A Égua de Olhar Esplendoroso

Rulla sig fungerar överallt…Creative Commons License Patrick Strandberg via Compfight

      Era uma vez uma menina, chamada Beatriz, que estava numa quinta, quando viu uma égua e pensou logo em ficar com ela: era muito bonita, com o pelo malhado de branco e preto; as crinas eram compridas e o seu olhar esplendoroso brilhava quando via alguém.

     A Beatriz chamou-lhe Luz, ficou com ela e andou a passear a passo, pelos pastos verdejantes, salpicados de flores silvestres: papoilas, malmequeres e dentes de leão. A menina, de repente, desequilibrou-se e caiu, enquanto a égua fugiu, muito assustada. A menina foi socorrida por um jovem agricultor e teve de ir ao hospital.

     A Luz apareceu inesperadamente no quarto do hospital e disse:

     – Quero que te salves.

     Beatriz ficou logo boa e a égua mágica ajudou-a.

     No dia seguinte, houve uma competição de cavalos e Beatriz ganhou com a ajuda da Luz. Tornaram-se campeãs em imensas competições e ficaram inseparáveis para sempre.

Mariana C, 7C

O Pai Desaparecido

     Old Trees 278 Russ Seidel via Compfight

       Era uma vez uma menina que se chamava Carla. Era uma menina loira, com um lindo vestido muito azul, um azul do mar.

     Carla era linda, só havia uma coisa que a preocupava: o seu Pai estava desaparecido. Ela tinha-o procurado por todo o lado, mas não o encontrou.

     Então um dia, estava a passear, um pouco feliz, porque fazia anos.

    De repente, viu um homem exatamente igual ao seu Pai – João. Então perguntou-lhe o seu nome e ele disse:

     – Sou o João Pereira.

      Ela sentiu-se mesmo muito feliz, porque pensava que era o seu Pai, e então perguntou-lhe:

      – Desculpe, mas penso que é da minha Família.

(Fim da I Parte)

Joana Cb, 5A

    – 

O Bosque Mágico

Magic treeCreative Commons License Erkki Nokso-Koivisto via Compfight

      Num dia de chuva, a Carlota estava a ajudar a M ãe a arrumar a sala, quando a Mãe se apercebeu que a Dª Noémia tinha-lhe pedido para ela levar a tarte de maçã   a casa dela.

     Como a Mãe estava doente, a Carlota decidiu ser ela a levar a tarte a casa da Dª Noémia. Antes de ela sair, a Mãe disse-lhe a morada e as horas a que ela deveria  estar de volta a casa.

     E lá foi ela pela aldeia fora, só que o problema era que a Dª Noémia vivia no bosque e era longe da aldeia. Carlota, já muito cansada, parou e começou a pensar:

     – O que é que o o bosque tem de tão especial?

     Ela continuou e, à medida que se aproximava do bosque, tudo se tornava mais escuro e solitário. Sentou-se e começou a pensar de novo: 

      – Porque é que ela gosta de viver aqui?

Com o passar do tempo, começou a interrogar-se se a Dª Noémia não seria uma bruxa.

     Continuou a andar, quando deparou com algo lindo: lá havia muita luz, animais como coelhos e veados, já não parecia a outra parte do bosque com que ela se tinha deparado. 

Então, ouviu uma voz a chamar:  – Olá! Quem vieste visitar? Não tenhas medo! Vem cá!

   Carlota, muito assustada, respondeu: 

   – Vim ver a Dª Noémia! Sabe onde é que ela vive? – E, ao mesmo tempo, perguntou – Com quem é que eu estou a falar?

 A Voz respondeu:

    – A Dª Noémia vive ali ao fundo, á direita e estás a falar com uma Fada!

    Carlota, aflita, exclamou: 

     – Como? Uma Fada?

     A Fada respondeu: 

    – Sim, sou a Fada Oriana!

     Carlota desatou a correr para casa da Dª Noémia. Esta perguntou: 

     – Porque demoraste tanto?

      Carlota respondeu:

     – Perdi-me na Beleza do Bosque.

     Passado uma hora, saiu de casa da Dona Noémia e começou a andar até à aldeia.       Quando chegou a casa, a Mãe perguntou: 

    – Porque demoraste tanto?

     Carlota disse: 

     – Perdi-me na Beleza do Bosque.

Federica V, 8A

TS de Português

Em Missão de Combate

Under the Trees

Melinda Young Stuart via Compfight

     Quando eu for grande, quero ser da Tropa, quero ajudar todas as pessoas, quero fazer missões. Uma das grandes missões que eu queria era ir às favelas prender os traficantes todos! Também queria que todos os países estivessem em Paz e que todos me conhecessem como um corajoso Tropa da América.

     Se algum inimigo se vingasse na minha família ou na professora Inês que sempre me ajudou, eu nem sei o que era capaz de fazer! Primeiro, fazia uma carga policial, depois passávamos á ação em que os punha a todos no céu.

     Eles têm um problema que é: não sabem o que estão a fazer, precisam de ajuda e não podem matar polícias. Quando eu for em missão para as favelas, nunca vou disparar; primeiro vou falar, depois digo que me troco pelo refém e só em terceiro lugar é que vão todos pelo ar.

    Assim vai ser a minha história e as professoras Inês e Paula sempre pensarei nelas e vou ter sucesso nas minhas missões perigosas. 

Francisco N, 6C

Os Dragões das Montanhas

Peaks Tom Mrazek via Compfight

     Havia uma casa no meio da floresta, onde vivia um senhor chamado Pedro M. Ele pensava que havia dragões atrás das montanhas, ao longo de mil km.

     Uma noite, ele acordou para ir às montanhas procurar cem famílias de Dragões, muito valiosas para ele. Demorava 50 dias a chegar às montanhas. Encontrou um rio e atravessou-o. Viu aranhas gigantes e fez-se um imenso silêncio.

     Caminhou, caminhou, até que viu umas montanhas muito altas: 10.000 metros de altura. Subiu as montanhas fazendo escalada e desceu-as deitado num tronco pequenino.

    Caminhou ainda mais, até que viu a Floresta “Road” e atravessou-a. Continuou a caminhar, até que viu outra vez um rio, mas não era um rio qualquer, porque era gigante: cortou uma árvore e atravessou o rio gigante.

     Chegou, finalmente, às montanhas enevoadas: subiu-as com uma corda, fixando pinos na rocha. O Pedro M viu as cem famílias de Dragões e gostou, mas os Dragões, não! Como os Dragões não gostavam que alguém entrasse no seu território, tentaram devorá-lo da cabeça aos pés, mas ele escapou por um triz.

     Moral da História: nunca entres nos territórios de animais selvagens!

Daniel S, 5B

O Monstro das Profundezas – 2

Hello HaloweenCreative Commons License Maurits Verbiest via Compfight

     De repente ouvi:

    – Ali está o Monstro!

    Peguei no rapaz e fui para o vulcão dando os meus saltos de grande alcance.

    Enquanto escalávamos, um dos caçadores acertou-me com uma das suas balas frias e perfurantes, mesmo no braço onde eu segurava o pobre rapaz indefeso.

    Sem querer, larguei-o e caiu pela cratera do vulcão. Como a cratera era muito funda, enquanto o menino estava a cair, eu saltei para o ajudar. Como eu sou á prova de fogo, consegui agarrar o menino em plena queda, antes que ele fosse derretido pela lava.

    Atirei então uma bomba que fez ir os caçadores pelos ares, e como viram a minha bravura, não se atreveram a chamar-me monstro. Ofereceram-me, como recompensa, uma cura, para eu voltar a ser um rapaz normal outra vez.

    O meu companheiro tornou-se um grande amigo e fomos para a mesma escola!

Francisco M N, 6A

O Monstro das Profundezas – I

Arenal volcano, Costa Rica Gregoire Dubois via Compfight

    Eu, o Monstro das Profundezas, aterrorizo as cidades por causa dos meus superpoderes mutantes! Os meus poderes são: lançar fogo das mãos e saltar tão alto que posso andar de prédio em prédio; o meu último superpoder é a invisibilidade: é fantástico!

     O único problema é que as autoridades querem apanhar-me e prender-me. Acho que esse é o preço a pagar por ser um monstro.

    A minha casa é um enorme vulcão no Hawai. É divertido viver num vulcão, pois nunca tenho frio. De noite, caço animais, como aves ou peixes, pois sou carnívoro.

    Eu não faço mal às pessoas, mas como sou diferente dos outros, eles têm dificuldade em comunicar comigo.

     Um dia, um menino encontrou-me perto do vulcão, estando eu já cansado de caçar as aves que estavam a dormir, para o meu pequeno-almoço nutritivo.

      O menino estava num acampamento de escuteiros e tinha-se perdido, mas, em vez de me atacar, dormiu comigo e deu-me festinhas, pois eu sou meio-animal, meio-monstro.

      Quando acordei, tentei levá-lo para o acampamento, pois, enquanto tinha estado a caçar, apercebi-me do local de encontro dos escuteiros.

      Quando nos aproximávamos, outro menino viu-me e foi contar aos caçadores da floresta, que foram logo à minha procura! De repente, ouvi:

      – Ali está o monstro!

