Comentário a “O Almocreve” de Machado de Assis

Imagem: da Capa do Livro de Machado de Assis

     Assim que o narrador se sentiu salvo, foi inundado por uma onda de gratidão e de admiração, pela perícia demonstrada pelo Almocreve, e sentiu o desejo de o recompensar.

    Mas  o narrador, quando se aproximou do dinheiro, começou a hesitar se não estaria a dar demasiado. Pensou: “Calma, estou a fazer bem. Se calhar dar-lhe as 3 moedas foi uma decisão no calor do momento.”

     Observou-o, viu que era muito pobre, que bastaria uma moeda para equiparar ou até para superar a boa ação do outro. Se calhar, ele tinha agido simplesmente por defeito profissional, por um impulso natural, por saber domar burros, pelo seu saber profissional, pela sua condição humilde.

     Nesta mudança de atitude, o narrador mostrou-se mesquinho, avarento e mal-agradecido.

     Após uma experiência que poderia ter sido mortal, ele sentiu-se grato e satisfeito apenas com a recuperação da vida; já não estava a dar importância ao material, mas sim à vida. Mas quanto mais esquecia essa experiência, cada vez mais pensava no material e regressava ao seu egoísmo natural.

     Porque já estava bem, não ia morrer, sentia-se fora de perigo, voltava a ver a vida como uma garantia e desprezou o seu salvador.

    (Comentário ao Cap XXI “O Almocreve” de Memórias Póstumas de Brás Cubas de , Machado de Assis)

Miguel F, 9B

Avatar – I

 

Imagem:  Avatar Movie

     Era uma vez num planeta distante, umns seres bastantes diferentes: eles tinham o dobro do nosso tamanho, eram como uns tigres azuis às riscas; de um tom azul escuro e o resto azul-claro; o seu cabelo era da cor do chocolate negro.

     Uma menina da mesma espécie chamava-se Miriam e era a filha do chefe Raksa. Miriam tinha um dragão gigante, vermelho, com riscas pretas, algumas partes amarelas e a ponta da cauda tinha um bocadinho de azul. Ela também tinha um cavalo exatamente igual a ela.

    Mais ou menos a 10 km dali viviam humanos que, quando montavam esses seres, a quem vamos chamar Avatares, ficavam com os seus corpos para  transportar a mente dos humanos para o cérebro dos Avatares.

    E havia um novo recruta para os humanos, o Jason, que era paraplégico e, quando o puseram na mente do seu Avatar, ficou louco de alegria, porque ele conseguia andar!

    No dia seguinte, Jason foi fazer explorações com o seu Avatar, porque ele já não conseguia sair daquele corpo.

     Nessa altura, encontrou Miriam. Os seus companheiros já tinham o solto lá para fora. Miriam, como sabia que ele era humano, gritou com um ar muito furioso:

     – Sai daqui!

      Mas quando Miriam lhe foi acertar com uma flecha, apareceu um espírito pois, quando os Avatares querem matar um ser humano, ás vezes aparece um deus.

  – Eu não vou fazer nada de mal.  – E baixou a flecha.

     Miriam chamou o seu Dragão e disse:

     – Sobe, rápido!

     O Dragão não queria que o espírito subisse também. Então, a Miriam não o pôde deixar ir: foram pelo chão, passaram por árvores maiores que uma montanha, chegaram a uma ilha flutuante e alcançaram a árvore da vida. 

(Continua)

Margarida L, 6B

 

“O Segredo do Rio” – Estar acima da Fome

Imagem: Departamento de Português

      O livro que eu vou apresentar é “O Segredo do Rio“. Este livro foi escrito pelo autor Miguel de Sousa Tavares, que é um jornalista e escritor português, nascido a 25 de Junho de 1950, filho de Sophia de Mello Breiyner e primo, em terceiro grau, de José Avilez.

      A ação decorre no campo, onde o menino e seus pais vivem numa casa muito pequena com um jardim e um ribeiro próximo. No verão, a água estava tão quente que o rapaz tomava banho lá.

      Uma certa tarde de sol, o menino estava no ribeiro e foi surpreendido pour uma enorme carpa. Entre os dois formou-se uma amizade. No inverno seguinte, após uma longa seca, o menino levantou-se de noite, com muita sede, e foi buscar um copo de água, quando ouviu os pais a conversarem sobre os efeitos da seca.

     Nessa mesma noite, o rapaz ouviu a mãe a contar ao pai que tinha visto uma enorme carpa que daria alimentação para mais de um mês. O rapaz ficou tão preocupado que foi avisar o peixe. Combinaram que o peixe fugiria do ribeiro em busca do grande rio e de um novo lar para viver.

     Passadas duas semanas, o menino, ainda triste por ouviu um chamar pelo seu nome e foi logo ver o que era: lá estava o peixe! E trazia com ele uma enorme rede cheia de latas de comida.

     O que mais gostei no livro foi quand o peixe trouxe muita comida para retribuir ao menino o ter-lhe salvo a vida. O que menos gostei foi quando o pai quis matar o peixe. Este livro fez-me refletir em como a amizade está acima da fome.

 

Carolina V, 7B (2015)

Conversas na Oficina: Ponderações e Projetos

Imagem: Inside Out movie

     Os bons momentos deste ano foram aqueles em que brinquei com as minhas amigas; gostei muito da minha turma: achei-a simpática e engraçada.

    O trabalho que mais gostei foi em EV: “Divertidamente”, o qual consistia em trabalhar, escrevendo sobre as emoções: a Tristeza, a Alegria, o Medo e a Repulsa; foi engraçado escrever sobre as emoções. Elas estão na nossa cabeça e controlam-nos. Todos nós vimos o filme.

     A Professora não publicou o que nós escrevemos; trabalhamos por grupos, podíamos escolher os amigos. Fiquei com o Miguel Duarte e a Sofia; o Grupo funcionou muito bem.

     Na minha opinião, para um grupo funcionar bem, é preciso haver empenho de cada um; cada um escutar os outros.

     Este ano estou em vias de alcançar os meus objetivos e já estou com 66% a Português. Para o ano vou investir mais em HGP. Os momentos mais difíceis do 5º ano foram sempre que eu baixei as notas, o que atribuo não a não ter estudado, mas ao método aplicado.

Layane S, 5C

A Terra Prometida

     

Asparrena

Paulo  melystu via Compfight

     Era uma vez uma terra muito distante… o seu nome era a TERRA PROMETIDA! Era linda e maravilhosa, os hebreus queriam conquistá-la. Mas tinham de passar pelos Cananeus, os povos mais fortes de Jericó. O rei e a rainha de Jericó eram maus e ácidos.

   Os povos hebreus andaram 40 anos para conquistar a Terra Prometida. Josué era o líder dos povos hebreus e o seu tio Moisés era o antigo líder. O deserto onde viveram 40 anos tinha uma paisagem impressionante: viviam ali serpentes, escorpiões, cabras, camelos e, junto dos oásis, havia cavalos.

     As estrelas, tão bonitas, iluminavam a noite, fazendo toda a gente sair da sua tenda para observá-las. Mudavam-se para longe, a andar dia e noite; sempre que chegavam a um lugar agradável para dormir,  mulheres encantadoras, e com vozes espetaculares, cantavam sempre em festas especiais e também dançavam em roda.

     No seu dia de combater Jericó, os Hebreus estavam muito ansiosos para ganhar, claro que com a ajuda de Deus. Chegaram a Jericó e começaram a combater com os seus inimigos, os Cananeus. Acabaram a luta para ganhar a promessa de Deus: a TERRA PROMETIDA! Todos gritaram:

      – Vencemos!

      E foi aí que conseguiram conquistar “A Terra Prometida”

Layane S, 5C

Leitura Partilhada – I – “O Menino que não Conseguia Sonhar”

Imagem: Oficina de Escrita

     Alguns dos Pequenos Visitantes da Oficina vieram comentar a sua leitura do belo livro da nossa querida antiga aluna Sofia Ferreira da Costa,  partilhando alguns dos seus sonhos.

