Um Sonho Chamado Vimeiro

Imagem: Oficina de Escrita

       Eu não queria ir para a água, mas o meu grupo de amigos pegou em mim ao colo e “catrapum”, Inês Becken dentro de água! 

     Quando eu estava no ar, sentia-me como um homem a saltar de um avião sem pára-quedas. Quando eu entrei naquela água límpida, macia e azul, eu senti uma frescura imensa, senti também um alívio, pois lá fora estava muito quente e abafado.

      Eu senti-me uma sereia a subir das profundidades mais profundas do mar. Naquele passeio, senti que havia amizade entre nós.

     A amizade é um sentimento muito importante, pois a vida depende dela. 

    Amizade é ter solidariedade para com os outros, é ajudar os amigos quando eles precisam, é dizer: “Ei, anda connosco, vais-te divertir.” É emprestar quando é ncessário, ouvir o seu problema e tentar ajudar da melhor maneira. 

     Naquela aventura no Vimeiro, estávamos todos unidos e amigos, partilhamos a alegria, o almoço, a grande festa, porque aquele passeio foi um reencontro de amigos, foi convívio, foi para nos conhecermos melhor e saber com quem podemos contar e com quem não podemos. 

     Naquela praia onde as ondas rebentavam nas rochas, eu ouvia o respirar das gaivotas; estava um bando de seres humanos a partilhar a sua comida, generosidade, alegria e, por momentos,julguei.me bebé de colo ou uma criança que aprende a falar e está sempre contente, pois não sabe o que a espera mais à frente. 

     Uma criança  com quatro anos não sabe que o mundo não tem assim tanta amizade, mas eu, por alguns momentos, esqueci as guerras, a fome e parecia que o tempo tinha voltado atrás; senti-me muito feliz! 

Inês Becken, 6C

Aluna Inesquecível do CAD

Assunção de Maria

 Our Lady is Raised Up Lawrence OP via Compfight

  (Dedicado aos meus alunos em férias)

     Que celebramos nesta Festa? Por que é uma das mais importantes para nós, cristãos?

     Jesus, Palavra do Pai, fez-se carne no seio de Maria. Ela foi pré-redimida, desde o início, desde a sua conceção. O que significa isto: primeiro fruto da Redenção, Maria recebeu-se a si própria como um dom e à incomparável pureza dele correspondeu perfeitamente no trajeto de uma vida única. Assim, ao dom originário da  “concecão imaculada” correspondeu com o seu “imaculado coração”.

     O sentido último destas palavras escapa-nos, porque elas são infinitas, mas herdámo-las pelo nosso batismo, já fazem parte de nós. Elas também significam que Maria, desde a origem, foi criada livre: liberta de todo o mal e livre para todo o Bem.

      Assim, o seu corpo não estava sujeito à condição da morte, como o nosso: é uma consequência de ser Imaculada. Celebramos então o facto de a sua pessoa, que inclui a totalidade do seu trajeto no tempo, estar inteiramente assumida na eternidade de Deus.

     Mas por isso mesmo está tão próxima de nós. E sem cessar abrindo o acesso ao que é mais íntimo a nós do que nós próprios: morada interior de Deus que tudo transcende, mas se oculta no recôndito dos corações.

     Maria pertence-nos: foi-nos dada pelo Filho na continuação do próprio gesto em que totalmente nos entregou o que tinha de mais precioso: “Eis a minha carne. Eis o meu sangue. Eis a minha Mãe.”

     Que é esta maternidade da Mãe de Jesus em relação a nós? Ao anúncio inaudito do Anjo, Maria respondera com um “Sim” sem condições. Agora, aos pés da Cruz, no extremo do percurso terrestre do Seu Filho, Maria reencontra este “Sim” inicial dilatado ao infinito: o seu consentimento para engendrar tornou-se espiritual e alargou-se à humanidade de todos os tempos.

     Filhos no Filho e irmãos de Jesus, somos filhos espirituais de Maria que sem cessar nos engendra para a Glória da Bondade divina onde,desde já, inteiramente, exulta e vive.

OE

Ecos da Festa do CAD: “Deixa-te Surpreender”

Imagem: CAD

“O que mais apreciou no Sarau ou na Festa da Comunidade Educativa?”

     Com esta pergunta acolhemos quem se dirigia à responsável da Oficina de Escrita, que teve o privilégio de dar apoio na bancada da AJU.

     Ana Catalão, Coordenadora do 3º Ciclo – O que mais me tocou foi a alegria e a cumplicidade entre os alunos.

Prof Ana, Coordenadora do 3ºCiclo

     Um Aluno – A Dança das Artes, cheia de cores fluorescentes.

     Carolina – A Ginástica Rítmica, na Banda.

     Gonçalo, aluno do Secundário – A música “O Avião sem Asas”, porque fui eu que toquei.

Projeto de 5º e 7º: A Horta Biológica

      Maria M, 6B – O que eu mais gostei foi de estar com pessoas que estavam distantes de mim. Fiz descobertas. E toquei flauta: “O Amor é assim” e “We are here right now”.

Prof Paulo – HGP e Espetáculos Magníficos

     João R, 8B – Gostei muito do nono ano: fizeram uma dança sobre um combate entre o bem e o mal. Estavam todos atados e com a vista toda tapada.

Os Maravilhosos Músicos do Secundário

     Júlia Marçal, antiga aluna, autora de A Comida como Almofada Emocional – Gostei muito da Cozinha Molecular, onde fazem morangos com caviar de chocolate, gomas de gelatina… são opções lights para snacks.

A Jovem Autora de “A Comida como Almofada Emocional”

     Sofia Ferreira da Costa, antiga aluna, autora de “O Menino que não Conseguia Sonhar – Gostei mais de ver o meu sobrinho Miguel! Foi a primeira atuação em que ele estava no Xilofone. Em segundo lugar, gostei da dança das Artes do Secundário, com fitas fluorescentes. E pela primeira vez, percebeu-se bem o encadeamento das várias partes do Sarau, que compuseram, de forma original, a história de Jesus. A minha sobrinha Maria fartou-se de dançar: começava tristinha, com um leve sorriso e as outras vinham dançando à volta dela e acabavam todas contentes no fim.

Projeto do 5º Ano: “Embarca no Não É”

     Filipe Ferreira da Costa, antigo aluno, pais de três alunos – Apreciei muito a exposição das Parábolas, a forma como foram recriadas as personagens. Na festa do 1º Ciclo, achei que as crianças estavam muito contentes, que aquilo lhes estava a saber bem, que cantavam com gosto.

    Uma antiga aluna, Mãe da Maria Inês do 5ºC, recordando os seus tempos de estudante, destacou a inesquecível ternura partilhada entre alunos e professores.

” Profes.” Teresinha e Susana, embarcadas no “Não É”

     As nossas antigas coordenadoras, Helena Pinheiro e Isabel Santos vieram ver os seus netos atuar e apreciar toda a Festa, respirando, por momentos, de novo, “o ar da pátria”, pois na alma do nosso Colégio ficou impressa  a doação de toda a sua vida profissional.

    Entretanto, no cantinho da AJU, irmã leiga do CAD, onde o mesmo carisma do Amor inspira “a renovar o mundo passo a passo”, também nós “nos deixámos surpreender” pela alegria viva que iluminava a Festa.

Uma Mini-Equipa AJU participante na Festa 

AJU – Facebook

OE

Festa do CAD Solidária com a Escola de Quelimane

Imagem: Irmãs do Amor de Deus

    Desde 1980 que a Campanha “Aqui precisam de Nós” tem vindo a estreitar os laços entre as diversas Comunidades Amor de Deus espalhadas pelo mundo, no aprofundamento da Solidariedade com todas as crianças, adolescentes e jovens que frequentam as Escolas mais carenciadas.

     Este ano, a Festa da Comunidade Educativa do Colégio Amor de Deus em Cascais, que estreou ontem com o seu belíssimo Sarau e se prolonga por todo o dia de hoje – 22 de Abril – está a orientar todas as suas atividades lucrativas para dar o apoio pedido pela Escola Secundária Amor de Deus, a 10 km de Quelimane, no bairro do Namuinho.

Imagem: Ataca Blog

     A Escola, que conta com mais de 600 alunos do Secundário, carece de um ginásio que possa servir também como salão multi-uso, em vista das diferentes atividades que não se podem realizar ao ar livre durante os frequentes períodos de chuva, tal como as aulas de Educação Física, a prática de Desportos e, ainda, as reuniões alargadas com os Alunos ou os Encarregados de Educação. 

    É de notar, que esta Obra das Irmãs recebeu o devido reconhecimento e gratidão do Ministério da Educação de Moçambique, pelo apoio que representa ao esforço do Ministério em solucionar o problema de sobrelotação das turmas do Ensino Secundário nas Escolas Oficiais, que chegam a incluir 60 alunos. 

    Assim, na Alegria partilhada em mais uma Festa da Comunidade Educativa, saudamos os nossos irmãos e amigos de Quelimane, na Escola Secundária Amor de Deus!

OE

Link para o Video

                   

O Infinito é Vida

Syon House & The Thames From Kew 2 by Simon & His Camera

Simon & His Camera via Compfight

       Como é que se imaginam depois da morte?

       Bem, eu imagino-me a nascer numa espécie de dimensão paralela, mas superior.

      Do meu ponto de vista, a felicidade vai crescer cada vez mais e não só:  a moral das pessoas vai progredir, assim como a Paz vai vencer a Guerra.

      Agora falaremos de um Paraíso Superior e com maravilhosas condições de vida. As fábricas poluidoras já terão desaparecido. Em vez delas, haverá como único combustível, a eletricidade, graças a painéis solares.

      No renascer, espera-nos uma pessoa radiante, que transborda de amor, tal como a nossa Mãe que nos olha com a maior ternura. Se acreditares, Jesus vai aparecer e receber-te-á com a maior Paixão, mesmo se não fores católico.

       Acordarás dentro do sonho da tua vida. Se fosseu eu, gostaria de despertar num mundo repleto de magia e de felicidade e rodeada pela minha família, mesmo os que ainda não conheci.

       Haverá animais, um céu da cor do mar e um mar verde e azul radiante que deixarão as pessoas deslumbradas. Os animais falavam, não eram perigosos, falavam de Jesus e alguns eram profetas.

       Não haveria chão, voavamos e flutuávamos, mas no ar; por cada riso de bebé nasciam flores por todo o lado. As atividades seriam maravilhosas, parecidas com o ténis, o voley e o Surf, claro, e ainda umas surpresas que não consigo descrever.  

      Por um lado, penso que talvez as pessoas boas vão para o pé de Jesus e as más vão para o inferno, mas acho que as coisas não são bem assim, toda a gente merece uma segunda oportunidade.

Federica V, 6B

Conversas na Oficina: Momentos de Alegria

Imagem: The little singers – Oficina de Escrita

Partilhando um Momento de Alegria:

Tomás – Ontem, um momento de Alegria no hipódromo de Cascais: A Festa dos Pastorinhos!

Maria – Tive imensos! Os anos da minha Mãe e do meu Pai…Ao meu Pai vou fazer uma surpresa para o dia 19, ainda estou a pensar… À minha Mãe ofereci um colar com rolos de fazer tranças e uma boneca.

Francisca – No Domingo, fui ao Piano e tive 100% e autocolantes com smiles! Estou a tocar o “Rei Leão” e o “Mama Mia”. Treino uma vez por semana na aula e todos os dias em casa, nos tpc de Piano.

Madalena – O grande momento foi quando o meu irmão nasceu, em Novembro! Aprendi que os bebés gostam muito de festinhas, que às vezes tentam imitar-nos e que são muito fofinhos. No dia dos Namorados, como eu estava doente, e eu fiz um cartaz enorme a dizer: “Para os melhores Pais do mundo! Pus muitos corações e  jantamos à luz das velas!

Imagem: Oficina de Escrita

Joana – O Aniversário da minha irmã que fez 12 anos e está no 7º ano: a Carlota! E houve uma festa de Sushi!

Maria – Eu perdi um medo! No dia de S. Valentim, dei uma rosa à minha Mãe e um coração com uma mensagem para todos: uma mensagem longa!

Peony in a peony

Creative Commons License bluesbby via Compfight

     Francisca – A minha irmã vai ter uma menina em Junho! No verão e no Natal, omeu irmão e a minha irmã vêm sempre cá!

Os Pequenos Visitantes da Oficina – 3º Ano

O Menino Que Não Conseguia Sonhar

Imagem: Alda Facebook

    Mais uma antiga e muito querida aluna do nosso Colégio vem partilhar com todos nós a beleza  de uma mensagem que traz consigo uma força de transformação.

     Sofia Ferreira da Costa anuncia o lançamento de um livro diferente, dedicado ao público mais pequenino e, por isso, também, o mais sensível: se, por um lado, precisa da nossa proteção dedicada, também está totalmente  aberto  a uma esperança mais generosa.  

     Saudamos, com imensa alegria, este triunfo nascente, gerado no encontro do amor inteligente pela infância com  a invenção viva que lhe transmite a liberdade.

OE

Advento, uma Expectativa

Creative Commons License Urban Explorer Hamburg via Compfight

    Como se pode modular o dom subtil da expectativa, neste Advento?

    Pelo silêncio, primeiro, cessando o rumorejar dos pensamentos, o vaivém das rotinas em casa…

    O silêncio leva tudo mais longe sem nós, e depois vem-nos buscar; quando chegamos lá, tudo foi transformado: a substância das coisas é, então, o próprio mistério de serem.

    Pela quietude, em seguida: um não-agir que é  próprio das guaritas abrigadas do vento, mas com ampla visão se encostarmos a testa às seteiras. Na harmonia da ordem, deixar cair o que não é essencial e cumprir o dever doce de sentar-se.

    Alerta, nas asas de uma outra música, sair da monótona desatenção de si para uma vigília inovadora; inclinar-se para os fins últimos sem tentar nomeá-los, sem intrusão: atender a um convite.

     Pela escrita, finalmente, que dá a mão ao pensamento para tirá-lo de casa, para roubá-lo ao vício do excessivo serviço da terra; a escrita tateia a textura do tempo, é perita em movimentar-se na noite, em cercar o inenarrável, em trazer para a realidade quotidiana a boa nova dos seus limites abertos.

