A Arte do “Skymmy”

Mar AzulCreative Commons License José Luis Ruiz via Compfight

     Um momento inesquecível que escolhi foi a arte da modalidade de fazer “Skymmy”.

      No primeiro dia, quando observei uns rapazes na praia a fazer, vieri-me para o meu pai e disse que iria ser muito fácil. Peguei na prancha e cheguei á beira de água, atirei a prencha e vi-me atrapalhada para me pôr em cima da prancha. Já em cima da prancha, escorreguei e pimba! Sentei-me na areia.

     O meu pai chegou, agarrou na prancha e fez metade da praia em cima da prancha. Fui a correr ter com ele e perguntei como era possível ele ter feito metade da praia e eu não, foi então que respondeu que quando era miúdo já praticava a modalidade. As semanas passaram-se e eu já estava em cima da prancha cinco minutos. O meu pai explicou que para fazer 360 graus tinha de me pôr quase de joelhos em cima da prancha e colocar vagarosamente a mão no chão, mas não a mão toda, punha só as pontas dos dedos na areia e a prancha virava, mas eu nisso não sou muito boa.

     O meu irmão pediu que eu tentasse entrar na água com a prancha; eu dizia que não, pois não sabia, e ele dizia que sim; nós, se apostássemos quem ganhava era ele; pois de tanto me perseguir eu experimentei entrar com a prancha. Estava a aproximar-me da rebentação, quando levei com a onda ao mesmo tempo que entrei na água. O meu grande azar foi estar seca, pos a água estava gelada!

     Nos dias seguintes, a água parecia de Cuba, pois estava muito quente, transparente, calma e perfeita para cair da prancha abaixo.

 Marta da Silva Pina Lemos Maia, 2005

Inesquecível Aluna do CAD

Combate Pelo Verão

NERF Jessica C via Compfight

      Era inverno e nós éramos três irmãos: duas raparigas e um rapaz. Nós adorávamos, mas queríamos o verão.

     A nossa avó ajudava sempre os animais, por isso não lhe fazia diferença; nós só queríamos saltar à  corda, não ler e fazer cálculos, mas sim nadar com a pracha e um fato de mergulho.

     E também porque no verão, no meu aniversário, podia ver as estrelas no meu telescópio e não estudar os micróbios no microscópio; podíamos andar a cem e não andar de carro…

     Passaram vários meses e, finalmente, está aqui o verão! Podia-me esquecer, só que fui enganado: só a pensar nisso, não estudei, fui totó e chumbei. Tive de fazer tudo o que devia ter feito no inverno, na escola: por isso, estudem!

     Logo nos primeiros quinze dias tive de ficar na escola, a ter aulas de recuperação. Mas aí houve um tiroteio: um tipo com uma arma a sério contra outro com uma nerf, que era eu! E então, finalmente, pude viver o verão em Paz com as minhas irmãs!

Afonso S, 5C

Concluindo o 7º, Sonhando o Verão

Child suffocationCreative Commons License Ben Salter via Compfight

     Neste 3º Ciclo, em geral, o que apreciei mais foram as visitas de estudo, principalmente a ida ao Teatro “Leandro, Rei da Ilíria”. Em particular, o que gostei mais foi de ter aulas de TIC, onde aprendi como utilizar melhor o Power Point, mas não aprendemos o Photoshop, infelizmente. Um momento muito difícil, neste ciclo, foi estudar para os testes, por terem muita matéria e serem difíceis.

     Embora as notas não tenham sido muito boas no 2º e 3º períodos, eu tinha um bom método de estudo: fazia exercícios e escrevia resumos. Geralmente sublinho no livro e depois transcrevo o que sublinhei. Enquanto escrevo, estou a ler o que estou a escrever e a lembrar-me.

     A disciplina que gostei mais além de TIC, foi a de História, porque demos as matérias sobre o que eu queria saber sobre Portugal e a Peste Negra. Sobre o Terramoto de Lisboa, gostava de saber detalhadamente.

     Os meus projetos para o Verão de 2017 incluem passar uns dia em casa de um amigo que tem piscina – o que combina muito bem com o verão. Em casa, temos sempre muito que fazer: comer, jogar, ver séries, ir à piscina. Este amigo vai estar de férias fora de Cascais a partir de 30 de Junho.

    Depois, vou para um sítio no Algarve – gosto tanto de lá ir: tem um supermercado Espanhol com ótimas coisas; lá há duas piscinas, uma aberta, que fecha muito tarde, outra coberta e uma praia muito boa para dormir.

    Votos para este Verão: desejo que as pessoas se divirtam muito; que descansem; saiam com os amigos ou fiquem só em casa a fazer as coisas de que gostam mais.

João Francisco, 7B

Na Imensidão da Música

Creative Commons License Urko Dorronsoro via Compfight

     Numa Noite quente, em Caminha, tínhamos acabado de sair de casa; o céu cobria-se com um manto de azul bem escuro com pequenos brilhantes que lá em cima cintilavam.

    Ao pé do mar podia ver-se o Monte de Santa Tecla, só com uma enorme luz lá no cimo, mesmo no cocuruto do monte. Via-se também Espanha toda iluminada por candeiros de rua; estava tão iluminada como um bolo de aniversário. Ìamos andando e cada vez mais chegava aos nossos ouvidos o som dos pombos excitados pelo pão que recebem todos os dias. 

 De repente, comecei a ouvir ao longe uma música bem animada. Decidimos então ir á praça e lá estavam duas bandas de escolas diferentes, que eram constituídas por um maestro, flautas, três saxofones, alguns violinos e um jogo de sinos. 

Como eram duas, tocavam à vez, o que fazia com que as pessoas se andassem sempre a virr. As músicas eram maravilhosas e eu setia vontade de lá ficar pela noite fora. Para cada música, eu conseguia imaginar um bailado diferente. Sempre que uma voz falava, eu pensava pra mim própia: “- Por favor, cala-te, que eu quero ouvir!”

 Sou uma pessoa que se deixa levar facilmente por estas músicas e sentia-me entusiasmada. Em quase todas as músicas a mãe me fazia perguntas que poucas vezes eram respondidas, porque eu me perdia na imensidão da música; durante aqueles momentos, não consegui deixar de pensar nos tais balidados. 

 Quando voltámos a casa, eu sentia-me perdida e abandonada por aquele mundo que deixava. Agora o silêncio reinava e parecia-me que eu tinha acordado de um desmaio; as imensas músicas e bailados haviam desaparecido da minha cabeça.

Mariana M, 6º ano  – 1998

Do tema “Verão 98 – um momento único”

Conversas na Oficina: O Ano Maravilhoso

DSC_0234 Rachid H via Compfight

     Um bom momento do 5º ano foi conhecer os professores novos. Um bom professor é um ser carinhoso, uma boa pessoa, não grita com os alunos e explica bem. Um momento difícil do 5º ano, acho que não houve e nem quando tinha de estudar, não chegou a ser difícil demais. No 2º período é que houve muitos testes, não havia descanso.

      Na minha turma havia muitos bons amigos, ao contrário de uns poucos que poderiam ser mais amigos. Na minha turma, a principal qualidade é ser fácil arranjar amigos.

     Os meus projetos para o verão 2017 são ir à praia; gosto muito de ir ao Tamariz: vou a pé com os meus irmãos; gosto de brincar e nadar com a minha sobrinha; ela vai às minhas costas, dentro de água, pois ainda só tem quatro anos: quando vem uma onda, ela salta e eu seguro-a. Quando está a maré baixa, apanhamos caracoizinhos: quando vejo que estão ao sol, tenho medo que eles morram e ponho-os devagarinho na água. Mergulho sempre, mesmo que a água esteja gelada e uma vez até me arranhei porque mergulhei ao pé de uma pedra.

     Gosto de ir ao Aquashow no Algarve; aí, prefiro tudo! Mas ainda não estreei o escorrega de 33 metros. Eu e o Pai temos uma parede e jogamos à bola com raquettes. Gosto muito de ir à praia com o Pai, de conversar com o Pai e de brincar com ele à apanhada.

      Sejam felizes este verão! Ponham chapéus de sol e creme protetor.  Conversem uns com os outros, estejam sempre com a Família, brinquem com os mais novos; com os mais velhos também: joguem ao Monopólio, jogos fáceis que não sejam muito de andar e de correr. 

Ana Sofia D, 5A

Surfando em Ondas Perfeitinhas

    Noroeste Pro 2017 [in explore]

[Paturo] via Compfight

     A minha ocupação favorita é praticar Surf; às terças, quintas e sextas, pratico nas praias de Carcavelos e do Guincho. O meu Treinador vem-me buscar numa carrinha, mas somos só três; deixo sempre a prancha na sala, encostada ao bengaleiro.

      A minha experiência de Surf já dura há sete anos; as melhores Trip-Surfs são na Azambujeira do Mar e daí até Sagres – o ponto mais a sul. O que me fascina neste desporto é que nos divertimos, nos respeitamos; é desafiante combatermos as ondas, tentarmos chegar até onde queremos alcançar; sobretudo as manobras que fazemos com a prancha, como o “bottom”, a “palada”, o “lay back”, a “rasgada”, entre outros. O mais difícil é o “Lay Back” porque exige muito equilíbrio.

       Às vezes é assustador, quando as ondas fazem o “Set”, em que vêm cada vez maiores. Nós falamos uns com os outros de prancha para prancha; com cada instrutor só podem estar quatro praticantes, no máximo. O meu mar preferido é com ondas médias e perfeitinhas. Uma onda perfeita é a que faz um tubo, quando não há vento, o que permite treinar as manobras. No Guincho, as ondas não são perfeitas: há muito vento.

      Ontem, estive no Guincho com o Lourenço P e não se conseguia surfar bem. Tentei apanhar com o maior número possível de ondas; elas quebravam onde eu tinha pé, estava a maré vazia. No Brasil, a praia está protegida, as ondas não chegam: é preciso remar imenso até chegar ao mar aberto e aí não há pé. Os treinos duram de duas a duas horas e meia, a partir das cinco, saímos da água quase sempre depois das sete da tarde. No inverno é mesmo noite escura.

Lourenço C, 6B

O Meu Minúsculo Plano de Vida

     Wondercon 2016 - Rick and Morty Cosplay

Creative Commons License William Tung via Compfight

     Se nós queremos ser alguém na vida, temos de escolher um emprego, senão passamos a vida a viver à custa dos nossos pais. Além disso, toda a gente gosta de ter um sentido na vida, algo que nos faz levantar da cama; um emprego, por exemplo, para nos sustentarmos a nós e á nossa família e, se for algo que nos interesse, ainda melhor.

      Para escolher uma profissão, precisamos de pensar o que é que nós gostaríamos de fazer daqui a alguns anos; tem de ser algo que nos anime, que nos traga objetivos e que nos faça exercitar a nossa capacidade de nos desembaraçar em situações complicadas.

    Para escolher um trabalho, também é preciso ir em frente, não ter medo do difícil, mas sim vontade do que gostamos. Claro que precisamos de ser um pouco lutadores, mas sabemos que o esforço e vai valer a pena.

     No futuro, gostaria de ser investigador científico-tecnológico, na área da Nanorobótica. A nanotecnologia é a engenharia das coisas extremamente pequenas, que trabalha com dimensões do nanómetro que é igual a 10-9 m.

       Gostaria de me dedicar a nanorobots que podem, por exemplo, regular a tensão arterial, estudar o funcionamento do corpo humano a níveis totalmente novos, tal como o ADN, podendo nós aprender a modificar o próprio ADN.

     Vou para esta área, porque acho que dentro de poucos anos, o seu estudo vai ser muito procurado e os investigadores muito bem pagos.

Miguel F, 9B

A Experiência Pura do Velejador

     Club Náutico de Barcelona Optimist

Creative Commons License Jendroszczyk via Compfight

    Chegou o dia tão esperado pela Equipa de Otimist do CNC! Esta prova decorreu nas férias da Páscoa, mas vamo-nos focar num dos velejadores que participou com brio. Não foi o melhor campeonato devido às condições do vento que provocaram alguma desestabilização aos velejadores mais pesados.

      Tomás G, no 1º dia, devido à falta de vento, teve de aguardar em terra com os seus companheiros. Ainda se conseguiu realizar uma regata em que, com azar, o Tomás largou fora da linha e teve um Ufd – levando 60 pontos de penalidade.

      No segundo dia, também com ausência de vento, Tomás conseguiu não largar fora e tirou boas regatas, mas dentro dos 20 primeiros.

     No terceiro dia, as regatas foram bem sucedidas e Tomás conseguiu recuperar 20 lugares.

     No quarto dia, foram realizadas duas regatas em que Tomás conseguiu melhorar a sua posição, recuperando 50 lugares no final.

     O mar estava demasiado calmo, mas de um azul e de um cinzento esverdeado, frio e denso. Os velejadores do CNC tinham vindo quatro dias antes para um estágio de treino que não podia ser intenso. Ficaram hospedados numa mansão estupenda com piscina, pinguepongue, snooker, e ainda havia duas cabrinhas sempre a brincar na relva.

      No último dia, o Day Off, estávamos livres por causa do campeonato Nacional: então ficamos em casa a descansar, a partilhar, pois as pessoas estavam nervosas e o convívio é tranquilizante. Fomos à piscina, jogamos playstation…

     O Tomás pode não ter tido a melhor performance no campeonato, mas de certeza que ele aprendeu imenso, divertiu-se e enriquececeu a sua experiência como velejador.

Tomás G, 7A

A Bike Inacessível

     Colorful Childhood

Aikawa Ke via Compfight

      Era uma vez um menino chamado Gonçalo que gostava muito de correr.

       Um dia, os sapatos dele estragaram-se e ele teve de ir ao cascais shopping comprar outros. Ele comprou uns all stars vermelhos porque era do Benfica.

       No dia seguinte, passou outra vez no shopping e viu uma bike muito gira: era azul e tinha uns pedais muito bons. Mas o problema é que ele não tinha dinheiro suficiente. Foi pedir a uma amigo, que estava a comer uma noz e disse ao Gonçalo:

       –  Vá, vai! – Disse o amigo, estendendo-lhe uma nota.

      Mas ainda não bastava. Então, os dois amigos tiraram muitas fotos à bike com o seu iphone.

Gonçalo R, 6A

De Paris a Lisboa em Bicicleta

Imagem: An engineer on a Bike    

      O nosso querido antigo aluno Miguel Dias, recém formado com distinção em Engenharia aeroespacial, tem agora de tomar uma decisão complexa: doutorar-se imediatamente ou estrear-se no mundo do trabalho?

     Criou então um contexto original que contribua para o pôr em “modo de desafio”, a fim de ver mais claramente os prós e os contras da decisão que vai mudar, em breve, os rumos da sua jovem vida. Desde o dia 15 de maio, como podemos seguir no seu site, partiu, de bicicleta, rumo a Lisboa, numa aventura que combina “couchsurfing”, coragem de pedalar e a atração por amizades ainda desconhecidas.

    Em jeito de homenagem, publicamos aqui um texto seu, escrito aos 11 anos, que já anuncia, de algum modo, como é essencial trilhar o que assume forma de caminho real, isto é, o que nos abre a um futuro verdadeiro: 

Imagem: Oficina de Escrita

“Nunca caminhes fora do caminho,

fora do caminho só econtras o mal,

mas, se caminhares dentro dele,

só encontras felicidade.

Dentro do caminho aprendes a viver,

a respeitar e a ajudar,

mas fora dele só aprendes a roubar e a fazer mal.

Vai sempre pelos caminhos,

fora deles só há tentação e maldade.

Se fores pelos caminhos, podes demorar mais tempo,

mas encontras paz, harmonia e felicidade.”

Miguel Dias, 2004

Conversas na Oficina: Ideias para o Futuro

Elite Dangerous / Careful of the AsteroidsCreative Commons License Stefans02 via Compfight

      Avalio o meu desempenho como suficiente. Subi muito em Moral, mas tenho que estudar mais para Português, pois desci. A HGP desci a média e a CN muito pouco.

     A Português desci por causa dos tempos dos verbos, e o que é mais difícil para mim nos testes são as interpretações de texto. Nas composições posso melhorar os advérbios e as preposições.

      A minha estratégia para HGP é escrever apontamentos, tentado fazer por palavras minhas e uso as do Manual que não posso mudar. O meu Pai estuda um pouco comigo.

      A CN desci muito pouco, mas devido à forma como as perguntas são feitas. A Estratégia de recuperação vai ser estudar mais sobre os  animais fazendo perguntas por palavras minhas e imitando os exercícios do teste.

     A subida a Moral foi graças ao resumo que o Prof nos deu; escrevi algumas ideias do papel que o Prof nos deu, acrescentei outras ideias do Manual e fui buscar outras ideias à minha cabeça. Gostei de pensar sobre os sítios em que Jesus foi um homem verdadeiro e verdadeiro Deus e onde viveu na Terra.

     Os meus Projetos de Páscoa são fazer alguns ovos de decoração, comprando doces para comemorar, se conseguir. Brincar com a minha vizinha, é a única companhia que tenho, é como a minha melhor amiga. Gosto de desenhar, uso um caderno de folhas lisas, desenho por imaginação, pois ganho as minhas ideias nos meus sonhos, quando estou a dormir à noite. Tenho uma cabeça fresca, lembro-me bem dos sonhos.

     Estou a ajudar um rapaz que tem cancro, com toda a minha Turma: compramos alimentos,  vendêmo-los por preços mais baixos e enviamos o dinheiro para esse menino, que se chama Tiago.  

     Desejo que nós ajudemos todas as pessoas do mundo que precisam de ajuda!

Michael S, 5A

Pokémon Go

     Primary Colors of Fun

William Hanlon via Compfight

      O Pokémon Go é um mapa onde uma pessoa se desloca para obter “determinada coisa”. Podemos estar no Pokestop, no Pokémon ou no Ginásio. Com isto, podemos viciar-nos neste jogo, que, por vezes, já levou pessoas à morte.

      Este jogo tem que se jogar de uma forma diferente, com 3G e saber como jogar. As pessoas sabem ou deviam saber que este jogo é um dos mais jogados em todo o mundo.

      Por vezes, o Pokémon tem o satélite interligado com o telemóvel; permite 5 metros de distância para encontrarmos os Pokémons; estes, são apanhados com uma “pokébola” e eles podem fugir ou não. Neste jogo, o melhor e o mais falado é o Picachu.

     Para mim, este é o jogo favorito e também viciante. E hoje passei para o nível quinze!

Vasco L, 7A

Conversas na Oficina: Uma Vida Intensa

Caballito del diablo Azul (Calopteryx xanthostoma) Macho.

Pedro Luna Guillen via Compfight

      OE – Hoje temos connosco na Oficina, a Federica V que partilha connosco o seu balanço deste trimestre, os seus interesses mais vivos, os seus belos projetos a longo e a curto prazo: 

     Federica V – O balanço do meu desempenho ao longo deste período, embora não saiba ainda todas as notas, resume-se em ter mantido a média a HGP, com 70%, ter subido a Português com 64% e 71,5%, mas em ter descido a Matemática, com 56%, 59% e 72% na Ficha.

      Desci porque faltei durante muito tempo: dores de cabeça terríveis e vomitei muitas vezes. O meu Objetivo para o 3º Período vai ser melhorar a Matemática. Esta é a minha estratégia de recuperação:na 1ª semana de férias, posso rever e estudar; tirei fotocópias das aulas a que faltei; posso pedir ao Pai para ir à Khan Academy.