FranciscaO Pedro não sabia qual o sonho que queria, mas ficava na dúvida. 

Maria – Seria guardado numa caixa feita pelos meninos.

VitóriaEle não sabia bem o que sonhar. O meu sonho era que a minha avó voltasse à vida. Isso é o que eu mais queria.

MariaQue as pessoas voltassem, e o meu cão também voltasse.

FranciscaEu tenho o sonho de ser rica, mas não ajuda nada. Não se tem amigos, só se quer comprar coisas. 

MadalenaOs ricos, às vezes, gozam connosco. Também queria que a minha avó voltasse, pois nunca a conheci.

Francisca – Só consegui ver o meu avô.

MadalenaEu tenho muitos sonhos: queria que os Pais voltassem a estar juntos.

VitóriaQueria que a minha cadela voltasse. O meu Pai até chorou.Eu gostava imenso da minha cadela. Eu fingia que ela era um cavalo, porque ter um cavalo era o meu sonho. mas ela levou uma vacina e morreu ao colo do meu Pai.

MadalenaTenho o sonho de ir a Nova Yorque e a Itália.

VitóriaEu tenho o sonho de ir aos países que mais gosto e ter uma irmã mais nova. Já tenho cinco irmãs.

FranciscaTenho o sonho de ir à neve e voltar a andar de avião, que nunca mais fui.

Maria – Gostava de ir a Paris e a New York.

MadalenaGostava muito de ter uma irmã mais nova.

FranciscaQueria que ao chegar aos 3 anos, ia sempre logo para trás, para o colinho da Mãe.

Madalena – Gosto muito desse sonho. Também quero ser sempre bebé.

VitóriaPois eu quero dar um pulo para adulta. Quero ser veterinária de animais domésticos.

Francisca Também quero ser veterinária de animais domésticos ou médica de bebés.

MadalenaAdoro ser bebé, estar no colinho da Mamã, mas  quando fosse para mudar a fralda, dava um pulo para a vida adulta.

VitóriaAdorava ter uma máquina do tempo para voltar aos momentos de que eu mais gostei.

Madalena e Maria  – Eu também!

MadalenaE quero ser uma grande inventora.

Os Pequenos Visitantes da Oficina

  

O Nosso Milagre

     

     Era uma vez uma família muito normal. Essa família tinha três crianças e dois adultos e era completamente normal, viviam numa casa no campo e eram muito felizes.

     Mas um dia, a filha do meio, durante a madrugada, quando estavam todos a dormir, começou a chorar de dores de barriga. A Mãe, ouviu e foi levá-la ao hospital. E lá foram elas…

     Mais tarde, quando o médico já a tinha visto, disse que não tinha nada, mas na verdade, tinha uma doença muito grave de indigestão. Mesmo assim, a Mãe ficou convencida que filha tinha qualquer coisa, porque sentia as dores.

     Este é o início de um grande filme que aconselho a todos. Conta a vida de uma menina com uma doença rara que, ao cair de uma árvore num buraco de nove metros, curou-se milagrosamente.

Madalena M, 6C

Conversas na Oficina: O Carnaval no 3º Ano


 

Francisca – Vou ver o Lego de Batman. Vou vestida de Egípcia.

Madalena – Vou de soldado de chumbo da parte de cima e de bailarina da parte de baixo.tin soldier, redscale.Ballerina Sindy

 

Joana – Vou de Motoqueira: tenho uma mota pequenina e vermelha na garagem. Levo umas calças furadas, uns sapatos sujos, fitas na cabeça, óculos de sol, capacete e blusão de cabedal.

Riding to the beach

Maria – Vou de gémea, com mais duas amigas que não estão aqui. Uma +e próxima e a outra parecida. Uma delas vai fazer uma festa.

Tomás – Vou de Mimo, com a cara branca, lábios vermelhos, com riscas na cara, , com luvas grandes, brancas, uma camisola branca. Levo também suspensórios pretos, com risca branca, , calças de fato de treino pretas e uma cartola pequena.

     Francisca – Vou de Cleóptera: com um fato preto, com diamnates, peruca preta, com diamantes na peruca, com sapatilhas pretas e vou pintada em tons de prateado.

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Os Pequenos Visitantes da Oficina

Tin Soldier: Creative Commons License Yutaka Seki via Compfight Ballerina: Creative Commons License SpeckledOwl via Compfight Red Moto:Reiterlied via Compfight  Mime: Creative Commons License Chico State School of the Arts via Compfight Cleopatra doll: Joachim S. Müller via Compfight

Sucesso a HGP

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Imagem: A Nerdd’s Back to School Essentials

Conversas na Oficina: Rafael C

OE – Qual foi o seu maior êxito alcançado nesta estreia do 2º Ciclo?

R C – Em HGP fiz umas dez páginas de resumo: tive 66%, subi imenso!

OE – Como constrói os seus resumos?

,   Por exemplo, ao escrever sobre as Comunidade Recoletoras, escrevi tudo o que os homens primitivos recolhiam, resumindo o que estava escrito, num caderno próprio. É um caderno só para apontamentos, que tem cubinhos de Lego, de borracha, na capa.

OE – No Teste, quanto tenta recordar, como faz para o conseguir?

R C – Fecho os olhos, penso na matéria que escrevi: é como se aparecesse à minha frente e eu estivesse a ler tudo o que está lá. Vejo, mentalmente, os meus apontamentos.

OE – Qual é o ritmo de pausas que costuma usar, durante o estudo?

R C – De 20 em 20 minutos, posso fazer pausas de 10 m.

OE – De que é que gostou mais até agora, no seu 5º ano?

R C – De HGP. Hoje estivemos a ver os Croods, que, além de ser giro, fala sobre como viveram os homens das cavernas: eles bebiam os ovos dos animais selvagens.

OE – O que é que apreciou mais na disciplina de HGP?

R C – As comunidades primitivas: recoletoras e agrícolas. Ainda não demos, mas adoro a Formação de Portugal e a Romanização. Já no 3º ano eu queria ser Professor de História!

OE – O que é um bom professor, para si?

R C – O professor que lê tudo com os alunos. Depois, mesmo que não estejam atentos, não vamos gritar com eles, mas vamos fazer perguntas sobre a matéria, para ver se eles sabem.

OE – Partilhe uma sugestão para a Escola se tornar mais criativa.

R C – …. Eu já gosto desta Escola.

(Fim da I Parte)

Rafael C, 5C

Um Cão Brincalhão

Silvia Sala via Compfight

     Numa certa manhã de Outono, o meu dono estava a dormir, enquanto eu estava ocupado a brincar com um monte de folhas que ele tinha juntado ontem.

     Quando o meu dono acordou, eu ouvi-o a descer as escadas e chegou ao jardim com um saco de plástico, pronto para apanhar o monte de folhas com que eu tinha brincado esta manhã.

     Quando ele chegou ao jardim, ficou a olhar para mim, boquiaberto, e eu fiquei feliz ao vê-lo, porque assim ele podia ver o magnífico trabalho que eu tinha feito. Mas quando reparei na sua cara de mau, pensei que alguém tinha feito alguma coisa… Mas como? Só estávamos lá os dois!

     Reparei que era comigo, mas eu não estava a perceber, porque eu não tinha feito nada de mal…Mas quando vi que ele tinha um biscoito na mão e não mo deu, eu fiquei mesmo a perceber que tinha feito algo de mal.

     E ele disse-me:

     – Por que é que voltaste a fazer o mesmo de ontem, a desmanchar o meu monte de folhas?

     – Ão, ão, ão!

     Fiquei muito triste, por, no dia seguinte, o meu dono não me dar a ração – de que eu não gosto – nem me trazer um miminho do supermercado. Por isso, os cães que me estão a ler esta narrativa, nunca façam isto aos vossos donos!

