O Nosso Milagre

     

     Era uma vez uma família muito normal. Essa família tinha três crianças e dois adultos e era completamente normal, viviam numa casa no campo e eram muito felizes.

     Mas um dia, a filha do meio, durante a madrugada, quando estavam todos a dormir, começou a chorar de dores de barriga. A Mãe, ouviu e foi levá-la ao hospital. E lá foram elas…

     Mais tarde, quando o médico já a tinha visto, disse que não tinha nada, mas na verdade, tinha uma doença muito grave de indigestão. Mesmo assim, a Mãe ficou convencida que filha tinha qualquer coisa, porque sentia as dores.

     Este é o início de um grande filme que aconselho a todos. Conta a vida de uma menina com uma doença rara que, ao cair de uma árvore num buraco de nove metros, curou-se milagrosamente.

Madalena M, 6C

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Sucesso a HGP

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Imagem: A Nerdd’s Back to School Essentials

Conversas na Oficina: Rafael C

OE – Qual foi o seu maior êxito alcançado nesta estreia do 2º Ciclo?

R C – Em HGP fiz umas dez páginas de resumo: tive 66%, subi imenso!

OE – Como constrói os seus resumos?

,   Por exemplo, ao escrever sobre as Comunidade Recoletoras, escrevi tudo o que os homens primitivos recolhiam, resumindo o que estava escrito, num caderno próprio. É um caderno só para apontamentos, que tem cubinhos de Lego, de borracha, na capa.

OE – No Teste, quanto tenta recordar, como faz para o conseguir?

R C – Fecho os olhos, penso na matéria que escrevi: é como se aparecesse à minha frente e eu estivesse a ler tudo o que está lá. Vejo, mentalmente, os meus apontamentos.

OE – Qual é o ritmo de pausas que costuma usar, durante o estudo?

R C – De 20 em 20 minutos, posso fazer pausas de 10 m.

OE – De que é que gostou mais até agora, no seu 5º ano?

R C – De HGP. Hoje estivemos a ver os Croods, que, além de ser giro, fala sobre como viveram os homens das cavernas: eles bebiam os ovos dos animais selvagens.

OE – O que é que apreciou mais na disciplina de HGP?

R C – As comunidades primitivas: recoletoras e agrícolas. Ainda não demos, mas adoro a Formação de Portugal e a Romanização. Já no 3º ano eu queria ser Professor de História!

OE – O que é um bom professor, para si?

R C – O professor que lê tudo com os alunos. Depois, mesmo que não estejam atentos, não vamos gritar com eles, mas vamos fazer perguntas sobre a matéria, para ver se eles sabem.

OE – Partilhe uma sugestão para a Escola se tornar mais criativa.

R C – …. Eu já gosto desta Escola.

(Fim da I Parte)

Rafael C, 5C

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Ecos a “O Vestido do Lagarto”

     O Projeto proposto pelos “Cabeçudos”  de construir um Livro em equipa colaborativa e multifacetada contribuição, envolvendo  os alunos do 4º, 5º e 6º anos foi um longo e criativo processo que culminou com o lançamento de “O Vestido do Lagarto” como um dos pontos altos da Festa da Comunidade Educativa. Aqui ficam alguns ecos dos jovens protagonistas envolvidos no Projeto: 

     Gostei muito das ilustrações e achei que o texto falava muito da diferença entre as pessoas e dava uma lição de vida.

     Não achei bem a parte da cobra, porque achei um pouco infantil. O Lagarto Óscar salta para cima da cobra, mas essa ação não era precisa, pois os outros estavam a ser injustos com ele, e deviam reconhecê-lo pelo que ele valia, sem precisar que ele se arriscasse em atos tão heróicos. 

    Não é só por uma pessoa ajudar que vamos ficar amigos, tem de ser pelo que a pessoa é e vale por si mesma.

