O Meu Minúsculo Plano de Vida

     Wondercon 2016 - Rick and Morty Cosplay

Creative Commons License William Tung via Compfight

     Se nós queremos ser alguém na vida, temos de escolher um emprego, senão passamos a vida a viver à custa dos nossos pais. Além disso, toda a gente gosta de ter um sentido na vida, algo que nos faz levantar da cama; um emprego, por exemplo, para nos sustentarmos a nós e á nossa família e, se for algo que nos interesse, ainda melhor.

      Para escolher uma profissão, precisamos de pensar o que é que nós gostaríamos de fazer daqui a alguns anos; tem de ser algo que nos anime, que nos traga objetivos e que nos faça exercitar a nossa capacidade de nos desembaraçar em situações complicadas.

    Para escolher um trabalho, também é preciso ir em frente, não ter medo do difícil, mas sim vontade do que gostamos. Claro que precisamos de ser um pouco lutadores, mas sabemos que o esforço e vai valer a pena.

     No futuro, gostaria de ser investigador científico-tecnológico, na área da Nanorobótica. A nanotecnologia é a engenharia das coisas extremamente pequenas, que trabalha com dimensões do nanómetro que é igual a 10-9 m.

       Gostaria de me dedicar a nanorobots que podem, por exemplo, regular a tensão arterial, estudar o funcionamento do corpo humano a níveis totalmente novos, tal como o ADN, podendo nós aprender a modificar o próprio ADN.

     Vou para esta área, porque acho que dentro de poucos anos, o seu estudo vai ser muito procurado e os investigadores muito bem pagos.

Miguel F, 9B

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Conviver Na Escola

   The place to be

Christian Kortum via Compfight

    Em relação a uma boa convivência na Escola, considero que há três normas fundamentais, tais como a boa-educação, a aceitação mútua e o não levar em conta as diferenças problemáticas no convívio quotidiano.

    Acima de tudo, a boa educação é importante, porque, quando nos dirigimos educadamente a outra pessoa, sentimo-nos confortáveis, sentimo-nos abertos à dimensão amigável do outro.

     Além disso, a aceitação mútua é mesmo essencial, pois entre a população estudante encontramos uma variedade imensa de diferenças de temperamento, de modos de vida, de opiniões e de maneiras de pensar que temos de vincular entre os diversos interlocutores de uma forma saudável em vista de uma eventual amizade ou de uma simples conversa.

     Finalmente, temos de deixar de parte aquilo que nos pode parecer “o pior” nos outros, a saber: aquelas diferenças que expõem uma falha na dimensão do convívio. Devemos omiti-las, não as tomar em consideração, quando nos dirigimos a esses colegas.

     Por todas estas razões defendo que, para uma boa convivência nas escolas, torna-se indispensável haver uma educação confortável no bom uso de palavras, tanto como a aceitação mútua de todas as diferenças entre colegas e ainda a tolerância em relação a traços mais problemáticos da personalidade de cada um.

Miguel F, 9B

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Perspetivas Inovadoras

Imagem: Os melhores Drones Chineses

Alexandre e Afonso – O que gostávamos de encontrar em Setembro era a mesma Turma com os mesmos amigos.

AfonsoGostava que voltassem a pôr lá em baixo umas redes de pinguepongue; que se fizessem torneios, que tivéssemos mais aulas de Educação Física.

Afonso e Alexandre Podía-se construir algo de novo nos sítios que ninguém usa, como ao lado do bebedouro, à esquerda de quem sai para o recreio. Aí podia-se fazer um miniparque de skate, com uma rede a proteger o vidro da sala azul.

AfonsoPodíamos ter aulas com menos minutos; intercalar aulas de Matemática e de Português com aulas de EF ou de EV.

Alexandre – Fui à Finlândia e lá as aulas começavam às sete e acabavam ao meio dia. Depois os alunos podiam ter atividades até às três, como Esgrima, Judo, Karaté.

AfonsoAs nossas salas podiam funcionar com grupos bem organizados; as mesas seriam a pares ou a quatro, em linhas; as cadeiras estofadas, as paredes brancas.