     O meu Projeto de Páscoa é Ir à Flórida, incluindo a Miami. A Mãe vai à praia e eu vou passear com o Pai.

      A minha imaginação vai para quando eu chegar aos trinta, voltar a ser bebé de novo… E gostava de ser a melhor jogadora de ténis do mundo!

      A um de Abril tenho os Jogos Userianos, onde vou jogar Volley até às duas e logo de seguida o Campeonato de ténis na Quinta da Moura, com nove ou mais torneios de uma hora cada um.

      Às vezes penso: “Como vai ser o meu futuro?” Gostava imenso de viajar pelo mundo a fazer torneios.

     Agora já treino todos os dias, menos à segunda, porque tenho karaté. Faço um treino intenso. E no intervalo de almoço tenho volley  duas vezes por semana. Sábados e Domingos treino patinagem na Marina de Cascais. Às vezes ainda vou ao sábado com o meu  Pai correr no Guincho e ao Domingo tenho uma hora de Piano, em casa da professora: estou a tocar o “Stay with me” e vou começar o “My way” que também é o hino do Sporting. O meu Pai é que apresenta as músicas e depois eu fico a ouvi-las e gosto imenso. Depois de ouvir começamos a gostar.

       Os treinos começam às cinco e acabam às  vezes às oito. Chego, tenho de tomar banho, jantar, fazer os tpc e fico exausta, vou dormir até às oito da manhã, por isso é que, às vezes, chego atrasada. Mas gosto imenso deste ritmo, uma pessoa habitua-se. Mas como estou com uma dor nas costas, agora não posso fazer esforços.

     Para o treino físico intenso, tenho de levar duas bombas de ar para a asma, batatas fritas com sal, 2 ou 3 garrafas de água; o que eu gosto mais disto é que às vezes tenho de comer croissants com chocolate.

      Os valores que considero supremos para  uma vida feliz são ser honesta e ajudar os outros. Concretamente, gostaria de ajudar os outros fazendo voluntariado, cozinhando em casa e indo de noite distribuir comida pelos Sem Abrigo.

     Vou sair pela primeira vez sozinha, com as minhas amigas, mas o meu pai vai disfarçado, à distância, a ver se tudo corre bem e estamos em segurança. Eu própria lho pedi.

     Vamos ao cinema das 18 30 às 20 30, ver a “Bela e o Monstro”; depois vamos jantar a um restaurante no Shopping.

OE – Então esperamos-te de novo aqui para comentar a experiência inédita!

Federica V, 6B

Conversas na Oficina: “As Super-Heroínas”

Imagem: Oficina de Escrita

Maria – Alguns de nós formamos uma Banda: a Francisca, o Tomás e a Maria são os Produtores; a Madalena, a Joana, a Vitória e a Inês somos as cantoras. Todas cantamos, mas a Inês tem um instrumento: as Maracas.

Drogue

Joana – Já fizemos duas músicas: “Não desistas do teu Sonho” e “Nós Vamos Ganhar”. Isto ainda é só o início da letra:

 Todos –  As “Super-Heroínas” formam uma Banda

E nenhuma de nós manda.

As Super-Heroínas são as melhores do mundo:

Não param de cantar nem um segundo!

Este vai ser um dia profundo:

Vamos inventar a melhor música do mundo!

Estamos a rimar e nunca vamos parar,

A Malta cá em casa está-nos a acompanhar,

Pois isto nunca vai parar!

 Refrão 

Não, não desistas,

Nós não vamos desistir!

Segue o teu sonho,

E não pares de sorrir!

2x

A Banda das Super-Heroínas

Faz-te divertir, curtir e sentir uma Super-Heroína

E agora só nos falta, dominar a malta

E vencer a ribalta! As Super-Heroínas fazem música

Para te divertires e curtir!

Não te vamos desiludir:

Vamos dar um passo em frente,

Sempre sem mentir! 

 Refrão 2x 

Super-Heroínas Oh, Oh, Yeeh!

Tomás, Maria, Francisca, Madalena, Joana – 3º Ano

Os Pequenos Visitantes da Oficina

Imagem da boneca: Alluka Zoldyck via Compfight

Legos, Mac e Karaoke

     "Are we really doing this?!"

Mike Napolitan via Compfight

    O Natal foi muito divertido. Recebi um Lego para 16 anos e eu só tenho 11. Posso construir em Lego carros, motos, camiões, etc. Eu já comecei a montar um Lego “bué fixe” que era da Star Wars.

     Penso vestir a camisola vermelha que me deram para sair; por exemplo, quando vou ao cinema e ao Mac – como vou hoje com os meus amigos cá da Escola.

      Passei a passagem de ano no Gervásio, com a minha prima e amigas minhas. Fiquei lá até às 05h 30 da manhã! Foi muito “fixe”, houve Karaoke. Cantei músicas do “Agir” e do “David Carreira”. Não dancei, mas gostei muito.

    O meu brinde para 2017 é: subir as negativas e desejo muita saúde para todos.

Gonçalo R, 6A

O Meu Segundo Campeonato

Big Day Along the Central Coast Steve Corey via Compfight

     Este Campeonato começou uma semana antes do previsto; eu não me conseguia inscrever, mas depois fui pedir ao meu treinador e tudo correu bem.

    Uma semana depois estávamos, eu e o meu pai, com as minhas pranchas no carro e com a nossa comida.

     Chegamos à praia e eu não estava muito nervoso, mas quando chegou o meu “heat” tremia muito.

     Então, um amigo do meu pai que é treinador, chegou  ao pé de mim e disse-me:     

     – Não estejas nervoso, concentra-te nos primeiros cinco minutos, apanha duas ondas e depois apanha as melhores ondas.

     Eu aqueci e fui para dentro de água.

    Nos primeiros cinco minutos, apanhei boas ondas e são só as duas melhores ondas que contam.

     Depois, dessas duas ondas, não houve ondas tão boas, mas duas horas depois, veio lá uma boa onda e eu estava com a prioridade.

     Então fui na onda e mandei três manobras!

    E disseram:

     – Faltam 10 minutos para o final. João R… de P… em primeiro lugar, Eduardo G… a precisar de 4,63 pontos.

     Depois remei para fora e apanhei outra onda e fiz outro “quatro”. Para o final, ninguém apanhou ondas e eu ganhei o  campeonato Nport!

João R de P, 6A

Curiosidades no Minecraft

    Jacobo Pineda - Worldcrafter (2D Artist)

Creative Commons License Daniel Garrido via Compfight

     Eu estava num mundo do Minecraft, com uma velha amiga, chamada Alex. Estávamos só nós e fomos apanhar madeira.

     Fiz um machado, uma espada e uma picareta. Disse a Alex para ir apanhar mais madeira, enquanto eu ia apanhar pedras. Se houvesse ferro, eu faria uma picareta de ferro para apanhar outros minérios e fazer uma armadura para os dois. Ela foi ter comigo e disse:

     – Já apanhei o que consegui.

     Eu agora tinha 200 pedras, 100 ferros, 5 diamantes, 27 esmeraldas. Com tudo aquilo fizemos o que era preciso, pusemos todos os carvões e minérios que estavam prontos para assar. Fomos então caçar animais e cozinhá-los. À noite, vimos um zombie e não sabíamos o que era: saímos da mina e matámos os monstros que nos apareceram. Aí, nós vimos um que se teletransportava e também matamos esse monstro.

     O Minecraft é um jogo divertido, uma aventura em que nós comunicamos. De todas as pessoas que já jogaram, só 1% não gostou, pos temos acesso a um mundo com ais de três dimensões: o Nether, o The End e o mundo normal. Pode-se criar coisas automáticas e outras maravilhosas: os “mods”, os “add-ons” e as “texturas”, que servem para criar seres  ou itens que nos apeteçam, e para outras pessoas com os mesmos gostos partilharem.

Afonso S, 5C

As Minhas Férias

Imagem: Wook.pt

      Tudo começou no dia 17/12/2016: tinha ido às compras de Natal: foi giríssimo!

    Dali em diante, à noite, fui para casa da minha avó, em Torres Vedras, uma pequena aldeia ao pé do Bombarral. Aí, todos os dias havia um novo filme “Sozinho em Casa” I, II e III e “2 Big Heros 6”.

      Eu estava cansado, porque a minha prima de 16 anos só ia chegar na 6ªfeira e por isso levei os meus brinquedos de Five Nights at Freddie’s para ver alguns detalhes que tinham posto nos novos bonecos que encomendei – o tempo, aí, passou a correr.

    No quarto dos meus pais, em casa dos meus avós, no último dia, brinquei com o drone do meu avô: aí chegou o tão esperado dia 24, abri os meus presentes e recebi o livro do Sirkazzio, uma nerf, uma caneca da coleção Keep Calm, um pijama da Star Wars…

      No dia seguinte, fui para casa dos meus outros avós, onde estava a minha prima de 4 anos; abrimos as prendas e recebi vários “Ferrero Rocher” – os meus bombons favoritos e ainda 180 Euros!

     No dia seguinte, visitei a Aldeia Natal; fui ter com os Romanos, entrei na árvore de Natal, andei no gelo…

    Vamos já passar para o fim do Ano: instalei uma rede social da Five Night’s, que se chama Bnaf Amino e criei lá o meu Blog que se chama “Teorias Fnaf”. Depois fui jantar hamburgueres no pão com batatas fritas, pus um temporizador para chegar a 2017 e assim acabei o meu dia!

Afonso S 5C

A Beleza da Música

Movement and Motion

Thomas Hawk via Compfight

     Eu gosto imenso de música desde pequenina. Dá-nos inspiração e calma. Dá-nos vontade de dançar.

     Gosto de ouvir música a qualquer momento. Prefiro as músicas mais mexidas, como “Cold Water“, “Nauthy Boy“. Às vezes ouço música quando estou a estudar.

    Quando começo a dançar, entro no meu mundo e esqueço os problemas. Frequento uma escola de dança há cerca de quatro anos, na Sociedade de Janes. Aí aprendi a dançar diferentes tipos de música, como Hip Hop, Contemporânea e Jazz.

     Até a própria Natureza – como no canto dos pássaros – mostra a beleza da música.

Sofia L, 9C

Sem Música não há Ninguém

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zen Sutherland via Compfight   

      Todos os dias a música não falta em minha casa: ponho os meus phones, ponho karaoke e canto.

     Já pensaram em viver sem música? Isso, na minha vida, é impossível de acontecer! Às vezes, até chorei ao ouvir música! Porque cantar, dançar e ouvir música ajuda a expressar os meus sentimentos.

    Por favor, vejam o meu vídeo “Música” e vão ver o quanto ela é importante; apreciem-na e ouçam-na! No futuro, eu queria ter alguma profissão relacionada com música.

     Só peço uma coisa: não desistam dos vossos sonhos!

Inês M, 7B

O que me dá Asas

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Imagem oferecida pelo Zoo de New York

     O que me dá asas é quando um amigo chega a minha casa, porque eu gosto de brincar com os meus amigos. Vivo num prédio e, quando um amigo meu chega, vou até lá abaixo mesmo descalço. (O meu melhor amigo e eu vivemos os dois num 1º A!).

    Eu estou a gostar do projecto “Arca do Não é”: o que estou a gostar mais é de fazer parte do projecto e juntar animais é muito divertido: escolhi um elefante e um siamango, uma espécie de macaco; quando ele grita, incha o papo.

     Vou poucas vezes ao Zoo, porque moro no Estoril, longe de Lisboa. Também já juntei um elefante e um hipopótamo que é a cria e os nomes dos pais são elefango e siamante; a cria chama-se elefonte.

     O Elefonte adora brincar, corre muito e come folhas, como os pais. Gostam de viver perto dos rios, em abrigos, para se protegerem e beberem água. A mãe e a cria podem ser domesticados, o pai não, porque ele é selvagem. Eles gostam de festas, se não os atacarem, eles não atacam.

Vasco L, 5C

(Tema inspirado no livro de Ecologia Emocional  “Energias e Relações para Crescer” de Mercés Conangla e Jaume Solers)

Momentos de Arrasar

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Imagem: SuperStar Kids

     Eu fui a uma festa, no Salvador Lopes, no Bounce. Eu e uma amiga minha ficamos amigas do instrutor que se chamava David e demos-lhe o nome de “Cristinhas” porque tinha uma grande crista. Foi muito giro! Consegui dar duplo mortal para a frente, mas para trás, só consegui um!

     Fomos a casa dele e estivemos a jogar snooker. Na nossa casa de S. Martinho, a Federica e eu batizamos a nossa cadelinha de “Smurfina” que tinha 4 meses, era preta e branca. A minha avó dizia que ela era uma vaquinha.

     Quando vim pela primeira vez à Oficina de Escrita, foi um momento único: a Inês é muito divertida!

     No ano passado, ainda não conseguia fazer mortal para trás, mas treinei muito e agora já consigo!

Maria M, 5B

Os Meus Sonhos

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Jukka-Pekka Korpi-Vartiainen via Compfight

     Os meus sonhos são ser campeã nacional da ginástica acrobática. Também gostava de ser atriz, quando fosse mais velha. Mas o meu maior sonho de infância é ter uma vida com saúde e amizade e também que a minha avó fique melhor e que o meu pai nunca mais vá para Angola.

     Treino todos os dias cerca de duas horas, das 17h 30 às 19h, com uma equipa de cerca de vinte elementos. Aprecio sobretudo os mortais e as espargatas, sou a mais pequenina, por isso sou eu que vou no ar.

     Há um mortal que se chama “salto mortal” e outro chama-se “salto de pára-quedas”. As posições que eu gosto mais na ginástica são a espargata e o mortal para trás.

        Para ser uma boa ginasta acrobata, é preciso ser flexível, ter paixão, estar bem musculada, ter harmonia nos movimentos, ter um bom espírigo de equipa. As músicas que mais me inspiram para as coreografias da Ginástia Acrobática são as do Justin Bieber. Quando estou em voo, sinto a liberdade!

        Para quem ler isto: pensem também nos vossos sonhos e escrevam!

Maria M, 5B 

Um Mundo Desportivo e Radical

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Imagem: Decathlon Cascais

     Se calhar, eu vou receber patins no Natal! Acho que vai ser uma experiência maravilhosa!

      Sempre fui muito ligada ao desporto. Acho que o desporto é bastante prático e ajuda-nos a ter confiança em nós mesmos!!!

     Ao andar de patins parece que se entra no mundo desportivo e radical!!

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Creative Commons License Hillel Steinberg via Compfight

     O Basket é o meu desporto preferido, pois eu liberto  toda a adrenalina que está em mim. Quando sinto aquela bola, penso que nem toda a gente tem a oportunidade de tê – la por perto . Eu acho que não sou má no desporto …!!

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Chris via Compfight

     Mudando de assunto o badminton é muito “awesome”. Pratico-o na escola, às vezes por equipas de 4, outras de dois… Pode ser uma rampa de lançamento para o ténis !!!

    Saltar à corda ajuda a criar células ósseas, por isso, independentemente da idade, deve-se praticar DESPORTO!

Inês M, 7B

Um Dia na Kidzânia

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Imagem: Kdzania – Maternidade

     No dia sete de Maio, eu, a Maria e amigas da minha irmã fomos á Kidzânia. Foi uma viagem longa, mas quando chegamos, pensamos três vezes e apercebemo-nos que valeu a pena. Estávamos entusiasmadas! Pagamos os bilhetes e entramos logo.

     Primeiro, fomos à farmácia: aprendemos o que comer e o que fazer como desporto. Depois,  fomos fazer a carta de condução.

    Logo a seguir estivemos a almoçar. Fomos à Telepizza, comemos duas fatias de pizza e coca-cola. O António comeu três e, mesmo assim, ficou cheio de fome, como sempre.

     A seguir fomos ao veterinário, aprendemos a cuidar de gatos e cães. Mas o que eu mais gostei foi de ir à Maternidade: eu queria um menino preto, mas a Maria, de tanto insistir em ter um menino branco, a Senhora deu-lhe uma bebé preto.

     O meu dia foi óptimo!

Federica V, 5B

P.P.: Passatempos Preferidos

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Wolfie Fox via Compfight

     Entre as coisas que eu mais gosto de fazer estão o futebol, ver vídeos, no Youtube, de palhaços assassinos e andar de bicicleta .

     Este ano, mudei para o Clube de Futebol da Torre onde o treinador, o Ricardo, é simpático. Tenho colegas novos e outros com quem eu já treinei. Na decathlon costumávamos perder 9-0, enquanto, na Torre, num torneio em que fui convocado, ganhamos 4-1. Enquanto eu estava a aquecer, a minha equipa marcou um golo!

       No Youtube, os youtubers que eu costumo ver são o Wuant, o Sirkazzio e o Remedy. Os vídeos que eu vejo do Remedy são de fifa 17, os vídeos que vejo do Sirkazzio são de palhaços assassinos, e outros, como, por exemplo, apanhar um duche de Ruffles; os do Wuant são de temas cómicos.

      Gosto de andar de bicicleta no Guincho, onde há bicicletas electrónicas. Costumo ir a pedalar até um sítio onde há gelados, na boca do Inferno. Costumo ir com os meus pais, mas eu é que vou de bicicleta. Sinto-me livre, é pena que agora ela não cabe no porta-bagagens da minha mãe, então ando de bicicleta à volta de casa.

Manuel N, 7B

Liberdade Total!

   Skateboarding - Mick O' Connor - Ramalde Skate Park Porto, Portugal

Darren Johnson / iDJ Photography via Compfight

      Eu gosto de andar de skate, porque é Adrenalina, uma forma de vida, dá-me liberdade total! Faço-o aos fins de semana e gostaria de entrar num campeonato!

     Quando vou passear os meus cães – Max, o maior, um Serra da Estrela, a Becas, que é rafeira e o Ben, um Schnauser miniatura – ao mesmo tempo ando de skate.

    Uma vez, o meu cão teve um desentendimento com uma senhora de idade e mordeu-a numa perna: ela teve de ir para o hospital.

Adam Keys - Ollie Over Rail

old_skool_paul via Compfight

     Se eu ensinasse manobras de skate a um amigo, ensinava-lhe o “Kickiflip“: vais  a andar e as rodas da frente têm de estar no ar; a parte de trás tem de bater no chão, para as rodas de trás levantarem. Ensinava o “Ollie“: vais a andar e levantas o skate, o skate gira no ar e cais em pé.

     O verão é melhor para praticar, porque apanhamos vento que nos refresca. Uma vez, no inverno, eu deslizei numa toalha de água e caí no chão.

Francisco Miguel N, 5A 

Verão Espetacular

Gulls on Lake Michigan

Creative Commons License USFWSmidwest via Compfight

      O meu verão foi espetacular! Fui á praia: as ondas baixas, as gaivotas á procura de peixe, era uma maravilha. E ainda por cima foi no Bombarral.

      Mas o meu problema é que eu só queria ir para a Escola. Os meus pais puseram-me na Oficina de Escrita: é ótimo! Ainda por cima tenho a professora Inês.

      A Primária era a melhor coisa da minha vida. E antes, a minha Mãe puxava-me pelo carrinho de bebés. A minha Educadora era a Amélia e as minhas bochechas eram tão fofas, pareciam peluches.

    Desejo aos colegas que cada dia seja melhor.

Francisco M N 5A

Todos os Desportos – I

    eder-portugal-france-uefa-euro Imagem: Goal.com

     Era uma vez um desportista profissional e a sua especialidade era ser futebolista. Começou a sua carreira com doze anos; já estava no Benfica, a jogar muito bem.