    Gostei muito da parte em que puseram os nomes de toda a gente, pois deram a conhecer todos os autores, cada um com a sua contribuição.

Mafalda A, 6B

     Foi um projecto motivante de fazer. Contribuímos com a história principal. A história transmite que podemos ser diferentes dos outros, não temos que ser todos iguais, que cada um tem a sua escolha e opinião.

    No dia a dia, esta mensagem pode ser difícil de viver, pois pode acontecer que gozem connosco, mas devemos ignorar.

    Acho que este livro pode contribuir para os mais novos  usarem alguma coisa diferente ou  serem melhor quem são.

Tomás G, 6C

     Gostei muito do livro, adorei. Acho que está muito original. Tivemos que criar uma história com as letras da palavra AJUDA, criando primeiro, um desenho para cada letra. Depois, demos um nome a cada desenho e, com esses cinco nomes, cada um inventou uma história.

     Lemos as nossas histórias e fiquei contente por o António P. ter ganho, mas, na verdade, todos ajudamos nos aspectos criativos: os meninos de 4º fizeram os desenhos e os colegas do 5º construíram os lagartos e fizeram o filme de animação. Aprendemos a trabalhar todos em equipa.

 Sara M 6c

     Gostamos quando a Senhora da Editora nos ensinou exercícios de escrita criativa.

    A mensagem que o livro transmite ajuda-nos a aceitar os outros da forma que eles são, o que às vezes não é fácil.

    Mas gostei muito da atividade, houve ideias criativas: escolheram duas pessoas que tinham de lançar um dado que indicava como se devia ler o texto; por exemplo, como se estivesse a vomitar lendo o texto, como se estivesse com cócegas, a rir, como se estivesse muito aborrecido e assim…

Afonso C, 6A

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Zootrópolis – I

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Imagem: Zootrópolis Trailer 2

        Era uma vez uma coelha que queria ser polícia desde criança.

     Um dia, ela foi para Zootrópolis; ia ser a primeira polícia coelha, mas o trabalho dos outros animais era muito mais interessante.

     Mas a Judy Hops. era uma polícia de trânsito que foi falar com uma raposa, Nick Wiles:

      – Quero falar-lhe sobre um caso.

     – Arranjem uma polícia a sério para resolver isso. – respondeu a raposa.

     – Tu és um mentiroso, tu vendes gelados sem licença! – acusou Judy.

     – Não, eu tenho licença.  – E mostrou um pequeno cartão.

     Eles foram ao Flash, onde trabalhavam só Preguiças. Chegaram lá de manhã e saíram de lá à noite.

     Foram ao Alaska, para resolver o caso e entraram num limusina que estava com arranhadelas de lontra nas almofadas.

     – Este carro é de quem? – Perguntou a agente Hops.

    – Do terrível Barão do crime, o Senhor B.

     Eles abrem a porta da limusine e são levados de repente por uns ursos que pertenciam ao tal Barão do crime.

     E uma ratazana exclamou:

     – Congela!

     – Não, por favor! – Suplicou a raposa, desesperada.

     – Papá – disse uma voz fininha, que era a filha da ratazana – Eu disse que no meu casamento não se congela ninguém.

     – Mas é preciso,  querida, é preciso,  – insistiu a ratazana.

     – Nós só queremos saber se sabe alguma coisa sobre o senhor Lontra. – Esclareceu a gente Hops.

    – Eu não sei de nada, mas eu acho que há uma pantera, que é o meu chofer – respondeu a Ratazana.

[…]

Margarida L, 5C

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O Hobbit – II

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Imagem: Pedro G

[ Continuação]

     Bilbo era muito delicado e civilizado; disse logo que não e entrou para dentro de casa. No dia seguinte, enquanto Bilbo estava dentro de casa, começou a ouvir um bastão a raspar na sua porta.

