Porque Comemos Sem Ter Fome?

Imagem: Facebook – Fome Emocional

     A nossa Querida Antiga Aluna e Psicóloga Júlia Marçal continua a desenvolver um Projeto dinâmico em torno do seu livro “A Comida como Almofada Emocional“, depois do seu lançamento na Biblioteca de Cascais, através de workshops e de encontros abertos em piscinas, esplanadas e outros lugares aprazíveis onde se formam pequenos grupos de partilha.

     Esta questão importante, trabalhada com estratégias eficazes, tem permitido a muitas pessoas de diferentes idades e condições, potenciar a sua auto-confiança e a sua energia criativa.

      Ouçamos também a voz da própria Autora: 

     “O tema da Fome Emocional diz respeito a uma área complementar aos temas da Alimentação Saudável e dos Estilos de Vida Saudáveis, uma vez que trata de controlar o comportamento alimentar através do conhecimento de padrões que levam as pessoas a comerem sem terem fome.

    Neste sentido, abordar a fome emocional é mais do que permitir a manutenção de uma imagem física agradável, pois é, também, uma forma de prevenir doenças como diabetes, colesterol e doenças cardiovasculares.

     No passado Verão de 2016, em parceria com a Piscina Oceânica de Oeiras e, também, com a Piscina de Barcarena,  desenvolvi um conjunto de sessões informativas sobre o tema da Fome Emocional. O objetivo foi o de levar, junto das pessoas, a seguinte mensagem: “nem sempre o que comemos tem por base uma necessidade fisiológica do organismo, pelo que é importante perceber porque, por vezes, a mente pede comida que o corpo não precisa”. Para além desta mensagem foram abordadas várias técnicas para controlar os impulsos para com a comida.”

Júlia Margarida Marçal

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Ecos da Festa do CAD: “Deixa-te Surpreender”

Imagem: CAD

“O que mais apreciou no Sarau ou na Festa da Comunidade Educativa?”

     Com esta pergunta acolhemos quem se dirigia à responsável da Oficina de Escrita, que teve o privilégio de dar apoio na bancada da AJU.

     Ana Catalão, Coordenadora do 3º Ciclo – O que mais me tocou foi a alegria e a cumplicidade entre os alunos.

Prof Ana, Coordenadora do 3ºCiclo

     Um Aluno – A Dança das Artes, cheia de cores fluorescentes.

     Carolina – A Ginástica Rítmica, na Banda.

     Gonçalo, aluno do Secundário – A música “O Avião sem Asas”, porque fui eu que toquei.

Projeto de 5º e 7º: A Horta Biológica

      Maria M, 6B – O que eu mais gostei foi de estar com pessoas que estavam distantes de mim. Fiz descobertas. E toquei flauta: “O Amor é assim” e “We are here right now”.

Prof Paulo – HGP e Espetáculos Magníficos

     João R, 8B – Gostei muito do nono ano: fizeram uma dança sobre um combate entre o bem e o mal. Estavam todos atados e com a vista toda tapada.

Os Maravilhosos Músicos do Secundário

     Júlia Marçal, antiga aluna, autora de A Comida como Almofada Emocional – Gostei muito da Cozinha Molecular, onde fazem morangos com caviar de chocolate, gomas de gelatina… são opções lights para snacks.

A Jovem Autora de “A Comida como Almofada Emocional”

     Sofia Ferreira da Costa, antiga aluna, autora de “O Menino que não Conseguia Sonhar – Gostei mais de ver o meu sobrinho Miguel! Foi a primeira atuação em que ele estava no Xilofone. Em segundo lugar, gostei da dança das Artes do Secundário, com fitas fluorescentes. E pela primeira vez, percebeu-se bem o encadeamento das várias partes do Sarau, que compuseram, de forma original, a história de Jesus. A minha sobrinha Maria fartou-se de dançar: começava tristinha, com um leve sorriso e as outras vinham dançando à volta dela e acabavam todas contentes no fim.

Projeto do 5º Ano: “Embarca no Não É”

     Filipe Ferreira da Costa, antigo aluno, pais de três alunos – Apreciei muito a exposição das Parábolas, a forma como foram recriadas as personagens. Na festa do 1º Ciclo, achei que as crianças estavam muito contentes, que aquilo lhes estava a saber bem, que cantavam com gosto.

    Uma antiga aluna, Mãe da Maria Inês do 5ºC, recordando os seus tempos de estudante, destacou a inesquecível ternura partilhada entre alunos e professores.

” Profes.” Teresinha e Susana, embarcadas no “Não É”

     As nossas antigas coordenadoras, Helena Pinheiro e Isabel Santos vieram ver os seus netos atuar e apreciar toda a Festa, respirando, por momentos, de novo, “o ar da pátria”, pois na alma do nosso Colégio ficou impressa  a doação de toda a sua vida profissional.