(Continua)

Francisco M N, 5A

The Revolution

Halo: Reach | Lone WolfCreative Commons License Joshua | Ezzell via Compfight

      In 2036, the Halgy Army started buying weapons and military equipment from the Tall Gys or the “Gorks” as we call them. The reason why this was happening was because the Gorks were years ahead of us on that subject. They had equipment that no other country had and we wanted that same military power. We started paying they started delivering, everything was going fine until that one day…

     In a matter of minutes, we watched all that equipment shut down like if someone just pressed an off switch. The next day, the Gorks invaded the whole conuntry and on that same day we surrended. The Gorks started to build outposts in checkpoints all over the country, started making new rules, the whole country was now in what seemed to be a nightmare.

     6 months have past since the invasion; a rebel’s group created by Ryan Stintson was starting to get noticed by the Gorks. This group was launching assaults against outposts. They weree slowly starting to get the people’s attention.

     2 Years Later The rebel group was now stronger than ever, they have taken down every single outpost. All that was left to do was conquer the American Military bases the Gorks were using as main outposts plus the ones the Gorks had built.

     Everything was set up, it was time to strike…

Rodrigo L, 9B

A Jóia

Police officer Black Zack via Compfight

     Era uma vez um homem muito perigoso, o mais procurado de  todos: tinha acumulado cadastros relativos a assaltos de bancos e fugas de prisão. Ele era uma pessoa que não se cuidava, tinha uma barba até ao umbigo, umas sobrancelhas hirsutas e uma boca assustadora, com dentes para fora e um nariz superminúsculo. 

     No dia 28 de Setembro de 2016, o homem planeou uma lavagem de dinheiro com o seu amigo presidente do banco. Esse dinheiro chegava no dia 31 de Dezembro – já sabem o ano – e quem o transportava para a mansão do homem mais procurado era o funcionário ou o secretário do presidente do banco.  

     O funcionário estava preocupado com as paragens de auto-stop, porque o que havia lá atrás era sério. Então, passado uma hora, foi mandado parar pela polícia e o camionista estava muito assustado porque eles tinham cães altamente treinados.

Lourenço C, 6B

Life of Horses – IV

HorseCreative Commons License Mark via Compfight

      Um dia, a Flora estava muito zangada com tudo e com todos. Ela estava numa cerca muito linda, mas como ela queria fugir, fugiu. Passou por montanhas, vales e florestas, até chegar a um prado muito florido.

     Estava a passar por lá um Mustang, que era diferente dos outros: era todo preto, com uma crina muito grande, só que estava com um penso na crina.

    Ele estava a ir em direção à Flora; ela tentou fugir, mas não conseguiu, porque as ferraduras novas estavam a fazê-la tropeçar. De repente, apareceu um cavalo à frente dela que lhe disse:

     – Olá, eu sou o Veloz, um cavalo dos Índios!

     A Flora apresentou-se:

     – Olá, eu sou a Flora, eu era um cavalo selvagem, só que me apanharam. Queres fazer uma corrida?

      Respondeu o Veloz:

      – Claro! Mas acho que tirarmos-te essas ferraduras.

      Eles deram coices em pedras, em árvores, até que as ferraduras caíram. Começaram a correr: o Veloz ia á frente, mas a Flora deu um salto e ficou próxima dele. O Mustang ficou em primeiro lugar, mesmo assim, por uns segundos a mais que a Flora.

     O Veloz disse:

     – Queres conhecer os meus donos?

     A Flora respondeu:

       – Quero!

      Quando chegaram à vila, os humanos agarraram logo a Flora para ficarem com ela, mas chegou lá uma menina para ajudar aquela pobre égua. A menina acalmou-a e ficou com ela, porque a Flora não queria sair de junto dela.

      O Veloz disse, a rir:

      – Ah, ah, ah! Mal chegas e já tens uma dona! E essa é uma treinadora de cavalos.

      Enquanto estavam a falar, a menina pòs-lhe um arreio e uma manta azul por cima dela para a montar.

Margarida L, 6B

Life of Horses – III

HorseCreative Commons License Mark via Compfight

     Num dia de concurso, era a vez de Trovão. Mas havia um pequeno problema: o Trovão só conseguia saltar ao ouvir rock’n roll do Elvis. Só que o rádio estragou-se, porque um gato saltou para cima dele.

     Então tiveram que comprar um rádio novo que tivesse grandes colunas para que os gatos tivessem medo deles. Tinha chegado a vez de Trovão: ele deu grandes saltos, correu como se fosse a luz; o juri ficou espantado e deu-lhe a nota máxima.

     Quando chegou a vez de receber o prémio, ficou o Trovão em 1º lugar, a mãe em 2º e, em 3º, um amigo da Flora.

Margarida L, 6B

Life of Horses – II

Keeping an Eye on ME, brightened.Creative Commons License Tom Driggers via Compfight

     Numa certa quinta, estavam a precisar de cavalos e de mais animais.

     Lá viviam duas pessoas:  a Inês, a irmã mais velha, que tinha um longo cabelo da cor do mel e uns olhos da cor do mar; ela usava uma camisa azul, umas calças castanhas claras e umas botas de cavaleira; e a sua irmã mais nova, Mariana, que tinha também o cabelo da cor do mel e uns olhos azuis como o céu; ela vestia-se com um casaco cinzento. calças de ganga e botas de montar.

     As duas irmãs foram montar os seus cavalos para irem procurar mais vinte mil cavalos, por isso voltaram para a montanha. Passadas três horas, chegaram e apanharam logo o chefe; com o chefe apanhado, todos os outros foram atrás dele, até a sua filha.

     Quando chegaram à quinta, prenderam todos os cavalos num campo com cerca eletrificada. Tentaram montar a Flora, que já era uma grande égua. A Mariana caiu logo, mas a Inês conseguiu. Ela ficou muito contente, mas o pai estava sempre preocupado com ela, porque mesmo que ela estivesse presa ali, continuava, na mesma, a falar com a loba e o leão que já eram grandes.

     Passados cinco anos, os cavalos todos já estavam domados. A Inês tinha dois cavalos: a Flora e o Trovão, o chefe. A Flora passava a vida a ser toda arranjada, o Trovão era usado para concursos e a mãe passava a vida a fugir.

Margarida L, 6B

Life of Horses – I

I think horse photography is going to be my new pleasure !! Welsh photographs via Compfight

     Era uma vez, numa terra distante, onde viviam veados, cavalos selvagens, zebras e muitos outros animais, numa floresta gigantesca com cascatas.

    Mas havia alguém que não era feliz: os cowboys que adoravam apanhar cavalos selvagens novos!

     Espalhou-se uma nova mensagem do chefe dos cavalos selvagens, Trovão:

     – Um novo potro vai nascer! Passados 5 minutos, já se via a nova cara. Ela estava a saltar  pela montanha! A nova cara era amarela como o mel, com olhos azuis e as crinas eram castanhas como a casca das árvores.

     Passado um ano, essa linda égua já estava grande, e o pai dela chamou-a:

    – Flora, vem cá!

    – Estou a ir, pai!

    A única coisa que ele queria dizer era para ela não passar da fronteira onde estavam os lobos e os leões. Mas ela estava com tanta curiosidade, que foi. Ela foi rodeada por um leão e por uma loba.

    – O que está aqui a fazer uma eguinha?  – exclamou a loba, ao ver a Flora.

   – Deixem-me em paz, eu queria só fazer alguns amigos.

   E disse a loba:

     – Que sorte que eu tenho! Eu também só queria uma amiga, em vez desse leãozinho. Eu sou a Veloz e esse leão aí é o King.

     – E eu sou a Flora.

     De repente, saltou um cavalo para ajudar a Flora, porque pensava que iam atacá-la.

     – Não lhes faças mal, Cinza! – gritou a Flora – São meus amigos. Eles também, só com uma patada, tu caías ao chão. Já sabes que não és forte.

Margarida L, 6B

Avatar – II

Imagem: Avatar Movie

     A vida de Miriam não era só trabalhar: ela adorava basketball; então, pensou em formar uma equipa.

     – Vou ver se encontro dois Avatares humanos. Mas em vez de encontrar dois Avatares, encontrou dois humanos que estavam a surfar.

      Ela chamou o seu Dragão, mas em vez de vir sozinho, veio Jason, e gritou:

      – Porque estás aqui? Este é o sítio dos humanos!

      – Eu sei, deixa-me em paz! – E subia no seu Dragão, levantando voo.

       Chegou ao pé dos dois rapazes, desceu do seu Dragão e perguntou:

       – Querem ser Avatares?

       Os dois responderam em coro:

       – Sim!

       Eles foram buscar os seus Avatares e Miriam perguntou:

      – Quais são os vossos nomes?

       – O meu nome é Artur e este é o Lourenço, mas tratam-no por “Cata”.

       A Miriam decidiu:

      – Tu, Artur, vais-te chamar “Urso” e o Lourenço vai-se chamar “Cata”, não quero mudar.

      Ela apresentou-os ao Chefe, mas em vez de lhe dizer que eram humanos, disse que eram mesmo Avatares. Depois perguntou-lhes se queriam fazer uma equipa de basquete, mas primeiro teve de lhes dar um Dragão a cada um cavalo, porque os jogos de basquete precisavam deste equipamento.

      Foram voar, mas sempre que um deles caía, Miriam ia apanhá-los com o seu Dragão.

Margarida L, 6B

Avatar – I

 

Imagem:  Avatar Movie

     Era uma vez num planeta distante, umns seres bastantes diferentes: eles tinham o dobro do nosso tamanho, eram como uns tigres azuis às riscas; de um tom azul escuro e o resto azul-claro; o seu cabelo era da cor do chocolate negro.

