Sucessos e Projetos

Imagem: Valtenis

     Os meus planos de futuro a médio prazo são estudar Desporto; gostava imenso que houvesse aqui no Colégio. A longo prazo, gostava de vir a ser a melhor profissional de Ténis do mundo. O meu pai tem um clube, o Clube “Valtenis” – V de Valenti, que fica na Penha Longa, em Sintra. Os nossos cartazes estão na secretaria do Colégio: tivemos mais de 60 alunos inscritos na Clínica de Verão no ano passado. 

      Um bom momento do 6º ano foi poder estar com a Professora Inês na Oficina, porque aqui podemos ser livres. Este ano, o mais difícil foram os testes, sobretudo a disciplina de Ciências, com esquemas e palavras a mais que só complicam. 

      Para o 7º ano as minhas expectativas são ter mais amigos e muito boas notas. Um métodos de estudo que resulta bem é estudar com amigas, em casa umas das outras; não nos distraímos porque estamos com as Mães a estudar. E fazemos lanchinhos!

Federica V, 6B

Momentos Vividos, Surpresas em Expectativa

tekk soccer trainer rebounder trainerCreative Commons License woodleywonderworks via Compfight     

     Um bom momento deste período foi ter tido 88% a Moral; isto significa muito para mim; já cheguei a ter 90%; desta vez o teste era sobre o Cristianismo. Outro bom momento foi ter ido ao Sarau e participado pela primeira vez: fui de Futebolista. Consegui ir ao meu próprio treino de desporto e ainda cheguei a tempo.

     Um momento muito difícil foi ter tido suficiente mesmo a Inglês; no speaking tive 92% e no último teste tive 61,5%.

     Um método de estudo que comigo resulta é fazer apontamentos; só leio um  pouco de cada vez; eu e os meus pais vamos aos resumos no fim dos capítulos e depois escrevo. Depois verifico o que escrevi e, se errei, escrevo outra vez. Só me lembro bem das coisas que estudei depois dos testes. As minhas expectativas para o oitavo ano são conseguir tirar boas notas e ficar com os mesmos amigos.

     Em relação aos meus Projetos de verão, o que eu quero muito é ter positiva no teste de Português, para ir a um torneio de futebol na Suécia! Treinamos três vezes por semana na Torre. E o meu grande sonho para realizar é ser jogador profissional de Futebol! Onde eu treino estou nos iniciados; sou ponta de lança e defesa. Como ponta de lança, tenho de marcar golos; nos treinos marco. A minha estratégia preferida é rematar para a frente.

      Nunca me magoei no Futebol, só uma vez me deram umas cambras a jogar: deitei-me, pedi para me esticarem a perna; chamaram a fisioterapeuta e ela disse que eu tinha de beber água, pôr gelo, fazer alongamentos e tomar vitamina D.

      Dar voltas ao campo antes de começar o jogo é que eu não gosto: cansa-me. O que eu mais gostava nos jogos era de marcar um golo! O meu Capitão de Equipa é o “Charola” e jogo no clube AFC da Torre. Às vezes o meu Pai leva-me e traz-me do treino, outras vezes vou a pé, sozinho.

      Se eu passar de ano vou ter uma surpresa, mas não sei o que é!

     Aqui fica o meu voto de Férias para todo o Mundo: “Desejo que se divirtam e que fiquem felizes!”

Manuel N, 7B

Atingir a Riqueza Espiritual com o Vocabulário

Writing in the sand, San Sebastian

Chris Beckett via Compfight

     Em relação à competência/capacidade de tornar o nosso “jogo de palavra” mais poderoso e mais completo, considero que o domínio de um vocabulário mais rico é uma ferramenta muito importante.

    Acima de tudo, a nossa comunicação  é um dos poderes mais específicos do ser humano que nos torna capazes de chegar ao entendimento mútuo.

     A isto acresce que o nosso arsenal de palavras precisa de ser mais vitaminado, em vista de tornar as nossas conversas mais empolgantes e mais variadas.

     Finalmente, o uso da cultura linguística avançada também é uma boa manobra de persuasão, sendo que são explicitados mais pontos de vista de uma forma mais fascinante e convincente.

     “Last, but not least”, o sucesso amoroso dos maiores poetas prova que uma afortunada linguagem consegue expressar a chama inextinguível e conquistar o coração da sua Amada.

       Por todos estes imbatíveis argumentos, espero que os meus colegas leitores se deixem convencer pela verdade e pela novidade que  a linguagem nos desvenda.

Miguel F, 9B

Conviver Na Escola

   The place to be

Christian Kortum via Compfight

    Em relação a uma boa convivência na Escola, considero que há três normas fundamentais, tais como a boa-educação, a aceitação mútua e o não levar em conta as diferenças problemáticas no convívio quotidiano.

    Acima de tudo, a boa educação é importante, porque, quando nos dirigimos educadamente a outra pessoa, sentimo-nos confortáveis, sentimo-nos abertos à dimensão amigável do outro.

     Além disso, a aceitação mútua é mesmo essencial, pois entre a população estudante encontramos uma variedade imensa de diferenças de temperamento, de modos de vida, de opiniões e de maneiras de pensar que temos de vincular entre os diversos interlocutores de uma forma saudável em vista de uma eventual amizade ou de uma simples conversa.

     Finalmente, temos de deixar de parte aquilo que nos pode parecer “o pior” nos outros, a saber: aquelas diferenças que expõem uma falha na dimensão do convívio. Devemos omiti-las, não as tomar em consideração, quando nos dirigimos a esses colegas.

     Por todas estas razões defendo que, para uma boa convivência nas escolas, torna-se indispensável haver uma educação confortável no bom uso de palavras, tanto como a aceitação mútua de todas as diferenças entre colegas e ainda a tolerância em relação a traços mais problemáticos da personalidade de cada um.

Miguel F, 9B

Veteranos do 5º Ano

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Creative Commons License Caruth Institute for Engineering Education via Compfight

Afonso – Um bom momento do 2º ciclo foi fazer amigos novos.

Alexandre  – Ya, brincar com novas pessoas… a turma tornou-se um pouco faladora a partir do 2º período, mas é muito boa.

Afonso – O momento mais difícil foram as Provas de Aferição, porque estudamos muito. Na primeira prova estamos muito nervosos e não sabemos como ela vai ser. Afinal, antes de fazer, rezava cinco vezes e, no fim, achava-a mais ou menos fácil. Na Prova de História, só as primeiras cinco páginas eram imagens e perguntas de cruz.

Alexandre – O momento mais difícil foram os testes. A minha antiga escola, “Os Aprendizes”, é uma escola aberta, não ensina da mesma forma.  

Alexandre – Um bom método de estudo é ter explicadoras. Está-se mais concentrado do que na aula e elas explicam melhor, porque é mais personalizado. Quando estudo só, gosto de pôr uma música no telemóvel.

Afonso – Eu antes tinha uma explicadora que era psicóloga, depois a prof. Inês, a Mãe e o Pai. Quando estudo só, leio em silêncio, depois em voz alta; leio tudo seguido, mas com paragens; gosto de fazer apontamentos, de estar com a porta fechada e em silêncio. Tenho sempre dois pacotinhos de bolachas e uma chávena de leite. A minha Mãe faz-me um horário fixo.

Alexandre – Para o último teste de Português, fiquei no quarto, em silêncio; revi tudo, estudei todos os dias um bocadinho. 

Afonso e Alexandre:E Estamos satisfeitos com as nossas notas!

Afonso F e Alexandre B, 5D

Práticas e Projetos Felizes

     Toronto Botanical Gardens ~ Bike With Flowers

Onasill ~ Bill Badzo via Compfight

      Um bom momento deste 3º ciclo a estrear foi a descobrir a Turma nova: os colegas são muito engraçados! As fases mais difíceis foram os testes, por  serem tantos, tão seguidos e tão complexos!

      O meu melhor método de estudo foi criar apontamentos escritos durante a aula; recordava-os em casa e, para aprender melhor, digo as palavras em voz alta.

     No próximo ano gostava de encontrar, nas salas, umas cadeiras mais confortáveis; gostava que os alunos se pudessem levantar à vontade; que continuássemos a poder dizer poemas de improviso, na aula da professora Carla; até podemos ir um para cada ponta da sala e dizer o poema frase a frase, ao desafio. E isto enquanto decorrem outras atividades silenciosas, isto é, interrompêmo-las, por amor à poesia. É um fabuloso direito adquirido.

     Gostava que as mesas fossem de cores vivas, que tivessem rodas e que dessem para dois colegas.

     Gostava que tivéssemos aulas práticas de karting e de moto quatro. Um projeto possível seria  a construção de uma bicicleta. Com as disciplinas de ET, EF, Inglês, Matemática, Física e EV; no fim fazíamos uma gincana. Seria o projeto das “Bicicletas-Cad”

Manuel D, 7C

Conversas na Oficina: Entre o Difícil e o Sonho

Dragon Tree

trevorklatko via Compfight

Maria SO momento mais difícil do 6º ano foram as pessoas, a arte de conviver e de enfrentar as dificuldades da relação.

André (Convidado) – Pensar que a Turma vai mudar de colegas, que podemos perder amigos bons…

Maria SPara uma nova escola, gostava de encontrar, em Setembro, salas pintadas com cores vivas e cada uma com diferentes recantos: os grupos de alunos poderiam escolher como sentar-se e onde estar.

André – Podemos ter aulas no Ipad com a escola virtual, tecnologia e pufs, umas salas confortáveis e para os profes também. Para aumentar a nossa liberdade, podemos fazer mais trabalhos de grupo; não estarmos sempre calados e não estarmos sempre com os professores

  Maria S –  O que pode aumentar a  liberdade da nossa vida de estudante é ter autonomia nos trabalhos, escolher os pontos do programa…

AndréHá escolas em França em que podemos participar na vida real, por turnos: aprender a cozinhar, lavar a loiça, tratar da horta, ter animais….

OE – Para aumentar a comunhão com a Natureza poderíamos restaurar o nosso pinhal e transformá-lo num espaço de convívio feliz com os animais…

Alexandre SEu podia trazer porquinhos vietnamitas, galinhas com pintainhos… e duas cabrinhas.

André (Convidado) – Eu trazia uma ovelhinha e coelhos do Meco.

Maria S – Eu trazia pássaros coloridos. O Pinhal ajuda-nos a ser mais rústicos e a ter ideias para escrever.