     Pela união com os outros, para lá de tudo: a família e os amigos, a Comunidade CAD, as vítimas da violência, as multidões que fogem da guerra, os humildes do nosso contexto. Esta união é oferecida a todos: uma das possibilidades do Amor em que tantas vezes não reparamos.

OE

Sob o Signo das Párabolas

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Imagem: Kindness of mathcurv.com

           A palavra Parábola remete para uma figura geométrica cujo movimento curvilíneo ascende para o alto. Etimologicamente significa, na origem grega, lançar (ballein) para o lado (para).

     No contexto da espiritualidade, a palavra significa uma breve alegoria, onde se distingue, por assim dizer, “um corpo” – conjunto de elementos familiares à nossa experiência concreta – e ainda “uma alma”: uma sequência de ideias paralelas às primeiras, que se entrelaçam num plano superior e que induzem uma alteração na vida daquele que escuta.

     Os relatos originais dos Evangelhos começaram por ser folhas volantes, passando clandestinamente entre as comunidades recém-nascidas. Nelas ficaram consignadas esta mão-cheia de histórias pequeninas com o nome de Parábolas.

     Tão inocentes que qualquer criança as pode recontar, elas induzem, no entanto, um dinamismo transformador no íntimo daqueles que as escutam. Pretendem realizar algo de inédito neles, atraindo-os da segurança humana onde tendem a instalar-se, para o seu inaudito impulso ascendente.

     Contudo, o dispositivo que se despoletou na escuta da Parábola permanece oculto e indisponível ao nosso controlo. Por isso, ela não se esgota numa interpretação única, e pode sempre libertar a energia de um sentido novo.

    Sob o signo das Parábolas, alunos e educadores do CAD, neste ano recém-nascido, somos assim confiados uns aos outros, levados na aventura da  Inovação.

OE

O Banquete dos Pobres

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Imagem: Gentillesse de  L’Actualité de Béthanie

    Esta parábola do Reino fala-nos de uma imensa festa  que os primeiros convidados recusaram mas que foi devidamente apreciada pelos sem-abrigo, doentes e desempregados.

     Ela foi ocasião de escuta e de partilha para o nosso Grupo de educadores, à sombra dos pinheiros do Seminário Espiritano, no prelúdio do novo ano letivo: em primeiro lugar, comentámos diversos sentidos aparentes na história; em seguida tentamos escutar o seu eco em nossas vidas. 

   Para nós, sobressaiu o contexto de liberdade em que a breve narrativa se desenrolou: iniciativa desinteressada do Senhor da Festa, opção assumida sem coação, tanto por aqueles que recusaram como por aqueles que aceitaram.

    Em seguida, apreciamos a atitude de perseverança  de quem convida, não se deixando desanimar pelas primeiras recusas, bem como a atitude de humildade de quem aceita sabendo que não pode retribuir; as diversas recusas, por sua vez, expressavam um juízo de valor, segundo o qual o contexto que envolvia os convidados lhes parecia mais importante, ou a nova situação a que podiam aceder lhes parecia banal.

      Na nossa vida, quantas vezes não queremos abrir mão de aceitar um convite, porque estamos cansados ou não queremos afastar-nos das nossas tarefas. E, frequentemente, descobrimos, depois de termos ido, como a experiência foi enriquecedora e como o convívio com os outros nos encheu o coração.

     Também, por vezes, cumprimos um convite por fidelidade à palavra dada; para não desiludirmos os outros; para não deixarmos um lugar vazio, sem motivo, no coração da festa.

     As diferentes interpretações que escutamos desta mesma Parábola também ampliaram o nosso horizonte: numa abordadgem superficial, ela pode parecer bem conhecida, mas na partilha testemunhamos como se libertam novos sentidos.

     Esta Parábola, com as diferentes interpretações que a acompanharam naquela manhã, exigiram de nós a difícil atitude de “parar”, para que pudessem ser escutadas e contempladas.

     Há pessoas, em particular entre os mais jovens, que não têm consciência desta necessidade invisível de construir e descobrir sentido. Com esta Parábola, somos também convidados a fazer pressentir a estas pessoas – como os nossos alunos –  este desejo oculto e poderoso.

    Ao longo do ano, com o novo tema “Deixa-te surpreender…” podemos abordar esta questão do sentido que se esconde na Palavra? Talvez também oferecendo-lhes espaços e momentos para se escutarem a si mesmos; naquele sentido em que Stº Agostinho definia a oração:

” – O que é a Oração? É o grito do teu desejo.” 

OE

O Natal de MARIA

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Imagem: Wikipedia – Public Domain Author: Giotto

     O Tema deste ano, no nosso Colégio, é: “Deixa-te Surpreender por esta História”. Com a Festa de hoje, que celebra o nascimento da Mãe de Jesus, podemos deixar-nos surpreender, pois, na fé cristã, relacionamo-nos, em geral, com a pessoa de Maria na sua função adulta, como Mãe de Jesus ou como nossa Mãe num sentido espiritual, mas não menos afetivo.

     Raramente pensamos a Mãe de Deus como uma bebé, que nasceu como nós, enchendo também de alegria o coração de seus pais.

     A data deste aniversário não ficou inscrita em nenhum documento histórico, de modo que nos resta apenas a força viva da Tradição, apontando já desde o século VII,  para este dia, 8 de Setembro, como o tempo apropriado para a celebração.

      Esta abordagem surpreendente da pessoa da Virgem Maria, que hoje veneramos na contingência  radiosa do seu próprio nascimento, é insuperavelmente interpretada nas palavras que Georges Bernanos (1) coloca na boca de uma personagem:

    ” – Ela é nossa mãe, já se sabe. Ela é a mãe do género humano, a nova Eva. Mas é também a sua filha. O mundo antigo, o doloroso mundo, o mundo de antes da Graça embalou-a durante muito tempo sobre o seu coração desolado – durante séculos e séculos – na expetativa obscura, incompreensível, de uma virgem-mãe… Durante séculos e séculos, ele protegeu com as suas velhas mãos carregadas de crimes, as suas pesadas mãos, a menina maravilhosa. Uma menina pequenina, esta rainha dos Anjos! E ela permaneceu assim, não o esqueças!

[…]

    O olhar da Virgem é o único olhar verdadeiramente infantil, o único verdadeiro olhar de criança que jamais se pousou sobre a nossa vergonha e a nossa desgraça. Para rezar-lhe bem é preciso sentir este seu olhar de terna compaixão, de dolorosa surpresa, de não sei que outro sentimento inexprimível, que a torna mais jovem que o pecado, mais jovem do que a própria raça de onde surgiu, e, que, embora seja Mãe por Graça, Mãe das graças, permanece a filha mais nova de todo o Género Humano.” 

         (1) “Diário de um Pároco de Aldeia” – George Bernanos

OE

Em Ouro e Azul

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Dedicado à Prof. Paula X no seu aniversário

 

Em Ouro e Azul, Deus cria o mundo

Em ouro e azul pintas o dia

Mas Deus esconde lá no fundo

O Seu segredo da Alegria

Se tu desenhas o que é

Celebras a Realidade

Se o fazes também com fé

Ela se torna mais verdade

Pois cada coisa está à espera

Para ser escrita ou desenhada

E cada qual, na sua esfera,

Passa a ser mais e mais amada

Tudo o que existe pulsa em nós

Ardendo em palavras vivas

Se as escreves com a tua voz,

Elas deixam de estar cativas

O manancial que jorra em ti

Traz as formas do que há-de ser

Se as desenhares, vêm a si

E há mais sentido a acontecer

O que desenhas torna mais leve,

Leva mais longe, traz mais à fonte

As coisas presas a um tempo breve

E solta-as, livres, noutro horizonte

Acendes vida com a palavra

Trazes à luz com traço e cor

Assim por tuas mãos Deus lavra

Abre, no Ser, sulcos de Amor

De azul e ouro é o Seu mundo

Que tu ajudas a transformar

O ouro é puro, o azul, profundo

Quando mergulhas no Seu Olhar

OE

Vivam as Nossas Mães!

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Creative Commons License claudia gabriela marques vieira via Compfight

    Hoje celebramos a maravilha das Mães. Um deslumbramento para o coração dos filhos, um sobressalto sempre inédito de gratidão, uma alegria de nascente que nos irriga a vida e, neste dia em especial, jorra à superfície num infinito “Obrigado” que se exprime de mil formas pelo mundo inteiro.

     Em particular, celebramos as Mães que enchem o nosso Colégio de alunos preciosos, que inspiram os risos e as canções que se entrelaçam nas amizades de Escola, que acolhem e encorajam, sempre de novo, os estudantes de regresso a casa, para coroarem mais uma jornada à sombra do seu cuidado.

   Celebramos as Mães que ajudam a tecer a vida dos filhos no invisível, entrelaçando o amparo das tarefas diárias com a visão de outro horizonte para onde lhes orientam o ímpeto. Assim como participaram no mistério da origem, assim tomam parte na aventura do fim, aparelhando a coragem dos filhos para assumir a travessia da vida na plenitude do máximo sentido.

OE

Peripécias da Páscoa

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   Imagem:Gentileza de  Aju-a-ver-o-parque

     Nas férias da Páscoa eu fui para o meu ATL: é muito divertido e um dos dias meus favoritos foi quando visitamos o Parque Marechal Carmona, em Cascais, para fazer uma “Caça aos Ovos”.

     Dividimo-nos em equipas e tínhamos de encontrar ovos e coelhos pequeninos. A equipa que conseguisse encontrar mais, ganhava. A minha equipa ficou em 2º lugar. Tínhamos muitos prémios para escolher, mas cada pessoa da equipa tirava um brinde. Eu tirei dois bilhetes grátis para o Cinema.

     Como no fim ainda sobraram brindes, quem quisesse, tirava mais. Eu tirei imensos, como: uma agenda, um estojo, lápis, coelhos grandes da Páscoa e muito mais!

     Mas antes de irmos para o Parque Marechal Carmona, estivemos a pintar uns ovos sem clara e sem gema lá dentro. Quando chegamos ao Parque, a Grandvision tinha estado a observar os nossos ovos e mandou-nos fazer pares. Eu fiquei com a minha prima para dividirmos o nosso brinde, que foi um kit de Ciências! Eu adorei este dia!

    Também gostei de 6ª feira: nós fizemos um lanche de Páscoa no meu ATL, com os avós, pais e amigos. Apresentamos uma dança que tínhamos treindo nas aulas de dança que tínhamos tido ao longo da semana. Ainda apresentamos um Teatro em que fui eu quem teve a ideia: o nome da história era “O Macaco de Rabo Cortado”.

     Eu fiz de Professora, fizemos uma música, eu adorei! Espero que tenham tido umas férias tão felizes como as minhas!

Madalena C, 6A

Entrevista a uma Jovem Ginasta

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Imagem: Sarau do CAD 2016

OE – O que aprecia mais nesta actividade artística?

MC – A beleza das danças, dos exercícios que fazemos com os aparelhos.

OE – Há quanto tempo treina e com que regularidade?

MC – Treino há um ano e cerca de cinco meses. Treino duas vezes por semana, das seis ás sete. Antes de qualquer Festa treinamos toda a semana das seis às sete.

OE – Está neste momento a preparar a Festa do CAD com a sua equipa. Fale-nos um pouco des

MC – Gosto muito da coreografia. Já conseguimos coordenar os movimentos. Ainda há uma menina que canta alto e distrai-nos. Vamos dançar durante cerca de 10 minutos; primeiro há um discurso das Diretoras, entramos a seguir ao 5º ano, por volta das 21 50.

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Imagem: Sarau do CAD 2016

OE – Qual é a música escolhida?

A música “É preciso perder para depois ganhar”, pois esse é o refrão.

OE – Quais as principais figuras que vão apresentar?

MC – Entramos a descer as escadas, com uma maça.

Nesta coreografia fazemos a onda, a gazela, flexão atrás, e pé à cabeça.

OE – Como vão vestidas?

Vamos de branco e preto, com Leggings pretas, uma camisola de alças branca por dentro e uma camisa branca. Há uma parte em que desapertamos os botões e corremos com as camisas a esvoaçar.

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Imagem: Sarau do CAD 2016

OE – Que qualidades aprecia na sua prof?

MC – A professora Carla parece uma mãe para nós. Quando faltamos, fica muito preocupada; é muito brincalhona a ensinar, inventa sempre jogos, mas quando é preciso também sabe ralhar. Faz anos este mês!

OE – Em que é que a ginástica rítmica a tem ajudado a crescer como adolescente?

MC – Raramente brincava com os rapazes e agora brinco mais, porque eles gostam de nos ver e de brincar connosco.

OE – Quais os seus Projetos na prática desta modalidade artística de desporto?

MC – Espero chegar ao nível de competição; se não chegar, passo para a modalidade de ginástica acrobática, no Dramático.

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Imagem: Sarau do CAD 2016

OE – Poderá expressar-nos em palavras o que vive quando dança?

MC -Quando danço, apetece-me cada vez dançar mais, sinto-me esplêndida, parece que estou a voar, acredito mais facilmente em mim própria, confio mais intensamente no futuro.

Madalena C, 6A

O Duarte Nasceu!

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Jonnie Andersen via Compfight

     O Duarte nasceu na semana passada: ele é super fofinho; ele é um pouco alto, nasceu com 3 kilos, ele já abre os olhos que parecem estrelas cadentes caídas do céu. Ele ainda não tem cabelo, mas quando tiver, vai derreter as miúdas todas da escola e por todos os sítios por onde passar, elas vão ficar de boca aberta!

     Ele é bonito, mas quanto mais velho, melhor tem a noção do que faz.

     Conselhos, Mano: sempre que vires uma menina gira, vai falar com ela e elogia-a. Sempre que tiveres um amigo, não o persigas para estar sempre contigo, senão ainda se vai afastar de ti. Partilha com ele coisas de que gostas e semeia boas trocas de palavras.

     Sê persistente, Mano!

Vasco L, 6C

A Festa da Comunidade Educativa

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     A nossa Festa anual concluiu-se hoje, ao longo do dia de Sábado, após o esplêndido Sarau de sexta feira – cuja filmagem pode ser seguida no próprio canal do CAD – num clima de contagiante alegria e de intenso convívio.

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Imagem: Artes Cad

    Um dos pontos altos da Festa foi a exposição “Mergulha, aqui é Fixe“,que recriava as profundezas do mar numa atmosfera feérica, sob o efeito de uma luz negra que transfigurava as cores radiantes dos seres marinhos. 

