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Visitar o Uganda

Seeking a new life European Commission DG ECHO via Compfight

     Um lugar onde eu aconselhava ir é o Uganda. É uma terra quente, com brisas suaves, paisagens longas e coloridas com suas  árvores e montanhas.

    Tem atividades  muito giras onde podemos pôr as crianças com toda a confiança. Aconselho-vos a ir ao Uganda, onde há tudo o que queremos.

Luísa, 6A Aluna Visitante

(2016)

 

“O Segredo do Rio” – Estar acima da Fome

Imagem: Departamento de Português

      O livro que eu vou apresentar é “O Segredo do Rio“. Este livro foi escrito pelo autor Miguel de Sousa Tavares, que é um jornalista e escritor português, nascido a 25 de Junho de 1950, filho de Sophia de Mello Breiyner e primo, em terceiro grau, de José Avilez.

      A ação decorre no campo, onde o menino e seus pais vivem numa casa muito pequena com um jardim e um ribeiro próximo. No verão, a água estava tão quente que o rapaz tomava banho lá.

      Uma certa tarde de sol, o menino estava no ribeiro e foi surpreendido pour uma enorme carpa. Entre os dois formou-se uma amizade. No inverno seguinte, após uma longa seca, o menino levantou-se de noite, com muita sede, e foi buscar um copo de água, quando ouviu os pais a conversarem sobre os efeitos da seca.

     Nessa mesma noite, o rapaz ouviu a mãe a contar ao pai que tinha visto uma enorme carpa que daria alimentação para mais de um mês. O rapaz ficou tão preocupado que foi avisar o peixe. Combinaram que o peixe fugiria do ribeiro em busca do grande rio e de um novo lar para viver.

     Passadas duas semanas, o menino, ainda triste por ouviu um chamar pelo seu nome e foi logo ver o que era: lá estava o peixe! E trazia com ele uma enorme rede cheia de latas de comida.

     O que mais gostei no livro foi quand o peixe trouxe muita comida para retribuir ao menino o ter-lhe salvo a vida. O que menos gostei foi quando o pai quis matar o peixe. Este livro fez-me refletir em como a amizade está acima da fome.

 

Carolina V, 7B (2015)

A Esperança é Viva


Imagem: Loui_piquee

     Dedicado ao nosso querido colega Bento

     A Esperança não é tangível – entre a água, a terra e o ar -; não repousa sobre provas, eleva-se por si mesma, abre o seu próprio espaço inovador entre os outros elementos conhecidos. 

     A Esperança não é outro elemento a acrescentar para resolver a equação da vida – mas transforma a posição de cada um e a relação entre todos. A Esperança é uma respiração interior que se ativa a si mesma em caso de perigo extremo. Aparelha o coração humano para atravessar naufrágios, mesmo impercetíveis aos nossos sistemas de socorro. 

     A Esperança é viva, não pode ser provocada nem fabricada por meios humanos. Permanece indisponível, mas é familiar e próxima quando eclode, súbita, como uma flor intempestiva, nunca antes vista, uma chama no mais íntimo. 

    A Esperança é  sempre para todos, primeiro, e só então ganha raiz em cada um. Mas ela vem de mais longe, de antes do horizonte humano, de antes de o mundo ser. E nessa glória, sem consumir-se, arde.

OE

Os Nossos Valores – Adaptado de Prof Maurice Elias

Sobre o Autor que inspirou esta proposta de escrita reflexiva: Maurice J. Elias of Psychology, Director, Rutgers Social-Emotional and Character Development Lab (www.secdlab.org), Director, the Collaborative Center for Community-Based Research and Service (engage.rutgers.edu)@SELinSchools

Viver os Valores

Na Imensidão da Música

Creative Commons License Urko Dorronsoro via Compfight

     Numa Noite quente, em Caminha, tínhamos acabado de sair de casa; o céu cobria-se com um manto de azul bem escuro com pequenos brilhantes que lá em cima cintilavam.

    Ao pé do mar podia ver-se o Monte de Santa Tecla, só com uma enorme luz lá no cimo, mesmo no cocuruto do monte. Via-se também Espanha toda iluminada por candeiros de rua; estava tão iluminada como um bolo de aniversário. Ìamos andando e cada vez mais chegava aos nossos ouvidos o som dos pombos excitados pelo pão que recebem todos os dias. 

 De repente, comecei a ouvir ao longe uma música bem animada. Decidimos então ir á praça e lá estavam duas bandas de escolas diferentes, que eram constituídas por um maestro, flautas, três saxofones, alguns violinos e um jogo de sinos. 

Como eram duas, tocavam à vez, o que fazia com que as pessoas se andassem sempre a virr. As músicas eram maravilhosas e eu setia vontade de lá ficar pela noite fora. Para cada música, eu conseguia imaginar um bailado diferente. Sempre que uma voz falava, eu pensava pra mim própia: “- Por favor, cala-te, que eu quero ouvir!”

 Sou uma pessoa que se deixa levar facilmente por estas músicas e sentia-me entusiasmada. Em quase todas as músicas a mãe me fazia perguntas que poucas vezes eram respondidas, porque eu me perdia na imensidão da música; durante aqueles momentos, não consegui deixar de pensar nos tais balidados. 

 Quando voltámos a casa, eu sentia-me perdida e abandonada por aquele mundo que deixava. Agora o silêncio reinava e parecia-me que eu tinha acordado de um desmaio; as imensas músicas e bailados haviam desaparecido da minha cabeça.

Mariana M, 6º ano  – 1998

Do tema “Verão 98 – um momento único”

O Despertar do Cão Preguiçoso

RAF Police Dog Training Defence Images via Compfight

     Era uma vez um cão preguiçoso, que fazia sestas intermináveis á sombra de uma tília no quintal do vizinho Herculano. Este senhor era conhecido por adotar animais abandonados com um carinho desmedido.

      Porém, ele já tinha muitos cães e todos eles eram preguiçosos, mas este era muito mais que os outros e tinha sido sempre assim, desde pequenino: era o “Plof”.

     Foi então que o Sr. Herculano o entregou à escola de cães-guia: com aulas esforçadas, novos companheiros e um instrutor incansável, o cão transformou-se num magnífico sabujo rastreador, que chegou a ganhar torneios em caçadas e se tornou no orgulho do seu dono.

Lourenço C, e OE 6B

Exercício de Escrita Criativa: Texto a duas mãos, segundo o livro Eu Quero ser Escritor”

The Heist

Day 10: Round Up the Usual Suspects Paul Howard via Compfight

13th March 2009

Today, we got some information about a weapon truck that was going to deliver stock to Amunition Store uf the state. We decided to attack it, due to both its low protection and the place. Making moves up in the desert of Deusix was really easy. There weren’t many cops there and some of them were afraid of the local gangs and dealers. We just had to be the firsts to get there.

15th March 2009

Today, we attacked the truck; it was a easy hit. Our only problem was that Franklin, my partner, got shot in the arm. We decided to attack a truck instead of just buying the weapons, because this way is harder to track them back to us.

16th March 2009

Franklin is recovering alright; today we are going to make not so vilan things. Mitchel is going to get some masks and I am gong to get Jump suits.

17th March 2009

The heist is tomorrow; if eveything oes well, we should get about 90.000.000 $. It’s a bank in the South and only certain people deposit their money there. It doesn’t have much security and it looks like it is poor to try to avoid robberies. I don’t think that’s very efficient. We spent all day yesterday getting some things like a drill, smoke grenades and  a fast car.

18th March 2009

Today is the day. We will make our move on the bank. 

Rodrigo L, 8B

The Royal Lion

13 Hábitos das Pessoas Humildes

This post is the translation of the article “13 Habits of Humble People”, kindly authorized by the author, Jeff Boss, whose attribution is due to his web site www.jeff-boss.com where we find “Inspiring Life Lessons on How to Navigate Change, Unpredictability and Chaos”

Este artigo é a tradução do artigo “13 Hábitos das Pessoas Humildes”, gentilmente autorizada pelo autor, Jeff Boss, cuja atribuição é devida  ao seu web site  www.jeff-boss.com, onde podemos encontrar “Lições de Vida Inspiradoras sobre como Navegar na Mudança, na Imprevisibilidade e no Caos”.

Imagem: Cascais – Oficina de Escrita

As pessoas humildes podem ser injustamente censuradas. A humildade é muitas vezes associada a ser demasiado passivo, submisso ou inseguro, mas isso não podia andar mais longe da verdade.

Pelo contrário, as pessoas humildes são precisamente o oposto – competentes, confiantes em si próprias, a ponto de, como consequência, procurarem realizar-se ajudando os seus. As pessoas humildes são, além disso, auto-eficientes; não sentem o impulso para se vangloriar, mas em vez disso, deixam que as suas ações falem pelos seus ideais. Ser humilde não é subestimar-se, pensar menos de si próprio, mas pensar menos em si próprio.

Para ajudar a identificar como se mostra a humildade (e como podemos adotar uma maior humildade para nós próprios. No fim de contas, quem é que não precisa de uma maior humildade?), aqui estão os 13 hábitos das pessoas humildes.

Elas têm Consciência Situacional

A consciência situacional é uma função da inteligência emocional, que inclui ter consciência de si próprio, do grupo, das ações de cada um e da dinâmica social assim gerada. Assim, as pessoas com consciência situacional orientam a sua concentração para o exterior, na medida em que tentam absorver (isto é, aprender) mais sobre a situação.  

Elas Mantêm as Relações

Estudos mostraram que as pessoas humildes são mais capazes de ajudar os amigos do que as pessoas orgulhosas. Como consequência, mantêm relações pessoais e profissionais mais fortes. Um estudo realizado com mais de mil pessoas – com cerca de 200 em posições de liderança – revelou que as empresas com pessoas humildes em cargos de liderança tinham uma equipa de trabalho mais comprometida e com menos mudanças (saídas e novas entradas) de trabalhadores.

Elas tomam Decisões Difíceis com Leveza

Uma vez que as pessoas humildes colocam as necessidades dos outros antes das suas, quando têm de enfrentar tomadas de decisão difíceis, respeitam os limites morais e éticos que guiam a decisão e baseiam os seus critérios para a tomada de decisão no sentido dos objetivos partilhados mais do que nos seus interesses pessoais. 

Elas colocam os Outros em Primeiro Lugar

As pessoas humildes sabem o que valem. Como resultado, não sentem a necessidade de se exibir perante os outros, só para lhes mostrar que sabem muito. Em vez disso, as pessoas humildes compreendem que os outros não se interessam com o que elas sabem até se darem conta como são preciosos para elas.

A humildade é a verdadeira chave para o sucesso. As pessoas de sucesso às vezes desorientam-se nos seus caminhos. Muitas vezes apoderam-se e condescendem com os frutos do sucesso. A humildade impede esta armadilha da arrogância e da autocondescendência. As pessoas humildes partilham os créditos e a riqueza, permanecendo centradas e ávidas por continuar a caminhada do sucesso.”

 Rick Pitino (Fonte)

Elas Escutam

Não há nada mais aborrecido do que estar a conversar com alguém que se nota perfeitamente que está mortinho por intervir. Quando se veem as suas rodinhas mentais a girar, é sinal que não estão a ouvir, estão antes à espera para falar. Porquê? Porque acham que o que têm para dizer tem mais valor do que escutá-lo a si. Por outras palavras, estão a colocar o interesse pessoal em primeiro lugar.

As pessoas humildes, contudo, escutam ativamente os outros antes de resumir as ideias principais duma conversa. Mais ainda, as pessoas humildes não tentam dominar uma conversa ou falar por cima dos outros. Elas estão muito interessadas em compreender os outros, porque são curiosas. Por falar nisso…

The Hunter and the Rabbit

The cliche of the rabbit and his carrotCreative Commons License Luis Alejandro Bernal Romero http://aztlek.com via Compfight

     Rick was a simple hunter. He didn’t do much, besides go out from day to day to hunt a rabbit or a bird for his lunch; he would also make bread for breakfast and take care of his plots of tomatoes, carrots, lettuce and other vegetables that he would use for dinner. He didn’t have TV, hot water, electricity or any of those things that most of us take for granted.

    He had build a house out of logs he had cut with the axe he hunted with. He was an “Axe Master”. He was capable of hitting a moving bird with it. Besides hunting and taking care of his plots, he, sometimes, would go for swimming in a lake nearby. He was alone everyday.

     One day, when he was having dinner, near the lake, a little rabbit showed up; Rick thought about if wether or not he should kill it for next day’s lunch. He decided not to and, instead, gave him half a carrot. He laught at the bunny eating the carrot, due to its cuteness.

Rodrigo L, 8B

Conversas na Oficina: O Ano Maravilhoso

DSC_0234 Rachid H via Compfight

     Um bom momento do 5º ano foi conhecer os professores novos. Um bom professor é um ser carinhoso, uma boa pessoa, não grita com os alunos e explica bem. Um momento difícil do 5º ano, acho que não houve e nem quando tinha de estudar, não chegou a ser difícil demais. No 2º período é que houve muitos testes, não havia descanso.

      Na minha turma havia muitos bons amigos, ao contrário de uns poucos que poderiam ser mais amigos. Na minha turma, a principal qualidade é ser fácil arranjar amigos.

     Os meus projetos para o verão 2017 são ir à praia; gosto muito de ir ao Tamariz: vou a pé com os meus irmãos; gosto de brincar e nadar com a minha sobrinha; ela vai às minhas costas, dentro de água, pois ainda só tem quatro anos: quando vem uma onda, ela salta e eu seguro-a. Quando está a maré baixa, apanhamos caracoizinhos: quando vejo que estão ao sol, tenho medo que eles morram e ponho-os devagarinho na água. Mergulho sempre, mesmo que a água esteja gelada e uma vez até me arranhei porque mergulhei ao pé de uma pedra.

     Gosto de ir ao Aquashow no Algarve; aí, prefiro tudo! Mas ainda não estreei o escorrega de 33 metros. Eu e o Pai temos uma parede e jogamos à bola com raquettes. Gosto muito de ir à praia com o Pai, de conversar com o Pai e de brincar com ele à apanhada.

      Sejam felizes este verão! Ponham chapéus de sol e creme protetor.  Conversem uns com os outros, estejam sempre com a Família, brinquem com os mais novos; com os mais velhos também: joguem ao Monopólio, jogos fáceis que não sejam muito de andar e de correr. 

Ana Sofia D, 5A

Conversas Na Oficina: Uma Escola de Projetos

     Always onwards! jaci XIII via Compfight

     Imaginando uma Escola diferente, gostava que tivéssemos mesas de pares, azuis, com cadeiras iguais; podíamos ter um recanto na sala com um quadro especial e cadeiras viradas ao contrário.

     Gostava que todos os dias pudéssemos mudar de lugar: por exemplo, um dia eu ficava com a Madalena, outro dia ficava com a Maria Jão , outro com a Bia, outro com a Mariana…

      Podíamos ter dias fixos na semana em que só trabalhávamos em Projetos. Com estas amigas, formávamos um Grupo com um Professor em que entrasse EV, Português, Inglês e Matemática.

     Neste projeto, poderíamos construir um sofá automático, com rodas, que teria uma bolinha que serviria de comando. Seria útil para não precisarmos de nos levantar e podíamos comercializar nos lares da 3ª idade. 

Layane S 5C

Conversas na Oficina: Projetos para a Nova Escola

Flying through lights in the the sky M.G. Kafkas via Compfight

     Em Setembro gostaria de ver algo de totalmente inovador: ao pé do campo de futebol há uma zona que não tem nada: podíamos pôr aí um parque com escorregas, baloiços e diversões adaptados ao 2º ciclo.

     Gostava que continuasse a haver Professores sempre mais queridos; gostava de ver cadeiras mais confortáveis; paredes de cores vivas, quadros para escrever com canetas; um outro quadro colorido, com rodas; mesas muito coloridas, com rodas.

     Podiam sentar-se duas pessoas por mesa e podiam juntar-se várias para trabalhos de Grupo. Podíamos fazer um Projeto com Ev, Et e Matemática para construir um brinquedo capaz de ser comandado, como um avião, um helicóptero, conforme os Grupos. Podíamos pô-lo à venda no Toy’s rus  e no Jumbo; podíamos distribuí-lo gratuitamente na Elpo e na AJU ou em Colónias de Férias.

Ana Sofia D, 5A

Ajudando os Alunos a Identificar os seus Valores – III

Imagem: Oficina de Escrita

This Article is the translation, with the kind permission of the author, Maurice J. Eliasof the post Helping your Students Identify Their Values     that has been published in Edutopiathe third July 2017. Due to its extension, here is the third and final part.

Este artigo é a tradução, amavelmente autorizada pelo autor, Maurice J. Eliasdo artigo publicado em Edutopia a 3 de Julho de 2017. Devido à sua extensão, aqui fica a III e última parte.

 

Um aluno, ao escrever sobre como ele e os seus irmãos estavam em vias de ser retirados de casa pelos serviços de proteção á infância após a sua mãe ter sido presa, descreveu como um amigo da mãe, que eles nunca tinham chegado a conhecer, lutou por conseguir a sua custódia, quando nenhum membro da família apareceu. A sua regra de vida tornou-se a importância de dar amor mesmo a pessoas que não conhece.

Outro aluno escreveu, “penso que amar os outros é o mais importante. Uma pessoa precisa de ter amor na sua vida. O Amor faz com que a pessoa sinta que tem importância.”