     Os anos foram passando; quando tinha dezoito anos, não queria imaginar que tinha sido chamado para a Equipa A, primeira divisão do Benfica! Ele nem acreditou e aceitou logo a proposta.

     No primeiro dia de treino, estava muito ansioso por conhecer os jogadores e também o treinador. Este, no fim do treino, disse-lhe:

      – Jogas muito bem! E amanhã vai ser titular contra Benfica-Sporting.

     Nesse jogo foi logo elogiado pelos adeptos, jogadores e olheiros (1), especialmente pelo treinador de Portugal.

     Logo no dia seguinte, recebeu uma chamada do treinador de Portugal, a dizer que estava convocado para o Mundial, na Rússia! Ele ficou super, mas super-contente e aceitou nesse instante. Os patrocínios que ele recebeu foram Nike, Adidas, Reebok e Ripcurl.

Lourenço C, 6B

(1) Olheiros são os que observam os jogadores e depois dizem aos treinadores as qualidades desses jogadores. 

Para Toda a Vida!

   IALE SPORT & LIFE TENNIS ACADEMY

Paula Marí via Compfight

     Uma das coisas que eu mais gosto é Ténis. Pratico desde os quatro anos e cada vez gosto mais. Um grande momento que eu vivi no Ténis foi num estágio das dez melhores de Portugal de Sub 10. O estágio era perto de Lisboa, éramos  10 meninas e foi um acontecimento muito giro.

     Gosto imenso de fazer treino físico: sobretudo exercícios de equilíbrio. Treino o meu desporto quatro vezes por semana, durante uma hora e meia. Quem me ensina é o André, o Tomás e a Mariana.

     Eu gosto imenso de jogar o jogo da Canoa: duas equipas jogam alternadamente; quando alguém perde, tem de se sentar à frente; quando já não há ninguém para jotar, essa equipa perde.  

     Adoro o jogo do 21, em que se começa do fundo do campo, depois vai-se para o meio-corte e depois avança-se para a rede, onde fazemos volley e smash! Quem tiver 21 pontos, ganha.

     Quero continuar com o Ténis para toda a vida!

Margarida C, 5A

Parecia Voar no Céu!

   Trek bike

Jim via Compfight

      Eu aprendi a andar de bicicleta  este verão, pois todos os meus amigos já estavam a andar e eu tinha de ir de trotinete. Então, eu cheguei ao ponto em que estava farta e decidi aprender a andar. Quando tentei, consegui logo e soube-me tão bem! Parecia que estava a voar no céu!

      No meu Campo de Férias, eu diverti-me imenso, mas a melhor parte foi quando descobri que a minha amiga Carolina estava a namorar com o Rafael, um menino francês. Eles eram perfeitos um para o outro, mas tiveram que acabar pois o Rafael tinha de ir outra vez para França, porque as férias tinham acabado! Nós ainda tivemos uma ideia, mas eles não quiseram.

    Eu gosto imenso do 5º ano, acho que é mais fácil do que eu pensava e espero que  as pessoas da minha turma achem o mesmo.

Carolina C, 5B

Uma Emoção Viva em Mim

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Imagem – Aqua Show Park Hotel Quarteira

     Este verão fui ao Algarve com a minha família. A praia estava óptima e a água quente. Fiquei num apartamento que tinha piscina: eu ia lá todos os dias!

    Um dia antes de me vir embora, fui ao Aquashow de Quarteira: andei numa Montanha Russa de água; no final saltava água para cima de nós e das pessoas que estavam numa ponte. Senti uma emoção de aventura que ainda hoje está viva em mim!

   Passado algum tempo, encontrei uma amiga e passei para uns escorregas coloridos em que encravei a meio! Após isso, fui a outro escorrega que era a “Anaconda”: era tão escuro que não se via nada!

     No fim, fui andar de aviões que se viravam ao contrário. Tinha a sensação que ia cair e vomitar: era estranho mas giro!

Maria B, 6B

No Fundo do Mar

peixes-porcoImagem: Blog Normak

     Estávamos na praia do Amado, e fui a uma ilha chamada Cavaleiro, onde apanhei três peixes-porco e uns mexilhões enormes.

     Depois, quando voltei, fui fazer mini pesca e apanhei 4 charrocos. E ainda fui caçar ali perto e apanhei um sargo e quatro navalheiras!

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Imagem: Oceanário de Lisboa

       Nessa noite houve uma festa de despedida porque era o nosso último dia.

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Imagem: Município de Aljezur

     Este verão foi o melhor, porque não havia ondas e eu podia caçar sempre que quisesse. O meu Pai gosta de partilhar o que pesca com os amigos.

     Costumamos caçar na praia Pequena, ao pé da Praia das Maçãs. Para caçar, levo um fato preto com riscas amarelas, barbatanas, pistola de arpão, óculos, um tubo para respirar e um cinto de chumbos para ir bem fundo.

     O meu Pai ensinou-me a fazer tudo o que eu sei: as técnicas que se têm de utilizar  para caçar, como, por exemplo: bater numa rocha de fundo com a pistola para os peixes ficarem curiosos e virem ver.

Alexandre S 6C

O Verão trouxe Aventuras

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Imagem: Centro Hípico da Charneca

     Este ano, fui outra vez ao Campo de Férias da Pereira Coutinho; este foi o meu último ano, pois já fiz 14 anos.

     O que eu adorei foi andar de cavalo sozinha. A sensação é óptima e divertida! Havia uma altura em que eu pensava que o senhor estava a segurar as rédeas, mas eu olhava para o lado e não estava.

     Na parte da tarde, ficávamos na escola e jogávamos mata, volley, basquetebol… O convívio entre os adolescentes é óptimo, maravilhoso!

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Imagem: Campos Sioux

     Na segunda quinzena, fui, pela primeira vez, aos Campos Sioux, na Pedra Amarela, perto do Pisão; é no meio do mato, come-se em mesas e bancos de madeira. Nós tínhamos de inventar e decorar um totem de madeira e dávamos um grito criado por cada tribo. Na primeira semana, foi o “Tugo Fox” e, na segunda, o grito era o “Sem Nome”.

    O ambiente era saudável, havia imensas árvores, com ramos cheios de folhagens espessas e verdes.

     Este ano consegui perder o medo de fazer arborismo, que há dois anos não tive coragem. Subia-se por umas pedras, chegava-se a um sítio alto onde havia árvores e começávamos a aventura: andando por umas passadeiras, saltando por pneus ou mesmo troncos deitados e, assim, andávamos lá no alto, por entre as árvores.

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Imagem: Pedaços de Aventura

     Fiz canoagem na praia dos pescadores. Este ano houve uma diferença e foi que ficávamos na praia até tarde.

     Fui ao zoo marine duas vezes: no 1º dia fui com a família mais próxima;  no 2º dia fui também com os primos todos. O que mais gostei foi dos escorregas: havia um colchão para duas pessoas e lá íamos ondulando para cima e para baixo, mas à nossa frente havia uma descida a pique!

     Fui uma semana para o Algarve em que fiquei num bungalow e os meus tios e avó noutro; lá havia três piscinas! Adorei sair à noite!

     Este verão trouxe-me novas aventuras!

Sofia L, 9C

Férias 2016!

     Nas minhas férias, fui à praia, dei mergulhos e fiz bodyboard com amigos. Numa onda grande, enrolei-me e bati com a cara na prancha e numa pedra! Fizemos, os amigos e eu,  muralhas enormes e buracos grandes.

     Também estive no Gerês, onde fui andar de barco, na barragem. Fiz snowboard e descobri que, debaixo de água há casas e outras pontes.

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Imagem: Vilarinho das Furnas

     Quando podíamos deixar a minha irmã Maggy em segurança, eu ia andar de bicicleta com o meu Pai. O que mais gosto é de passear de bicicleta na Serra de Sintra.

     Este fim-de-semana, o meu Pai já montou o conta-quilómetros na minha bicicleta e ainda vai pôr uns pedais de encaixe!

    

      Também fui a Espanha, almocei lá, fui à praia, e gostei muito de ir.

    E agora, um voto à Turma: desejo que toda a gente passe para o 6º!

Afonso F, 5D

O Mar e Eu

Blue Ringed Octopus

Tom Weilenmann via Compfight

     Eu gosto de fazer mergulho, porque gosto de conviver com os animais como se fossem os meus familiares.

     Quando a maré está baixa, eu consigo ver os búzios; encontro polvos, peixes e caranguejos.

2015-06-30_07-31-26 ZeFlower via Compfight

     Um animal de que eu gostei imenso foi a sapateira, que eu nunca tinha visto, com o meu irmão Tiago. Temos de levar um elástico para ela ficar imobilizada, e apertar-lhe as tenazes com um fio próprio. Agarra-se pelo ponto fraco da barriga.

大安海水浴場

William Chen1 via Compfight

    Eu calço barbatanas, luvas, visto um fato, uns pés por cima do fato, ponho uns óculos com cano de mergulho.

Francisco N, 5C

Entre o Passado e o Futuro

 brain_storming_blogger  Imagem: Oficina de Escrita

 Blogger – 2016

     Olá, eu chamo-me Catarina, tenho 11 anos, ando no Colégio Amor de Deus de Cascais, adoro escrever e resolvi criar um blogue, porque acho que deve ser giro imaginar-me ser como uma escritora famosa que escreve muito bem.

     Vamos começar a nossa conversa: Eu hoje vou à praia, de manhã, com umas amigas minhas: vamos passas o dia todo juntas e depois, durante a noite, fazemos uma festa de final de aulas e início de férias!

AJUDA – 2030

  Polio vaccination a response of a recent polio outbreak in the Horn of Africa

UNICEF Ethiopia via Compfight 

     Olá, sou a Catarina. Sou médica há quase cinco anos. Adorava ajudar aqueles povos que estão em guerra, porque precisam de muita ajuda. Também acho que deve ser uma experiência enriquecedora para a minha carreira.

    Cá, estamos num hospital e temos tudo à nossa mão, mas lá não, nos países que estão em guerra, nós temos de fazer aquilo tudo no momento, porque senão, uma pessoa pode morrer. Espero que, com as entrevistas que estou a fazer, me contratem para eu ir ajudar a tratar pessoas desses países que estão em guerra.

Catarina C 7D

Despedidas Felizes

despedidas_felizes

Imagem: Oficina de Escrita

     Quando tive 62% a Matemática, foi óptimo! O segredo deste sucesso pode até ter sido  não estudar para Matemática!

     Mudar de casa surpreendeu-me. Foi magnífico! Esta casa é diferente! O meu quarto é cor de rosa e o teto é branco.

    O que gostei mais de escrever foram textos de autobiografia.

    Quando estamos com um amigo, nós somos diferentes, principalmente se é o teu melhor amigo. Para mim, a minha melhor amiga é como uma mana; fazemos tudo juntas. Eu adoro-a. O mais cómico é que a minha melhor amiga está no mesmo desporto que eu: lindo! Nós adorávamos e, por coincidência, fomos as duas para a ginástica rítmica, aqui na nossa escola.

     A Professora Carla não nos dava sossego até chegarmos ao nível de competição. Todas as tardes, seguíamos das aulas para o Pavilhão, com o lanche de artista e os tpc da escola. Mas os tpc esvoaçavam pelo ar enquanto fazíamos os exercícios de aquecimento.

     Eu tive de sair por algum tempo, devido a um grande problema no pé, mas isso não nos impediu de rir e estar unidas. Mas houve um dia, antes de eu sair, que a Francisca veio triste para a ginástica, porque tinha de ser operada a um pé.

     Tudo passou: voltaram os dias risonhos, os treinos em esforço, a vitória em figuras difíceis. O campeonato estava às portas e demos o nosso melhor. Foi um sucesso!

    Os meus programas para este verão são ir a Madrid, jogar padel e estar com as pessoas que mais amo.

    Para sermos capazes de amar melhor este verão, devemos não pensar no que os outros dizem; contar apenas com o amor: ele é o resultado das relações e da amizade. Não te preocupes, segue em frente.

    Os meus votos para o verão 2016 é que os professores e alunos continuem de saúde, nadem muito, estejam connosco, sejam felizes. E que a turma do 6C fique junta para a nova etapa!

Sara M, 6C

Rumo à Vitória

'The girls are back in town' ad

anabananasplit via Compfight

Um Momento Marcante do Ano

    Foi o Sarau: na semana do Sarau, eu e dez minhas grandes amigas faltamos uma semana e meia às aulas para criar a coreografia e ensaiar a dançar! Os ensaios eram muito divertidos.

   Se o Oitavo fosse um Animal

    Seria um rato, porque é básico. Achei o mais fácil deles todos. Ao mesmo tempo, fartei-me mais, fiquei mais cansada. Nos três últimos testes já não estudei.

     Hoje fizemos o jogo da mímica na aula de Matemática e eu fiz um caranguejo e uma tartaruga. Eles adivinharam: a Madalena e o Tiago. Depois jogamos ao telefone estragado.

O Ténis e a vida de Estudante

     No estudo cheguei a chumbar e desde que comecei a competição do ténis, as minhas notas subiram muito e consegui alcançar boas notas. O ténis dá-nos mais autonomia, mais responsabilidade: saímos sempre às 8 30, temos sempre menos tempo, já sei que tenho mesmo de fazer as coisas naquele tempo limitado.

Uma Mudança Surpreendente

    Tornei-me mais simpática para as pessoas.

Projetos para o verão 2016

      Ganhar o Nacional, em Julho. Já estou em treinos intensivos; quero fazer uma boa classificação  nos 3 Campeonatos internacionais. Em Setembro vou faltar um mês inteiro às aulas.  Vou ter torneios até Setembro. Venho aqui treinar ou no Jamor. O nosso clube vai treinar ao Jamor.

Como se Progride no Ténis

     Progride-se no ténis em aspectos técnicos, psicológicos e físicos.

     Fisicamente, temos de correr, estar sempre em movimento, ter resistência física.

    Tecnicamente, temos de aperfeiçoar a direita, a esquerda, o smash, o serviço.

   Num jogo, há que  estar sempre positiva, saber onde se mete a bola; o ténis é muito psicológico: se uma pessoa falhar quatro bolas seguidas, é muito difícil ficar indiferente na 5ª jogada. Pode faltar um ponto para fechar o jogo e, se não fechar, pode perder: é uma pressão terrível.

    Pressentimentos

     Como sabemos que algo vai acontecer: trabalhando, se queremos muito algo, para alcançar, torna-se um objectivo. Os sonhos que estão no horizonte mudam sempre, depois de os alcançar. Neste momento já mudaram, já alcancei alguns.

   Para que serve Sonhar Acordado

      As pessoas gostam de sonhar, num momento de relaxamento, sonhom o que gostariam de ter ou de ser…

Conselho a um Adulto

    Um adulto deve ter filhos para não perder o contacto com a sua infância.

Uma Pergunta que às vezes nos Persegue

    Como será lá em cima?

Votos para o Verão 2016

     Ganhar o NACIONAL!

(Ditado) Luisinha R P, 8B

Um Sonho Realizado

 

Rafa Nadal

mirsasha via Compfight

    Era uma vez uma menina que adorava jogar ténis! Ela só falava em ténis, só ria com ténis, aquilo para ela era…

    Ela começou a jogar ténis com 3 anos em casa dos avós, com o pai;  o pai jogava muito bem e ela gostaria de um dia chegar a ser igual ao pai. Sempre que ia a casa dos avós, ela passava o dia todo a jogar ténis com o pai; o pai dela adorava que ela fosse jogadora de ténis profissional.

     A maria foi crescendo e crescendo, até que já jogava ténis num clube, todos os dias, em competição: tinha ela 7 anos, jogava muito bem, a todos os torneios que ia, ganhava!

     Até que, com 12 anos, ela ganhou o Campeonato Nacional e ganhou vários Campeonatos Internacionais. Nesse mesmo ano, Maria foi convidada para ir para uma Academia na América do Norte, onde ficou  a viver. Tornou-se uma grande jogadora, alcançando a pessoa que ganhou mais títulos de sempre. Claro, sempre ao lado do seu pai e do seu avô!

     Ainda como profissional de ténis, conheceu um rapaz americano, pelo qual se apaixonou e, depois de reformada, teve uns belíssimos dois filhos que também jogavam ténis os dois, muito, mas muito bem!

     E assim, Maria teve um vida fantástica, com um marido querido, de quem ela gosta muito e com dois filhos fantásticos também, a Carlota e o Manuel, ambos jogadores de ténis.

     E, claro, realizou o seu verdadeiro sonho: foi uma grande jogadora que  mais ninguém a vai conseguir bater com tantos títulos, mas também tem de agradecer muito ao seu pai e aos seus avós que a acompanharam sempre!

Luisinha R P, 8B

A Minha Despedida do 6º Ano

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Imagem de Ines Nokas

        O que adorei este ano e foi muito especial para mim, foi estar com os meus amigos e fazer brincadeiras malucas: passamos muito tempo a conversar, às vezes dançamos e outras cantamos. 

    Quando estamos com os amigos, unimo-nos como se fôssemos um. Não estamos sós, porque estamos com um amigo e um amigo é muito especial.

    Surpreendeu-me ter fãs no youtube, pois tenho já 13 subscritores, em dois meses e pouco, no meu canal.

     Queria conquistar mais subscritores e continuar com a minha turma… estes votos parecem impossíveis, mas em parte dependem de mim: posso ter mais qualidade nos meus vídeos, melhorar o som, a maneira de falar e editar melhor as imagens.

     Eu poderia fazer um esquema antes de começar os meus vídeos. Assim a construção das frases seria mais perfeita e comunicava melhor.

     Na Oficina de escrita, eu poderia recolher ideias para aperfeiçoar o meu canal e ajudar a Stora a fazer vídeos de escrita criativa. Vamos colocar um frasco bonito para coleccionar as sugestões dos colegas quer sejam youtubers ou não.

      Em relação á turma,  depende pouco de mim, os professores têm de escolher as turmas e não podem ser iguais. Mas podemos ficar com os melhores amigos. Eu escolhi a Adriana e a Raquel, não sei se o Diogo poderá ficar.

    Este verão, vou à praia de Carcavelos, e à piscina da casa dos meus avós, na Costa da Caparica e vou-me livrar um bocadinho da Escola.

        Se eu fosse um animal, eu seria um golfinho, porque os golfinhos são inteligentes e muito brincalhões dentro e fora de água.

    Espero que o nosso verão corra muito bem, que seja muito divertido e que as pessoas que não são youtubers criem um canal para poderem fazer mais amizades.

Inês M, 6C

Perspetivas de um Jovem Filósofo

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Imagem: da Oficina de Escrita

     O momento marcante do meu 7º ano foi o toque de saída, multiplicado alguns milhares de vezes;  todos juntos dão um momento inimaginável em que saboreio a Liberdade na Escola. O toque que irei gostar mais será o último de nove de Junho.

    Um segredo sobre as notas: em Francês, o meu sucesso deve-se a ter um avô que sabe falar francês!

      Se o 7º ano fosse um animal, seria um leão-marinho, porque é muito gordo e nós temos muito que estudar.

     Sonhar acordado serve para nos distrairmos nas aulas, para termos um filme invisível à nossa frente. Leva-nos para o nosso mundo, o mundo da imaginação, sentimo-nos bem. Sai a maldade de dentro de nós.

      Se não fosse a Strª Marina Santos, eu provavelmente, não estaria neste caminho e não teria as notas que tenho agora. Ela puxou-me, falou várias vezes comigo, incentivou-me. Sim, ela merece um magnífico obrigado!