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Imagens:  ArtesCad 

     Um fluxo incessante de visitantes apreciou merecidamente esta joia da criatividade e do trabalho de equipa.     anemona

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Imagens: Artes Cad

     Na Sala de Nossa Senhora, além de um serviço de Bar e Refeições ligeiras, oferecia-se um sofisticado método de tatuagem não apenas inócuo, mas com desenhos requintados.

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     Jovens matemáticas adivinhavam números salteando dados mágicos. Poetas inspirados vendiam a sua récita e ofereciam abraços.

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     Uma cantora adolescente era acompanhada à guitarra enquanto uma Mãe mudava a fralda ao seu bebé.

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     Foi neste espaço que a nossa Biblioteca apresentou uma mini exposição de toda a riqueza imaginativa com que tem vindo a desafiar e a convidar à partilha criativa os seus jovens visitantes do 1º e 2º Ciclos.

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    Entre as várias atividades propostas, foi sem dúvida o enigma matemático “A Torre de Hanói” que mais cativou jovens e adultos.

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A Torre de Hanói – O Sucesso

      Quem poderia plasmar em palavras fiéis a maravilhosa exuberância de vida partilhada que foi hoje a Celebração  da nossa Comunidade?

Docinho da Biblioteca

Imagens: oferecidas á Oficina de Escrita

OE

Aqui Precisam de Nós – Campanha 2016

 

     Este ano, a Festa da Comunidade Educativa volta a reunir o melhor da sua criatividade e entusiasmo para celebrar a comunhão de vida de todos e cada um dos seus membros com uma finalidade solidária comum a todos os centros Amor de Deus e que sempre caracteriza as suas festas.     

     Este ano, é para as crianças do Maranhão, no nosso país irmão, que se voltam os nossos olhares e o nosso abraço amigo!

OE

O Terceiro Melhor Dia da Minha Vida

Ryan

Gwenael Piaser via Compfight

      Sexta-feira foi um dia muito importante para mim: tudo o que fazia era a última coisa antes de ser Tia pela segunda vez: tudo  era a última vez:

     O último dia na escola, almoço, tomar o  pequeno-almoço, ver a novela, dar festinhas aos meus cães, jantar…

      Depois das aulas fui para a explicação, por opção minha, das 4h20 às 7h 40, para estudar Ciências, porque no fim de semana não conseguia, por causa do melhor acontecimento do ano: o nascimento do meu sobrinho!

     Depois da explicação, fui buscar a minha irmã e a minha sobrinha mais velha que vai ficar lá em casa até ao dia seguinte. Jantamos e divertimo-nos muito. Só dizíamos que a minha sobrinha nem sabia o que lhe ia acontecer no dia seguinte.

    No sábado, acordamos todos por causa da minha sobrinha, às 8h 30 da manhã. Quando descemos, os meus pais foram para o hospital ter com a minha irmã.  

     Eu e as minhas irmãs ficamos em casa com a minha sobrinha. A minha irmã Mariana foi comprar enfeites a uma loja para fazer um presente ao meu sobrinho, enquanto eu tomava conta da minha sobrinha e as minhas duas irmãs faziam presentes. Eu fui andar com a minha sobrinha até à cozinha e, de repente, só se ouviram berros na sala a dizerem:  – Já nasceu! Já nasceu!

     E foram até à cozinha e fizemos uma grande festa com a Amélia, mas ela não se apercebeu lá muito bem do que tinha acontecido. passamos a manhã toda a fazer presentes para ele.

     Quando chegamos ao hospital, ele é a coisa mais querida do mundo! Tinha muito cabelo castanho escuro, olhos castanhos como amêndoas molhadas, as mãos eram muito pequeninas e frágeis, ainda estavam roxas ou encarnadas, porque o sangue ainda não estava a circular bem, as sobrancelhas ainda não se notavam bem, o nariz não era muito achatado como o da minha sobrinha, mas também era um bocadinho gordo, a boca era muito bem feita, de um encarnado vivo. Ele era maravilhoso!

     Era o primeiro homem da família: Eu estava um bocadinho assustada, porque não sabia cuidar de rapazes. Peguei logo nele, fui das primeiras pessoas, foi tão bom estar com um bebé pequeno no meu colo! Quando ele ia para a cama da minha irmã, eu ficava na cadeira ao lado, a dar-lhe festinhas na mão. Era tão bom, tão frágil!

     Eu adorei voltar a ter a sensação de um bebé ao colo!

Carlota C, 6C

Obrigada, Pai

      epic battle

amanda tipton via Compfight

       Pai,

     Sei que é dia do Pai e estou-lhe a escrever esta carta por isso e quero que saiba que gosto muito do Pai.

     O Pai ajuda-me muito no ténis e quero agradecer-lhe muito por isso. Eu gostava que o Pai começasse a jogar ténis, para fazer aqueles torneios de pares, entre filhos e pais, e – claro – para treinarmos juntos e, para mais tarde, dar-me dicas nos torneios.

     Ainda me lembro quando íamos, aos fins-de-semana, para as pistas de motocross com o Pai. Era muito giro.

     Nessa altura, nós estávamos muito com o Pai; eu gostava de, hoje em dia, fazer mais coisas como essa, consigo.

     Obrigada por ser como o Pai é, e por me ter ensinado a crescer, porque sem o Pai, não era a mesma pessoa.

     Nós os dois somos muito parecidos, tanto de feitio como fisicamente. O nosso feitio é sermos muito divertidos, determinados, nunca desistimos do que queremos realmente e somos generosos.

     Gosto muito de si. Obrigada por tudo.

Luisinha R de P, 8B

Sentimo-nos Únicos

   Flippy flips!!!

Creative Commons License Benson Kua via Compfight

     No Natal, eu adorei os presentes que me deram! Uma coisa que eu quero desde pequena , a minha irmã e a minha empregada, elas ofereceram-ma: peixes! Foi inesquecível!

     Adorei estar com a minha Família; para mim, o mais importante do Natal é estar com a Família: com a minha Família sinto-me bem, é o meu lar, dão-me carinho e, nessa altura, sentimo-nos únicos.

      E o fim de ano foi ainda melhor: os amigos dos meus pais foram todos lá para casa e levaram todos os filhos; nós todos jogamos às cartas, a parar e jogámos às escondidas, às apanhadas e depois ainda fizemos uma dança e mostramos aos adultos.

     Depois, fomos para a sala fazer a contagem decrescente e fomos comer passas e ver o fogo de artifício.

     Desejo que todas as famílias tenham celebrado juntas e que não lhes aconteça nada de mal.

Maria B, 5B

Como um Milagre

13-52 Madroño de Navidad

Félix Bernet via Compfight

     Olá, eu chamo-me Maria e queria falar-vos do Natal.

     Eu e a minha família costumamos reunir-nos em casa dos meus avós. Nós fazemos um grande presépio e é muito giro quando comemos a ceia. Sabem porquê?

     É porque todos os Natais, a minha avó faz uma surpresa de Natal! Ela faz a árvore e eu ponho a estrela. Se vocês forem como eu, vão adorar celebrar ao pé da árvore: fica linda, quando nós pomos as luzes e abrimos os presentes: parece que é um milagre de Natal!

     Gosto de receber brinquedos, mas o mais giro é celebrar com a família, comer sonhos, conviver… é esse o verdadeiro espírito de Natal!

Maria S, 5C

Festas Mágicas

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Imagem: António Cordeiro

     A passagem de ano inesquecível, passei-a com os meus tios e pais,  em São Martinho, onde navegamos na Baía mansinha no iate do meu pai.

     Estivemos a assistir a um concerto e depois a minha mãe e tia puseram smarties dentro dos copos e bebemos Champomix. Quando tocaram as 12 badaladas, comecei a comer os smarties e pedi doze desejos.

     Só posso dizer um: pedi que a minha avó ficasse melhor. Ela fez tratamentos no Porto e sente-se um bocadinho mais bem disposta.

     Fiz dois Natais, um em casa da Avó Zé e outro em casa da Avó Ana. Rimo-nos quando a minha avó estava a pôr a mão dentro do perú e sai de lá de dentro uma  coisa que ainda vamos descobrir o que é. A minha prenda favorita foi a máquina de costura e a outra foi um peluche gigante dos Minions.

Maria M, 5B

O Meu Natal Especial

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Creative Commons License Rick Payette via Compfight

     O meu Natal foi no Brasil: ficamos numa casa muito gira; tinha a piscina no meio da casa e a praia à frente.

     A minha Mãe não casou nessa casa, foi numa mais gira. O casamento foi no jardim que era muito grande e tinha imensas flores.

     A minha Mãe ficou muito nervosa e o meu padrasto. Quando a minha Mãe estava quase a entrar, pediu para ir falar com o padre.

     Como era eu que ia entrar com a minha Mãe, porque o pai da minha Mãe já morreu, os organizadores tiveram de explicar-me tudo. Quando eu ia a entrar, como a minha Mãe estava muito nervosa, ia-me esmagando a mão.

     Era muito estranho: os organizadores estavam-me sempre a filmar. Quando eu entreguei a minha Mãe, ela deu-me um beijinho e eu fiquei com a marca de batom.

     Quando o padre ditou as palavras e a minha Mãe repetiu, a minha irmã Luisinha chorou de alegria. A seguir, os seis filhos leram uma frase cada um. A minha era:

Pela Mãe e pelo Tio João Pedro,

para que continuem sempre juntos e nos ajudem a crescer em Família,

oremos ao Senhor.”

João P, 5A

Momentos Inesquecíveis

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   Imagem: Vela Latina

      O fim do ano foi muito engraçado e bonito.

     Eu passei-o na Vela Latina, em Belém, perto de Lisboa, com os meus vizinhos e alguns amigos do meu pai. Nós jantamos carne de vaca e batatas fritas. Quando foi meia-noite, fomos lá para fora todos ver o fogo de artifício: comeram todos 12 passas – eu não, porque não gosto, então comi 12 uvas.

     Quando já tinha passado a meia noite, eu e os meus amigos fomos jogar uns jogos que tínhamos recebido no Natal. Ficamos lá até às duas da manhã, a jogar. Depois, cada um foi para sua casa. Eu só me consegui deitar às três e meia da manhã, porque ficamos a ver televisão. Assim se passou o meu Ano Novo.

    E desejo a todos um bom Ano Novo e que neste ano de 2016 aceitem os vossos desafios, principalmente que já não tenham medo de nada.

Esperança M, 5A

Natal que Eu Amei

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     Imagem: Official  Furby Wiki

    As minhas férias de Natal foram muito giras: tive umas partes boas e umas partes más.

     Fui ao Shopping com a minha melhor amiga, onde compramos muitas roupas iguais. Passei metade do meu tempo com a minha melhor amiga e com a irmã dela. Para além da brincadeira com ela, tive explicações com ela: nós ríamos tanto!

     O meu Natal, no dia 25 de Dezembro, estive com as minhas famílias que eu adoro tanto e por quem também tenho muita admiração.

    Os meus presentes foram muito bons, mas não recebi qauilo que eu queria mesmo: era um Furby boom!

     O Ano Novo foi giro, estive com a pessoa de quem eu gosto muito e admiro – é o meu Pai.

     As minhas expectativas para este ano de 2016 são ter boas notas, ter um Furby Boom, e continuar a fazer as coisas que eu amo, e espero melhorar cada vez mais:  cantar como o meu pai, que canta muito, e na ginástica rítmica, ser uma profissional como a minha professora Carla Roque.

     Estou muito preocupada porque a minha Mãe caiu e partiu o ombro. Como voto de Ano Novo, espero que ela não seja operada, que fique melhor rápido e  continue com a sua vida feliz, e contente com as suas filhas.

Sara M, 6C

Ano Novo 2016

vasco_setubalImagem: Ano Novo em Setúbal

     Na passagem de ano vi muito fogo de artifício, foi muito bonito! Eu nunca tinha ido para a cama à uma da manhã, foi o melhor dia do ano!

     Fui a Tróia ver o fogo e também conseguia ver o de Setúbal. Via tantos fogos, eram tão giros, fiquei de boca aberta!

     Comi dez passas; para cada passa, devia pedir um desejo, mas só pedi três. Também pedi que o mundo ficasse melhor.

Vasco L, 6C

A Minha Passagem de Ano

     Bolo com ganache de chocolate

Flor (Como Faz) via Compfight

     A minha passagem de ano foi inesquecível! Passei o ano com os meus pais e amigos que me rodeiam. Às vezes não estamos muito tempo com eles e, no fim do ano, reencontramo-nos outra vez. Passei-a em dois sítios: parecia que estava no luar, porque abri a garrafa de champomy à meia-noite. 

     Dançamos, cantamos, com os microfones de Caraoque e fizemos coisas que ninguém se lembra de fazer: contávamos anedotas, íamos saltar para o trampolim lá no jardim, atirávamos água uns aos outros, pois havia uma piscina; tínhamos um bolo de chocolate delicioso que, sempre que passávamos pela mesa, tirávamos um bocadinho.

     Na mesa havia imensas entradas, como tostinhas, presunto, queijo de cabra… Ao jantar já ninguém tinha fome, mas comemos lasanha do Lidl, que é de chorar por mais. Também havia arroz de pato, mas eu não comi, era só para os mais velhos. Depois, para a sobremesa, havia Baba de Camelo, mas eu não gosto porque é muito doce; Molotof, mousse de Óreo, essa sim, deliciosa.

     Este ano gostaria de alcançar alguns objetivos, como passar nos exames, ter melhores notas e que neste ano não haja tanta crise. Ano Novo, Vida Nova para toda a gente!

Mafalda A, 6B

O Meu Natal

 Christmas Tree

Stephen Butler via Compfight    

     O meu Natal foi diferente de todos os outros, foi especial!

     Passei a meia-noite em casa da minha tia com os meus primos que não via desde bebé, porque foram viver para o Brasil. A minha tia e o meu tio fizeram muita comida: bacalhau, peru, e muitas sobremesas boas.

     Às onze da noite, fomos à missa do galo e, mais tarde, abrimos as prendas: eram tantas das minhas tias, da minha avó e do meu amigo secreto! Passadas umas horas, fomos para minha casa e dormimos.