Eis um excerto de uma reflexão de um aluno do oitavo ano sobre a perseverança:

A chave do sucesso na minha vida é a perseverança. O meu fim último é continuar a alcançar os meus objetivos, apesar das dificuldades que possa ter de enfrentar. A minha bisavó foi uma pessoa que lutou para garantir que a sua família fosse bem sucedida. Nascida em 1902, era uma empregada de limpezas que trabalhou arduamente só para conseguir sobreviver. Andava quilómetros a pé para chegar ao trabalho, porque não tinha dinheiro para os transportes. Depois de trabalhar na cozinha de alguém o dia inteiro, voltava a casa e ainda lavava roupa para fora. O seu desejo orientador de tornar sempre melhor a vida dos seus filhos e netos motivou-a a perseverar numa época em que ser negro significava ser considerado menos do que nada. (Extraído de Urban Dreams: Stories of Hope, Resilience, and Character.)

Da Reflexão à Aplicação

Peçam aos alunos, na abertura do ano letivo, para se comprometerem a viver segundo os seus princípios ou regras desde o início. Ao longo do ano, podem convidá-los a refletir sobre o que escreveram e a que se comprometeram, a verificar com os colegas como é que eles estão a consegui-lo e a rever as suas próprias leis, se necessário.

Acerca do AUTOR

  • Maurice J. Elias of Psychology, Director, Rutgers Social-Emotional and Character Development Lab (www.secdlab.org), Director, the Collaborative Center for Community-Based Research and Service (engage.rutgers.edu)@SELinSchools

 

Ajudando os Alunos a Identificar os seus Valores – II

Imagem: Oficina de Escrita

This Article is the translation, with the kind permission of the author, Maurice J. Eliasof the post Helping your Students Identify Their Values     that has been published in Edutopia, the third July 2017. Due to its extension, here is the second part.

Este artigo é a tradução, amavelmente autorizada pelo autor, Maurice J. Eliasdo artigo publicado em Edutopia a 3 de Julho de 2017. Devido à sua extensão, aqui fica a II parte.

Para Desenvolver:

Pode achar útil pedir a cada aluno que escreva as suas próprias respostas a algumas das questões motivadoras, em primeiro lugar; em seguida, pode pedir aos alunos para partilharem essas respostas a pares, depois com uma parte da turma ou mesmo em grupo-turma.   

Os professores devem acompanhar a partilha dos alunos com perguntas para ajudá-los a pensar mais profundamente sobre as suas respostas. Por exemplo,

  • O que torna estas qualidades merecedoras de admiração e de seguimento?
  • Como é que escolheste este ou aquele incidente, exemplo ou pessoa?
  • Por que motivo estas qualidades ou valores são tão importantes para ti?

Elaboração de um Texto Reflexivo

Depois de os alunos terem tido uma oportunidade de pensar sobre e de discutir as respostas às questões, estarão prontos para começar a escrever. Um texto reflexivo deste género pode estar relacionado, no seu formato, com os critérios e objetivos adequados ao ano de escolaridade dos alunos. Eles devem receber instrução para refletir sobre o ano letivo transacto, tanto dentro como fora da escola, e escrever sobre o que eles consideram serem os valores ou princípios pelos quais querem pautar as suas vidas e porquê.

No meu trabalho com professores que orientaram alunos ao longo desta tarefa, os textos resultantes foram comovedores, reveladores e inspiradores. Muitas vezes, os alunos contaram histórias sobre membros da sua família e acontecimentos que foram importantes nas suas vidas. Trataran temas como o amor, responsabilidade, respeito, relacão humana, perseverança, auto-disciplina, coragem, honestidade e gentileza – muitas vezes combinados entre si.

(Continua)

 Sobre o Autor: Maurice J. EliasProf. of Psychology, Director, Rutgers Social-Emotional and Character Development Lab (www.secdlab.org), Director, the Collaborative Center for Community-Based Research and Service (engage.rutgers.edu)@SELinSchools

 

Ajudando os  Alunos a Identificar os seus Valores – I

Imagem: Oficina de Escrita

This Article is the translation, with the kind permission of the author, Maurice J. Elias, of the post Helping your Students Identify Their Values     that has been published in Edutopia, the third July 2017. Due to its extension, it will be published in three parts.

Este artigo é a tradução, amavelmente autorizada pelo autorMaurice J. Elias, do artigo publicado em Edutopia a 3 de Julho de 2017. Devido à sua extensão, será publicado em 3 partes.

I

Convide os seus alunos a escrever sobre os princípios orientadores segundo os quais eles querem viver, usando estes tópicos motivadores para os ajudar a começar.

By Maurice J. Elias

     O início do ano escolar é uma ocasião propícia para pedir aos alunos que reflitam sobre aquilo que traz um sentido orientador às suas vidas. E colocar por escrito os seus princípios orientadores de vida é uma tarefa perfeita para esta reflexão.

Os professores de alunos a partir do 5º ano podem pedir-lhes que descrevam os princípios segundo os quais desejam viver as suas vidas. Para os ajudar a sintonizar a ideia, podem conversar sobre biografias que eles tenham lido ou visto em filmes (Também podem ver juntos extratos de vídeos ou lerem juntos excertos de livros); depois organizem um diálogo ou enumerem um resumo das regras pelas quais essas pessoas parecem ter pautado as suas vidas. Também podem colocar aos alunos a mesma questão sobre personagens de romances, adultos presentes nas suas vidas ou figuras históricas.

   Para Começar:

Algumas questões motivadoras podem ajudar os alunos a começar a pensar mais profundamente sobre os seus próprios valores ou princípios.

  • Quem admiras? Enumera três qualidades admiráveis dessa pessoa.
  • Descreve um incidente ou um evento em que tenhas aprendido uma lição da forma mais dura.
  • O que poderias mudar em ti próprio para te tornares uma pessoa melhor?
  • Quais são as três qualidades que valorizas num amigo? Num Professor? No Pai ou na Mãe?
  • Quem foi mais importante na tua vida em ajudar-te a estabelecer os teus valores? Por favor explica.
  • Quais são os três valores mais importantes que pensas serem essenciais para encorajar os teus próprios filhos, um dia mais tarde?
  • Qual é a regra única que tu crês ser a essencial para orientar a tua vida?
  • Se nós vivêssemos num mundo perfeito, como é que as pessoas poderiam proceder de forma diferente do que fazem agora?

(Continua)

     Sobre o Autor: Maurice J. EliasProf. of Psychology, Director, Rutgers Social-Emotional and Character Development Lab (www.secdlab.org), Director, the Collaborative Center for Community-Based Research and Service (engage.rutgers.edu)@SELinSchools

Conversas na Oficina: Ponderações e Projetos

Imagem: Inside Out movie

     Os bons momentos deste ano foram aqueles em que brinquei com as minhas amigas; gostei muito da minha turma: achei-a simpática e engraçada.

    O trabalho que mais gostei foi em EV: “Divertidamente”, o qual consistia em trabalhar, escrevendo sobre as emoções: a Tristeza, a Alegria, o Medo e a Repulsa; foi engraçado escrever sobre as emoções. Elas estão na nossa cabeça e controlam-nos. Todos nós vimos o filme.

     A Professora não publicou o que nós escrevemos; trabalhamos por grupos, podíamos escolher os amigos. Fiquei com o Miguel Duarte e a Sofia; o Grupo funcionou muito bem.

     Na minha opinião, para um grupo funcionar bem, é preciso haver empenho de cada um; cada um escutar os outros.

     Este ano estou em vias de alcançar os meus objetivos e já estou com 66% a Português. Para o ano vou investir mais em HGP. Os momentos mais difíceis do 5º ano foram sempre que eu baixei as notas, o que atribuo não a não ter estudado, mas ao método aplicado.

Layane S, 5C

Avatar – I

 

Imagem:  Avatar Movie

     Era uma vez num planeta distante, umns seres bastantes diferentes: eles tinham o dobro do nosso tamanho, eram como uns tigres azuis às riscas; de um tom azul escuro e o resto azul-claro; o seu cabelo era da cor do chocolate negro.

     Uma menina da mesma espécie chamava-se Miriam e era a filha do chefe Raksa. Miriam tinha um dragão gigante, vermelho, com riscas pretas, algumas partes amarelas e a ponta da cauda tinha um bocadinho de azul. Ela também tinha um cavalo exatamente igual a ela.

    Mais ou menos a 10 km dali viviam humanos que, quando montavam esses seres, a quem vamos chamar Avatares, ficavam com os seus corpos para  transportar a mente dos humanos para o cérebro dos Avatares.

    E havia um novo recruta para os humanos, o Jason, que era paraplégico e, quando o puseram na mente do seu Avatar, ficou louco de alegria, porque ele conseguia andar!

    No dia seguinte, Jason foi fazer explorações com o seu Avatar, porque ele já não conseguia sair daquele corpo.

     Nessa altura, encontrou Miriam. Os seus companheiros já tinham o solto lá para fora. Miriam, como sabia que ele era humano, gritou com um ar muito furioso:

     – Sai daqui!

      Mas quando Miriam lhe foi acertar com uma flecha, apareceu um espírito pois, quando os Avatares querem matar um ser humano, ás vezes aparece um deus.

(Continua)

Margarida L, 6B

 

Da Cidade para a Liberdade

Coming in for a closer look

Geraint Rowland via Compfight   

      Era uma vez uma senhora muito rica que estava farta daquela “fantochada”: uma vida materialista, onde se vivia apenas para o lucro e o bem-estar material e, olhando para as outras pessoas simples, invejava a sua vida.

     Um dia, zangou-se com a sua família e saiu de vez com o dinheiro que trazia nos bolsos e na carteira, o que não era pouco. Com esse dinheiro, comprou uma casa linda, por uma pechincha.

     Porém, o tempo foi passando e ela foi ficando cada vez mais velha e cada vez mais desleixada. Sem amigos e com tanta solidão, cada vez tinha mais animais.

     Um dia, eu passei por lá e fiquei maluco: vi porcos, galinhas, cabras e yorkshires! Vi ao longe um pessoa e fui até lá: parecia uma bruxa, com os cabelos no ar, um cheiro pestilento e umas pantufas estragadas.

(Continua…)

Alexandre S, 6C

Libertem os Pokémons

     Pokemon's Sleigh Ride - Pokemon  challenge Cheryl Grayum via Compfight

      Em relação aos Pokémons, considero que eles devem ser libertados e ter a possibilidade de viverem sem serem apanhados.

      Em primeiro lugar, existe um abuso, que eu própria estou a ver: as pessoas fazem guerras e torneios entre os Pokémons e ouço-os a gritar e a pedir socorro.

      Em segundo lugar, em “Dittos e Eewees”, os treinadores apanham os Eewees para os obrigarem a reproduzir-se com Dittos, o que é contra a vontade deles.

     Em terceiro lugar, a matança dos bebés Pokémons que não são “Shinny” é uma violência que deve ser proibida.

     Em quarto lugar, em “O mistério da enfermeira Alegria”, em que eles são atirados para uma picadora de carne; dos corpos mortos se produz o “rebuçado raro”, o que faz aumentar o nível do Pokémon.

     Por todas estas razões, considero que os Pokémons devem ser libertados deste jogo atroz e terem a possibilidade de viverem livres.

 Svetty T, 5B

Diário de Carminho

Creative Commons License steven connors via Compfight

    (O inesperado final de “A Fuga de Carminho e Ananás)

     O “Ananás” dorme comigo, come da mesma comida, como por exemplo, um bocadinho de maçã. Estou apaixonada por ele: tem 3 meses e duas semanas.

     Dou-lhe comida e água, vou para a sala esperar que ele acabe, mas ele começa a guinchar e tenho de o ir buscar, senão ele escorrega no chão da cozinha, porque ainda não tem flexibilidade nas pernas.

      À noite, dorme em cima da minha cama, com a almofada.  Sempre que dou uma voltinha, levo-o; nunca fica sozinho em casa. Com o meu dinheiro pago à vizinha para ficar com ele; como ela gosta imenso dele, já não quer dinheiro.

     Da última vez que tentou subir as escadas, caiu para trás e ficou de barriga para o ar a abanar as patinhas. Sempre que vou à casa de banho, ele segue-me e , se eu fechar a porta, ele fica a chorar. Quando faço os TPC fica em cima da mesa e, da útlima vez babou-me o livro de Matemática.

     É beige com o focinho preto e as patinhas pretas na ponta, as orelhas descaídas e abre muito os olhos quando lhe dou festinhas, mas fecha-os quando lhe ralho. Durante o dia faz as suas necessidades no quintal e, como é pequenino, às vezes no chão de casa, por isso é que lhe ralho.

Maria M, 6B

A Fuga de Carminho e “Ananás”

Little PumpaCreative Commons License Dmitry Kalinin via Compfight

      Era uma vez uma menina chamada Carminho que gostava muito do seu animal de estimação que era um bulldog Francês, o “Ananás”. A relação entre a Carminho e o “Ananás” era muito forte. Uma noite de lua cheia, eles fugiram e desapareceram.

     A mãe da menina estava muito preocupada, por isso foi à procura dela. Levou consigo o Lavrador preto, “Bela”, e o Cocker, “Buddy”, que farejavam concentradamente o caminho. A mãe avançava, segurando as trelas com toda a força até ao jardim zoológico e começaram a saltar mostrando ter encontrado uma pista.

(Continua)

Maria M, 6B

Um Presente Secreto

cats cuatrok77 via Compfight

      Era uma vez uma senhora chamada Srª Dufné, que fazia anos. Ela recebeu, como prendas, um livro e um cd para ouvir as 80 músicas preferidas dela. Ela sabia que ainda faltava um presente, mas foi surpresa.

     A Srª Dufné ouviu uma conversa do Luís a dizer que o último presente eram tartarugas, cães e gatos.

     Quando ela os recebeu, ficou surpreendida! Quando chegou a altura de cantar os Parabéns, a Srª Dufné sentiu-se muito contente.

     Aí, trouxeram-lhe um cestinhos com as crias: duas tartaruguinhas verdes com olhinhos á chinês; um cãozinho Floppy, às manchinhas e o gato mais pequenino do mundo!

Mariana C, 6A

O Monstro – I

Stormy SeaCreative Commons License Mark via Compfight  

      Miguelito era um aventureiro, gostava de explorar florestas e mares desconhecidos. Sempre que possível, ele contratava uma tripulação e lá partia em direção ao desconhecido, em busca de uma história ou até mesmo de um tesouro. Miguelito, uma vez, tinha descoberto um tesouro na costa do continente africano e foi o suficiente para deixar aquela tripulação inteira rica e isso só o motivou a continuar.

     Miguelito ia, mais uma vez, embarcar numa nova viagem. A tripulação era pouca, mas o suficiente para uma viagem planeada, era só ir comprar especiarias à Índia.

     – Chefe, gosta deste ventinho? – perguntou o Capitão do barco com um sorriso na cara.

     – Por acaso até gosto, Capitão. – respondeu-lhe Miguelito.

     – Bem, ainda vai ficar melhor.

     Miguelito não percebeu e apenas acenou com a cabeça que sim. Miguelito nunca tinha ido à Índia, visto que toda a gente, naqueles dias, lá ia. Só tinha ido desta vez para também abrir um negociozinho de especiarias, para ajudar a pagar as suas viagens.

     A noite caiu, Miguelito foi-se deitar a ler um livro, até que adormeceu. Houve alguns abanos do barco, mas Miguelito calculou que não fosse nada e voltou a dormir. Dormiu durante nove horas, mas ele não sabia que o que iria encontrar fora do quarto era algo que iria fazer com que ele não dormisse por bastante tempo.

     Saiu do quarto e viu corpos rasgados e espalhados pelo chão. Um tripulante estava sem pernas, mas ainda vivo, rastejava em pânico, como se a fugir de algo. Tentou dizer alguma coisa, mas o esforço foi em vão, colapsou e morreu. Miguelito estava em choque, como se congelado, até ouvir um som que o descongelou logo. Entrou de volta no seu camarote. Pensou no som que tinha ouvido e a única coisa a que o conseguia associar era a um monstro.

(Continua)

Rodrigo L, 8B

Para Esquecer – III

Spring Dream

jaci XIII via Compfight

      Francis estava de saída do cemitério quando o seu pé ficou preso. Raízes com flores maravilhosas começaram a crescer em volta do seu corpo. Começou a chamar pelas pessoas mas era  como se ele fosse invisível e todos estivessem surdos. As raízes cobriram-lhe os olhos e parou de conseguir ver.

     De repente, voltou a ver, mas agora estava no seu quarto. Levantou-se, pegou no telemóvel e ligou para a avó. A chamada foi atendida pela voz meiga e alegre da sua avó. Francis, a seguir, não disse nada, até que a sua avó desligou o telemóvel. Repetiu a ação com seus tios e avô.

     Foi à aplicação “Basketlovers” e viu que jogo já tinha sido no dia anterior, que os Maquiavels tinham triunfado sobre os Igotes, num jogo que acabara 107-69.

     Perguntou ao pai o que tinha acontecido durante o jogo e este disse-lhe que ele tinha adormecido a meio e contou-lhe as melhores jogadas e cestos.

     Francis pediu à mãe se podiam ir lanchar a casa dos avós. Esta tratou de tudo com a avó e lá foram eles, juntamente com os tios. Francis abraçou-os a todos com força e estes, sem perceberem o que estava a acontecer, simplesmente deram-lhe um abraço de volta. Francis estava quase a chorar, mas conseguiu aguentar-se.

     No fim, contou o seu sonho ao resto da família e estes ficaram muito sensibilizados com o tal sonho. Decidiram que era melhor esquecer aquele sonho e continuar as suas vidas felizes e sem pensamentos negativos. 