Maria S, Alexandre S e André (Convidado) 

Rumo a uma Outra Escola

Middle Earth: Shadow of Mordor / Into the LightCreative Commons License

Stefans02 via Compfight

     Eu gosto de dormir muito, comer, jogar, especialmente com os meus amigos, e também de ir à piscina.

     Se eu pudesse mudar a Escola, eu punha-lhe um Parque aquático, um Bar que servia petiscos de pôr água na boca, uma máquina de comida, uma Arcade com jogos tradicionais, uma piscina de bowling, uma sala que servia para que os atores que davam voz a personagens, pudessem lá estar a dar autógrafos e a tirar fotos com os estudantes que quisessem.

     Eu gostava de ter essa sala, porque eu queria conhecer pessoalmente, os atores que deram as vozes aos personagens do meu jogo favorito: Overwatch.

    O dia a dia dos estudantes torna-se muito difícil de descrever, pois eles faziam praticamente tudo o que havia na Escola: eles nunca se aborreciam ao aprender por jogos e atividades de Grupo com os amigos.

     Os professores, se pensarem bem, querem que nós nos foquemos na matéria e, supostamente, a Escola transmite algo para a vida. Nesta Escola que eu imagino, nós tínhamos tudo para nos divertirmos a aprender.

João Francisco, 7B

Por uma Nova Escola

Youth!Creative Commons License Georgios Liakopoulos via Compfight

        A Escola atual está a influenciar os alunos em vários aspetos negativos, mas também positivos. Nos últimos anos, estão outra vez mais pessoas jovens com problemas de coluna e défice de concentração. Neste caso, demonstra-se que tudo o que é demais, faz mal.

      Os professores dizem muitas vezes a mesma expressão: “A nossa vida não é só a Escola”,  mas às vezes parece que se esquecem dos alunos. Em vez de estarmos sempre só na sala de aula, podíamos ocupar também espaços abertos como o jardim, as mesas coloridas, o recreio atapetado, por baixo do pavilhão, e o nosso pequeno pinhal abandonado.

     Até, por exemplo, podíamos estar a jogar algum desporto, como o badminton,  uma professora fazia um pergunta e nós respondíamos atirando o volante de volta.

      Quando estamos no nono ano, não nos lembramos de muita informação de anos anteriores, que não tenha continuidade: por exemplo, noções de geografia, estudo das rochas, muitas informações históricas…

      Já a Matemática, se não soubermos a tabuada, não fazemos contas; em línguas também o que aprendemos é preciso para elaborarmos mais informação nos anos seguintes.

     Em relação à avaliação, em vez de estudarmos da pag 60 à 120, por exemplo, podemos fazer mini-fichas com cerca de 10 páginas, mais frequentemente; também podemos fazer uma micro-ficha sobre os assuntos dados na própria aula, nos últimos 20 minutos.

      Em vez de os professores corrigirem os nossos testes, nós fazíamos uma ficha, e os professores corrigiam logo na aula a seguir;  nós próprios corrigíamos enquanto os professores apresentavam as soluções no ecrã do computador, não as soluções deles, mas as nossas, que iríamos ditando ou sugerindo, no caso de serem assuntos de discussão.

      Se eu ensinasse a aprender, ensinaria o que era a vida: tinha de estar atenta às aulas, depois íamos arejar; na parte da tarde, quando viesse a sombra, estudava-se um pouco com resumos e apontamentos; de hora a hora, faziam-se intervalos de cinco a 10 minutos. Arrumavam-se os livros, levantavam-se os estudantes e variava-se de lugar: primeiro no jardim, depois por exemplo, num quiosque; outras vezes com amigos. No fim de semana, acordávamos de manhã no sábado, estudávamos até à hora do almoço. Ou então escolhíamos estudar só no sábado ou só no domingo.

          A vida vai mudar: aguentem, esperam, confiem.

(Em parte escrito, em parte ditado)

Sofia L, 9A

Transformando a Escola

Elements of a Successful School

Enokson via Compfight

     Na minha opinião, para a Escola poder ter mais alunos, acho que devia ser mais barata, ter mais turmas, o refeitório ser maior. O facto de dever ser maior não quer dizer que seja pequena, mas os bebés, os da Pré, têm pouquíssimo espaço. Eu sei que quando os do 1º Ciclo vão para as aulas, eles vão para o campo de Futebol!

     Mas sem contar com isso, a Escola é boa. O que eu mais gosto é que não se tem de fazer testes quando se entra na Escola! As minhas disciplinas favoritas são Português, Ciências, Educação Física e Português.

     No Português aprecio os testes, pois gosto de escrever. A Ciências, porque gosto dos animais e da Professora. Em Educação Física, porque gosto de correr e de fazer exercício. Quando corro sinto que estou nas nuvens! O exercício, pois gosto de ter sempre algo para fazer. EV, porque gosto de trabalhar com as mãos. Em ET, adoro desenhar!

Esperança M, 6A

Verão Espetacular

Gulls on Lake Michigan

Creative Commons License USFWSmidwest via Compfight

      O meu verão foi espetacular! Fui á praia: as ondas baixas, as gaivotas á procura de peixe, era uma maravilha. E ainda por cima foi no Bombarral.

      Mas o meu problema é que eu só queria ir para a Escola. Os meus pais puseram-me na Oficina de Escrita: é ótimo! Ainda por cima tenho a professora Inês.

      A Primária era a melhor coisa da minha vida. E antes, a minha Mãe puxava-me pelo carrinho de bebés. A minha Educadora era a Amélia e as minhas bochechas eram tão fofas, pareciam peluches.

    Desejo aos colegas que cada dia seja melhor.

Francisco M N 5A

Um Bloco de Português, Matemática, HGP, CN…

Students in classroom setting

Government of Prince Edward Island via Compfight

     Em relação às aulas de Português, Matemática, Ciências… considero que não devem ser de um bloco.

    Por um lado, é um bocado agradável, (mas um bocadinho de nada, 10%), porque ficamos a conhecer melhor os professores, mas do lado duro deles!

    Mas por outro lado, é prejudicial (um bocadão de 90%) porque os psicólogos conseguem-nos provar que nem os adultos não conseguem estar nem 90 minutos concentrados.

    Finalmente, se as aulas forem de 45m, todos beneficiamos da variedade que desperta o interesse e dos intervalos que nos permitem descansar.

     Por estas razões, a partir de agora, defendo que  devemos ter um segmento de 45 m em cada aula.

Esperança M, 6A

Lucy na Universidade – I

     Victoria Learning Theatre

UBC Library Communications via Compfight

     Chamo-me Lucy. Nasci num lugar desconhecido que nem eu sei onde é. Neste momento, vivo com uns senhores muito simpáticos, que cuidam de mim. Essa família é impecável e, para mim, são quase pais.

     Na semana passada, inscrevi-me numa Universidade para estudar Economia, mas não estou confiante de entrar.

     Instalei-me numa Residencial Universitária e, a certa altura, ouvi um barulho: “Dim, dom, dim, dom”. Era a campainha! A minha mãe adotiva tinha chegado. Abri a porta e dei com ela cheia de sacos de compras. Ajudei-a a levar as compras para a cozinha e depois fui para o meu quarto estudar Inglês.

     Quando estava a estudar, ouvi um outro barulho: “Drim”. Era uma mensagem. Fui ver: era a minha melhor amiga, a Liza, a perguntar se eu já tinha entrado na Universidade. Eu respondi que ainda não tinha recebido a confirmação. Então, a minha mãe adotiva chamou-me e eu desci as escadas e fui ter com ela. A minha mãe deu-me uma carta muito pequenina: as cartas grandes costumam ser boas, mas as pequeninas…

     Eu, Lucy, com medo  e muito nervosa, abri a carta: estava lá dentro uma cartolina muito grande, dobrada num retângulo muito pequeno. Dizia:

     “Caro Encarregado de Educação, o seu Educando foi admitido. Deve apresentar-se a 15 /09/2025 para a receção dos alunos do primeiro ano universitário.”

     Dei um grande abraço à minha mãe e fui para o quarto muito feliz. Lembrei-me de enviar uma mensagem à Liza, a dizer que tinha entrado; mandei e, poucos segundos depois, Liza respondeu-me a dizer: “Que bom, amiga, como eu também entrei, vamos ficar juntas!” E eu respondi “Ya, que fixe!”

     Passados quinze dias, numa manhã cheia de sol, entrei numa sala imensa, cheia de colegas que não conhecia.

(Cont)

Madalena M 5C

Sob o Signo da Inovação

       Sparrow & Plums

Lilac and Honey via Compfight

     Na primeira reunião alargada a todos os professores, em que se anunciaram as essenciais linhas de força que vão determinar o rumo dinâmico do ano letivo, destacou-se a partilha das boas práticas – que deverá pontuar o ano em reuniões trimestrais e culminar numa espécie de “Convenção”anual, em Julho, a fim de consagrar as iniciativas que se tiverem revelado com maior poder transformador.

     Sob o signo da Inovação, sobressaiu ainda a generalização dos trabalhos de projeto a todos os ciclos. Assim será viável o cruzamento dos diferentes conteúdos do currículo, a sua ligação viva com o mundo real bem como a devolução aos alunos do protagonismo que lhes compete no seu processo de aprendizagem.

     Ambas as orientações têm por base o desafio de implementar um modo de agir plenamente colaborativo, formando-se laços vivos entre as diferentes equipas de estudantes, de educadores e mistas. Assim, as boas práticas se multiplicarão nas partilhas e a juvenil inspiração dos alunos pode vir inaugurar  experiências criativas de trabalho conjunto.

     É com renovada expectativa que aguardamos a manifestação das belezas germinantes deste novo ano letivo.

 OE

Despedidas de 5º Ano

   One World, Many Stories

Creative Commons License Thad Zajdowicz via Compfight

      Um momento que ficará vivo na minha memória foi  quando eu estava de muletas e as minhas amigas ficaram comigo os intervalos todos (PACIÊNCIA).

      A maior dificuldade que os estudos me trouxeram foi sempre que os meus pais iam planear qualquer coisa, e por causa dos meus estudos, não o faziam.

     Às vezes fico a pensar: “por que é que há meninos a sofrer e outros ricalhaços?

     O facto de o amor existir é para mim um facto quotidiano e espantoso ao mesmo tempo.

     Num momento difícil, eu diria a um amigo: “- Não desistas. Não é por causa da tua perna que vais ficar triste!”