     De manhã, fui acordar as minhas irmãs e os meus pais e fomos á sala: abrimos as prendas dos meus pais e adoramos todas! A Matilda recebeu ténis, sabonetes… eu recebi ténis, botas e livros e a Maria João, ténis, jogos e puzles! Foi tão divertido, adoramos!

     Uns dias depois, fomos para a nossa casa na Serra da Estrela, com uns amigos da minha mãe e passamos lá o Ano Novo. Quando foi meia-noite, comemos as passas e pedimos muitos desejos. Depois, ouvimos um barulho: era fogo de artifício. Foi uma experiência mágica, foi muito divertido!

     As festas existem para festejar quando há algo bom;  para conviver e para estar ou com os amigos ou com a família.

Madalena M, 5A

O Presente Mais Fabuloso

mariana_all_stars_3Imagem: Oficina de Escrita

     O presente mais fabuloso que recebi neste Natal foi uns super stars que são uns sapatos da marca Adidas. Eu queria uns brancos com riscas preta, mas estes ja estavam esgotados em todos os “shoppings” em que fui à procura, mas, em vez desses, recebi brancos com duas riscas azuis escuras e entre elas, uma risca encarnada.  

         Festejei a passagem de ano em casa de uns amigos dos meus pais que também tinham uma filha da minha idade. Nós as duas e mais meninos estávamos a brincar e, quando faltavam seis minutos para a meia-noite, fomos lá para cima onde estavam os adultos.

     Passados uns minutos, começamos a contagem decrescente e, quando chegou ao 0, só vi champanhe e champomy a voarem! Foi giríssimo! De seguida, bebi o champomy, comi 12 passas e, em cada uma, pedi um desejo. Um deles foi que os terroristas se transformassem em pessoas boas, “ajudadoras”… mas pronto.

     Olhei para o céu, vi quatro fogos de artifício! Depois continuei a divertir-me até às quatro da manhã. E este foi o meu excelentíssimo final de ano.

Happy 2016

Mariana S, 6C

Aquela Explosão Fascinante

Inauguração da Árvore de Natal da Lagoa

Creative Commons License Rodrigo Soldon 2 via Compfight

     Este Natal foi especial: deram-me muitos presentes, como por exemplo, uma mochila, um vale da Fnac, que já troquei por um jogo, um skate para eu andar nos jardins do Estoril, o equipamento de vela e, o que foi “Top”, uma viagem à Austrália!

     Eu passei o ano no jardim do Estoril, onde ia haver foguetes.. Os meus pais, eu, uns amigos deles e a sua filha, levamos o Champix para festejar à meia-noite.

    É fascinante aquela explosão que há no ar durante uns segundos! Diversos pontinhos luminosos que parecem estrelas. Forma-se um círculo de cores que vão rapidíssimo para o ar. E há uma sintonia entre essas cores, as formas e o barulho – que parece de balas – e a movimentação de luzes andantes!

     No jantar, estavam todos contentes e com muita alegria para nos prepararmos para 2016. E como sempre, veio a música.

    Eu desejo um óptimo 2016 a todo o Mundo. E que não haja tantas guerras. Que todos ultrapassemos os nossos problemas. E, para os momentos mais tristes, devemos pensar que somos fortes e prepararmo-nos para o que pode vir aí.

     Devemos pensar que se os outros podem ultrapassar, nós também somos capazes de ultrapassar.

     Não deitemos nunca abaixo o outro, sejamos positivos e pensemos que, se formos amigos, vamos tornar os outros mais fortes.

Tomás G, 6C

Passagem de Ano 2015 – 2016

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Brian Wu via Compfight

     A passagem de ano foi muito gira e divertida! Eu passei-a em casa do meu pai, com a namorada dele, a Marta e a Filipa. O ambiente era muito bom, só havia música, canções, filmes…

     O jantar foi peru com batatas, salada e muitas bebidas. O fogo de artifício foi muito giro: o Palácio da Pena estava iluminado, o Castelo dos Mouros estava a mudar de cor, foi lindo! Havia muitos bolos e sobremesas, eram ótimas!

     Um desejo que pedi foi: ir viver para o Dubai… O tema da sala era “A Tenda de Bryan” – um filme interessante e cómico em que Bryan finge ser Deus.

     Desejo um Bom Ano, em especial para os Chineses e os outros Asiáticos, e para os habitantes do Dubai, que hão de ver-me lá.

Carolina S-C

O Meu Ano Novo

     Happy New Year

Creative Commons License frankieleon via Compfight

     No dia 31 de Dezembro foram alguns dos meus familiares a minha casa. Estávamos todos na sala de jantar, a falar e a contar histórias super engraçadas. Quando eram 10 para a meia-noite, começamos a descongelar o champanhe e a tirar os objetos com que fazíamos barulho.

    Quando já era 11h e 58/59 s, começamos a preparar os copos com o champanhe e as passas. As pessoas, ou quem não gostava, como era o meu caso, podia comer uvas.

     O meu pai foi para a sala ver a contagem na televisão e começou: 10.09, 08, 07, 06, 06, 05, 04, 03, 02, 01, e 000000! Gritámos e fizemos imenso barulho a dizer “Feliz Ano Novo”. Quando finalmente, nos calamos todos, a minha sobrinha começou a chorar.

     Só me faltava pedir um desejo: disse que me tinha esquecido em voz alta e o namorado da minha irmã reparou que se tinha esquecido de pedir todos os desejos!

     Depois disto tudo começamos a conversar e mais tarde fomos cantar no Karaoke. Foi de chorara a rir. Ficamos até às cinco e trinta da manhã!

Carlota C, 6C

O Que é o Espírito de Natal

The Star of Bethlehem by Edward Burne-Jones

Birmingham Museum and Art Gallery via Compfight

     O Espírito de Natal consiste em alegria e reunião familiar… mas não como muitos pensam, que é só presentes e dizer “obrigado, sou o mais feliz do mundo!” Mas estão errados.

     O Natal é dar beijos carinhosos e comer intermináveis jantares; é fazer corridas à volta do sofá, contar momentos passados e presentes; é fazer piadas e os outros rirem à gargalhada, é chorar de sentir-se comovido por estar com alguém que veio de longe; é jogar futebol, jogar monopólio e trocar piadas entre todos.

    E o mais importante: é dar uma família a quem precisa e dar-lhe amor, carinho.

    O Natal é amar o próximo e perdoá-lo; também é dar beijos e abraçar a todos.

Afonso C, 6A

A Quadra de Natal

 Sand Nativity

Vetto via Compfight

     O Natal não cansa porque recebemos presentes, estamos com a família e estamos a celebrar o Nascimento de Jesus.

     O Natal consiste em estarmos com a família e com quem gostamos. O Natal é também enfeitar a árvore e recebermos presentes inesquecíveis. A minha comida preferida no Natal e bacalhau.

    As prendas inesquecíveis que já recebi foram o “Diário de um Banana”, “The Walking Dead” e “Phineas and Ferb”; a prenda que eu mais gostaria de receber é o Fifa 16.

     Para ajudar as pessoas que precisam, além de desejar que tenham saúde, devemos fazer com que tenham comida, em especial agora.

    Desejo um bom Natal e feliz Ano Novo à minha família e aos amigos e espero que gostem das prendas

Manuel N, 6A

Brinde aos Amigos

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alanak via Compfight

    Tenho dois melhores amigos, mas aquele com quem gosto mais de estar é o Pedro G: ele gosta de muitas coisas como eu, por exemplo, Parkour, de brincar e não gostamos de estudar!

     Ele é muito fixe e engraçado, diz muitas piadas. De vez em quando zangamo-nos, mas depois, parece que do nada, voltamos a ser amigos. Há pessoas que não veem as suas qualidades, mas é porque não o conhecem; eu também sou assim, só mostro as minhas qualidades quando me sinto mais próximo das pessoas.

      Eu gostaria que continuássemos a ser amigos até crescermos e podermos ir beber uma cerveja ou um gim tónico, até podermos passar o Natal juntos, primeiro com as nossas namoradas e depois com as nossas famílias.

     Gostaria de dizer a toda a gente que aproveitem os seus bons momentos com os melhores amigos.

     E agora aqui fica o meu brinde aos melhores amigos, neste Natal!

João R, 7B

O Natal na MInha Vida

The Nativity

Creative Commons License MoToMo via Compfight

     O Natal é muito importante, porque estamos com a nossa Família. O Natal pode ser uma oportunidade boa, porque estamos com aqueles que nós gostamos.

     O Natal pode ser celebrado a comer bolo-rei, passas e muitas mais delícias; quando celebramos o Natal, recebemos prendas; eu gosto quando festejamos todos, até com o meu cão. Quando estamos a festejar, tudo fica melhor: a vida e os nossos sentimentos.

     A árvore de Natal está enfeitada com bolas de cores variadas, brilhantes e fitas vermelhas e prateadas; no presépio, o Menino Jesus e a Mãe, chamada Maria, são os mais importantes, porque eles é que fizeram tudo.

     A nossa vida reluz no espírito natalício; na quadra de Natal, eu queria Jesus.

Mariana C, 5A

A Melhor Festa do Mundo!

     Shepherds 05

Creative Commons License Waiting For The Word via Compfight

     O Natal é uma época muito importante, porque é uma forma linda de festejar o nascimento de Jesus Cristo.

    A minha Família adora o Natal, porque somos católicos e fazemos festas no dia de Natal. A minha casa está toda enfeitada, muito engraçada.

     Tem uma árvore de Natal com muitos bonecos, bolas e uma estrela lá no alto, muito bonita, como todas as outras, amarela e com brilhantes.

     Também existe um presépio, com uma feirinha antiga: uma ponte em que, por cima, está um rebanho (conjunto de ovelhas) e todos os outros animais; e para o presépio não ser igual aos outros, mas sim diferente, tem uma figurinha atrás de um arbusto, a fazer cocó! E o mais bonito é a Casa Sagrada, no centro.

    Agora vem a parte engraçada: no dia 24 vou para casa da minha avó materna, com os meus 16 primos, tios e avós… Depois, no dia 25, vou para casa da avó paterna, com os meus 16 primos, tios e avós…

     Este Natal, vou pedir um Skip it conta voltas; um exe para a prancha de Surf, da “Semente Nova”; um jogo, roupa da “Antimilk“; sapatos novos para a escola, sapatos para caminhar e botinhas de Surf. Em casa do meu avô materno ainda recebo 10 euros; ele era um toureiro muito conhecido – Amadeu dos Anjos – e teve de se reformar; agora vive no paddock da Praia Grande.

     Todas estas maravilhas se passam no meu Natal.

Esperança M, 5A

Natal no Jubileu da Misericórdia

jubileu_misericordiaImagem: Amiens Catholique fr      

     Ó Deus amável dos vivos, Ó Deus imparável, gerador de vida, transmissor de vidas, inventor de uma Vida diferente…

     Em Ti repousa a salvo o passado das ternuras invisíveis que alimenta o coração dos pequeninos. Em Ti as noites das mães debruçadas sobre o berço.  Em Ti a sua alegria pelo nascimento. Em Ti, pulsa, redimido e vivo o mais precioso bem da Terra, que é o carinho entre seres humanos, o seu amor subitamente desarmado e gratuito, o seu estremecer de cuidado uns pelos outros.

     Algo que nos inunda de sentido as veias da existência; que é em nós mais que imagem Tua, é já a longínqua cintilação da semelhança perdida, pela qual nos tornamos o Teu próximo caído no chão do Teu caminho real, prontos a deixar-nos tomar nos Teus braços e a aceitar o bálsamo sobre as profundas feridas; porque reconhecemos na Tua solicitude redentora o indizível amor que dançava sem condições nos olhos da nossa mãe.

O. E.

Natal Magnífico

MERRY CHRISTMAS !!!

-Reji via Compfight

     O Natal é sempre magnífico: pode ser a “tricentésima” vez que é Natal, mas o Natal não nos cansa. Já na rádio se começam a ouvir as canções, já se vê toda a gente com a árvore de Natal em casa, já se comem os chocolatinhos do calendário, até já se sabe o que vai ser o jantar de Natal!

     Mas o que gosto mais é mesmo a União e a Paz. O Natal é para todos e não é só para pedir presentes, mas também para simbolizar o nascimento de Deus.

    Mas  sabem que todos os textos de Natal têm uma mensagem, a minha é simples e tem muito valor: é a SOLIDARIEDADE.

     Como sabemos, há equipas que ajudam os mais pobres e não podemos deixar essas equipas falirem, devemos contribuir para ajudar – até pode ser com um euro, as equipas ficam contentes.

     Por exemplo, a AJU ajuda famílias: é importante dar apoio aos idosos, às crianças da nossa zona, e às mães que não têm dinheiro para cuidar dos bebés. Acho que todos nós podemos dar um pouco, não só poupar dinheiro para dar, mas também oferecer voluntariado e amor.

Tomás G, 6C

Finalmente, o Natal!

Take in your love, and then let me alone.

harold.lloyd via Compfight 

 Mais um ano que passa:

Já se ouvem além os sinos….

Comemos nozes e passas

Damos prendas aos meninos.

E aos cãezinhos também

Que são gente como nós

E todos fazem o bem,

Tanto os pais como os avós.

A Árvore sobre um sopé:

A mãe ficou entalada,

O pai magoou-se no pé,

Mas deu-lhe uma traulitada!

 

Verde e gigante, uma estrela

Fica lá em cima a brilhar,

Bolas vermelhas e belas,

 Luzinhas a cintilar!

Mas aos cães, muita atenção:

Que estão sempre a circular,

E à árvore, um encontrão

Bem a pode derrubar!

Prá equipa do Clube Naval

 Vendi rifas – quase cem!

 – Ganhe um cabaz de Natal

E o lucro é pra nosso bem.

 

Logo a seguir ao Natal,

Regatas a decorrer,

Vem um grande vendaval,

Mas – claro – sempre a vencer!

Tomás G, 6C

 (colaboração de OE)

Este Natal

   

Kevin Celedón via Compfight

      O meu presépio é uma casinha pequenina com duas varandinhas para os animais: a vaca e o burro. Os três Reis Magos vêm oferecer o ouro, o incenso e a mirra.

      Sou eu que ponho a estrela prateada com buraquinhos, com a cabeça de um anjo no meio, lá no topo da árvore. Um presente inesquecível que recebi foi um livro para pintar que eu adorava quando era pequenina.