(TPC de Português) Madalena C, 7A

Ecologia Emocional para os mais Jovens

 edicare-energias_e_relacoes_para_crescer-siImagem: Botão Colorido- Um loja de Brincadeiras

     Este ano, no nosso Colégio, foi a descoberta: a Edicare publicou há dois anos esta inspiradora trilogia sobre “Ecologia Emocional” que ajuda os pais e professores a guiar os mais novos na aventura de gerir as emoções a partir das experiências simples com o mundo envolvente sob a perspetiva da Ecologia.

    Os três volumes, divulgados pela professora de EV, oferecem também a sua riqueza de sugestões criativas às disciplinas de ET, EMRC, Ciências e Português, que convergem em trabalhos de Projeto.

    Ainda mal foram abordados, já os três livros despertam nos seus leitores uma girândola de inspirações para aprender a reconhecer e a trabalhar as experiências de vida, bem como para refletir por escrito sobre elas, tornando apreensível a sua natureza fugaz e esquiva, como um voo de borboleta. 

    Os autores – que também têm publicados numerosos livros para adultos dentro desta temática – María Mercé Conanglia e Jaume Soler são os fundadores do Instituto de Ecologia Emocional com o seu conceito-chave de “sustentabilidade emocional”  e o seu código ético

    Inspirando-se tanto nas tradições milenárias da sabedoria humana como nas investigações da psicologia moderna, definem a “Ecologia Emocional” como a arte de transformar a energia que toda a emoção nos traz, de modo que a possamos orientar para o aperfeiçoamento das relações connosco próprios, com os outros e com o vasto mundo que nos envolve.

      A nossa equipa de educadores, iniciada recentemente em formações relacionadas com este âmbito do desenvolvimento pessoal, encontrará certamente, na preciosa trilogia dedicada aos mais novos, uma inspiradora ferramenta de trabalho.

OE

O Assalto ao Banco

 

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Imagem: GPA V

Era uma vez dois ladrões que queriam muito assaltar o banco mais rico do mundo.

Então, resolveram elaborar um plano; para o realizar, era preciso: 

  • Carros blindados, rápidos, rodas à prova de bala e disfarçados.
  • As armas mais raras do mundo.
  • Roupas como as dos Seguranças do banco.
  • Coletes à prova de bala.
  • Dois reparadores de pneus.
  • Hackers, para desbloquear o SS (sistema de segurança).

     Depois de elaborarem o plano, foram logo resolver o problema; o mais difícil foi assaltar a carrinha da polícia, porque, depois, a polícia os ia perseguir. Então, lá conseguiram.

     No dia do assalto ao banco, todos estavam nervosos. Passados alguns minutos, entraram os dois assaltantes na carrinha disfarçada. Foram andando pela cidade até chegarem ao banco. Como vinham atrás duas carrinhas do banco, verdadeiras, eles puseram picos na estrada. E o que aconteceu foi que os pneus das duas carrinhas furaram-se. Os dois assaltantes rodearam rapidamente as carrinhas, algemaram os Seguranças e entraram no banco.

 Entraram num banco com a roupa dos Seguranças, dirigiram-se para os cofres subterrâneos e avisaram os Hackers por telemóvel, para estes desativarem os Sistemas de Segurança. Regressaram com os sacos cheios de notas e ainda cumprimentaram os empregados do banco que estavam ao balcão.

Conseguiram roubar o ouro que estava lá, mas a polícia ia atrás deles, pois tinha-os visto passar sinais vermelhos; seria muito difícil escapar.

Então, dentro de um túnel, esconderam-se dentro de uns camiões de carga e conseguiram completar o golpe. Passaram a fronteira e foram para o deserto de Sandy Shores.

Lourenço C, 5B

Sofia e a sua Páscoa

One and Other-Paper Planes

Feggy Art via Compfight

     Uma semana antes da Páscoa, Sofia tinha recebido todos os testes, e tirou muito boas notas!

     No dia seguinte, foi para uma aldeia no Alentejo, pois tinha lá uma parte da sua família e já não os via há dois anos. Estava com muitas saudades, principalmente, da sua tia Nanda que fazia as melhores panquecas de Portugal Continental, mas também era muito simpática.

     Ela e Sofia davam-se muito bem, às vezes iam as duas buscar jornais, para fazer aviões e para os atirar, no campo, para o sítio onde fossem parar, até que um dia, estavam as duas em casa da Tia Nanda e a polícia veio bater à porta para pedir uma explicação e o porquê de atirarem os aviões!

      E a tia Nanda pediu muitas desculpas e disse que não voltava a acontecer, mas claro que ela disse aquilo da boca para fora. Na noite seguinte repetiu-se a mesma cena!

Mafalda C, 8A

Ecos a “O Vestido do Lagarto”

     O Projeto proposto pelos “Cabeçudos”  de construir um Livro em equipa colaborativa e multifacetada contribuição, envolvendo  os alunos do 4º, 5º e 6º anos foi um longo e criativo processo que culminou com o lançamento de “O Vestido do Lagarto” como um dos pontos altos da Festa da Comunidade Educativa. Aqui ficam alguns ecos dos jovens protagonistas envolvidos no Projeto: 

     Gostei muito das ilustrações e achei que o texto falava muito da diferença entre as pessoas e dava uma lição de vida.

     Não achei bem a parte da cobra, porque achei um pouco infantil. O Lagarto Óscar salta para cima da cobra, mas essa ação não era precisa, pois os outros estavam a ser injustos com ele, e deviam reconhecê-lo pelo que ele valia, sem precisar que ele se arriscasse em atos tão heróicos. 

    Não é só por uma pessoa ajudar que vamos ficar amigos, tem de ser pelo que a pessoa é e vale por si mesma.

    Gostei muito da parte em que puseram os nomes de toda a gente, pois deram a conhecer todos os autores, cada um com a sua contribuição.

Mafalda A, 6B

     Foi um projecto motivante de fazer. Contribuímos com a história principal. A história transmite que podemos ser diferentes dos outros, não temos que ser todos iguais, que cada um tem a sua escolha e opinião.

    No dia a dia, esta mensagem pode ser difícil de viver, pois pode acontecer que gozem connosco, mas devemos ignorar.

    Acho que este livro pode contribuir para os mais novos  usarem alguma coisa diferente ou  serem melhor quem são.

Tomás G, 6C

     Gostei muito do livro, adorei. Acho que está muito original. Tivemos que criar uma história com as letras da palavra AJUDA, criando primeiro, um desenho para cada letra. Depois, demos um nome a cada desenho e, com esses cinco nomes, cada um inventou uma história.

     Lemos as nossas histórias e fiquei contente por o António P. ter ganho, mas, na verdade, todos ajudamos nos aspectos criativos: os meninos de 4º fizeram os desenhos e os colegas do 5º construíram os lagartos e fizeram o filme de animação. Aprendemos a trabalhar todos em equipa.

 Sara M 6c

     Gostamos quando a Senhora da Editora nos ensinou exercícios de escrita criativa.

    A mensagem que o livro transmite ajuda-nos a aceitar os outros da forma que eles são, o que às vezes não é fácil.

    Mas gostei muito da atividade, houve ideias criativas: escolheram duas pessoas que tinham de lançar um dado que indicava como se devia ler o texto; por exemplo, como se estivesse a vomitar lendo o texto, como se estivesse com cócegas, a rir, como se estivesse muito aborrecido e assim…

Afonso C, 6A

Zootrópolis – I

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Imagem: Zootrópolis Trailer 2

        Era uma vez uma coelha que queria ser polícia desde criança.

     Um dia, ela foi para Zootrópolis; ia ser a primeira polícia coelha, mas o trabalho dos outros animais era muito mais interessante.

     Mas a Judy Hops. era uma polícia de trânsito que foi falar com uma raposa, Nick Wiles:

      – Quero falar-lhe sobre um caso.

     – Arranjem uma polícia a sério para resolver isso. – respondeu a raposa.