     Se o meu 5º ano fosse um animal, seria um leão, porque é perigoso demais, demora muito tempo a morrer, é feroz e insistente.

       Um novo horizonte para mim seria os homens amarelos, um mundo de chocolate, uma terra por conquistar…

Esperança M 5A

Aproveitar a Vida

    Sunset Season [Explore 10/29/2015]

W. Tipton via Compfight

     Num belo dia, cinco lindas raparigas, a Sofia, a Bárbara, a Ana, a Marízia, a Cátia e a Rafaela, já não podiam ouvir os professores: eles não paravam!

     Então, a Sofia teve uma excelente ideia e perguntou às amigas:

     – E se nós fôssemos ver o por do sol ao fim do dia?

     Todas acharam uma magnífica ideia, embora a Cátia e a Marízia não quisessem ir, pois queriam ir para  Biblioteca ver “Animos”, elas estavam tão viciadas que só viam um computador à frente e não sabiam o que era o por do sol e aproveitar a vida.

     E a Ana também não queria ir, pois ela gostava de chegar a horas às aulas. Só a Bárbara e a Rafaela é que aceitaram a ideia da Sofia. As três conseguiram convencer as outras amigas para irem todas ver o por do sol.

     Então foram à praia de Cascais, aproveitar o pôr do sol, ver as ondas do mar e cheirar a maresia. A praia estava enorme, não havia ninguém, a maré estava baixa e as gaivotas, sem perceberem, todas pousaram fazendo um coração de amor para o dia de S. Valentim. Elas ficaram espantadas a ver o belíssimo por do sol e chegaram a distrair-se com as horas. Já tinham passado 45 minutos da aula espedial ao fim da tarde!

     Subiram a correr pela avenida acima, e, quando chegaram à Escola, tiveram que ouvir um belo raspanete da professora de Matemática. A professora perguntou-lhes logo:

       – Meninas, onde estiveram?

     E a Rafaela, como também estava mal disposta, respondeu da mesma forma:

     – Estivemos a aproveitar o por do sol! E a turma toda devia fazer o mesmo, pois já ninguém aguentava as aulas.

      Então, no dia seguinte, a turma levantou-se toda e foi até à praia aproveitar o cheiro das ondas do mar e ouvir os pássaros cantar.

     A professora de Matemática foi fazer queixa à Coordenadora, que disse:

    – A vida  dos alunos não é só números; não podemos pressionar tanto os alunos. Eles têm que aproveitar a vida. Mas, ao mesmo tempo, têm também que aproveitar o futuro, preparando-o desde agora, e também com a Matemática.

     A professora sentou-se na sala a pensar no que a Coordenadora  tinha dito. E conseguiu perceber que a vida, é não só Matemática, mas também o por do sol e que os dois são viver, aproveitar!…

Sofia L, 8C

Algo sobre Mim

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Imagem: Oficina de Escrita

         Este ano já consigo ter boas notas a Matemática, a Educação Física e a Moral.

    Para mim, o mais importante, por ordem decrescente, é a saúde, a felicidade, o amor, a fama e o dinheiro.

     Numa só frase, eu sou uma jovem estudante, sonhadora, corajosa e divertida. Sinto que a minha vida está melhor, à medida que passa o tempo, sinto-me mais integrada na turma e as pessoas que antes não iam muito bem com a minha cara, agora já são minhas amigas, conversamos e passamos os recreios todos juntos.

     As qualidades principais que procuro num amigo são ser divertido, e confiante. Divertido para saber rir das piadas dos outros e se lhe acontecer algo cómico, como cair, por exemplo, ele possa rir de si próprio.  E confiante. Confiante, pois será alguém que pensa pela sua própria cabeça e não liga ao que os outros dizem para ser alguém no futuro.

     Desde criança que desejo estar rodeada de pessoas que me amem; um ambiente de felicidade, amor e paixão.

     Sinto que precisava de estar mais tempo a brincar com as minhas colegas, pois às vezes o tempo não é suficiente para falarmos sobre coisas que queremos. Por vezes temos de ver e ouvir algo que não nos interessa, mas que nos foi dito para ouvirmos com muita atenção.

Carolina F, 6C

Brinquem no Mundo Todo!

'Floating', Australia, Queensland, Cairns

Chris Ford via Compfight

Momentos marcantes do 5º Ano

    JP As minhas brincadeiras e os castigos que marcaran os meus disparates.

DN – A festa do Final de Período.

Dificuldades na vida de Estudante

JP A concentração, com as dificuldades que nos desconcentram.

DNTermos que estudar fechados no quarto para temos boas notas.

Se o 5º ano fosse um animal…

JP Para mim seria um tigre, porque eles são ferozes como os professores e corajosos como todos os alunos que enfrentam os testes.

DNSeria uma Chita, porque assim eu seria muito rápido.

Um Acontecimento Quotidiano e Espantoso ao mesmo tempo

JP O meu Surf que eu adoro e me persegue.

DNJogar com a bola de Ténis.

Fish Breath

lolilujah via Compfight

Encorajar um amigo em dificuldade

JP Não desistas, eu estarei para te ajudar, aconteça o que acontecer.

DNAcalma-te, amigo. E alegra-te.

3 Projetos para o Verão 2016

JP Fazer Surf todos os dias, estar com os amigos e divertir-me à grande.

DN – Ser feliz, ter amigos, ter boas notas.

Para um Adulto não perder o contacto com a sua infância…

JP Vir comigo fazer Surf, que nas minhas memórias sempre vão ficar.

DNGravar e filmar os grandes dias da vida, para recordar.

Como é gostar de alguém?

    JP –  É ter um sentimento que nos toca e nos faz querer estar com ela; é ter o sentimento de adorar alguém, que nos faz adorar alguém. (Inspirado em Madalena P.)

DN  – É ser amoroso.

Um brinde às férias de verão 2016

JP Brinquem no mundo todo!

DN – Boa sorte, amigos. E então, depois, estudem bem!

João P 5A e Daniel N

Reflexões de Estudante

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Os momentos que ficam em nós

     A turma é muito simpática, não faz diferenças entre os colegas, somos trabalhadores em equipa, jogava muito futebol com os amigos e as raparigas às vezes também jogavam.

Dificuldades que nos traz a Vida de estudante:

     A ligação entre a vela e as aulas: distinguir os tempos a dedicar aos dois. Tenho de estudar e, ao mesmo tempo, estou na Vela a sério.

Um segredo do sucesso num assunto de estudo:

     A Matemática, no início do ano detestava-a; depois, fui para a explicação e agora gosto e tive 80%.

       Se o 6º ano fosse um Animal

       Seria um esquilo, porque tem uma cauda grande; a cauda representa que foi um ano bom de passar.

O Texto preferido

      Foi “Aquela explosão fascinante”, porque consegui descrever o que se passou naquela altura, que foi a passagem do ano com o seu fogo de artifício.

Expectativas em relação ao 7º:

     Gostava de aumentar as notas e de  reconciliar melhor a vela e o  estudo.

 “A mente não é um navio para carregar, mas é um fogo para acender.”

    A mente não funciona com stress: isso faz nos pensar noutras coisas em vez de nos focar. Ter calma é uma condição essencial, não sermos precipitados. Quanto mais nós soubermos, melhores resultados vamos ter.

     Temos também que desabafar o que vivemos: deitar para o lixo o que foi mau, por exemplo desabafamos os pesadelos e devemos guardar os sonhos e os sucessos.

Tomás G, 6C

Nascida para Saltar

                                                 Jamie Riding

Creative Commons License Five Furlongs via Compfight

 Um Momento que marcou este ano:

 No  final de  2015  recebi o meu cavalo castanho, o Barão:  surpresa da minha mãe, mas depois ela disse que era ainda para experimentar, faltavam os atestados médicos; afinal sempre estava doente: havia algo na pata que podia  rebentar de repente. 

A maior dificuldade que os estudos nos trazem:

Não tenho tempo para vida social. Chego a casa, tomo banho e estou a estudar. Geralmente às oito ou sete e meia. Mas gosto também à noite. Deixo para a última. Se chegar às cinco ainda fico na rua, com amigas, faço o máximo que posso quando tenho tempo livre. ao telefone…

Se o sétimo ano fosse um animal, seria um monstro: só o que eu estudei no 7ºano! O que me irrita é que tiro um 90 e depois já não consigo tanto e vou ter 4. Então,para que me esforcei tanto? Aconteceu-me isso imenso e irrita-me. Para que me esforço para noventas se vou ter 4 no final do período?

Desde o 5º ano que não tinha amigas tão á séria! A Mariana e a Sofia é que passaram a ser as minhas melhores amigas. 

A sofia é mesmo divertida. Quando estou com ela divirto-me imenso, apesar de às vezes ter aqueles ataques…

 O Segredo do sucesso obtido este ano num assunto de estudo.

Fiquei surpreendida com o cinco a Matemática. O sucesso deve-se a ter estudado. Gosto imenso de estudar matemática com música, posso estar no jardim, a fazer exercícios.

 3 Projetos para o Verão 2016

 Não estar um dia parada em casa, montar todos os dias, embora tenha de tirar umas férias, ir ao guincho, e à riviera na Caparica.
O que me irrita é que tenho amigos de Lisboa que vêm para cá e outros de Lisboa e a mãe aluga a praia de Tróia e temos de ir para lá.
Venho de Tróia todos os dias montar. Vou ter de arranjar boleia do Tio João Pedro que vai para Lisboa trabalhar e eu vou para a quinta da Marinha.

Para que serve sonhar acordado?

Estou sempre a pensar nos cavalos. Gostava de tirar um curso relacionado com cavalos.

 Um novo Horizonte que quero conquistar.

Limpar os obstáculos nos três dias do Campeonato – 26 de Junho e da Taça da Juventude, no Hipódromo, em início de Agosto. Adorava classificar-me, mas o que mais quero é,pelo menos,não ter penalizações.

 Comentar a frase de Christian Bobin:

 “Quando estamos com um amigo, nem somos dois nem estamos sós.”

 Quando somos mais que dois,não temos a atenção para esse amigo. Se estamos sozinhos não temos a quem dar nem nos divertimos. Mas se estivermos com uma amiga, não somos duas, porque estamos em união.

 Um brinde às férias de Verão 2016.

Brindo a que seja o melhor verão de sempre!

Teresinha R P, 7A

Conversas na Oficina: 3 Vozes Únicas

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Imagem da Oficina de Escrita 

Um grande sucesso na nossa vida

MM Quando o meu Mano nasceu.