    Este Natal queria muito que as minhas duas avós ficassem melhores. Na nossa Turma, estamos a pôr alimentos numa caixa para uma família com dois filhos de oito e doze anos. Nos escuteiros, fomos dar sacos para a recolha do Banco Alimentar, em Alvide, no Pingo Doce.

Maria B, 5B

Viver o Amor

    Christmas 2013 - Nokia Lumia 1020 - Christmas Angel Decoration

TempusVolat via Compfight 

     A minha tia fez um presépio com madeira e com plantas: é muito grande, tem umas mini boxes para pôr os cavalos. Umas portas abrem-se e vê-se Maria, José e Jesus. Está um anjinho, lá em cima, a espreitar; os Reis Magos e os pastores estão cá fora.

      Por baixo da árvore pomos os presentes; só consigo espreitar o do meu irmão que não sabe embrulhar bem. Adorei um presente em que fomos dormir ao Zoo Marine.

      Este Natal, espero muito que a minha avó fique melhor. Ela costuma fazer uma mousse ou baba de camelo para a sobremesa de Natal. A avó Zé vem sempre no Natal. Gostamos de ouvir a música de Adèle: “The only Christmas gift I want is you”. A minha avó tem um trenó com renas e um Pai Natal gigante. É muito giro ver a minha irmã de quatro anos ao pé dele, a ligar os botões que fazem “Oh Oh Oh”. Dentro do saco do Pai Natal, a minha avó esconde uma prenda: a Rosarinho descobre-a e fica muito feliz.

     Na festa da escola vamos fazer uma troca de presentes e vamos jogar, fazer um piquenique e festejar o Natal. Para mim, o Natal é o nascimento de Jesus, estar com a minha família e viver o Amor.

Maria M, 5B

Uma Festa Extraordinária

     Seasons Greetings to all my Flickr Friends!

Ross Pollack via Compfight

     O Natal é um momento muito especial, porque as pessoas têm liberdade de escrever cartas ao Pai Natal, aos amigos…

     Muita gente, no Natal, enfeita as suas casas com bonecos de neve, fora de casa, quando têm gelo, lâmpadas de várias cores a piscar à volta da casa e, dentro, a rodear a árvore de natal e estrelinhas amarelas a brilhar.

     No Natal, há quem faça viagens, eu faço todos os anos  e gosto mais ou menos, porque  faço sempre três viagens por ano: ao Irão  e aos Estados Unidos, depois mais um local que eu escolho.

     Há quem acredite que o Pai Natal, com as suas renas que puxam um trenó, entrega as suas prendas aos miúdos de todo o mundo.

     Nas férias de natal, em muitos países, neva muito e todos vão a correr brincar: batalhas de bolas, bonecos de nveve, corridas de trenó e também se pode fazer patinagem na neve gelada.

     O Natal é uma festa extraordinária para pessoas de todos os paísies, os cristãos, em especial, mas também para árabes e budistas.

     No Irão, festeja-se o Novo Ano, quando começa a Primavera, a 21 ou a 22 de Março; temos uma tradição em que pomos sete objectos começados por “S” em cima da mesa: um é uma espécie de flor com picos, um peixinho, uma moeda, uma espécie de lentilhas regadas em algodão molhado que crescem com uma relva; também bebemos batidos de cenoura; pomos ainda um peixinho de água doce num vasinho de vidro. Ao fim de 13 dias, atira-se fora a flor e liberta-se o peixinho no rio.

Daniel N, 5A

O Natal Maravilhoso

     Polar Express tickets BACK 1up RED

Creative Commons License Kevin Edwards via Compfight

     Numa noite de Natal, só se viam casas decoradas, ruas enfeitadas; num condomínio havia muitas casas, mas hoje famos falar numa casa em especial.

      Nessa casa viviam seis pessoas: quatro crianças, uma mais nova, com dez anos, um com dezasseis anos, uma com dezoito anos e, por fim, um com vinte anos; além disso, dois adultos: a mãe, que se chama Paula e o tio, que se chama Zé.

      Nós, no Natal, estamos na sala, ao pé da lareira, a ver a mesma coisa: “O Expresso do Pólo Norte”. Mas neste Natal vamos ter de fazer pausas, porque temos de levar o cão à rua. E também, este Natal, vamos passar com mais pessoas da família.

      Está quase a chegar o Pai-Natal, agora tenho de ir, Adeus!

Margarida L, 5B

Acreditar em Deus

    Turn my Darkness into Light

Josh Kenzer via Compfight

      Era uma vez um menino pequenino que estava sempre a brincar e a fazer rir as pessoas. Passou um ano e a sua mãe adoeceu com cancro no fígado. Então, todos os dias, de Janeiro a Novembro, o menino rezava para ela melhorar.

      Até que um dia, a partir do primeiro dia de Novembro, o menino pedia sete vezes por dia para a sua mãe melhorar.

     No Natal, à noite, o menino, que só tinha a mãe, ficou no hospital com ela.

     Na manhã seguinte, a sua mãe foi fazer um exame ao fígado. O médico, passado horas, foi ao quarto dar notícias. O médico disse que o cancro tinha sido resolvido!

     O menino olhou para cima e disse: 

     – Mil graças a Deus!

Afonso C, 6A

Sinos a Tocar

Holiday Decorationsliff via Compfight

     O Natal é muito importante porque estamos com a nossa família a conviver e foi quando Jesus nasceu.

      Costumo ficar com os meus pais a preparar as coisas para a linda cerimónia. Antes de os meus “convidados”chegarem, arrumo o meu quarto para dar melhor aspeto.

     Este ano, em princípio, vou tocar uma música de Natal no piano: “Jingle Bells”; agora estou a treinar uma música clássica no piano, em minha casa, ainda não comecei a treinar a música de Natal.

     Estou muito ansiosa para fazer a árvore de natal, pois gosto de ajudar. As bolas têm bonecos de neve, umas são brilhantes, e o meu irmão põe uma  estrela  lá no alto; a mãe encarrega-se de montar a árvore de Natal e pôr as luzinhas que piscam.   As prendas vão ficar por baixo e à volta da árvore, mas só se abrem à meia-noite.

      Os guardanapos ficam enroladinhos com uma cinta fininha que  tem um pai Natal ou bonecos de neve. A mesa tem petisquinhos e sobremesas como os sonhos e mousse da minha avó.

      Este Natal, desejo a todo o mundo que tenham um feliz dia, que se divirtam com as famílias e os amigos e que sejam solidários uns para com os outros. 

Inês M, 6C

A Caminho do Natal

 

 

Frostie the Snowman

Creative Commons License Carol VanHook via Compfight

     Costumo reunir-me com a minha Mãe e com os meus primos em casa dela e com o meu Pai em casa dos meus avós com alguns dos meus cento e quinze primos.

     Na árvore de Natal aprecio mais a estrela dourada e as luzes que piscam: nós temos um comando que faz com que as luzes mudem a forma de piscar.

   O presépio é enorme: a minha Mãe comprou um rolo de papel de prata para pôr no chão, à frente da árvore; as peças são de porcelana: a Sagrada Família, os três Reis Magos e o burro e a vaca.

     No jantar de Natal gosto mais do peru do que do bacalhau espiritual; as sobremesas favoritas são pai natal de chocolate e bengalinhas.

   Desejo um Feliz Natal a todas as pessoas do mundo; todos nós podemos contribuir para a Paz, não havendo guerras, ou pelo menos só de legítima defesa; ajudando as pessoas que precisam; criando um ambiente de Alegria.

Tomás O, 8C

 

 

 

 

Uma Onda de Paz

          A um de Setembro, inaugurou-se o Ano Novo para a Comunidade  docente do    CAD, na Quinta do Castelo, no Cacém.

     Os Missionários da Consolata, também representados nos seus Leigos,  gerem este  espaço imprevisível, em pleno meio urbano, onde se acolhem  carinhosamente diferentes  grupos de todas as idades e se apoiam famílias  vulneráveis.

     Na alegria do reencontro, fomos calorosamente acolhidos neste pequeno oásis – onde  pudemos passear por entre hortas verdejantes, apreciar as crias de avestruz que os pais  protegiam, os porquinhos-da-Índia convivendo com patos e galinhas, a égua Safira que  vinha pedir festas, num envolvimento de árvores frondosas que murmuravam no vento –  tudo isto gerido por uma generosa comunidade de irmãos, num espaço rumorejante de  vida e de paz.

Quinta do Castelo_Cacem

Imagem oferecida à Oficina pela Paula X

          Inspirando-nos na oração “ O Louvor das Criaturas”, gerou-se um conjunto de partilhas de vida e reflexão entre pares e grupos alargados, depois apresentadas a todos, como pequenas surpresas recíprocas, até celebrarmos festivamente a Eucaristia com o nosso padre Luís.

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Imagem da Quinta do Castelo

     Viver em harmonia com a Natureza, transmitir alegria genuína e a arte de renovar-se interiormente foram alguns dos tópicos que nos inspirou não apenas o poema de S. Francisco mas também o enquadramento humano e natural do nosso encontro.

    A cordialidade com que o Afonso e o Vítor – Leigos da Consolata – iam gerindo os ritmos e os espaços do nosso dia; a disponibilidade dos irmãos que serviram a nossa refeição e os cafés; o entusiasmo do tratador da égua Safira pelo seu trabalho com os animais; o encanto dos netinhos da senhora que cozinhou para nós – vindos com o avô para ajudá-la: outros tantos acordes fraternos da vida em plena sintonia com a beleza natural envolvente e que são a alma da Quinta do Castelo.

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Imagem da Oficina de Escrita

     O Ano Novo acendeu o sentido do nosso encontro e entrou naquele espaço vivo: infiltrou-se por todos os poros do convívio, torrencial e silencioso, encheu o vale da Quinta e ficamos submersos numa onda de Paz.

O.E.

Natal 2015

Christmas red ballsPhoto Credit: Tambako The Jaguar via Compfight

      Natal : Chegaram todos de uma vez – bombardearam-nos com a família toda de uma vez!       

     Eu e o meu primo jogamos um pouco de PS4 enquanto a festa não aquecia.

     E lá fomos ao bacalhau. A minha irmã, com uma cara de enjoada, disse que não queria e não comeu. Mas eu comi!

    Passámos para o espetáculo de Piano: canto, anedotas e poemas. Foram todos os rapazes para a cave jogar um jogo com cerveja ( eu e o meu primo metemos um bocado de vodka no nosso Ice Tea).

     Assim foi a nossa noite. Só no dia seguinte é que recebemos presentes. Quando jantamos no dia 24, com a família do nosso pai, eles dão os presentes aos meus pais e metem no meu sapatinho… 

(Transcrição)    Miguel F, 7B

A Véspera de Natal

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Photo Credit: HackerJL via Compfight 

     Era o dia 24 de Dezembro e eu estava ansiosa porque ia passar a véspera de Natal em casa da minha avó, e íamos abrir os presentes.

     Quando eram sete horas, fomos para lá. Apareceram os meus primos, os meus tios, as minhas avós e outras pessoas da família.

      Depois fomos jantar; nós, as crianças, comemos primeiro, e depois foram os adultos. Quando os adultos estavam a comer, vimos um filme de Natal muito giro.

     Nós todos estávamos à espera que fosse meia-noite, mas parecia que o tempo não andava e começamos a ficar fartos, porque estávamos ansiosos para abrir as prendas.

     Finalmente, era meia-noite; antes, eu tinha dito à minha irmã e aos primos parar irmos arrumar o quarto onde tínhamos estado a brincar. Foi então que ouvimos um sino que parecia ser de renas… De repente, bateram á porta, vimos uma data de presentes no chão! Foi espetacular!

     Depois estivemos a tirar os presentes da rua e pusemos cá dentro; a minha Mãe e a minha tia leram os nomes que estavam escritos nos presentes. Eu recebi muitos presentes, foi fantástico receber aqueles presentes todos!

     Eu adorei este Natal, por estarmos todos em família e recebi muitos presentes.

Mariana H, 6C

As Minhas Férias de Natal

     Roda_Gigante_Cascais_com_espirito_Natalicio

   Imagem: Desporto na Linha

     Nas minhas férias, eu fiquei cá por Cascais. Nunca me esquecerei quando e eu fui dormir a casa dos meus avós paternos e a minha madrinha levou-me á feira do Estoril. Andamos num divertimento que sobe e desce e anda para trás… à noite, fui eu e uma amiga da minha tia veio connosco à Roda Gigante, em Cascais, em frente à praia dos Pescadores.

     Ao princípio, eu fiquei cheia de medo, porque nós paramos lá em cima; eu agarrei-me às mãos delas e pensei no perigo que podia acontecer se as cabines caíssem, mas pensei: “Não vai acontecer nada, espero eu!”.

     Quando olhei em frente, vi uma paisagem linda que nunca tinha visto: as casas todas enfeitadas, uma igreja linda!

    À minha frente, o mar…

Catarina C, 6A

Natal 2014

feu d'artifice du 14 juillet 2013 sur le sites de la Tour Eiffel et du Trocadéro à Paris vu de la Tour Montparnasse - Fireworks on Eiffel Tower

Photo Credit: Yann Caradec via Compfight

        Este ano vou à Disney com os meus pais e o meu irmão.

     Há cinco anos atrás, eu fui passar o Natal à Disney; volto agora, porque gostámos muito e também porque queremos passar o ano no restaurante da Torre Eiffel – que deve estar cheio!

      Nos outros anos, costumo passar o Natal em casa dos tios ou dos pais!

      Uma vantagem de passar o Natal fora do país é que posso fazer patinagem no gelo entre outras atividades.

     Gosto de fazer a árvore de Natal, mas o que gosto mais é do presépio que tem algumas personagens giras. Mas o presépio que gosto mais é do que está em exposição no Cascais Shopping: vai pelos ramos acima de uma árvore de Natal. Há figuras a moverem-se, casas de tijolo, algumas com varanda. Tem uma ponte para  nós passarmos: quando estamos a olhar para o presépio, nas nossas costas está um lago, ode podemos atirar moedas e pedir os nossos desejos.

    Este Natal desejo férias e gostava de receber um simulador para a PS2. O meu voto para os estudantes:

     Não andem à briga com ninguém, portem-se bem, estudem, passem nas provas e fiquem amigos sempre.

