Queridos Padrinhos

    Cascais, 8/11/16

     Queridos Padrinhos,

     Vou-vos falar das coisas que eu aprecio.

     Gosto de observar a Natureza, como ela nos dá tanto: animais extraordinários, frutos, vida (a nós), plantas, mar…

     Os buracos negros espantam-me, porque não se sabe o outro lado e nem sei se o buraco negro é um portal.

     As estrelas são fantásticas! Eu tenho uma dúvida que aposto que os cientistas também têm: porque será que as estrelas produzem fogo?

     Como é que a Terra se criou?                                        Cascais, 4/01/17

     Mas eu já sei! Não é fogo, são enormes ondas de calor e por isso é que morre quem se aproximar.

   Por isso desejo-vos um bom ano com a sorte das estrelas!

(Imagem do Hubble Site)                                      Miguel M, 5A

O Rogério

Probing

Chris Blakeley via Compfight

     O Rogério era um alien do planeta Candeeiro; tinha o tamanho de uma tampa de caneta. Eu e a Stora Inês estávamos a estudar Matemática e, de repente, aparece um alien do Candeeiro com uma pistola dos Legos e disse-me:

     – Dá-me o teu chocolate!

    Eu respondi logo:

     – Toma toma, todo!

     Passados uns minutos, ouvem-se uns barulhos do Candeeiro e a Stora decide ligar o candeeiro durante dez minutos.

     Passado um bocado, sai de lá o Rogério, a gritar:

     – Vou-vos matar!

     – Vamos fugir, Stora! – Disse eu.

     A Stora concordou. Um dia depois, a Stora foi lá e estava na oficina uma família de Aliens Rogérios.

Manuel D, 7C

A Viagem a Outro Planeta

   Trip To Mars

Creative Commons License Naomi via Compfight

      Era uma vez um rapaz que se chamava Duarte e não tinha nada para fazer. Então, pensou em ir dar uma volta com a sua cadela.

     Quando o Duarte estava a passar por uma casa assombrada, ouviu um barulho vindo de lá de dentro, por isso entrou na casa e viu um cubo com um botão.

     Quando o Duarte chegou a casa, carregou no botão que fez com que ele fosse parar a Marte: viu lá uma Galinha! Tinha três olhos, um bico vermelho mais pequeno e mais quadrado que o normal, com uma cauda maior que as normais e com três caudas mais pequenas coladas á grande; tinha três patas e as penas eram azuis.

     E foi esta a viagem a Marte!

Duarte S, 6C

About a Nasa Testing Air-Bag Jacket

 

miguel_vasco _ 3D Resources

Image: Courtesy from Nasa 

     – Hello. Can I help you?

     – Yes, please. I would like to have an air bag jacket.

    – For what purpose, Sir?

     We have a lot of different air bag jackets: is it for precaution, if you fall from your horse? Or you are planning to go in a vacation to the snow?

     – I’m taking part in a no gravity Nasa Test.

     – Oh, how wonderful, Sir. And what’s your size, please?

     – A medium large will fit.

     – Do you have a colour preference?

     – Yes, I’d rather have a golden one.

     – I’m really Sorry, Sir, but we don’t have any golden Nasa testing air-bag jacket. I think we have a green one, with purple strips, Sir.

     – Can I see it, please? And can you bring along a pair of matching gliding boots?

     – OH YES, SURE! I I think I’ve seen one on the top of the impossible orders stand.

     Behind the mirror, there is a secret fitting room just for Nasa workers.

     – It fits perfectly! How much is it?

     – Two thousand million dollars. Do you have our costumer card, Sir?

     – Yes, sure!  

     – Well, it’s your lucky day! You are our 2 thousand million customer today! You can take it for free!

Miguel F, Vasco E e OE

Uma Descoberta por Descobrir

     Sharing the Sky

Kirill ΞΚ Voloshin via Compfight

     Olá, eu chamo-me Maria e tenho 10 anos. Eu posso não ter as melhores notas da Turma, mas eu já sei o que vou descobrir.

     Vou descobrir uma máquina que tem forma de pássaro e funciona a energia solar e eólica. Ela faz desaparecer todas as poluições terrestres, marítimas e aéreas.

    Funciona assim: Ela deteta a poluição e faz uma redoma à volta para não se espalhar e recicla-a.

   Eu espero conseguir ajudar o mundo a ficar com menos poluição e, quem sabe, ganhar o prémio Nobel da Paz no Planeta.

Maria S, 5C

O Início da Invasão – I

dr_gastao_you_tube

Imagem: Dr. Gastão – YouTube

     Tudo começou quando Sir Chaka, Mr Costi e Jacob estavam juntos a gravar um vídeo para o Youtube sobre experiências com cães.

     Dr. Gastão era o que levava o público a ver o vídeo pelas suas experiências malucas. Sir Chaka e  Mr. Costi, nas partes de espera pela ação, faziam “estupidezes”, por isso, as pessoas nunca paravam o vídeo, enquanto Jacob, em cada experiência, fazia, sem querer, os químicos explodirem.