     – Tu és um mentiroso, tu vendes gelados sem licença! – acusou Judy.

     – Não, eu tenho licença.  – E mostrou um pequeno cartão.

     Eles foram ao Flash, onde trabalhavam só Preguiças. Chegaram lá de manhã e saíram de lá à noite.

     Foram ao Alaska, para resolver o caso e entraram num limusina que estava com arranhadelas de lontra nas almofadas.

     – Este carro é de quem? – Perguntou a agente Hops.

    – Do terrível Barão do crime, o Senhor B.

     Eles abrem a porta da limusine e são levados de repente por uns ursos que pertenciam ao tal Barão do crime.

     E uma ratazana exclamou:

     – Congela!

     – Não, por favor! – Suplicou a raposa, desesperada.

     – Papá – disse uma voz fininha, que era a filha da ratazana – Eu disse que no meu casamento não se congela ninguém.

     – Mas é preciso,  querida, é preciso,  – insistiu a ratazana.

     – Nós só queremos saber se sabe alguma coisa sobre o senhor Lontra. – Esclareceu a gente Hops.

    – Eu não sei de nada, mas eu acho que há uma pantera, que é o meu chofer – respondeu a Ratazana.

[…]

Margarida L, 5C

O Hobbit – II

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Imagem: Pedro G

[ Continuação]

     Bilbo era muito delicado e civilizado; disse logo que não e entrou para dentro de casa. No dia seguinte, enquanto Bilbo estava dentro de casa, começou a ouvir um bastão a raspar na sua porta.

      Quando parou o tal barulho, Bilbo foi lá ver e, quando olhou para a porta, estava uma marca raspada. Bilbo ignorou-a e decidiu ir fazer o jantar. Até que bateram à  porta. Bilbo foi abrir: era um dos anões, Dwalin.

     – Tu és um anão? – Perguntou Bilbo.

     – Sou Dwalin, um guerreiro anão de Thorin.

      – Mas eu pensei que os anões estavam extintos após a épica batalha entre Orcs e Anões.

   – Todos, menos 13 Anões e vêm todos ter aqui.

  Dwalin entrou em casa de Bilbo e começou a pôr a mesa. Bilbo ia resmungar com Dwalin por estar a gastar-lhe a comida toda, mas alguém bateu à porta novamente: era Balin, um anão.

   E mais tarde, voltaram a tocar à porta: eram os gémeos Fillin e Killin.  Faltavam mais nove anões. Até que voltam a bater. Bilbo abriu e eram os restantes oito anões, todos ao molho: Bombur, Nori, Dori, Bofur…    Todos a comemorar e a comer como loucos. Gandalf, quando chegou, começou a contá-los, mas faltava um…

Pedro G, 7B

Reativação do Blog da Biblioteca

lerecrescer.3Imagem: Biblioteca do CAD

     É com alegria e expectativa que a Oficina de Escrita tem vindo a acompanhar a reativação do Blog Irmão “Ler e Crescer“, responsável por divulgar as atividades de relevo neste espaço vital da nossa Escola.

     Assim, tomamos a liberdade de replicar aqui o primeiro artigo da Professora que coordena  a  equipa responsável por esta “segunda época” do Blog da Biblioteca do CAD:

     “Na sequência do investimento efetuado na Biblioteca do nosso Colégio, tanto em termos físicos (remodelação do espaço pela APCAD), como em termos humanos e organizacionais (Direção do CAD) é com enorme satisfação que apresentamos algumas das atividades que, desde Setembro de 2015, temos vindo a proporcionar aos nossos alunos. 

      A Biblioteca do CAD é, neste momento, um espaço de trabalho e de expressão lúdica, onde acolhemos os alunos e lhes facultamos o devido acompanhamento. Mas é também um espaço cultural onde, por exemplo, montamos exposições e assistimos a récitas de poesia e prosa ou lemos livros e contamos histórias.

     Neste espaço, podem ver-se agumas das atividades que promovemos com o 1º e o 2º ciclos, onde, informalmente, procurámos dinamizar a interação, criatividade e partilha entre os intervenientes.

      Assim se contribui para o desenvolvimento integral da pessoa, em cumprimento do nosso ideário educativo.

Prof Lígia Freitas

Responsável da Equipa da Biblioteca do CAD

Os Detetives – II

     Inspector_Gadget_2_poster

Imagem: IMDb

     Depois da confusão toda, o Gadget foi-se embora.

     No dia seguinte, a Penny foi para a escola e o Gadget para o trabalho (Polícia). Quando ele chegou ao trabalho, disseram-lhe: 

     – Está despedido!

      E ele foi-se embora triste. No dia seguinte, ele não saiu da cama e a Penny, a tentar que ele se sentisse melhor, mas não conseguiu animá-lo, e foi  a correr, a chorar, para um banco do jardim. E foi então o Génio animá-la e conseguiu.

      E foram desvendar o mistério. A Penny e o Génio descobriram  o sítio onde o Garra estava escondido e foram para lá.

      Quando chegaram lá, não estava ninguém, mas passado um bocado eles apareceram, apanharam a Penny, e o Génio fugiu para ir chamar o Gadget. Quando ele lhe apareceu á frente sem a Penny, o Gadget foi buscar logo a G2. E lá foram salvar a Penny.

      Mas quando o Gadget estava quase a apanhá-los, eles largaram a Penny num carrinho feito de Pins com uma bomba. O Gadget tinha 15 m para a salvar, enquanto ao G2 ia apanhar os outros bandidos.

     Quando a G2 os tinha apanhado, foi ter com o Gadget; quando ela chegou, a bomba já tinha explodido. Mas eles conseguiram fugir – Penny e Gadget – entraram os quatro no Gadget Mobile (Génio, Penny, G2 e o Gadget) para apanhar o Garra, mas quando tinham chegado, o Garra tinha fugido. E o Gadget e a G2 casaram!

Margarida L, 5B

Recriando “Desencontros” de Jimmy Liao

carolina_desencontros2     

     Como os números de telefone ficaram esborratados, eles não se conseguiram encontrar. Foi um enorme problema para eles. Como se iriam ver? Passaram dias, semanas. meses… e nada.

    Ainda não se tinham encontrado. E um dia, estava um em cada lado da estrada e viram-se. Mas quando iam passar a estrada, passou um camião com uma amigo dele e foram os dois dar um passeio.

     Ela ficou muito triste. Ela passou por todo o lado onde tinha passado com ele, pensava que ele já não queira falar com ela, mas era mentira, ele estava  a planear isto tudo para lhe fazer uma surpresa, para a pedir em namoro.

    Ela desistiu de o procurar e foi ao café onde ele tocava violino: ele estava com um ramo de flores e perguntou-lhe se ela queria namorar com ele. Ela disse obviamente que sim. Trocaram logo outra vez os números de telefone. E viveram felizes para sempre.

(Recriação da conclusão da História de Jimmy Liao Desencontros)

Carolina S-C, 6B

Os Detetives – I

     

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Imagem: Site de Animação Infantil

     Era uma vez um detetive que se chamava Gadget e a sua parceira G2;  os dois eram robots e polícias detetives. Havia mais dois parceiros: o cão, que se chamava Génio e um carro que se chamava Gadjet-Mobile.

     Um dia, eles tinham prendido um génio do mal que  se chamava Garra.

     Passado algum tempo, o Garra conseguiu fugir por um buraco enorme ao pé da prisão. E quando o o Gadget estava a dormir, só se ouviu:  

Drriiiiiiiiii!

     Ele acordou, mas nem se teve de levantar da cama, porque a mão dele é um telemóvel. Era o seu chefe e o Gadget perguntou:

     – O que se passa, Chefe?

    – O Garra fugiu!!!

     – O quê?

    A cabeça dele esticou-se até ao quarto da sua sobrinha e ela perguntou:

     – O que se passa, tio Gadgget?

    – O “Garra” fugiu, Penny!!!

    – O quê?!!!!