     Uma conquista deste ano, foi ter conseguido desenvolver mais amizades. Ganhei mais competência em controlo, tentei não fazer tantos conflitos e ter mais calma.

     As meninas bonitas, com um coração lindo, linda pele, lindo cabelo e lindo corpo, são uma mudança que me surpreendeu.

     Os meus projetos para este verão são brincar muito e jogar. Vou estar num resort em Portugal; vou encontrar-me com uma jovem senhora; vou muito à praia, mas o que mais prefiro é piscina. Estamos mais à vontade, não é preciso seguir tantas regras. O mar é mais difícil, o mar puxa e vamos ter a Marrocos.

      No meu horizonte está a minha nova casa, a estrear em Setembro. À noite fica escura, fica um pouco assustadora, mas vou gostar muito de estar no meu quarto.

      “A vida não é a nossa morada, é o nosso navio”, porque a vida tem muitos altos e baixos como um navio quando está no mar, dentro de uma tempestade; o navio segue uma direcção que é o seu objetivo, tal como a nossa vida tem o seu. Ele depende de cada pessoa que é, mas ao fim, tudo se interliga: os rumos de todos os navios irão dar ao mesmo porto? Um dia, sim.

    Sê bem-vindo, verão 2016, espero que nos tragas coisas boas, e também más. Com as coisas más aprendemos com as nossas escolhas, com esses erros e vemos a vida de outro modo.

(Ditado)  João Rego 7B

Surf Trip Sines

Crooklets Beach - Waves

Lee via Compfight

      Foi um experiência nova ir fazer uma Surf Trip numa autocaravana.

    No mar, sinto a liberdade de não estar na escola, de não estar sempre a respeitar os professores. E o mar ajuda a espairecer a cabeça.

   No primeiro dia, tomei banho numa fonte, em Sines. Depois de um grande dia de Surf, estavam umas ondas de um metrão e eu só queria fazer uma onda nesse dia, para depois dizer que sou forte!

   No 2º dia, foi o que eu mais gostei, pois foi quando eu fiz uma onda com cinco manobras boas!

   O meu professor de Surf viu e ficou muito orgulhoso de mim e eu fiquei muito contente comigo próprio.

    No 3º dia, tomei banho na praia, também foi uma experiência nova e também foi muito engraçado!

   No 4º dia, apanhei uma tal ventania, que voei com a prancha para os montes, mal me vesti.

   No 5º dia, foi giro, por ser o último dia: dei uma surfada com ondas pequenas, lá de fora, a rolarem até à areia, as esquerdas e direitas.

     Nunca mais me vou esquecer desta Surf Trip!

Vasco L 6C

Brinquem no Mundo Todo!

'Floating', Australia, Queensland, Cairns

Chris Ford via Compfight

Momentos marcantes do 5º Ano

    JP As minhas brincadeiras e os castigos que marcaran os meus disparates.

DN – A festa do Final de Período.

Dificuldades na vida de Estudante

JP A concentração, com as dificuldades que nos desconcentram.

DNTermos que estudar fechados no quarto para temos boas notas.

Se o 5º ano fosse um animal…

JP Para mim seria um tigre, porque eles são ferozes como os professores e corajosos como todos os alunos que enfrentam os testes.

DNSeria uma Chita, porque assim eu seria muito rápido.

Um Acontecimento Quotidiano e Espantoso ao mesmo tempo

JP O meu Surf que eu adoro e me persegue.

DNJogar com a bola de Ténis.

Fish Breath

lolilujah via Compfight

Encorajar um amigo em dificuldade

JP Não desistas, eu estarei para te ajudar, aconteça o que acontecer.

DNAcalma-te, amigo. E alegra-te.

3 Projetos para o Verão 2016

JP Fazer Surf todos os dias, estar com os amigos e divertir-me à grande.

DN – Ser feliz, ter amigos, ter boas notas.

Para um Adulto não perder o contacto com a sua infância…

JP Vir comigo fazer Surf, que nas minhas memórias sempre vão ficar.

DNGravar e filmar os grandes dias da vida, para recordar.

Como é gostar de alguém?

    JP –  É ter um sentimento que nos toca e nos faz querer estar com ela; é ter o sentimento de adorar alguém, que nos faz adorar alguém. (Inspirado em Madalena P.)

DN  – É ser amoroso.

Um brinde às férias de verão 2016

JP Brinquem no mundo todo!

DN – Boa sorte, amigos. E então, depois, estudem bem!

João P 5A e Daniel N

Um Novo Horizonte

leao NSA

Imagem de NSA

          Um novo horizonte que eu gostaria  de conquistar seria treinar com a  equipa A, na Decatlhon, no futebol. Treino duas vezes por semana, na equipa B, com alguns colegas da minha escola, como o Afonso e outros de fora.

     Se treinar bem posso passar para a Equipa A, onde terei colegas diferentes. Nesta equipa os jogadores são melhores nas suas posições:

     Os Avançados – Que tentam marcar golo e também ajudam a defender.

     Os Defesas – Que defendem os Avançados em duas situações diferentes.

      Os Médios – Não me lembro bem agora.

      O Guarda-redes – Defende a baliza.

    Eu já treinei Avançado, agora o meu Mister está a treinar-me para Defesa. Tenho de ajudar os Avançados quando eles estão a atacar e tenho de defender a baliza quando a equipa adversária tem a bola e está a atacar.

    Treinei ao longo deste ano e desde há anos, só faltei para estudar, quando havia testes. Um momento marcante desta época, foi quando o Mister Américo me convidou para treinar com a Equipa A. Senti a diferença: começamos por fazer passes, depois, entramos no jogos. Jogam de cabeça sem medo, enquanto na Equipa B, encolhem-se todos, praticamente.

    Agora começamos a fazer um campeonato com Odivelas, Cacém e outros Clubes.

    Houve um torneio em que a Equipa adversária faltou e ganhamos 3-0, e na vez seguinte, perdemos 2- 0.

    Treino duas vezes por semana, durante uma hora. Sinto o cansaço físico só quando fazemos jogo, mas é normal. Uma vez estava a equipar-me tive uma caimbra, mas passou. Sempre que caí em campo nunca me magoei.

   Este Verão 2016 vou treinar num Estádio mesmo coladinho ao Estádio gigante do Benfica.

(Ditado) Manuel N, 6A

Nos Rápidos do Tempo

Playa de Castalejo

Creative Commons License Guillén Pérez via Compfight

Um momento marcante do 8º ano

     Foi hoje mesmo, porque em vez de termos Matemática e Inglês,  as professoras deixaram-nos ver um  filme: “Os Coristas”.

O segredo do sucesso num  assunto de estudo

     Foi ter descoberto, graças à minha Mãe, como fazer apontamentos.

Se o oitavo ano fosse um animal

     Seria uma anaconda, porque nunca mais ia acabar e era venenosa, cheia de estudo, aulas e testes, a cada minuto que passa.

    Estou exausto de acordar às sete da manhã, trazer uma mochila tão pesada, e saber as gerações futuras em perigo com estes pesos.

     Uma pergunta que às vezes me persegue

    Porque é que eu tenho sempre, até às férias, de levantar-me cedo e deitar-me cedo? Isso é uma vida inteira!

Projetos para o Verão

     Gostava de ir uma semana com o Algarve numa bela casinha com piscina e uma varandinha de onde se vê a piscina em frente;  é só atravessar a estrada e está logo a praia: à frente, ainda há um campo de ténis.

     Depois vou com o Pai para Fromentera: água quentinha! Até podemos dormir na varanda! Depois de chegarmos de avião, ainda vamos de barco a motor para a ilha!

     Vou ainda quinze dias com o Pai para o Algarve, para a praia Verde. Há uma discoteca na areia, na própria praia!

Memórias Felizes

     No ano passado, o que mais gostei foi Tróia: tão bom! À nossa frente havia um parque infantil e uma barraquinha sobre a Kidzânia. Podíamos passear à noite, sozinhos, com os amigos, por todo o lado.

“Quando se está com um amigo, nem somos dois nem estamos sós.”

     Quando estamos com um amigo, no exterior, no mundo fora desse amigo, há cada vez mais amigos: os que são amigos daquele, conhecem-nos a nós e passam também a ser nossos amigos, ficando assimmais largo o círculo. Não estamos sós, pois há mais pessoas para conhecer.

Brinde para o Verão 2016

     Aproveitem bem as férias, que o tempo passa rápido!

Tomás O, 8C

A Ida à Liga Moche

Santa Cruz : 4

Creative Commons License John Tregoning via Compfight

      Eu, o Sebas, o Quartim e o Queimado fomos à Liga Moche. Fomos surfar e ver o oito do Vasco Ribeiro e do Kikas. Todos nós apostámos no Kikas. Ele ganhou e foi ao pódium.

     Antes de ele entrar, para o seu Hit, desejei-lhe boa sorte. Depois fomos todos surfar. Eu adorei! Experimentei novas manobras e um senhor disse “ – Surfas muito bem!”

     De seguida, fomos ao skate Parque. Como estão a ver, foi um dia muito longo. Adorei!

     Também recebi imensos brindes, como aquela camisa que diz “Amigos amigos, ondas à parte”, um poster, dois cartões para o telemóvel, e também, se nós tirássemos uma foto e puséssemos no Instagram, recebíamos dois guarda-chuvas, dois guarda-sóis, uma camisola e mais 7 pósteres!

Vasco L, 6C

Surf Trip Peniche

Muniz pro surfer

Creative Commons License SayLuiiiis via Compfight

     Mal chegamos a Peniche, eu, o Nuno, o João, o Vasco, o Afonso A. fomos ver a casa do Afonso: era uma quinta enorme, com diversas coisas: tinha um trampolim, uma garagem cheia de fatos, pranchas e também havia lá uma cadela que já estava a “deitar as águas” em situação de parto iminente.

     Sábado, fomos surfar para o Baleal: o João A ensinou-me uma boa tática para ter mais velocidade nos “botames”. Ele diz que é mais importante os “botames” porque se o “botame” fosse bom, a manobra saía bem de certeza.

    Eu tentei dar um “aéreo”  pela primeira vez: até saiu bem!

     O Afonso A, em quase todas as ondas fazia um “aéreo recourse”. O Pai dele é óptimo treinador e surfista e também é muito simpático e calmo.

     Domingo, fomos para uma praia com óptimas ondas. Foi o dia que eu mais gostei, com a minha tentativa de aéreo, mais uma vez e também um lance a soltar as “quinhas” à frente do Nuno.

      Almoçamos no Pingo Doce e depois fomos logo fazer surf. Nos primeiros minutos,  surfei bem e na última meia hora, tentei dar mais dois aéreos “rivense”.

     Os cães também nasceram nesse mesmo dia, eram mínimos, mais ou menos com 13 cm.

      E Fim.

Vasco L, 6C

Acolhendo o Verão

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Imagem do Sapo On Line  

Ensinar a Avó

     Hoje, vêm-me buscar às 3 para ir à praia com a minha avó. Vou-lhe ensinar um bocadinho a nadar.

Os Trampolins

    Os meus “Pelolies” – os meus cães – não vão para os trampolins. Eu tenho um trampolim no jardim do condomínio e eu salto, mas queria saltar com o meu cão ao mesmo tempo. Tenho uns vizinhos franceses que têm trampolim.

    Eu salto uma vez, duas, depois, à terceira, já estou lá em cima, tento rodar para a frente como quem dá uma cambalhota.

     É muito difícil, mas sigo as orientações do meu treinador que pede para fazermos um certo número de abdominais por semana. Ontem fiz uns 25 abdominais no trampolim. Tenho uma aplicação no Ipad que vai contando os abdominais, diz quantas calorias perdi, mas ganho massa magra.

Street Food

     Perto de casa há o jardim do casino e estes cinco dias estiveram lá umas cinquenta carrinhas a venderem comida, mas totalmente diferentes. Havia comida de todo o mundo. Comi a Conopizza, que é uma pizza em cone. A que eu comi tinha queijo a mais, dei uma trinca e saiu o queijo todo.

Sobre Música

       Hoje vimos um filme sobre um menino sem pais, mas que era muito bom músico, tocava –  piano, viola e violino –  e acabou por reencontrar os pais.

À Vela até Lisboa

      Ainda vou treinar as regatas no Optimist com os meus amigos.

     Para a semana todos os membros da minha equipa vão levar os Optimists até Lisboa, mas depois não podemos treinar e temos lá a regata daqui a 15 dias! É o Regata Duarte Belo – este senhor foi o campeão que representou o Portugal no Campeonato Mundial e ficou em 3º lugar.

A Grande Expectativa

      Este verão, vou divertir-me em ir à Austrália,

     A Expectativa maior em relação a Austrália é ver cangurus. São 14 horas de voo com paragem em Dubai. Durante a viagem vemos filmes, ouço música e vou à casa de banho.

     Vou filmar peixes com a minha Go Pro quando fizer snorkling na Austrália.

Um Brinde ao Verão 2016

    Desejo que tenham um feliz verão e não pensem em problemas. Divirtam-se, estejam com os amigos, não entrem em conflitos.

Tomás G, 6C

Um dos Melhores Acampamentos em Portugal

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 Imagem pertencente a Milonga – Paróquia do Estoril

     Dia 20 de Abril, eu inscrevi-me num dos melhores acampamentos de Portugal, a que a minha irmã já tinha ido.

     Todos os dias eu ia ao email da minha Mãe , para ver se tinha entrado ou não havia vaga.

     Na 6ª feira, duas semanas e meia depois de ter feito a inscrição, soube que tinha entrado, fiquei com uma emoção fantástica!

     Comecei a dançar e, depois de saber que uma amiga minha também tinha entrado, ainda fiquei mais contente!

      Continuando, devem estar a pensar porque é que  este campo de férias é um dos melhores acampamentos de Portugal? Vou explicar:

     Na Milonga existem imensas actividades giríssimas, uma delas ocorre à noite, pesar de eu ainda não ter ido, já me disseram que existe uma noite de terror, em que os monitores e as monitoras assustam os campistas, algumas pessoas ficam mesmo capturadas, e tenho o pressentimento que, neste ano, vou ser uma delas.

     Apesar das actividades todas que eles fazem, o acampamento também é católico e estou ansiosa por ir.

Mariana S, 6C

Aventuras de Vídeo

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Imagem: Gentileza de  Inês Nokas You Tube

Comente a sua vivência no “Mergulha aqui  é Fish!

     Eu adorei, pois sou muito dedicada à arte. É uma das  atividades que mais gosto de fazer. Participei neste projeto fazendo uma entrevista com a Prof Paula Xavier. O meu Grupo criou onze peixes diferentes. O meu peixe era muito colorido, tal como os outros. Ganhámos um prémio a nível Nacional, Kit do Mar.

Qual a última vez em que fez algo de novo?

     Fiz muitos vídeos no meu canal de You tube desde a última entrevista.  Os últimos vídeos que fiz foram de tecnologia. Adoro comunicar com o meu público através do canal.

Gostaria de experimentar estudar com o seu público uma disciplina preferida?

     Adorava, sentia-me uma professora! Poderia, por exemplo, pegar em Ciências, de que eu gosto muito. 1º lia um parágrafo devagar, depois, mostrando a imagem, repetia por palavras próprias.

Qual é o seu objetivo para este último período?

    Ter boas notas, e haver mais pessoas a gostar do meu canal. Para enriquecer o meu canal, estou a pensar em fazer um vídeo de estudo, como a Khan Academy, só que de alunos para alunos e estou a pensar mostrar o meu desenho da pirata e ensinar a fazê-la.

Escolha três canais favoritos e explique em que é que os aprecia

Tazercraft, Authentic Games e Rezendeevil. Estes canais têm muita simpatia, fazem muito bem vídeos e comunicam com o público de uma forma cativante.  

Inês M, 6C

O Concerto da Boa Nova

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Imagem: Agenda Cascais

      Na sexta-feira passada, fui a um concerto de solidariedade dos D.A.M.A. na Boa Nova. Imensos amigos meus disseram que iam, mas nunca imaginei que fosse tanta gente.

     Quando cheguei lá com a minha irmã e as amigas, ficamos chocados com tantas pessoas que foram: dos 4 aos 7; dos 8 aos 15; dos 16 aos 40: todas as idades!

     Também achei muito engraçado que as mães eram todas amigas e depois iam com os filhos que também eram todos amigos, por isso iam todos juntos ao concerto.

     Quando cheguei ao pátio, estava cheio de pessoas a cantar e a dançar. Foi tão divertido!

     Mais tarde, fui ter com os meus amigos e os meus melhores amigos: Carlota M, Matilde D; Teresa S, Titi M e Diogo L. Estivemos a saltar, a dançar, a berrar, e a cantar. Apesar de ter sido um concerto pequeno, foi giríssimo!

     Eles conseguiram reunir pessoas dos 4 aos 40 ou mais: todos a cantar e a saltar. Foi mesmo giro!

Carlota C 6C

Nascida para Saltar

                                                 Jamie Riding

Creative Commons License Five Furlongs via Compfight

 Um Momento que marcou este ano:

 No  final de  2015  recebi o meu cavalo castanho, o Barão:  surpresa da minha mãe, mas depois ela disse que era ainda para experimentar, faltavam os atestados médicos; afinal sempre estava doente: havia algo na pata que podia  rebentar de repente. 

A maior dificuldade que os estudos nos trazem:

Não tenho tempo para vida social. Chego a casa, tomo banho e estou a estudar. Geralmente às oito ou sete e meia. Mas gosto também à noite. Deixo para a última. Se chegar às cinco ainda fico na rua, com amigas, faço o máximo que posso quando tenho tempo livre. ao telefone…

Se o sétimo ano fosse um animal, seria um monstro: só o que eu estudei no 7ºano! O que me irrita é que tiro um 90 e depois já não consigo tanto e vou ter 4. Então,para que me esforcei tanto? Aconteceu-me isso imenso e irrita-me. Para que me esforço para noventas se vou ter 4 no final do período?

Desde o 5º ano que não tinha amigas tão á séria! A Mariana e a Sofia é que passaram a ser as minhas melhores amigas. 

A sofia é mesmo divertida. Quando estou com ela divirto-me imenso, apesar de às vezes ter aqueles ataques…

 O Segredo do sucesso obtido este ano num assunto de estudo.

Fiquei surpreendida com o cinco a Matemática. O sucesso deve-se a ter estudado. Gosto imenso de estudar matemática com música, posso estar no jardim, a fazer exercícios.

 3 Projetos para o Verão 2016

 Não estar um dia parada em casa, montar todos os dias, embora tenha de tirar umas férias, ir ao guincho, e à riviera na Caparica.
O que me irrita é que tenho amigos de Lisboa que vêm para cá e outros de Lisboa e a mãe aluga a praia de Tróia e temos de ir para lá.
Venho de Tróia todos os dias montar. Vou ter de arranjar boleia do Tio João Pedro que vai para Lisboa trabalhar e eu vou para a quinta da Marinha.

Para que serve sonhar acordado?

Estou sempre a pensar nos cavalos. Gostava de tirar um curso relacionado com cavalos.

 Um novo Horizonte que quero conquistar.

Limpar os obstáculos nos três dias do Campeonato – 26 de Junho e da Taça da Juventude, no Hipódromo, em início de Agosto. Adorava classificar-me, mas o que mais quero é,pelo menos,não ter penalizações.

 Comentar a frase de Christian Bobin:

 “Quando estamos com um amigo, nem somos dois nem estamos sós.”

 Quando somos mais que dois,não temos a atenção para esse amigo. Se estamos sozinhos não temos a quem dar nem nos divertimos. Mas se estivermos com uma amiga, não somos duas, porque estamos em união.

