado connosco no Natal e ter ganho duas secretárias, uma para mim e outra para a minha irmã.

     A minha tia vive na Califórnia, em baixo da falha de St Andreas; ela ficou duas semanas connosco, nas infelizmente, foi-se embora ontem.

     Antes de ela se ir embora, fomos buscar umas pedras que tínhamos lá em casa, juntou-as e disse-me para escolher uma pedra; eu escolhi uma pedra que se chama Quartzo. Depois, ela pegou nas minhas mãos, agarramos as duas na pedra e ela disse:

     – Quando estiveres triste, agarra nesta pedra e lembra-te que eu vou estar sempre contigo

    E eu emocionei-me muito, pois gostava muito dela. Como recordação ela deu-me um fio dental em forma de uma aranha azul. Pedi-lhe uma coisa que tivesse o seu cheiro e ela deu-me o seu top que estava a usar e uma capa para o telemóvel.

    Dei-lhe um saco que tinha um rei mago desenhado e dentro uma carta que ela só podia abrir no avião.

      A minha tia deu à minha irmã umas meias que ela queria e a minha irmã pôs as meias em cima, no topo do armário. Quando a minha Tia viu, começou a chorar, pois eram meias normais, mas a minha irmã achou-as especiais e pôs no armário, no topo.

     Eu rezei para que a viagem dela corresse bem e por outras coisas maravilhosas.

Carolina M, 5D

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As Minhas Férias

Imagem: Wook.pt

      Tudo começou no dia 17/12/2016: tinha ido às compras de Natal: foi giríssimo!

    Dali em diante, à noite, fui para casa da minha avó, em Torres Vedras, uma pequena aldeia ao pé do Bombarral. Aí, todos os dias havia um novo filme “Sozinho em Casa” I, II e III e “2 Big Heros 6”.

      Eu estava cansado, porque a minha prima de 16 anos só ia chegar na 6ªfeira e por isso levei os meus brinquedos de Five Nights at Freddie’s para ver alguns detalhes que tinham posto nos novos bonecos que encomendei – o tempo, aí, passou a correr.

    No quarto dos meus pais, em casa dos meus avós, no último dia, brinquei com o drone do meu avô: aí chegou o tão esperado dia 24, abri os meus presentes e recebi o livro do Sirkazzio, uma nerf, uma caneca da coleção Keep Calm, um pijama da Star Wars…

      No dia seguinte, fui para casa dos meus outros avós, onde estava a minha prima de 4 anos; abrimos as prendas e recebi vários “Ferrero Rocher” – os meus bombons favoritos e ainda 180 Euros!

     No dia seguinte, visitei a Aldeia Natal; fui ter com os Romanos, entrei na árvore de Natal, andei no gelo…

    Vamos já passar para o fim do Ano: instalei uma rede social da Five Night’s, que se chama Bnaf Amino e criei lá o meu Blog que se chama “Teorias Fnaf”. Depois fui jantar hamburgueres no pão com batatas fritas, pus um temporizador para chegar a 2017 e assim acabei o meu dia!

Afonso S 5C

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O Natal Maravilhoso

     

Imagem: Quinta da Torre

      Este Natal foi incrível.

     Na primeira semana das férias fui para casa do meu avô que vive em Óbidos. O meu avô tem uma quinta enorme. Eu vou lá com as minhas irmãs a um estágio de cavalos que se chama Ceia (Centro Equestre Internacional de Alfeizerão).

Imagem: Quinta da Torre

     Eu ia de manhã, limpava alguns cavalos, almoçava e, à tarde, ia montar um cavalo chamado Saturno. Era branco, de crinas compridas, gostava de festas; davamos-lhes biscoitos próprios; ele adorava andar a trote.

     O meu avô tem um cavalo chamado Tafetá e, num sábado de manhã, fomos passá-lo à Guia, para ele se habituar a ser montado pela minha irmã. No Sábado, celebramos o Natal com o meu Avô.

     No Domingo, voltei para casa e celebrei com a Família da minha Mãe. Recebi presentes espetaculares: um cartão da Decathlon com dinheiro lá dentro, um casaco muito giro, uma caixa cheia de materiais de artes, uma caixa de brilhantes com dez cores, entre as quais um tom de salmão… A Mãe fez anos no dia 28 e dei-lhe um marcador que é como um livro que se tem de enfeitar, fazer um buraquinho, passar uma fita.