Alexandre Podíamos ter alguma disciplina nova, como Teatro. Podíamos aprender Robótica e fazíamos um drone.

AfonsoPodíamos aprender a falar mais no Inglês, para acompanhar a Robótica.

Afonso F e Alexandre B, 5D

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Um Projeto de “Kartingologia”

   Mil Mi-24V "Alien Tiger"

Pavel Vanka via Compfight

     Um bom momento do 3º ciclo foram as atividades de TIC. O mais difícil foram as disciplinas novas, por serem desconhecidas. O meu método de estudo preferido é ler diretamente do livro várias vezes.

      Para uma escola inovadora, gostaria de encontrar, para o ano, secretárias novas, com rodas e cadeiras almofadadas, para duas pessoas, mas que podiam ficar dispostas em pequenos grupos.

     A disciplina de ET podia transformar-se numa disciplina nova de “Kartingologia”: construíamos kartings com uma pista de montanha russa que passava por cima do refeitório, seguia num percurso em que estacionávamos por cima do pavilhão; daí corríamos para o teto aberto da piscina e mergulhávamos ou simplesmente descíamos até lá por um escorrega de água.

Pedro C, 7A

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Práticas e Projetos Felizes

     Toronto Botanical Gardens ~ Bike With Flowers

Onasill ~ Bill Badzo via Compfight

      Um bom momento deste 3º ciclo a estrear foi a descobrir a Turma nova: os colegas são muito engraçados! As fases mais difíceis foram os testes, por  serem tantos, tão seguidos e tão complexos!

      O meu melhor método de estudo foi criar apontamentos escritos durante a aula; recordava-os em casa e, para aprender melhor, digo as palavras em voz alta.

     No próximo ano gostava de encontrar, nas salas, umas cadeiras mais confortáveis; gostava que os alunos se pudessem levantar à vontade; que continuássemos a poder dizer poemas de improviso, na aula da professora Carla; até podemos ir um para cada ponta da sala e dizer o poema frase a frase, ao desafio. E isto enquanto decorrem outras atividades silenciosas, isto é, interrompêmo-las, por amor à poesia. É um fabuloso direito adquirido.

     Gostava que as mesas fossem de cores vivas, que tivessem rodas e que dessem para dois colegas.

     Gostava que tivéssemos aulas práticas de karting e de moto quatro. Um projeto possível seria  a construção de uma bicicleta. Com as disciplinas de ET, EF, Inglês, Matemática, Física e EV; no fim fazíamos uma gincana. Seria o projeto das “Bicicletas-Cad”

Manuel D, 7C

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Conversas na Oficina: Entre o Difícil e o Sonho

Dragon Tree

trevorklatko via Compfight

Maria SO momento mais difícil do 6º ano foram as pessoas, a arte de conviver e de enfrentar as dificuldades da relação.

André (Convidado) – Pensar que a Turma vai mudar de colegas, que podemos perder amigos bons…

Maria SPara uma nova escola, gostava de encontrar, em Setembro, salas pintadas com cores vivas e cada uma com diferentes recantos: os grupos de alunos poderiam escolher como sentar-se e onde estar.

André – Podemos ter aulas no Ipad com a escola virtual, tecnologia e pufs, umas salas confortáveis e para os profes também. Para aumentar a nossa liberdade, podemos fazer mais trabalhos de grupo; não estarmos sempre calados e não estarmos sempre com os professores

  Maria S –  O que pode aumentar a  liberdade da nossa vida de estudante é ter autonomia nos trabalhos, escolher os pontos do programa…

AndréHá escolas em França em que podemos participar na vida real, por turnos: aprender a cozinhar, lavar a loiça, tratar da horta, ter animais….

OE – Para aumentar a comunhão com a Natureza poderíamos restaurar o nosso pinhal e transformá-lo num espaço de convívio feliz com os animais…

Alexandre SEu podia trazer porquinhos vietnamitas, galinhas com pintainhos… e duas cabrinhas.

André (Convidado) – Eu trazia uma ovelhinha e coelhos do Meco.

Maria S – Eu trazia pássaros coloridos. O Pinhal ajuda-nos a ser mais rústicos e a ter ideias para escrever.