 Um brinde às férias de Verão 2016.

Brindo a que seja o melhor verão de sempre!

Teresinha R P, 7A

Conversas na Oficina: Um Verão Recém-Nascido

Foz do Arelho - Lagoa_de_Obidos_8_mini

Imagem autorizada por A Terceira Dimensão

Um Momento que marcou este 8º Ano

     No dia da criança, fomos com o meu primo e o seu melhor amigo visitar uma exposição de pães de forma e carochas; no parque havia uma bola gigante de ar: metemo-nos os três ao mesmo tempo e andamos, mas como eles eram mais pequenos, iam a cair um em cima do outro.

     Fomos para a Baía, jogamos tiro ao alvo, mas não acertei no centro amarelo do alvo. Fomos andar de Seagway, mas foi só durante 30 segundos e, quando vou com o meu pai, ando uma hora. Fizemos escalada pela praia do Peixe e a seguir rapel, desta vez correu bem.

O Segredo do Sucesso obtido este ano num Assunto de Estudo

    O meu 67,5 a Português que foi quase um 4. A minha mãe ajudou-me como de costume, mas desta vez resultou melhor.

Se o oitavo ano fosse um animal…

    Seria um leão, porque é muito difícil.

O que custa mais na vida de um estudante…

    É estudar. As aulas ajudam se estivermos com atenção.

    O que aprecio mais é a Matemática. É difícil, mas é gira, porque é como se fosse um jogo; se conseguir resolver um problema, fica-se contente, ganha-se.

Porque falhamos por vezes, se temos tão boas intenções?

     Por exemplo, para os testes, temos de estudar, não basta só ter a intenção.

Um novo Horizonte que quero conquistar.

    Quero tentar tocar solos muito bons, como o meu professor e os outros guitarristas famosos. Como o Bake in Black dos ACDC.

    Na guitarra eléctrica, a próxima valsa que vou treinar é a nº5, que utiliza todas as diferentes técnicas das anteriores.

 Projetos para o Verão 2016

     Eu e o João Pedro M., na festa dele, vamos disparar nerfs no Parque Marechal Carmona. E também vamos jogar futebol lá.

    Vou brincar com os meus amigos do Algarve, vou levar a minha guitarra  e andar de bicicleta. Já sei fazer truques, até rebentei o pneu da frente quando tentava fazer um “bunny hop” por cima da relva, entre dois pedaços de cimento. A roda bateu no cimento e rebentou o pneu. Agora pode acontecer o mesmo à outra bicicleta,  que é mais frágil.

    Vou tentar ensinar o meu melhor amigo a surfar melhor pois ano passado ele começou a aprender.

     Também penso estar uma semana na Foz do Arelho, na casa dos meus avós, em frente à lagoa, para onde levo a guitarra, pois o meu avô gosta muito de me ouvir tocar.

     Enquanto estou na piscina, vejo as pessoas a fazer kate surf, e  apanho caruma da piscina: por cada uma, ganho 2 cêntimos, se tiver um pinhão é um cêntimo, se forem objectos maiores, 3 cêntimos, se for um bicho, ganho 5 cêntimos. Já tirei uma lagartixa da água.

   Vou a Maiorca, espero que corram muito bem essas férias, mas vou com toda a família.

Como pensa viver as férias em Mayorca?

     Vou tirar um dos dias para ir conhecer a cidade. De resto vou estar na piscina com escorregas e na praia com o meu pai. No hotel há um campo de futebol.

Vou visitar também o Oceanário, vou querer fazer snorkling porque a água é muito transparente e ainda penso ir a um parque de diversões chamado Katmandu.


This photo of Katmandu Park is courtesy of TripAdvisor

     Existia uma pedra vermelha numa montanha do Everest. Toda a gente queria descobri-la porque dava poderes fortes às pessoas. Um dia, um explorador chegou ao Everest e conseguiu descobrir a pedra. Mas estava lá um yeti chamado Brooke, que era grande  e forte, a proteger a pedra. O explorador foi perseguido e escondeu-se numa casa. Mas o yeti entrou e a pedra explodiu: houve uma grande explosão vermelha, a casa começou a voar pelo ar e foi parar, virada ao contrário, na entrada do Parque de Diversões Katmandu.

Em férias, o que é que te faz levantar da cama?

     Ir andar de bicicleta com o meu pai. Agora não posso ir, pois o pai está em recuperação do braço.. Tenho de ver tv, mas também combinei com o Rui irmos andar de Bicicleta este verão.

     O meu pai, com 13 anos, andava pela Quinta da Bicuda, onde só havia a casa dele e pouco mais, o resto era quinta. Então era um espaço de terra aberto. O pai andava a jogar futebol.

Brinde ao Verão a Estrear:

    Brindo a que toda a minha família e os amigos gostem todos muito deste  Verão e  sejam muito felizes.

Diogo T, 8A

Conversas na Oficina: 3 Vozes Únicas

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Imagem da Oficina de Escrita 

Um grande sucesso na nossa vida

MM Quando o meu Mano nasceu.

E quando fiquei em primeiro lugar, numa prova de dressage; montei a “Formiga”, que é um lusitano branco. O meu Pai monta desde os 15 anos, na Coudelaria do meu tio Henrique Abecassis.

MB – Ter conhecido muitas pessoas novas. Gosto muito de conhecer pessoas.

FedriTer ganho ténis contra meninos de 15 anos! E montei o Lolypop, foi a 2ª vez que andei a cavalo.

E qual é a tua viagem para o Sucesso?

MMA minha viagem para o sucesso passa por muita “coisa” como os meus estudos, partilhar a minha vida com pessoas de quem eu gosto…

Fedri – Não seria possível ter boas férias sem amigas e sem companhia. 

Qual é o teu sonho de férias?

MBÉ estar com as minhas amigas e divertir-me. 

O que diz a tua imaginação sobre a vida a dois?

Fedri – A Vida a dois é uma coisa fantástica.

Realidades espantosas e quotidianas

Fedri  – O facto de a minha irmã existir! 

Uma vez esmagamos ovos nas nossas próprias cabeças!

Se um amigo sofre

MB– “Eu vou estar aqui para o que  precisares e para te consolar.” 

 Para os adultos manterem o seu espírito de infância

Fedri –  Olhar para os seus filhos e pensar que eram eles quando eram pequenos.

Momentos marcantes do 5º Ano

MM – O prof Bento a Rir-se! 

MB – A Festa com o Str de Mat.

Fedri – Ter vinte para a professora Inês.

Se o 5º ano fosse um animal

MB  – Seria um cão, porque os cães são espertos e muito divertidos.

MM –  Seria um tigre, porque são ferozes, elegantes e amigos da família.

Fedri – Seria um leão, porque nós somos poderosos.

 

A maior dificuldade que o estudo traz à nossa vida?

MM – Ter de ler e não poder sair.

MB – Não poder sair.

Fedri – Não poder sair e não estar com as amigas.

 

Segredo de um sucesso num assunto de estudo

Fedri – Estudei com a Maria B e tive 80% a Matemática!

MB – Tive 68% a HGP, graças a estudar com a Beatriz.

MM – Tive 63% a HGP porque estudei com a minha prima.

Projetos para o Verão

MB – Convidar as amigas para ir a minha casa, ao Bounce e à praia da Conceição.

Também gosto muito das praias de Marrocos.  Vou já esta tarde, às 15h 30, para Viseu, para casa da minha avó. 

Gostava de ir para acampamentos, como o My Camp, vou com uma amiga.

Fedri – Ir para o Clube do meu Pai, ValTenis, vou à piscina, jogo ténis, e exploramos a Penha Longa.

Conviver com três amigas, durante todo o verão: a Maria, a Beatriz e a Luísa. Vou estar com a primeira, na Comporta, com as outras em outros lugares de veraneio.

MM – Quero ter muitos meninos nas Clínicas da Penha Longa, para brincar com eles: lá fazemos ténis, padel, bicicleta e jogos de verão. Vou já esta tarde, às 14h 30, para o Algarve.

Para que serve sonhar acordado?

Fedri – Para ajudar a que os sonhos se realizem. E mesmo que não aconteça na vida, realizam-se na nossa cabeça.

MM  – Servem para ver o passado e pressentir o futuro.

MB – Uma vez sonhei que ia ao Bounce, e fui, realizou-se!

Brinde ao verão 2016

 Em conjunto – Que seja feliz,  divertido, cheio de momentos para recordar e bom para nós, amigos, família, as famílias dos refugiados e toda a gente do mundo!

Maria B, Maria M, Fedri, 5B

Uma Ótima Notícia


carlota_ Milonga 2016

Imagem: Milonga Paróquia do Estoril

     Esta semana recebi uma notícia fantástica. Vamos recuar no tempo, até ao dia 20 de Abril. Foi o dia da inscrição para um dos campos mais concorridos de Cascais, o Milonga, onde milhares de pessoas se inscrevem para passar uma semana inesquecível, com oito jogos de água, de lama, jogos noturnos  e muitos mais jogos malucos que passam pelas cabeças dos monitores. Os Tios dos Campos ajudam muito os monitores e a Tia Carmo oferece a sua casa para os Campos.

     As minhas duas irmãs – a 3ª e a 4ª – já tinham sido: a Marta foi Monitora só um ano, mas a Matilde foi monitora quatro anos. Por isso eu já tinha um bocadinho de voto na matéria. Só havia 30 vagas para cento e tal raparigas, eu achava mesmo que não ia entrar. Foi muito difícil de entrar, porque a minha Mãe já estava no site a inscrever-me, mas não funcionava muito bem, porque havia muitas pessoas a entrar no site ao mesmo tempo… mas consegui. Estava inscrita, agora era só esperar!

     E, finalmente, esta sexta-feira, imensas amigas minhas estavam a dizer que não tinham entrado. Cada vez mais ficava com o pressentimento que não ia entrar. Mas mesmo assim liguei à minha Mãe: tinha entrado! Nem estava a acreditar que ia para o Milonga! Comecei aos saltos e a berrar, no sítio onde se vê a piscina da Escola, mas estava tão contente que nem queria saber o que as pessoas queriam pensar.

      As minhas irmãs estavam a dizer que ia ser mesmo giro. Eu só tenho um receio: a noite de terror, que me disseram que era mesmo assustadora. Mas toda a gente dizia que era a melhor parte do acampamento, por isso vou-me aventurar e, como uma amiga minha também entrou, eu não me importo tanto.

     O  Acampamento dura uma semana com jogos divertidos, uma noite de Terror e todas as outras ideias dos monitores. Acho que vou adorar, estou superansiosa!

Carlota C, 6C

Alguns Planos para o Futuro


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Imagem: Canal da Inês Nokas

     No futuro, eu gostaria de ser uma YouTuber boa, que as pessoas me admirassem. Quem não viu o meu canal Inês Nokas, assista aos meus vídeos; se não gostarem, ponham nos comentários, para eu tentar melhorar!

     Neste momento, vou tentar fazer uma série, no meu canal: “Série Aventura Minecraft”. Já fiz um vídeo da série “Aventura Minecraft”. Vou filmar de outra maneira, sem ser o computador a gravar: vou gravar com a tablet, pois fica muito lento com o computador.

    Algumas das razões de eu ter um canal no You Tube são as seguintes:

  • Divirto-me a fazer os vídeos;
  • Posso falar com o público;
  • Posso mostrar o que gosto de criar e o que tenho para dar, fazendo com que as pessoas se sintam noutro mundo;
  • Também me ajuda a desenvolver a oralidade, para falar melhor com os outros;
  • Ajuda-me a expressar-me de uma forma mais divertida.

     Se vocês quiserem ser youtubers basta pedirem autorização aos vossos Encarregados de Educação, seguirem as Regras de Segurança na Net e “Bora lá”!

Inês M. 6C

Sofia VG: o Encanto da Patinagem

Spectacle patinage artistique sur roulette (49)

Orick Kimy via Compfight

OE – O que a atraiu na Patinagem?

Sofia VG – Já tinha andado na dança, no hip-hop… o meu Pai falou-me nesta modalidade e quis experimentar.

OE – Onde pratica?

Sofia VG – No Grupo Desportivo Recreativo Familiar de Murches.

OE – Qual o ritmo dos seus treinos?

Sofia VG – Treino 3 vezes por semana, entre 45 minutos  a uma hora.

OE – Há quanto tempo pratica este desporto artístico?

Sofia VG – Desde Setembro de 2015.

OE – Como decorre um treino normal?

Sofia VG – Primeiro damos quatro voltas ao rinque para aquecer; duas a patinar para a frente e duas a patinar para trás. Segundo, treinamos os testes e os saltos.

OE – Em que consistem os Testes?

Sofia VG – São testes que temos de fazer para subir de nível. Já fiz quatro e passei em todos, mas ainda não vou a Campeonatos.

OE – Que salto considera mais difícil?

Sofia VG – O salto mais difícil é o do Loop: temos de dar uma volta no ar; primeiro vamos a andar para trás, depois salta-se tentando girar e cair sobre o patim direito com um joelho fletido.

OE – Que música a inspira mais?

Sofia VG – Nas aulas só treino saltos para os testes, não ouvimos música. A Treinadora está a observar-nos, diz-me o que estou a fazer mal e depois mostra-me, ela própria, como devo fazer.

OE – Quais os seus objetivos nesta modalidade artística?

Sofia VG – Para já, continuar a aperfeiçoar a dança e os saltos com enorme prazer.

OE – A sua Oficina de Escrita deseja-lhe as maiores felicidades na sua aventura de Patinagem.

 

(Ditado) Sofia VG, 7A

Rhythmic Gymnastics, My Passion

madalena_ginastica_velado

Imagem: Oferecida à Oficina

     Hello,

     My name is Madalena. I love rhythmic gym. I practice for a year and two months.

    My teacher is Carla Roque and we are about fifty girls between five and sixteen years old. We are a great team!

     We practice twice a week for about an hour in our school gymnasium.

     My favourite exercises are when we dance or when we make steps on pairs.

    We may dance with a hoop,(o arco) a ball, a pair of clubs (duas maças) or a  ribbon (uma fita). We throw them in the air while we make leaps (saltos), turns (voltas) or acrobatic manoeuvres.

    Rhythmic Gym is a mix of Ballet and Sport: it is very elegant and dangerous at the same time.

(Trabalho para o “Speaking” de Inglês)

Madalena C, 6A

Bons Momentos das Férias

         Sonoda Umi

RICO Lee via Compfight

     Estas férias foram perfeitas.

     Fui ao Bouce, onde há Mata, futebol e basquetebol; fui a casa dos meus Avós; fui também ao Alentejo, onde fiz “a caça aos ovos”; também fiz “a caça aos ovos” em casa da minha avó, com as minhas primas.

     No Alentejo, os ovos estavam escondidos dentro da casa da minha avó, e lá fora, debaixo da relva, ao pé das árvores, no jardim. Em casa dos meus outros avós, os ovos estavam no quintal.

    Fui também a casa da avó do Francisco B onde estivemos a jogar Eta 5; neste jogo assaltamos carros, fazemos missões, como por exemplo: guiamos submarinos, andamos debaixo de água com um fato, procurar peças para consertar o submarino.

    Fui ao cinema com o Francisco B e com o João Francisco ver o filme “Super-Homem versus Batman”. O que apreciei mais neste filme foi ver o Super-Homem a lutar com um monstro.

     Espero que vocês também tenham tido umas férias felizes!

Manuel N, 6A

Comida Deliciosa

    alex_5c_almoco1Imagem: Oficina de Escrita 

      Gosto muito de comida, porque me sabe tão bem e alimenta o nosso organismo.

     Uma das minhas comidas favoritas é massa com salmão e natas, porque tem um sabor delicioso e enche-me muito a barriga. Uma das comidas que eu menos gosto é pizza com cogumelos.

     Gosto de cozinhar, porque assim saboreio a minha própria comida: massa com salmão, feijoada e salsichas, ovo estrelado e ovo mexido.

     Já cozinhei o meu próprio almoço e fiz salsichas, ovo mexido e ovo estrelado. Cozinhei sem ajuda e foi muito divertido, até me enganei na temperatura do fogão.

    Aconselho a quem se interesse a fazer comidas mais fáceis, como por exemplo, bolo de yogurte, para começar!

Lourenço C, 5C

Eu e o meu Irmão no Minecraft

    minecraft_YouTubeImagem: Minecraft – You Tube

    Ontem, dia 24 de Janeiro, fomos à FNAC comprar um jogo para a PSP4. O meu irmão disse que era ele a pagar, mas depois eu tinha de lhe dar 12,50 euros.

     Quando chegamos a casa, eu tive de estudar das 3h às 6h e depois fui jogar com ele.  Nós estávamos a jogar Minecraft: fizemos uma casa numa montanha.

     Ele estava a tentar fazer uma mina mais funda do que o mar. Depois fez uma casa no cimo da montanha. Eu construí a casa: primeiro fiz um buraco na montanha com uma picareta, depois troquei a pedra por madeira.

     Fiz o meu quarto e depois fui plantar cenouras, trigo e açúcar.

Margarida L, 5B

Os Pequenos Visitantes da Oficina

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Imagem de Hakai oferecida à Oficina por Kátia da biblioteca do CAD

     Os alunos do 2º Ano que assim o desejam, participam em inúmeras atividades criativas na Biblioteca do CAD, às Quintas feiras ao fim da manhã, sob a responsabilidade de Kátia Souza. Como passam diante da Oficina durante o nosso intervalo de 30 minutos, acabaram por se tornar visitantes habituais, que vêm enriquecer este espaço dedicado à escrita com o seu inesgotável entusiasmo pelo que aprendem na Biblioteca e pela sua singular ternura. 

     Hoje temos connosco três convidados do 2º ano que trouxeram, para  pintar, uma peça de barro, estiveram a criar colagens em mini envelopes, a folhear livros de Arte para crianças e a conversar. São eles Tomás, Vitória e Madalena.

     Projetos da Madalena:

     – Vou estar em Porto Rico com a  minha Mãe nos  meus anos e vai ser uma grande aventura! Estou a pedir esta viagem à minha mãe há anos.

     Projetos doTomás:

     – Gostava de ser um artista, gostava de ser cantor, tipo Ariana Grande. Gosto de imitar projetos de outros pintores. Alguns dos meus pintores favoritos: Vicent Van Gogh. Roy Lichenstein e Monet. Gostava de pintar agora “O Quarto” de Van Gogh.

     MadalenaÉ que, nas Artes, com a professora Clara, estamos a fazer desenhos de pintores.

     Projetos da Vitória:

     – Quando for mais velha, gostava de ser veterinária. O que me atrai é tocar nos  pelos dos animais que são fofinhos. Gosto muito de pinguins.

     Estou a imitar um quadro de René Magritte: mostra  uma pessoa que passa por um sítio e vai para outro. Acho que o quadro tem várias cores e vê-se o campo!

OE – Obrigada pela vossa presença e felicidades na descoberta dos grandes Pintores!

Entrevista a uma Jovem Youtuber

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Imagem: Inês Nokas – You Tube

     Temos hoje connosco, na Oficina, Inês M, que vem partilhar a sua experiência de youtuber, em segurança, na Net.

OE – Como se tornou uma Youtuber?

Inês M – Desde o mês passado (Fevereiro).

OE – Como teve esta ideia? 

Inês M – Vi muitos vídeos e percebi que eu também podia ser uma Youtuber. 

OE – Toma os cuidados necessários para estar com segurança on line?