     Na passagem de ano eu fui para o paredão ver os foguetes e bebi champomix. Estas férias foram muito giras. Ninguém diria que iam ser assim tão fantásticas.

     Desejo a todas as pessoas do mundo que este ano corra tudo bem e com muitas felicidades.

Isabel S, 5D

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Umas Férias de Rei

Lake Fireworks

Creative Commons License Erik Larson via Compfight

         A 1ª informação que tive foi que ia ficar uma semana em casa da minha mãe e outra em casa do meu pai.

      Em casa da minha mãe joguei playstation: PES 2015. Fui a casa do namorado da Mãe, ficamos a brincar o dia todo com os filhos dele. Também vi filmes, para aproveitar, como, por exemplo, “Sozinho em Casa III”.

    Em casa de meu Pai é que foi a loucura: o Diogo tem lá a PS4 com o Fifa 17. O meu Pai já tem a tela pronta, vimos filmes com projector e tudo! Lá em casa somos 6 crianças e dois adultos. O meu primo do Alentejo também foi passar uns dias connosco.

    A noite de Natal foi em casa da Tia com a Mãe; deram-me um drone, uma bola de futebol, a almofada do Benfica, édredon de cama do Benfica, lençóis do Benfica e uma almofada pequena do Benfica; toalha de banho e toalha das mãos do Benfica e um GTA5!

     No dia 25, com o Pai,  recebi roupa: calças, camisas… Jogamos futebol num campo com balizas, só que o chão é de pedra, mesmo ao lado do prédio.

    A passagem de ano foi em casa do meu Tio: da parte dos miúdos éramos 12, num último andar, uma casa enorme, a dar sobre a ponte 25 de Abril: o fogo de artifício vinha de Almada.

    Espero que 2017 traga um futuro melhor para todos, com menos crise política.

(Ditado)  Tomás O, 9C

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Amor, Alegria neste Natal tão Especial

Wrapping up Christmas Katrinitsa via Compfight

     Escolhi este título pois penso que o Amor e a Alegria é que dão um Natal maravilhoso…

    A minha árvore de Natal tem muitos enfeites: bolinhas de vária cores e luzes muito cintilantes… com o presépio ao lado, onde gosto muito de mexer no Menino Jesus, gosto de brincar com ele.

     Carinho e Paz é o que desejo neste Natal, para as Famílias que estamos a ajudar na nossa Turma. Tenho várias roupas para dar à Mariana, pois sei que ela precisa.

    Quero dar muito carinho às Famílias que precisam mais de nós.

Carolina F, 7B

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Na Oitava de Natal

   Christian Christmas Nativity Scene

Creative Commons License John Dillon via Compfight

     Chegou.

     Silencioso crepitar da alegria que faz saltar faíscas minúsculas e rápidas na expectativa em oração.

    Já o veludo da noite cintila, já a espessura onde os passos se afogam se torna mais firme: abriu-se um caminho escondido entre as águas.

     Que promessa faz erguer assim a haste do coração e o põe a sonhar mais alto do que alcançam as seguranças mortais?

     Que desígnio secreto abre ao meio as nossas certezas cerradas? O aparo afiado da Esperança já inscreve na alma outras fronteiras de Paz.

    E as palavras antigas brilham, agora, como se um risco de fogo as percorresse e enchem toda a abóbada do coração.

     Quem apressou assim o passo das sentinelas que tiritavam de frio nas guaritas? E clandestinamente convocou os povos, sem passar pelas ordens dos reis?

      Eis outro arco-íris, outro pacto. E um silêncio sagrado torrencialmente derruba a inteligência do seu corcel alado: pelos infinitos atalhos abertos no oceano do tempo, a multidão dos pobres já se escapa ao tumulto inútil dos mundos.

     Vão na esperança do Rei que abriu as vias impossíveis, é só a pura esperança d’Ele que os atrai, o vermelho vivo em que se vão transformando os corações de pedra: tingida de amor, a morte expressa nos seus olhos a força da Incarnação.

    “O Verbo se fez carne” – tal é o encontro com o Rei.