      Quando parou o tal barulho, Bilbo foi lá ver e, quando olhou para a porta, estava uma marca raspada. Bilbo ignorou-a e decidiu ir fazer o jantar. Até que bateram à  porta. Bilbo foi abrir: era um dos anões, Dwalin.

     – Tu és um anão? – Perguntou Bilbo.

     – Sou Dwalin, um guerreiro anão de Thorin.

      – Mas eu pensei que os anões estavam extintos após a épica batalha entre Orcs e Anões.

   – Todos, menos 13 Anões e vêm todos ter aqui.

  Dwalin entrou em casa de Bilbo e começou a pôr a mesa. Bilbo ia resmungar com Dwalin por estar a gastar-lhe a comida toda, mas alguém bateu à porta novamente: era Balin, um anão.

   E mais tarde, voltaram a tocar à porta: eram os gémeos Fillin e Killin.  Faltavam mais nove anões. Até que voltam a bater. Bilbo abriu e eram os restantes oito anões, todos ao molho: Bombur, Nori, Dori, Bofur…    Todos a comemorar e a comer como loucos. Gandalf, quando chegou, começou a contá-los, mas faltava um…

Pedro G, 7B

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Os Detetives – II

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Imagem: IMDb

     Depois da confusão toda, o Gadget foi-se embora.

     No dia seguinte, a Penny foi para a escola e o Gadget para o trabalho (Polícia). Quando ele chegou ao trabalho, disseram-lhe: 

     – Está despedido!

      E ele foi-se embora triste. No dia seguinte, ele não saiu da cama e a Penny, a tentar que ele se sentisse melhor, mas não conseguiu animá-lo, e foi  a correr, a chorar, para um banco do jardim. E foi então o Génio animá-la e conseguiu.

      E foram desvendar o mistério. A Penny e o Génio descobriram  o sítio onde o Garra estava escondido e foram para lá.

      Quando chegaram lá, não estava ninguém, mas passado um bocado eles apareceram, apanharam a Penny, e o Génio fugiu para ir chamar o Gadget. Quando ele lhe apareceu á frente sem a Penny, o Gadget foi buscar logo a G2. E lá foram salvar a Penny.

      Mas quando o Gadget estava quase a apanhá-los, eles largaram a Penny num carrinho feito de Pins com uma bomba. O Gadget tinha 15 m para a salvar, enquanto ao G2 ia apanhar os outros bandidos.

     Quando a G2 os tinha apanhado, foi ter com o Gadget; quando ela chegou, a bomba já tinha explodido. Mas eles conseguiram fugir – Penny e Gadget – entraram os quatro no Gadget Mobile (Génio, Penny, G2 e o Gadget) para apanhar o Garra, mas quando tinham chegado, o Garra tinha fugido. E o Gadget e a G2 casaram!

Margarida L, 5B

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Super-Poderes

thundermans-800x450Imagem: Slime Cup     

     Era uma vez uma família poderosa: todos tinham poderes, tais como: uns lançavam raios das mãos, outro tinha uma força imbatível; os dois irmãos mais velhos tinham um hálito quente e um hálito frio, para congelar e descongelar; dos dois mais novos, um corria super rápido e o outro deitava lasers dos olhos. Eles salvavam o mundo.

    O Max era um vilão cujo melhor amigo era um mau que se tinha tornado num coelho falante. Desencadeou-se uma guerra entre o mal e o bem: uma espécie de bebé falso vai aterrorizar todos os bebés do mundo, transformando-os em monstros.

     Os nossos heróis vão enfrentá-los num poço: os Thunderman enfiaram o nosso vilão num poço infinito de bolas onde os bebés de novo fofos ficaram.

     Passados alguns meses, veio um meteorito que descontrolava os poderes dos nossos Thunderman. Tão descontrolados ficaram que o Billy tinha um baloiço elástico. A Nora usava uns óculos para não deitar lasers dos olhos.

Vasco L, 6C

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O Hobbit

    Billy

nicoleversetwo via Compfight

    A história do Hobbit é uma história de fantasia.