     Assim, estavam a fazer sucesso, apesar de ser só um vídeo especial em conjunto:  You tube, Dr. Gastão –  17 inscritos;  1º Vídeo: 14 Likes. Sir Chaka e Mr. Costi – 186 inscritos;  1º vídeo: 3 likes e 1 dislike. Jacob – 9 inscritos; 1º vídeo: 9 likes. Esse vídeo teve muito sucesso para eles, tiveram 47 likes. Os inscritos de Jacob e do Dr. Gastão começaram a subir à maluca.

     O vídeo estpecial teve tanto sucesso que, passadas 21 semanas, ficaram com 77 likes. Por isso, decidiram fazer outro vídeo especial. As gravações ficaram ótimas e as edições ficaram excelentes.

     Postaram o vídeo e, quando enviaram, foram ouvir para o You Tube. Foi então que descobriram que o mundo estava a ser invadido por uns monstros com um barrete de Natal e com enfeites Natalícios!

     As pessoas começaram a ficar doidas. As tropas de Espanha e de Portugal estavam a cobrir Portugal. Para ser dominado pelos monstros, só faltava parte do Brasil, perto das praias viradas para o Oceano, Portugal e uma parte pequenina de Espanha.

     Começamos a ficar em pânico, porque nós, os youtubers, tínhamos ficado 6 horas a planear e a fazer o vídeo, por isso não tínhamos ainda sabido de nada. Tínhamos de começar a pesquisar sobre os invasores.

Vasco E, 8B

Missão Impossível

    Nuit blanche 2008 à Paris - Spectra - La deuxième tour Montparnasse (Ryoji Ikeda)

Creative Commons License Yann Caradec via Compfight

     Era a minha 36ª viagem ao espaço. Eu considerava-me um astronauta perito no Universo. Mas daquela vez, a missão parecia impossível.

     Tínhamos atravessado uma zona com cometas e com estrelas, quando apareceram os cometas era assustador, porque o foguetão era grande. Quando os cometas desapareceram, o foguetão estava a desfazer-se. Quando ele se desfez, apareceu uma nave extraterrestre, em tons de branco e verde, que emitia luzes amarelas.

      Quando os extraterrestres tentaram emitir luzes para falarem, nós não os entendemos. Mas foram eles que nos salvaram: emitiram um raio laser e nós fomos atraídos pela nave. Bip.

André S

O Temporal – Episódio 3

   Ahi detrás

Paula via Compfight

      De manhã estava um dia lindíssimo, de São Martinho.

     Nessa noite, por volta das 20 horas, ouviu-se um trovão. De repente, desligaram-se as luzes outra vez.

No dia seguinte, era sábado de manhã. Houve uma cimeira de cientistas e um cientista disse:

     – Vamos inventar um dispositivo para afastar as nuvens para o deserto do Sahara.

     No dia em que o dispositivo ficou pronto, o tempo ficou bom. Passada uma semana,  o tempo ficou normal.

Lourenço C, 5B

O Ataque dos Aliens – II

Mercury Seven Stuart Rankin via Compfight

     Vi nele um Alien prestes a ajudar; parecia muito inteligente, falava Português. A minha equipa apontou as armas, mas eu ordenei:

     – Não disparem! Baixem as armas!

    E ele afirmou: – Sou Benny.  – Era Humano, mas transformaram-me em Alien e fugi.

    Eu perguntei:

    – Sabes quem nos atacou?

    Ele respondeu:

    – Sim, foi este planeta.

    Eu inquiri:

    – Onde está o rei?

    E ele respondeu:

     – No segundo andar.

     Entramos para o primeiro andar da Base. Escondemo-nos e vimos à volta de uma centena de Aliens. Atacamos!  Atacamos com armas de raio laser e eles ripostaram com armas que lançavam círculos de laser que explodia. Finalmente conseguimos vencê-los, mas dois dos meus amigos ficaram feridos.

     Fomos então a caminho da câmara central, onde estava o rei, guiados por Benny. Chegamos ao segundo andar: sentado no seu trono, imponente de força, reagiu logo à nossa entrada; tinha-se levantado e pegado em duas armas de raio laser e fez explodir quase toda a câmara central.

     Então tive que arriscar: peguei na minha faca, juntei os meus golpes marciais com a minha experiência de Parkour e, ao saltar, vi que, nas costas do Rei Alien, a armadura estava entreaberta. Sempre que lhe saltava para as costas, arrancava-lhe um pedaço da armadura. Até que, após saltar umas seis vezes, arranjei espaço para que os meus companheiros de luta conseguissem disparar. Assim morreu o rei Alien.

     Regressamos, prometendo a Benny transformá-lo em humano, como recompensa por nos ter ajudado. Metemos o Benny na caixa de transformação; quando saiu, exclamou:

     – Já me lembro de tudo! Ele olhou para mim, eu olhei para ele e gritamos ao mesmo tempo:

     – Irmão! – Abraçámo-nos, emocionados e eu acrescentei:

     – Finalmente, voltaste! Anda, estão pessoas à nossa espera, vamos!

     Era o meu irmão Benny, desaparecido desde a nossa última missão áquele Planeta, que tinha ocorrido há cinco anos. Benny tinha-se voluntariado para essa missão e pensávamos que tinha falecido em combate.

     Chegamos, por fim, ao Auditório da Sede do Governo, onde se anunciam ao País as notícias mais importantes. Eu, a minha equipa e o meu irmão recebemos medalhas de mérito e ficamos reconhecidos na História da Estação Espacial.

João R, 6C