UM BOM ANO NOVO E UM FELIZ NATAL

Martim P, 6A

Um Novo Ano de Glória

     The Wise Men 04
Photo Credit: Waiting For The Word via Compfight

     Eu costumo reunir-me em casa dos meus pais. Quem costuma fazer a árvore de Natal sou eu e a minha mãe. Gosto de ver as estrelas cintilantes e as fitas douradas. No Natal celebramos o nascimento de Jesus: por isso fazemos o presépio, trocamos presentes e a as famílias reúnem-se com Amor e Paz.  

      Os meus pais só me deixam abrir os presentes às 12h. Eu fico a conversar com a minha família, em casa, no quentinho! Eu gostava de receber um Tablet para jogar. O que eu gosto mais de dar aos meus pais é o meu carinho.

         Na minha escola, estamos a preparar a Campanha do livro solidário, para a AJU. Temos um amigo secreto para trocarmos as prendas.

    Desejo um santo e feliz Natal à minha família e aos amigos, do fundo do coração.

    Cada Natal é mais um ano de Glória!  

Carolina F, 5C

Uma Menina no Natal

Flight to Egypt 17
Photo Credit: Waiting For The Word via Compfight

     Era uma vez uma Família que se reunia em casa dos avós, no Natal. Nessa família, quem fazia o presépio eram as crianças. Quem montava a árvore eram os adultos, mas quem a enfeitava com as luzes eram as crianças.

    Uma das crianças, que estava a escrever uma poesia, gostou de um caderno que lhe deram. O que essa menina gostou mais de oferecer foi um avião telecomandado. E essa menina está  a pensar o que há de pôr em 2014 para decorar a casa no Natal.

     Na escola, ela pensa escrever poemas para colar na parede. Ela quer trazer várias coisas para ajudar os oturos. Ela gostaria de receber uma caneta, um lápis e uma borracha.

    Ela gostaria que a Família tivesse Amor e Paz. Os amigos também. E queria que todas as Famílias fossem amigas.

    Ela não se cansava no Natal, porque a menina gostava de ver a Família que não via durante o ano. Quando ela foi a Itália, conseguiu o espírito de Natal: a menina gosta de como as pessoas ajudam as pessoas que precisam de ajuda.  

    Ela achava que o que poderia fazer de totalmente novo era estudar mais, para tirar boas notas no 2º Período. 

     A menina explicou a um amigo que o Natal, cá na Terra, é quando Jesus nasceu.

Madalena C, 5A

O Meu Natal

Nativity
Creative Commons License Photo Credit: jaci XIII via Compfight

      Eu costumo ficar o Natal em casa da minha avó, que se situa no Porto, ou o meu avô vem a minha casa.

     Antes do dia dos Reis Magos, a minha empregada faz a árvore de Natal. E quando a Mãe chega a casa, faz o presépio, claro, com a minha ajuda!

    Na véspera de Natal, eu e a minha família comemos sempre um ou dois frangos e uma prato de peixe cozido. A minha sala só está enfeitada com o presépio e a árvore de Natal com brilhos cintilantes.

     Nós só podemos abrir os presentes na manhã de Natal, mas quando os meus pais acordam. O presente que eu mais gostei foiu um computador e um tablet! O presente que eu mais gostei de oferecer foi uns deliciosos bombons à minha avó.

     Eu gostava que a minha casa estivesse decorada com fitas coloridas, uma faixa a dizer: FELIZ NATAL! e muito mais. A escola, gostava que estivesse decorada com uma gigante árvore de Natal e muitas estrelas!

     No meu coração, quando chegar o Natal, gostava que estivesse sem pecados. Gostava de receber um avião telecomandado. Os meus votos para a minha Família, é que tenham o que mais desejam no Natal! Para os meus amigos o mesmo: tudo o que sonharem! Em relação ao mundo, gostava que houvesse “PAZ MUNDIAL”!

    O espírito do Natal é estarmos com a Família, para celebrarmos os anos de Jesus.

Afonso P, 5B

Memórias de Natal

     Daley Plaza Christmas Tree: Yellow Ornament
Photo Credit: laffy4k via Compfight

     As memórias de Natal estão sempre vivas em nós: em especial, costumamos sempre começar por um jantar em casa da minha avó, que faz um grande jantar de família! Com tios, primos, tios-avós, muita gente!

     Logo na entrada da casa da minha avó, vemos a árvore linda, toda decorada com bolas, estrelas, luzes…

     A pouco e pouco começam cada vez mais pessoas a chegar, é incrível!

     A mesa decorada parece mais uma mesa de Rainha espantosa e cintilante, tudo o que se põe em cima daquela mesa fica com um ar mágico, ou melhor, BRILHANTE! Há reflexos dourados, prateados… até me pergunto a mim própria, o Natal…porque tem tantos encantos, com tão diversas coisas a brilhar?

     Mas quando me pergunto, vem-me logo à cabeça:

     – Pois é! O Menino Jesus nasceu!

     Ora que idiota… de repente, dou por mim e estão as minhas queridas e lindíssimas primas a puxar o meu vestido:

     – Anda prima, vamos brincar!

     Para ser sincera, estar com elas, são muito divertidas, são as minhas priminhas! Tendo em conta que já fui a mais nova da família, percebo o que lhes viria á cabeça se eu dissesse que não; de facto, não seria nada bom. Mas depois, quando começamos a brincar, nunca mais paramos!

    Quando é hora de jantar, cada um no seu canto: as crianças na mesa pequena e os adultos na outra mesa, a minha avó e o meu avô estão sempre na cabeceira e a família toda reunida nos seus lugares. Depois, a minha avó, com a ajuda dos primos, vai buscar o jantar. Na ceia, às vezes, nem janto, com tanta brincadeira…

    Gosto de ver a árvore rodeada de presentws, alta, verdejante, por entre os ramos brilham as bolas douradas. Desejo que vivam um feliz Natal, que recebam muitos presentes e que corra o ano bem a toda a Família e aos meus amigos.

Sofia VG, 6A

As Minhas Tradições de Natal

In the Christmas Tree
Photo Credit: Susanne Nilsson via Compfight

     Quando é Natal, passo-o na minha casa. Uma coisa que eu gosto de fazer no tempo de Natal é montar a árvore: enfeito-a sempre eu, às vezes com a minha Mãe, a minha prima e o meu primo.

     Na ceia, comemos, normalmente, lasanha ou bacalhau e, para sobremesa, bolo-rei.

    Nós abrimos os presentes sempre à meia-noite, é o nosso ritual. O melhor presente que recebi foi o meu primeiro telemóvel.

    Este ano, quero que a casa fique mais decorada, eu penso fazer mais decorações, feitas à mão, com alegria, paixão e carinho.

   É isto que eu sinto no Natal: sentimo-nos alegres, reunidos. Espero o Natal com amor, como uma pessoa que adoramos , de quem temos muitas saudades: vemo-la e damos-lhe imenso amor.

Mariana S, 5C

O Natal em Família

     Christmas tree 2008/1 Рождество, Liechtenstein
Creative Commons License Photo Credit: Hellebardius via Compfight

     Eu passo o Natal em minha casa com os meus avós, os meus pais e os meus tios avós. Eu e o meu pai gostamos de fazer a árvore. Há três dias atrás, o meu irmão e a namorada mandaram três vezes a árvore ao chão e partiram bolas! Gosto em especial de um presépio feito por mim e pelos meus pais. Costuma estar numa mesa pequenina perto de uma janela; fizemos as figuras com esferovite e rolhas. Pintamos as caras e os cabelos; eu pintei as ovelhas com uma espécie de pedra que pinta.

   Na ceia, comemos bacalhau e polvo com batatas; a mesa está enfeitada com chocolates e um presépio e enfeites a fazer de neve.

    À meia-noite, nós fazemos o amigo secreto com a família e o meu cão também! Uma prenda inesquecível foi uma que os meus irmãos me deram: uma caixa de sapatos cheia de paletes de gomas. Este ano gostava de receber um telemóvel com ligação à net e aplicações. Gosto de desenhar, com lápis de cor e canetas; estas férias vou treinar no meu Diário Gráfico.

    Eu desejo a todos um muito feliz Natal e que entrem com o pé direito em 2015!

Carolina N, 6A

Natal

     Merry Christmas & Happy New Year To You
Creative Commons License Photo Credit: Mohammadali F. via Compfight

     Costumo reunir-me na casa dos pais, mas às vezes fico em casa dos meus avós. 

     A minha mãe é que faz os enfeites da casa e o presépio. Na ceia, eu como arroz de polvo e, ás vezes, empadão de bacalhau e espinafres, mas eu não gosto. As deliciosas sobremesas que prefiro são Baba de Camelo e Mousse de Manga.

     Na sala, cintila a Árvore com as suas luzes a piscar e ainda uma fiada de lâmpadas brilhantes que acendem no presépio.

     Esperamos pela meia-noite e vamos, a minha mana e eu, buscar os presentes. Como ela acredita no Pai Natal, eu a a Mãe saímos pela cozinha, pomos prendas à porta, tocamos á campaínha e voltamos a correr para a sala.

Ana Carolina O, 5B

O Meu Natal

 

Brooklyn_Museum_-_The_Nativity_-_Cuzco_School_-_overallAtribuição: Wikimedia Commons

     A Emoção      É uma Alegria no Coração;

     O Natal é o Jesus,

     É daí que nasce a Luz.

 

    As árvores de todos os Natais

   São uma felicidade para todos os casais.

   Eu gosto de prendas:

   São muitas diversões,

   Que nos aquecem os corações!

Vasco L, 5B

 

O Natal

 

Manner_of_Abraham_Bloemaert_-_Announcement_to_the_shepherds_c1600_mini

     Imagem: Wikimedia Commons

     Jesus nasceu no dia 24 de Dezembro; daí nasceu o Natal alegre e de outro mundo. Deus, o nosso Rei, o nosso Pai, o todo poderoso e o mais alegre.

     Dia 24 de Dezembro, todas as Famílias de todos os Países celebram o Nascimento de Jesus.

    A savana é onde uma pessoa corre perigo, inventa as suas próprias histórias, consegue realizar os seus sonhos e isto assemelha-se ao Natal.

    A celebração é a alegria que vem do coração.

Vasco L, 5C

Uma Mais-Valia para a Humanidade

Shining Star
Creative Commons License Photo Credit: Muhammad Ahmed via Compfight

     O Natal é a minha altura do ano preferida, porque nessa época as casas estão sempre quentinhas, pois estáo cheias de famílas em conversas inesgotáveis, risos e canções.

     Para mim, no Natal ninguém deve estar aborrecido com ninguém, porque é uma altura mágica, em que não há brigas, mas sim amor de pais para filhos.

     No Natal, gasta-se mais luz, mas a casa está enfeitada e é mágico.

    O Menino Jesus foi uma mais-valia para a humanidade, e, apesar de adorar o Natal por imensos motivos, esse é o principal.

    O meu enfeite preferido é a estrela. Para mim, a árvore de Natal tem de ser grande e gorda, as fitas, bolas, pais natal, renas, luzes, têm de estar bonitos e perfeitos, tal como eu. 

Matilde S, 6B

Quando Deus Nasce

     Merry Christmas
Photo Credit: Angelo Amboldi via Compfight

    Em minha casa, no Natal, comemos bacalhau. Sou eu que enfeito a árvore de natal. Este ano poderia enfeitar a árvore com fitas vermelhas, bolas mágicas e uma felicidade diferente. Este Natal, gostaria mais de receber uma PS4.

    O Espírito de Natal consiste em comemorar Deus ter ressuscitado e estarmos juntos em família.

    O Natal não cansa, porque ganhamos prendas e as pessoas ficam felizes, mas o melhor é dar presentes às pessoas que não têm nada, porque assim não recebemos nada dos outros. As ações solidárias são dar comida aos pobrezinhos.

    Eu já fui escuteiro e perguntei, no Pingo Doce, se as pessoas queriam participar no Banco Alimentar.

   O Natal é quando Deus nasce e nós recebemos prendas.

Manuel N, 5A

Um Natal Para Todos

     Dickens Village #3
Photo Credit: Kevin Dooley via Compfight

     No Natal, nós reunimo-nos na casa dos primos. Em minha casa, sou eu  e a minha Mãe a fazer o presépio. Para comer, há bacalhau à Brás, um bufete com cachorro quente, pão com salsichas, pizza com salame e muito mais.

     A sala vai estar enfeitada com um urso, um pássaro e a árvore de brincar a piscar. Para abrirmos os presentes, eu e as duas primas damos as prendas; cada um só pode abrir quando todos tiverem as prendas. Este ano recebo prendas de Natal por causa das notas; só pedi uma: uma tablet só para mim.

    Com ela, se calhar, vou pesquisar os animais para as aulas de EV, de Et e CN e também vou jogar.Se tiver a Tablet, jogo Subway Surfer e outro de um homem que tem um motor a jato nas costas e voa; ainda há outro jogo que é um cowboy que está numa cadeira e tem uma pistola para matar os zoombies.

     Nas férias de Natal, brinco com os amigos; alguns são meus vizinhos e jogam comigo no Clube de Futebol de Cascais.

     A todas as pessoas do mundo desejo Paz e Amor.

     Eu queria ser o homem mais rico do mundo…

Merry Christmas!

André S, 5A

Advento: 15 de Dezembro

Love Your Mother

Creative Commons License Photo Credit: Bart via Compfight

 

As palavras têm significado,

para uns são simplesmente insignificantes,

e sem saberem, tornam-se pecado.

Pecado esse que muitas vezes é perdoado,

Perdoado por Aquele que te aceita,

E aceita com qualquer defeito que tenhas.

 

Sim.

Esse melhor Amigo de quem tantas vezes te esqueces,

Cujo nome é Deus,

Que tenta chegar a ti de várias maneiras,

Muitas vezes tenta tocar-te com as palavras.

Aquelas que para tantos outros servem de companhia,

Aos mais sozinhos,

Com mais saudade de um simples abraço,

Ou até da sua rebeldia.

Quando te sentires só e sem ninguém,

Pede-lhe um simples abraço,

Porque será o primeiro a abrir-te os braços.

Não acreditas que Ele existe?

Pede-lhe na mesma!