    Esta é a minha história, o meu nome é Bilbo Baggins.

     A história começa no Shire, uma terra muito distante.

     Eu, Bilbo Baggins, estava no meu jardim a fumar mais um cachimbo, até que,  de repente, chegou um homem à aldeia que mudou a minha vida.

     O homem entrou no meu jardim e sentou-se ao meu lado.

     Eu estranhei por ele ter a parecido assim e, assustado, perguntei-lhe:

      – Hum, precisa de ajuda?

     – Eu acho que lhe devia fazer a mesma pergunta.

     – O quê? Mas quem é você? – perguntou Bilbo, irritado.

     – O meu nome é Gandalf, o feiticeiro cinzento.

     – Um feiticeiro? Como se eu acreditasse!

     Ao dizer isso, deitei fumo pela boca. Gandalf, com o seu bastão, fez o fumo ficar em forma de um cavalo a galopar contra o céu.

     Fiquei impressionado, até que Gandalf me perguntou:

     – Bilbo, eu vim cá perguntar –te  se tu queres embarcar numa aventura.

[…]

Pedro G, 7B

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O Dia em que os Dentes Caíram

 minions_1_miniImagem: Orlee Pasion/Creative Commons

      Era uma vez uma ilha tropical, onde a água era tão transparente e límpida!

     Os habitantes eram os Minions e o Super Mário e o Luigi.

     De repente, quando o minion vigia deixou cair um queque no vulcão, começaram todos a fugir. Mas, como o vulcão gostava tanto deles, mandou-os para o fundo de uma ravina cheia de chocolate.

     Então, o Mário disse:

     – Já sei! Que tal nós comermos este chocolate “fantabulástico”!

     – Sim, que bela ideia!

      E os habitantes começaram a comer aquele doce irresistível.

     Mas, no fim, os Minions, o Super Mário e o Luigi jogaram todos consola e brincaram sem parar. Até que:

     – Au! O meu dente! – queixaram-se todos os habitantes.

Maria S, 5C

(Colaboração de Duarte S)

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Planeta dos Macacos – V

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Imagem de FX Guide

    Mas antes disso, Coba e os macacos que estavam por cima da ponte saltaram para cima dos polícias e os polícias começaram a disparar sobre eles. Enquanto isso, Maurice e os orangotangos saltaram novamente para a ponte. E os gorilas saltaram por cima do autocarro e também atacaram.

     Mas o helicóptero tinha uma metralhadora e estava a tentar acertar em Ciser. Um gorila meteu-se à frente de Císer e saltou para cima do helicóptero. Um homem que estava lá dentro deu-lhe vários tiros, mas ele não morreu. O helicóptero caiu e explodiu; o gorila, com a explosão morreu.

     Todos os macacos conseguiram ir para a floresta e, de aqui em diante, todos obedecem a Císer. A partir daqui, os macacos tiveram liberdade!

Pedro G, 6D

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Velocidade Furiosa

     fast and furious premiere Teymur Madjderey via Compfight

     O filme “Velocidade Furiosa” fala de sete homens que fazem corridas e assaltam sítios.

     A personagem principal chama-se Brian; é loiro, de olhos azuis e tem cerca de trinta anos. O autor chama-se Paul Walker. Na “Velocidade Furiosa 7” ele quase morre numa parte com um desastre de carro: o carro até explode, mas ele sobreviveu! Estava muito bem feito. O problema é que, a meio das filmagens, o autor Paul Walker morreu num desastre de carro e o seu irmão Cody Walker fez o resto do filme.

     Uma das personagens secundárias chama-se Dom; o nome do ator é Vin Diesel, é careca e muito musculado. E ainda há o Chin, que é um chinês de cabelo preto.

     Eu gostei do “Velocidade Furiosa 7” porque tem mais gráficos; saiu no cinema no dia seis de Maio de 2015.

Pedro G

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