     Uma menina da mesma espécie chamava-se Miriam e era a filha do chefe Raksa. Miriam tinha um dragão gigante, vermelho, com riscas pretas, algumas partes amarelas e a ponta da cauda tinha um bocadinho de azul. Ela também tinha um cavalo exatamente igual a ela.

    Mais ou menos a 10 km dali viviam humanos que, quando montavam esses seres, a quem vamos chamar Avatares, ficavam com os seus corpos para  transportar a mente dos humanos para o cérebro dos Avatares.

    E havia um novo recruta para os humanos, o Jason, que era paraplégico e, quando o puseram na mente do seu Avatar, ficou louco de alegria, porque ele conseguia andar!

    No dia seguinte, Jason foi fazer explorações com o seu Avatar, porque ele já não conseguia sair daquele corpo.

     Nessa altura, encontrou Miriam. Os seus companheiros já tinham o solto lá para fora. Miriam, como sabia que ele era humano, gritou com um ar muito furioso:

     – Sai daqui!

      Mas quando Miriam lhe foi acertar com uma flecha, apareceu um espírito pois, quando os Avatares querem matar um ser humano, ás vezes aparece um deus.

  – Eu não vou fazer nada de mal.  – E baixou a flecha.

     Miriam chamou o seu Dragão e disse:

     – Sobe, rápido!

     O Dragão não queria que o espírito subisse também. Então, a Miriam não o pôde deixar ir: foram pelo chão, passaram por árvores maiores que uma montanha, chegaram a uma ilha flutuante e alcançaram a árvore da vida. 

(Continua)

Margarida L, 6B

 

The Heist

Day 10: Round Up the Usual Suspects Paul Howard via Compfight

13th March 2009

Today, we got some information about a weapon truck that was going to deliver stock to Amunition Store uf the state. We decided to attack it, due to both its low protection and the place. Making moves up in the desert of Deusix was really easy. There weren’t many cops there and some of them were afraid of the local gangs and dealers. We just had to be the firsts to get there.

15th March 2009

Today, we attacked the truck; it was a easy hit. Our only problem was that Franklin, my partner, got shot in the arm. We decided to attack a truck instead of just buying the weapons, because this way is harder to track them back to us.

16th March 2009

Franklin is recovering alright; today we are going to make not so vilan things. Mitchel is going to get some masks and I am gong to get Jump suits.

17th March 2009

The heist is tomorrow; if eveything oes well, we should get about 90.000.000 $. It’s a bank in the South and only certain people deposit their money there. It doesn’t have much security and it looks like it is poor to try to avoid robberies. I don’t think that’s very efficient. We spent all day yesterday getting some things like a drill, smoke grenades and  a fast car.

18th March 2009

Today is the day. We will make our move on the bank. 

Rodrigo L, 8B

The Royal Lion

The Hunter and the Rabbit

The cliche of the rabbit and his carrotCreative Commons License Luis Alejandro Bernal Romero http://aztlek.com via Compfight

     Rick was a simple hunter. He didn’t do much, besides go out from day to day to hunt a rabbit or a bird for his lunch; he would also make bread for breakfast and take care of his plots of tomatoes, carrots, lettuce and other vegetables that he would use for dinner. He didn’t have TV, hot water, electricity or any of those things that most of us take for granted.

    He had build a house out of logs he had cut with the axe he hunted with. He was an “Axe Master”. He was capable of hitting a moving bird with it. Besides hunting and taking care of his plots, he, sometimes, would go for swimming in a lake nearby. He was alone everyday.

     One day, when he was having dinner, near the lake, a little rabbit showed up; Rick thought about if wether or not he should kill it for next day’s lunch. He decided not to and, instead, gave him half a carrot. He laught at the bunny eating the carrot, due to its cuteness.

Rodrigo L, 8B

Da Cidade para a Liberdade

Coming in for a closer look

Geraint Rowland via Compfight   

      Era uma vez uma senhora muito rica que estava farta daquela “fantochada”: uma vida materialista, onde se vivia apenas para o lucro e o bem-estar material e, olhando para as outras pessoas simples, invejava a sua vida.

     Um dia, zangou-se com a sua família e saiu de vez com o dinheiro que trazia nos bolsos e na carteira, o que não era pouco. Com esse dinheiro, comprou uma casa linda, por uma pechincha.

     Porém, o tempo foi passando e ela foi ficando cada vez mais velha e cada vez mais desleixada. Sem amigos e com tanta solidão, cada vez tinha mais animais.

     Um dia, eu passei por lá e fiquei maluco: vi porcos, galinhas, cabras e yorkshires! Vi ao longe um pessoa e fui até lá: parecia uma bruxa, com os cabelos no ar, um cheiro pestilento e umas pantufas estragadas.

(Continua…)

Alexandre S, 6C

A Fuga de Carminho e “Ananás”

Little PumpaCreative Commons License Dmitry Kalinin via Compfight

      Era uma vez uma menina chamada Carminho que gostava muito do seu animal de estimação que era um bulldog Francês, o “Ananás”. A relação entre a Carminho e o “Ananás” era muito forte. Uma noite de lua cheia, eles fugiram e desapareceram.

     A mãe da menina estava muito preocupada, por isso foi à procura dela. Levou consigo o Lavrador preto, “Bela”, e o Cocker, “Buddy”, que farejavam concentradamente o caminho. A mãe avançava, segurando as trelas com toda a força até ao jardim zoológico e começaram a saltar mostrando ter encontrado uma pista.

(Continua)

Maria M, 6B

O Monstro – I

Stormy SeaCreative Commons License Mark via Compfight  

      Miguelito era um aventureiro, gostava de explorar florestas e mares desconhecidos. Sempre que possível, ele contratava uma tripulação e lá partia em direção ao desconhecido, em busca de uma história ou até mesmo de um tesouro. Miguelito, uma vez, tinha descoberto um tesouro na costa do continente africano e foi o suficiente para deixar aquela tripulação inteira rica e isso só o motivou a continuar.

     Miguelito ia, mais uma vez, embarcar numa nova viagem. A tripulação era pouca, mas o suficiente para uma viagem planeada, era só ir comprar especiarias à Índia.

     – Chefe, gosta deste ventinho? – perguntou o Capitão do barco com um sorriso na cara.

     – Por acaso até gosto, Capitão. – respondeu-lhe Miguelito.

     – Bem, ainda vai ficar melhor.

     Miguelito não percebeu e apenas acenou com a cabeça que sim. Miguelito nunca tinha ido à Índia, visto que toda a gente, naqueles dias, lá ia. Só tinha ido desta vez para também abrir um negociozinho de especiarias, para ajudar a pagar as suas viagens.

     A noite caiu, Miguelito foi-se deitar a ler um livro, até que adormeceu. Houve alguns abanos do barco, mas Miguelito calculou que não fosse nada e voltou a dormir. Dormiu durante nove horas, mas ele não sabia que o que iria encontrar fora do quarto era algo que iria fazer com que ele não dormisse por bastante tempo.

     Saiu do quarto e viu corpos rasgados e espalhados pelo chão. Um tripulante estava sem pernas, mas ainda vivo, rastejava em pânico, como se a fugir de algo. Tentou dizer alguma coisa, mas o esforço foi em vão, colapsou e morreu. Miguelito estava em choque, como se congelado, até ouvir um som que o descongelou logo. Entrou de volta no seu camarote. Pensou no som que tinha ouvido e a única coisa a que o conseguia associar era a um monstro.

(Continua)

Rodrigo L, 8B

Para Esquecer – III

Spring Dream

jaci XIII via Compfight

      Francis estava de saída do cemitério quando o seu pé ficou preso. Raízes com flores maravilhosas começaram a crescer em volta do seu corpo. Começou a chamar pelas pessoas mas era  como se ele fosse invisível e todos estivessem surdos. As raízes cobriram-lhe os olhos e parou de conseguir ver.

     De repente, voltou a ver, mas agora estava no seu quarto. Levantou-se, pegou no telemóvel e ligou para a avó. A chamada foi atendida pela voz meiga e alegre da sua avó. Francis, a seguir, não disse nada, até que a sua avó desligou o telemóvel. Repetiu a ação com seus tios e avô.

     Foi à aplicação “Basketlovers” e viu que jogo já tinha sido no dia anterior, que os Maquiavels tinham triunfado sobre os Igotes, num jogo que acabara 107-69.

     Perguntou ao pai o que tinha acontecido durante o jogo e este disse-lhe que ele tinha adormecido a meio e contou-lhe as melhores jogadas e cestos.

     Francis pediu à mãe se podiam ir lanchar a casa dos avós. Esta tratou de tudo com a avó e lá foram eles, juntamente com os tios. Francis abraçou-os a todos com força e estes, sem perceberem o que estava a acontecer, simplesmente deram-lhe um abraço de volta. Francis estava quase a chorar, mas conseguiu aguentar-se.

     No fim, contou o seu sonho ao resto da família e estes ficaram muito sensibilizados com o tal sonho. Decidiram que era melhor esquecer aquele sonho e continuar as suas vidas felizes e sem pensamentos negativos. 

Para Esquecer – III

       Forever Fifteen

Creative Commons License Midnight Believer via Compfight

       Francis simplesmente acenou que sim e voltou a ver a sua série. O episódio que estava a ver acabou, ele foi pôr o prato na cozinha e começou a ver o seu youtuber favorito “TheRoyalLion” no telemóvel, até que o seu pai o chamou para irem embora.