E quando fiquei em primeiro lugar, numa prova de dressage; montei a “Formiga”, que é um lusitano branco. O meu Pai monta desde os 15 anos, na Coudelaria do meu tio Henrique Abecassis.

MB – Ter conhecido muitas pessoas novas. Gosto muito de conhecer pessoas.

FedriTer ganho ténis contra meninos de 15 anos! E montei o Lolypop, foi a 2ª vez que andei a cavalo.

E qual é a tua viagem para o Sucesso?

MMA minha viagem para o sucesso passa por muita “coisa” como os meus estudos, partilhar a minha vida com pessoas de quem eu gosto…

Fedri – Não seria possível ter boas férias sem amigas e sem companhia. 

Qual é o teu sonho de férias?

MBÉ estar com as minhas amigas e divertir-me. 

O que diz a tua imaginação sobre a vida a dois?

Fedri – A Vida a dois é uma coisa fantástica.

Realidades espantosas e quotidianas

Fedri  – O facto de a minha irmã existir! 

Uma vez esmagamos ovos nas nossas próprias cabeças!

Se um amigo sofre

MB– “Eu vou estar aqui para o que  precisares e para te consolar.” 

 Para os adultos manterem o seu espírito de infância

Fedri –  Olhar para os seus filhos e pensar que eram eles quando eram pequenos.

Momentos marcantes do 5º Ano

MM – O prof Bento a Rir-se! 

MB – A Festa com o Str de Mat.

Fedri – Ter vinte para a professora Inês.

Se o 5º ano fosse um animal

MB  – Seria um cão, porque os cães são espertos e muito divertidos.

MM –  Seria um tigre, porque são ferozes, elegantes e amigos da família.

Fedri – Seria um leão, porque nós somos poderosos.

 

A maior dificuldade que o estudo traz à nossa vida?

MM – Ter de ler e não poder sair.

MB – Não poder sair.

Fedri – Não poder sair e não estar com as amigas.

 

Segredo de um sucesso num assunto de estudo

Fedri – Estudei com a Maria B e tive 80% a Matemática!

MB – Tive 68% a HGP, graças a estudar com a Beatriz.

MM – Tive 63% a HGP porque estudei com a minha prima.

Projetos para o Verão

MB – Convidar as amigas para ir a minha casa, ao Bounce e à praia da Conceição.

Também gosto muito das praias de Marrocos.  Vou já esta tarde, às 15h 30, para Viseu, para casa da minha avó. 

Gostava de ir para acampamentos, como o My Camp, vou com uma amiga.

Fedri – Ir para o Clube do meu Pai, ValTenis, vou à piscina, jogo ténis, e exploramos a Penha Longa.

Conviver com três amigas, durante todo o verão: a Maria, a Beatriz e a Luísa. Vou estar com a primeira, na Comporta, com as outras em outros lugares de veraneio.

MM – Quero ter muitos meninos nas Clínicas da Penha Longa, para brincar com eles: lá fazemos ténis, padel, bicicleta e jogos de verão. Vou já esta tarde, às 14h 30, para o Algarve.

Para que serve sonhar acordado?

Fedri – Para ajudar a que os sonhos se realizem. E mesmo que não aconteça na vida, realizam-se na nossa cabeça.

MM  – Servem para ver o passado e pressentir o futuro.

MB – Uma vez sonhei que ia ao Bounce, e fui, realizou-se!

Brinde ao verão 2016

 Em conjunto – Que seja feliz,  divertido, cheio de momentos para recordar e bom para nós, amigos, família, as famílias dos refugiados e toda a gente do mundo!

Maria B, Maria M, Fedri, 5B

Diário de Escola

    Basket

Leo Hidalgo via Compfight

     Hoje acordei com a minha mãe aos berros. Estava sempre assim porque já eram 7 h 40. Ela Tinha acabado de tomar banho. Ela odiava dizer “acorda” e eu ficar a dormir, mas… pronto.

     Fomos para a escola: era azul com linhas amarelas; tinha muita luz, mas à noite era assustadora: havia muito vento a soprar nos campos de futebol.

     Os professores eram maus e rudes, excluindo  uma “setora”  que era muito simpática e bondosa.

     A Escola era na rua das Palmeiras. Aqui estudo a Arte de Navegar, Música de África com Instrumentos, e a parte mais gira, Natação acrobática.

     A minha outra escola era diferente: era em Espanha, a escola de Cáceres, uma escola que participou sempre, até 2016, nos Jogos Userianos.

     Eu era muito boa no futebol, por isso, o treinador da Escola convidou-me para ser Federada lá na Escola. Hoje é o único dia da semana em que ligo para a minha Escola de Espanha, “Cáceres”.

    Olha, nem sabes o que aconteceu hoje, foi lindo: os meus melhores amigos, o Alex e o Juan, vieram visitar-me à minha escola nova.

    Quando chegaram, nem queria acreditar, saltei para os braços deles e comecei a chorar. Eles também estavam muito contentes. Depois foram comigo para casa e ficaram a semana inteira.

Carolina S-C, 6B

Glosa a “O Voo de Josefina”

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Creative Commons License George Agasandian via Compfight

   Dedicado a Carolina N

    A Josefina era uma menina de aparência frágil, mas na verdade escondiam-se nela qualidades surpreendentes. Entre elas contavam-se a sua persistência fiel e imbatível perseverança para suportar a vida da Escola.

     Nesse tempo, deve dizer-se que, para Josefina, a vida da Escola não era fácil, exigindo aos alunos permanecerem sentados durante uma média de quatro horas por dia, enquanto lhe parecia que os professores se dedicavam a ensaios de voz e treinavam a caligrafia com pedacinhos de giz num imenso quadro negro pendurado na parede.

     Os alunos também podiam comer a certas horas e movimentar-se à vontade ou dedicar-se  a diferentes jogos a intervalos regulares. Como, de entre todos os estudantes, iam surgindo pequenos grupos de amigos, o convívio cordial compensava as horas de trabalho extra, quase sempre escrito, a que deviam dedicar-se ao fim da tarde, sob pena de incorrerem numa falta de tpc, que tinha para Josefina um significado obscuro.

     Neste quadro de vida, ao mesmo tempo equilibrado e dramático, a nossa Josefina divagava, por vezes, sem rumo preciso, ponderando se seria possuidora de um potencial oculto, algo assim como um “superpoder”, que lhe permitisse viver mais folgadamente as vicissitudes da sua vida de estudante.

     Assim, começou a criar situações em que se punha à prova, na esperança de desencadear um dom desconhecido.

     Começou por pendurar-se no candeeiro da sala e conseguiu ir em voo rasante até à sua própria banheira; em seguida, fingindo pendurar roupa, atirou-se da janela rumo ao jardim do vizinho, mas foi cair de mergulho na piscina. Subiu ainda uma palmeira e voou até ao quarto, pelas janelas abertas.

     Por esta altura já ela desconfiava que, em vez de ter o dom de voar, tinha um notável talento para saltar.

     Conta-se noutra versão desta fantástica história que ela se atirou ainda da varanda, utilizando umas asas de plástico e aterrou a pique no jardim, sobre o “Bola de Ténis”, o seu cão amigo.

   Foi então que os pais de Josefina trataram de inscrevê-la numa Academia de Ginástica, onde podia treinar salto em altura e aceitaram também a sua decisão de, mais tarde, tirar o brevê para pilotar aviões pequeninos.

     Foi assim que Carolina, treinando o seu dom e forjando o seu projeto, passou a estar na Escola com objetivo e método. Suas aulas deixaram de ser úteis apenas aos treinos de caligrafia e aos ensaios de voz dos professores; essas mesmas aulas estavam agora ao serviço do seu sonho e concorriam para que, um dia, ela pudesse mesmo voar.

Inspirado no texto homónimo de Carolina N

OE

“Mergulha, aqui é Fish”

    O “Mergulha, aqui é Fish” foi um projeto fantástico que reuniu uma equipa maravilhosa para o concretizar, por exemplo, eu. Muitas pessoas disseram que estava lindo, o projeto e eu concordo, pois não só cada um deu o seu melhor e todos ficaram enriquecidos com isso, como, ainda por cima, se abriram pistas de descoberta para todos!

    Como diz o Fernando Pessoa, “Deus ao Mar o perigo e o abismo deu, mas nele é que espelhou o Céu”. Para mim, esta frase tem muito sentido, porque é também uma definição da nossa própria alma Portuguesa, na sua paixão por navegar sobre o dorso vivo e ondeante do Oceano.

     Assim o Tomás, no seu fato de navegante, era o cicerone das visitas extasiadas que se iniciavam na descida aos labirintos da escuridão; mas não era uma escuridão qualquer, era especial, tinha-se de tentar que as pessoas não saíssem do caminho que lá estava preparado:  assim era o meu trabalho. Foi um dos melhores projetos que já fiz! 

    Mergulha, sim, aprofunda-te nesse sentidofruto de uma iniciativa muito boa: um mundo desconhecido, os mistérios do mar na palma da nossa mão. Mergulha, sim, adentra-te, nesse abismo de azul onde parece que estamos no fundo do mar e é uma sensação deliciosa. Mergulha, sim, orienta-te, na escuridão toda constelada de jóias: tubarões, anémonas, lulas, cavlos-marinhos, algas, peixes de mil feitios irisados de magia em sua própria luz. O ambiente era bom, com uma música de fundo em que nos parecia entrar no mar salgado e ver o fascínio de peixes a brilhar.

    Sim, era lindo: os visitantes em fluxo ininterrupto, qual cardume humano deslumbrado e mudo, seguiam por entre as jóias fosforescentes escutando um poema singelo contra o fundo da ressaca bravia. Silêncio e paz, vibração e tumulto, numa harmonia que retratou fielmente o coração do Oceano. 

    

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Imagem: Oficina Cadescrita

    (Texto a Duas Mãos)

Tomás G e OE

Segredos do Tempo Azul

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     O Projeto em que a nossa Escola participa, durante o mês Usera, com todos os centros Amor de Deus no mundo, acompanha o lema do ano “SOS – O Mundo Precisa de Ti”.

     Em relação a este projecto inovador, muito bem pensado, quando for finalizado, esperamos que o Colégio tenha ajudado quem mais precisa.

    A Creche da Cruz de Malta fica na rua da Primavera, em S. Mateus do Maranhão, junto à rua de Nossa Senhora de Fátima, onde vivem as irmãs: Ir. Maria de la Paz, Ir. Conceição Maria  e Ir. Cléa Maria Luz.