Estrelas de Milevane

 Excertos da Carta da nossa Prof Catarina Santos em Junho de 2017

      Família Amor de Deus,

    Contam-se os dias em que o Santo António guiar-me-á para o aconchego do vosso saudoso abraço, mas não queria sair de Milevane sem antes voltar a partilhar com vocês alguns dos momentos que aqui vivi e senti.

Imagem: Escola de Milevane

     Hoje aprecio o céu como um pintor sente a sua arte. De astronomia pouco percebo, por isso admiro e contemplo esta pintura estelar como se de uma obra de arte se tratasse. Preenche o coração! Imaginem-vos a pegar num pincel grande com tinta branca e a rodopiá-lo sobre um manto negro. Agora imaginem todos a pincelarem o céu em simultâneo!

      As estrelas parecem tão próximas que iluminam o caminho até casa esta noite.

     Os meus olhos já se habituaram à escuridão, alguns sons já não me são estranhos e as pessoas já sabem que existo. Hoje vou aproveitar a oportunidade que as nuvens me deram, de ter a luz das estrelas, enquanto caminho para casa. Atenta aos perigos mas em paz.

[…]

     Esta tarde escrevo-vos à luz das velas. Houve um corte de corrente – a chuva intensa que persiste em durar não deixa passar os raios solares e, por isso, a energia não chega até nós. Quando os painéis solares não funcionam liga-se o gerador mas sem gasolina também não dura muito tempo. Já passaram dois dias em que as baterias estão descarregadas. Talvez amanhã haja um raio de sol que queira permanecer. 

    As noites estão tão frias que me fazem lembrar a minha terra – Sintra. Nestas últimas duas semanas, o chá quente e o cobertor são meus amigos e as camisolas de alças são os inimigos que prendi no guarda-roupa!

    Milevane fica nas montanhas da Zambézia!

Imagem: Campo de Milevane

    Acredito que a simplicidade da palavra obrigada, quando dita do fundo do coração, traduz a importância que esta viagem foi para mim, por todo o que envolveu – sacrifícios, ajudas inesperadas, partilhas…uma verdadeira missão partilhada!

      Às comunidades de Milevane e de Cascais – simplesmente obrigada!

Beijinhos para todos.

Até breve.

Catarina 

(Prof. Catarina S)

Cruzeiro do Sul sobre Milevane


The Crux 2inefekt69 via Compfight

    Tema dado por Mafalda A e Mafalda F, dedicado á nossa Prof Catarina Santos

      As estrelas do “Cruzeiro do Sul” brilham silenciosas sobre o outro hemisfério. Aí, a nossa outra metade desafia a pobreza e não pára de dançar sobre as terras vermelhas de Milevane.  “Cruzeiro” é viagem no mar e balizas de ir e vir, mas o risco pulsa no percurso sobre o instável caminho.

     “Cruzar” pede às vezes cuidado para unir, em vez de separar, mas uma “encruzilhada” empurra à decisão que livra do que é comum e abre o acesso ao único. “Cruzar” fronteiras é ousar para lá dos limites vividos e descobrir outro rosto que estava escondido em nós.

   “Cruzeiro” é o jogo de estrelas que não vemos daqui, mas que a nossa Catarina contemplou: elas desenham no céu o sinal de uma Cruz, mas só brilham do outro lado de tudo.  A cruz permanece na raiz: origem viva que nos faz nascer para o infinito.

OE

Sucessos e Projetos

Imagem: Valtenis

     Os meus planos de futuro a médio prazo são estudar Desporto; gostava imenso que houvesse aqui no Colégio. A longo prazo, gostava de vir a ser a melhor profissional de Ténis do mundo. O meu pai tem um clube, o Clube “Valtenis” – V de Valenti, que fica na Penha Longa, em Sintra. Os nossos cartazes estão na secretaria do Colégio: tivemos mais de 60 alunos inscritos na Clínica de Verão no ano passado. 

      Um bom momento do 6º ano foi poder estar com a Professora Inês na Oficina, porque aqui podemos ser livres. Este ano, o mais difícil foram os testes, sobretudo a disciplina de Ciências, com esquemas e palavras a mais que só complicam. 

      Para o 7º ano as minhas expectativas são ter mais amigos e muito boas notas. Um métodos de estudo que resulta bem é estudar com amigas, em casa umas das outras; não nos distraímos porque estamos com as Mães a estudar. E fazemos lanchinhos!

Federica V, 6B

Para Esquecer – III

       Forever Fifteen

Creative Commons License Midnight Believer via Compfight

       Francis simplesmente acenou que sim e voltou a ver a sua série. O episódio que estava a ver acabou, ele foi pôr o prato na cozinha e começou a ver o seu youtuber favorito “TheRoyalLion” no telemóvel, até que o seu pai o chamou para irem embora.

     O pai de Francis era dono de uma empresa de carros, a “Stinger”; estes carros eram praticamente a junção de Ferraris com Lamborguinis e Mercedes. Eram os carros mais poderosos do mercado e eram utilizados até por corredores profissionais nas corridas de automóveis. O pai de Francis tinha acesso, se quisesse, a um exemplar de cada carro, de graça; mas dos dez que já tinham sido produzidos, ele só tinha escolhido dois.

     Entraram então no Stinger 500 Buzz, vermelho, e fizeram-se á estrada. Francis olhava pela janela e via as matrículas dos carros, coisa que ás vezes o alegrava, quando eram engraçadas. Viu uma que tinha escrito “DYNKM3M35” e não conseguiu evitar um sorriso. Seguiram-se “D14MOND” e “83H4PPY”. Ele sorria cada vez mais, mas quando chegou à Igreja, o sorriso transformou-se numa expressão séria e pesada.

     O funeral demorou meia-hora e quando acabou a cerimónia foram para o cemitério assistir ao enterro. Foi um momento intenso e o facto de três dos quatro caixões estarem vazios e dentro de um estar um corpo todo queimado, não ajudava. A única maneira de saber que era mesmo a pessoa certa foi devido a um dedo não ter sido carbonizado, o que permitiu analisar impressões digitais. A avó de Francis não pôde comparecer por estar internada no hospital com queimaduras graves. Francis estava já de saída do cemitério quando, de repente, o seu pé ficou preso.

(Continua)

Rodrigo L, 8B

Surfando em Ondas Perfeitinhas

    Noroeste Pro 2017 [in explore]

[Paturo] via Compfight

     A minha ocupação favorita é praticar Surf; às terças, quintas e sextas, pratico nas praias de Carcavelos e do Guincho. O meu Treinador vem-me buscar numa carrinha, mas somos só três; deixo sempre a prancha na sala, encostada ao bengaleiro.

      A minha experiência de Surf já dura há sete anos; as melhores Trip-Surfs são na Azambujeira do Mar e daí até Sagres – o ponto mais a sul. O que me fascina neste desporto é que nos divertimos, nos respeitamos; é desafiante combatermos as ondas, tentarmos chegar até onde queremos alcançar; sobretudo as manobras que fazemos com a prancha, como o “bottom”, a “palada”, o “lay back”, a “rasgada”, entre outros. O mais difícil é o “Lay Back” porque exige muito equilíbrio.

       Às vezes é assustador, quando as ondas fazem o “Set”, em que vêm cada vez maiores. Nós falamos uns com os outros de prancha para prancha; com cada instrutor só podem estar quatro praticantes, no máximo. O meu mar preferido é com ondas médias e perfeitinhas. Uma onda perfeita é a que faz um tubo, quando não há vento, o que permite treinar as manobras. No Guincho, as ondas não são perfeitas: há muito vento.

      Ontem, estive no Guincho com o Lourenço P e não se conseguia surfar bem. Tentei apanhar com o maior número possível de ondas; elas quebravam onde eu tinha pé, estava a maré vazia. No Brasil, a praia está protegida, as ondas não chegam: é preciso remar imenso até chegar ao mar aberto e aí não há pé. Os treinos duram de duas a duas horas e meia, a partir das cinco, saímos da água quase sempre depois das sete da tarde. No inverno é mesmo noite escura.

Lourenço C, 6B

A Terra em Harmonia com o Homem

Globo verde

Creative Commons License Olearys via Compfight

     Em relação  à responsabilidade de cada cidadão pela preservação da Terra, considero que constitui um dos mais difíceis problemas de resolver no nosso tempo.

      Todos os dias, biliões de litros de água são inutilmente desperdiçados; o lixo que produzimos é regularmente despejado no oceano ou lançado em fumos para o ar pelas chaminés das fábricas (tanto quanto o senhor das castanhas).

     Sei que o aquecimento global está a fazer as marés subirem, pondo em risco as grandes cidades ribeirinhas como Nova Iorque e Lisboa; a desflorestação na Amazónia, por exemplo, um dos pulmões do mundo, ameaça provocar falta de oxigénio no ambiente e períodos de seca extrema.

       Imaginemos um cenário positivo para daqui a cinquenta anos, contando com essa urgente responsabilização dos cidadãos a nível mundial.

      O Avanço tecnológico ter-nos-á dado o benefício da criação de ozono e a capacidade de o libertarmos na atmosfera.  Os cidadãos passaram de circular em carros a gasóleo a transitar em “sapatos” rolantes que funcionam com super-absorventes da energia solar, graças ao avanço da nanotecnologia.

    Os cidadãos puderam passar a reenviar a água dos despejos para centrais de reciclagem,  sendo os resíduos dessa reciclagem usados para a produção de ozono.

    Os cidadãos esqueceram a  electricidade obtida por combustão de materiais pesados, como petróleo, pois esta  passou a ser extraída de fonte hidráulica, a partir de fornecedores domésticos de energia.

     Imaginemos que, assim, dentro de cinquenta anos, os cidadãos  cumpriram a sua tarefa e o nosso planeta voltou ao auge da estabilidade em harmonia com o homem.

Miguel F, 9B

O Meu Minúsculo Plano de Vida

     Wondercon 2016 - Rick and Morty Cosplay

Creative Commons License William Tung via Compfight

     Se nós queremos ser alguém na vida, temos de escolher um emprego, senão passamos a vida a viver à custa dos nossos pais. Além disso, toda a gente gosta de ter um sentido na vida, algo que nos faz levantar da cama; um emprego, por exemplo, para nos sustentarmos a nós e á nossa família e, se for algo que nos interesse, ainda melhor.

      Para escolher uma profissão, precisamos de pensar o que é que nós gostaríamos de fazer daqui a alguns anos; tem de ser algo que nos anime, que nos traga objetivos e que nos faça exercitar a nossa capacidade de nos desembaraçar em situações complicadas.

    Para escolher um trabalho, também é preciso ir em frente, não ter medo do difícil, mas sim vontade do que gostamos. Claro que precisamos de ser um pouco lutadores, mas sabemos que o esforço e vai valer a pena.

     No futuro, gostaria de ser investigador científico-tecnológico, na área da Nanorobótica. A nanotecnologia é a engenharia das coisas extremamente pequenas, que trabalha com dimensões do nanómetro que é igual a 10-9 m.

       Gostaria de me dedicar a nanorobots que podem, por exemplo, regular a tensão arterial, estudar o funcionamento do corpo humano a níveis totalmente novos, tal como o ADN, podendo nós aprender a modificar o próprio ADN.

     Vou para esta área, porque acho que dentro de poucos anos, o seu estudo vai ser muito procurado e os investigadores muito bem pagos.

Miguel F, 9B

Conviver com Arte – e com Golfinhos

    Reflection Daniel Kulinski via CompfightRiccardo Palazzani 

     Sobre os meus projetos de Verão, desconfio que vou ao México esta próxima 6ª feira; tenho duas festas no dia 16; eu estou a descobrir pois ouvi os Pais a falar em passaportes e já sei que não vou poder ir às festa de 6ª. Não tenho a certeza, mas suspeito: os meus Pais andam estranhos; se eu lhes falo, a minha Mãe diz: “Chega desta conversa!” Eu e a mana andamos descalças à noite e ouvimo-los a murmurar….creio que eles nos querem fazer uma surpresa!

      Eu já lá fui nadar com os golfinhos, passei uma semana onde havia uma praia e uma piscina separadas apenas por arbustos. A minha irmã é que vai viajar para longe pela primeira vez, creio que é sobretudo por causa dela, pois eu, quando era pequenina, ia sempre a todos os lados com os meus Pais.

     Em relação à nossa época, acho que as pessoas são descuidadas, porque o ar é mais poluído na rua do que em minha casa. É importante as pessoas conhecerem-se e saberem de que é que as outras pessoas – que estão a poluir e a fazer o mal – são capazes. Era essencial que cada família conseguisse contribuir, pelo menos um bocadinho, para que não houvesse poluição nem outros males. Sermos todos amigos, como na “minha terra”: é a Terra dos meus Peluches.

     É mais fácil os rapazes conviverem: dão um pontapé para resolver uma questão e ficam bem; já as raparigas arrastam as zangas durante muito tempo. As pessoas podem tornar-se irritantes quando, se estamos a fazer uma coisa, outra quer mandar e, se não a seguimos, amua.

    O meu voto de Boas Férias para o verão de 2017: Desejo que toda a gente tenha férias tranquilas!

Federica V, 6B

Momentos Vividos, Surpresas em Expectativa

tekk soccer trainer rebounder trainerCreative Commons License woodleywonderworks via Compfight     

     Um bom momento deste período foi ter tido 88% a Moral; isto significa muito para mim; já cheguei a ter 90%; desta vez o teste era sobre o Cristianismo. Outro bom momento foi ter ido ao Sarau e participado pela primeira vez: fui de Futebolista. Consegui ir ao meu próprio treino de desporto e ainda cheguei a tempo.

     Um momento muito difícil foi ter tido suficiente mesmo a Inglês; no speaking tive 92% e no último teste tive 61,5%.

     Um método de estudo que comigo resulta é fazer apontamentos; só leio um  pouco de cada vez; eu e os meus pais vamos aos resumos no fim dos capítulos e depois escrevo. Depois verifico o que escrevi e, se errei, escrevo outra vez. Só me lembro bem das coisas que estudei depois dos testes. As minhas expectativas para o oitavo ano são conseguir tirar boas notas e ficar com os mesmos amigos.

     Em relação aos meus Projetos de verão, o que eu quero muito é ter positiva no teste de Português, para ir a um torneio de futebol na Suécia! Treinamos três vezes por semana na Torre. E o meu grande sonho para realizar é ser jogador profissional de Futebol! Onde eu treino estou nos iniciados; sou ponta de lança e defesa. Como ponta de lança, tenho de marcar golos; nos treinos marco. A minha estratégia preferida é rematar para a frente.

      Nunca me magoei no Futebol, só uma vez me deram umas cambras a jogar: deitei-me, pedi para me esticarem a perna; chamaram a fisioterapeuta e ela disse que eu tinha de beber água, pôr gelo, fazer alongamentos e tomar vitamina D.

      Dar voltas ao campo antes de começar o jogo é que eu não gosto: cansa-me. O que eu mais gostava nos jogos era de marcar um golo! O meu Capitão de Equipa é o “Charola” e jogo no clube AFC da Torre. Às vezes o meu Pai leva-me e traz-me do treino, outras vezes vou a pé, sozinho.

      Se eu passar de ano vou ter uma surpresa, mas não sei o que é!

     Aqui fica o meu voto de Férias para todo o Mundo: “Desejo que se divirtam e que fiquem felizes!”

Manuel N, 7B

Atingir a Riqueza Espiritual com o Vocabulário

Writing in the sand, San Sebastian

Chris Beckett via Compfight

     Em relação à competência/capacidade de tornar o nosso “jogo de palavra” mais poderoso e mais completo, considero que o domínio de um vocabulário mais rico é uma ferramenta muito importante.

    Acima de tudo, a nossa comunicação  é um dos poderes mais específicos do ser humano que nos torna capazes de chegar ao entendimento mútuo.

     A isto acresce que o nosso arsenal de palavras precisa de ser mais vitaminado, em vista de tornar as nossas conversas mais empolgantes e mais variadas.

     Finalmente, o uso da cultura linguística avançada também é uma boa manobra de persuasão, sendo que são explicitados mais pontos de vista de uma forma mais fascinante e convincente.

     “Last, but not least”, o sucesso amoroso dos maiores poetas prova que uma afortunada linguagem consegue expressar a chama inextinguível e conquistar o coração da sua Amada.

       Por todos estes imbatíveis argumentos, espero que os meus colegas leitores se deixem convencer pela verdade e pela novidade que  a linguagem nos desvenda.

Miguel F, 9B

O Dia em que Me Encontrei com o Passado – II

koh tachai

Creative Commons License Andrea via Compfight   

       Achei piada aos peixinhos que se aproximavam para observar as bolhas de água que se libertavam da minha máscara de oxigénio e que se afastavam, enquanto eu nadava para o interior do navio.

     Quanto mais me adentrava, mais me impressionava com o que eu encontrava: destroços da cozinha, o porão com a sua secção de mantimentos.

     Descobri um crânio no camarote do capitão, chamou-me à atenção um resto de mapa, muito gasto, sobre a mesa carcomida e avistei uma arca de tesouro numa velha divisão que parecia ter estado esplendidamente enfeitada: ao abri-la com todas as minhas expectativas, encontrei…

Um Caranguejo Arco-Íris!

Miguel F, 9B

O Dia em que Me encontrei com o Passado

El Oceanario, Isla de San Martín de Pajarales, Cartagena, Colômbia.