Maria S, Alexandre S e André (Convidado) 

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Rumo a uma Outra Escola

Middle Earth: Shadow of Mordor / Into the LightCreative Commons License

Stefans02 via Compfight

     Eu gosto de dormir muito, comer, jogar, especialmente com os meus amigos, e também de ir à piscina.

     Se eu pudesse mudar a Escola, eu punha-lhe um Parque aquático, um Bar que servia petiscos de pôr água na boca, uma máquina de comida, uma Arcade com jogos tradicionais, uma piscina de bowling, uma sala que servia para que os atores que davam voz a personagens, pudessem lá estar a dar autógrafos e a tirar fotos com os estudantes que quisessem.

     Eu gostava de ter essa sala, porque eu queria conhecer pessoalmente, os atores que deram as vozes aos personagens do meu jogo favorito: Overwatch.

    O dia a dia dos estudantes torna-se muito difícil de descrever, pois eles faziam praticamente tudo o que havia na Escola: eles nunca se aborreciam ao aprender por jogos e atividades de Grupo com os amigos.

     Os professores, se pensarem bem, querem que nós nos foquemos na matéria e, supostamente, a Escola transmite algo para a vida. Nesta Escola que eu imagino, nós tínhamos tudo para nos divertirmos a aprender.

João Francisco, 7B

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Conversas na Oficina: MB e MM

Imagem: Oficina de Escrita

MM – Qual é o teu um objetivo para o 3º Período?

MB – Voltar a subir a HGP, pois desci muito.

MM – Eu subi a Matemática: tive 73% e quero continuar a subir. Outro objetivo é subir a HGP, em que também desci muito, mas estudei imenso.

MB – Estudaste mal.

MM – Eu desci porque achei as perguntas difíceis. A matéria também é muito árida.

MB – Eu distraio-me na aula e devia ter estudado mais. O Gonçalo e o Flor distraem-me na aula.

MM – Passa-se o mesmo comigo. Subi às outras disciplinas, mas o Prof não me deixou mudar mais para trás. Continuo entre o Areia e o Gonçalo.

MB – Também subi ás outras disciplinas. Já tenho 60% a Português.

MM – Um bom método de estudo, para mim, que sou mais visual, é escrever resumos com cores diferentes.

MB – Faço desenhos, sobretudo a Ciências e sou mais auditiva.

MM – Um bom momento deste Período foi quando faltei á escola: fui à Serra da Estrela e queimei a mão na neve; caí a fazer sky.

MB – Um bom momento foi a Festa do meu Amigo: fomos todos juntos ao Bounce, com os melhores amigos e depois fomos todos juntos para casa dele.

MM – Os meus projetos de Páscoa são passá-la em Família. Tenho 19 primos e a minha Tia está grávida de gémeas: vão ser 21 e, ao todo, somos 42 primos direitos. Nós, os pequeninos e só até aos dez anos, fazemos a caça aos ovos. Eu e a minha prima vamos receber um buldog francês e estamos a pensar fazer uma caça ao tesouro com poistas para os priminhos pequeninos.

MB – O meu projeto é que a minha avó melhore e pare de subir o escadote. Ela vive no Folhadal, ao pé de Viseu. Na Páscoa vou vê-la e tenho um primo lá também. Vamos tentar convencer a Vovó para não viver sozinha.

MB e MM – Os valores supremos para uma vida feliz são a Família e os Amigos.

MM – Fiz uma experiência solidária indo ao Shopping recolher comida para o Banco Alimentar.

MB – Também fazia isso quando era escuteira. Havia uma Senhora com dois cães que não tinha dinheiro, mas nós ajudamos a Senhora e os cães. Ela vivia num cantinho, no meio da rua.

MB e MM – Para Inovar a Escola, podemos fazer jogos para aprender. Por exemplo, o Str de Matemática diz “Barra – 4:2” e nós fazemos as contas e vamos a correr buscar o lenço. Também podemos fazer mais trabalhos de Grupo, usar suportes digitais. Temos muito mais ideias com os outros.

MB – Se aparecesse alguém, quem escolherias?