    E quando ele estava a arranjar-se para ir tentar prender o Garra, a Penny já estava a descer para ir com o tio, mas ele não deixou.

     Logo de seguida, foi ligar  à G2 e ela também ficou espantada e foram a correr ter com o seu chefe, ao pé do buraco.

    Quando ele chegou lá, disse ao chefe, que estava ao pé do buraco:

     – Acho que o Garra fugiu por aqui.

     E o Chefe respondeu, sarcástico:  

   – Oh, a sério?

    E quando se iam embora, para desvendar o mistério, o Gadget bateu nas costas do seu chefe a dizer:  

    – Até já, Chefe! Vamos desvendar o crime.

    E lá foi  Chefe a cair para o buraco por causa da palmada nas costas e gritou:

      – GaAAAAAAAdget!

     –  Ooops, lá se foi o Chefe!

(Cont)

Margarida L, 5B

Super-Poderes

thundermans-800x450Imagem: Slime Cup     

     Era uma vez uma família poderosa: todos tinham poderes, tais como: uns lançavam raios das mãos, outro tinha uma força imbatível; os dois irmãos mais velhos tinham um hálito quente e um hálito frio, para congelar e descongelar; dos dois mais novos, um corria super rápido e o outro deitava lasers dos olhos. Eles salvavam o mundo.

    O Max era um vilão cujo melhor amigo era um mau que se tinha tornado num coelho falante. Desencadeou-se uma guerra entre o mal e o bem: uma espécie de bebé falso vai aterrorizar todos os bebés do mundo, transformando-os em monstros.

     Os nossos heróis vão enfrentá-los num poço: os Thunderman enfiaram o nosso vilão num poço infinito de bolas onde os bebés de novo fofos ficaram.

     Passados alguns meses, veio um meteorito que descontrolava os poderes dos nossos Thunderman. Tão descontrolados ficaram que o Billy tinha um baloiço elástico. A Nora usava uns óculos para não deitar lasers dos olhos.

Vasco L, 6C

O Hobbit

    Billy

nicoleversetwo via Compfight

    A história do Hobbit é uma história de fantasia.

    Esta é a minha história, o meu nome é Bilbo Baggins.

     A história começa no Shire, uma terra muito distante.

     Eu, Bilbo Baggins, estava no meu jardim a fumar mais um cachimbo, até que,  de repente, chegou um homem à aldeia que mudou a minha vida.

     O homem entrou no meu jardim e sentou-se ao meu lado.

     Eu estranhei por ele ter a parecido assim e, assustado, perguntei-lhe:

      – Hum, precisa de ajuda?

     – Eu acho que lhe devia fazer a mesma pergunta.

     – O quê? Mas quem é você? – perguntou Bilbo, irritado.

     – O meu nome é Gandalf, o feiticeiro cinzento.

     – Um feiticeiro? Como se eu acreditasse!

     Ao dizer isso, deitei fumo pela boca. Gandalf, com o seu bastão, fez o fumo ficar em forma de um cavalo a galopar contra o céu.

     Fiquei impressionado, até que Gandalf me perguntou:

     – Bilbo, eu vim cá perguntar –te  se tu queres embarcar numa aventura.

[…]

Pedro G, 7B

Uma Amiga em Espanha

Doorway to Paradise?

Michael Summers via Compfight

      Apetecia-me soltar algumas palavras que exprimissem o que estava a sentir.

     – Finalmente, já não era sem tempo! – (Foram seis palavras, é para vocês saberem).

     – Eu não acho – dizia o meu pai – Passou num instantinho.

     Lá vou eu! Já vai começar o instantinho! Isto irrita-me tanto, que mania! Demoramos horas a vir para aqui!

     Entramos no hotel Ana Maria de Granada, (que era em Granada, óbvio) e fomos ver o nosso quarto.

     Era todo decorado com quadros lindos, como uma pintura de artista, as camas todas com pormenores, as molduras belas, os candeeiros em cima das molduras, iluminando como se estivesse sol e já era noite! Finalmente, larguei a minha mala com um cansaço, como se estivesse na guerra !

     Na mala levava batons, espelhos, coisas de higiene, roupa, brincos, pulseiras, perfumes e, claro, o meu telemóvel e o meu  ipad! (Na verdade, o ipad é meu e da Rosa).

     Então, logo a seguir, abrimos as camas e dormimos.

     Passadas seis horas, já era de dia, mas a Rosa e os meus pais ainda estavam a dormir! Então, lentamente, fui até à cozinha preparar o meu pequeno almoço: fiz um batido de morango e um iogurte com smarties. Contudo, fiz tanto barulho que acabei por acordar os meus pais, mas a Rosa estava com tanto sono que continuava a dormir!

     Passada uma hora, fui à piscina e encontrei uma menina sozinha. Era loira, tinha olhos azuis-claros, como o céu, lábios macios e era muito clarinha. Parecia ser simpática e amigável.

     – Olá – disse lentamente.

     – O…lá – disse ela, assustada.

     – Não é preciso ficares assim…. Queres ser minha amiga e queres brincar comigo?

      – Sim – Disse a Francisca (é o nome dela).

     Então, brincamos, sempre felizes e contentes. Porém, houve um problema. No terceiro dia, tive de voltar para Portugal. Então disse assim:

     – Espero que nos voltemos a encontrar; adorei estar contigo!

     – Também eu. – Disse ela, a Francisca, quase a chorar…

     Agora sim, é que estas férias passaram num instantinho!

Inês M, 6C

2º TS de Português

Criação de um Episódio para “Chocolate à Chuva”

 

O Dia em que os Dentes Caíram

 minions_1_miniImagem: Orlee Pasion/Creative Commons

      Era uma vez uma ilha tropical, onde a água era tão transparente e límpida!

     Os habitantes eram os Minions e o Super Mário e o Luigi.

     De repente, quando o minion vigia deixou cair um queque no vulcão, começaram todos a fugir. Mas, como o vulcão gostava tanto deles, mandou-os para o fundo de uma ravina cheia de chocolate.

     Então, o Mário disse:

     – Já sei! Que tal nós comermos este chocolate “fantabulástico”!

     – Sim, que bela ideia!

      E os habitantes começaram a comer aquele doce irresistível.

     Mas, no fim, os Minions, o Super Mário e o Luigi jogaram todos consola e brincaram sem parar. Até que:

     – Au! O meu dente! – queixaram-se todos os habitantes.

Maria S, 5C

(Colaboração de Duarte S)

“O Olhar de Sophie”

Margaret of Vienwray

Arabella Proffer via Compfight

     Em 1916, Sophie vivia numa vila ocupada pelo exército Alemão. Passou vários dias e noites em claro, porque o seu marido, Edward, tinha ido para a guerra. Antes de partir, Edward pintou um retrato de Sophie.

     Um comandante alemão viu o retrato de Sophie; ela teve que ter muito cuidado por causa da sua família e da sua própria vida. Sophie teve de reabrir um hotel abandonado, porque os mais importantes alemães não tinham sítio para dormir, portanto, Sophie foi obrigada a abrir.

     Ela tinha colocado o quadro no corredor e, à medida que os alemães passavam pelo corredor, para irem para os seus quartos, ficavam especados a olhar e Sophie não se apercebia de nada. Ela escondeu o quadro, porque pensava que eles tinham inveja ou que o queriam roubar. 

      Edward voltou da guerra; Sophie ficou muito contente e quando dizia: 

     – Por que é que, quando os alemães viam o meu quadro que tu pintaste, ficavam especados a olhar?

     Edward respondia sempre o mesmo:  que era um pintor muito bom.

     Entretanto, Sophie achou melhor esconder o quadro e  morreu sem saber a verdade.

     Gostei deste livro de Jojo Moyes, porque revela-se uma narrativa que nos faz viver o passado e o presente; que nos faz sorrir e aguentar a emoção; que nos mostra a sorte de sermos felizes.