Elias Rovielo via Compfight

     Lá ia eu para mais um trabalho que parecia simplesmente mais um. Equipei-me, saltei e mergulhei para aquele paraíso a que chamo mar. Era uma beleza! As pedras do fundo estavam incrustadas de mexilhões coloridos e grutinhas de onde espreitavam pequenos polvos desconfiados.

      Nós íamos procurar uma nova espécie de caranguejo: “o caranguejo arco-íris”. Ele vive a uma grande profundidade, mas nada que eu ainda não tenha feito. Estava eu à procura do caranguejo, quando encontrei um mastro e pensei: “Onde será que está o navio?”

      Procurei, procurei e finalmente encontrei-o: parecia ser uma nau portuguesa, não só porque tinha proa dupla, mas também porque havia indícios de uma cruz na vela. O navio estava muito afectado pelo mar; via-se logo que tinha sido um naufrágio muito violento: o casco estava partido em vários sítios, por onde saíam e entravam pequenos cardumes dançando juntamente com alguns tubarões.

     Decidi entrar cuidadosamente, por causa dos tubarões…

(Continua)

Miguel F, 9B

Conviver Na Escola

   The place to be

Christian Kortum via Compfight

    Em relação a uma boa convivência na Escola, considero que há três normas fundamentais, tais como a boa-educação, a aceitação mútua e o não levar em conta as diferenças problemáticas no convívio quotidiano.

    Acima de tudo, a boa educação é importante, porque, quando nos dirigimos educadamente a outra pessoa, sentimo-nos confortáveis, sentimo-nos abertos à dimensão amigável do outro.

     Além disso, a aceitação mútua é mesmo essencial, pois entre a população estudante encontramos uma variedade imensa de diferenças de temperamento, de modos de vida, de opiniões e de maneiras de pensar que temos de vincular entre os diversos interlocutores de uma forma saudável em vista de uma eventual amizade ou de uma simples conversa.

     Finalmente, temos de deixar de parte aquilo que nos pode parecer “o pior” nos outros, a saber: aquelas diferenças que expõem uma falha na dimensão do convívio. Devemos omiti-las, não as tomar em consideração, quando nos dirigimos a esses colegas.

     Por todas estas razões defendo que, para uma boa convivência nas escolas, torna-se indispensável haver uma educação confortável no bom uso de palavras, tanto como a aceitação mútua de todas as diferenças entre colegas e ainda a tolerância em relação a traços mais problemáticos da personalidade de cada um.

Miguel F, 9B

Para Esquecer – II

Foco

Ana Guzzo via Compfight

30 Minutos Depois

     Amanda recompôs-se, sentou-se ao lado de Francis e, lentamente, explicou-lhe o sucedido. O seu avô e tios maternos tinham morrido e a sua avó tinha partido um braço, que ficara todo queimado e iria ter de ser amputado. Francis tentou processar tudo aquilo mas não conseguia e tudo o que conseguiu dizer foi um fraco “OK”.

     Os pais ficaram confusos, mas não disseram nada.

3 Dias Depois

     Estava um dia de sol, Francis foi acordado pelos raios de luz que entravam pelos buracos dos seus estores. Viu as horas no seu telemóvel e levantou-se. Tomou um banho demorado, vestiu uma camisa branca, gravata preta e calças de fato também pretas; pôs o seu desodorizante favorito, o “seven senses”, pôs gel no cabelo e foi fazer o pequeno-almoço. Sentou-se no sofá e começou a ver “Family Guy”.

    A sua mãe veio ter com ele, num vestido elegante, preto. e perguntou-lhe se queria mesmo ir ao funeral de todas aquelas pessoas.

(Continua)

Rodrigo L, 8D

 

Veteranos do 5º Ano

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Creative Commons License Caruth Institute for Engineering Education via Compfight

Afonso – Um bom momento do 2º ciclo foi fazer amigos novos.

Alexandre  – Ya, brincar com novas pessoas… a turma tornou-se um pouco faladora a partir do 2º período, mas é muito boa.

Afonso – O momento mais difícil foram as Provas de Aferição, porque estudamos muito. Na primeira prova estamos muito nervosos e não sabemos como ela vai ser. Afinal, antes de fazer, rezava cinco vezes e, no fim, achava-a mais ou menos fácil. Na Prova de História, só as primeiras cinco páginas eram imagens e perguntas de cruz.

Alexandre – O momento mais difícil foram os testes. A minha antiga escola, “Os Aprendizes”, é uma escola aberta, não ensina da mesma forma.  

Alexandre – Um bom método de estudo é ter explicadoras. Está-se mais concentrado do que na aula e elas explicam melhor, porque é mais personalizado. Quando estudo só, gosto de pôr uma música no telemóvel.

Afonso – Eu antes tinha uma explicadora que era psicóloga, depois a prof. Inês, a Mãe e o Pai. Quando estudo só, leio em silêncio, depois em voz alta; leio tudo seguido, mas com paragens; gosto de fazer apontamentos, de estar com a porta fechada e em silêncio. Tenho sempre dois pacotinhos de bolachas e uma chávena de leite. A minha Mãe faz-me um horário fixo.

Alexandre – Para o último teste de Português, fiquei no quarto, em silêncio; revi tudo, estudei todos os dias um bocadinho. 

Afonso e Alexandre:E Estamos satisfeitos com as nossas notas!

Afonso F e Alexandre B, 5D

Perspetivas Inovadoras

Imagem: Os melhores Drones Chineses

Alexandre e Afonso – O que gostávamos de encontrar em Setembro era a mesma Turma com os mesmos amigos.

AfonsoGostava que voltassem a pôr lá em baixo umas redes de pinguepongue; que se fizessem torneios, que tivéssemos mais aulas de Educação Física.

Afonso e Alexandre Podía-se construir algo de novo nos sítios que ninguém usa, como ao lado do bebedouro, à esquerda de quem sai para o recreio. Aí podia-se fazer um miniparque de skate, com uma rede a proteger o vidro da sala azul.

AfonsoPodíamos ter aulas com menos minutos; intercalar aulas de Matemática e de Português com aulas de EF ou de EV.

Alexandre – Fui à Finlândia e lá as aulas começavam às sete e acabavam ao meio dia. Depois os alunos podiam ter atividades até às três, como Esgrima, Judo, Karaté.

AfonsoAs nossas salas podiam funcionar com grupos bem organizados; as mesas seriam a pares ou a quatro, em linhas; as cadeiras estofadas, as paredes brancas.

Alexandre Podíamos ter alguma disciplina nova, como Teatro. Podíamos aprender Robótica e fazíamos um drone.

AfonsoPodíamos aprender a falar mais no Inglês, para acompanhar a Robótica.

Afonso F e Alexandre B, 5D

Um Projeto de “Kartingologia”

   Mil Mi-24V "Alien Tiger"

Pavel Vanka via Compfight

     Um bom momento do 3º ciclo foram as atividades de TIC. O mais difícil foram as disciplinas novas, por serem desconhecidas. O meu método de estudo preferido é ler diretamente do livro várias vezes.

      Para uma escola inovadora, gostaria de encontrar, para o ano, secretárias novas, com rodas e cadeiras almofadadas, para duas pessoas, mas que podiam ficar dispostas em pequenos grupos.

     A disciplina de ET podia transformar-se numa disciplina nova de “Kartingologia”: construíamos kartings com uma pista de montanha russa que passava por cima do refeitório, seguia num percurso em que estacionávamos por cima do pavilhão; daí corríamos para o teto aberto da piscina e mergulhávamos ou simplesmente descíamos até lá por um escorrega de água.

Pedro C, 7A

Práticas e Projetos Felizes

     Toronto Botanical Gardens ~ Bike With Flowers

Onasill ~ Bill Badzo via Compfight

      Um bom momento deste 3º ciclo a estrear foi a descobrir a Turma nova: os colegas são muito engraçados! As fases mais difíceis foram os testes, por  serem tantos, tão seguidos e tão complexos!

      O meu melhor método de estudo foi criar apontamentos escritos durante a aula; recordava-os em casa e, para aprender melhor, digo as palavras em voz alta.

     No próximo ano gostava de encontrar, nas salas, umas cadeiras mais confortáveis; gostava que os alunos se pudessem levantar à vontade; que continuássemos a poder dizer poemas de improviso, na aula da professora Carla; até podemos ir um para cada ponta da sala e dizer o poema frase a frase, ao desafio. E isto enquanto decorrem outras atividades silenciosas, isto é, interrompêmo-las, por amor à poesia. É um fabuloso direito adquirido.

     Gostava que as mesas fossem de cores vivas, que tivessem rodas e que dessem para dois colegas.

     Gostava que tivéssemos aulas práticas de karting e de moto quatro. Um projeto possível seria  a construção de uma bicicleta. Com as disciplinas de ET, EF, Inglês, Matemática, Física e EV; no fim fazíamos uma gincana. Seria o projeto das “Bicicletas-Cad”

Manuel D, 7C

Conversas na Oficina: Entre o Difícil e o Sonho

Dragon Tree

trevorklatko via Compfight

Maria SO momento mais difícil do 6º ano foram as pessoas, a arte de conviver e de enfrentar as dificuldades da relação.

André (Convidado) – Pensar que a Turma vai mudar de colegas, que podemos perder amigos bons…

Maria SPara uma nova escola, gostava de encontrar, em Setembro, salas pintadas com cores vivas e cada uma com diferentes recantos: os grupos de alunos poderiam escolher como sentar-se e onde estar.

André – Podemos ter aulas no Ipad com a escola virtual, tecnologia e pufs, umas salas confortáveis e para os profes também. Para aumentar a nossa liberdade, podemos fazer mais trabalhos de grupo; não estarmos sempre calados e não estarmos sempre com os professores

  Maria S –  O que pode aumentar a  liberdade da nossa vida de estudante é ter autonomia nos trabalhos, escolher os pontos do programa…

AndréHá escolas em França em que podemos participar na vida real, por turnos: aprender a cozinhar, lavar a loiça, tratar da horta, ter animais….

OE – Para aumentar a comunhão com a Natureza poderíamos restaurar o nosso pinhal e transformá-lo num espaço de convívio feliz com os animais…

Alexandre SEu podia trazer porquinhos vietnamitas, galinhas com pintainhos… e duas cabrinhas.

André (Convidado) – Eu trazia uma ovelhinha e coelhos do Meco.

Maria S – Eu trazia pássaros coloridos. O Pinhal ajuda-nos a ser mais rústicos e a ter ideias para escrever.

Maria S, Alexandre S e André (Convidado) 

Cuba Maravilhosa

Caribbean beach series . Cuba

Nick Kenrick via Compfight

     Era uma vez uma menina chamada Cláudia que foi de férias para Cuba, durante uma semana. A Cláudia foi de avião e, quando chegou, viu a praia, a piscina e quis ir logo dar um mergulho.

     Quando pôs o pé, viu que estava fria. Então, quis ir fazer escalada: a Cláudia, quando estava a fazer, gritava que ia cair. A sua amiga Matilde disse que não ia cair. A seguir, foi ela a subir e estava numa excitação.

      Depois, foram andar de canoa; andaram uma contra a outra, a ver quem ganhava. Ganhou a Matilde!

     Passados dois dias, foram a um museu e viram tantas coisas bonitas!

     No dia seguinte, foram almoçar, estavam com muita fome… O jantar foi peixe e estava uma delícia! Depois foram ver a praia de noite: tinha velas na areia, tudo iluminado!

     Finalmente, tinha chegado a hora de ir embora: estavam muito tristes. A viagem de avião foi muito agitada, porque estava a formar-seu um furacão sobre o mar das Caraíbas. Elas tiveram algum medo, mas correu tudo bem.

     Quando chegaram a casa, estava à espera da Cláudia a sua irmã Carolina que queria saber as novidades daquelas maravilhosas férias!

Mariana C, 6A

Para Esquecer

Creative Commons License Riik@mctr via Compfight

     Francis estava sentado no sofá com seu pai, Jack, a ver o jogo de basketball : Estavam a perder quando, de repente, uma luz laranja e gritos preencheram o pavilhão. A transmissão foi abaixo e, em menos  de dez minutos, todas as transmissões, mesmo as dos canais infantis, foram substituídas por uma transmissão de notícias de última hora.

     Teria havido um ataque terrorista no pavilhão: havia milhares de mortos e centenas de feridos; sobreviveram poucos e a maior parte deles tinha perdido membros devido ao impacto ou às chamas que os levaram a cinzas. Era algo terrível.

     Francis apressou-se a ir chamar a Mãe para testemunhar aquele acontecimento horrendo. A sua Mãe, Amanda, ficou paralisada até que, de repente, olhou para o lado e afastou-se a chorar. Começou a correr para o telemóvel. Francis e o pai tentavam perceber a quem ligava a Mãe. De repente, o pai lembrou-se que os Avós de Francis tinham ido àquele jogo com os tios, mas preferiu deixar Francis “no branco”. Os outros avós de Francis ligaram logo para Francis, para confirmar que ele não tinha ido ao jogo.

      Depois de uma hora, Amanda desligou o telemóvel, correu para o quarto e Jack correu ao seu encontro. Francis continuou  a acompanhar o acontecimento na TV.    

(Continua)

Rodrigo L 8D

Fairies and Trolls

     La piscine des fées

Christophe Maclaren via Compfight

     Once upon a time, fairies, trolls and other magical creatures lived in the world we live today. The world was prfect, it was nature and magic all over it. That is… if you leave out the trolls.

     Fairies were a very kind species of magical criatures, I mean… who weren’t… If…again you  leave out the trolls …

     As you probably already understood, the trolls weren’t very famous among the rest of the magical creatures and you gotta understand why: they were ugly, they smelt bad and even if the other creatures invited them to parties, wanted  to be   with them, they would never even show a smile, basically, no matter how they were treated, they would always be sad.

Rodrigo L 8B

Um Cãozinho no Acampamento

'Camping On The Coast' - Anglesey

Kris Williams via Compfight

        Era uma vez uns meninos que iam acampar. Eram o João, o Pedro, a Maria e a Matilde. Iam passar as férias de verão a Cuba.

     Quando chegaram, montaram a sua tenda numa mata verdejante, á beira do mar das Caraíbas.

     Ao anoitecer, ouviram um barulho esquisito e tentaram averiguar.

    Descobriram, num tronco oco de uma árvore um cão pequenino, de pelo branco curto, de orelhas caídas, a ladrar, muito aflito.

     A Maria é que o encontrou primeiro: os rapazes treparam à árvore, mas o Pedro caiu, só o João é que chegou até ao buraco do tronco.

     Quando o João tirou o cão  do buraco, ficou muito contente, e numa aflição que podia ter caído, mas correu tudo na perfeição. E os miúdos gritaram de alegria.

     Depois era a hora de ir fazer surf: estavam numa excitação! Gostaram muito de fazer aquelas manobras. Foi uma loucura e muito divertido.

     Passado dois dias tinham de ir embora. Estavam tristes por terem de deixar o acampamento, mas no fim ficaram contentes por saberem que o cãozinho ia com eles.

 Mariana C 6A

Eu Estou Sozinha -II

   Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, Washington, DC

Creative Commons License Leeann Cafferata via Compfight

      Ele deu-me o seu número e eu dei-lhe o meu.

     Quando cheguei a casa, estava tão feliz por talvez ter um amigo, que lhe telefonei logo. Nós passamos horas e horas a falar, sempre sem parar, parecíamos uns papagaios… Bem, finalmente, sentia-me feliz!

      A partir desse dia, passamos sempre a acordar bem cedo, o Bilbo e eu, e assim encontravamo-nos sempre durante cerca de três anos e meio.

      Até que, num dia de chuva, ele não apareceu. Eu esperei, esperei, esperei… mas ele não apareceu.

      Eu tive de ir para a Universidade, porque era o dia da minha Formatura; foi giro, mas fiquei triste por não o ter visto.

      Quando cheguei a casa, tentei telefonar, mas ele não atendia. Passaram-se dois dias e eu, finalmente, decidi ganhar coragem para voltar àquele sítio só nosso.

      Quando cheguei, avistei-o a ir para um autocarro, com uma grande mochila e uma cesta onde estava a sua cadela.

     – Onde vais? – perguntei.

   – Ah, olá! Como estás? Já não te via há muito tempo.

     – Porque não me respondeste nem há bocado?  

      – Ah, isso… É que no dia da tua Formatura, eu já tinha acabado a minha um dia antes… por isso não fui nesse dia. Também não fui nos outros… mas.. bem… “bora”, eu vou dizer-te a resposta: o meu Diretor disse-me que eu tinha muito talento e então ele arranjou-me um estágio em Nova Iorque.

      – Então quando voltas?  – Perguntei eu, muito preocupada.

(Cont)

Maria S, 6C

Mãe, és um Amor

An antidote to winter

Michael Levine-Clark via Compfight

     Se eu estiver a chorar, Mãe, tentas tudo para me fazer rir, mas quando não resulta, dás-me beijinho e abraços para eu me sentir melhor.

     Mãe, tu és uma pessoa boa, falas de modo calmo – quando não te zangas – e de modo correto, sem dizer asneiras.

     Mãe, és linda com qualquer vestido, e ficas maravilhosa com aquele macacão azul-bebé com alças!

    És uma pessoa imaginativa: o nosso querido cão foi chamado de “Bem” e ainda lhe chamas “Peto da Guiné”.

    Todas as noites vens ao meu quarto e dás-me a mão. Se eu tiver um pesadelo, vou ter com o pai e ficamos todos juntos a dormir.

    Agradeço-te todo o amor que tu me dás e a energia, quando estou mais cansado. Agradeço o dinheiro que tu gastas comigo, é incrível.