OE

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O Natal para Mim

Colors of Christmas

Katrinitsa via Compfight

Porque é que se Festeja o NATAL?

     Para mim, o Natal festeja-se porque vieram povos ricos, pobres… de todas as qualidades, ver o nosso Herói a nascer. Em parte, foi graças à vinda desses povos que, Ele percebeu, ao crescer, que ia ser o herói.

  Quão Importante é o Natal para Mim

     Para mim, o Natal é o momento da serenidade, porque Jesus Cristo pôs a Paz no mundo e inventou as coisas mais importantes de sempre. Eu honro as palavras de Jesus e, dentro do possível, tento cumpri-las. Gosto do Natal, porque Jesus nasceu e porque estamos juntos. 

Natal e Solidariedade

      Solidariedade é uma das realidades mais importantes para mim. A Paz também se torna essencial, porque é restabelecida e nós estamos sempre com a Família.

Miguel M, 5A

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Tradições de Natal

Merry Christmas

Martin Frey via Compfight

     Dia 25 de Dezembro eu vou para casa dos meus avós paternos com os meus primos. No dia 8, fiz a árvore de Natal em casa dos meus avós. Lá, para comer, tenho guloseimas, bacalhau…

    À meia-noite abrimos os presentes. Os nossos pais põem as prendas debaixo da árvore, enquanto eu e os meus irmãos e primos estamos no quarto a fazer jogos. O que eu gosto mais no Natal é que a Família se junte toda para festejar.

     As Famílias que eu vou ajudar são: pais e uma filha com 12 anos e mãe e um filho também com 12; com a Turma, vamos fazer uma cabaz e oferecer prendas: estamos a angariar dinheiro para as compras.

    No nosso presépio, Jesus é muito giro, é fofinho. No Natal do ano passado, o meu irmão partiu o Rei Mago “Gaspar”, mas agora já está colado.

Carolina A, 5B

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O Meu Natal

   golden lamp

Katrinitsa via Compfight

      Eu, o meu Pai, a Mana e a Mãe, todos os anos, no dia 24 de Dezembro, estamos juntos com a minha Família numerosa, todos alegres!

     Abrimos os presentes com as primas, primeiro, com umas botas ou sapatos a localizar o nosso sítio, e depois é que são os adultos, avós e tios…

     Quando eu era pequenino, as cairanças estavam acordadas, à espera que o Pai Natal viesse. Nós íamos dormir, mas a minha irmã e eu saíamos do quarto e íamos para o das minhas primas. E outra pessoa ficava à porta, do lado de trás, a espreitar, a vigiar a vinda do Pai Natal.

    Quando eu era pequenino, já sabia abrir um bocadinho as prendas; uma vez a minha Mãe não me conseguiu apanhar e eu abri a maior prenda: um avião da Play Mobil. Este ano gostava de receber Legos; vou querer fazer uma cidade grande, daquelas que estão em exposição; já montei uma nave muito grande, da Star Wars, que me deram o ano passado, no Natal.

     Nós temos umas sensações diferentes de todos os dias, como: há mais imaginação e alegria; também é um dia diferente, cheio de magia e entusiasmo; tem preparações a mais, comida e pessoas simpáticas à mesa; jogamos jogos e fazemos “seguidas” (1) para ver se o Pai Natal vem por trás ou pela frente da casa; montamos uma árvore com luzes a piscar, de brilhos fixos ou cintilantes. 

      Todos os anos há cabazes de Natal: na nossa turma estamos a fazer dois que servem para ajudar as duas famílias que a Turma recebeu. Já trouxe uma pasta de dentes para um menino de quatro anos e uma papa Nestum. Nós fazemos isto, porque, quando Jesus nasceu, foram lá três Reis Magos trazer ofertas para ajudar; por isso é que fazemos estas ações solidárias.

     Eu quero que o mundo tenha um bom Natal e que ajudem os pobres sem abrigo a terem uma vida mais fácil e a aprenderem a ter uma vida boa e festas, ânimo, alguns amigos.

De Afonso, para o Mundo.

(1) Diretas

Afonso F, 5D

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Vivências de Natal

 Christmas Lights

Guido Gloor Modjib via Compfight

     Eu adoro o Natal, pois ele faz com que a minha Família se junte toda.