    Adoro ler livros de Romance, porque eu aprecio a maneira como as pessoas lidam com a sua vida a partir do afeto e do amor. . É um livro cheio de emoção, revelações e surpresas.

O Misterioso Caderno Preto

Mariana R, 7C

Planeta dos Macacos – V

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Imagem de FX Guide

    Mas antes disso, Coba e os macacos que estavam por cima da ponte saltaram para cima dos polícias e os polícias começaram a disparar sobre eles. Enquanto isso, Maurice e os orangotangos saltaram novamente para a ponte. E os gorilas saltaram por cima do autocarro e também atacaram.

     Mas o helicóptero tinha uma metralhadora e estava a tentar acertar em Ciser. Um gorila meteu-se à frente de Císer e saltou para cima do helicóptero. Um homem que estava lá dentro deu-lhe vários tiros, mas ele não morreu. O helicóptero caiu e explodiu; o gorila, com a explosão morreu.

     Todos os macacos conseguiram ir para a floresta e, de aqui em diante, todos obedecem a Císer. A partir daqui, os macacos tiveram liberdade!

Pedro G, 6D

Velocidade Furiosa

     fast and furious premiere Teymur Madjderey via Compfight

     O filme “Velocidade Furiosa” fala de sete homens que fazem corridas e assaltam sítios.

     A personagem principal chama-se Brian; é loiro, de olhos azuis e tem cerca de trinta anos. O autor chama-se Paul Walker. Na “Velocidade Furiosa 7” ele quase morre numa parte com um desastre de carro: o carro até explode, mas ele sobreviveu! Estava muito bem feito. O problema é que, a meio das filmagens, o autor Paul Walker morreu num desastre de carro e o seu irmão Cody Walker fez o resto do filme.

     Uma das personagens secundárias chama-se Dom; o nome do ator é Vin Diesel, é careca e muito musculado. E ainda há o Chin, que é um chinês de cabelo preto.

     Eu gostei do “Velocidade Furiosa 7” porque tem mais gráficos; saiu no cinema no dia seis de Maio de 2015.

Pedro G

Planeta dos Macacos – IV

    

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  Imagem: Ugly Cast 

      Entretanto, no Macaquilo, três pessoas entraram lá para ver os macacos nas jaulas e um disse:

     – Olha para este, é muito feio. – Esse é o Maurice – disse o Senhor do Macaquilo.

     Maurice, ouvindo o comentário, virou-se de costas.

     “Ciser”, como era “inteligente” fez um sinal com a mão para que o Senhor do Macaquilo avançasse. Ele aproximou-se, “Ciser” meteu a mão no meio das grades e agarrou o Senhor do Macaquilo.

    – Larga-me, macaco estúpido! – Gritou o Senhor do Macaquilo.

    “Ciser”, enquanto o agarrava, tirou-lhe a chave do seu bolso sem ele reparar.

     Durante a noite, “Ciser”, com a chave, saiu do Macaquilo e foi ao laboratório buscar uma coisa que deitava fumo e servia para pôr inteligentes as pessoas com pouca memória e só se devia pôr um bocadinho de fumo. Pois, mas “Ciser” voltou ao Macaquilo e atirou essas coisas que começaram a deitar fumo. Passados cerca de cinco minutos, o Macaquilo estava cheio de fumo, ou seja, todos os macacos tinham ficado espertos.

      “Ciser” soltou todos os macacos das jaulas

,  até que apareceu o Chefe. Este, vendo todos os macacos fora da jaula, ligou à polícia. Mas o Rocket saltou para cima dele e matou-o. Todos os macacos fugiram depois de terem ido ao laboratório soltar todos os macacos-cobaias. E depois foram ao Jardim Zoológico soltar mais macacos, ou seja, formaram um exército!

     Invadiram a cidade e foram para a ponte de S. Francisco. De um lado da ponte estavam os macacos e, do outro, polícias e militares, cheios de armas. “Ciser” reparou que estava nevoeiro e pensou que havia homens no outro lado da ponte, por isso, gritou:

     – Esperem!

      Todos os macacos pararam, e “Ciser” disse:

    – Maurice e Orangotangos, por baixo da ponte; Koba e macacos, por cima; Rocket e os gorilas, venham comigo!

     Os gorilas, o Rocket e o “Ciser” foram a correr muito rápido, os gorilas chocaram contra um autocarro que até virou e eles empurraram-no.

      Os polícias, vendo um autocarro a andar – pois os gorilas, estando por trás, não eram vistos – chamaram um helicóptero para ver se se via o que estava por detrás do autocarro. Mas antes disso…

Pedro G, 6D

Uma Viagem Estranha

     Miniature Gingerbread Houses Stéphanie Kilgast via Compfight

     Era uma vez uma menina chamada Maria e um rapaz chamado João. Eles viviam numa aldeia com seus pais. Eles eram muito pobres.

     Um dia, João e Maria foram apanhar amoras, só que na zona habitual não havia. Então, eles foram para um sítio onde todas as crianças desapareciam: eles foram para a FLORESTA PROIBIDA! Aí, eles apanharam todas as amoras que conseguiram.

     Quando eles vinham embora, perderam-se e, quando estavam à procura do caminho para casa, encontraram uma casa de chocolate e outros doces. Como estavam cheios de fome, comeram a casa. De repente, sai de lá uma velhinha que era uma bruxa, mas eles não sabiam.

     Ela convidou-os para entrar e tratou-os muito bem: deu-lhes todos os doces do mundo, eles até dormiram lá. Só que, durante a noite, a Maria acordou, desceu as escadas e viu a Bruxa a fazer feitiços. Subiu as escadas a correr e foi contar ao irmão. A bruxa, quando a ouviu, foi lá para cima assustar e ralhar com Maria.

    No dia seguinte, ela obrigou a Maria a trabalhar e prendeu  o João numa gaiola para o comer. Ela deu-lhe comida até ele ficar gordo e depois disse a Maria:

     – Já estou farta de esperar, amanhã como o teu irmão!

(Continua)

Matilde S, 6B

O Planeta dos Macacos – III

RISE OF THE PLANET OF THE APES

Imagem: Complexo C

     “Ciser” adorava Will. Entretanto, o pai de Will estava pior da sua doença; até que houve um dia em que o pai de Will saiu de casa, entrou no carro do vizinho e “Bum”! Chocou com o carro da frente.

      O dono do carro ouviu barulho e decidiu ir ver. Quando viu o carro dele partido com uma pessoa lá dentro, ficou fulo; tirou-o do carro e começou a gritar com ele.

      “Ciser” estava a assistir e quis proteger o seu dono, por isso ele atirou-se para cima do vizinho e comeu-lhe o dedo.

    – “Ciser”! – Gritou o pai de Will.

     “Ciser” saiu de cima do vizinho e abraçou o dono.

    A polícia pôs “Ciser” no Macaquilo (um canil para macacos). Era um sítio horrível, todos os macacos ficavam numa jaula quadrada de 3 metros. Tinham um intervalo de dez minutos num miniparque com uma árvore e relva.

     Todos os macacos eram burros, menos três macacos: Maurice, que era um macaco laranja, gordo e forte que trabalhava no circo. Rocket, que era um macaco normal que seguiu o mesmo caminho de “Ciser”. Gory, que era um gorila muito forte que, no macaquilo, não ia aos intervalos, porque era perigoso.

     Entretanto, no laboratório, onde nasceu a mãe de “Ciser”, encontraram um macaco com uma doença; esse macaco chamava-se Koba. Eles queriam saber o que fazia a doença e, para isso, tiveram de torturar Koba.

    Os cientistas tinham de usar máscaras para impedir que apanhassem a doença, mas Koba deu uma barrigada que um deles fiou sem máscara e apanhou a doença.

     Entretanto no macaquilo…

(Continua)                                                      Pedro G, 6D

Avatar Wan

     Legend of Korra
Creative Commons License Photo Credit: AsachikaSan via Compfight

     Concebi um filme, Avatar Wan, que é sobre uma pessoa que consegue comunicar com os espíritos e controlar os quatro elementos do Universo: água, terra, fogo e ar.