     O pai de Francis era dono de uma empresa de carros, a “Stinger”; estes carros eram praticamente a junção de Ferraris com Lamborguinis e Mercedes. Eram os carros mais poderosos do mercado e eram utilizados até por corredores profissionais nas corridas de automóveis. O pai de Francis tinha acesso, se quisesse, a um exemplar de cada carro, de graça; mas dos dez que já tinham sido produzidos, ele só tinha escolhido dois.

     Entraram então no Stinger 500 Buzz, vermelho, e fizeram-se á estrada. Francis olhava pela janela e via as matrículas dos carros, coisa que ás vezes o alegrava, quando eram engraçadas. Viu uma que tinha escrito “DYNKM3M35” e não conseguiu evitar um sorriso. Seguiram-se “D14MOND” e “83H4PPY”. Ele sorria cada vez mais, mas quando chegou à Igreja, o sorriso transformou-se numa expressão séria e pesada.

     O funeral demorou meia-hora e quando acabou a cerimónia foram para o cemitério assistir ao enterro. Foi um momento intenso e o facto de três dos quatro caixões estarem vazios e dentro de um estar um corpo todo queimado, não ajudava. A única maneira de saber que era mesmo a pessoa certa foi devido a um dedo não ter sido carbonizado, o que permitiu analisar impressões digitais. A avó de Francis não pôde comparecer por estar internada no hospital com queimaduras graves. Francis estava já de saída do cemitério quando, de repente, o seu pé ficou preso.

(Continua)

Rodrigo L, 8B

O Dia em que Me encontrei com o Passado

El Oceanario, Isla de San Martín de Pajarales, Cartagena, Colômbia.

Elias Rovielo via Compfight

     Lá ia eu para mais um trabalho que parecia simplesmente mais um. Equipei-me, saltei e mergulhei para aquele paraíso a que chamo mar. Era uma beleza! As pedras do fundo estavam incrustadas de mexilhões coloridos e grutinhas de onde espreitavam pequenos polvos desconfiados.

      Nós íamos procurar uma nova espécie de caranguejo: “o caranguejo arco-íris”. Ele vive a uma grande profundidade, mas nada que eu ainda não tenha feito. Estava eu à procura do caranguejo, quando encontrei um mastro e pensei: “Onde será que está o navio?”

      Procurei, procurei e finalmente encontrei-o: parecia ser uma nau portuguesa, não só porque tinha proa dupla, mas também porque havia indícios de uma cruz na vela. O navio estava muito afectado pelo mar; via-se logo que tinha sido um naufrágio muito violento: o casco estava partido em vários sítios, por onde saíam e entravam pequenos cardumes dançando juntamente com alguns tubarões.

     Decidi entrar cuidadosamente, por causa dos tubarões…

(Continua)

Miguel F, 9B

Para Esquecer – II

Foco

Ana Guzzo via Compfight

30 Minutos Depois

     Amanda recompôs-se, sentou-se ao lado de Francis e, lentamente, explicou-lhe o sucedido. O seu avô e tios maternos tinham morrido e a sua avó tinha partido um braço, que ficara todo queimado e iria ter de ser amputado. Francis tentou processar tudo aquilo mas não conseguia e tudo o que conseguiu dizer foi um fraco “OK”.

     Os pais ficaram confusos, mas não disseram nada.

3 Dias Depois

     Estava um dia de sol, Francis foi acordado pelos raios de luz que entravam pelos buracos dos seus estores. Viu as horas no seu telemóvel e levantou-se. Tomou um banho demorado, vestiu uma camisa branca, gravata preta e calças de fato também pretas; pôs o seu desodorizante favorito, o “seven senses”, pôs gel no cabelo e foi fazer o pequeno-almoço. Sentou-se no sofá e começou a ver “Family Guy”.

    A sua mãe veio ter com ele, num vestido elegante, preto. e perguntou-lhe se queria mesmo ir ao funeral de todas aquelas pessoas.

(Continua)

Rodrigo L, 8D

 

Cuba Maravilhosa

Caribbean beach series . Cuba

Nick Kenrick via Compfight

     Era uma vez uma menina chamada Cláudia que foi de férias para Cuba, durante uma semana. A Cláudia foi de avião e, quando chegou, viu a praia, a piscina e quis ir logo dar um mergulho.

     Quando pôs o pé, viu que estava fria. Então, quis ir fazer escalada: a Cláudia, quando estava a fazer, gritava que ia cair. A sua amiga Matilde disse que não ia cair. A seguir, foi ela a subir e estava numa excitação.

      Depois, foram andar de canoa; andaram uma contra a outra, a ver quem ganhava. Ganhou a Matilde!

     Passados dois dias, foram a um museu e viram tantas coisas bonitas!

     No dia seguinte, foram almoçar, estavam com muita fome… O jantar foi peixe e estava uma delícia! Depois foram ver a praia de noite: tinha velas na areia, tudo iluminado!

     Finalmente, tinha chegado a hora de ir embora: estavam muito tristes. A viagem de avião foi muito agitada, porque estava a formar-seu um furacão sobre o mar das Caraíbas. Elas tiveram algum medo, mas correu tudo bem.

     Quando chegaram a casa, estava à espera da Cláudia a sua irmã Carolina que queria saber as novidades daquelas maravilhosas férias!

Mariana C, 6A

Para Esquecer

Creative Commons License Riik@mctr via Compfight

     Francis estava sentado no sofá com seu pai, Jack, a ver o jogo de basketball : Estavam a perder quando, de repente, uma luz laranja e gritos preencheram o pavilhão. A transmissão foi abaixo e, em menos  de dez minutos, todas as transmissões, mesmo as dos canais infantis, foram substituídas por uma transmissão de notícias de última hora.

     Teria havido um ataque terrorista no pavilhão: havia milhares de mortos e centenas de feridos; sobreviveram poucos e a maior parte deles tinha perdido membros devido ao impacto ou às chamas que os levaram a cinzas. Era algo terrível.

     Francis apressou-se a ir chamar a Mãe para testemunhar aquele acontecimento horrendo. A sua Mãe, Amanda, ficou paralisada até que, de repente, olhou para o lado e afastou-se a chorar. Começou a correr para o telemóvel. Francis e o pai tentavam perceber a quem ligava a Mãe. De repente, o pai lembrou-se que os Avós de Francis tinham ido àquele jogo com os tios, mas preferiu deixar Francis “no branco”. Os outros avós de Francis ligaram logo para Francis, para confirmar que ele não tinha ido ao jogo.

      Depois de uma hora, Amanda desligou o telemóvel, correu para o quarto e Jack correu ao seu encontro. Francis continuou  a acompanhar o acontecimento na TV.    

(Continua)

Rodrigo L 8D

Fairies and Trolls

     La piscine des fées

Christophe Maclaren via Compfight

     Once upon a time, fairies, trolls and other magical creatures lived in the world we live today. The world was prfect, it was nature and magic all over it. That is… if you leave out the trolls.

     Fairies were a very kind species of magical criatures, I mean… who weren’t… If…again you  leave out the trolls …

     As you probably already understood, the trolls weren’t very famous among the rest of the magical creatures and you gotta understand why: they were ugly, they smelt bad and even if the other creatures invited them to parties, wanted  to be   with them, they would never even show a smile, basically, no matter how they were treated, they would always be sad.

Rodrigo L 8B

Um Cãozinho no Acampamento

'Camping On The Coast' - Anglesey

Kris Williams via Compfight

        Era uma vez uns meninos que iam acampar. Eram o João, o Pedro, a Maria e a Matilde. Iam passar as férias de verão a Cuba.

     Quando chegaram, montaram a sua tenda numa mata verdejante, á beira do mar das Caraíbas.

     Ao anoitecer, ouviram um barulho esquisito e tentaram averiguar.

    Descobriram, num tronco oco de uma árvore um cão pequenino, de pelo branco curto, de orelhas caídas, a ladrar, muito aflito.

     A Maria é que o encontrou primeiro: os rapazes treparam à árvore, mas o Pedro caiu, só o João é que chegou até ao buraco do tronco.

     Quando o João tirou o cão  do buraco, ficou muito contente, e numa aflição que podia ter caído, mas correu tudo na perfeição. E os miúdos gritaram de alegria.

     Depois era a hora de ir fazer surf: estavam numa excitação! Gostaram muito de fazer aquelas manobras. Foi uma loucura e muito divertido.

     Passado dois dias tinham de ir embora. Estavam tristes por terem de deixar o acampamento, mas no fim ficaram contentes por saberem que o cãozinho ia com eles.

 Mariana C 6A

A Terra Prometida

     

Asparrena

Paulo  melystu via Compfight

     Era uma vez uma terra muito distante… o seu nome era a TERRA PROMETIDA! Era linda e maravilhosa, os hebreus queriam conquistá-la. Mas tinham de passar pelos Cananeus, os povos mais fortes de Jericó. O rei e a rainha de Jericó eram maus e ácidos.

   Os povos hebreus andaram 40 anos para conquistar a Terra Prometida. Josué era o líder dos povos hebreus e o seu tio Moisés era o antigo líder. O deserto onde viveram 40 anos tinha uma paisagem impressionante: viviam ali serpentes, escorpiões, cabras, camelos e, junto dos oásis, havia cavalos.

     As estrelas, tão bonitas, iluminavam a noite, fazendo toda a gente sair da sua tenda para observá-las. Mudavam-se para longe, a andar dia e noite; sempre que chegavam a um lugar agradável para dormir,  mulheres encantadoras, e com vozes espetaculares, cantavam sempre em festas especiais e também dançavam em roda.