    Eu acho que o Natal serve para ajudar as pessoas, pois é o Nascimento de Jesus e Jesus ajudava as pessoas.

     Eu gostava de ir à Serra da Estrela. No Natal, costumo estar com os meus avós, primos e os meus pais.

     No Natal eu gosto de construir a árvore de Natal, mas quando eu me magoo, eu não gosto, pois eu não consigo encaixar os ramos, mas chamo o meu Pai e ele encaixa aquilo num segundo.

     Houve um ano em que a minha mãe meteu bolachas na mesa e nós saímos de casa; quando voltamos, os biscoitos tinham desaparecido!

    Às vezes penso – quando estou na cama e não consigo adormecer – se eu fizesse algo, por exemplo, se fosse por um caminho, mas recuasse no tempo e fosse por outro, eu ficava confusa sobre se o meu destino era mesmo esse: mudar o que aconteceu…

Carolina C, 5B

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Natal: o Imprevisível

Journey

Robert Hruzek via Compfight

      Natal: abre-se de novo, por entre o tapete coberto de folhas de Outono, o caminho secreto para Belém; por ele entramos no espírito de inaudito recomeço que teima em espreitar pelas fendas das ruínas.

    Imprevisível, a onda do Natal dobra para si os objetivos do mundo: mesmo no despiste das compras e das vendas brilha uma atenção diferente ao facto de haver alguém; uma evidência tão simples, que de repente se torna surpreendente e nos envolve como uma canção.

     Natal: descemos, passo a passo para a pequenez de Belém, até ao abrigo mínimo da Gruta. Entre músicas, pressentimentos e um reinventado espanto, seguimos o vulto que se  apoia no cajado, ao ritmo balançado do burrinho que transporta, clandestino, todo o Tesouro dos Céus.

OE

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Os Sonhos de Natal

arvore_federica

     Eu gostaria muito que a nossa tia fosse passar connosco o Natal para ela se sentir feliz e que tem família; na verdade, a minha tia está internada no hospital com uma doença grave.

     Gostaria que este ano, todo o mundo, incluindo eu e a minha família, tivéssemos sorte, saúde e juízo.

     O Natal, em minha casa, é sempre igual, mas não cansa, porque é passado com a família, que são as pessoas que mais amamos nesta vida.

     Eu e a minha irmã estamos a pensar em fazer poemas inspirando-nos um pouco na Net. Vamos pô-los nas prendas, sem assiná-los e a minha irmã vai decorar os guardanapos com vernizes.

    No Natal, há inesperadas delícias, pois a minha avó vai fazê-las. Iremos oferecer ao meu cão roupas de pai natal para ele entregar os presentes.

    O Natal é um momento de convívio, paz e felicidade, em que as pessoas gostam de estar reunidas.

    Gostaria que o mundo tivesse em conta que o Natal não é todos os dias, por isso temos que o aproveitar bem.

    A minha família vai dar objetos aos mais necessitados, para que o cabaz da escola fique mais enriquecido.

     No Natal multiplicam-se as ajudas porque queremos que as pessoas sejam felizes e sentimos piedade dos que necessitam.

     No Natal ajudamos Jesus a construir a Paz. 

Imagem: da Autora

Federica V, 6B

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Um Momento de Paz

     Christmas balls

Katrinitsa via Compfight

     O Natal é o tempo para passar com a família ou com os amigos.

   Uma vez, estava na época natalícia com a família e estávamos a ver um filme chamado Cars 1, quando  a minha prima de 4 anos foi para a entrada da casa e com um altifalante no som grave, começou a gritar:

     – Oh, oh, oh!

     Eu pensei:

     – Que é isto? Eu já sei que o Pai Natal não existe!

      Fui ter com ela, subimos as escadas juntos e continuamos:

      – Oh, oh, oh!

      E à meia-noite, abrimos as prendas! O Natal não cansa, porque o passamos com a Família e recebemos muitas prendas ($).

     O Espírito de Natal consiste em passar em Família, rezar e ter um momento de Paz.

      O Natal relaciona-se com a Solidariedade: há pessoas que precisam de ajuda e ela vai ser uma prenda para eles.

      Eu poderia dar prendas a todos os da minha Família para  fazer algo de totalmente novo este ano.