 Inês M – Sim, não mostro o rosto, não dou informações pessoais e tenho licença dos meus Pais. 

OE – O que gosta de partilhar com a sua audiência global?

 Inês M – Gosto de mostrar o que gosto de fazer, porque me divirto a fazer os vídeos.

OE – Quais são os assuntos que já partilhou ao longo do primeiro mês? 

  Inês M – Partilhei como jogar Piano Tiles 2 e depois fiz quatro vídeos a jogar; mostrei os meus livros em dois vídeos; dei dicas de bons canais para as pessoas se inscreverem; mostrei como jogar Robbery Bob 1; mostrei as minhas malas,e as minhas coleções de cartas; mostrei o meu Tablet (do meu Pai) e os jogos de Tablet; ensinei alguns cuidados a ter com coelhos de estimação; fiz dois vídeos com músicas que toquei no piano; outros dois com os meus desenhos de desenhos animados e ainda um com um truque de magia.

OE Quais os benefícios em jogar Piano Tiles? 

 Inês M – O Piano Tiles exige muita concentração, treinamos os reflexos. Nas músicas mais difíceis temos que treinar muito para alcançar o nosso objetivo, que é ganhar uma estrela. 

OE – Também encontra ajudas nos canais que subscreve?  

Inês M – Há um canal que me ensinou a fazer os meus desenhos do Diário Gráfico: Igor SaringerEu vou parando o vídeo para seguir os passos. 

OE – Muito obrigada por esta partilha. Voltaremos a encontrar-nos em Maio para nos contar sobre os seus progressos na arte de comunicar em Vídeo e sobre as suas novas produções. Muitas felicidades na Web.

Conversas na Oficina

Inês M, 6C

Teresa e Sabrina

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Imagem: Gentileza da Cavaleira 

     Era uma vez uma menina chamada Teresa, que adorava cavalos. Um dia, sua mãe deu-lhe uma égua chamada Sabrina: ela adorou-a!

     A Sabrina é um égua muito especial; antes de ir para a Teresinha, esteve no campo, a ter filhos. A Sabrina, no início, estava sempre muito atenta, porque não conhecia a sua nova casa e tinha que se ter muita paciência, mas agora já está muito calminha.

     A única coisa de que ela não gosta é que lhe façam pressão na cabeça. Às vezes, na boxe, ela não é muito amigável, mas cá fora, quando a Teresa está a trabalhá-la, é. A Teresa vai montá-la todos os dias.

     A Professora chama-se Sofia e a aluna gosta muito dela. A Sofia é uma ótima professora, pois transmite confiança aos alunos, põe sempre em primeiro lugar a segurança, explica muito bem a técnica e tem uma relação com os alunos que é quase como uma mãe.

     Quando a Teresa fez a sua primeira prova com a égua, correu muito mal, e até pensaram em mudar de égua. Mas pensaram melhor e, como era apenas  a primeira prova, podia ser normal.

     Passado um mês, já foi muito melhor: a Sabrina já não correu sem a Teresa a controlar e já não “borregou” diante dos obstáculos. A Sofia, para aperfeiçoar o conjunto, foi mandando a Teresa passar varas no chão, com muita calma e paciência, a fim de a égua se habituar e a Teresa calcular melhor as distâncias.

     Para quem não sabe, um obstáculo é composto por dois postes ou anteparas movíveis, de madeira, entre os quais se intercalam as varas a diferentes alturas.

     Agora, já passou muito tempo e a Teresa já está a fazer um metro, um metro e dez , com a égua a portar-se muito bem, a “limpar” as provas todas, isto é, sem borregar nem tocar nas varas.

     A Teresa também entrou, há poucas semanas, com um pónei, na Beloura, para o estrear em prova, por a dona ser ainda muito jovem.

     Finalmente, em Lisboa, no primeiro fim de semana de férias, a Teresa já saltou um metro e dez com grande entusiasmo da Sabrina e orgulho da sua Cavaleira. A Sabrina ajudou-a imenso: se a Teresa calculava mal a distância e se pusesse na posição de a égua “pôr a mão” para saltar, a que se chama “a saída na frente”, a égua, inteligente, ainda dava uma passadinha e só saltava mais à frente, salvando-lhe a falta!

Teresinha R de P, 7A

Aventuras de Ski

Andorra February 2006

Creative Commons License cdamian via Compfight

     Eu adorei ir a Andorra, nesta Páscoa, porque aprendi a fazer algo de novo: andar de ski!

    Foi espantoso quando andei de ski, senti-me num mundo diferente. Tão bom descer as montanhas enormes e inclinadas, conhecer pessoas novas e, especialmente, estar com a minha Família – tios e primos – divertindo-me!

     As montanhas possuíam uma neve muito macia, especialmente quando nevava. Tornava-se mais espessa quando estava enevoado e escorregadia e dura se havia muito sol.

    Além da neve ser macia, era brilhante por causa da claridade do sol.

     Há uma sensação única quando as pessoas apanham neve: é sentir que, às vezes, pensamos que não temos nada nem somos felizes, mas, na realidade, temos muito mais coisas boas do que as pessoas que as têm, mas não conseguem ser felizes.

    Sinto calor do sol, mas, ao mesmo tempo, sinto frio por causa do ar: é uma sensação muito estranha, mas, ao mesmo tempo, muito interessante.

    Em Pas la Casa, ficamos hospedados: uma enorme mesa rectangular para alguns dos meus primos e amigos da neve.

    Todas as manhãs, eu, um primo e uma amiga nossa tínhamos aulas de ski. A treinadora chamava-se Nica; era simpática e tinha boa técnica para ensinar.

    Fui para as pistas verdes, azuis e uma vermelha. Aprendi a andar aos “S” e aprendi a fazer a “cunha”, isto é, a travar quando a velocidade aumenta demais ou para sair da pista: colocamos os skis em bico, como se fosse um triângulo. E aprendi a andar em paralelas: andar sempre com os skis paralelos. Para fazer as curvas, os joelhos devem dobrar-se um bocadinho e o corpo inclina-se na direcção da curva.

     Às vezes, quando estávamos no hotel, íamos jogar snooker, tablet ou na Nintendo.

     Ao deitar-me, antes de adormecer, num quarto imenso, pensava:

     – Tenho de agradecer a Deus a vida que me deu!

Inês M, 6C

Entrevista a uma Jovem Ginasta

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Imagem: Sarau do CAD 2016

OE – O que aprecia mais nesta actividade artística?

MC – A beleza das danças, dos exercícios que fazemos com os aparelhos.

OE – Há quanto tempo treina e com que regularidade?

MC – Treino há um ano e cerca de cinco meses. Treino duas vezes por semana, das seis ás sete. Antes de qualquer Festa treinamos toda a semana das seis às sete.

OE – Está neste momento a preparar a Festa do CAD com a sua equipa. Fale-nos um pouco des

MC – Gosto muito da coreografia. Já conseguimos coordenar os movimentos. Ainda há uma menina que canta alto e distrai-nos. Vamos dançar durante cerca de 10 minutos; primeiro há um discurso das Diretoras, entramos a seguir ao 5º ano, por volta das 21 50.

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Imagem: Sarau do CAD 2016

OE – Qual é a música escolhida?

A música “É preciso perder para depois ganhar”, pois esse é o refrão.

OE – Quais as principais figuras que vão apresentar?

MC – Entramos a descer as escadas, com uma maça.

Nesta coreografia fazemos a onda, a gazela, flexão atrás, e pé à cabeça.

OE – Como vão vestidas?

Vamos de branco e preto, com Leggings pretas, uma camisola de alças branca por dentro e uma camisa branca. Há uma parte em que desapertamos os botões e corremos com as camisas a esvoaçar.

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Imagem: Sarau do CAD 2016

OE – Que qualidades aprecia na sua prof?

MC – A professora Carla parece uma mãe para nós. Quando faltamos, fica muito preocupada; é muito brincalhona a ensinar, inventa sempre jogos, mas quando é preciso também sabe ralhar. Faz anos este mês!

OE – Em que é que a ginástica rítmica a tem ajudado a crescer como adolescente?

MC – Raramente brincava com os rapazes e agora brinco mais, porque eles gostam de nos ver e de brincar connosco.

OE – Quais os seus Projetos na prática desta modalidade artística de desporto?

MC – Espero chegar ao nível de competição; se não chegar, passo para a modalidade de ginástica acrobática, no Dramático.

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Imagem: Sarau do CAD 2016

OE – Poderá expressar-nos em palavras o que vive quando dança?

MC -Quando danço, apetece-me cada vez dançar mais, sinto-me esplêndida, parece que estou a voar, acredito mais facilmente em mim própria, confio mais intensamente no futuro.

Madalena C, 6A

O Salvamento do Optimist

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Jaime de Pablos via Compfight 

     A tempestade aproximava-se: windguru já tinha mostrado os ventos a 45 nós e as nuvens espessas a juntar-se todas por cima da Baía. Já se sentia o granizo a chegar às nossas velas, enquanto nós aparelhávamos. Já começavam as rajadas fortes e ondulação a aumentar.

      O Optimist do Luís virou quatro vezes, esgotando-lhe as forças e fazendo-o quase pedir socorro. Eu tentei aproximar-me, contra a corrente fortíssima, para ajudar o meu amigo. Nesse momento, estava a chover imenso e eu gritei-lhe:

      – Luís, agarra-te a este cabo, senão vais contra as rochas! 

     Ainda tive tempo, antes de atirar o cabo, de apitar três vezes para o meu treinador ouvir. Mas o treinador estava muito longe, a ajudar outros navegadores, por isso não se apercebeu logo do perigo que corríamos. Quando vimos que o Treinador e os seus navegadores estavam a milhas de nós, passamos ao plano B, que era “o plano da corda” e que ocorreu da seguinte forma:

     Eu atirei a bossa, aproveitando uma onda encrespada que aproximou os dois barcos. Nessa altura já o granizo nos fustigava a cara e uma chuva sem tréguas limitava a visão a dois metros. 

      – Agarra a bossa, Luís!

      – Estou a tentar, Tomás!

     Via-se ao fundo uma onda enorme que ia rebentar. O Luís, com medo, gritou:

      – Cuidado, vem uma onda pirata!

      – Luís, deixa passar esta onda e a seguir já te passo novamente o cabo.

      Aí, a onda passou, o Luís acalmou-se e lá agarrou a bossa, já a tocar com o patilhão nas rochas.

(Exercício “a duas mãos”)

Tomás G e O E

Os Meus Amigos do Algarve

  Late November sunset, Olhão

cyclingshepherd via Compfight   

      Quando eu vou ao Algarve, tenho sempre imensos amigos. As férias dividem-se em duas partes: Julho e Agosto. Em Julho vêm os meus amigos que gostam mais de jogar futebol. Aliás, antes disso, vou para o condomínio ao lado do meu, porque tenho lá um amigo chamado João, e, por isso, eu brinco com ele e as outras pessoas do condomínio dele.

      Quando começam a chegar os meus amigos do futebol, começa logo a diversão no meu condomínio. Nas minhas férias de Julho, de manhã, vou à praia com os meus pais e com  a minha avó, e, à tarde, fico a jogar futebol e vou à piscina com eles.

     Em Agosto, vêm os meus amigos da praia, do futebol e das piscinas e o melhor de tudo é que vem o meu melhor amigo, o Simão.

       Agora, eu conto como é um dia com o Simão. Levantamo-nos cedo e vamos para a praia fazer bodyboard, Surf e ir à Marina ver os barcos. Chegamos a casa e encontramo-nos na piscina, para irmos dar um mergulho antes de comermos.

      O nosso condomínio tem uma piscina muito grande, de um azul transparente, e, no meio, uma piscina pequena, numa ponta do jardim. O jardim tem relva verdejante e palmeiras. Há um jardim secundário, no fundo do condomínio, onde nós jogamos á bola, porque no jardim principal não nos deixam.

     Eu adoro os meus amigos do Algarve. Os nomes deles são:

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Simão, Xavi, João, Luís, Luís, Pedro, Duarte, Miguel , Miguel, Miguel, Diogo pequeno, Diogo médio, Diogo grande (sou eu).

Diogo Tv, 8A

 

Entrevista a uma Jovem Escoteira

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Escoteiros de Mem-Martins 1º Trimestre

Hoje temos connosco, na Oficina, uma jovem escoteira, Margarida C, que vem partilhar connosco algumas das suas vivências mais especiais.

 OE – O que a decidiu a tornar-se escoteira?

MC – O facto de poder ajudar o mundo em várias circunstâncias à nossa volta. 

OE Como por exemplo…

MC  – Levar as compras a casa de um senhora de cadeira de rodas; participar na Campanha de JJóticos e na dos Cem anos dos Escoteiros.

OE – Há quanto tempo pertence a esta Instituição Internacional?

MC – Estou inscrita desde os sete anos, já fui Lobito, nesta fase sou Escoteira e, na próxima etapa vou pertencer aos Exploradores que, no CNP – Corpo Nacional de Escutas – corresponde aos Pioneiros. Eu pertenço à AEP – Associação dos Escoteiros de  Portugal, na filial de Mem-Martins.

OE – Qual foi o melhor acampamento da sua vida?

MC – O Acampamento de Ribeira de Pena, pois foi aí que fui merecedora do cargo de Sub-Guia. Também fizemos guerra de pistolas de água, arborismo e rapel.

OE – Quais são as funções de um Sub-Guia?

MC – Ajudar o Guia, ajudar os Chefes quando eles precisam, ajudar a planear atividades, participar em jogos noturnos, ajudar a montar tendas. Uma vez ajudei na “Alage de Guia” que é um exercício de pioneirismo: fazemos o nó que se dá nas cordas que envolvem as bóias salva-vidas; construímos uma tripé que serve para criar uma mesa de almoço; fazemos uma esquadria, que serve para criar o perímetro do acampamento…

OE – Partilhe connosco uma experiência única.

 

MC – Uma vez, fomos de Mem Martins até à Praia das Maçãs e um colega nosso ficou a dormir na praia. Nós fomos embora, mas ele tinha levado o telemóvel escondido e conseguiu avisar-nos. 

OE – Muito obrigada pela sua partilha e as maiores felicidades para a sua belíssima aventura no Escutismo.

 

(Ditado) Margarida C, 6C 

A Paixão do Moto Cross

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Imagem de: Echapepement ARROW TH

Hoje temos connosco, na Oficina, Manuel D, um verdadeiro apaixonado por Moto Cross que veio partilhar as suas vivências únicas e as suas corajosas expectativas.

OE  – Desde quando se sentiu atraído pelo Moto Cross? 

MD – Eu comecei a sentir-me atraído pelo Moto Cross desde quando, vendo na televisão e em vídeos, percebi que era um desporto radical. 

OE – Tem alguém na sua Família que pratique este desporto?

MD – O meu Pai também; nós, quase todos os domingos, vamos à Serra de Sintra de Moto 4, para fazer Cross.

OE – Como aprendeu a dominar a sua máquina?

MD – Eu, na minha primeira moto, tinha um fio atrás para se o meu pai achasse que eu estava a andar mais rápido, puxar. Ou então ele tinha um comando que desligava a moto.

OE – Quais as vantagens desta sua segunda moto – uma TTR 115 em relação à YFM com cilindrada de 90 cm3 – ?

MD -As vantagens de andar de moto são praticar um desporto radical, também não me magoar tanto, porque é uma moto 4; mas há os perigos na mesma. Eu vou receber uma TTR 115, essa já é uma moto de duas rodas, é mais perigosa.

O E – Quais os seus locais preferidos para praticar?

MD – Eu mudei-me para uma casa – um condomínio – que tem um campo próprio para Moto Cross, onde posso treinar sem incomodar os vizinhos, mas levanto muita terra.

OE – Relate-nos uma experiência inesquecível.

MD  – A experiência mais inesquecível que tive foi quando um dos meus melhores amigos, o Kiko, que tem uma TTR 90, no momento em que eu estava a sair de moto, ele tinha a moto dele em primeira e foi contra a casa. E o Pai dele tinha acabado de dizer: ” – Sim, sim, está tudo controlado.”

OE – Que Projetos para o seu futuro nesta prática desportiva favorita? 

MD – Eu gosto muito de andar de moto e queria que, até ser mais velho, pudesse ter motos e vir a ensinar o meu filho e que ele gostasse tanto como eu. Um dia posso dar-lhe as minhas proteções novas: um peitoral em plástico, preto, botas pretas com ponta de ferro e uma placa flexível, com pregos, que protege as costas. 

 OE – A sua Oficina de Escrita deseja-lhe as maiores felicidades na realização dos seus sonhos desportivos.

Manuel D, 6A

Conversa com um Jovem Guitarrista

Stratocaster

David Ferreras via Compfight

Projetos Musicais para Fevereiro

    Vou tocar muitas vezes as minhas  guitarras, mas como invento solos, então não gosto que me ouçam.

    Há umas escalas e é suposto eu improvisar nessas escalas. Por exemplo, na escala de sol maior, começo no terceiro traste e na sexta corda; 1- 4- com o indicador e o mindinho; 1-3 com o indicador e o anelar; 1-3- igual; 1-3 – igual; 1 – 4 com dedo médio e o mindinho; 1-4 igual: é suposto improvisar, não fazer esta sequência sempre igual.

     Quando estou a inventar, não começo logo a tocar bem, tenho de ir fazer a composição e depois ainda treino; não sei o que vai sair; quando faço uma melodia de que gosto, consigo apanhá-la outra vez de ouvido. Criei uma chamada “Rock and Roll”.

Na escola de Música

     Primeiro toco a Valsa 2 na guitarra clássica, uma música nova chamada “little star”. Depois, passo para a guitarra eléctrica, depois tocamos o “get back” dos Beatles e o “Smoke on the Water” dos Deep Purple. Introduzimos efeitos e o meu amplificador dá  já para os fazer, pois comprei um igual ao da minha escola.

Perspetivas para Março

     Depois do Carnaval, as novas e últimas músicas que aprendi foram Layla de Eric Clapton, na guitarra elétrica e a Valsa 3, na guitarra clássica.

    As que vou aprender nos próximo fim de semana são “Purple Haze” do Jimmy Hendrix  e mais um bocadinho do solo do Hotel California dos Eagles que é a música favorita do meu avô.

Diogo Tv, 8A

O Meu Carnaval

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Chiara Abbate via Compfight

     O meu carnaval vai ser muito giro. Vou fazer sky, a 12h de carro, nas montanhas. Vou para um hotel muito bom, em que nos levam os skys à porta e vou-me deliciar no Jacuzi. Já vou para as maiores pistas com dois ou três dos meus irmãos.

     De manhã tenho aulas, para aprender mais do que já sei. A minha sensação, ao descer as pistas de neve, é tão boa que parece um sonho. E vou levar a minha Go Pro para filmar.

João P, 5A

I'm in Miami Beach!

Pablo Fernández via Compfight

    Eu, no Carnaval, vou aos EUA. Quando vou lá vou visitar as minhas primas, que são sete. Também adoro ir á Feira Popular, têm montanhas russas e muito mais diversões, como o elevador do terror e a casa fantasma.

    Também vou esquiar, só um dia e ainda vou ver, de avião, a praia de Miami! Vou numa avioneta preta e branca, de oito lugares, da empresa do meu pai. Eu fico cheio de medo da turbulência e dos poços de ar.

    Visto de cima, o mar da Flórida tem poucas ondas, várias praias, muitas pessoas, é lindo!