     No seu dia de combater Jericó, os Hebreus estavam muito ansiosos para ganhar, claro que com a ajuda de Deus. Chegaram a Jericó e começaram a combater com os seus inimigos, os Cananeus. Acabaram a luta para ganhar a promessa de Deus: a TERRA PROMETIDA! Todos gritaram:

      – Vencemos!

      E foi aí que conseguiram conquistar “A Terra Prometida”

Layane S, 5C

De Paris a Lisboa em Bicicleta

Imagem: An engineer on a Bike    

      O nosso querido antigo aluno Miguel Dias, recém formado com distinção em Engenharia aeroespacial, tem agora de tomar uma decisão complexa: doutorar-se imediatamente ou estrear-se no mundo do trabalho?

     Criou então um contexto original que contribua para o pôr em “modo de desafio”, a fim de ver mais claramente os prós e os contras da decisão que vai mudar, em breve, os rumos da sua jovem vida. Desde o dia 15 de maio, como podemos seguir no seu site, partiu, de bicicleta, rumo a Lisboa, numa aventura que combina “couchsurfing”, coragem de pedalar e a atração por amizades ainda desconhecidas.

    Em jeito de homenagem, publicamos aqui um texto seu, escrito aos 11 anos, que já anuncia, de algum modo, como é essencial trilhar o que assume forma de caminho real, isto é, o que nos abre a um futuro verdadeiro: 

Imagem: Oficina de Escrita

“Nunca caminhes fora do caminho,

fora do caminho só econtras o mal,

mas, se caminhares dentro dele,

só encontras felicidade.

Dentro do caminho aprendes a viver,

a respeitar e a ajudar,

mas fora dele só aprendes a roubar e a fazer mal.

Vai sempre pelos caminhos,

fora deles só há tentação e maldade.

Se fores pelos caminhos, podes demorar mais tempo,

mas encontras paz, harmonia e felicidade.”

Miguel Dias, 2004

Conversas na Oficina: Em Defesa da Pátria – II

Imagem: Colégio Militar da Luz

     Gosto muito de arriscar, adoro mesmo! Já pensei em ser polícia, mas os tropas é que fazem quase tudo: vão para as guerras, protegem os cidadãos… Uma vez, eu estava a ver um jogo no Porto, começaram-se a meter com o meu Pai,  veio um militar e Pumba! no meio da corneta, com a pistola de laser!

     Quero ser tropa de operações especiais: são os mais perigosos do mundo; temos toda a liberdade, acertamos em alvos com tiros de G3, usamos canhões…

     A 1ª Missão que eu queria fazer era proteger Portugal da Ucrânia e da Rússia, pois eles estão loucos pelo Petróleo, mas os carros vão ser movidos a água – com um litro dão a volta ao país. Como o petróleo vai acabar, eles podem ficar loucos contra Portugal.

     Queria usar um fato especial de comandos. Na minha carreira militar, quero ir para países distantes, proteger mulheres e crianças. Como vou para o Colégio Militar, quando tiver 20 anos já vou estar a fazer tiroteios com coletes à prova de bala. Venho do Colégio, com a minha professora Inês e com a minha Mãe, todas as quartas-feiras para jantar. Sempre que me puderem ir ver a marchar, no desfile anual do Colégio, iam a minha Mãe e os meus primos; a professora Inês tirava fotos e mostrava no blog.

Francisco N, 5C

A Vida Selvagem – XVII

   Batman and Robin (1949), movie poster illustration by Glenn Cravath

Tom Simpson via Compfight

     A Família ia acampar com os seus amigos, mas a Safira e os irmãos não queriam ir e então ficaram em casa.

     O Michael ficou com eles, o seu empregado e o pai. À noite, a Safira ouviu uns barulhos, assim como todos os seus animais. Foram todos lá abaixo, à entrada e viram uma pessoa com fato de morcego.

     A Safira, sem pensar, deu-lhe um pontapé e o estranho gritou:

    – Calma, sou eu, o teu pai! Eu torno-te numa companheira de um Super-Herói.

     Então, a Safira tornou-se a companheira do Batman e a ajudante de Safira era a sua pantera.

     Foram todos dormir e, de manhã, a Safira foi  ver o Michael para lhe contar tudo.

Margarida L, 6B

A Vida Selvagem – XVI

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Creative Commons License Stah via Compfight

      Foi um grande jantar, com bifes, batatas, bolos, frutas, saladas e sobremesas. No final do jantar, o Michael perguntou à família da Sabrina:

       – Querem ir ao cinema?

       A Sofia perguntou:

      – O que é o cinema?

       E a mãe respondeu:

     – Nós temos uma sala de cinema! Vamos, venham!

      Quando chegaram à sala de cinema, foram com  a bicharada atrás. Passadas três horas, já estavam a sair e a Sabrina disse:

      – Eu gostei do filme: era a história de uma menina que vive com os lobos.

      O Michael  perguntou:

      – Posso levar a Sabrina a um Parque de diversões?

      A Mãe respondeu:

      – Desculpa, mas agora elas vão ter uma aula de equitação.

      O Michael perguntou:

     – Posso ir?

      O Pai respondeu:

      – Sim.

      Quando chegaram ao picadeiro, viram aqueles cavalos amarrados e as duas irmãs exclamaram:  

      – Nós usamos os nossos! Deram um grande assobio, e lá vieram os dois cavalos. Um senhor estava pronto para lhes pôr uma sela, mas a Sofia e a Sabrina disseram que não era preciso.

     Quando estavam na sua aula, o instrutor estava sem palavras e gritou:

     – Vocês não precisam de aulas!

Margarida L, 6B

 

O Melhor Natal de Sempre – II

     Which one's him?

Simon Webster via Compfight

      Mais tarde, enquanto se preparavam para sair para a atmosfera gélida, estavam excitadíssimos. Além de terem a oportunidade de observar um fenómeno natural magnífico, poderiam aproveitar para colocar em prática o seu plano. Saíram e foram ter com o guia turístico, que os conduziu à zona da casa do Pai Natal. Enquanto alguns turistas, incluindo o tio, preferiram ficar no exterior à espera de ver a aurora boreal, outros, à semelhança dos primos, foram visitar a casa do Pai Natal.

 À porta encontraram um aviso que dizia: “Fechado para férias”. Enquanto os outros turistas discutiam perplexos a invulgar situação, os primos esgueiraram-se em direção a um edifício lateral com uma placa reluzente na qual se podia ler: “Oficina. Interdito a visitantes”. A Rita piscou o olho aos outros que retribuíram a piscadela e, cautelosamente, entraram. Ficaram maravilhados com o que viram: uma imensa sala cheia de máquinas, umas de embrulhar presentes, outras de colocar laços e de etiquetar com o nome e endereço dos destinatários. Decidiram “pôr mãos à obra” e tentar salvar o Natal de milhões de crianças de todo o mundo. Trabalharam alegremente em conjunto e com espírito de entreajuda, para conseguirem que todos os embrulhos ficassem prontos para distribuição, até ao limite da exaustão.

      – Acordem, meninos! Ainda vamos chegar atrasados à Consoada! – exclamou o tio, com voz forte.

  Acordaram estremunhados no autocarro de excursão e sem saber se aquela aventura tinha sido um sonho ou realidade. Apressaram-se a sair do veículo e correram para a mesa, onde a restante família os aguardava.

 Depois da animada ceia de Natal, os primos conversaram um pouco acerca do sucedido.

   – Acham que tudo não passou de um sonho? Bem, mesmo que não tenha sido apenas imaginação, os presentes nunca serão distribuídos este ano, pelo que não serviu para nada. – observou, com tristeza, a Mariana.

   – Animem-se! Ao menos já adiantámos trabalho para o próximo ano. – retorquiu, sabiamente, o Vasco.

   A Constança, que não era muito faladora, rematou melancolicamente:

 – Sabem? Eu acho que recebemos o melhor presente de sempre… estivemos juntos em harmonia, concentrados apenas no bem de todos, fomos tolerantes, pacientes e esquecemo-nos dos defeitos que habitualmente só vemos uns nos outros…

   Os oito primos abraçaram-se visivelmente emocionados.

Na manhã seguinte, despediram-se já com saudades, mas todos tinham de regressar às suas casas. Já em Portugal, a Rita e os irmãos observaram estupefactos, quando entraram na sala da sua casa, a árvore de Natal rodeada de presentes e um cartão que dizia: “Muito obrigado. Sem vós não teria conseguido!”

 Quando o telefone tocou, a Rita olhou para os irmãos e adivinhou de imediato o que os primos, completamente eufóricos, lhes queriam contar…

  Enfim, foi o melhor Natal de sempre!!!