    És um Amor.

     Mãe, neste teu Dia, desejo-te tanta felicidade como a que sinto, quando encesto e faço 2 pontos e neste 3º Período, prometo-te boas notas!

Francisco Miguel N

 

Os Mistérios da Linguagem

    Smart Cookie

Creative Commons License Leonard J Matthews via Compfight

      É tão estranho nós comunicarmos em palavras! Como as inventamos? Como lhes injetamos um significado? 

      As palavras não vêm assim do nada: vêm do nosso coração, mesmo que seja uma palavra má. Mas depois percebi que, por vezes, as pessoas são como que possuídas por uma palavra que tem carga agressiva. Não pretendem agredir os outros.

     Sempre achei que um palavrão fosse uma autêntica porcaria Mas as palavras más apagam-se com um pedido de desculpa simples e sincero e, se escapar um palavrão, podemos usar uma leve ironia, como: “não se fala com a boca cheia”.

     Como é que nós conseguimos falar e transmitir emoções, através de palavras, como, por exemplo, “Amor”?  Por exemplo, as palavras “Amigo”, “Paz” e “Amor” são palavras que nos mexem no coração.

      A palavra “Família” é linda e é a palavra que une muitas pessoas em comunidade de amor.  Viver a palavra “Família” pede muito cuidado, dedicação e tempo livre, senão ela passa-nos despercebida.

      As palavras criam confiança entre as pessoas e são como uma “chave” que abre a porta para todas as aventuras. 

Margarida Cc, Francisco M N, OE

Texto a 3 Mãos

(Exercício de escrita criativa segundo o livro “Quero Ser Escritor” de Margarida Fonseca Santos e Elsa Serra)

Mãe, Vou Seguir os Teus Passos

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Creative Commons License Jack via Compfight

     Querida Mãe,

     Vou ao tesouro da minha memória: vejo-me a brincar com a Mãe, quando estavas grávida da Mana e o segredo que eu contei à Mana, quando ela estava na barriga, foi o “colar” que eu te ia dar.

     Gosto imenso de fazer as festas de pijama e do serão à noite, com a Mãe e a Mana. Adoro ir às lojas, sobretudo comprar roupa, na tua companhia, Mãe, e de ver logo, quando entro, as peças que me atraem.

      Tu és uma pessoa brincalhona, como toda a Família: este dom genético alegra-nos a vida!

     Ajudas-me sempre que preciso, especialmente nos testes e és muito solidária com a minha vida.

     És muito cativante, com a tua inteligência gentil.

     És muito perfeitinha, Mãe, especialmente com os teus livros escolares, com a forma de passar as páginas…

      Admiro-te por seres uma pessoa determinada: quando queres algo, não desistes logo á primeira. Mas também por seres uma pessoa romântica: gostas de ler livros com histórias de amor e aprecias filmes de comédia e romances.

     Gosto muito de ti e vou seguir os teus passos.

     Mãe, neste teu Dia, desejo-te felicidade como o Sol que nasce no Horizonte e uma vida cheia de Paz e Alegria.

Sofia L, 9B

Mãe, é Estrela que Me Guia

    Dutch Spring

Creative Commons License Roman Boed via Compfight

     Mãe, agradeço-lhe por me ter trazido à Vida! Por me dar roupa tão gira, comida maravilhosa e um lar tão confortável e carinhoso para viver. 

     Sei que às vezes não estamos de acordo, mas respeito a sua opinião e sinto que a Mãe me tenta compreender. Sei que, assim, me está a preparar para os confrontos da vida em que vou combater. 

     Quando visito “a Casinha das Recordações”, vejo-a de novo dentro do meu espaço de bebé, com o fundo insuflável, a brincar comigo, com peluches maiores que eu!

     Mãe, a Mãe é a maior estrela do mundo! É a minha protetora e a melhor Mãe do mundo.

      Admiro muito o trabalho da Mãe, o esforço que tem de fazer para que as coisas saiam o melhor possível. A Mãe é extraordinária, esperta, querida e uma menina corajosa e jovem.

     É aquela estrela que me guia todas as noites para a cama e me faz adormecer. E, no dia seguinte, acorda-me com um beijinho que eu adoro: é o melhor beijinho da galáxia inteira!

    A Mãe é a minha curadeira: quer dizer, quando estou doente, é quem toma conta de mim… “Mãe – são três letras apenas desse nome bendito. Também o seu tem três letras e cabe nele o infinito…” “Mãe” palavra que soa suave ao coração, palavra que encanta e trraz alegria.

     Mãe, a Mãe é uma mulher corajosa que luta para cuidar dos seus filhos sem olhar a obstáculos. A Mãe não se curva perante as dificuldades, mas vence-as.

Federica V, 6B

A Vida Renovada

     Where else can you have a wet salty dog on your lap?

smilla4 via Compfight

     Era uma vez um homem chamado Luís. Esse homem, todos os dias, estava sempre no computador, a trabalhar muito e não fazia “coisas” giras.

     Um dia, quando saiu para o super-mercado, para comprar uma pizza que ia comer logo nessa noite, um senhor velhinho veio ter com ele e disse:

     – Temos que fazer “coisas” mais giras e não estar sempre no computador.

     O Luís, intrigado, perguntou ao senhor como é que sabia que ele estava sempre no computador.

     O velhote foi-se embora e o Luís ficou a pensar sobre o assunto: decidiu que queria mudar e fazer “coisas” divertidas. Foi para casa, fechou o computador e foi comprar um cão. Depois disso, enquanto passeava o cão, foi comprar uns óculos de sol e um boné para ir á praia, coisa que ele nunca tinha experimentado.

     E, a partir desse dia, o Luís tornou-se feliz e fez muitos amigos, incluindo o Bolinha, o cão que ele tinha comprado e que se tornou o melhor amigo dele.

    E assim viveram todos felizes para sempre!

Carolina Cr, 6C

Aluna Convidada

O Ninho

Imagem: Oficina de Escrita

      Eis um lugar que procuramos, uma e outra vez, não só como a origem, mas sobretudo como um fim último, que recupera aquela e a transforma num eterno recomeço.

      Eis um lugar que pode ser entretecido por fios de tempo, de penugens de afeto, de palhinhas de conversas, com raminhos partidos das decisões marcantes.

      Eis um lugar ao abrigo da intempérie, camuflado de folhagem, ousadamente equilibrado no cruzamento de  dois ramos sobre o abismo, como um desafio que a confiança ingénua do ser opõe ao nada.

     Eis um lugar frágil e, ao mesmo tempo, inexpugnável, que ninguém pode tomar de assalto, e é apenas acessível por convite, mas que o primeiro vento da tarde pode derrubar, na sua desarmada exposição a qualquer força errante.

OE

A Experiência Pura do Velejador

     Club Náutico de Barcelona Optimist

Creative Commons License Jendroszczyk via Compfight

    Chegou o dia tão esperado pela Equipa de Otimist do CNC! Esta prova decorreu nas férias da Páscoa, mas vamo-nos focar num dos velejadores que participou com brio. Não foi o melhor campeonato devido às condições do vento que provocaram alguma desestabilização aos velejadores mais pesados.

      Tomás G, no 1º dia, devido à falta de vento, teve de aguardar em terra com os seus companheiros. Ainda se conseguiu realizar uma regata em que, com azar, o Tomás largou fora da linha e teve um Ufd – levando 60 pontos de penalidade.

      No segundo dia, também com ausência de vento, Tomás conseguiu não largar fora e tirou boas regatas, mas dentro dos 20 primeiros.

     No terceiro dia, as regatas foram bem sucedidas e Tomás conseguiu recuperar 20 lugares.

     No quarto dia, foram realizadas duas regatas em que Tomás conseguiu melhorar a sua posição, recuperando 50 lugares no final.

     O mar estava demasiado calmo, mas de um azul e de um cinzento esverdeado, frio e denso. Os velejadores do CNC tinham vindo quatro dias antes para um estágio de treino que não podia ser intenso. Ficaram hospedados numa mansão estupenda com piscina, pinguepongue, snooker, e ainda havia duas cabrinhas sempre a brincar na relva.

      No último dia, o Day Off, estávamos livres por causa do campeonato Nacional: então ficamos em casa a descansar, a partilhar, pois as pessoas estavam nervosas e o convívio é tranquilizante. Fomos à piscina, jogamos playstation…

     O Tomás pode não ter tido a melhor performance no campeonato, mas de certeza que ele aprendeu imenso, divertiu-se e enriquececeu a sua experiência como velejador.

Tomás G, 7A

Os Pequenos Visitantes: Ecos do Dia da Mãe

Imagem: Oficina de Escrita

Tomás – Dei um “sacão”  de prendas á minha Mãe e fomos comer ao restaurante Indicano. O que eu gostei mais de lhe dar foi um macacão azul com renda branca, da loja “2 Tons”.

Vitória – Gostei muito da manhã. Estava toda a família junta a dar os presentes à Mãe. Fizemos “Cupões de Mãe”: colocamos cartões pequeninos numa caixa; nos cartões escrevemos, por exemplo, recados e pedidos que a Mãe nos pode pedir para fazer. O que a Mãe gostou mais foi da carta que eu escrevi, porque a Mãe diz que eu escrevo muito bem, que escrevo as coisas “profundamente”.

Imagem: Pinterest Coupons

Tomás – Também escrevi: “Gosto de ler Harry Potter contigo, Mãe”.

Vitória – Eu escrevi: “Adoro ir às compras contigo, ir à praia, estar em Família” – e a minha Mãe riu-se quando eu escrevi: ” Com aquela cambada toda cá em casa, ainda consegue dar-me atenção e ajudar-me” E despedi-me com “um grande beijo da tua companheira e filha Vitória” – porque tenho cinco irmãos, todos rapazes!

Tomás – Também gostei quando a Mãe ficou emocionada, quando eu disse que quando eu me assustava, corria para ela e me enrolava na Mãe.

Imagem: Minutos de Leitura

Vitória – Esqueci-me de pôr que adoro quando estamos enroladinhas na mantinha a ver TV.

Tomás e VitóriaAdoramos Escrever!

Vitória – No verão, tinha de escrever um texto por semana, mas fazia mais dois: para a professora, para os alunos e outro para a Família.

Tomás – Uma vez, em Chão de Couce, em Coimbra, eu, a minha irmã e um amigo, passeámos sozinhos, por uma parte da cidade por onde não havia carros, mas campos. Sugeri levarmos folhas, para fazermos um herbário, mas esquecemo-nos delas.

Imagem: Un Herbier dans Mon Salon

Vitória – Gostei imenso de escrever o texto do Dia da Mãe!

Os Pequenos Visitantes

A Terra Prometida

     

Asparrena

Paulo  melystu via Compfight

     Era uma vez uma terra muito distante… o seu nome era a TERRA PROMETIDA! Era linda e maravilhosa, os hebreus queriam conquistá-la. Mas tinham de passar pelos Cananeus, os povos mais fortes de Jericó. O rei e a rainha de Jericó eram maus e ácidos.

   Os povos hebreus andaram 40 anos para conquistar a Terra Prometida. Josué era o líder dos povos hebreus e o seu tio Moisés era o antigo líder. O deserto onde viveram 40 anos tinha uma paisagem impressionante: viviam ali serpentes, escorpiões, cabras, camelos e, junto dos oásis, havia cavalos.

     As estrelas, tão bonitas, iluminavam a noite, fazendo toda a gente sair da sua tenda para observá-las. Mudavam-se para longe, a andar dia e noite; sempre que chegavam a um lugar agradável para dormir,  mulheres encantadoras, e com vozes espetaculares, cantavam sempre em festas especiais e também dançavam em roda.

     No seu dia de combater Jericó, os Hebreus estavam muito ansiosos para ganhar, claro que com a ajuda de Deus. Chegaram a Jericó e começaram a combater com os seus inimigos, os Cananeus. Acabaram a luta para ganhar a promessa de Deus: a TERRA PROMETIDA! Todos gritaram:

      – Vencemos!

      E foi aí que conseguiram conquistar “A Terra Prometida”

Layane S, 5C

A Bike Inacessível

     Colorful Childhood

Aikawa Ke via Compfight

      Era uma vez um menino chamado Gonçalo que gostava muito de correr.

       Um dia, os sapatos dele estragaram-se e ele teve de ir ao cascais shopping comprar outros. Ele comprou uns all stars vermelhos porque era do Benfica.

       No dia seguinte, passou outra vez no shopping e viu uma bike muito gira: era azul e tinha uns pedais muito bons. Mas o problema é que ele não tinha dinheiro suficiente. Foi pedir a uma amigo, que estava a comer uma noz e disse ao Gonçalo:

       –  Vá, vai! – Disse o amigo, estendendo-lhe uma nota.

      Mas ainda não bastava. Então, os dois amigos tiraram muitas fotos à bike com o seu iphone.

Gonçalo R, 6A

Mãe, és Adorável

Tulips Michael Levine-Clark via Compfight    

     Quando eu nasci, eu ri-me e tu, Mãe, choraste de alegria. Quando eu era bebé ouvia-te, Mãe! E tu gostavas muito de brincar comigo às escondidas e de cantar para mim.

     Mãe, tu és uma pessoa bem-disposta, amorosa e adorável.

     Tu preocupas-te sempre comigo. Por exemplo: não me deixas sozinha; quando eu estive doente, foste sempre ver se eu já estava deitada e a dormir.

     Adorei quando fomos ao Aquashow: sei que já fomos quatro vezes, mas apetece-me mais…

       Quando eu estou na Escola, sinto que estou com saudades de ti, Mãe. Mesmo em casa, se estás na cozinha e eu na sala, sinto saudades de ti, Mãe.

      Gosto muito de estar contigo em casa, a ver filmes russos com aquelas paisagens de neve.

      Mãe, neste teu dia, agradeço-te, porque me criaste, por me teres dado uma árvore de Amor que vai crescendo comigo e uma fonte dourada de carinho!

       Neste Teu Dia, desejo-te tanto Amor e Felicidade como o Sol brilha no Céu!

Ana Sofia D, 5A

A Mãe que És

delicacies of Spring

Creative Commons License frederic gombert via Compfight

     Hoje estou aqui para celebrar o teu Dia, Mãe.

      Mas antes vamos recordar memórias, as melhores memórias que me pudeste dar dos dias, Mãe. Foste tu que sempre me ajudaste a melhorar e a sempre lutar pelo que quero fazer; nos momentos mais tristes, alegraste-me: ainda me lembro, no outro dia em que comecei a chorar e tu foste ter comigo; deixei de lacrimejar, mas, Mãe, os teus abraços sempre foram os mais carinhosos!  

     Tu sempre foste um exemplo para mim. Sempre que alguém te chamasse e te tratasse mal, tu não ligavas e punhas um grande sorriso, Mãe!

    Quero que saibas que te adoro. Mãe, agradeço-te por me dares a Vida, luz,  tanta alegria, e por nunca me deixares ficar mal.

     Mãe, neste teu Dia, desejo-te que sejas tão, tão feliz, como eu me sinto de te abraçar!

Maria S, 6C

Mãe, Eu Adoro-te

On And On.

John T Howard via Compfight

     Mãe, eu tenho saudades de quando nós dormíamos todos juntos no teu quarto e eu dormia ao teu lado.

     Eu tenho muito orgulho em ti, por muitos motivos, mas só vou mencionar dois: por me teres aturado estes anos todos; e porque, em cada dia, eu olho para ti e eu só penso que quero ser tu, um dia.

     O que tu fazes é maravilhoso, pois salvas vidas. Eu sei que vais fazer mais urnências nos bancos dos Hospitais, também para ganhar mais dinheiro. Não te preocupes que, sempre que eu chegar da escola, vou dizer: “Sei que fizeste um trabalho fantástico com os teus doentes e mereces descansar.

     Eu adoro-te imenso.

    Tu és muito confiante, Mãe, pois tens sempre resposta para os problemas! Sempre que eu estou triste, tu consolas-me e começo a sentir-me muito melhor, pois tu tens o poder de fazer-me feliz só de olhar para o teu rosto!

     Mãe, agradeço-te por me teres dado a vida, por me teres feito a pessoa mais feliz do mundo durantes estes 11 anos.

     Eu admiro-te imenso;  sempre que eu tenho uma má nota, tu reages como se eu tivesse uma boa e também te admiro pelo trabalho que tens feito como Mãe.

    Mãe, desejo-te um dia muito feliz como eu fico por te ter como Mãe.

                                               Feliz Dia da Mãe!

Carolina M, 5D

De Paris a Lisboa em Bicicleta

Imagem: An engineer on a Bike    

      O nosso querido antigo aluno Miguel Dias, recém formado com distinção em Engenharia aeroespacial, tem agora de tomar uma decisão complexa: doutorar-se imediatamente ou estrear-se no mundo do trabalho?

     Criou então um contexto original que contribua para o pôr em “modo de desafio”, a fim de ver mais claramente os prós e os contras da decisão que vai mudar, em breve, os rumos da sua jovem vida. Desde o dia 15 de maio, como podemos seguir no seu site, partiu, de bicicleta, rumo a Lisboa, numa aventura que combina “couchsurfing”, coragem de pedalar e a atração por amizades ainda desconhecidas.

    Em jeito de homenagem, publicamos aqui um texto seu, escrito aos 11 anos, que já anuncia, de algum modo, como é essencial trilhar o que assume forma de caminho real, isto é, o que nos abre a um futuro verdadeiro: 

Imagem: Oficina de Escrita

“Nunca caminhes fora do caminho,

fora do caminho só econtras o mal,

mas, se caminhares dentro dele,

só encontras felicidade.