 

adpt. Matilde Carreiras 10º14B 

Pastoral do CAD

O Espírito do Natal

     Christmas Tree ΦωΦ 〜♪
Photo Credit: きうこ via Compfight

     O Espírito do Natal vem dos nossos primos, avós, pais e familiares, mas, lá no fundo, vem da alegria de todos nós. Quem decora a árvore de Natal é a minha avó, com muita ajuda nossa e, principalmente, com o espírito de Natal e alegria pois na minha família não perdemos a esperança de Jesus Cristo nascer.

     O Espírito de Natal consiste em ajudar os mais pobres, não os tratar como se fossem escravos, mas sim como se fossem pessoas normais. Se tivermos muito dinheiro e formos egoístas, um dia, podemos ser nós a necessitar e ninguém nos vai dar nada, senão Deus Cristo, a Sua proteção.

     O Natal é quando Deus Cristo nasce e há esperança em todo o mundo, há muita felicidade diferente, luzes coloridas de cores imaginárias, enquanto esperamos pelas misteriosas surpresas deslumbrantes dentro daquelas caixinhas pequenas e magníficas.

     No Natal temos o espírito de ajudar os outros, espírito de equipa, espírito de companheirismo.

    A magia do Natal vem do coração deste convívio e do delírio de celebrar a libertação de Jesus Cristo na Terra. Se nos esforçarmos e empenharmos, conseguimos ver Jesus num horizonte infinito. Ele a fazer celebração connosco, numa festa cheia de música, com pessoas a dançar, a mostrar que o esforço e o empenho valem muito na vida.

Afonso C, 5A

O Natal é um Dia Especial

     MERRY CHRISTMAS !!!
Creative Commons License Photo Credit: -Reji via Compfight

    O Natal é feliz para toda a gente, pois convivemos com as nossas famílias.

     O que eu mais gosto é de montar a cintilante árvore de Natal e o presépio lindíssimo com a minha Mãe.

     Costumamos comer peru assado e leite-creme entre muitas outras delícias.

    Vi um belíssimo filme chamado “Frozen”: achei que era emocionante e que era um filme natalício.  A ação decorre no gelo, estava um abundante frio e era sobre uma menina que tinha poderes especiais.

     Gosto de ver uma fita colorida à volta do candeeiro da sala

    Cada vez que o meu relógio dá as badaladas da meia-noite, fico cheia de excitação para abrir os presentes. Adorei receber uma Nancy, no 4º ano, em que tínhamos de escolher a cor do cabelo, podíamos fazer penteados e maquilhagem.

     Na Escola, há uma Campanha de “Livros Solidários”, das emocionantes rifas e da troca de presentes com o “Amigo Secreto”. Os alunos de cada Turma trazem alimentos representados num cabaz, cada semana há uma lista diferente, para ajudar as famílias carenciadas.

Inês M, 5C

     

Natal

Space Christmas
Photo Credit: Allegra Ricci via Compfight

     Eu adoro o Natal, porque me traz uma alegria imensa!

    Ajudar as pessoas, ver as luzes… tudo, não sei…

     Um sentimento muito forte que me traz sempre um sorriso na cara, mesmo nos momentos maus, é algo que me deixa mais feliz do que o normal.

     Não sei, muda tudo, muda o ambiente, às vezes até faz as pessoas ajudar mais.

     É maravilhoso: as luzes, o convívio, a família toda reunida junto da fogueira, a beber nesquick – a bebida que eu mais adoro.

     Até a Lua fica afetada com o Natal, porque eu ponho chapéus de Natal.

     Não sei… simplesmente, adoro!

Mell M, 7A

Natal

sparking star treeImagem: Christmas Stock  Free Images

     Natal, 

    Que é isto?

    Já sei:

    Um sentimento

    Que me dá Alegria.

 

     Natal, 

     Que é isto?

     Já sei: parece uma onda          de Alegria,

    Risos, Magias, Danças.

 

    Natal, 

    Que é isto?

    Já sei:

    Espera,

    Será que é Amor,                   Felicidade?

   Já nem sei,

   Só sei que Adoro.

Mell M, 7A

Advento – 12 de Dezembro

Joaquin y sus 9 meses
Photo Credit: Montecruz Foto via Compfight

“Levanta-te,

olha em redor

e vê que já nasceu o dia,

e há de andar por aí uma roda de alegria.

Se não souberes a letra, a música ou a dança,

não te admires, porque tudo é novo.

Olha com mais atenção.

Se mesmo assim ainda nada vires,

então olha com os olhos fechados,

olha apenas com o coração,

que há de bater à tua porta uma criança.

Deixa-a entrar.

Faz-lhe uma carícia.

É ela que traz a música e a letra da canção.

Ela é a Notícia”

D. António Couto

Pastoral do CAD

Advento: 11 de Dezembro

Agape
Creative Commons License Photo Credit: Lawrence OP via Compfight

Meus irmãos, se alguém diz que tem fé,

mas não tem obras,

que adianta isso?

Será que a fé poderá salvá-lo?

Por exemplo:

um irmão ou irmã não têm que vestir

e falta-lhes o pão de cada dia.

Então, se algum de vós lhe disser:

“Ide em paz, aquecei-vos e comei bastante”

e, no entanto,

não lhes dá o necessário para o corpo,

que adianta isso?

Assim também é a fé:

sem obras,

está completamente morta.

Carta de São Tiago 2,14-17

Pastoral do CAD

Advento – 10 de Dezembro

The laugh broke into a thousand pieces
Creative Commons License Photo Credit: Nick Kenrick via Compfight

Irmãos, não faleis mal uns dos outros!

Quem critica o irmão

ou julga o seu irmão,

critica a lei e julga o seu irmão,

critica a lei e julga a lei.

Ora se julgas a lei,

já não és alguém que obedece à lei,

mas alguém que a julga.

Ora, só um é o legislador e juiz:

Aquele que pode salvar.

Quem és tu para julgares o teu próximo?

 

S. Tiago 2, 14 – 15

Pastoral do CAD

A Magia do Natal

     Advent
Creative Commons License Photo Credit: Michael E. via Compfight

     No Natal, costumo reunir-me em casa dos meus avós com a minha família toda. Costumo comer perú, às vezes, bacalhau, em casa da minha outra avó. As sobremesas são deliciosas: pequenas bombas explosivas com imensos brinquedos dentro e ainda os suspiros e os brownies da minha Avó.

     Na sala, a árvore, junto a uma porta de vidro, cheia de iluminações coloridas e bolas decoradas. Pendurados na lareira, dois gorros de Pai Natal.

     Em casa da minha avó paterna, cada conjunto de pais e filhos vai dar prendas aos outros: entre primos, entre tios e cunhados…

    O Pai e a Mãe fazem o presépio comigo e com a minha irmã: uma casinha de madeira que tem duas velas, uma de cada lado, e o Menino Jesus. O resto é musgo, com um lago, com um pato, uma ponte e vários bonecos como pastores e os reis Magos.

     Na Escola fazemos a Campanha do livro solidário; vamos oferecer um cabaz por Turma às famílias pobres;  a nossa sala é enfeitada com pais natal e enfeites de natal.

     Para mim, a chegada do Natal é irmos à Missa. Mas na escola, também contribuímos para o Natal, pois no dia 16 de dezembro há Missa na escola e damos os presentes aos amigos secretos. O presente que eu quero ter este Natal é um computador.

     Desejo que haja paz na minha família; que passem bem o Natal é o meu voto para os amigos. A todas as pessoas do mundo eu quero dizer que o mais importante não são os presentes, é o nascimento de Deus.

     O Natal não cansa, porque é outra vez que Deus nasce. E de cada vez é mais alegre, o Natal;  e também recebemos presentes sempre diferentes.

    Para mim, o espírito de Natal é a reunião da Família, as celebrações festivas e a partilha com os outros.

Tomás G, 5ºC

Uma Festa de Natal Encantada

     chrismas tree
Photo Credit: Pilar Diethelm via Compfight

      Dia 24 de Dezembro, eu festejo o Natal no Porto e em Lisboa, é muito giro!

    Alguns dias antes, eu a minha Mãe fazemos a árvore de natal, mas, às vezes, os meus irmãos também querem fazer a árvore.

    No dia de Natal, nós comemos bacalhau e, de sobremesa, comemos rabanadas deliciosas e uma mousse irresistível.

     Decoramos a sala com o presépio, bonecos de pai natal, bolas coloridas, luzes na árvore, estrelinhas douradas, bonecos de neve…

     Quando é meia-noite, eu dou as prendas a toda a gente e, às vezes, o meu tio, muito divertido, também dá.

    Adoro as minhas prendas, mas as que gostei mais foram um quadro para desenhar, uma Nach quando era pequenina… o presente que gostei mais de dar foi uma pulseira muito gira.

     No dia em que toda a gente pensa no Natal, eu, para ter um ambiente de Natal melhor, ponho uma música de Natal, para quando enfeitar o presépio, estarmos a dançar e a conversar na sala.

     Quando houver a Campanha na Escola, eu gostava de dar tudo o que pedissem. No cabaz, queria enfeitar a caixa de Natal.

    Gostava de enfeitar a sala de aula com pais natal, estrelas, fitas coloridas…

    E gostava de preparar o meu coração com o nascimento de Jesus.

Mafalda A, 5B

Um Natal Sempre Novo

     Stars
Creative Commons License Photo Credit:
Gertrud K. via Compfight

     Este ano, eu queria decorar a minha casa com um presépio lindo, uma árvore de Natal cheia de luzes coloridas, renas em miniatura, anjinhos e pais natal, fitas brilhantes e muitos mais enfeites bonitos.

     Na escola vamos fazer uma festa de Natal; dia 16 vamos à Missa, depois vamos para as salas com os nossos Diretores de Turma; pomos música, dançamos, trocamos presentes com os nossos amigos secretos, trazemos bolos e bebida.

   No meu coração dou atenção aos sinais do Natal, tenho uma atitude de cuidar os meus pensamentos, admiro o nascimento de Deus.

    Na hora das prendas, eu gostaria de ter a minha família toda reunida.

    A todas as pessoas do mundo, eu gostaria de mandar uma mensagem: queria que houvesse paz e amor.

Carolina S-C, 5B

Advento – 9 de Dezembro

Faith or the March of the Little Candles
Photo Credit: José Manuel Ríos Valiente via Compfight

“O Natal somos nós ao contrário.
Somos nós com os bolsos do avesso.
Somos nós outra vez meninos a aprender
outra vez a tabuada.
Outra vez sentados à lareira.
Somos nós outra vez rodeados de gente e de carinho.
Somos nós outra vez humanos.
Somos nós outra vez a fazer presépios de musgo
com as nossas mãos cheias de terra e de amor”
 D. António Couto

Pastoral do CAD

Recordações de Natal

     Christmas Tree Fruit
Creative Commons License Photo Credit: Lutz-R. Frank via Compfight

     Sempre que se aproxima a época de Natal, a minha Mãe começa por preparar tudo antes do dia especial.

     Eu, a minha Mãe, o meu Pai, o meu Irmão e a minha cadelinha costumamos montar a árvore de Natal – com a ajuda do meu Pai preferido, senão não conseguia montá-la. O presépio sou eu que o faço sozinha.

     A minha Mãe adora fazer a Ceia: bola de carne; depois, começam a chegar os meus avós, as minhas primas, os meus primos. Eu gosto de estar com a minha família toda.  Eu adoro ir ao meu quarto pôr enfeites ou luzes, mas faço isso se a minha Mãe me deixar. 

     Quando vamos abrir os presentes, eu costumo dizer:

     – Mãe, posso abrir os meus presentes?

     E a minha Mãe responde:

     – Só um , porque os presentes só se abrem à meia-noite.

     Os meus presentes preferidos foram o amor da  minha família e a minha cadelinha.

Margarida C, 5C

Na Noite Maravilhosa de Natal

     Magical Christmas
Photo Credit: SurFeRGiRL30
via Compfight

     Na noite de Natal vamos sempre jantar a casa dos meus avós. Jantamos em casa dos meus avós paternos e, a seguir, vou a casa da minha avó materna.

     Na hora dos presentes temos de ir para a salinha e cantar músicas de Natal em roda. Mas quando ouvimos o sino, abrimos a porta e vamos a correr a para a sala, abrir os presentes. E, de manhã, vamos aos meus avós paternos abrir os presentes, em grande excitação.

     Costumo fazer a árvore com as minhas irmãs. A minha Mãe, em cima da lareira, faz um presépio gigante, com musgo e, sempre que passam os dias, vou mexendo nos Reis Magos para, na noite de Natal, eles estarem lá quando o menino Jesus nascer.

     Na Ceia, comemos sempre peru, frango, batatas assadas, como eu adoro, e queijos frescos e muitas mais coisas saborosas.

    A minha sala está com imensas decorações fabulosas, como presépios, a árvore de Natal cheia de enfeites e com sacos com imagens de Natal em baixo e pais natal.

    Todos os Natais fazemos um teatro ou um poema ou vamos cantar músicas de Natal para a minha avó, os meus tios e os meus pais: é maravilhoso!

     Gostei de muitos presentes que me deram, mas gosto em especial dos que a minha madrinha me dá. No ano passado, deu-me um relógio Tante!

     Na Escola, estamos a fazer umas coroas para o Natal e eu gostava de as pôr também no meu quarto. Gostava de decorar as salas todas do Colégio e os corredores e adorava fazer um cabaz de turma.

     Este Natal, adorava receber coisas antigas do meu Avô e roupa gira, mas sem golas.

   Eu adoro o Natal, especialmente porque a família está toda reunida. Desejo um Natal Feliz e Maravilhoso para a minha Família. Para as outras pessoas, Feliz Natal.  

  – Ho! Ho! Ho!