    Uma escola pequenina, com mais de cem crianças, em S. Mateus do Maranhão, um Estado no interior do Brasil, onde se combate a pobreza com as armas do amor e da partilha.

     Testemunho da  Irmã Cléa:

     “Fui enviada em missão para o Brasil e concretamente para a comunidade de S.Mateus-MA. Estou com seis meses nestas terras tão lindas de um povo acolhedor e sofredor.

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Imagem: Google Street View

    Sinto-me feliz por estar  em missão na minha própria terra natal e que não deixa de ser um grande desafio. Estou neste momento na  pastoral paroquial ( coro e liturgia), também dou um pouco de apoio na creche “CASA CRUZ DE MALTA”  onde nós, como Irmãs,  ajudamos na educação e no projeto de sopa.”

   Ecos na Imprensa Digital Apoie essa Causa:

 “Visite a creche e constate o brilhante trabalho das Irmãs do Amor de Deus.”

Texto construído por Mafalda A, 6C e OE

A Festa da Comunidade Educativa

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     A nossa Festa anual concluiu-se hoje, ao longo do dia de Sábado, após o esplêndido Sarau de sexta feira – cuja filmagem pode ser seguida no próprio canal do CAD – num clima de contagiante alegria e de intenso convívio.

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Imagem: Artes Cad

    Um dos pontos altos da Festa foi a exposição “Mergulha, aqui é Fixe“,que recriava as profundezas do mar numa atmosfera feérica, sob o efeito de uma luz negra que transfigurava as cores radiantes dos seres marinhos. 

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Imagens:  ArtesCad 

     Um fluxo incessante de visitantes apreciou merecidamente esta joia da criatividade e do trabalho de equipa.     anemona

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Imagens: Artes Cad

     Na Sala de Nossa Senhora, além de um serviço de Bar e Refeições ligeiras, oferecia-se um sofisticado método de tatuagem não apenas inócuo, mas com desenhos requintados.

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     Jovens matemáticas adivinhavam números salteando dados mágicos. Poetas inspirados vendiam a sua récita e ofereciam abraços.

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     Uma cantora adolescente era acompanhada à guitarra enquanto uma Mãe mudava a fralda ao seu bebé.

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     Foi neste espaço que a nossa Biblioteca apresentou uma mini exposição de toda a riqueza imaginativa com que tem vindo a desafiar e a convidar à partilha criativa os seus jovens visitantes do 1º e 2º Ciclos.

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    Entre as várias atividades propostas, foi sem dúvida o enigma matemático “A Torre de Hanói” que mais cativou jovens e adultos.

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A Torre de Hanói – O Sucesso

      Quem poderia plasmar em palavras fiéis a maravilhosa exuberância de vida partilhada que foi hoje a Celebração  da nossa Comunidade?

Docinho da Biblioteca

Imagens: oferecidas á Oficina de Escrita

OE

Avaliação de Desempenho e Novos Projetos

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Imagem: Oficina de Escrita

Balanço de Desempenho e Objetivos para o 3º Período

        O que correu francamente melhor este período nas disciplinas de estudo:

       O teste de HGP

      A que é que se deve esse progresso?

      Ao facto de estudar mais.

     Qual o método de estudo que funciona melhor com HGP?

     Ler e fazer perguntas.

     Podemos aplicar este método a outra disciplina que precise de progresso?

    Podemos experimentar a Inglês.

     Notas a Partilhar

 81% HGP; 80% a CN ficha; 65% a Português.

     Objetivos para o 3º Período

       Subir a Matemática e a Inglês.

Estrutura do 3º Período

Sem 1 a 4 – de 4 a 26 de Abril

Sem 5 a 8 Maio

 Sem 9 Junho

Semanas de estudo

2 e 3 + 6 e 7.

Método a Aplicar para Inglês

Treino intensivo de Gramática.

Fazer os tpc; aproveitar a aula; pedir exercícios de treino.

Método a Aplicar para Matemática

Técnicas de resolução de problemas.

Exercícios da explicadora para férias

Fazer sempre os tpc.

Autocontrolo no comportamento

  • Há um certo progresso no autocontrolo; é mais difícil a Matemática. O prof. fala rápido.
  • É preciso escrever muito.
  • Str Bento pôs-me à frente com o Gustavo F, Gonçalo C e o Diogo G.

Lourenço C, 5B

Estratégias para um melhor Desempenho

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Imagem: Oficina de Escrita

Balanço de Desempenho do 2º Período

E Objetivos para o 3º Período

  1. Pontos Fortes: Ciências.
  2. Pontos Fracos: Matemática – porque os testes e a matéria eram muito difíceis.

Objetivos:

Melhorar a Matemática; tentar ter quatro a Inglês.

Estrutura do 3º Período

Sem 1, 2 e 3 – Estudar

Sem 4 e 5 – Testes

Sem 6 e 7  – Estudar

Sem 8 e 9 – Testes

Sem 9/2Despedida

Estratégias

Matemática Estudar em 5 etapas antes de cada teste; 2ª 3ª 4ª – reler a aula e fazer o tpc; Consultar a Mãe.

Inglês –  Explicação – 6ª ou 4ª. 3ª 45m; 5ª 90m – reler a aula, quando não há tpc.

Horário de Estudo

2ª 17h 15 – 18h 30 com intervalos.

3ª 20h – 20h 30…

4ª 17h às 19h (30m de Inglês + 30m de Matemática.)

5ª  20h – 20h 30…

6ª ZZZZZZZZZZZZ

Fins de semana em que há testes

Sábado: 18 30 – 19 30 – TPC

Domingo: 15 30  – 19/20 30 com intervalos.

Com a ajuda da Mãe.

Diogo TV, 8A

Balanço e Objetivos

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Imagem:  Oficina de Escrita

Balanço de Desempenho do 2º Período

E Objetivos para o 3º Período

  1. Pontos Fortes: Matemática. Inglês.
  2. Pontos Fracos: Ciências e HGP

Objetivos: melhorar a CN e HGP

Estrutura do 3º Período

Sem 1, 2 e 3 – Estudar

Sem 4 e 5 – Testes

Sem 6 e 7  – Estudar

Sem 8 e 9 – Testes

Sem 9/2 – Despedida

Estratégias

CiênciasEstudar em 5 etapas antes de cada teste; 3ªs e 5ª reler a aula e fazer o tpc;

Apontamentos: escrever o principal. Esquematizar as noções.

HGP – Estudar em 5 Etapas antes de cada teste; 3ª e 6ª – TPC e reler a aula.

Apontamentos: escrever o principal e esquematizar as noções.

Horário de Estudo:

3ª 17h – 18h Estudo com a Vera

5ª 17h- 18h Estudo com a Vera

6ª 17h – 18h Estudo com a Vera

Em Casa: 18h 30 – 20h com intervalos

Fins de semana em que há testes:

Sem horário.

Carol F, 6C

Objetivos de Ano Novo

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Creative Commons License Chelsea Marie Hicks via Compfight

Balanço desta Etapa

O que foi mais interessante? Ou mais curioso? ou que levantou questões?

Este período o que mais gostei foi de Matemática; antes não gostava de Matemática. Gosto mais ou menos, também depende da matéria.Gosto de decompor em factores primos e do número Pi 3, 1416….

Objetivos de Natal

Gostava de melhorar as notas de HGP e  de Ciências.

Organização do Estudo:

1. Estudar antes dos testes, por etapas.

2. Tenho um tempo para estudar, cada dia, quando saio às quatro e vinte:

Segunda – faço tpc em casa, a partir das 17, até às 18h; depois tenho explicação.

Terças e Quintas – tenho Inglês, cá na escola, e só acaba às 17h 30. Em casa, ainda tenho tempo de fazer os tpc antes do duche .

Quartas – tenho explicação e acabo por volta das 17h; aqui posso prolongar o estudo no caso de haver testes.

Sexta  – estou livre depois das quatro e meia e aproveito para fazer os tpc, porque no fim de semana tenho Vela, 7 horas no Sábado e 7horas no Domingo.

Para estudar antes dos testes, por etapas, tenho de encaixar 45 m na quarta feira e uma hora com dois intervalos na sexta.

Para uma próxima vez vou detalhar os possíveis métodos de trabalho.

Tomás G, 6C

O Quinto Ano é o Maior!

 Classroom in Fort Christmas Matthew Paulson via Compfight

     No primeiro dia de aulas, a minha Mãe foi-me pôr à escola e, quando cheguei á sala, parecia que ia fazer mais amigos. E foi isso que aconteceu!

     Esta coisa de ter vários professores é um bocado confuso, mas é bom, porque aprendemos mais e temos mais amizades.

     A professora da Primária chama-se Ticha; eu gosto muito dela. A Ticha é como se fosse da minha família. Nós inventamos uma música para ela, que é:

No primeiro dia de aulas, ninguém se conhecia

A Ticha apareceu e fez magia!

No entanto, trabalhamos

E depois até brincamos:

Fomos para o recreio, saltar à corda

E a Ticha tornou-se a craque da Corda.

Yô, adoramos a Ticha!

No último dia de aulas, toda a gente chorou

Dizer adeus à Ticha foi oque mais custou!

Yô, adoramos a Ticha!

Yô, adoramos a Ticha!

     Nos recreios, nós íamos brincar para o “Caracol”, era o nosso esconderijo secreto.

     Eu gostava muito de ir a festas, porque iam sempre pessoas desconhecidas e, assim, tinha mais amigos. Adorávamos jogar a “Raparigas apanham rapazes”: a “meia-lua” era uma esquadra onde púnhamos os rapazes presos quando os apanhávamos. Eu e a Maria cercávamos os rapazes rápidos e eles não escapavam!

     Agora, o meu objectivo de estudo é subir a nota a Inglês. Tenho três semanas e meia para estudar; duas vezes por semana tenho um apoio de Inglês com a minha prima que está no 7º ano e tira sempre 100%! Às quartas-feiras vou estudar 30 minutos sozinha, para verificar se sei.

     Para a minha Turma ficar em união, eu fazia várias coisas: poderia ajudar a turma a ser melhor, para sermos todos mais amigos.

    Desejo que toda a gente na Turma seja feliz e amiga, que não seja injusta e que tenham saúde. 

Maria M, 5B

No Outro Lado da Escola

  cad2 -mini_nImagem: Colégio Amor de Deus   

    No primeiro dia de aulas, era tudo diferente: podíamos ir para todo o lado, como para perto da piscina ou para o campo de ténis e muito mais.