Afonso S, 5C

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Como Será a Minha Árvore de Natal?

     Eu decidi fazer um vídeo sobre a decoração da minha árvore de Natal, pois achei interessante  para o meu público.

     Eu costumo sempre ajudar a minha Mãe na decoração e construção da nossa árvore.

    Acho que ajudar é uma coisa muito importante, pois os nossos pais não têm que fazer tudo.

    Eu sempre gostei de fazer as decorações da minha casa, porque sinto o Espírito do Natal e sinto felicidade.

    Em breve, vou fazer um vídeo dos meus presentes de Natal. O meu objectivo neste vídeo que irei fazer não é  gabar-me, mas sim dar ao meu Público uma ideia do que podem querer no próximo Natal.

    Aprecio, na minha árvore, a sua luminosidade e a “multicolorido” dos seus enfeites.

     Gostei muito da minha árvore de Natal, pois ela traz-me um lado diferente da vida: é ali que se vai passar todo o convívio e alegria.

Inês M, 7B

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Espírito Natalício

golden grapes

Katrinitsa via Compfight

     Celebrar o Natal é estar em família, celebrar a amizade, fazer projetos solidários.

     Costumo comemorar o Natal em casa, com a minha Família: à noite estou com os meus pais, avós e tios; no dia 25 estou com os meus primos.

     A nossa árvore já está enfeitada com aquelas fitas brilhantes. Na Ceia, há montes de doces para comer: bolo de bolacha, cheese-cake e a deliciosa mousse de chocolate!

    Espero receber uma PS4, para jogar Fifa 17 e Rocket League.

    O nosso Projeto Solidário é fazer um Cabaz para duas famílias: uma de dois adultos e outra de pais com uma filha de doze anos. Trazemos alimentos, produtos de higiene e prendas.

   Celebramos a amizade na Turma, com a tradição do “Amigo Secreto” em que cada um oferece uma prenda a um colega mas só se descobre quem é na nossa Festa de Natal.

     E é assim que Deus Nasce em nós.

Manuel N, 7B

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Memórias de Natal

The last memory of christmas

Creative Commons License Matthias Ripp via Compfight

      Lembro-me que, há cinco anos, a minha irmã mais velha, com a minha idade, fez um presépio e, até hoje, ainda o temos: é o presépio da Família.

       Há dois anos atrás, eu fiz uma estrela de origami com a minha professora: ficou lindíssima e está na nossa árvore de Natal. Nós montamos a árvore todos em família e é muito giro.

      Nos dois últimos Natais, os meus pais distraíam-nos, a mim e à minha irmã mais nova, no meu quarto, com o meu avô e quando acabavam de pôr todos os presentes, batiam uma panela na outra para fazer um barulho e depois vinham os meus pais e diziam: ” – Que barulho era aquele?” E nós íamos a correr, felizes, e abríamos os presentes enquanto a minha Mãe nos tirava fotografias.

       O Natal é um momento para celebrar o nascimento de Jesus: um Deus muito importante para nós. Também é o momento de receber presentes, estar feliz, estar junto com a família, e um momento de Paz.

Vasco L, 5C

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Como Preparar o Natal

    Christmas Decoration - Bokeh

Creative Commons License iluvgadgets via Compfight

      O Natal é sempre muito divertido, passa-se sempre em casa da avó, com toda a família.

     Em minha casa, sou sempre eu, a minha mãe e as minhas irmãs que construímos o presépio: é montado sobre musgo, tem uma casinha de madeira onde estão Maria, Jesus bebé e José.

      A minha avó prepara sempre uma comida ótima, que é bacalhau à Brás. Os meus pais dão-me sempre presentes incríveis: há dois anos deram-me uma ida à Serra Nevada e, no ano passado, deram-me uma trotinete de três rodas muito divertida de se andar.

     Eu adoro o Natal, pois adoro andar em conjunto com a minha família; gosto muito de ajudar os outros.

     No sábado passado, fui ajudar numa Campanha dos “Amigos à Mão” que ajuda os que não têm dinheiro para compra comida e livros para a escola.

     Desejo um Feliz Natal, alegria e muitas felicidades: que muitas pessoas ajudem os que mais precisam com muito prazer.