     Esse filme conta-nos como é que as pessoas começaram a controlar os elementos e como se formou o Avatar.

     Os atores principais são Selena Gomez, Brad Pitt, e Rodrigo Menezes; o realizador é Stanley Kubrick.

     O filme conta como é que as pessoas antes não tinham poderes (Benders) e depois começaram a ter poderes. Um homem chamado Wan foi expulso da sua cidade que era um leão-tartaruga. Nessa expulsão, ele encontrou Raava contra Vaatu; a sua missão é ajudar Raava contra Vaatu na convergênca harmónica – quando os planetas se unem e os Portais Norte e Sul estão abertos, os dois espíritos têm que combater; Vaatu é o espírito do mal e Raava é o espírito da Paz e da Luz.

     Este filme foi basado na série Avatar Korra, nos episódios 7 e 8, na temporada 2. O meu filme estreia a 24 de Outubro de 2014, às 16h 50, na Beloura City.

Ana Filipa M, 7C

O Planeta dos Macacos – A Origem I

Critica-Planeta-dos-Macacos-A-Origem-1_miniImagem: Cinema 10. com br

     Era uma vez uma macaca que vivia na floresta. Essa macaca era muito inteligente e tinha um lar; todos os macacos desse lar eram burros.

     Até que houve um dia em que os caçadores capturaram essa macaca e levaram-na para experiências na América. A primeira experiência que lhe fizeram foi para medir a inteligência: um jogo muito difícil que só os matemáticos faziam. O record do mundo era 20 e essa macaca fez 15, ou seja, era muito esperta!

     No dia seguinte, iam fazer a experiência da força, mas a macaca enlouqueceu, fugiu da cela e começou a partir tudo e a ferir pessoas. Até que aparrceu a polícia, que matou a macaca.

     Eill era um homem com 25 anos que trabalhava no laboratório; teve curiosidade em saber o porquê de a macaca ter enlouquecido. Decidiu ir investigar a cela da macaca e, debaixo da cama dela havia um macaco bebé! Ele disse:

     – A macaca deu à luz um bebé!

    Will ligou ao chefe e o chefe disse:

     – Abate-o! Abate-o!

     Ele não o quis abater, por isso levou-o para casa. Will tomava conta do Pai que era um pobre desgraçado que já era velho e maluco. Will mostrou-lhe o macaquinho e o pai dele ficou orgulhoso de tê-lo em casa e disse:

     – Um macaco? Como se chama?

      – “Ciser” – disse Will.

     Will pediu ao pai se ele podia alimentá-lo; quando o pai virou as costas, o “Ciser” estava a comer sozinho; o pai disse:

    – Will, ele é muito esperto!

    – Pois claro! A mãe dele também era.  – Respondeu Will.

   Passaram anos e anos e “Ciser” tornou-se adulto, forte e corajoso e falava a linguagem gestual. 

(Fim da I Parte)

Pedro G, 6D

Segredos do Inverno nas Aldeias Flamengas

   O Recenseamento de Belém

     Imagem: Eurocles Bruegel o Velho – “O Recenseamento de Belém”

      No início do século XV, numa aldeia flamenga, em Belém, o inverno reinava: tudo cheio de neve, árvores sem folhas e rios congelados.

     Os aldeões brincavam no gelo deslizando em cestos, outros deslizavam com tábuas nos pés, alguns, mesmo com tanta diversão, tinham que trabalhar ou de caçar. Viam-se muitos pássaros no topo das árvores, matilhas de cães com os caçadores, que os faziam fugir. Na cidade, viam-se os aldeões a tratar das galinhas e porcos, das fazendas, outros aldeões carregavam carroças, barris e malas.

     Viam-se alguns guardas a levar as suas espadas nas mãos. No meio da grande multidão, vê-se José a conduzir um burro que carregava Maria: estariam de passagem para chegar a Belém.

    Os caçadores estavam todos agasalhados; consigo levavam um arco, uma lança, uma pequena faca e, como não podia faltar, uma grande matilha de cães. 

     É assim que se vivia nas aldeias flamengas e, nesta imagem permanece um mistério: será que Deus está sempre no meio de nós?

Rafael N, 6D

5º Ano: Tempos Livres e Escola

Atac del Rubi
Photo Credit: Rafel Miro via Compfight

           Nas férias, encontro tempo para ler, à noite, à tarde  e de manhã.

     Eu gosto de ler, porque aumento o meu vocabulário e conheço novas palavras para usar em textos, para ficarem realistas.

     Eu gosto de desenhar, porque queria ser como os grandes ilustradores, como no “Bebedor de Tinta”, “Narnia” e “O Ponto”.

     Eu gosto de tocar flauta, porque tem sons diferentes de todos os outros.

     O meu hobby favorito é hóquei, porque se arranjam amigos novos, estamos em grupo, brincamos e jogamos em sintonia. O hóquei para mim, é viver, é amar o que fazemos, é atacar e defender em sintonia.

     Na escola, a minha turma é muito alegre e estamos quase sempre unidos. Às vezes só nos “chateamos” quando fazemos coisas más, mas depois dizemos:

    – Tu hás-de conseguir, um dia não viramos as costas uns aos outros, porque somos companheiros, até conseguires, não deixo de te ajudar.

     A minha prioridade no 5º ano é que ninguém se sinta sozinho, “triste” ou aborrecido, sem amigos e com vergonha de brincar. Eu gostaria de desejar à minha Turma um Bom Ano, com paixão e alegria.

Afonso C, 5A

Os Meus Livros

The Colorful Library of an Interaction Designer (Juhan Sonin) / 20100423.7D.05887.P1 / SML
Photo Credit: See-ming Lee via Compfight

     Eu gosto de livros de ação e de terror. São os meus preferidos, porque nesses livros lemos um capítulo e queremos ler mais e mais para ver o que vai acontecer depois, principalmente nos livros de ação. Nos de terror é mais ou menos assim: uma pessoa está a ler ou a ver filmes, mas mais a ver filmes, a pessoa parece que está mesmo lá e está com medo do que vai acontecer a seguir, apesar de ser um filme.

     Um livro de que eu gostei muito foi a “República Popular” de Robert Muchaore, um autor inglês, pois era dos tais livros de ação que uma pessoa queria ver mais e mais.

     Eu posso recomendá-lo aos colegas porque é um livro para todas as idades, principalmente para a adolescência e porque se calhar é um livro de que toda a gente gosta, independentemente das pessoas.

     Eu encontro tempo para ler antes de ir dormir; eu leio uns 10 ou 15 minutos, porque antes tenho de estudar ou tenho atividades.

     Nas férias, como vou à praia, ás vezes vou jantar fora e posso brincar com o meu cão à vontade, também tenho amigos em casa, posso até não ler, porque estou a conviver.

     Se eu gostasse muito de Ciências, ia ler livros de ciências para fazer descobertas. Se eu leio um livro de ação ou de terror tenho de ter mais cuidado, pois o que eu li pode acontecer na realidade, não exatamente a mesma coisa, mas uma coisa parecida.

     Acho que as pessoas deviam ler, porque podem descobrir mais assuntos, como receitas, ou aprender sobre o que gostam. Tenho um livro “Sabias que?” com mais de duzentas perguntas e as suas respostas, onde já aprendi muito.

Francisco C, 7A

 

 

Oficina de Escrita 3 “Escreve o Teu Livro”

http://olivroinfantil.blogspot.pt/2009/12/escreve-o-teu-livro.html

    O nosso minigrupo de 5ª feira, constituído por Laura V do 5 C, João R do 6B e , muito em breve,Tiago M do 5C reuniu pela primeira vez no dia 8 de Novembro, num recanto inspirador da nossa Biblioteca, em torno deste aliciante projeto de Hubert Ben Kemoun publicado pela Edicare.