     Eu até gosto muito de ter vários professores, porque antigamente, às vezes, queria estar no outro lado, a ter várias disciplinas, como Ciências, com a professora Salomé. Eu gosto muito da HGP porque é divertido recordar o passado.

    Eu estou a adorar os meus novos colegas! Alguns são engraçados, divertidos…

     A  minha Professora da Primária, por vezes, ralhava – quando os alunos se portavam mal, falavam dentro da sala, mas a professora também era muito querida.

    A Festa de despedida foi brutal! Havia gomas, chocolates, empadas, coca-cola, Ice tea… trazidos pelos pais de cada aluno; os meus pais trouxeram Ice tea.

     Os meus jogos favoritos eram “apanhada”, “jogar ao quinze”, o que é muito divertido. O meu esconderijo secreto era onde os pequenos não podem ir; perto dos edifiícios cor de rosa do 4º ano.

     O meu objetivo até ao Natal é aumentar a nota de Português e manter as outras para ter uma média de noventa! Era o meu sonho. Neste momento estou com média de oitenta e oito e meio por cento .

     Todos os alunos da minha turma ficariam contentes se todos fôssemos amigos uns dos outros. Este Natal e meu aniversário eu queria ter um Smart Phone.

     Desejo que todos os meus colegas sejam  muito felizes!

Daniel N, 5A

O que não tem Matemática?

    mathematics, the language of nature

 ▓▒░ TORLEY ░▒▓ via Compfight

    Era uma menina chamada Madalena  que estava na aula mais secante  para alguns miúdos e a mais apaixonante para outros.  Sabem qual é? É a Matemática! O professor dela disse assim para um aluno:

     – Qual é o valor de Pi, Afonso?

     – Não sei!

     E os alunos disseram:

      – É 3, 14!

      De seguida, o Professor perguntou assim à sua Turma:

     – Qual é a coisa que não tem Matemática?

     E os alunos foram dizendo:

     – As letras

     Mas o Professor ia respondendo:

 

    – O alfabeto tem 26!

    – O Português

    – No exame pedem-vos 140 a 200 palavras.

    – A Moral

    – Os Mandamentos são Dez!

    – A cola

    – Vem num tubo cilíndrico!

    – As nossas pernas

     – São retas!

    – O nosso tubo digestivo

    – Tem órgãos com diversas formas!

   – Então o que é? – perguntaram os alunos.

    – Não sei, descubram vocês!

     Quando os nossos leitores acharem que já descobriram, vão-nos dizendo: ponham nos comentários e nós vemos se está certo. Obrigada.

Madalena C, 6A

Subindo a Inglês

     Colorful hot-air balloons in Nyaungshwe, Myanmar Dietmar Temps via Compfight

     Para o Natal nós gostávamos de subir a nossa nota de Inglês. Faltam 17 dias úteis para o próximo teste. Como vamos usar este tempo:

  • Podemos prestar mais  ainda mais atenção nas aulas.
  • Tirar todas as nossas dúvidas – durante as aulas e em casa. A Maria usa um bloquinho para apontá-las.
  • Posso jogar a um jogo de Ingês com a minha mãe: leio parte do manual e a mãe faz perguntas. (Este é um método  da Maria.)
  • Sábado e Domingo o Duarte vai estudar : fazer os exercícios que a Professora indicar, durante uma hora com um pequeno intervalo.
  • 2ª 4ª e 6ª a Maria vai fazer os exercícios que a Professora indicar além do jogo com a Mãe – 30m a acrescentar ao tempo de estudo diário.

Maria S e Duarte S, 5C

Um Novo Mundo

1972 Modella orange Schule 2 diepuppenstubensammlerin via Compfight

     Quando cheguei ao quinto ano, senti-me muito nervosa, também feliz e as minhas amigas ajudaram-me quando eu estava nervosa.

     Há coisas boas e más em ter vários professores; as coisas boas são: como tenho vários, posso conviver mais e aprender formas diferentes de aprender;  as coisas más são que temos mais disciplinas.

    Agora, a vida é melhor, podemos partilhar mais e temos mais amigos.

     Inventámos uma música para a  nossa professora Ticha

   No primeiro dia de aulas, ninguém se conheciaA Ticha apareceu e fez magia!

No entanto, trabalhamos

E depois até brincamos:

Fomos para o recreio, saltar à corda

E a Ticha tornou-se a craque da Corda.

Yô, adoramos a Ticha!

No último dia de aulas, toda a gente chorou

Dizer adeus à Ticha foi oque mais custou!

Yô, adoramos a Ticha!

Yô, adoramos a Ticha   

  A festa de despedida do 4º ano foi a festa mais inesquecíve:l fizemos um piquenique surpresa no Parque Marechal Carmona.

     Agora, quero subir a nota de HGP; tenho duas semanas e meia para estudar para o teste. Vou perguntar ao  professor até que página ele pensa ir na matéria. Depois vou dividir o número de páginas por 10 dias. Vou estudar com a minha Mãe, um bocadinho à noite e aos fins de semana.

     Na turma tenho uma missão, que é de estar ao pé de rapazes que falam muito e tenho de tentar que eles se acalmem; nisto houve uma coisa má que foi ficar afastada da minha amiga Maria.

     Eu gostava de conhecer melhor algumas pessoas da turma. Desejo que os rapazes que se portam mal se passem a portar melhor para termos aulas mais vivas.

     Desejo a todos que sejam felizes e que até ao Natal aconteçam coisas boas!

Maria B, 5B

A Libertação dos Estudantes


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Imagem: Oficina de Escrita

     Em relação a haver trabalhos de casa, eu acho que deveria haver menos T PC.

     Acima de tudo, os TPC são uma maneira de estudar e absorver o conhecimento transmitido na aula.

     Por outro lado, os alunos não deviam levar sempre, porque são crianças e precisam de brincar.

     Além disso, assim, conseguem ter mais tempo para desportos e para estudar.

     É por isso que defendo que não deveria haver tantos TPC.

Carlota C, 6C

Especialista Internacionalmente reconhecida nestes assuntos de Estudantes.

Diga Não à Farda!

     Un día escolar

dmmalva via Compfight

     Do meu ponto de vista, acho que não se deve usar farda num colégio privado.

     Por um lado, é bom para os pais, porque poupam dinheiro.

     Por outro lado, é mau, porque nós, crianças, não gostamos de fardas. Na verdade, todos nós queremos trazer roupa normal para a escola.

      Finalmente, é bom e muito agradável para nós, porque assim andamos mais à vontade em termos de roupa.

     Assim, seja inteligente e diga não à farda, para um colégio privado e livre!

Margarida C, 6C

Conversas na Oficina – Momentos Únicos

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Imagem: Arrifana Kanguru

O.E. – Hoje estiveram na Oficina, a Esperança e o João, amigos de há muitos anos, que vieram partilhar connosco alguns momentos de exceção deste verão 2015, bem como da estreia animadora do seu 2º Ciclo.

João – Andei de avião, de Portugal para Ibiza, via Madrid. O que mais aprecio a bordo é dormir e ver a paisagem do alto.

Esperança – Estive nas minhas praias favoritas: da Arrifana, no Algarve e no Guincho. Na Arrifana o que mais aprecio é acordar mesmo em cima da praia e adormecer com o barulho do mar. No Guincho é giro tomar banho com os amigos e mergulhar por baixo de água.

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Imagem: Viajar é Alargar os Horizontes

Esperança – A minha atividade preferida é o Surf. Vou começar amanhã, na escola de Surf do Guincho. Se estiver mau tempo, fazemos skate.

João P. – Faço Surf desde os três anos, em S. Pedro, em Carcavelos e no Guincho. A maior onda que apanhei tinha um metro e meio; também já apanhei tubos. O que mais aprecio é a sensação quando nos levantamos e vamos de pé, a virar, depois, quando vamos em cima das ondas, a sentir o vento. Não sinto o cheiro a maresia, porque estou mais concentrado.

Esperança – Temos quatro professores: Pedro, David, e Afonso. Às vezes os professores vão dentro de água connosco.

JoãoEntre 12 a 21 de Julho, estive em Ibiza; durante todo o mês de Junho, estive no Surf Outside, com vários professores.

     O que é totalmente novo agora, no 2º ciclo, é termos de fazer a mochila todos os dias e temos muitas mais matérias. O mais interessante é conviver com os professores. O meu professor favorito é de HGP. É querido, não se zanga muito, mostra muitos vídeos de HGP. É a minha disciplina favorita. Gosto dos Descobrimentos, de saber como foi Portugal antigamente, sinto curiosidade.

Esperança – O meu professor preferido é o de Matemática: dá muitos ralhetes, mas está sempre a brincar. Ele conduziu um barco que era duas vezes o tamanho das Fontainhas. Não gosto de Matemática, mas tem piada a maneira como ele ensina: para cada problema que nós fazemos, ele tem uma história cómica ou prática.

Transcrição de “Conversas na Oficina”

João P e Esperança , 5A

Visita à AJu

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Gentileza do Autor da Imagem:  Fundação  AJU

     A AJU é uma fundação dedicada à solidariedade, com a proteção especial do Padre Usera, que nós fomos visitar depois da campanha do livro solidário.

     Primeiro, vimos a Biblioteca: lá, os meninos podem fazer os tpc, ter explicações ou ler livros; é frequentada por cerca de 60 meninos.

     Depois visitámos a loja de roupa, onde cada peça tem um preço simbólico, para que todos possam comprar o que precisam.

     Em seguida, visitámos a Despensa: parece um mini supermercado. Aí se recolhem os alimentos que foram oferecidos pelos clientes dos supermercados: chocolates, água, óleo, vinho, gelados… todos os meses, as famílias que precisam vão buscar um cabaz.

     Também existe um campo de jogos coberto, onde se podem ter aulas de futebol e brincar depois dos tpc.

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   Gentileza do  Autor da Imagem: Fundação AJU

     Conhecemos a D. Paula e uma equipa em que há Psicólogas, Explicadoras, Professor de Desporto e Assistentes Sociais.

Inês G, 6B

O Dia Perfeito

初音ミク、スク水 Beryl_snw via Compfight

     Certo dia, cheguei à Escola e conheci a minha Turma; estava um ambiente muito puro e transmitia-me insegurança por não conhecer ninguém.