Dentro do caminho aprendes a viver,

a respeitar e a ajudar,

mas fora dele só aprendes a roubar e a fazer mal.

Vai sempre pelos caminhos,

fora deles só há tentação e maldade.

Se fores pelos caminhos, podes demorar mais tempo,

mas encontras paz, harmonia e felicidade.”

Miguel Dias, 2004

A Melhor Mãe do Mundo!

    
Birthday roses

Roberto Verzo via Compfight

     Mãe, a primeira impressão que tiveste, quando eu nasci e me viste pela primeira vez, foi o melhor sentimento que jamais viveste.

    Quando eu dei os meus primeiros passos, tu sentiste, Mãe, que irias começar a fazer várias coisas a partir dali. As minhas primeiras palavras foram “Avó” e “Avô”, mas depois esqueci-me e comecei a dizer “Papa” – comia muito naquela altura. Tinhas de me dar de comer de duas em duas horas!

     E mesmo agora, quando estou longe, tu sentes que te falta algo e eu também, mas sabes que estou bem. Quando te ligo e aconteceu alguma coisa mal, tu percebes logo, Mãe, pela minha voz. E mais ninguém, só a minha Avó.

     Mãe, quando partiste a cabeça, no nosso restaurante favorito, “A Chaminé“, eu consegui sentir a dor que tu sentiste. E abri rapidamente a mini toalha dodot, para pôr na tua cabeça. Deixaste a mala cheia de sangue e o telemóvel; a mala teve de ir para o lixo. O pai foi a correr, chamaram logo o Inem.  Eu senti a dor que tu sentiste.

     Tu sentes quando eu choro, mesmo quando estou longe. Mãe, quando não estás, sinto um vazio dentro de mim, mas ao mesmo tempo sinto-te presente à minha volta.

      A Mãe é o único ser que nunca se esquece durante a vida inteira! Obrigada por seres a melhor Mãe do mundo!

      Afonso S, 5C

Mãe, és a melhor Mãe do Mundo!

A Nations Flower

Terry Kearney via Compfight

     Mãe, sei que estavas muito ansiosa e muito feliz quando eu estava na tua barriga, para nascer.

     Sempre que viajo contigo, eu pego na tua mão e sorrimos, quando vamos descolar; quando vou viajar sozinha, sinto a tua falta, pois não pego na tua mão. Sempre que sinto falta, pego numa coisa tua e abraço. Quando viajas, durmo sempre com o teu travesseiro.

    Sempre que estou triste, vens me consolar: como um dia em que caí, magoei a minha perna e tu ajudaste-me.

     Toda a gente acha que somos parecidas; isso é verdade: ambas gostamos de comer juntas, somos pessoas felizes e amigas leais.

     Estás sempre pronta a ajudar as pessoas: às vezes, quando tenho dificuldades no estudo e na vida, ajudas-me logo. Tens um coração tão bom e do tamanho do Universo! Neste teu Dia, vou desejar-te Paz, Amor e Alegria no teu coração. Amo-te.

És a melhor Mãe do Mundo!

Layane S, 5C

 

 

 

 

Mãe, a tua Companhia enche-me de Paz

peach rose (3)Creative Commons License patricia pierce via Compfight

     Mãe, lembro-me tão bem, quando tu me aconchegavas, ao ir-me deitar, quando era pequenina…

     O teu sorriso traz-me carinho, felicidade… Ao ver-te rir, dá-me vontade de rir também, pois quando estás feliz eu estou feliz e quando estás triste eu estou triste.

     Mãe, és a minha heroína, és muito corajosa, superas todos os obstáculos que te possam aparecer. Tu não és daquelas pessoas que trabalham só para ganhar dinheiro, tu és também apaixonada pelo teu trabalho.

    Uma das coisas que me faz mais feliz é quando o Pai sai para ir ver o futebol com os amigos, as manas saem com as amigas e eu fico sozinha contigo e vemos televisão juntas: a tua companhia enche-me de Paz.

      És uma pessoa que me transmite um imenso carinho. No Natal, enquanto o Pai está a ver televisão e as manas estão no quarto a ouvir música, tu e eu estamos a montar a árvore de Natal.

     Mãe, neste teu Dia, agradeço-te por me teres dado  Vida e  Amor. Se não fosses tu, eu não estaria aqui e tão feliz como sou. Obrigada por tudo.

Feliz Dia da Mãe!

Maria B, 6B

A Minha Mãe Para Mim

P1040966

Sotiris Marinopoulos via Compfight

       Mãe, tu és metade de mim.

       Quando tu estás noutro sítio, a passear com o Pai, e eu estou com a Avó, sinto que estás aqui, só que dentro de mim.

      Mãe, tu és uma pessoa muito bem-disposta, e transmites energia positiva aos outros que estão ao pé de ti. Como daquela vez em que nós estávamos a passear, o Mano estava muito triste e tu, começaste a conversar com o Pai sobre as coisas que o Mano gosta, e ele ficou feliz.

     Também és tão paciente connosco: quando o Mano não pôs a taça, disseste para ele ir pôr, continuaste a repetir sem perder a paciência. Quando eu faço os tpc, com a letra mal feita, tu não me obrigas a escrever outra vez, encorajas-me a melhorar para a vez seguinte.

      Nós os dois somos tão parecidos: quando tomas uma posição diferente da do pai, eu vejo sempre as coisas como tu vês.

     Os momentos de mim em Bebé estão dentro da minha cabeça, num cofre, onde, às vezes, nem me lembro das minhas conquistas ganhas com o teu carinho: a minha primeira palavra foi “Papa”, comecei a andar aos 18 meses e sentiste, logo que eu nasci, que eu ia ser saudável.

     Mãe, agradeço por me teres criado, és a minha parte de dentro, mesmo que os outros achem que sou mais parecido com o Pai.

      Mãe, neste teu Dia, desejo que tenhas muitos anos de vida e, mesmo quando morreres, estarás sempre no meu coração e na companhia de Deus no Céu!

 Miguel M 5A

A Mãe é tão Especial

     Sonnenberg Gardens & Mansion Historic Park ~ Canandaigua NY ~ Pink Rose Onasill ~ Bill Badzo via Compfight

     Quando eu nasci, a Mãe sentiu uma sensação que não se explica. Quando eu era pequenina, a a Mãe gostava muito quando íamos para o meu quarto e cantávamos “O Pau ao Gato”. A Mãe é uma pessoa que está sempre ao meu lado, quando eu preciso de ajuda. Quando, por exemplo, eu torci o braço, a Mãe não me deixou um só momento.

     A Mãe é uma pessoa tão especial que eu nem a consigo descrever.

    A Mãe tem qualidades que eu admiro muito e que mostra na forma como nos educa e como convive com os outros.

    A Mãe é uma pessoa de coragem, que enfrenta as dificuldades que exigem mais esforço.

    A Mãe  é uma Mãe que eu nunca imaginei ter na minha vida: cheia de alegria e boas virtudes.

   Adoro quando estou a fazer companhia à Mãe, enquanto está a cozinhar delícias maravilhosas. E mesmo que não saiam como a Mãe esperava, ficam sempre recheadas de carinho.

     Recordo-me de uma vez em que fizemos e levamos-lhe um pequeno-almoço à cama e Mãe adorou! Lembra-se quando eu lhe fiz um suporte para o telemóvel com o rolo de papel higiénico? Foi tão divertido!

     A Mãe é gira por fora, mas é linda de morrer por dentro!

    A Mãe, para mim, é uma pessoa agradável que, quando se zanga connosco, põe-nos logo na linha. Quando a Mãe se zanga comigo, eu fico irritada ou revoltada, mas depois, passado “3 dias”, eu percebo e sinto-me com muita confiança e um conforto tremendo.

     Adoro-a por me cuidar quando estou doente e não só. A Mãe é das pessoas que conheço que sabe cuidar dos outros adaptando-se à imaginação de cada um.

     Peço-lhe que nunca desista dos seus sonhos.

     Neste seu Dia, envio-lhe muitos abraços e beijinhos.

    Mãe, obrigada por me ter dado a Vida, com uma colher cheia de amor e um pote de confiança.

Margarida Cc, 5A

Mãe, Teu Coração é Imaculado

     Imagem: Globo

     Hoje também é dia da Mãe de Jesus e nossa Mãe Querida, que celebra cem anos das Aparições em Fátima.

    Depois de dois intensos dias de Festa, ela pode apresentar os seus Pastorinhos como guias de Portugal, uma vez que o Papa lhes veio reconhecer a breve vida heróica: agora são abertamente fonte de inspiração e força de intercessão para todos nós, seus irmãos-aprendizes, pelos caminhos da vida que levam a um Deus de Amor.

     Como disse o nosso Papa: “Temos Mãe. Agarrados a ela, como filhos, vivamos da Esperança que assenta em Jesus. (…) Deus criou-nos como uma esperança para os outros. (…) Sob a proteção de Maria, sejamos, no mundo, sentinelas da madrugada…” (…)

 

Imagem: Site dos Pastorinhos

OE

Mãe, que Seria Eu Sem Ti?

Have you ever tried to let the light go?Creative Commons License Gabriel Caparó via Compfight

     Mãe, Obrigada por me dares a vida, o amor e a alegria!

    Mãe, tu fazes cozinhados de sonho, como por exemplo, todas as espécies de sopa…

    Tens um imenso carinho para me dar: ao deitar-me, fazes-me um leitinho e vens dar-me um grande beijinho.

    És muito corajosa, Mãe, e, ao ver-te rir, fazes-me sentir bem e com energia.

    Guardo um tesouro de recordações dos nossos momentos partilhados, como quando vamos à Brandy Meville comprar roupa ou passear o nosso cão… Todos os dias inventas para nós uma minifesta, com pequenas surpresas.

     Ao pôr do Sol, sinto que voltas do trabalho para me dar alegria, o teu carinho é do tamanho do Sol; o Amor que me dás é infinito.

     Mãe, neste teu Dia, desejo-te as maiores felicidades e vou-te dar um conselho: ainda falta realizares o teu sonho de adotar duas crianças, para continuares a encher, com o teu amor,  toda a gente que passa por ti.

 Maria M, 6B

Mãe, Adoro o Teu Sorriso!

06.Roses.1300BlockTStreet.NW.WDC.8May2012Creative Commons License Elvert Barnes via Compfight

    Mãe, admiro-te por seres tão amigável e por gostares tanto de nós (o Pai é igual).

   Eu adoro quando tu e eu e a Mariana estamos todas na cozinha a fazer bolos. Eu adorei quando tu me ensinaste a fazer ovos mexidos.

     Mãe, eu adoro quando te esforças para me perceber. Por exemplo, quando eu aprendi a fazer contas de dividir. 

     Mãe, lembras-te, nas férias de verão, quando tu me ajudaste a superar o meu medo do 5º ano? Eu acho-te muito independente e, por isso, sinto-me segura. Admiro-te quando me ajudas a estudar!

    Mãe,  Adoro o teu sorriso alegre e amigável. Eu adorei quando fomos brincar as duas nas ondas! Eu acho que herdei de ti o meu gosto de pintar. Eu sinto que, quando tu eras pequena, tinhas muito jeito para desenhar e os mesmos gostos que eu. Por isso acho que, o que tu desenhasses agora, iria ficar belo.

    Agradeço-te por me teres ajudado nos meus momentos de dificuldade e fico feliz por fazeres de mim o que sou. Neste teu Dia, desejo-te uma vida muito feliz, como eu me sinto a desenhar.

Carolina C, 5B

Mãe, Tu Transmites-me Paz

      Sonnenberg Gardens & Mansion Historic Park ~ Canandaigua NY ~ Christmas Lily Onasill ~ Bill Badzo via Compfight

     Mãe, quando eu era pequenina, punhas uma canção e eu ia a dançar para o banho. Tu gostavas muito de pintar telas comigo e de fazer puzzles.

     Eu gosto quando estudas comigo.  Mãe, tu ajudas-me nos momentos mais difíceis.

    Mãe, fico com pena quando dizes que ficas até às duas da manhã a fazer o almoço para a Escola. E dou muito valor ao trabalho que fazes na tua profissão, que é  tão difícil.

     Tal como eu, Tu és uma pessoa silenciosa e transmites-me Paz. À noite, quando vejo televisão com os meus irmãos, Tu recostas-te no sofá e eu deito-me ao pé de ti. 

     Mãe, admiro-te por seres compreensiva. Tu escutas-nos, quando temos um problema com a tua atenção delicada.

     Agradeço-te pelo dom da vida e por fazeres de mim a pessoa mais feliz.

     Mãe, neste teu dia, desejo-te uma vida muito feliz, como uma floresta encantada.

Carolina A, 5B

Mãe, Tu arriscavas a tua Vida por Mim

     Pulsatilla Michael Levine-Clark via Compfight

     Tu colecionas os meus dentes de leite numa boca de barro, para recordares sempre a minha infância.

     Mãe, gosto muito que estudes comigo. Tu és uma pessoa sonhadora, sempre a imaginar coisas boas. És uma pessoa corajosa, que venceste uma leucemia, e, se eu estivesse em perigo, tu arriscavas a tua vida por mim.

     Lembro-me quando eu tinha partido o pé: eram três e tal da manhã, o médico queria que eu ficasse lá até às quatro só com uma ligadura. Então, “tomaste posse de Leão” e ZÁS, obrigaste o médico a pôr-me o gesso. Uma vez protegeste-me de um menino que estava a dizer mentiras: tu  viste nas câmaras de vídeo que eu dizia a verdade.

      Mãe, sei que estás a preparar uma festa fabulosa para os meus anos, com uma batalha de Nerfs! Tu sabes quando as coisas que eu quero são boas ou se vão partir logo e evitas um desperdício de dinheiro.

     Neste teu Dia, fica um infinito OBRIGADA por teres conseguido a Bomba dos Diabetes! Obrigada, Mãe, por me teres feito nascer, por me teres criado e por me teres tornado uma pessoa educada.

Francisco N, 5C

A Super Mãe!

     Maig_1392

Joan via Compfight

      Mãe, quando a vejo, o seu sorriso traz-me carinho e muita felicidade.

      Quando estou consigo, sinto-me segura e muito bem acompanhada.

      Mãe, a Mãe para mim, é muito querida; mostra ternura por nós e vê-se que quer o melhor para nós.

      Também é generosa: faz tudo para nos ver felizes: adorei a viagem ao Douro que nós fizemos, as idas a Montargil, irmos andar de bicicleta e tantas alegrias proporcionadas até agora.

     E a Mãe vai mais longe do que só ajudar a família, também ajuda os que mais precisam nos Amigos à Mão.

     A mãe tem paciência connosco; quando nós estamos a gritar, a Mãe fica calma, mete-nos na linha num instante e nós voltamos à brincadeira.

     A sua simpatia irradia sobre nós. A Mãe é muito desportiva, pois está sempre a jogar Padel.

     Obrigada por me proporcionar a vida e todas as maravilhas até agora. Obrigada por a Mãe ser muito querida comigo e gostar muito de mim.

Feliz Dia da Mãe.

Adoro-a.

 Isabelinha S, 5D

A Mãe é a Estrela do Universo

Valentine's RosesCreative Commons License tdlucas5000 via Compfight 

    Mãe, a Mãe é uma pessoa feliz, bem disposta e muito boa Mãe!

    Ajuda-me sempre, quando preciso. A Mãe é o meu braço direito: está sempre preparada para nos ajudar.

    A Mãe é uma pessoa com o coração cheio.

    Está sempre a pensar nos outros e também, continuamente, a planear presentes para mim e para as minhas irmãs. A Mãe ajuda os outros com muito gosto e amor: no Natal vamos sempre fazer cabazes para ajudar os que mais precisam. 

   Adoro a figura da Mãe na minha vida e, quando faz algumas coisas, lembro-me do meu Avô. A Mãe queria ser atriz ou jornalista, e o meu Avô sugeriu que, se fosse para Direito, tinha mais possibilidades de arranjar uma profissão que gostasse.  A Mãe é igual ao Avô: uma estrela muito brilhante.

     A Mãe é uma pessoa generosa: às vezes a Mãe trabalha muitas horas seguidas, sem comer e sem intervalos, para nos ter a todas nesta Escola que todas nós adoramos.

    A Mãe, quando se zanga connosco é porque nós precisamos. Eu tenho muita confiança  na Mãe. Quando estamos no Algarve, a Mãe dá-nos muita liberdade, apesar de termos horários.

     Gosto muito de passarmos tempo sozinhas, a Mãe e eu.

     A Mãe é uma colher cheia de açúcar: é uma pessoa muito doce para com os outros.

    Às vezes vamos para o Paredão, andar todos juntos, para crescermos bem e com saúde. Uma vez, descemos o rio Douro no nosso barco pequeno… Obrigada por tantas alegrias que nos oferece.

    Obrigada por me ajudar nos seus tempos livres. 

    Neste seu Dia, desejo-lhe uma taça cheia de  amor, felicidade e todas as coisas boas do mundo, para a Mãe continuar a ser a Estrela do Universo.

Carminho S, 5A

Mãe, a Quem Eu Amo

     Sonnenberg Gardens & Mansion Historic Park ~ Canandaigua NY ~ Pink Tulip Onasill ~ Bill Badzo via Compfight

    Mãe, tu és uma pessoa carinhosa; por exemplo, com a minha idade, que tenho dez anos, ainda me tratas por “bebé”.

    Mãe, tu preocupas-te muito comigo, com os meus irmãos e não só. Quando eu cortei a língua, tu chamaste logo a ambulância, ficaste comigo dois dias no hospital e, durante um mês, cuidaste da minha comida especial.