     Tendo desenvolvido várias atividades profissionais diferentes – trabalhou alguns anos com crianças doentes, escreveu para rádio e televisão, dedica-se, há alguns anos, à Literatura Infanto-Juvenil, convidando as crianças a tornarem-se autores com os seus projetos de Escrita Criativa. O nosso minigrupo aceitou o desafio: passaram a ser moradores da Praça das Penas, onde, em torno de um mistério a  desvendar se sucedem  peripécias divertidas entre os vizinhos, os donos das lojas, os clientes do café e a esquadra da polícia.

     Os nossos jovens co-autores são convidados a  participar na criação do livro, através de postais, artigos de jornal, receitas, ementas, anúncios, canções, páginas de diário e ainda outras formas onde verter a imaginação. E já saiu um segundo volume

Origem da Imagem: O Livro Infantil

Oficina de Escrita 2: Do Outro lado do Quadro

     A Pintura dialoga com a Escrita neste pequeno livro de Mónica Baldaque: 8 pintores portugueses estão representados e, para cada quadro, a contemplação da escritora encontra inspiração para uma curta história. O último quadro, “Menina de Castigo” é oferecido à nossa iniciativa. Aqui ficam excertos do nosso trabalho: 

http://fora-da-estante.blogspot.pt/2011/10/menina-de-castigo.html

     

     Ela podia estar a brincar no jardim, queria ter liberdade, como por exemplo, queria brincar com a lama, e talvez isso fosse proibido naquela altura.

     Ela podia ter estado no jardim a afastar os pássaros, os patos e os animais da quinta, e foi para a sala de castigo.

     Ela podia ter ficado a imaginar-se lá fora a brincar com os amigos e a afastar os animais, mas percebeu que não podia, pois já o tinha feito e estava de castigo. Sentia-se um pouco triste.Pode ter sido a sua dama de honor a mandá-la para ali.

     Como ela estava numa sala que não gostava, e onde havia quadros, podia estar a olhar para os quadros e a imaginar que estava presa dentro dos quadros: podia estar a imaginar ser ela desenhada como num busto e ser ela própria uma rainha.

     Podia ter algo de significativo para ela: o pai podia ter ido para a guerra e ela estava a pensar nos perigos que o pai podia estar a passar. Como no quadro se vê o sol que ilumina o chão ela pode pensar que é o pai a combater, a fazer tudo por ela e a não se magoar. […]

Maria C e Mafalda B

 Origem das Imagens: Edições Asa  e Fora da Estant

Maria C

Eu Espero…

Origem da Imagem: http://www.bruaa.pt/

Eu espero para crescer. Eu espero para ir para a universidade. Eu espero para trabalhar. Eu espero para namorar. Eu espero para casar. Eu espero para ter filhos. Eu espero para eles acabarem a escola. Eu espero para que eles acabem a universidade. Eu espero para que eles comecem a trabalhar. Eu espero para ter netos. Eu espero para morrer. Eu espero para ver Deus.

Vasco Li 5B

Daqui a 10 Anos?

Eu Espero - Bruá

 

    Daqui a 10 anos, quero ser uma miúda crescida e atinada.

    Espero saber o porquê de em criança não ter podido fazer as minhas escolhas sem perguntar aos meus pais, e saber o porquê das escolhas deles para mim.

    Espero constituir família para que também eu possa fazer as escolhas para os meus filhos.  

   Espero já ser psicóloga ou investigadora criminal.

    Daqui a 10 anos quero ser feliz.

Beatriz M 6C

      Daqui a 10 anos, eu espero já ser uma bióloga que ajuda os animais indefesos.

     E vou viajar para a Índia, para ajudar pessoas com dificuldades financeiras e doenças.

     Pessoas que têm filhos doentes e esfomeados, vou  para lutar contra as doenças fatais.

     Para eles aproveitarem a vida.

Mariana B 6C

 

Eu Espero

  • Espero que tenha muitos amigos.

  • Espero ter um bom emprego. 

    Espero não ter fome e nem mais ninguém.

     Espero que não haja guerra.

     Espero uma boa vida. 

    Espero o bem de um filho dos meus tios. 

    Espero crescer. 

    Espero não viver à custa. 

    Espero que toda a gente seja feliz.

    13 de Setembro 2012
    Aluno do 6ºA
    Origem da Imagem: http://www.bruaa.pt/euespero.html


Ler e Ver

Imagem: The Chronicles of Narnia

     A Leitura é útil para aprender, para nos entreter. As profissões em que se escreve são as em que se ensina, em que se inventa.

     Nunca houve um livro que me entusiasmasse; pelo que me lembro, nunca apreciei muito a leitura; há um livro que eu gosto: Narnia. O meu pai ainda me lê algumas histórias ao adormecer; estamos todos no quarto das minhas irmãs.

     Mesmo  assim, em vez de ler, vejo histórias por um portal chamado televisão. As que aprecio mais são “Narnia” e “Dentuça e Papuça” – são desenhos animados antigos, que este ano já passaram: têm um cão e uma raposa que, primeiro, brincam imenso quando são bebés e depois, o cão, desde o Inverno até à Primavera, vai aprender a caçar longe do amigo. Quando volta, é um grande caçador; a raposa chega, mas o cão pára de brincar com ela.

     Eu diria a um colega que ler é muito importante, porque aprende-se a estudar; aprende-se a ler, sabe-se o que é que se passa dia a dia , ler é muito importante para o futuro.

     Eu, em HGP, primeiro leio e decoro muito bem o estudo. Depois, a minha mãe faz-me perguntas. Leio, fico a pensar na resposta, por vezes ouço ou vejo e outras vezes é só decorar, digo logo certo.

    Gosto muito de máquinas, na aula, apresentaria um artigo ou um livro sobre máquinas, como funcionam e como é que se inventam.

Miguel F 5C

A Leitura

 Este texto foi escrito por Mariana C, 5B 2011/2012

O meu livro preferido é Alice no País das Maravilhas, porque é uma história emocionante e é um País encantador.

     Eu adoro ler, pois aprendo mais e ler é sempre muito bom. O meu tipo de livros é livros de açăo e de muita aventura, mas eu, que me lembre, nunca odiei um livro. 

      Agora, os livros para a minha idade săo todos muito giros.

     O primeiro livro que li foi do Ruca, mas ainda era muito pequenina. Os meus pais ou os adultos nunca me liam livros; eu, a pouco e pouco comecei a ler com a minha măe. Quando comecei a ler muito bem, o meu poder que senti foi que já năo tinha vergonha para ler ŕ frente de toda a gente.

Mariana C  5B

Leitura

 Este texto foi escrito pela Inęs B. do 5şB 2011/12

     O meu livro preferido săo “As Aventuras de Teodora” e gosto muito de ler, porque é muito entusiasmante e desperta-nos a atençăo, que nos faz ficar agarrados ao livro. Eu adoro ler, é uma das minhas atividades favoritas. Faz-me aprender mais , năo sei explicar porque gosto de ler, só digo que adoro, porque é mesmo.

     Os meus tipos preferidos de livros săo so de aventura e mistério. O livro que eu li e que năo gosto nada foi a “Bruxinha Lili e a Cidade Submersa”, pois năo me despertou muito a atençăo, năo era bem o meu género de livros e tinha palavras demasiado fáceis, pouco implícitas, e eu gosto muito de explorar livros com palavras difíceis, pois é um desafio para mim.

     O primeiro livro que eu li, foi um livro para pequeninos, mas o meu primeiro livro a sério foi no final do primeiro ano, o livro “Geronimo Stilton e o grande Segredo do Conde”.

     Quando eu năo sabia ler, antes de ir para a cama obrigava os  meus pais ou aminha avó a ler, nem que fosse só uma página. Desde pequenina que aprecio muito lerem para mim e ler também sozinha. 

     Quando comecei a ler, senti um poder novo, um poder de viver aventuras sentada ou deitada a ver letras a passar.

Inęs B 5B