Maria Leonor Simões Matos Pinheiro e Valadares (CAD – 5º B)

1º Prémio no concurso literário “Um Conto de Natal 2016” (escalão B – Texto original – Alunos do 2º ciclo do ensino básico)

O Melhor Natal de Sempre – I

Sleigh

Steven Feather via Compfight

      As tão desejadas férias do Natal tinham começado há quase uma semana mas, naquele dia, a Rita não podia estar mais ansiosa e entusiasmada: ia visitar o seu tio que estava a fazer um mestrado na Finlândia e, como se não bastasse poder “matar” as saudades que tinha do seu tio preferido, iriam hospedar-se, com toda a família, num hotel na terra do Pai Natal! Só esperava que as coisas corressem melhor do que nos anos anteriores, em que os primos não paravam de se desentender, devido aos seus temperamentos tão diferentes…

     Quando chegou à sala, os pais já estavam lá fora a colocar as malas no carro. Antes de entrar no carro, a Rita verificou mecanicamente a caixa do correio, constatando que existiam três cartas idênticas, respetivamente dirigidas a si própria e a cada um dos seus irmãos. Abriu de imediato a sua e leu, incrédula: “Cara Rita, lamento informar que este ano não poderei distribuir os habituais presentes, pois estou absolutamente esgotado e resolvi tirar umas férias. Espero que compreendas e que nunca te esqueças de que os presentes são a parte menos importante do Natal. Boas Festas! Assinatura: Pai Natal”.

        Já no aeroporto, entregou as cartas aos irmãos que, ao lerem-nas, ficaram tão atónitos como ela.

        – Então e a minha Barbie Starlight Adventure? – indagou, furiosa, a Patrícia. E acrescentou: – O Pai Natal não tem o direito de tirar férias agora, sem pelo menos ter alguém que o venha substituir!

     A Rita, que sabia como a irmã mais nova conseguia ser irritante, egoísta e mimada, encolheu os ombros, mas o Pedro, sempre pronto a ajudar, tentou acalmá-la:

        – Calma! Olhem, já que vamos à Finlândia, podíamos ir à casa do Pai Natal e investigar o que se passa… Provavelmente, estas cartas não passarão de uma brincadeira de mau gosto…

      Não puderam acabar a conversa, pois chegara a hora de embarcarem no avião.

     A viagem foi longa e, por isso, os irmãos passaram praticamente o tempo todo a dormir e, quando não o estavam a fazer, a utilizar os respetivos MP3, consolas e telemóveis. Em “modo de voo”, claro!

        Ao chegarem a Helsínquia, onde fizeram escala, já lá estavam os tios e os primos que tinham vindo da Alemanha – a Constança, o Vasco e a Mariana, com os seus pais -, mas tiveram de esperar pelo resto da família que viria dos Estados Unidos da América. Quando todos chegaram, saudaram-se efusivamente e seguiram juntos para Rovaniemi, onde fica a Vila do Pai Natal.

     Já novamente no avião, os primos americanos, Michael e Kathy, e os que viviam em Berlim contaram-lhes que tinham recebido exatamente a mesma carta, nos respetivos países onde moravam, o que começou a deixá-los francamente preocupados. Todos concordaram com a ideia inicial de Pedro, à exceção da Kathy, que proferiu, irónica:

        – Se quiserem, vão vocês… Eu prefiro ficar na cama, mas teria todo o prazer em acompanhar-vos se estivéssemos em Nova Iorque ou em Paris e o Pai Natal vivesse lá… Lá é que o Natal tem classe e elegância…

     Os primos entreolharam-se e pensaram de si para si como a Kathy continuava a ser a presunçosa de sempre… Entretanto, chegaram ao hotel, onde já estava o tio, que os recebeu com grande festa. Abraçou-os um a um e indagou:

     – Como estão, queridos sobrinhos? O que dizem a acompanharem-me, logo, numa excursão para tentar ver a aurora boreal?

        Todos adoraram a ideia, até mesmo a Kathy e exclamaram em uníssono:

        – Siiiiiiim!!!!!!

(Continua)

Maria Leonor Simões Matos Pinheiro e Valadares (CAD – 5º B)

1º Prémio no concurso literário “Um Conto de Natal 2016” (escalão B – Texto original – Alunos do 2º ciclo do ensino básico)

Um Destino Difícil

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Creative Commons License Steve Baker via Compfight

     Era uma vez uma Agente de Segurança de uma das pessoas mais importantes do mundo que, por causas misteriosas, foi despedida. E desde então, andava perdida pelas ruas, ao pé da minha casa. Foi acusada injustamente de um crime que não fez. Os vizinhos acusaram-na de andar  a roubar cães e decidiram chamar a polícia. Mas ela negou ter feito esse crime; a polícia quis detê-la, para reunir mais informações, mas ela, revoltada, deu um pontapé num dos polícias e, misteriosamente, desapareceu nas sombras… Depois desse acontecimento, não foi vista durante três meses.  

     Até que um dia,  o meu próprio irmão teve uma atitude inaceitável de assobiar àquela pessoa revoltada contra a vida. Indignada, respondeu uma coisa que não lhe saiu do coração. Outro dia, um bêbado foi malcriado com ela e disse-lhe coisas indecentes. A mulher, furiosa, espancou-o e pô-lo inconsciente.

       Naquela angústia amargurada, correu chorando pelas ruas; as pessoas, passavam de carro a olhar para aquele imenso desespero. Nesse momento,  a Senhora teve um ataque e caiu no chão; outra senhora, que passava  de carro, decidiu parar para ver se podia ajudar. Aproximou-se inocentemente e, ao debruçar-se, ela acordou da crise, mas, na sua loucura, agrediu a senhora, mordendo-lhe as mãos até se ver o osso!

       Passou um condutor que, admirado com aquele drama, decidiu chamar a polícia. Quando a polícia chegou, foi obrigada a agir e deu-lhe com um “taser”.

       A Senhora foi presa, mas, depois de 15 meses, foi libertada e levada para um Centro de Recuperação da Comunidade Vida e Paz. Aí melhorou muito, graças a um psicólogo que a ajudou imenso e, quando ela ficou boa, acabaram por casar!

Alexandre S, 6C

A Cave – II

German soldier carrying ammunition forward during the German counteroffensive, in the Belgium-Luxembourg salient. January 2, 1945.

Jared Enos via Compfight

Duas Semanas Depois

     A força alemã estava a ficar cada vez menos forte na França, muitos soldados tinham sido enviados para os campos de batalha na Rússia, mas mesmo assim, ainda se sentia.

      Enquanto eu me perdia nos meus pensamentos sobre a derrota dos Alemães, entraram pela porta e alojaram duas balas no crânio do pai de James; os quatro separaram-se pela casa e só um veio cá abaixo à cave. Nós não tivemos tempo de nos esconder, mas, quando olhamos para o soldado, era o meu irmão!

     Ele nunca tinha sido muito de religião e por isso consegiu safar-se da morte, mas foi depois capturado e obrigado a ser soldado pelos alemães. Todos  congelamos, não podíamos acreditar.

     Não houve tempo para abraços, porque os companheiros do meu irmão já estavam a perguntar se era preciso descer para ajudar. Ele gritou que não e, rapidamente, tirou  a pólvora quase toda de quatro ou cinco balas e explicou-nos que só ia doer um bocado, devido à falta de pólvora e que,  assim, nós podíamos parecer mortos e depois só tínhamos que tirar as balas do peito.

      Era costume os soldados deixarem os corpos onde os matavam. Ele pediu-nos desculpa e, quase a chorar, disparou uma bala no peito de cada um. Realmente, só doera, nem nos tinha atirado ao chão.

      Os companheiro desceram as escadas apressadamente e viram-nos no chão, onde já nos tínhamos deitado para fingir de mortos. Eles limitaram-se a dizer “Bom trabalho” e a subir de volta as escadas.

     Depos de ourvirmos a porta da casa a bater, esperamos um pouco, levantamo-nos e fomos buscar o kit médico do pai de James. Tiramos as balas,  desinfetamos as feridas e pusemos ligaduras.

     James estava desaparecido, mas depois desceu à cave e contou-nos tudo sobre como se tinha escondido. Contamos-lhe o que acontecera ao pai e quebrou em lágrimas com a notícia.

     Pouco tempo depois,  a guerra acabou e pudemos sair da cave.

(4º TS de Português) Rodrigo L, 8B

A Cave – I

Masses / Quadrature (DE)

Ars Electronica via Compfight    

      Lá estava eu, escondido numa cave de um amigo da escola. O pai dele tinha-nos deixado esconder ali, até ao fim da guerra. Depois do recolher obrigatório (1),  o meu amigo James descia até à cave, com comida, os livros da escola  e brinquedos. Ele ensinava-me o que tinha aprendido, jogávamos com soldados  e fingíamos que os Ingleses e Americanos começavam a conquistar território aos alemães. Mas depois  lembrávamo-nos sempre dos submarinos alemães (2) que afundavam os barcos americanos que traziam armas, comida e outros mantimentos que eram necessários lá em França.

        Um dia, enquanto brincava com o James aos soldados, a Militia (3) entrou pela porta: agarraram no pai de James e começaram a interrogá-lo. Aparentemente havia suspeitas de judeus e, se nos encontrassem, matar-nos-iam  a sangue frio. Estes eram as pessoas que não tinham qualquer problema em matar quem quer que fosse. Eles dirigiram-se à porta da cave, mas eu, a minha mãe, a minha irmã e o meu pai já tínhamos descoberto sítios perfeitos para nos escondermos. Fizeram uma revista ao de leve, empurraram umas caixas, olharam por um bocado, mas depois foram-se embora. A Cave providenciava muitos esconderijos devido à sua dimensão e à quantidade enorme de caixas.

      Algum tempo depois, as tropas alemãs tinham começado a perder território na Rússia e o Reino Unido estava a conseguir, aos poucos, entrar na Europa. Muitos espiões  entravam por Portugal, mas a maior parte eram mortos pouco depois de entrar na Alemanha, devido a serem descobertos. 