    Mãe, tu és uma pessoa corajosa em enfrentar dificuldades. Admiro o teu espírito de sacrifício: fizeste um esforço para nos levar a todos aos Açores, para estarmos com a Família, na magnífica Passagem de Ano, no Clube Micaelense.

     Quando eu me portava mal, chamavas-me à atenção e eu punha-me logo na linha. Mãe, dás-me sempre o beijo da boa-noite, que, para mim, significa que sentes muito amor por mim. 

     Ensinaste-me a andar, Mãe, e, com esses passos, queres ensinar-me a seguir pela vida fora por caminhos bons.

     Mãe, aprecio seres compreensiva: quando me magoam, tu sentes, ficas do meu lado e defendes-me.

     Mãe, Agradeço-te porque me criaste: percebi que só queres tratar muito bem a mim e aos meus irmãos, dar-nos uma vida sempre melhor, sempre mais feliz!

5C Rafael Cy

 

A Minha Mãe é um Anjo

the light of Spring

Creative Commons License frederic gombert via Compfight

      Quando eu nasci, Mãe, tu disseste:

     – É tão fofinha! Vamos chamar-lhe “Svetlana” porque  ela é parecida com a “Luz de Deus”.

      A primeira palavra que eu disse foi o nome do meu irmão. (Meu Deus, devia lavar a boca com sabão).

     Eu gostava muito quando víamos os desenhos animados e tu me traduzias do Inglês e explicavas o significado do que eu não compreendia e o que faziam as personagens.

    Eu adoro desenhar contigo, Mãe: desenhamos lontras, ratos, arminhos…

     Admiro-te: és bonita como um cristal, muito inteligente. Quando faço um disparate, tu dizes:

     – Sou tua Mãe! Sei tudo!

     Tu és uma pessoa simpática e amorosa, sabes acolher os outros, fazes tudo melhor do que eu e ensinas-me. És optimista, transmites energia positiva.

    Mãe, neste teu dia, agradeço o teu amor, o teres-me dado a vida. Se não fosses tu, eu não conhecia os amigos, os professores, nem a ti, Mãe!

      Obrigada, Mãe , porque me criaste e me educaste, dia após dia. Ensinaste-me tanto, deste-me de comer, cuidaste de mim.

     Desejo que vivas muitos anos, com saúde e paz, e, quando morreres, sejas uma Santa!

Svetty T, 5ºB

A Mãe mais Querida

Future...Creative Commons License frederic gombert via Compfight

    A Mãe é querida comigo. Ajuda-me quando eu caio. Quando tenho pesadelos, chamo-a, e a Mãe vem, embora o quarto não fique perto. Acolhe-me com um sorriso quando eu chego da Escola, pergunta-me como correu o dia e, às vezes, se recebi algum teste.

     A Mãe é amiga de todos: cumprimenta as pessoas nas lojas e fala com elas; no Natal, em casa da minha Tia, a Mãe anima a Festa e leva o seu maravilhoso bolo de chocolate.

     Quando eu era pequenina, a Mãe jogava comigo ao Mata, Futebol e Voleibol. À noite, a Mãe lia-me histórias, e eu adorava a sua companhia que sempre me faz sentir bem.

     Gostei imenso de ir a Tavira, de ir à praia, de ir a Tróia, à ilha do Farol, à ilha de Armona e a outras ilhas, de andar de barco e ainda da tua Festa de anos… Tantos momentos inesquecíveis que são um tesouro na minha memória,  partilhado com a Mãe mais querida do mundo!

     Mãe, agradeço-te por eu ter nascido, por me teres alimentado e cuidado; quando eu era bebé, eu ouvia as suas palavras e a Mãe ensinou-me a andar e a falar! Hoje a Mãe ensina-me a viver, a  não desistir de lutar  e a não enganar.

     Mãe, neste teu Dia, desejo-te toda a Felicidade!

Mariana C, 6A

A Mãe é uma Pessoa Generosa

Dandelion Don Sniegowski via Compfight

       A Mãe é uma pessoa cheia de Alegria; ela gosta de festas e enfeita a mesa dos meus avós no Natal.

     A Mãe é uma pessoa amigável: ela faz-me o pequeno almoço sempre que não há cereais; ela gosta dos passeios comigo, no Parque: brinca comigo, apreciamos juntos a Natureza, falamos das rochas grandes; a Mãe também aprecia ver-me a divertir-me nos baloiços.

    A Mãe tem sempre determinação em proteger-me: sempre me diz para olhar para a direita e para a esquerda quando eu for atravessar as estradas.

    A Mãe é uma pessoa generosa, que ajuda as pessoas: procura-me quando saio da Escola e fico perdido e não fica zangada quando vou por outro caminho.

     A Mãe é uma profissional brilhante que dá aulas no Cambridge e escreve. Tem desenhos de Arte: como me ajudou para a aula de ET, eu descobri o seu talento, Mãe.

     Eu e a Mãe vamos quase sempre juntos pagar o mês da água, gás e eletricidade e também fazemos sempre as compras para trazermos o mais importante para o mês ou para a semana. Esses momentos são importantes e fantásticos, Mãe.

     Mãe, agradeço-te por me teres dado a vida, por aqueles momentos maravilhosos que me deste, por me ofereceres oportunidades que muitas crianças não têm, como ter um computador, pela liberdade que deste à minha vida!

     Mãe, neste teu Dia, desejo-te um Feriado Fantástico, pois é como um outro aniversário, em que a prenda é este texto e com todas as outras Mães do mundo.

Michael S, 5A

Animais em Liberdade

Little Pretty Bird

Trey Ratcliff via Compfight

Tese:

    Em relação a os animais, considero que devem viver em liberdade.

1º Argumento:

     Em primeiro lugar, embora nos jardins zoológicos ou aquáticos se diga que os animais são “felizes”, na verdade, eles sofrem nas suas celas, chegam a enlouquecer ou ficam com depressão.

2º Argumento:

     Em segundo lugar, os animais têm direito a caçar, saltar, correr, reproduzir-se livremente porque eles pertencem á selva e assim foram criados por Jesus.

3º Argumento:

     Finalmente, os animais precisam do amor que só encontram no seu habitat ou em territórios próprios bem defendidos, como por exemplo, o lince ibérico na serra da  Malcata.

Conclusão:

     Por todas estas razões, eu defendo que os animais devem viver em liberdade!

Svetty

Onda de Férias

Surf's Up!

Prab Bhatia via Compfight

      Começou muito cedo o meu primeiro dia de férias, porque ainda estava habituado à escola,  e porque não gosto de acordar depois das  8h 30.

     Então, a preparação para o Campeonato começou num sábado, em que não tinha que estudar e podia fazer Surf o dia todo. Acordei, lavei a cara, tomei o pequeno-almoço, habitual, depois o meu professor de Surf, “o Gatinho”, levou o seu cão para o treino.

     Começamos a ir buscar as pessoas na carrinha: eu sou sempre o primeiro a “ser buscado” e demorou muito tempo. Finalmente, chegamos à praia e estavam altas ondas! vestimos o fato, pegamos nas pranchas e fomos Surfar com o “Gatinho” a filmar. Depois fomos todos jogar futebol e voltamos a Surfar outra vez.

    Assim acabou o meu dia com altas “surfadas”, dias super-divertidos, e daí em diante, todos os dias de treino serão assim!

João P, 6A

Rumo a uma Outra Escola

Middle Earth: Shadow of Mordor / Into the LightCreative Commons License

Stefans02 via Compfight

     Eu gosto de dormir muito, comer, jogar, especialmente com os meus amigos, e também de ir à piscina.

     Se eu pudesse mudar a Escola, eu punha-lhe um Parque aquático, um Bar que servia petiscos de pôr água na boca, uma máquina de comida, uma Arcade com jogos tradicionais, uma piscina de bowling, uma sala que servia para que os atores que davam voz a personagens, pudessem lá estar a dar autógrafos e a tirar fotos com os estudantes que quisessem.

     Eu gostava de ter essa sala, porque eu queria conhecer pessoalmente, os atores que deram as vozes aos personagens do meu jogo favorito: Overwatch.

    O dia a dia dos estudantes torna-se muito difícil de descrever, pois eles faziam praticamente tudo o que havia na Escola: eles nunca se aborreciam ao aprender por jogos e atividades de Grupo com os amigos.

     Os professores, se pensarem bem, querem que nós nos foquemos na matéria e, supostamente, a Escola transmite algo para a vida. Nesta Escola que eu imagino, nós tínhamos tudo para nos divertirmos a aprender.

João Francisco, 7B

Porque Comemos Sem Ter Fome?

Imagem: Facebook – Fome Emocional

     A nossa Querida Antiga Aluna e Psicóloga Júlia Marçal continua a desenvolver um Projeto dinâmico em torno do seu livro “A Comida como Almofada Emocional“, depois do seu lançamento na Biblioteca de Cascais, através de workshops e de encontros abertos em piscinas, esplanadas e outros lugares aprazíveis onde se formam pequenos grupos de partilha.

     Esta questão importante, trabalhada com estratégias eficazes, tem permitido a muitas pessoas de diferentes idades e condições, potenciar a sua auto-confiança e a sua energia criativa.

      Ouçamos também a voz da própria Autora: 

     “O tema da Fome Emocional diz respeito a uma área complementar aos temas da Alimentação Saudável e dos Estilos de Vida Saudáveis, uma vez que trata de controlar o comportamento alimentar através do conhecimento de padrões que levam as pessoas a comerem sem terem fome.

    Neste sentido, abordar a fome emocional é mais do que permitir a manutenção de uma imagem física agradável, pois é, também, uma forma de prevenir doenças como diabetes, colesterol e doenças cardiovasculares.

     No passado Verão de 2016, em parceria com a Piscina Oceânica de Oeiras e, também, com a Piscina de Barcarena,  desenvolvi um conjunto de sessões informativas sobre o tema da Fome Emocional. O objetivo foi o de levar, junto das pessoas, a seguinte mensagem: “nem sempre o que comemos tem por base uma necessidade fisiológica do organismo, pelo que é importante perceber porque, por vezes, a mente pede comida que o corpo não precisa”. Para além desta mensagem foram abordadas várias técnicas para controlar os impulsos para com a comida.”

Júlia Margarida Marçal

Parabéns às Irmãs do Amor de Deus

     Imagem: Amor de Dios

     A Congregação das Irmãs do Amor de Deus faz hoje 153 anos! Fundada em 1864 pelo nosso Padre Jerónimo Usera, continua presente em vários países do mundo, ao serviço da sua Missão específica: Evangelizar através da Educação.

     Com o breve vídeo de celebração que as Irmãs partilham connosco, aqui ficam os nossos Parabéns a todas as Irmãs do Amor de Deus, com os votos de que o seu Carisma vivo continue a inspirar o sentido que dão à sua Missão, nos desafios que interpelam a Escola dos nossos dias:

“Educar é a nossa forma de Amar”

OE

Conversas na Oficina: Uma Raposinha no AquaPark

On the Run! Pat Gaines via Compfigh

          O Dia começou como normal, com o Túlio, panda vermelho ou pequeno, que acordou e disse:

    – Vou pintar as caras dos meus irmãos e irmãs com pasta de dentes.

     E desenhou uns bigodes ao Vanya, o cabrito; e com a caneta desenhou os olhos e foi ter com a Svetlana, eu, a raposa com seis caudas e penteado vavilonas e também sou um Pokémon Vulpix, nº 37 e desenhou-me uma barba e uns olhos.

     Eu acordei e ralhei:

     – Tuuuuuulio! Apaga isso, depressa!

     O Tuliou apagou e disse-me:

     – Tu viste a tua cara?  – E riu-se.

      Eu, Svetlana, dei-lhe uma bofetada:

      Twack! E afirmei:

     – Se me voltas a fazer isso, vais ser o meu saco de boxing!

     Ao pequeno-almoço os pais perguntaram:

    – Crianças, sabem onde nós vamos?

    – Vamos ao Aquapark?

    – Claro! – responderam os pais.

       Nós fomos numa caravana, o Tulio, os seus irmãos, eu, os cachorrinhos de Huskie, Aliosha, Grisha, os cachorrinhos de Boxer, todos  para o Aquapark e, no minuto certo, os cachorrinhos de Huskie, exclamaram:

      – Estamos cansados! – a viagem era longa.

    Quando chegaram, eu mostrei os Escorregas radicais, chamados “Tornado-Kamikaze-Whirlwater”.

     Eles experimentaram as  diversões mais espectaculares. Recordo quando Vanya gritou:

     – Não Quero!

      Mas depois, todos se divertiram imenso e regressamos à noite. Nunca me esquecerei desse dia maravilhoso.

(Em parte ditado)

Svetty T, 5B

Ecos do Sarau: Caetana B

     

Imagem: Dança das Artes  Colégio Amor de Deus

     Eu gostei mais da Dança das Artes com a minha Tia. Não é por ser minha Tia, mas foi a parte mais viva e com espanto. Havia jovens a cantar, depois os que cantavam tinham um fato preto com fitas de papel higiénico cobertos com uma tinta especial que, com as cores, se tornavam néon. Em cada música, um ou dois cantavam, raparigas e rapazes, alternadamente, enquanto os outros dançavam. Esta dança dava imenso gosto ver.

     Participei como “menina Rosa”; o tema era o facto de que somos todos diferentes; então, havia vários subtemas: as Rosas, os Nerds, os Cientistas, os Góticos etc. Quem gostava de Rock ia dançar mesmo que pertencesse  a grupos diferentes: assim, na diferença, podíamos estar unidos. Aí é que fui dançar Hip Hop.

     Gosto imenso de Hip Hop. A Mafalda Aguiar é que fez a dança, que se chamava “Light it up” e nós ensaiámos 2ª e 3ª antes das férias e depois esta 4ª 5ª e 6ª. Foi a dança do 7º.

    Os objetivos desta Festa foram celebrar a nossa Comunidade Educativa e conseguir dinheiro para a Escola Secundária no Bairro do Namuinho, perto de Quelimane.

Caetana B, 7C

Ecos da Festa do CAD: “Deixa-te Surpreender”

Imagem: CAD

“O que mais apreciou no Sarau ou na Festa da Comunidade Educativa?”

     Com esta pergunta acolhemos quem se dirigia à responsável da Oficina de Escrita, que teve o privilégio de dar apoio na bancada da AJU.

     Ana Catalão, Coordenadora do 3º Ciclo – O que mais me tocou foi a alegria e a cumplicidade entre os alunos.

Prof Ana, Coordenadora do 3ºCiclo

     Um Aluno – A Dança das Artes, cheia de cores fluorescentes.

     Carolina – A Ginástica Rítmica, na Banda.

     Gonçalo, aluno do Secundário – A música “O Avião sem Asas”, porque fui eu que toquei.

Projeto de 5º e 7º: A Horta Biológica

      Maria M, 6B – O que eu mais gostei foi de estar com pessoas que estavam distantes de mim. Fiz descobertas. E toquei flauta: “O Amor é assim” e “We are here right now”.

Prof Paulo – HGP e Espetáculos Magníficos

     João R, 8B – Gostei muito do nono ano: fizeram uma dança sobre um combate entre o bem e o mal. Estavam todos atados e com a vista toda tapada.

Os Maravilhosos Músicos do Secundário

     Júlia Marçal, antiga aluna, autora de A Comida como Almofada Emocional – Gostei muito da Cozinha Molecular, onde fazem morangos com caviar de chocolate, gomas de gelatina… são opções lights para snacks.

A Jovem Autora de “A Comida como Almofada Emocional”

     Sofia Ferreira da Costa, antiga aluna, autora de “O Menino que não Conseguia Sonhar – Gostei mais de ver o meu sobrinho Miguel! Foi a primeira atuação em que ele estava no Xilofone. Em segundo lugar, gostei da dança das Artes do Secundário, com fitas fluorescentes. E pela primeira vez, percebeu-se bem o encadeamento das várias partes do Sarau, que compuseram, de forma original, a história de Jesus. A minha sobrinha Maria fartou-se de dançar: começava tristinha, com um leve sorriso e as outras vinham dançando à volta dela e acabavam todas contentes no fim.

Projeto do 5º Ano: “Embarca no Não É”

     Filipe Ferreira da Costa, antigo aluno, pais de três alunos – Apreciei muito a exposição das Parábolas, a forma como foram recriadas as personagens. Na festa do 1º Ciclo, achei que as crianças estavam muito contentes, que aquilo lhes estava a saber bem, que cantavam com gosto.

    Uma antiga aluna, Mãe da Maria Inês do 5ºC, recordando os seus tempos de estudante, destacou a inesquecível ternura partilhada entre alunos e professores.

” Profes.” Teresinha e Susana, embarcadas no “Não É”

     As nossas antigas coordenadoras, Helena Pinheiro e Isabel Santos vieram ver os seus netos atuar e apreciar toda a Festa, respirando, por momentos, de novo, “o ar da pátria”, pois na alma do nosso Colégio ficou impressa  a doação de toda a sua vida profissional.

    Entretanto, no cantinho da AJU, irmã leiga do CAD, onde o mesmo carisma do Amor inspira “a renovar o mundo passo a passo”, também nós “nos deixámos surpreender” pela alegria viva que iluminava a Festa.