Carlota C, 5C

Advento – 5 de Dezembro

Austria´04
Photo Credit: Jaume Meneses via Compfight
Hoje , em 1791, morria um dos génios da música – Wolfgang Amadeus Mozart.
Senhor, ao recordar Mozart, queremos agradecer por todos os homens
e mulheres que iluminaram o mundo pela música!
Através da música os nossos dias parecem ganhar um encanto diferente.
Cantarolamos quando estamos felizes…
partilhamos a música da nossa vida com os amigos…
falamos do nosso estado de alma…
através da música!
No dia de hoje, que eu não tenha nem medo nem vergonha
de cantar aquela música que ajuda a trazer luz aos meus dias!
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo…
Pastoral do CAD

Advento – 4 de Dezembro

the scarlet flowers of passion seem to grow in the same meadow as the poppies of oblivion
Photo Credit: jenny downing via Compfight

Quem é sábio e inteligente entre vós?
Pois então, mostre com a boa conduta,
que as suas ações são de uma sabedoria humilde.
Mas, se tendes no coração ciúme amargo
e espírito de rivalidade,
não vos gabeis nem mintais contra a verdade. (…)
Na verdade, o fruto da justiça é semeado na paz
por aqueles que trabalham pela
paz.
(Carta de São Tiago 3,13-14.18)

pazPastoral do CAD

Advento – 3 de Dezembro

Nap in my lap [Explored]
Photo Credit: Susana Fernandez via Compfight
Já reparaste no “jeito” de Deus?
Ele não se serve da força e do poder para intervir na história e mudar o mundo.
É através de um “menino”, símbolo da fragilidade e da dependência,
que Deus propõe aos homens o seu projeto de salvação.
Tens consciência de que é na simplicidade e na humildade que Deus age no mundo?
Já viste que a verdadeira revolução é a do amor?
Pastoral do CAD

O Meu Natal

     Strasbourg, France Christmas MarketPhoto Credit: LenDog64 via Compfight

     Antes de começar o Natal, no fim de semana, eu, a minha Mãe e a minha irmã montamos a árvore de Natal na sala e  o resto da casa fica cheio de decoração.

     Depois de montar a árvore e de enfeitar a casa faço uma lista de presentes com a minha irmã.

     Quando chega o Natal, vamos para casa da minha avó mais os meus primos, os meus tios e alguns amigos da minha mãe e do meu pai. Eu e a minha irmã vamos para a sala, ter com os meus pais e cantamos músicas de natal e dançamos.

     Quando estamos lá, nós, as crianças, comemos primeiro e depois a mina avó dá-nos um pai natal de chocolate. Depois de comermos, os adultos vão comer, enquanto nós estamos a brincar todos juntos.

     Quando eles acabam de comer, passado um bocado, já é meia-noite e o pai-natal vem. Então, eu, a minha irmã e os meus primos, ouvimos o barulho dos sinos na rua. E eu fico muito entusiasmada. Nós ficamos muito contentes e recebemos muitos presentes.

    Eu gostei muito deste Natal porque estive em família e recebi muitos presentes.

Mariana H, 6C

Advento – 1 de Dezembro

malala
Creative Commons License Photo Credit: Albert Tarragó via Compfight

     Malala, Prémio Nobel, é uma adolescente paquistanesa que ousou desafiar o regime de opressão que impede as raparigas de ir à escola.

     Malala não se cansa de repetir: “Uma criança, um professor, um livro e um lápis podem mudar o mundo (…) Eu não me importo que tenha de me sentar no chão da escola. Tudo o que eu quero é educação.”

     No início de mais uma semana queremos pedir por todos que não podem ir à escola.

     Queremos pedir por quantos não têm um professor, uma escola, ou um simples caderno!

     Que eu saiba agradecer pelo que tenho e o saiba aproveitar.

     Que na nossa campanha do “LIVRO SOLIDÁRIO” eu possa perceber que um livro pode ser LUZ!

     Mais ainda, que neste ato de dar, perceba que essa luz se transmite e cresce!

Pastoral do CAD

Ainda a Campanha do Livro Solidário

     livro solidari_mini

     A Pastoral do CAD em colaboração com as diferentes disciplinas e o projeto «Ler é crescer» gostaria de vos propor uma iniciativa de Advento a qual decidimos chamar «LIVRO SOLIDÁRIO – Uma árvore de livros”.

     O QUE PEDIMOS? Pedimos que cada aluno, colaborador Amor de Deus, família, irmã, amigo, nos ofereça um livro que tenha, por alguma razão, marcado a sua vida. Um livro que, tal como nos iluminou a nós, possa ser um ponto de luz para outra pessoa.

     QUANDO COMEÇA A RECOLHA? Vamos começar a receber o “LIVRO SOLIDÁRIO” desde já!

     ONDE POSSO DEIXAR O MEU “LIVRO SOLIDÁRIO”? Na biblioteca, secretaria ou sala de Pastoral.

     O QUE FAREMOS COM O “LIVRO SOLIDÁRIO”? Com os livros que recolhermos, e à medida que forem chegando, vamos construir uma Árvore de Natal, junto do bar do nosso Colégio. Em janeiro, à imagem do gesto dos Reis Magos, aquando da visita ao Menino Jesus em Belém, faremos chegar o “LIVRO SOLIDÁRIO” à Associação AJU e aos Lares Amor de Deus, em Portugal.

Poderá escrever, se assim o desejar, uma pequena dedicatória onde explique a importância que esse livro teve na sua vida. 

Pastoral do CAD

1ª Semana da Quaresma: Liberta-te!

     Gimp rope
Creative Commons License Photo Credit: @Doug88888 via Compfight

     Deus, vendo o sofrimento do seu povo no Egito, enviou Moisés. Este caminhou durante quarenta anos até à terra da libertação, à Terra Prometida.

     O caminho do deserto foi longo e penoso. Foi preciso ultrapassar o cansaço, o desanimo, a tentação de voltar atrás! Foi preciso querer começar todos os dias, como se fosse o primeiro!

     No início de mais uma caminhada de preparação para a Páscoa, liberta-me, Senhor, do meu comodismo, da forma egoísta de ver a vida, da minha tentação de fechar os ouvidos e o coração. Liberta-me da tentação de só querer fazer a minha vontade, de resistir à mudança que me é pedida. Liberta-me dos meus fantasmas, da minha preguiça, da critica que magoa e destrói!

     Apesar do cansaço, apesar das tentações, que eu queira fazer silêncio para me ouvir, para Te ouvir, Senhor!

 Pastoral CAD

7 de Março – S. Domingos Sávio

     domingos_savio_mini

   Origem da Imagem de  S. Domingos Sávio  – 

     Domingos, porque era um aluno aplicado, obteve sempre o primeiro lugar na turma, além de outras distinções por causa do seu bom comportamento e pelo cumprimento dos deveres.     

     Um dia, alguns dos colegas encheram de pedras a estufa da turma. Era uma grave falta de disciplina, que merecia como penalidade a expulsão dos infratores. Estes, porém, acusaram Domingos de ter sido o autor do ato. O professor, embora duvidando, teve que ceder diante das evidências que lhe apresentavam. Chamou Domingos, e castigou-o diante dos colegas, dizendo que só não o expulsava por ter sido a sua primeira falta. Domingos baixou a cabeça e nada disse.

    No dia seguinte, descobriu-se a verdade! O professor chamou então Domingos e perguntou-lhe por que não se tinha justificado. Ele disse que queria imitar Nosso Senhor, que foi acusado injustamente e não se defendeu. Além do mais, sabia que se ele falasse em sua defesa poderia causar a expulsão de outros alunos.

Pastoral CAD

Início da Quaresma

   Enlightened
Creative Commons License Photo Credit: Lawrence OP via Compfight

      Não dês esmola diante dos outros, para seres vistos por eles; aliás, não tereis mérito junto do vosso Pai que está nos céus.

     Quando deres esmola, não faças tocar a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas,para serem glorificados pelos homens.

     Mas, quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita, para que a tua esmola seja dada em segredo.

     E, quando rezares, não sejas como os hipócritas; que gostam de rezar de pé, e nas esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Mas tu, quando rezares, entra no teu quarto e reza a teu Pai que está presente no segredo.

     E, quando jejuares, não vos mostreis tristes como fazem os hipócritas; porque desfiguram os seus rostos, para que aos homens pareça que jejuam. Tu, porém, quando jejuares, perfuma-te e põe um sorriso no rosto, Para não pareceres aos homens que jejuas.

 (Mt. 6: 1-6,16-18)

Pastoral CAD

Janeiro: 5ª Manhã

live strong...
Creative Commons License Photo Credit: David via Compfight
     Aprendemos a voar como pássaros e a nadar como peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos.
     De facto, a verdadeira medida de um homem não é como ele se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas como ele se mantém em tempos de controvérsia e desafio.
Martin Luther King
(Pastoral Cad)

Oração de Advento: 21ª Manhã

Detail: Rosette Nebula (NASA, Chandra, 09/08/10)
Creative Commons License Photo Credit: NASA’s Marshall Space Flight Center via Compfight

Para haver Natal este Natal 
Talvez seja preciso reaprendermos
Coisas simples!
As mãos preocupadas com embrulhos
Esquecem outros gestos de amor,
Os votos rotineiros que trocamos
Calam conversas que nos fariam melhor,
Os símbolos apenas se amontoam
E soltam uma música triste
Quando já não dizem aquela verdade profunda!

Para haver Natal este Natal
Talvez seja preciso recordar
Que as vidas começam e recomeçam
E tudo isso é nascimento

Que as esperanças ganham sentido
Quando se tornam caminhos e passos,
Que para lá das janelas cerradas
Há estrelas que brilham
Talvez nos bastem coisas
Afinal tão simples:
(1) A verdade dos reencontros;
(2) A oração como confiança;
(3) A certeza de que Jesus nasce.

Pe. Tolentino Mendonça

Pastoral CAD

Oração de Advento: 20ª Manhã


Star of Wonder
Creative Commons License Photo Credit: CliffMuller via Compfight

      Por aqueles dias, saiu uma lei da parte de César Augusto, para ser recenseada toda a terra. Todos iam recensear-se, cada qual à sua própria cidade.

     Também José, deixando a cidade de Nazaré, na Galileia, subiu até à Judeia, à cidade de David, chamada Belém, a fim de se recensear com Maria, sua esposa, que se encontrava grávida.

     E, quando eles ali se encontravam, completaram-se os dias de ela dar à luz, e teve o seu filho primogénito, que envolveu em panos e recostou numa manjedoura, por não haver lugar para eles na hospedaria.

     Na mesma região encontravam-se uns pastores, que pernoitavam nos campos, guardando os seus rebanhos durante a noite. Um anjo do Senhor apareceu-lhes, e a glória do Senhor envolveu-se neles; e tiveram muito medo.

     O anjo disse-lhes: «Não temais, pois anuncio-vos uma grande alegria, que o será para todo o povo:

     Hoje, na cidade de David, nasceu-vos um Salvador, que é o Messias Senhor. Isto vos servirá de sinal: encontrareis um menino envolto em panos, e deitado numa manjedoura.»

                                                                Do Evangelho segundo S. Lucas

Pastoral CAD

 

Oração do Advento: 16ª Manhã

Heart
Photo Credit: seyed mostafa zamani via Compfight
Ainda que eu tenha conheça todos os mistérios e toda a ciência,
ainda que eu tenha tão grande fé que transporte montanhas,
se não tiver amor, nada sou.
Ainda que eu distribua todos os meus bens
se não tiver amor, de nada me aproveita.
O amor é paciente,
o amor é prestável,
não é invejoso,
não é arrogante nem orgulhoso,
nada faz de inconveniente,
não procura o seu próprio interesse,
não se irrita nem guarda ressentimento.
Não se alegra com a injustiça,
mas rejubila com a verdade.
Tudo desculpa, tudo crê,
tudo espera, tudo suporta.
1ª Carta de S. Paulo aos Coríntios, 13  – Pastoral CAD

Oração de Advento: 14ª Manhã

Remember the summer
Photo Credit: pgpdesign (paul) via Compfight
     O velho Mestre pediu ao jovem aprendiz, que estava muito triste, que colocasse uma mão cheia de sal num copo de água e bebesse.
    -”Qual é o gosto?” – perguntou o Mestre.
    -”Muito mau” – disse o aprendiz.
    O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse noutra mão cheia de sal e a levasse a um lago.

    Os dois caminharam em silêncio e o jovem atirou o sal para o lago. Então o velho disse:
   -”Bebe um pouco dessa água”. Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:
   -”Qual é o gosto?”
   -”Bom!” disse o rapaz.
   -Consegues sentir o gosto do sal?’ perguntou o Mestre.
   -”Não” disse o jovem.
   O Mestre então, sentou-se ao lado do jovem e disse:
   -”A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando sentires a tristeza da dor, a única coisa que deves fazer é dar o sentido a tudo o que está à sua volta.
É dar mais valor ao que tens do que ao que perdeste. Em outras palavras: É deixar de Ser copo, para te tornares um Lago.”

Pastoral CAD

Oração de Advento: 13ª Manhã

   Big Heart of Art - 1000 Visual Mashups
Photo Credit: qthomasbower via Compfight

     Quando eu era jovem e a minha imaginação não tinha limites, eu sonhava mudar o mundo.

     Quando fiquei mais velho e mais sábio, descobri que o mundo não mudaria: então limitei um pouco as minhas ambições e resolvi mudar apenas o meu país. Mas o país também me parecia não mudar.

     No fim da vida, numa última e desesperada tentativa, quis mudar a minha família. Mas eles não se interessaram nada, afirmando que eu repeti sempre os mesmos erros.

     No meu leito de morte descobri por fim que se eu tivesse começado por corrigir os meus erros e mudar-me a mim mesmo, então o meu exemplo poderia transformar a minha família.

    O exemplo da minha família talvez contagiasse a vizinhança e assim eu teria sido capaz de melhorar o meu bairro, a minha cidade, o meu país e, quem sabe, mudar o mundo…

(Palavras escritas no túmulo de um bispo anglicano, numa catedral em Inglaterra).

Pastoral CAD

Oração de Advento: 11ª Manhã

     Iran,Tehran
Creative Commons License Photo Credit: Mohammadali F. via Compfight
      Obrigado, Senhor, pelos amigos que nos deste. Os amigos que nos fazem sentir amados sem porquê.      Que têm o jeito especial de nos fazer sorrir. Que sabem tudo de nós, perguntando pouco. Que conhecem o segredo das pequenas coisas que nos deixam felizes.
    Obrigado, Senhor, por essas e esses, sem os quais caminhar pela vida não seria o mesmo. Os amigos que nos aguentam quando o mundo parece um sítio incerto. Que nos incitam à coragem só com a sua presença. Que nos surpreendem, de propósito, porque acham mal tanta rotina. Que nos dão a ver um outro lado das coisas (…).
     Obrigado pelos amigos incondicionais. Que discordam de nós, permanecendo connosco. Que esperam o tempo que for preciso. Que perdoam antes das desculpas.
    Os que trazem até nós o imprevisível do teu coração, Senhor. ‘
Pe. Tolentino de Mendonça (adpt)