MM – Justin Bieber! No dia dos anos enviei-lhe uma mensagem. É o adolescente mais famoso do mundo! 

MB – Alguém que merece um magnífico obrigada é a minha Avó. Porque sempre cuidou de mim quando eu estava doente. Convivemos muito quando eu era pequenina. Fez dia 14 um ano que ela morreu.

MM – A Minha Avó! Gostaria tanto de a rever!

MB – Eu também gostava tanto de a rever. Porque também me encheu de carinho!

Maria B e Maria M, 6ºB

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Compreender a Tristeza destes meus Alunos

Maple Street Playground

Ryan Alexander via Compfight

Cascais, 27/02/13

       Exmo Sr. Presidente da Câmara,

     Gostaria de colocar um campo de futebol no meu Colégio, pois não tenho dinheiro suficiente para o conseguir comprar, para os meus queridos alunos.

     Senhor Presidente, espero que pense bem neste assunto, pois os meus alunos querem divertir-se nos recreios de 10, 20 minutos e de 1h 30. Também preciso de melhores condições escolares: salas, mobiliário…

     Sr. Presidente da Câmara, mais uma vez, pense bem neste assunto: ao todo é uma despesa de 5 mil euros com as salas e de 10 mil euros para o campo, uma despesa total de 15 mil euros. Obrigada por ter lido esta carta.

Vasco L

Candidato a Presidente da Câmara.

PS – Espero que compreenda a tristeza destes meus alunos.

Vasco L, 7A 

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Por uma Nova Escola

Youth!Creative Commons License Georgios Liakopoulos via Compfight

        A Escola atual está a influenciar os alunos em vários aspetos negativos, mas também positivos. Nos últimos anos, estão outra vez mais pessoas jovens com problemas de coluna e défice de concentração. Neste caso, demonstra-se que tudo o que é demais, faz mal.

      Os professores dizem muitas vezes a mesma expressão: “A nossa vida não é só a Escola”,  mas às vezes parece que se esquecem dos alunos. Em vez de estarmos sempre só na sala de aula, podíamos ocupar também espaços abertos como o jardim, as mesas coloridas, o recreio atapetado, por baixo do pavilhão, e o nosso pequeno pinhal abandonado.

     Até, por exemplo, podíamos estar a jogar algum desporto, como o badminton,  uma professora fazia um pergunta e nós respondíamos atirando o volante de volta.

      Quando estamos no nono ano, não nos lembramos de muita informação de anos anteriores, que não tenha continuidade: por exemplo, noções de geografia, estudo das rochas, muitas informações históricas…

      Já a Matemática, se não soubermos a tabuada, não fazemos contas; em línguas também o que aprendemos é preciso para elaborarmos mais informação nos anos seguintes.

     Em relação à avaliação, em vez de estudarmos da pag 60 à 120, por exemplo, podemos fazer mini-fichas com cerca de 10 páginas, mais frequentemente; também podemos fazer uma micro-ficha sobre os assuntos dados na própria aula, nos últimos 20 minutos.

      Em vez de os professores corrigirem os nossos testes, nós fazíamos uma ficha, e os professores corrigiam logo na aula a seguir;  nós próprios corrigíamos enquanto os professores apresentavam as soluções no ecrã do computador, não as soluções deles, mas as nossas, que iríamos ditando ou sugerindo, no caso de serem assuntos de discussão.

      Se eu ensinasse a aprender, ensinaria o que era a vida: tinha de estar atenta às aulas, depois íamos arejar; na parte da tarde, quando viesse a sombra, estudava-se um pouco com resumos e apontamentos; de hora a hora, faziam-se intervalos de cinco a 10 minutos. Arrumavam-se os livros, levantavam-se os estudantes e variava-se de lugar: primeiro no jardim, depois por exemplo, num quiosque; outras vezes com amigos. No fim de semana, acordávamos de manhã no sábado, estudávamos até à hora do almoço. Ou então escolhíamos estudar só no sábado ou só no domingo.

          A vida vai mudar: aguentem, esperam, confiem.