    Entretanto, no cantinho da AJU, irmã leiga do CAD, onde o mesmo carisma do Amor inspira “a renovar o mundo passo a passo”, também nós “nos deixámos surpreender” pela alegria viva que iluminava a Festa.

Uma Mini-Equipa AJU participante na Festa 

AJU – Facebook

OE

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Leitura Partilhada – II – “O Menino que não Conseguia Sonhar”

     Hoje, na Oficina, tivemos a segunda “Rodada de Sonhos” dos nossos Pequenos Visitantes do 3º Ano, seguindo o convite do livro inspirador da nossa querida Sofia Ferreira da Costa.

 

Tomás Ir a New York, ter muitos poderes para ir a voar.

MadalenaQuero ser uma grande acrobata. Gostava que não houvesse piolhos, nem lêndeas, nem bichinhos. 

Maria H – Tenho o sonho de que os ladrões, em vez de terem um coração negro, tivessem um coração cheio de amor e não fizessem o que eles fazem. E sonho em ter muitos irmãos.

Maria FGostava de ter super-poderes, como por exemplo, o da super-velocidade.

Carolina – Gostava que todas as pessoas fossem boas!

Tomás – Se os meus poderes fossem bons, dava para curar todos e transformar as pessoas más em pessoas boas e assim, não havia guerra. 

Maria H – Por exemplo, se uma pessoa queria ser muito boa professora, eu, com o meu poder, nesse momento, batia palmas e eu transformava-a numa pessoa muito boa e então ela ensinava ainda melhor cada aluno. 

Maria F – Eu sonho que todos os pobrezinhos, antes de ficarem doentes, ficassem com  Família.

Os Pequenos Visitantes da Oficina

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Leitura Partilhada – I – “O Menino que não Conseguia Sonhar”

Imagem: Oficina de Escrita

     Alguns dos Pequenos Visitantes da Oficina vieram comentar a sua leitura do belo livro da nossa querida antiga aluna Sofia Ferreira da Costa,  partilhando alguns dos seus sonhos.

FranciscaO Pedro não sabia qual o sonho que queria, mas ficava na dúvida. 

Maria – Seria guardado numa caixa feita pelos meninos.

VitóriaEle não sabia bem o que sonhar. O meu sonho era que a minha avó voltasse à vida. Isso é o que eu mais queria.

MariaQue as pessoas voltassem, e o meu cão também voltasse.

FranciscaEu tenho o sonho de ser rica, mas não ajuda nada. Não se tem amigos, só se quer comprar coisas. 

MadalenaOs ricos, às vezes, gozam connosco. Também queria que a minha avó voltasse, pois nunca a conheci.

Francisca – Só consegui ver o meu avô.

MadalenaEu tenho muitos sonhos: queria que os Pais voltassem a estar juntos.

VitóriaQueria que a minha cadela voltasse. O meu Pai até chorou.Eu gostava imenso da minha cadela. Eu fingia que ela era um cavalo, porque ter um cavalo era o meu sonho. mas ela levou uma vacina e morreu ao colo do meu Pai.

MadalenaTenho o sonho de ir a Nova Yorque e a Itália.

VitóriaEu tenho o sonho de ir aos países que mais gosto e ter uma irmã mais nova. Já tenho cinco irmãs.

FranciscaTenho o sonho de ir à neve e voltar a andar de avião, que nunca mais fui.

Maria – Gostava de ir a Paris e a New York.

MadalenaGostava muito de ter uma irmã mais nova.

FranciscaQueria que ao chegar aos 3 anos, ia sempre logo para trás, para o colinho da Mãe.

Madalena – Gosto muito desse sonho. Também quero ser sempre bebé.

VitóriaPois eu quero dar um pulo para adulta. Quero ser veterinária de animais domésticos.

Francisca Também quero ser veterinária de animais domésticos ou médica de bebés.

MadalenaAdoro ser bebé, estar no colinho da Mamã, mas  quando fosse para mudar a fralda, dava um pulo para a vida adulta.

VitóriaAdorava ter uma máquina do tempo para voltar aos momentos de que eu mais gostei.

Madalena e Maria  – Eu também!

MadalenaE quero ser uma grande inventora.

Os Pequenos Visitantes da Oficina

  

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O Menino Que Não Conseguia Sonhar

Imagem: Alda Facebook

    Mais uma antiga e muito querida aluna do nosso Colégio vem partilhar com todos nós a beleza  de uma mensagem que traz consigo uma força de transformação.

     Sofia Ferreira da Costa anuncia o lançamento de um livro diferente, dedicado ao público mais pequenino e, por isso, também, o mais sensível: se, por um lado, precisa da nossa proteção dedicada, também está totalmente  aberto  a uma esperança mais generosa.  

     Saudamos, com imensa alegria, este triunfo nascente, gerado no encontro do amor inteligente pela infância com  a invenção viva que lhe transmite a liberdade.

OE

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