Combate Pelo Verão

NERF Jessica C via Compfight

      Era inverno e nós éramos três irmãos: duas raparigas e um rapaz. Nós adorávamos, mas queríamos o verão.

     A nossa avó ajudava sempre os animais, por isso não lhe fazia diferença; nós só queríamos saltar à  corda, não ler e fazer cálculos, mas sim nadar com a pracha e um fato de mergulho.

     E também porque no verão, no meu aniversário, podia ver as estrelas no meu telescópio e não estudar os micróbios no microscópio; podíamos andar a cem e não andar de carro…

     Passaram vários meses e, finalmente, está aqui o verão! Podia-me esquecer, só que fui enganado: só a pensar nisso, não estudei, fui totó e chumbei. Tive de fazer tudo o que devia ter feito no inverno, na escola: por isso, estudem!

     Logo nos primeiros quinze dias tive de ficar na escola, a ter aulas de recuperação. Mas aí houve um tiroteio: um tipo com uma arma a sério contra outro com uma nerf, que era eu! E então, finalmente, pude viver o verão em Paz com as minhas irmãs!

Afonso S, 5C

Comentário a “O Almocreve” de Machado de Assis

Imagem: da Capa do Livro de Machado de Assis

     Assim que o narrador se sentiu salvo, foi inundado por uma onda de gratidão e de admiração, pela perícia demonstrada pelo Almocreve, e sentiu o desejo de o recompensar.

    Mas  o narrador, quando se aproximou do dinheiro, começou a hesitar se não estaria a dar demasiado. Pensou: “Calma, estou a fazer bem. Se calhar dar-lhe as 3 moedas foi uma decisão no calor do momento.”

     Observou-o, viu que era muito pobre, que bastaria uma moeda para equiparar ou até para superar a boa ação do outro. Se calhar, ele tinha agido simplesmente por defeito profissional, por um impulso natural, por saber domar burros, pelo seu saber profissional, pela sua condição humilde.

     Nesta mudança de atitude, o narrador mostrou-se mesquinho, avarento e mal-agradecido.

     Após uma experiência que poderia ter sido mortal, ele sentiu-se grato e satisfeito apenas com a recuperação da vida; já não estava a dar importância ao material, mas sim à vida. Mas quanto mais esquecia essa experiência, cada vez mais pensava no material e regressava ao seu egoísmo natural.

     Porque já estava bem, não ia morrer, sentia-se fora de perigo, voltava a ver a vida como uma garantia e desprezou o seu salvador.

    (Comentário ao Cap XXI “O Almocreve” de Memórias Póstumas de Brás Cubas de , Machado de Assis)

Miguel F, 9B

Os Mistérios da Linguagem – II

smart cookieImagem: Leonard J Matthews Flickr CC

     As pessoas podem ser possuídas por uma “carga agressiva” porque temos emoções,  e transmiti-la nas palavras, pois as palavras, se voam como gaivotas, também nadam como tubarões.

      A força das palavras para “voar” indica que elas criam sonhos e superam obstáculos; a agilidade das palavras em “nadar” também nos mostra que elas podem impor limites e fazer o outro parar.

      Comunicar não é só falar, mas sim escutar, pois nem sempre se trata de falar com palavras, mas sim escutar a beleza das palavras das outras pessoas. 

Margarida Cc, Francisco M N, OE

(Exercício de escrita criativa segundo o livro “Quero Ser Escritor” de Margarida Fonseca Santos e Elsa Serra)

O Hamburguer


  Imagem: Tasty Hamburguer Gifs

     Era uma vez um Hamburguer muito solitário, que chorava muito, só bebia batidos de morango e chorava. Quando chovia, ainda mais chorava. Mas um dia ele fez uma amiga: a senhora Bonga, que estava muito feliz.

     O Hamburguer perguntou-lhe:

      – Olha, por que estás sempre feliz?

      A Bonga respondeu:

      – Não, isso é um problema de família: nós comemos muito açúcar, ficamos elétricos.

      O Hamburguer, sempre desanimado, um dia ficou muito feliz quand soube que ganhou no euromilhões e, com muita alegria, saiu de casa em cuecas, a gritar:

      – Sou rico, sou rico, sou rico!

      E as pessoas comentavam:

      – És rico de estupidez!

      Quando foi levantar o dinheiro ao banco, ficou espantado: estava rico para toda a sua vida de tristeza!