(Em parte escrito, em parte ditado)

Sofia L, 9A

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Transformando a Escola

Elements of a Successful School

Enokson via Compfight

     Na minha opinião, para a Escola poder ter mais alunos, acho que devia ser mais barata, ter mais turmas, o refeitório ser maior. O facto de dever ser maior não quer dizer que seja pequena, mas os bebés, os da Pré, têm pouquíssimo espaço. Eu sei que quando os do 1º Ciclo vão para as aulas, eles vão para o campo de Futebol!

     Mas sem contar com isso, a Escola é boa. O que eu mais gosto é que não se tem de fazer testes quando se entra na Escola! As minhas disciplinas favoritas são Português, Ciências, Educação Física e Português.

     No Português aprecio os testes, pois gosto de escrever. A Ciências, porque gosto dos animais e da Professora. Em Educação Física, porque gosto de correr e de fazer exercício. Quando corro sinto que estou nas nuvens! O exercício, pois gosto de ter sempre algo para fazer. EV, porque gosto de trabalhar com as mãos. Em ET, adoro desenhar!

Esperança M, 6A

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Sob o Signo da Inovação

       Sparrow & Plums

Lilac and Honey via Compfight

     Na primeira reunião alargada a todos os professores, em que se anunciaram as essenciais linhas de força que vão determinar o rumo dinâmico do ano letivo, destacou-se a partilha das boas práticas – que deverá pontuar o ano em reuniões trimestrais e culminar numa espécie de “Convenção”anual, em Julho, a fim de consagrar as iniciativas que se tiverem revelado com maior poder transformador.

     Sob o signo da Inovação, sobressaiu ainda a generalização dos trabalhos de projeto a todos os ciclos. Assim será viável o cruzamento dos diferentes conteúdos do currículo, a sua ligação viva com o mundo real bem como a devolução aos alunos do protagonismo que lhes compete no seu processo de aprendizagem.

     Ambas as orientações têm por base o desafio de implementar um modo de agir plenamente colaborativo, formando-se laços vivos entre as diferentes equipas de estudantes, de educadores e mistas. Assim, as boas práticas se multiplicarão nas partilhas e a juvenil inspiração dos alunos pode vir inaugurar  experiências criativas de trabalho conjunto.

     É com renovada expectativa que aguardamos a manifestação das belezas germinantes deste novo ano letivo.

 OE

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Ecologia Emocional para os mais Jovens

 edicare-energias_e_relacoes_para_crescer-siImagem: Botão Colorido- Um loja de Brincadeiras

     Este ano, no nosso Colégio, foi a descoberta: a Edicare publicou há dois anos esta inspiradora trilogia sobre “Ecologia Emocional” que ajuda os pais e professores a guiar os mais novos na aventura de gerir as emoções a partir das experiências simples com o mundo envolvente sob a perspetiva da Ecologia.

    Os três volumes, divulgados pela professora de EV, oferecem também a sua riqueza de sugestões criativas às disciplinas de ET, EMRC, Ciências e Português, que convergem em trabalhos de Projeto.

    Ainda mal foram abordados, já os três livros despertam nos seus leitores uma girândola de inspirações para aprender a reconhecer e a trabalhar as experiências de vida, bem como para refletir por escrito sobre elas, tornando apreensível a sua natureza fugaz e esquiva, como um voo de borboleta. 

    Os autores – que também têm publicados numerosos livros para adultos dentro desta temática – María Mercé Conanglia e Jaume Soler são os fundadores do Instituto de Ecologia Emocional com o seu conceito-chave de “sustentabilidade emocional”  e o seu código ético

    Inspirando-se tanto nas tradições milenárias da sabedoria humana como nas investigações da psicologia moderna, definem a “Ecologia Emocional” como a arte de transformar a energia que toda a emoção nos traz, de modo que a possamos orientar para o aperfeiçoamento das relações connosco próprios, com os outros e com o vasto mundo que nos envolve.

      A nossa equipa de educadores, iniciada recentemente em formações relacionadas com este âmbito do desenvolvimento pessoal, encontrará certamente, na preciosa trilogia dedicada aos mais novos, uma inspiradora ferramenta de trabalho.

OE

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