Daniel N, 5A

Estágio de Vela em Vila Moura

 

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Imagem: Oferecida pela Mãe á Oficina

     Estou muito ansioso para o Estágio de Vela do Carnaval em Vila Moura. Nós vamos dormir num hotel muito bom, chamado D. Pedro. O estágio vai durar a semana toda, vai ser muito divertido e com uma grande animação.  Todos os meus amigos vão comigo!

     Por acaso ainda não sei se vamos fazer o exercício matinal, por exemplo, correr ou fazer abdominais, ou outros exercícios. Tomamos o pequeno-almoço cedo e depois do treino físico, ficamos na água de manhã até à noite.

      Neste estágio vão participar várias modalidades: Lazer, 420 e Optimist – nesta somos 12 navegadores. Vamos todos em três carrinhas.

      Vou levar imensa roupa e equipamento: fato estanque à água, verde e preto; botas de enfiar, pretas; luvas; colete; cinco licras; gorro; não costumo usar proteção nos ouvidos, mas a chuva, ao cair, dói imenso nas mãos e na cara.

     Gostava de melhorar algumas técnicas, tais como: largadas à lebre, rondagens á bóia, ir a sotavento, largadas, folgar a espicha na popa, estar sempre com a vela caçada…

     O nosso treinador, o João Vidinha ou o “Vidinha” é ótimo: sabe gerir bem a brincadeira e os treinos. Ajuda-nos imenso a tornarmo-nos melhores.

     Ensina-nos também a ver a meteorologia – o que eu já sei: por exemplo, quando há nuvens sobre a Serra de Sintra e também no horizonte do mar, elas vão juntar-se  por cima de nós, quando nós estivermos a navegar.

     Também em Vila Moura vai ser o mundial de Optimist, em Junho e eu vou assistir!

(Parcialmente ditado)

Tomás G, 6C

Um Desporto Fantástico

Camille Lacourt

Jean-Claude MOUTON via Compfight

      Pratico natação desde os 3 anos.

    Em cada ano subo um nível em cada modalidade: costas, crawl, mariposa e bruços, que eu não gosto. Crawl é o preferido, os professores Filipe e Cláudia já me nomearam para dois campeonatos. Nunca perdi na corrida, sou o mais rápido de todos os da minha sala, desde os seis anos. Antes, a minha modalidade preferida era costas, mas já bati duas vezes com a cabeça.

     Se um navio se afundar ou se eu cair ao mar, não morro; também faz bem aos músculos.

    Ao sair, sinto-me com frio, a apetecer beber um bocadinho de água, e ir brincar com os amigos.

    Se eu fosse ensinar alguém, primeiro, eu ensinava a bater as pernas não com muita força, mas rápido. Depois, ensinava a fazer os movimentos com os braços, levantando o cotovelo e estendendo o braço; depois ensinava a fazer a respiração: inspirar o ar de duas em duas ou de três em três braçadas, deixando a cabeça submersa nos outros tempos.

    Resumindo: estar sempre a bater as pernas e bater os braços duas, três ou quatro vezes – os profissionais chegam a sete vezes!

     Praticar desporto é importante para haver campeonatos, ganhar medalhas, as pessoas não ficarem obesas, para nos divertirmos, para uma pequena sobrevivência no mar, para desenvolver os músculos e ossos!

     A natação é divertida e ajuda-nos a crescer!

Daniel N, 5A

 

 

As prendas dos meus anos

Fender El Rio

Alec Couros via Compfight

     As prendas que me deram foram mesmo as que eu queria; uma prenda, deu-ma a minha avó, outra os meus outros avós, outra os meus pais e outra, os meus tios.

     Um dia, estava eu na minha aula de guitarra e o meu professor reparou que a minha guitarra estava a fazer uns barulhos estranhos. Descobrimos  que uma peça essencial estava estragada e eu pus na minha lista que tinha de comprar uma guitarra eléctrica nova. Nessa lista, também estava que tinha de comprar uma bicicleta nova, porque a minha tinha ficado no Algarve para eu andar com o meu melhor amigo. Com estas prendas caras, já pensava que não tinha de comprar mais nada.

     No sábado, antes da aula de música,  eu abri o saco da minha guitarra clássica, para treinar um bocadinho, quando vi que a guitarra estava partida no cabo. Fui para a aula de música e o professor disse-me que não tinha arranjo. Toquei, nessa aula, com outra guitarra, e o professor mostrou-me umas guitarras que estavam lá para venda.

     Nesse momento, vi que as três coisas juntas eram muito caras, e por isso percebi que uma das três coisas tinha de ser eu a pagar com o dinheiro que me deram nos 12 anos anteriores.

      Fui pedir o dinheiro para comprar a guitarra clássica aos meus avós. Eu disse que custava 210 euros, eles disseram que sim e, no sábado seguinte, fui comprá-la. No fim de semana seguinte, eu estava a pensar comprar a eléctrica, mas a minha mãe disse que ficava para o fim de semana seguinte.

       Nesse fim de semana, o meu professor ficou com febre e, como eu não tinha aula, a compra ficou para o fim de semana seguinte.

     Entretanto, escolhi comprar a melhor guitarra que existe, porque me disseram que era muito boa.

     No fim-de-semana combinado, finalmente, era dia de eu a ir comprar. cheguei lá, mas a guitarra custava  1050 euros, porque era uma Fender Stratocaster Americana.

     Quando cheguei à aula, o meu professor até ficou maluco, porque eu comprei uma guitarra super boa e exactamente igual à dele.

     Uma curiosidade é que o meu professor comprou a guitarra igual à minha com 13 anos e eu também comprei a minha com treze anos.

     Nesse mesmo fim de semana, no Domingo, comprei a minha bicicleta, que custou 299,17 cêntimos porque o meu pai tinha 0,13 cêntimos em conta para descontar.

     Estes foram os os meus anos mais divertidos e com a as melhores prendas, até agora, foram estes dos 13 anos, eu adorei-os.

Diogo T, 8A

Querido Diário

     Making poetry

     Aurelio Asiain via Compfight

      Querido Diário:

      Na minha última semana, experimentei um tipo de dança: a contemporânea. Em relação à dança, adorei a experiência, pareceu-me magnífica, mas  eu achei estranho  que a música era lenta pois estava habituada  a danças mais mexidas.  

     Nesta atividade, sinto-me bastante descontraída, não estou a pensar na “seca” da escola, porque a escola tem imensas disciplinas no 8º ano e são muito aborrecidas; estar a olhar para o professor fica bastante cansativo.O que eu gosto da escola são as atividades práticas, acho magnífico  nós estarmos a conviver com os colegas.

     A minha outra atividade é o teatro: gosto muito de o fazer,  porque já não sou tão tímida como antes. Na última aula, nós tínhamos que ler um texto que era absurdo e expressar o sentimento que era mandado. No meu caso, foi o medo e, a seguir, tínhamos que representar a pares, a partir dos textos que lemos. Mal posso esperar por Junho: vou apresentar a minha peça de teatro, “O Mistério da Estrada de Sintra”, mas  só em Janeiro é que vou começar a ensaiar.

     Até breve, Diariozinho, as férias estão a chegar.

 Sofia L, 8C

Os Anos do meu Pai

     #23 Ford Mustang Z T Jackson via Compfight

     Eu e o meu primo adoramos jogos; quando eu fui no sábado a casa  dele por causa do Halloween, jogamos na wee: skylanders e wii sports resorts. 

      No domingo, o meu primo veio a minha casa, porque o meu pai fazia anos, a minha família foi toda a minha casa! O meu avô, que adora ouvir-me tocar guitarra  pediu-me logo se eu lhe podia tocar a nova música que tinha aprendido: valsa 2.

      A seguir, fomos todos comer e o meu primo foi o primeiro a acabar; então, eu dei-lhe um lego dos meus para ele se entreter.

      Assim que eu acabei de almoçar, fomos fazer umas corridinhas de carros na XBOX 360. Eu dei ao meu primo um Humer H1, o carro de guerra, e eu fiquei com um Audi de luxo. Ao fim de algum tempo, o carro do meu primo tinha um risco e o meu estava completamente destruído. Acabamos a corrida e foi a vez de o meu avô correr ; ele ficou com  com um Alfa Romeu com mais cavalos e eu fiquei com uom Ford Mustang Shelby GT, de 1969, com mais cavalos. O meu avô não estava a conseguir conduzir o Alfa, eu virei o meu Mustang e bati no carro do meu avô. Assim começou a guerra dos carros: eu comecei a ir atrás do meu avô para lhe bater e ele tentava fugir.  O meu primo pediu logo o comando ao meu avô para fazer mais uma guerra comigo. No fim, os dois carros estavam todos partidos e eu só pensei: ” Acabei de partir um ford Mustang de 3000 mil euros”.

      O Pedro ainda aproveitou e foi fazer mais uma corrida com o  seu pai onde  ele tinha o seu famoso H1 e o meu tio tinha um Mercedes desportivo de luxo. Enquanto eles estavam a fazer a corrida, eu fui tocar guitarra, mas ouvi diizer que o carro do meu tio até voou! No fim, até convenci o meu avô e o meu pai a virem jogar pinguepongue comigo.

     Todos nos divertimos muito e todos gostaram muito da festa!

Diogo T, 8A

Gigante Temporal

Tomas a fazer prancha com bom tempo

Imagem: Oficina de Escrita, Gentileza do Velejador

     Dia dezassete de Outubro, sábado de manhã, acordei com o temporal e cheio de vontade de ir para a Vela.

     Já tinha consultado o Windguru que é uma aplicação para ver o vento: dizia que iam estar 35 nós e davam nortada para sábado.

     Já dentro do Clube Naval, olhei para o mar: eram o que nós chamamos as “ondas piratas”; estava a chover imenso e fazia muito frio, mas as ondas eram de sete metros e uma corrente muito alta.

     A Emoção do dia foi mesmo um petroleiro que tinha ficado preso nas rochas. O petroleiro estava vazio, mas tinham largado o ferro – a âncora – e o petroleiro foi descaindo até ir parar à Marina de Cascais.

     Daí soubemos a notícia que não podíamos ir para o mar, devido à agitação marítima.

raging seaCreative Commons License Len Matthews via Compfight

     No Domingo, o mar já estava mais calmo, mas o grande petroleiro continuava a tapar a vista do mar lindo e precioso; mas, mesmo assim, só se viam pessoas a tirar fotografias ao navio.

     Eu e a minha equipa lá fomos para o mar. Eu ia morrendo com uma prancha (1) que fiz, porque tínhamos ido lá para fora fazer uma bolina gigante, mas  iam começar as manobras para retirar o petroleiro. Às duas horas, tivemos que sair do mar.

Tomás G, 6C

(1) Há duas cintas no chão do barco; quando este está adornado, temos de prender os pés nessas cintas e pôr o corpo todo para fora; não estamos agarrados a nada, podemos cair à água a qualquer segundo. E nesse Domingo…

O Desporto é Essencial para a Vida

 Battle Of The Year 2010 Thibaud SAUDRAIS via Compfight

     Em relação à necessidade de as  pessoas terem  desporto na vida, considero que é importante para o bem estar do ser humano.

     Por um lado, o desporto em excesso e a má alimentação podem causar doenças, como, por exemplo, a anorexia, tendinites e roturas musculares.

     Por outro lado, considero que o Desporto é importante, porque , quando estamos a fazer Desporto, não estamos a pensar em coisas que não devemos: é como uma terapia mental. Também ganhamos hábitos saudáveis e evitamos álcool, drogas – perigos – que nos podem causar dependências.

     Por fim, pessoas de todas as idades têm uma grande variedade de desportos à escolha, como por exemplo, dança, escalada, hip hop, surf ,futebol…

    Por todas estas razões, acho que toda a gente deve fazer Desporto: alma livre em corpo alegre!

Mafalda A, 6B

Prática de Desporto para os Jovens

   Framed in the Mountains dualdflipflop via Compfight

     A propósito de desporto para os jovens, acho que são aconselháveis.

     Em primeiro lugar, os jovens, ao fazerem desporto, realizam amizades novas.

    Em segundo lugar, praticar desporto é muito importante para a adolescência: para a saúde e o crescimento.

    Por outro lado, ao estarem no desporto, podem-se magoar gravemente.

    Por estas razões, ponha o seu filho no desporto, mas diga para ele ter cuidado.

Mariana S, 6C

Conversas na Oficina – Momentos Únicos

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Imagem: Arrifana Kanguru

O.E. – Hoje estiveram na Oficina, a Esperança e o João, amigos de há muitos anos, que vieram partilhar connosco alguns momentos de exceção deste verão 2015, bem como da estreia animadora do seu 2º Ciclo.

João – Andei de avião, de Portugal para Ibiza, via Madrid. O que mais aprecio a bordo é dormir e ver a paisagem do alto.

Esperança – Estive nas minhas praias favoritas: da Arrifana, no Algarve e no Guincho. Na Arrifana o que mais aprecio é acordar mesmo em cima da praia e adormecer com o barulho do mar. No Guincho é giro tomar banho com os amigos e mergulhar por baixo de água.

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Imagem: Viajar é Alargar os Horizontes

Esperança – A minha atividade preferida é o Surf. Vou começar amanhã, na escola de Surf do Guincho. Se estiver mau tempo, fazemos skate.

João P. – Faço Surf desde os três anos, em S. Pedro, em Carcavelos e no Guincho. A maior onda que apanhei tinha um metro e meio; também já apanhei tubos. O que mais aprecio é a sensação quando nos levantamos e vamos de pé, a virar, depois, quando vamos em cima das ondas, a sentir o vento. Não sinto o cheiro a maresia, porque estou mais concentrado.

Esperança – Temos quatro professores: Pedro, David, e Afonso. Às vezes os professores vão dentro de água connosco.

JoãoEntre 12 a 21 de Julho, estive em Ibiza; durante todo o mês de Junho, estive no Surf Outside, com vários professores.

     O que é totalmente novo agora, no 2º ciclo, é termos de fazer a mochila todos os dias e temos muitas mais matérias. O mais interessante é conviver com os professores. O meu professor favorito é de HGP. É querido, não se zanga muito, mostra muitos vídeos de HGP. É a minha disciplina favorita. Gosto dos Descobrimentos, de saber como foi Portugal antigamente, sinto curiosidade.

Esperança – O meu professor preferido é o de Matemática: dá muitos ralhetes, mas está sempre a brincar. Ele conduziu um barco que era duas vezes o tamanho das Fontainhas. Não gosto de Matemática, mas tem piada a maneira como ele ensina: para cada problema que nós fazemos, ele tem uma história cómica ou prática.

Transcrição de “Conversas na Oficina”

João P e Esperança , 5A

Momentos Escolhidos

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     Imagem: Troia Resort

     Os meus primos e eu, de madrugada, fomos andar de bicicleta, desde Sol-Tróia a Tróia – 2 km ir e voltar – pois estávamos a procurar o meu tio. Ele não se tinha perdido, eu é que tinha exclamado que chegava primeiro.

     Passado uma semana, vieram os brasileiros, os amigos do meu pai e eu não adorei que eles viessem – a empregada era fixe, pois ensinava-nos muitas coisas, como jogar às cartas, mas jogos do Brasil, em que temos de pôr as cartas por números seguidos. 

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     Imagem: chriseatsacrisp

     Passados cinco dias, já eu estava em Sagres a divertir-me a fazer Surf, pois quando apanhei uma onda, apercebi-me que era o sítio perfeito para Surfar.

     Apanhar uma onda é uma grande sensação, pois quando damos alguma manobra, sentimo-nos felizes. 

Vasco L, 6C

Verão 2015

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Imagem: White Ibiza

      Um dia ensolarado, em Junho, nas férias de verão, começou a animação.

     Em Formentera, aquilo era um paraíso, com o hotel em frente à praia. Dei uns bons mergulhos naquela água transparente e onde, se houvesse uma ondazinha grande, era por causa dos barcos.

     A alegria das pessoas a ver os “Sun set” todas as tardes: o sol a pôr-se durante todos os minutos que restavam para ficar noite!

      Mas a semana estava a ficar mais curta e faltavam cada vez menos dias para nos irmos embora e ainda ia ter muitas mais férias na Comporta!

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    Imagem: Praia de Sol Tróia

     Estava desejoso de ir para a Comporta com a minha minimoto-quatro. A Comporta em si não tinha nada de novo, mas é sempre giro dar passeios de bicicleta no meio dos arrozais.

     A minha moto-quatro andava imenso, eu tinha à disposição um mato gigante que era o infinito. Um dia, decidi ir um pouco mais longe de onde estava a casa e foi no meio do mato que passou uma lebre a correr. Por alguns segundos pensei que estava a sonhar, mas não.

     Houve um dia em que eu fui andar com o meu pai até uma praia muito longe e havia uma montanha gigante de areia: a minha mota não conseguiu subir e então tive que ir a puxá-la.

    Nós íamos sempre ao Sol-Tróia e houve uma vez em que fomos a Buata Nova. Mas eu já me tinha de ir preparando para a regata em Faro.

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     Regata na Ilha do Farol 7/09/2015

     Durante a regata em Faro, dormimos numa Pousada da Juventude duas noites. A regata era na ilha do Farol, que era muito longe de Faro: tínhamos de ir todos os dias de barco até lá, mas eu, infelizmente, não pude participar, porque a Federação da Vela não deixou e esta regata era muito importante para nós. Não havia vento: tudo à espera que aparecesse a “P”, que é uma bandeira de saída, mas não houve vento…

Tomás G, 6C

Adoro o Mar!

   

Hani Amir via Compfight

      Adoro o Mar!

    Sinto-me segura porque tenho uma ligação muito profunda com o Mar. Posso ir para Espanha no meu barco e sinto-me completamente segura.

     Às vezes vou a nadar para a praia de Salazar, ao pé do Centro de Saúde do Estoril e o barco fica a cerca de 50m. Quando o barco está ao largo, desço os três degraus da escada, entro diretamente no Atlântico, que ali tem cerca de 75m de profundidade. Verifico se há alforrecas – se houver, não vou ao mar – se não houver, sinto-me livre: dou mil voltas ao barco, posso ir à praia, posso fazer trinta mil coisas.

    Às vezes, de Sesimbra para Cascais, está um mar muito bravo; o barco dá imensos solavancos por causa das ondas desencontradas.

    Um dia, eu perguntava:

    – Onde é que estou? Onde é que estou?

    Nesse dia, não se via terra, só se via mar; olhava-se para um lado e só se via mar; olhava-se para outro e só, só Mar!

Inês G, 6B

A Minha Vida

     Evening SoccerCreative Commons License Katie Brady via Compfight

      Olá, eu sou um jovem baixo, magro, com um tom de pele bronzeado e o cabelo castanho claro com tons de avelã e reflexos dourados. O meu rosto é arredondado, com uma boca pequena e os olhos castanhos.

     Eu sou simpático com as pessoas de quem  gosto e agressivo com as pessoas de quem não gosto. Sou corajoso a defender os meus amigos, sou rápido a correr e tenho pouca paciência.

    No tablet, jogo Subway Surf e outro jogo de um homem que tem um jato nas costas e voa; ainda gosto de outro que é um cowboy que está numa cadeira e tem uma pistola para matar os zombies. . 

    Gosto de jogar Nerfs, Rugby, Futebol e Basket; jogo para a vida e não só por querer. Alguns dos meus amigos são meus vizinhos e jogam comigo o Clube de Futebol de Cascais. Treino três vezes por semana, às terças, quartas e sextas, mais o jogo, ao sábado; o Vasco é o nosso treinador que é professor de Educação Física numa Escola. A minha posição é de guarda-redes e já marquei um golo do meio-campo, foi no ângulo. Já ganhámos 6 a 1, contra o NSA. No fim do ano vamos para Espanha jogar contra equipas de outros países; na última vez chegámos às meias-finais e perdemos 5 a 1.