     (1) Em França, enquanto foi dominada pelos Alemães, existiram horas de recolher obrigatório.

     (2) Estes submarinos patrulhavam o oceano Atlântico e afundavam qualquer navio americano que tentasse aproximar-se da Europa.

     (3) Polícia francesa que fazia todo o trabalho sujo que a polícia normal não conseguia; trabalhavam a favor dos Alemães.

(Continua)

(3º TS de Português)      Rodrigo L, 8B

 

Aventura Selvagem – XV

     Riley's reaction to last nights US presidential debate.

Valerie via Compfight

      As irmãs estavam muito felizes. A mãe perguntou se queriam ir ao ZOO e, como elas não sabiam o que era, quiseram ir.

      Quando chegaram, viram aqueles animais todos presos e quiseram logo soltá-los. Passaram por portas secretas, lasers, animais, só que estes não lhes fizeram nada. Até às 9h00, já tinham aqueles animais todos soltos. A mãe gritou:

     – Filhas! Vão já para a limousine!

     A Sofia, que era a Escura, perguntou:

    – O que é que fizemos?

    – O que vocês fizeram foi soltar os animais todos.  – Disse a Mãe.

    A Sabrina, que era a Loba Selvagem, embora os pais trocassem os nomes delas, disse:

     – Eles são animais exóticos, não podem ficar aqui presos para sempre.

    Depois de chegaram a casa, a Sabrina saiu, foi ver a cidade e conheceu um rapaz que se chamava Michael e que era rico: ganhava, por semana, mais ou menos 100 000 000 000 000 000 500 euros. 

     Ficaram logo amigos: o Michael tinha olhos azuis claros, o cabelo loiro e roupa casual: era um casaco preto com uma camisola branca e calças de ganga, que era o estilo da Sabrina. O Michael perguntou:  

     – Queres que te leve para casa?

     – Obrigada, mas eu vou de outra maneira; se quiseres, podes vir comigo. – Respondeu a Sabrina.

     Sabrina chamou a sua pantera e disse a Michael:

     – Queres vir ou ficas aí a olhar para o nada?

     Michael subiu muito apressado para o dorso da pantera e Sabrina avisou:

     – Agarra-te!

     Passados dez minutos, já estavam em casa e a Sabrina perguntou:

     – Queres entrar?

Margarida L, 6B

O Ratinho Corajoso

     rhabdomys pumilio

Joachim S. Müller via Compfight

     Era uma vez uma matilha de cães selvagens e loucos. Eles matavam um animal em cada hora. Viviam numa caverna especial, com muitos ossos e um terrível mau-cheiro.

     Um dia, um ratinho tão pequenino, ficou cansado, porque ele não podia atravessar a floresta por causa dos cães selvagens. Mas, no dia seguinte, ele conseguiu sair, porque a sua mãe lhe deu uma varinha.

      O Ratinho perguntou:

     – Mas porquê, Mãe?

     A Mãe do ratinho disse:

     – É de condão.

     Os irmãos do ratinho gritaram todos:

     – Boa Sorte!

The Wild Dogs were out to play.

Wild in Africa. via Compfight

     E o ratinho saiu. Na floresta estavam todos os animais a tremer de medo. O ratinho foi para essa caverna, cheia de mau cheiro. Os cães selvagens rosnaram:

     – Outro idiota!?

    O ratinho exclamou, apontando a varinha:

     – “Ridiculus”!

     E todos os cães selvagens se tornaram uns cachorrinhos a chamar pela mãe e correram com medo da escuridão da floresta. Então os lobos, as corujas, os veados, os esquilos, as raposas, os coelhos, os ouriços-cacheiros, os pássaros chamaram-lhe “o herói” porque ele salvou toda a floresta com a sua coragem.

Svetlana T, 5B

 

Aventura Selvagem – XIV

     Roxane (?) - WIP

Agathe’ via Compfight

     A Loba Selvagem estava muito contente, porque ela e a irmã iam para a cidade, durante um ano, com os seus animais todos: raposas, leões, panteras, cães, aves, crocodilos…

     Quando chegaram, tinham uma mansão à sua disposição, onde vivia uma senhora de 40 anos e um senhor de 50 anos.

     Quando as meninas entraram, elas encontraram umas roupas na porta do quarto: para a Loba Selvagem umas calças rasgadas, com uma camisola vermelha e um casaco preto. A irmã tinha um vestido azul escuro com uma fita azul clara. Depois que se vestiram, foram ver os donos da casa.

     – Será que estas meninas são as que perdemos há 19 anos?  – interrogou-se a velha senhora Sofia.

     Quando viram a Loba Selvagem, reconheceram aquele sorriso, os olhos e o cabelo. Os dois gritaram:

     –  Filha!

     As duas, que eram as filhas dela, começaram a fuir e perguntaram:

     – Quem é que são?

     Respondeu a Sofia:

     – Nós somos os teus pais!

     As duas ficaram assutadas, mas confiaram. Os pais lobos continuaram a ser pais delas.

     Voltaram a correr para a Floresta. Como descobriram, foram dizer à mãe Loba e disseram para ela ir viver para a cidade, para a casa. A Loba mãe concordou e foram todos os lobos.

     Quando a Mãe Sofia e o Pai Rodrigo viram aquela alcateia, assustaram-se, mas as irmãs disseram:

     – Estes animais são os que  nos trataram e este é nosso irmão.

     Os pais humanos perguntaram: – Como é que eles vos percebem?

    Elas responderam:

    – Graças a estas pulseiras.

Margarida L, 6B

Aventura Selvagem – XIII

Leopard on famous leopard rock at dusk

Shanaka Aravinda via Compfight

     Estava tanta chuva que ninguém queria sair de casa; a pantera adormeceu em cima dos três irmãos.

     De manhã, a Loba Selvagem tentava sair de baixo da pantera; passadas 3 horas, conseguiu. Acordou logo a pantera Safira e exclamou:

     – Eu estava tão quentinha e agora pareço um bloco de gelo!

    – Vamos dar uma volta – propôs a Loba Selvagem.

    – Só se formos todos, mas está muito frio – queixou-se a pantera Safira.

     – Mas quem disse que íamos lá fora? Vamos acordá-los a todos: tu acordas estes, tu, os otros todos.

     Encontraram-se todos na caverna e perguntaram á Loba Selvagem:

    – Onde vamos?

     A Loba Selvagem não disse nada e puxou uma pedra; para lá dessa rocha, estava uma gruta gigante, com cascata, árvores, coqueiros, bar…

     Exclamaram:  – Não sabemos o que dizer!

     As panteras, a primeira coisa que fizeram foi subir às árvores; os leões rugiram cinquenta vezes; os cachorros nadaram, os gatos estavam em cima das panteras e os irmãos a mergulhar!

     O pai viu uma pantera e foi lá dentro. Quando ele viu as panteras, os leões, os cães, os gatos e os filhos, gritou:  

     – Atacar!

     Ele só disse “atacar” porque é outro lobo, caso não se lembrem. Todos os lobos correram para as árvores, mas… A Loba Selvagem pôs-se á frente. O pai disse:

     – Sai da frente!

    – Não, eles estão do nosso lado! Espera, tu, o meu pai, sabias que eles estavam do nosso lado!

     O falso pai começou a correr e a Loba Selvagem gritou:

     – Atrás dele!

     Correram por bosques até o apanharem, mas os lobos não aguentaram e quiseram matá-lo. E mataram-no mesmo!

      O que irá acontecer a seguir?

Madalena L, 6B

A Aventura Selvagem – XII

   IMG_1918

Ignacio Avendano via Compfight

      Passados cinco anos – portanto, a Loba Selvagem tinha 18 anos – ela tinha ficado muito séria, já não brincava com os lobos pequeninos. Mas ela não gostava nada de trabalhar assim.

     À noite, os lobos estavam todos de vigia e repararam num lobo não identificado. A Loba Selvagem gritou:

     – Atacar!

     Mas logo parou, porque reparou que era o seu Pai, mas diferente, agora regressava todo preto! Todos os lobos gritaram:

     – Chefe, Chefe!

     A Família dele gritou:

     – Pai, Pai!

     E a Loba Selvagem disse, com grande alegria:

     – Já não vou ser chefe!

     Começou a correr como se não houvesse fim, até encontrar os seus irmãos que tinham saído e gritou-lhes:

     – Já não sou chefe! O Pai voltou!

     Deram todos um grande abraço. E disseram em conjunto:

    – ‘Bora dar uma volta com os animais.

     Foram buscá-los: os dois irmãos sentaram-se nas panteras e a Loba Selvagem no Simba.

     No dia seguinte, fizeram uma grande festa  de manhã. Descobriram que o pai, que pensavam ser o seu, era um lobo mau da outra alcateia; mas reparou no que lhe fizeram e tornou-se bom.

Margarida L, 6B

A Vida Selvagem – XI

     White wolves

jaci XIII via Compfight

     Os três irmãos correram para casa, porque já estavam a ficar muito de noite. Eles chegaram a casa e estavam o pai lobo e a mãe a tentar fazer um plano de ataque; a Loba Selvagem perguntou:

     – O que aconteceu?

     – Nós vamos á Guerra logo de manhã!

     – Nós vamos dormir com os nossos animais noutro sítio; de manhã, já estamos cá.

     Começaram a correr para o sítio dos cavalos com os seus animais todos.