     Olhei à minha volta dentro da sala;  a professora chamou pelo meu nome e eu levantei-me; entretanto observei um rapaz que me pareceu simpático, que está sempre a olhar para mim.

     O que será que está a acontecer?

     Começo a sentir-me estranha, a sentir o meu coração a ficar cada vez mais sentimental e a palpitar cada vez mais.

     Será? Meu Deus, estou apaixonada!

     Ele começou a ficar corado e muito irrequieto. Ele é moreno, do meu tamanho, tem  olhos azuis esverdeados como o mar salgadinho…

    De seguida, não ouvi nada do que a professora me disse. O que vou fazer, não posso adiá-lo: vou saber o nome dele e tudo o que ele faz…

Rafaela C, 7A

Criança para Toda a Vida

     Tribal Counsel Stephanie Jones via Compfight

     Já começou o verão! Vamos à praia, à piscina e à minha festa de anos!

     A minha festa de anos quero que seja como a do ano passado. O meu jardim relvado vai estar coberto de tochas, o jantar irá ser churrasco, e no dia seguinte vamos à piscina.

     Mas, este ano, a Escola também foi divertida; fizemos disparates, mas isso faz parte da infância. Se o 6º ano fosse um animal, seria um cão Labrador, porque o cão Labrador é o cão mais divertido de todos, fica criança para toda a vida.

    A vida das crianças está dividida em duas partes: “diversão e não-diversão”. A “Não-Diversão” são as aulas de Matemática; a “Diversão” é o verão!

Pedro G, 6D

Conversas na Oficina – Diogo T

Stained glass (LARGE panorama) @ The Evergreen State College Library - Olympia WACreative Commons License Washington State Library via Compfight

    O que pode tornar o estudo uma tarefa penosa é ter de se estudar muito para ter boa nota e, quando não se tem, fica-se triste.

     O método de estudo mais produtivo… é deitar-me na cama a estudar com a minha Mãe! Chego a casa e, primeiro, vou fazer qualquer coisa divertida com o meu primo; depois, volto para casa e estudo uma vez; vou lanchar e estudo outra vez; tomo duche e vou jantar; depois de jantar, vou rever as coisas mais difíceis.

     Em todas estas etapas, é ótimo quando a minha Mãe estuda comigo: à primeira vez, pergunta algumas coisas mais fáceis; à segunda vez, pergunta todas; à terceira vez, as mais difíceis. E se houver palavras difíceis, pergunta as mesmas coisas  muitas vezes.

(Transcrição de partilha informal)  “Diogo T, 7A

A Surpresa do 5º Ano

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irmãs do amor de Deus

     Quando a minha mãe me disse para que Colégio eu ia, pensei em ir ao computador ver imagens e desportos. Pelo que vi, achei que era um colégio gigante e que ia ter bastantes amigos. No primeiro dia, entrei pela porta e observei uma grande agitação. Como eu já conhecia um colega de turma que tinha andado comigo num ATL, ele ajudou-me a reconhecer a escola e a apresentar-me a amigos dele que eram da minha turma.

     Tocou para irmos para a sala e escolhi um lugar perto do meu amigo. Entrou a minha DT, prof. Elsa, que nos desejou as boas-vindas ao 2º Ciclo e nos explicou as regras que, para nós, eram algo estranho. Também nos informou sobre o que ia decorrer ao longo do dia.

     Depois disto, nós fomos para a missa de Abertura do Ano Letivo e  foi nessa altura que eu conheci o meu primeiro amigo, que se chama Mário.  

     – És da minha turma?

     E ele respondeu que sim. Ele era simpático, tinha cabelo bastante ruivo e um olhar amigável. Até hoje ele continua a ser meu amigo.

     Achei que o primeiro período foi fáil, embora náo tenha tido altas notas a Inglês. Comecei a ter bastantes amigos; alguns inspiravam-me confiança, outros tornaram-se amigos íntimos. Cheguei ao final do 5º ano e senti-me bem, pois no próximo ano eu já ia entrar com amigos que conhecia bem e professores e assim seria mais fácil de me adaptar ao 6º ano.

Rafael C, 6C

Crónicas de Estudante

     East Palo Alto Library's Quest Learning Center
Creative Commons License Photo Credit: San Mateo County Library via Compfight

     Os meus objetivos até ao Carnaval são subir a nota a Matemática e um bocadinho a Português.

    Para Matemática vou fazer apontamentos das lições e do manual. Para isso, vou reservar cerca de 30 minutos por semana, à 2ª, ao final da tarde e à 4ª, a partir das 15h.

     Para Português devo treinar textos: um de 15 em 15 dias; a interpretação, talvez fazendo exercícios que vou pedir à minha Mãe, pois ela encontrou um na FNAC que não é caro.

      Aconselho os meus colegas a fazer apontamentos num caderno de que gostem muito e escrevam muitas vezes os assuntos das disciplinas em que têm mais dúvidas.

    Estou a fazer a experiência de ser Tutora de um colega: gosto, porque adoro ajudar as pessoas quando têm dúvidas, como o meu colega. Às vezes os professores até me dão autorização para lhe tirar algumas dúvidas durante as aulas: ele está mesmo à minha frente.

Carolina C, 7B

O Meu 1º Período no 7ºAno

     Students Studying
Creative Commons License Photo Credit: Christopher Porter via Compfight

     Quando eu passei para o 7º ano, estava à espera que as disciplinas fossem ficar muito mais difíceis. Não foi assim e as matérias das disciplinas ainda se tornaram mais interessantes.

     Primeiro, tive um 70%, muitos 80% e um 45% a Físico-Química, mas isto foi o resultado de falta de estudo. Claro que me esforcei e, no segundo teste, tive um 79% (ganhei uma bolinha de neve)!         Agora, nos meus segundos testes, baixei, mas a Português e História, baixei muito, enquanto a Ciências só baixei 6 pontos, portanto, agora, só tenho 81%. Em breve receberei a Ficha de Matemática.

     Para o próximo período, quero ter ótima nota em todos os testes, mas para isso tenho de estudar – o que não é muito giro!

     Eu gosto muito dos professores, mas, claro, que tenho de ou devia gostar, pois se gostar do professor a disciplina acaba por ficar muito mais gira.

          Uma estratégia que aconselho aos leitores: para Físico-Química eu faço primeiro os apontamentos a partir do que a “Stora” escreveu no quadro e vou consultando o Manual para ver se  houve coisas que a “Stora” não escreveu. Depois resolvo os “faz agora” e os exercícios do Caderno de Atividades; às vezes repito, antes dos testes.

     Até agora, o 7º ano está a ser magnífico, mas claro com aspetos menos bons (A vida é assim)!

Laura V, 7A

Na Oficina

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     Escrever é um artesanato amoroso e um  passatempo perfeito para quem sente que lhe nasceu na alma um jardim de palavras a germinar.

     Irresistíveis são as ideias que podemos colher nos canteiros do coração. Elas brotam de repente, de uma terra imaginária, revestidas de cores vivas e algumas com formas nunca vistas.

     Escrever pode ser o fruto de uma atitude, uma escuta voltada para segredos novos que aparecem do lado de dentro, mas que foram semeados com o carinho da nossa atenção à vida de todos os dias: recolhemos detalhes pequeninos, mas que trazem dentro de si o infinito, como este, por exemplo:

4 meninos à volta da mesa, a escrever

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OE

5º Ano: Tempos Livres e Escola

Atac del Rubi
Photo Credit: Rafel Miro via Compfight

           Nas férias, encontro tempo para ler, à noite, à tarde  e de manhã.

     Eu gosto de ler, porque aumento o meu vocabulário e conheço novas palavras para usar em textos, para ficarem realistas.

     Eu gosto de desenhar, porque queria ser como os grandes ilustradores, como no “Bebedor de Tinta”, “Narnia” e “O Ponto”.

     Eu gosto de tocar flauta, porque tem sons diferentes de todos os outros.

     O meu hobby favorito é hóquei, porque se arranjam amigos novos, estamos em grupo, brincamos e jogamos em sintonia. O hóquei para mim, é viver, é amar o que fazemos, é atacar e defender em sintonia.

     Na escola, a minha turma é muito alegre e estamos quase sempre unidos. Às vezes só nos “chateamos” quando fazemos coisas más, mas depois dizemos:

    – Tu hás-de conseguir, um dia não viramos as costas uns aos outros, porque somos companheiros, até conseguires, não deixo de te ajudar.

     A minha prioridade no 5º ano é que ninguém se sinta sozinho, “triste” ou aborrecido, sem amigos e com vergonha de brincar. Eu gostaria de desejar à minha Turma um Bom Ano, com paixão e alegria.

Afonso C, 5A

A Estreia do 5ºAno

ines_m_estreiaImagem:  Cedida pela Autora

     Estou a estrear o 2º Ciclo e estou a gostar muito, especialmente porque tenho muitas liberdades, como por exemplo, tenho mais recreios.

     Antes tinha só um professor, agora tenho muitos; acho que é mais cansativo, porque temos de nos habituar a várias pessoas diferentes.

    Tenho a Escola Virtual para me ajudar a estudar melhor. É uma experiência muito divertida.

    Tenho amigos novos e amigos que já tinham estado no 4º ano comigo. Brinco mais, agora que estou no quinto ano, com os outros amigos novos. Brinco ao “15” ao “Flash”, ao “Macaquinho do Chinês”e aos “polícias e ladrões”.

     A minha professora da primeira área era simpática e sempre a ajudar. Recordo-me das festas muito divertidas, como o Halloween, o dia das mentiras, o carnaval e a festa de S. Martinho.

     Atrás do caixote do lixo grande, no lado do 4º ano, era o meu esconderijo.

     Este ano, gostava de ter 95% a Ciências, de passar no “Cad Tem Talento” com o meu número de Parkour e de passar de ano.

     Eu dou-me bem com toda a gente e desejo que sejamos todos amigos. E ainda gostava de ir a Cabo Verde este ano.

Inês M 5C

Uniforme no Segundo Ciclo

Indigo
Creative Commons License Photo Credit: Scott Wills via Compfight

       Considero que a utilização de farda no 2º ciclo é uma decisão acertada de todas as escolas que o fazem –  há mesmo escolas que o fazem até ao nono – e penso que todos os colégios privados deveriam aplicar esta teoria.

     Não falo da farda de camisa, saia e meia até ao joelho. Uma farda que seja “farda”, mas que não seja “farda-farda”: uma farda que seja farda de camisola, casaco e calças de ganga, não da escola, com ténis nos pés e não sapatos de vela.