     No futuro, gostava de tirar um curso de Desporto e de ser futebolista. Gostava de ter dois gémeos rapazes, de viajar até Paris e ir ao Brasil, à minha aldeia natal.

André S, 5A

Só Gosta de Mim

HORSE BALL les cavalières à l'oeuvreCreative Commons License alainalele via Compfight

     O Alvim é um cavalo de estatura média, com pelo branco e liso e crinas curtas. Os olhos são grandes, escuros e, quando nos olha, parece que só gosta de mim, que não gosta das outras pessoas.    

     O Alvim é inteligente, ágil, astuto e amigo. Compreende as regras do “Horse Ball” facilmente.

     Ele gosta de andar à solta, no picadeiro, e também quando eu o passo à guia, ele dá pinotes porque está feliz. Quando o monto, ele faz tudo o que eu peço.

Martim P 6A

Investimentos em Los Angeles

Downtown L.A.

Edward Conde via Compfight

     Sempre admirei Los Angeles, porque gosto bastante do ritmo que as pessoas levam na sua vida, especialmente os empresários, os arquitetos e homens de negócios.

     Los Angeles sempre me surpreendeu pela beleza das suas praias, das suas colinas, das suas estradas junto ao mar.

LAX Coast Line

Creative Commons License Prayitno / Thank you for (6 millions +) views via Compfight

     Eu conheço Los Angeles porque jogo um jogo bastante bem feito, chamado GTAS.

     Los Angeles é aquele tipo de cidade em que vivem as celebridades e homens famosos de negócios.

     O meu avô, que era um investidor, explicou-me o que fazem os verdadeiros investidores, o que são as bolsas de investimento e as ações. Isso fez-me saber mais sobre o dia-a-dia dos homens de negócios.

      Assim, aumentou o meu interesse pela cidade de Los Angeles, também conhecida pelos seus famosos investidores e onde eu próprio, um dia, posso vir a trabalhar.

          Por todas estas razões, espero cumprir o meu sonho de ir a Los Angeles.

Rafael C, 6C

Entrevista a uma Jovem Cavaleira – II

 CEIAImagem: da Autora

Publicamos hoje a continuação da nossa conversa com a jovem cavaleira Teresinha R de P do 6ºA que terminou também brilhantemente as suas Provas Nacionais de 6º Ano. 

OE.  Fale-nos um pouco da sua relação com as Éguas “Rufia” e “Utopia”.

T R de P – Dou-me bem com elas; a “Rufia” percebe logo quando estou contente; gosta de festas. Em Badajoz, o treinador disse que lhe dávamos muito mimo, porque que ela estava arquejante. Nos treinos também monto muitas vezes a égua “Utopia”. A “Utopia” tem uma passada muito maior, enquanto a “Rufia” tem o passo pequenino; a “Utopia sai mais longe do obstáculo; mas tem menos experiência de salto, ainda só fez uma prova; foi comigo e ficamos em primeiro lugar. É um alazão castanho, meio dourado, com a crina castanha.

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Conjunto Teresa e “Rufia” 

OE. Como se poderia caracterizar o ambiente na Prova de Badajoz?

T R de P – É uma prova competitiva; entra-se com mais garra. Não tenho que ir num ritmo calmo, devo inventar atalhos, o cavalo pode ir à carga, porque é o mais rápido que ganha tudo.

OE. Quais são os seus projetos a médio e longo prazo, em relação às provas de alta competição?

T R de P – Para participar na Alta Competição, tenho de ter um cavalo; não posso fazer melhor com o cavalo com que treino agora. Por isso, vou trabalhar aos dezasseis anos, para poder comprar e sustentar o meu próprio cavalo. Daqui até lá, por exemplo, para a Prova de Badajoz, em Agosto, vou fazer Cup Cakes, pulseiras e vender na praia. 

OE. Agradecemos a partilha desta vivência ímpar no mundo da Equitação e desejamos-lhe as maiores felicidades para os Campeonatos deste verão.

Teresinha R de P, 6ºA

Entrevista a uma Jovem Dançarina

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Créditos: Art Move – Cascais

OE Temos hoje connosco a jovem Matilda, já despedida do 2º ciclo e pronta para se dedicar à sua Arte preferida.

 Desde quando surgiu o seu amor pela Dança?

M. M. –  Surgiu quando eu era pequenina e a minha prima fazia ginástica acrobática. A minha mãe quis  pôr-me no ballet. Eu gostei muito de estar no ballet quando era pequenina, na minhha escola.  Ao mudar de escola, fui inscrever-me nos Ballet dos Bombeiros de Alcabideche, onde fiquei até aos sete anos.

OE – E qual tem sido o seu percurso na Dança a partir dos sete anos?

 

 M.M. – Dos sete anos até hoje consegui evoluir:  como mudei para o hip hop um ano, deu para experimentar uma coisa nova, muitos tipos de dança, desde dança contemporânea, jazz e voltei ainda um bocadinho ao ballet.

OE  – Qual é o ritmo da sua prática de Dança?

M.M. – Danço uma vez por semana, a partir de Junho já vão ser duas vezes, no Art Move em Cascais.

OE – Que modalidade pratica atualmente?

M.M. – Pratico dança jazz. Não quis ir ao Hip Hop porque não tinha tantas regras. A dança jazz tem mais regras e mais posição, é isso que gosto muito. Inventar coreografias:  de vez em quando invento e vou dançar durante o jantar, dou um espetáculo para a família. Ontem houve o espetáculo público, mas não compareci porque  não estava cá, fui ao aniversário da minha avó…

OE – Obrigada por esta partilha. Desejamos-lhe os melhores êxitos para o seu percurso na Dança.

(Transcrição) Matilda M, 6A

Entrevista a uma Jovem Cavaleira

 I Parte

O.E.  – Hoje temos connosco, na Oficina, a jovem cavaleira Teresinha R de P que pratica equitação há 3 anos e acaba de ficar classificada em primeiro lugar, na prova realizada em Badajoz, nos passados dias 30 de Abril, um e dois de Maio.

     Congratulamo-nos com esta vitória e com a sua partilha da extraordinária experiência em que se pode transformar esta modalidade desportiva quando o talento e a maestria se aliam a um verdadeiro amor pelos cavalos.

 

OE.  Desde quando e como nasceu esta sua paixão pelos cavalos?

T.R. de P. –  A Mãe tinha um amigo, R. S. P. que tinha uma filha, a Nonô; fui vê-la  montar. Depois fui com a Sofia, a professora, às boxes, ver os cavalos. Aí é que comecei a gostar. Parei de montar, porque estava sempre em volteio, pois o meu tio dizia que eu era muito pequenina. Comecei a fartar-me e desisti. Um dia pedi para montar outra vez e aí voltei mesmo.

OE.  Quando começou a treinar a modalidade de saltos de obstáculos?

T. R. de P. – Monto há 3 anos, à séria, sem volteios. Passado um ano, comecei com os obstáculos, que é uma modalidade própria da Escola. Quando a Professora Sofia vê que estamos preparados, ensina-nos.

OE. Com que frequência pratica o seu desporto preferido?

T.R. de P. –  Nas férias, se estou cá, vou sempre o dia todo; até almoço lá. No tempo de aulas, monto todos os dias ás cinco; às vezes até vou diretamente para a Escola com os filhos da Sofia. A aula termina às seis; depois tenho de tratar do cavalo e saio às seis e meia.

4. Durante os treinos, que técnicas se esforça mais por aperfeiçoar?

T.R. de P. – Treino mais a posição, pois curvo um pouco as costas e levanto a cabeça; treino para não deixar a “Rufia” borregar; treino para avançar na volta e ficar à espera à frente do obstáculo; nos treinos a “Rufia” não tende a desviar-se do obstáculo; só nos campeonatos: aí eu abro um bocadinho a rédea. Nos treinos, monto também a “Utopia”. É uma égua que tem a passada muito maior; a “Rufia” tem a passada pequenina; por isso a “Utopia” sai mais longe do obstáculo; mas ela tem menos experiência de salto, ainda só fez uma prova.

OE. Em sua opinião, quais as qualidades que um Conjunto – cavalo e cavaleiro – deve apresentar para um bom desempenho em prova?

T.R. de P. – Se os cavalos forem muitas vezes montados e entrarem em muitas provas com eles, adaptam-se aos cavaleiros. Dou sempre biscoitos à “Rufia”. Já provei os de maçã, mas cheiram melhor do que sabem.

[…]

As Dançarinas

Swiss Miss ~ 5 of 5 photos Mary Anne Enriquez via Compfight

     Uma menina chamada Railly gostava muito de dançar, mas quando foi para a escola de dança, ela era da Equipa A, e não queria ir para a Equipa B, porque não fazia parte da Equipa das raparigas I.

     Mas quando chegou à vez dela, entrou uma menina nova, a Michelle. Então os amigos da Railly não queriam saber da Michelle, mas quando a Railly acabou de dançar, a Michelle começou a armar-se em boa. Por isso, a Railly pediu uma partida de dança para ver o que ela fazia, mas a Michelle desistiu porque ela não sabia dançar tão bem como a Railly.

     Depois a Railly apercebeu-se do que se passava e começou a gostar muito da Michelle. Esta entrou na Equipa das Raparigas I. A Railly ensinou-a a dançar como ela e a Michelle conseguiu passar para a Equipa A, tal como os outros todos passaram.

     A nova chefe do Grupo ficou a Michelle, porque a Railly deu a sua vez à Michelle. Por isso pediu à Railly se queria ir com ela jantar ao Shopping e depois ir dormir a casa dela. A Railly disse logo que sim.

     E foi assim a semana da competição de dança.

Madalena C, 5A

Gutu, A Maravilha dos Mares

       Cascais turquesa Javier Díaz Barrera via Compfight

     O Gutu é um barco a motor, um Flyer de 6 metros de comprimento, com cabine, com escada de três degraus para a proa. A origem do nome é como eu dizia “Yogurte” em bebé.

     Quando voltamos de Sesimbra, o mar estava bravo e baloiçava um bocado o barco, mas na popa o Gutu é mais estável.

     Todos os verões vou a Sesimbra nas férias de verão e, quando há areal, vou para o Bugio, apanhar conquilhas. Quando deixamos o barco em alguma marina, ou arranjamos um hotel muito bom, de 5 estrelas, ou vamos todas as noites dormir a casa.

      Quando vamos sair de barco, o meu pai deixa-me tirar os cabos que seguram o “Gutu” e, muito raramente,  conduzi-lo.

     Durante a gravidez da minha mãe, e depois de eu nascer, com 3 ou 4 dias, já andava embarcada. É como se eu tivesse nascido a bordo, é como se o “Gutu” fosse da minha família.

     Sinto-me priveligiada por ter um Flyer e poder viver estas aventuras marítimas.

Inês G, 6B

A Regata

Invernale2014-14-ESTE24-4245 carlo pulcini via Compfight

        Uma linda tarde de Primavera, a natureza ainda agitada e cheia de força, decidi ir ao Paredão do Estoril.

     O meu maior objetivo era ir admirar o mar porque tinha ouvido dizer que ia haver uma regata. Para quem não sabe, uma regata é uma corrida de barcos à vela.

     Ao fundo, distinguia-se a tal regata: talvez uns 40 barcos, de velas folgadas ao vento, num mar picado em carneirinhos de espuma.

     Um pouco mais à frente, navegava um veleiro de passeio já perto de uma manso quebra-mar em maré vazia.

     Por fim, sentado num banco, com os meus binóculos, eu deixava-me absorver pela força do Oceano.

     Sentia-se um cheiro a maresia e ouvia-se a corrente a puxar a areia e as pedras. Observavam-se muitos pescadores, nas rochas, a pescarem o polvo.

     No alto, sobre nós, até ao horizonte, estendiam-se as nuvens cada vez mais brancas.

Tomás G, 5C

Eventos de Equitação

    DSC_0336 FancyShots via Compfight

     Nos passados dias 18 e 19 de Abril de 2015, decorreu, no Centro Hípico da Quinta da Marinha, a última Pool de obstáculos, com todas as categorias misturadas.

      O Conjunto Teresa R de P com a sua égua Rufia, de 17 anos e sangue Árabe participou no concurso.

     O Conjunto não ficou classificado no primeiro dia, por se ter desviado de um obstáculo. Em contrapartida, no segundo dia, o Conjunto “limpou a prova”, ficando classificado num honroso terceiro lugar.

     No próximo concurso, a realizar-se em Badajoz, nos próximos dias 30 de Abril e um, dois e três de Maio, o Conjunto Teresa R de P e Rufia deverão enfrentar obstáculos entre 70 e 90 cm.

     A cavaleira deverá manter a máxima atenção para, quando a sua égua começar a desviar-se, ter tempo para “dar perna” na direção inversa.

     Desejamos desde já as maiores felicidades ao brioso Conjunto.

Teresinha R de P, 6A

Eu e o Meu Amigo

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Michael Dawes via Compfight

     Nas férias, eu e o meu melhor amigo, o Simão, costumamos acordar perto das 9h. Eu preparo-me para ir para a praia, mas antes de ir, passo pela casa dele para ver se ele já foi.

     Encontramo-nos na praia e, se a maré estiver baixa, vamos surfar; se estiver cheia, ou vamos andar em cima das nossas bóias ou vamos os dois com o irmão dele, o Xavi, até à Marina, ver os barcos passar. Logo a seguir, vamos para o nosso condomínio e damos um mergulhinho na piscina.

     Vamos almoçar e, depois do almoço, vamos os dois andar de bicicleta. Primeiro paramos no skatepark e fazemos umas manobras; depois vamos fazer umas derrapagens a Vila Moura. Se der tempo, ainda comemos um gelado. Depos, vamos para a praia com o Xavi e o Luís:  tal como de manhã, se estiver maré baixa, vamos surfar; se estiver maré alta, vamos jogar as cartas, incluindo os pais.

     Quando saímos da praia, ficamos na piscina das 19h  até às 21h 30 e, no fim, as nossas mães vêm-nos buscar para jantar. Despachamo-nos a comer para, às 22h já estarmos  lá em baixo para jogarmos às escondidas com toda a gente do condomínio. Finalmente, despedimo-nos e vamos para casa dormir…

Diogo T, 7A

A Minha Festa

2013-09-17 Duxbury HS BV Soccer v. Silver Lake HS 0535.jpg B Mlry via Compfight

     Quando cheguei à minha festa, os meus amigos disseram-me:

     – Olha as horas, já chegaste atrasado!

      Fomos para o campo, formamos a equipa e começamos o jogo. A outra equipa começou a marcar um golo, mas a minha equipa apanhou-a logo. Quando fomos comer, eu já tinha marcado sete golos. N a segunda parte, eu marquei o golo da minha vida. O meu guarda-redes mandou um chuto que enviou a bola muito lá para a frente. O Sanchez corria ao meu lado, eu fiz-lhe uma “cueca”; à frente ia o Palhinha, que ficou com a bola depois da “cueca”; eu disse:

     – Sai da frente!

     – Porque é que não me deixam ficar com a bola?

     – Calma, que vai ser golo!

     Eu fui a correr, atirei-me ao ar, atingi a bola com o pé direito em pleno salto e meti-a logo lá mesmo no canto da Baliza… foi mesmo um grande golo!

     No fim, toda a gente gostou da festa, e eu disse ao João que lhe telefonava para irmos surfar juntos com as nossas novas pranchas.

Diogo T, 7A

Os Meus Ídolos do Skate

Team ExtremeCreative Commons License Lets Go Out Bournemouth and Poole via Compfight    

      Andar de Skate é um desporto que consiste em fazer manobras sobre uma pequena tábua com rodas, mesmo  com o risco de partir a cabeça.

     É preciso primeiro ter equilíbrio no chão, antes de poder subir para uma tábua em movimento.

     Há pessoas que admiro neste desporto: Tony Hawk, que é o melhor skater do mundo na modalidade dos Half Pipes e Ana Maria, que faz vídeos para o you tube, na modalidade de longboard.

   Entre vários tipos de prática de skate há o normal, como o do Tony Walk e o Longboard, como o da Ana Maria.

     Tony Hawk utiliza capacete porque vai para os half pipes – piscinas – ao contrário de Ana Maria que não usa, porque anda nas ruas, nos passeios e na estrada.

     Tony Hawk é um skater famoso que dá Ollies enormes e faz tudo o que possam imaginar. Ele já deu um mortal no skate: foi o primeiro a utilizar esta técnica. Se forem ao you tube e pesquisarem Tony Hawk vão ver acrobacias que pensavam ser impossíveis. E isto com 47 anos!

      Ana Maria anda noutro tipo de skate, que é um longboard: são skates maiores que o normal . Ana Maria parece que dança no skate e ela quase nunca põe o pé no chão para dar impulso, porque ela vira o skate de um lado para o outro, para andar. Ela dá um FLIP com  com aquele skate enorme!

Vasco E, 7B

Uma Sensação Sem Igual

inside seals beachbreak gaftels via Compfight

      Se tivesse de apanhar uma onda grande, assim o faria. O Surf é a minha vida eterna!

     Gosto de surfar, principalmente com ondas de dois metros. Já me magoei, já toquei em alforrecas maiores que eu, de 20 centímetros; odeio-as, são moles e peganhentas, parecem ranho, mas nunca vi uma caravela-do-mar – já me disseram que são tão más!

     Para ser um surfista, tem de se apanhar ondas grandes, ouvir o seu professor e fazer treino físico. Diante do perigo, tens de reagir e dizer “SIM”. 

     No meu treino de Surf tenho de me esforçar para obter o meu objetivo. (Devagar se vai ao longe.)Tenho de fazê-lo rápido e bem, porque, se não cumprir o que diz o professor Pedro Marques, conhecido como “O Careca”…

     Ele é muito fixe, mas é duro também:  ele faz coisas que eu nunca pensei fazer, como correr a praia e fazer treino físico à noite. Quando comecei a surfar, ele próprio disse que eu tinha futuro, e agora, depois de dois anos de surf, consegui ver os meus objetivos alcançados.

     Apanhar uma onda boa é fixe, porque ela não me esquece; é bom ter amigos, porque eles ficam ao pé de nós; gosto de apanhar um tubo, porque eu fico histérico.

    É uma sensação gira, a água atrás de nós, nós com a mão na onda… é uma sensação sem igual, juro-vos.

Vasco L, 5C

A Passagem de Ano na Neve

      19/Jan/2014 · Serra da Estrela
Creative Commons License Photo Credit: Antero Pires via Compfight

     Em 2014, no dia vinte e sete de Dezembro, fui para a Serra da Estrela. Fiquei numa casinha de dois andares, feita de madeira.

      No dia seguinte, fui para a neve: equipei-me bem e lá fui; quando cheguei, estava muito frio e vento; até levei com um pedaço de gelo na cabeça e vim-me embora.

     No outro dia, estava melhor e fui para a pista de snowboard; fiz até às oito da noite, fui para casa e bebi uma chávena de chocolate quente.

     No dia trinta, fui ao museu do Pão e foi muito divertido. No dia trinta e um, fui para a neve às sete da manhã e fiquei lá até às cinco da manhã. Durante essas vinte e duas horas, fiquei a fazer ski, a andar de trenó e a fazer snowboard.

     Dia um, às três da tarde, voltei para Cascais.

 Bernardo M, 6C