     De manhã, os cães, as panteras, os leões , começaram a ouvir lobos a correr em direção ao sítio onde a Loba Selvagem morava e estavam os animais todos a tentar acordar os irmãos.

     Quando todos saltaram para cima deles, eles acordaram.

     Sem dizer nada, começaram a correr, pois já era para aí meio-dia. Os irmãos mais novos iam pelo chão a correr, com os outros animais. E a Loba Selvagem, com as panteras, pelas árvores.

     Quando eles chegaram, a Loba Selvagem pensou que ainda havia mais árvores e saltou: todas as panteras tentaram agarrá-la, mas caíram todos uns em cima dos outros. O Pai disse:

      – Estão atrasados! – com uma cara muito irritada.

      – Desculpa, Pai – disseram os irmãos. E foram andando. A Loba selvagem ia pelas árvores que ela adorava.

      Quando chegaram, começou a guerra: lobos para um lado, lobos para o outro…

     No final, estava a mãe sentada ao pé de um lobo que era o pai deles que estava cheio de sangue. Quando a Loba Selvagem viu, começou a correr em direção à mãe e, quando chegou, deu um grande abraço à mãe, nem conseguiu dizer nada.

      E como o Pai morreu, era a fila a comandar, isto é, era a Loba Selvagem a governar a alcateia.

Margarida L, 6B

 

A Rapariga das Estrelas – III

     Cascades Mountain Scene

Russ Seidel via Compfight

      Ela decidiu comer os biscoitos e, de repente, começou a voar, mas sem conseguir controlar por onde ia.

      – Ah! – Gritou a Rapariga das Estrelas.

Oseus amigos pássaros, ao vê-la em pânico, pegaram nos três dentes-de-leão e deram-lhe.

Quando ela pegou nos dentes de leão, consegiuu equilibrar-se mas começarama por levá-la até às Estrelas.

 Quando chegou, viu que elas eram um mundo totalmente diferente, cheio de riachos da cor mais azul e cheio de árvores completamente verdes.

Ela virou-se e os seus amigos transformaram-se em pessoas como ela.

– Mas quê – Exclamou a rapariga.

– Olá, Estrela! – Ainda bem que voltaste! Sabes, tu foste para à Terra quando estavas a viajar e bateste com a cabeça. Nós ficamos aflitos, mas aquela área era desconhecida, então transformamo-nos em pássaros para ninguém desconfiar.

– Uau! Então esta é a minha casa?

– Sim, Bem-Vinda, minha amiga!

Maria S, 6C

A Rapariga das Estrelas – II

Dandelions

Creative Commons License Eamon Curry via Compfight

    – Estás bem? – Perguntaram os seus amigos pássaros.

     – Sim, estou, mas ainda não vou desistir de ir às estrelas – respondeu ela cheia de entusiasmo nos olhos tristes e quase a perder a esperança. – Por mais que tente, vou sempre cair no chão.

     Os anos foram passando e a rapariga não desistiu.

     Um dia, de repente, ela encontrou uma velhota com uns biscoitos estranhos, que pareciam ser rijos como o aço mas também moles como a espuma do mar. A velhota foi ter também com a menina e disse-lhe:

     – Olá, Estrela. Toma estes biscoitos e não deixes de acreditar nos teus sonhos.

      E apontou para cima.

     – Mas o meu nome não é Estrela!

     – Foi um palpite, sabes, porque queres ir tanto às estrelas? É porque tu vieste de lá.

     – O quê? – exclamou a rapariga, espantada.

     Quando olhou à sua volta, a velhota tinha desaparecido, mas deixara uma mala cheia de cartas, biscoitos e três grandes dentes de leão. Ela decidiu abrir as cartas e todas falavam no mundo que eram as estrelas e como eram belas.

     (Cont)

Maria S, 6C

A Vida Selvagem – X

     Cheetah

Eric Neitzel via Compfight

      Estavam todos em casa e os três irmãos estavam todos a dormir. A Loba Selvagem acordou de noite e, como não conseguia dormir, foi lá fora. Foi ter com o seu cavalo Trovão.

     Ela foi para uma gruta gigante, para falar com um amigo leão. E disse:

      – Olá!

      O leão saltou para cima dela e gritou:

      – Eu quero viver contigo!

       A Loba Selvagem disse:

      – Sim, anda!

       Ele deitou-se aos pés da Loba Selvagem. De manhã, a Loba Selvagem disse:      

       – Bom dia, Senhor Simba!

       – Bom dia!

        Os dois foram brincar e os dois irmãos foram também. O pai estava zangado por ter um leão lá em casa. E os três irmãos foram fazer uma corrida.

       A irmã Escura ia montada no Simba, a Loba Selvagem na pantera, que já tinha crescido, e o irmão, na égua.

       Passaram por árvores e a Loba tinha sorte, porque ia por cima das árvores. Depois, surgiu um sítio com muitos saltos: então, o irmão tinha sorte porque estava em cima da égua. Por último, a passagem era uma escalada e a sorte foi para o leão.

       Quem ganhou foram os três!

Margarida L, 6A

A Vida Selvagem – IX

The Hunt!

Creative Commons License Nick Jewell via Compfight

      Os três irmãos foram dar um passeio com os seus animais. As panteras estavam sempre a brincar e a saltar para cima deles. O cavalo Trovão estava sempre a brincar com a Cinza; os cãezinhos gostavam de brincar com as panteras: gostavam de lhes morderem as orelhas.

     As panteras tiveram um bebé preto, mas muito preto, com os olhos azuis, como a Mãe. Passados três meses, nasceu um potro preto, com manchas brancas, ao contrário do Pai.

      Os cães eram grandes amigos e quiseram fazer uma caçada sozinhos, mas foram atacados por um leão! O Serra de Estrela queria proteger o seu amigo, mas, de repente:

      – Rrrrrrrrr!

      O Leão pôs-lhe a pata na cara e estava pronto para lhe dar uma dentada no pescoço, mas o cão Salsicha, para o defender, pôs-se à frente do leão e o leão matou-o. Mas soltou o Serra da Estrela e foi-se embora.

       A Loba Selvagem passou por lá, viu o cão Salsicha no chão e gritou:

      – Porquê?!

     O Serra da Estrela viu a dona, foi ter com ela e disse-lhe:

     – Foi um leão. Nós só queríamos que tu nos achasses fortes.

     E disse a Loba Selvagem:

     – Mas vocês são fortes!

Margarida L, 6B

Cláudia e o Jovem Músico

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Autor da imagem: Jimmy-Liao

    Era uma vez uma menina chamada Cláudia; ela estava a passear na rua, quando viu um músico a cantar: ficou tão encantda com o menino que quis cantar com ele. A menina, quando cantava com ele,ficava tão contente que dava pulos. Quando ela acabou, o músico foi para casa.

     Quando chegoou a casa, viu que os seus primos estavam no seu quarto a brincar e mandou-os embora:

      – Saiam já daqui! – disse a Cláudia.

     No dia seguinte, a Cláudia foi para o bosque à procura do rapaz misterioso e encontrou-o. Perguntou o seu nome:

      – Chamo-me Afonso. E tu?

     – Chamo-me Cláudia.

     – Muito bem. Queres vir comigo a um sítio especial?

     – Pode ser…

     A menina, quando foi passear com ele, divertiu-se imenso. Mas depois teve de ir para casa.

(Cont.)

Mariana C, 6A

Recordar Tempos Tranquilos

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Creative Commons License CWSC Panthers via Compfight

     Foi numa manhã de Outono que, quando acordei, vi que tinha uma cadeirinha de rodas mesmo ao lado da minha cama.

     Olhei atentamente e não percebi porque é que a minha casa era diferente do que antigamente… chamo a minha mãe e ninguém dizia nada, parecia que estava sozinho em casa.

     Tentei levantar-me, mas não consegui, parecia que havia um monstro a segurar as minhas pernas, de maneira a não me conseguir levantar. Tentei e tentei com esperanças de conseguir, mas não consegui. Quando tentei agarrar-me à cadeirinha de rodas para poder sair da cama e consegui, sentei-me na cadeira; vi as horas: já eram 8h 30 da manhã. Já eram horas de ir jogar basquetebol com a equipa.

    Fui á cozinha com ar estranho a pensar: “- Mas que raio de casa é esta”? – com um café na mão, ouvi a campainha “Ding dong, ding dong, ding dong”. Abri a porta: era uma senhora com roupa branca como uma enfermeira; de seguida, ela levou-me para a mesa da cozinha e fez-me o pequeno-almoço; depois, sentou-se comigo na mesa e perguntei:

     – Quem é que tu és? E porque é que estás aqui?

     Ela deu uma grande gargalhada:  

    – Sou a tua enfermeira de ajuda!

     E eu respondi como se isto fosse um sonho, ou algo assim:

    – Pois, desculpa, ainda estou um bocado a dormir.

     E a enfermeira:

    – Dever ser isso.

     Umas horas depois, fomos ao parque comer um gelado e passear um bocadinho por Lisboa. Quando ficou tarde, fomos para casa e aí foi quando ele se lembrou que tinha faltado o dia todo ao Basquebol! Então, pediu á enfermeira que o levasse para a casa do treinador.

    Foram, ele tocou à campaínha e abriu-lhes a mulher do treinador:

    – Olá, Diogo. Tudo bem?

     – Sim, mas eu vim para perguntar se o treinador Rodrigo está cá.

     – Diogo, estás a fazer a pergunta certa? – Respondeu a mulher do treinador.

(Cont)

Madalena M, 6C