Uma Mini-Equipa AJU participante na Festa 

AJU – Facebook

OE

Festa do CAD Solidária com a Escola de Quelimane

Imagem: Irmãs do Amor de Deus

    Desde 1980 que a Campanha “Aqui precisam de Nós” tem vindo a estreitar os laços entre as diversas Comunidades Amor de Deus espalhadas pelo mundo, no aprofundamento da Solidariedade com todas as crianças, adolescentes e jovens que frequentam as Escolas mais carenciadas.

     Este ano, a Festa da Comunidade Educativa do Colégio Amor de Deus em Cascais, que estreou ontem com o seu belíssimo Sarau e se prolonga por todo o dia de hoje – 22 de Abril – está a orientar todas as suas atividades lucrativas para dar o apoio pedido pela Escola Secundária Amor de Deus, a 10 km de Quelimane, no bairro do Namuinho.

Imagem: Ataca Blog

     A Escola, que conta com mais de 600 alunos do Secundário, carece de um ginásio que possa servir também como salão multi-uso, em vista das diferentes atividades que não se podem realizar ao ar livre durante os frequentes períodos de chuva, tal como as aulas de Educação Física, a prática de Desportos e, ainda, as reuniões alargadas com os Alunos ou os Encarregados de Educação. 

    É de notar, que esta Obra das Irmãs recebeu o devido reconhecimento e gratidão do Ministério da Educação de Moçambique, pelo apoio que representa ao esforço do Ministério em solucionar o problema de sobrelotação das turmas do Ensino Secundário nas Escolas Oficiais, que chegam a incluir 60 alunos. 

    Assim, na Alegria partilhada em mais uma Festa da Comunidade Educativa, saudamos os nossos irmãos e amigos de Quelimane, na Escola Secundária Amor de Deus!

OE

Link para o Video

                   

Quem Namora

Love moment

FUMIGRAPHIK_Photographist via Compfight

     Namorar é a forma bonita de viver um amor. Namora quem lê nos olhos as vontades do outro. Namora quem sonha, quem teme, quem vive marcado de amor e quem morre vivendo de amar, quem morre de amor por ti.

     E eu? Valorizo quem cuida de mim e gosto de quem me sorri com sinceridade. Teu amor é minha vida, meu céu! Amo-te porque és especial, porque te adoro.

     E o Amor não faz o mundo girar, apenas faz viver a pena viver nele. Estar ao pé de ti… não é apenas ter as estrelas, é ter todo o Universo num simples gesto, num simples olhar…. Amar-te não é apenas uma gotinha de água no mar… É ter um lindo e imenso oceano para nadar. E junto de ti sempre estar.

     Só amando sei onde penso chegar, só amando amarei para sempre, até o mundo acabar! Quero estar contigo, num momento chamado “sempre”. E para sempre estar ao teu lado, viver e reviver momentos, especiais e românticos ou maus e infelizes, mas, se forem maus, ao menos estarei ao teu lado.

Lara B, 9ºA

Conversas na Oficina: Ideias para o Futuro

Elite Dangerous / Careful of the AsteroidsCreative Commons License Stefans02 via Compfight

      Avalio o meu desempenho como suficiente. Subi muito em Moral, mas tenho que estudar mais para Português, pois desci. A HGP desci a média e a CN muito pouco.

     A Português desci por causa dos tempos dos verbos, e o que é mais difícil para mim nos testes são as interpretações de texto. Nas composições posso melhorar os advérbios e as preposições.

      A minha estratégia para HGP é escrever apontamentos, tentado fazer por palavras minhas e uso as do Manual que não posso mudar. O meu Pai estuda um pouco comigo.

      A CN desci muito pouco, mas devido à forma como as perguntas são feitas. A Estratégia de recuperação vai ser estudar mais sobre os  animais fazendo perguntas por palavras minhas e imitando os exercícios do teste.

     A subida a Moral foi graças ao resumo que o Prof nos deu; escrevi algumas ideias do papel que o Prof nos deu, acrescentei outras ideias do Manual e fui buscar outras ideias à minha cabeça. Gostei de pensar sobre os sítios em que Jesus foi um homem verdadeiro e verdadeiro Deus e onde viveu na Terra.

     Os meus Projetos de Páscoa são fazer alguns ovos de decoração, comprando doces para comemorar, se conseguir. Brincar com a minha vizinha, é a única companhia que tenho, é como a minha melhor amiga. Gosto de desenhar, uso um caderno de folhas lisas, desenho por imaginação, pois ganho as minhas ideias nos meus sonhos, quando estou a dormir à noite. Tenho uma cabeça fresca, lembro-me bem dos sonhos.

     Estou a ajudar um rapaz que tem cancro, com toda a minha Turma: compramos alimentos,  vendêmo-los por preços mais baixos e enviamos o dinheiro para esse menino, que se chama Tiago.  

     Desejo que nós ajudemos todas as pessoas do mundo que precisam de ajuda!

Michael S, 5A

Conversas na Oficina: MB e MM

Imagem: Oficina de Escrita

MM – Qual é o teu um objetivo para o 3º Período?

MB – Voltar a subir a HGP, pois desci muito.

MM – Eu subi a Matemática: tive 73% e quero continuar a subir. Outro objetivo é subir a HGP, em que também desci muito, mas estudei imenso.

MB – Estudaste mal.

MM – Eu desci porque achei as perguntas difíceis. A matéria também é muito árida.

MB – Eu distraio-me na aula e devia ter estudado mais. O Gonçalo e o Flor distraem-me na aula.

MM – Passa-se o mesmo comigo. Subi às outras disciplinas, mas o Prof não me deixou mudar mais para trás. Continuo entre o Areia e o Gonçalo.

MB – Também subi ás outras disciplinas. Já tenho 60% a Português.

MM – Um bom método de estudo, para mim, que sou mais visual, é escrever resumos com cores diferentes.

MB – Faço desenhos, sobretudo a Ciências e sou mais auditiva.

MM – Um bom momento deste Período foi quando faltei á escola: fui à Serra da Estrela e queimei a mão na neve; caí a fazer sky.

MB – Um bom momento foi a Festa do meu Amigo: fomos todos juntos ao Bounce, com os melhores amigos e depois fomos todos juntos para casa dele.

MM – Os meus projetos de Páscoa são passá-la em Família. Tenho 19 primos e a minha Tia está grávida de gémeas: vão ser 21 e, ao todo, somos 42 primos direitos. Nós, os pequeninos e só até aos dez anos, fazemos a caça aos ovos. Eu e a minha prima vamos receber um buldog francês e estamos a pensar fazer uma caça ao tesouro com poistas para os priminhos pequeninos.

MB – O meu projeto é que a minha avó melhore e pare de subir o escadote. Ela vive no Folhadal, ao pé de Viseu. Na Páscoa vou vê-la e tenho um primo lá também. Vamos tentar convencer a Vovó para não viver sozinha.

MB e MM – Os valores supremos para uma vida feliz são a Família e os Amigos.

MM – Fiz uma experiência solidária indo ao Shopping recolher comida para o Banco Alimentar.

MB – Também fazia isso quando era escuteira. Havia uma Senhora com dois cães que não tinha dinheiro, mas nós ajudamos a Senhora e os cães. Ela vivia num cantinho, no meio da rua.

MB e MM – Para Inovar a Escola, podemos fazer jogos para aprender. Por exemplo, o Str de Matemática diz “Barra – 4:2” e nós fazemos as contas e vamos a correr buscar o lenço. Também podemos fazer mais trabalhos de Grupo, usar suportes digitais. Temos muito mais ideias com os outros.

MB – Se aparecesse alguém, quem escolherias?

MM – Justin Bieber! No dia dos anos enviei-lhe uma mensagem. É o adolescente mais famoso do mundo! 

MB – Alguém que merece um magnífico obrigada é a minha Avó. Porque sempre cuidou de mim quando eu estava doente. Convivemos muito quando eu era pequenina. Fez dia 14 um ano que ela morreu.

MM – A Minha Avó! Gostaria tanto de a rever!

MB – Eu também gostava tanto de a rever. Porque também me encheu de carinho!

Maria B e Maria M, 6ºB

Conversas na Oficina: Em Defesa da Pátria – II

Imagem: Colégio Militar da Luz

     Gosto muito de arriscar, adoro mesmo! Já pensei em ser polícia, mas os tropas é que fazem quase tudo: vão para as guerras, protegem os cidadãos… Uma vez, eu estava a ver um jogo no Porto, começaram-se a meter com o meu Pai,  veio um militar e Pumba! no meio da corneta, com a pistola de laser!

     Quero ser tropa de operações especiais: são os mais perigosos do mundo; temos toda a liberdade, acertamos em alvos com tiros de G3, usamos canhões…

     A 1ª Missão que eu queria fazer era proteger Portugal da Ucrânia e da Rússia, pois eles estão loucos pelo Petróleo, mas os carros vão ser movidos a água – com um litro dão a volta ao país. Como o petróleo vai acabar, eles podem ficar loucos contra Portugal.

     Queria usar um fato especial de comandos. Na minha carreira militar, quero ir para países distantes, proteger mulheres e crianças. Como vou para o Colégio Militar, quando tiver 20 anos já vou estar a fazer tiroteios com coletes à prova de bala. Venho do Colégio, com a minha professora Inês e com a minha Mãe, todas as quartas-feiras para jantar. Sempre que me puderem ir ver a marchar, no desfile anual do Colégio, iam a minha Mãe e os meus primos; a professora Inês tirava fotos e mostrava no blog.

Francisco N, 5C

Conversas na Oficina: Em Defesa da Pátria – I

     A Stuart light tank, fitted with a hedge cute and heavily sandbagged against ‘panzerfausts’, supports US infantry in the bocage, July, 1944.

Jared Enos via Compfight

     O meu projeto de Futuro é seguir a carreira militar. Sinto que as coisas militares sempre foram para mim, começando pelo meu avô, que levou 3 tiros no joelho, durante uma guerra, o meu próprio pai que fez a Guerra do Ultramar e o meu irmão mais velho que já foi convidado para o Exército.

    Gostaria de continuar a estudar, para, no futuro, ser militar, a fim de proteger todos os cidadãos de Portugal.

    Quando a escola militar se tornar inovadora, vamos ter um pavilhão para aprender a fazer um tiroteio contra alvos – isto sim que é fixe!

    Além disso, se estivermos na rua, se alguém nos aponta uma arma, eu consigo fazer o que é preciso para nos defendermos: levantamos os braços, dizemos:”- Baixa!”. Assim que ele inclinar um bocadinho a arma, nós agarramos-lhe a mão, torcemos, a arma cai e nós chutamos a arma. O mais importante é arrematar, quando ela cai no chão, pois mais vale andarmos à luta, do que estarmos ali aos tiros.

     Uma vez, quando era pequenino, fui com o meu tio a um Centro Militar e andei dentro dos tanques: há lá um botão para levantar o disparo gigante.  Andei num carro de combate com dois metros de altura e nos autocarros onde os militares vão todos preparados.

    Também assisti a um tiroteio: estava a ir para Lisboa de carro, vi a polícia e tiros a passar em frente á janela. Os bandidos estavam dentro de uma casa e eles disparavam contra os escudos e os carros da polícia.

(Continua)

Francisco N, 5C

Conversas na Oficina: Projetando o Estudo – Svetty

Choose Your Own Adventure

chiaralily via Compfight

     Avalio o meu desempenho, neste período, como suficiente. Mantive quase todas as médias, incluindo a média excelente a Inglês, mas desci a Matemática e a Português.

     Penso ter descido a Português porque os complementos são difíceis, há longos textos e interpretação para escrever e não consigo escrever muito, porque fico cansada.

     A Ciências não subi mais por falta de atenção nos testes, pois nas aulas estou com atenção. Mas nos testes quero fazer depressa, para poder esperar que toque e desenhar. Enquanto não desenho as minhas ideias, estou inquieta, sinto-me nervosa.

      Como estratégia, para melhorar, vou fazer os meus testes a duas velocidades: 1º rapidamente, depois, mais lentamente, para ver e corrigir o que já fiz. Não vou levar papelinhos de apoio para os testes de HGP, isso não é justo.

     Para subir a Português, vou agendar 5 etapas de estudo; vou ler o “Príncipe Nabo” e estudar as categorias do Texto Dramático.

    Para subir a HGP, também vou agendar etapas; depois leio por parágrafos, tapo o livro e repito por palavras próprias. Em seguida vou escrever apontamentos.

    Para que o ambiente na aula seja melhor, tenho o direito de pedir para não ser incomodada com pequenos ruídos feitos de propósito para me desconcentrar.

     Projetos de Arte para estas férias: Vou desenhar “A Guerra dos Balões de Água” em banda desenhada, um “Aquapark” e um Holmes Place” de SPA e lazer. Vou também escrever sobre “Aventuras de Crianças com Cauda”, que são bandas desenhadas sobre animais antropomórficos – na internet chamam-se “Furry”.

     Um bom momento deste período foi escrever com a Prof Inês.

Svetlana T, 5B

Páscoa 2017

Imagem: Missionarios Paules

Agora é um Dia novo,

Oferecido a Estrear

É como a vida de um ovo

Acabado de Estalar

E que fazemos com isto?

Surpresa que arde nas mãos.

É um presente de Cristo

Para irmos ter com os Irmãos:

Uns saem pra trabalhar

Outros treinam-se na escola,

Há os que vivem a cantar

E andam a pedir esmola.

Todos recebem a herança

Deste Tesouro incontável

Onde vão beber a Esperança

Sobre a Promessa admirável

Que um dia Jesus nos fez:

Cada um, na sua história,

Progredindo vez a vez,

Vai entrar na Sua Glória

E por obra do Amor

Seja qual for sua sorte,

Pode viver no Senhor,

Para lá da própria Morte.

OE

Elegia II – A Paixão

Imagem: Le Royaume

Com os braços na Cruz, meu Redentor,

Aberto me esperais, com o Lado aberto,

Manifestos sinais do Vosso amor.

Ah quem chegasse a ver um dia, de mais perto

A ver, com os olhos da alma, essa ferida

Qu’ esse coração mostra descoberto!

Esse, que por salvar gente perdida

De tanta piedade quis usar,

Que deu, nas Suas mãos, a própria vida.

A Sangue nos quisestes resgatar, 

De tão cruel e duro cativeiro,

Vendido fostes vós por nos comprar.

Padecestes por nós, manso Cordeiro,

Pisado, preso e nu entre ladrões;

Ardendo o fogo posto no madeiro,

Ardam postos no fogo os corações. 

Frei Agostinho da Cruz

(século XVII)

Canta Língua Gloriosa

                                                                    Imagem: wikipédia
                                                                                                         
  Celebremos o Mistério
Da Divina Eucaristia
Corpo e Sangue de Jesus: 
O Mistério do Deus Vivo,
Tão real no Seu altar
Como outrora sobre a Cruz.
Vindo à Terra que O chamava,
Cristo foi a Salvação
E a Alegria do Seu povo.
Foi Profeta, foi Palavra
E Palavra que pregada,
Fez do mundo um mundo novo.
Foi na Noite Derradeira,
Que, na Ceia, com os Doze,
Coração a coração,
Se deu todo e para sempre
Mãos em benção sobre a Mesa
Da Primeira Comunhão.
Assim Deus, que se fez Homem,
Tudo fez em plenitude
De humildade e de pobreza.
E o milagre continua:
Onde falham os sentidos,
Chega a esperança de quem reza.

         

Conversas na Oficina: Projetando o Estudo – Afonso S

'Learning how to monk'

Gabriel de Castelaze via Compfight

      Avalio o meu desempenho, este 2º Período, como muito bom. Subi a Matemática, mantive quase tudo e desci um pouco a Português.

     A subida a Matemática deveu-se a ter estudado com o Francisco N e de ter passado a estar mais atento nas aulas.

     A descida a Português deve-se a ser uma disciplina em que estudei menos, porque houve muitos testes perto. Senti que esses testes eram mais importantes, porque tinha médias mais baixas nessas disciplinas, por isso estudei mais para esses testes.

     Reformulando os objetivos para o 3º Período, gostaria de subir a Português e gostaria também de poder melhorar a Matemática.

    A minha estratégia de estudo preferida é quando a minha Mãe lê e faz uma revisão comigo; para Matemática, eu simplesmente faço exercícios, a minha Mãe vai ao livro de atividades, vê o que já foi feito e usa o que não foi feito, ou apaga tudo para eu fazer de novo.

Afonso S, 5C

Conversas na Oficina: Projetando o Estudo – Layane

Adventure - Option 1

chiaralily via Compfight

 

Avalio o meu desempenho este período como sendo bom; mantive a minha excelente média a Inglês, subi, desci e subi a Matemática; desci a Português e a HGP.

     A subida a Matemática deve-se a ter estudado muito durante dois dias, à base de exercícios e sem telemóvel.

    A descida a HGP deve-se a eu achar muito difícil o texto do Manual. O professor explica muito bem; decorar é que é difícil. Às vezes recordo o que ele escreveu no quadro e as coisas que disse. Por exemplo: a data de 1415, disse que era 14 – 15, tornou-se fácil. No teste, lembrei-me do Prof. Paulo a falar.

    Reformulando os meus objetivos para o 3º Período, gostaria de subir a HGP, a Ciências, a Português e também a Matemática.

     A melhor estratégia será estudar uma semana antes de cada teste por etapas. Em HGP, gosto de ler um pouco, tapo e depois digo por palavras minhas. Em CN, escrevo apontamentos e depois verifico no livro. Desta vez vou estudar por pequenas etapas, marcando as datas na Agenda, com um quadradinho à frente para depois confirmar com um “V”.

     Desejo a toda a gente uma Feliz Páscoa e que vivam dias muito bons!

Layane S,5C