Isabel S, 5D

 

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 Memórias de Natal

Imagem: Imagenes de Navidad

     No Natal, costumo reunir-me mais em casa  da avó do lado da minha Mãe, perto do Jardim das Cervejas.

    Geralmente, todos em conjunto fazemos a Árvore de Natal e o Presépio. Temos o presépio completo: com pastores, casas, senhoras a lavar a roupa numas rampinhas inclinadas e que parecem umas escadinhas e com ovelhinhas. Pus uma ovelha bebé em cima de um miniskate e fiz a ovelha mais radical.

     Na Ceia, às vezes comemos massa no forno com queijo, carne picada, molho de almôndegas… não costumamos ter sobremesas tradicionais, às vezes comemos “mini magnuns” e também há gelado de baunilha, outras vezes de chocolate.

     A árvore está enfeitada com bolas que têm um papelinho: se o tirarmos, é um chocolate – então, vou sempre lá tirar.           Temos uma sala de televisão dos crescidos e outra para os mais novos: tem uma mesa com sois sofás para um e dois gigantes nos lados e uma tv. à frente. Aí temos uma mini-árvore, clicamos num botão e ela começa a cantar “Jingle Bell”.

    Há um ritual para abrir os presentes: quando acordamos, não podemos ir lá abaixo até o meu pai dizer:

    – Já pooooodem!

    O Pai põe uma música de Natal e nós vamos como uns doidos a rasgar o papel e a abrir tudo! Há sempre um presente para a família toda, como, por exemplo, a wii – mas eu é que a utilizo mais, as manas estão sempre no Dancing Days.

     As mais inesquecíveis prendas que já recebi foram a Wii, Mario Galaxy II para a Wii. O presente que gostei mais de oferecer foi um saco cheio de brinquedos que já não usava. Não ofereço desenhos, as minhas manas é que fazem isso, mas não é útil e depois queixam-se que eu não ligo.

  Miguel F, 5C

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Reflexão sobre o Natal

Imagem: Banco Alimentar contra a Fome

     O Natal nunca é igual, porque não tem as mesmas conversas. Às vezes vamos a casa da minha avó da parte da minha Mãe e outras vezes a casa da avó da parte do meu Pai.

     O Espírito de Natal consiste em dar e receber. Adivinha: Quem é que gosta mais de dar, mas não gosta de receber? 

 Resposta:  

  

    A minha Mãe é voluntária do Banco Alimentar e eu, este ano, no veráo, também participei. As pessoas traziam, em camiões, grandes caixas, com sacos de compras e, lá dentro, comida variada. Estive no Banco Alimentar subterrâneo cerca de duas horas. O meu trabalho era dividir a comida e pôr nas caixas de papelão certas.

     Eu estou a ajudar as pessoas e não estou a pensar no meu umbigo.

Miguel F,  5C

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Expectativas de Natal

Narizao, The Cool Brother of the Other Guy - 2017.02.17.F01 jonix_k via Compfight

     As minhas expectativas são ir a Londres  – fui a Londres quando tinha cinco anos: vi um dinossauro robot e pensei que era de verdade! No Natal, vou almoçar com a minha avó do lado da minha Mãe e jantar com a minha avó do lado do meu Pai. Penso colaborar no cabaz da Turma para ajudar uma família pobre que não tem tanto dinheiro como eu. Conheço uma Associação que envia comida às pessoas mais carenciadas: é o Banco Alimentar. 

    As famílias decoram as suas casas para festejar o Natal, para entrarem no espírito natalício.Uma decoração favorita é um pássaro de madeira, a duas dimensões, com um buraco retangular no meio, por onde se enfia uma espécie de cartão encarnado que, ao abrir, forma as asas. Aprecio, em especial, chocolates, como os que estão pendurados na árvore, em forma de bolas.

     Se eu quisesse dar, a alguém especial, uma prenda, daria algo que ela gostasse. Se inventasse uma festa, escolhia a Festa da Caça ao Gambozino, durante a Primavera, para celebrar todas as caçadas do meu Pai!

     O Espírito de Natal, para mim, é saber dar e receber. Desejo a todas as pessoas um Feliz Natal e que não parem de amar o querido Menino Jesus.

Miguel F 5C

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