     Acima de tudo, com o uso da farda, não há “aquilo” de se ser melhor que o outro pelo casaco de marca e uma roupa mais cara.

     Além disso que dá “melhor ar” à escola: os estudantes acabam por estar todos bem vestidos e a escola parece mais organizada.

     Por outro lado, o facto de haver farda ajuda sempre nas visitas de estudo: as pessoas não se perdem facilmente.

     Por fim, sente-se mais o que é ser «desta» escola: porque nos vemos com a mesma roupa de todos os alunos da escola.

   Por todos estes motivos concordo com a utilização de farda no segundo ciclo.

Vasco S, 6A

O Que É Estar Na Escola

Belinha has more than good looks
Creative Commons License Photo Credit: Francisco Martins via Compfight

Estar na escola é ter a oportunidade de aprender novas coisas( Materia)…

Eu tenho essa sorte, de conseguir aprender as matérias novas, técnicas de estudo e conhecer novas amizades!!

Não gosto muito de matemática, mas gosto de inglês, Português, Ciências, EV e Et.

Aprendi a escrever resumos da matéria  a ler o livros, sublinhando, recordo visualmente o que o professor escreveu no quadro.

Conselhos para um amigo ter boa nota a Ciências Naturais:

  • Sublinhar as ideias principais de cada lição.
  • Estudar o que foi dado, nem na véspera nem no próprio  dia, mas entre os dois.
  • Depois de ler a matéria, imaginar que estamos num teste e depois fazer os resumos por nossas próprias palavras.

Rafael C 5C

 

Cátia e Mafalda no encontro com José Fanha

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 Imagens de 3 Alpes e Chronicle

Cátia:

     – O escritor aconselhou-nos a ler A Gaivota que ensinou o gato a voar. Ele foi simpático e muito divertido. Também foi divertido ao ler os seus poemas.

     Gostei de o ouvir falar em Gandhi e em Mandela.

Mafalda

    Os maiores heróis eram Gandhi e Mandela, porque faziam tudo para proteger as pessoas.

Cátia:  

     Ele falou no poder do escritor: o poder de criar e decidir. Às vezes eu pensava que o mundo era em forma de quadrado. Mas eu não tinha uma caneta mágica.

Mafalda:

     – Percebi que a escrita não é uma obrigação, é uma coisa pura.

Cátia:

     – Gostei quando falou no Alex.com. Que na vida real só temos uma vida e nos jogos temos muitas. É giro pensar se tivéssemos uma vida nos jogos, só uma, e muitas na vida real.

Mafalda:

     – O que eu ouvi inspirou-me para eu escrever um livro.

     Ele fez-me acreditar que a escrita não é só pensar em coisas que as pessoas gostem: é o que nos vem à imaginação. Por exemplo, na história da Galinha Verde, ele escreve o que sente, não está à espera que as pessoas gostem, mas sim que percebam a sua inspiração.

Cátia O e Mafalda B

 

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Mafalda: Ano Zero da Oficina

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Imagem da Autora

Atividades recordadas:

Gostei do Teatro: levei com um gelado na cara: eu era alguém que estava preso debaixo dos carris numa Montanha Russa; gostei da Mímica com expressões idiomáticas, com títulos de filmes… e com a aventura do Pedro em que os detetives procuravam um gato… gostei de fazermos o nosso nome com as letras transformadas em desenhos e uma história para eles.

Na Observação no Recreio descrevi o 6ºano à luta; gostei de recontar o desaparecimento da Maria C.

Entre os exercícios do livro, lembro-me da História a 4 mãos, da Frase com 20 palavras até conseguir uma história coletiva; os textos escondidos para descobrirmos o título: inventar a história em que uma pessoa tinha um poder ignorado e o descobria. Também criámos um convite bem decorado.

Sobre a experiência de Escrita:

Sempre gostei de escrever; às vezes, quando estou sozinha, digo coisas que nem sei como disse, como se eu não estivesse a escrever, mas outra pessoa a escrever por mim. E sentia-me assim na Oficina. A Oficina ajuda-me a descobrir que eu gosto de escrever. Escrever faz parte de mim.

Sugestões para o próximo ano:

O importante é divertirmo-nos e estarmos abertos ao que nos vem à cabeça. Não tentar fazer bem, mas abrir-se bem.

Proponho escrevermos e comentarmos quadros. Comentar quadros é difícil, temos de estudar o quadro, mas é divertido à mesma; por vezes não conseguimos descobrir tudo o que está no quadro.

Também gostava de fazer Teatro: é giro, porque nos inspira para escrever e às vezes pode tornar-se realidade.

Mafalda B

 

Inês V P: sobre o Encontro com José Fanha

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Imagem: propriedade de Cadescrita

      O Escritor José Fanha tem a sua própria maneira de ser, a sua personalidade, consegue explicar as coisas à sua maneira, não diz frases feitas.

     Apreciei em especial quando disse:

     ” – Por causa dos livros, conheço muito bem as ruas, as praças e até as livrarias de Buenos Aires, sem nunca lá ter ido!”

     Fez-me pensar quando o meu Pai diz:

     “- Se você vai ler, vai ter cultura”.  

   É uma verdade, pois ouvi uma pessoa a dizer isso, e já com experiência.

Inês V P

 

Ana Clara: sobre a Visita de José Fanha

     

     Gostei do bigode espesso e redondo, quase a tapar a boca. Da forma divertida de contar. De ter falado em Gandhi e Mandela; da forma como vê não só a Europa, como o resto do mundo. Admira as pessoas que lutaram,não com a espada nem com a força, pela felicidade das pessoas que viviam nos seus países.

     O escritor é como o rei e o presidente de cada mundo que cria. Ele é que decide quem é que vai estar lá, como são as pessoas e que instintos vão ter.

     Admiro-o muito, pois tem maneira de conseguir fazer um pouco de tudo, recorrendo à felicidade que vive: teatro, pintura, escrita, maneiras de brincar também com as crianças – como, por exemplo, o rap que nos fez – e explicar o que cada palavra quer dizer.

Ana Clara

 

    

Dream Girls

Oferecido por WP Clip Art 

    Para a avaliação final do desempenho na disciplina de Educação Física, as turmas de 5º ano formaram Grupos de Dança e Coreografaram músicas favoritas.

1.  Quem pertence ao Grupo de Dança das Dream Girl?

     R: A Lara, a Carolina S, a Maria, a Inês e a Ana Clara.

    2. Como escolheram a música a coreografar? Qual foi?

     R: Pelo telemóvel da Inês: fomos ouvindo músicas até que preferimos uma: Scream

     3. Como escolhem os passos da Coreografia?

     4. A partir do ritmo, inventamos os passos, e, se todas gostarem, eles entram na Coreografia. A Lara, muitas vezes, não dá opinião. Ela fica prejudicada por não agir.

     5. Como é que têm conhecimento do resultado da Avaliação?

     R: O Professor Américo dá a notícia.

     6. Onde e quando decorriam os ensaios?

     R: Ensaiávamos no Pavilhão Antigo, durante as aulas de Educação Física e, se necessário, nos recreios.

     7. O que foi mais divertido neste projeto?

     R: O mais divertido foi ver o Francisco T a dançar. Parecia um robot em fúria!

     Obrigada por colaborarem no Cadescrita    

O Novo Mundo

Running From the Sun

Russ Seidel via Compfight     

      Houve uma grande mudança de recreio: já não há escorregas; o campo é maior e é de pedra; em caso de os grandes “chatearem”, só depois de se procurar muito é que encontramos “salvação”. No recreio, temos feito as mesmas brincadeiras: aos agentes secretos, com dardos, facas e temos de matar “os maus” para salvar a nossa família e o nosso chefe.
      No fundo do recreio coberto do Pavilhão há uma passagem, mas não é um local muito secreto: foi descoberto desde sempre.
     Nós, que somos muito curiosos, encontrámos uma passagem em que subi mos dois andares, depois entramos num corredor, vamos até ao fundo, do lado esquerdo, depois descemos um andar, porque há outras escadas, e encontramo-nos na papelaria.
       Na Biblioteca, ao fundo de tudo, há umas portas e um caminho; a minha prima contou-me que, se seguirmos bem esse caminho, encontramos a sala de descanso da Diretora – a minha prima já a encontrou em pijama, a beber chá!
     Os Professores são muito queridos. O Professor de Matemática, nas contas de somar, quando é com três números, junta dois números para ficar um número certo e depois soma com o outro – Esperto!
       De Português não gosto muito, mas este ano estou a gostar.
      Em Ciências estou a aprender imensas coisas: são detalhes de coisas que já sabia, outras são coisas novas, pois graças ao meu pai, a mim e aos professores, sei imensas coisas novas. O meu pai é curioso, sabe um bocadinho de tudo.
       É bom as turmas estarem baralhadas, porque assim temos de começar do pico zero, é como se não conhecêssemos ninguém. Ah, ia-me esquecendo, não estou tão sozinho como penso, pois tenho um grande amigo com quem partilhei a minha idade desde o 2º ano – porque antes éramos mais rivais, lutávamos imenso… – É bom ter alguém aventuroso para partilhar…
       Recordo o Parque da Primária: eu ia secretamente para o outro lado, sem que as vigilantes vissem; quando havia fila, íamos para o corredor onde há a rampa e as escadas, avançávamos até à portaria, íamos à casa de banho dos homens e, outras vezes, íamos por esse túnel só para esperar que a casa de banho ficasse vazia.
       A Professora gritava muito comigo, mas era a brincar; era muito querida. Chamava, algumas vezes, os outros alunos de “Miguel”, porque estava sempre a dizer “Migueeeeeeeeel seu cabeçudo!”
        Na festa de despedida, foi giro as camisolas com a fotografia, da professora
        No passeio de despedida, não sei o nome, mas fomos a um sítio onde havia brincadeiras com água; havia jogos como os matrecos humanos: com água, um sabonete e uma mangueira e muitas vezes as pessoas caíam!
        Também havia uma espécie de jogo em que as pessoas estavam de um lado com um balão de água e tínhamos de fugir sem nos molharmos. Um estava de frente para mim, acertaram-me muitas vezes, mas nenhum rebentou; até que veio um balão aqui e outro aqui e eu saltei e baixei-me.
       Este ano gostaria de alcançar os objetivos: escrever mais rápido, arranjar novos amigos.
       À minha Turma diria para fecharem a boca e pararem de dizer para eu escrever!

Miguel F, 5C