      Quando chegou a casa, cheio de comida e de tecnologia de ponta, viu a sua figura de parvo na televisão. E o senhor das notícias, que estava ao microfone, disse:

     – O maluco que ganhou o Euromilhões, vem amanhã à “Estupidamente TV” e é melhor que esteja a ouvir, maluco.

     No dia seguinte, o Hamburguer estava a conduzir o seu ferrari para ir à “Estupidamente TV”, quando, para seu espanto, viu uma gaivota a conduzir um autocarro. Foi aí que o Hamburguer se esmigalhou todo e ficou dois anos colado a uma cama de hospital.

     E disse:

     – Quando tenho sorte, vem-me o azar. Porquê? Porquê? 

Lourenço C, 6B

A Terra Maluca

Eve Vegas 2015 Commemorative PosterCreative Commons License Bryan Ward via Compfight

    Era uma vez uma terra distante, num sistema solar maluco, um planeta sem regras. havia pessoas muito doidas, que até matavam moscas com a língua e comiam. O senhor maluco Gertrudes I, tinha uma só regra: não havia regra. E ele também era muito rico; tinha um castelo com servos robôs.

    Mas aquele planeta era demais: tinham divertimentos no meio da estrada, passavam os sinais vermelhos e até faziam corridas de moscas. Só havia uma coisa má: era o senhor Jackson II, ele só roubava mísseis e coisas de segurança e por isso é que o país ficava pobre.

     Então, o senhor maluco Gertrudes I disse:

     – Já chega! Vamos derrotar Jackson II!

    Depois, os malucos contra os ladrões fizeram uma guerra de doidos e, até que enfim, os malucos ganharam!

Lourenço C, 6B

Os Macacos Assaltantes

Imagem: Prank-Monkey_Jokes

      Era uma vez uma família de quatro pessoas que planearam um lanche na praia. Quando estavam a caminho da praia, não havia pessoas na estrada nem na praia. Eles acharam isso muito estranho.

     O pai disse que as pessoas tinham ido para a praia norte, porque aquela praia estava poluída. Mas a praia norte não era praia fluvial e estava com água.

     Quando chegaram à praia norte, já estava imensa gente e havia macacos a roubar as pessoas. 

     Os quatro exclamaram ao mesmo tempo:

     – Quando é que lanchamos? É que nunca mais lanchamos! 

     Nesse momento olharam para trás e viram um macaco a roubar-lhes o carro! Mas eles não sabiam o que fazer. Então decidiram chamar um taxi e ir para casa. A Família era composta pela mãe, Maria, pelo pai, João e os dois gémeos, Tôto e Totó.

Lourenço C, 6B

A Família Preguiçosa

Polyptych | Happy Port Aikawa Ke via Compfight

     Era uma vez uma família que estava sempre no computador e chamava-se “Famíla Preguiçosa”. O filho não ia à escola, os pais não trabalhavam e estavam sempre a dormir. Só comiam comida de plástico e eram tão gordo que nem cabiam no seu próprio carro.

     Um dia, um dos seus computadores avariou e tiveram de sair de casa para o levar a arranjar, mas as pessoas, quando olharam para eles, disseram:  

     – Que família porca e suja e gorda!

     Então, eles ouviram aquilo e sentiram-se envergonhados e furiosos.

     Um dia, quando o computador ficou arranjado, o pai disse:

     – Família, hoje vamos fazer uma grande mudança: vamos ser mais saudáveis.

     E o pai pôs o computador no lixo, inscreveu a família no ginásio e só comprou comida saudável; só viam televisáo depois do jantar e o filho ia sempre à escola.

      Passado um ano, estavam magros e com melhor aspeto, e as pessoas nunca mais gozaram com eles.

Lourenço C, 6B

A Jóia

Police officer Black Zack via Compfight

     Era uma vez um homem muito perigoso, o mais procurado de  todos: tinha acumulado cadastros relativos a assaltos de bancos e fugas de prisão. Ele era uma pessoa que não se cuidava, tinha uma barba até ao umbigo, umas sobrancelhas hirsutas e uma boca assustadora, com dentes para fora e um nariz superminúsculo. 

     No dia 28 de Setembro de 2016, o homem planeou uma lavagem de dinheiro com o seu amigo presidente do banco. Esse dinheiro chegava no dia 31 de Dezembro – já sabem o ano – e quem o transportava para a mansão do homem mais procurado era o funcionário ou o secretário do presidente do banco.  

     O funcionário estava preocupado com as paragens de auto-stop, porque o que havia lá atrás era sério. Então, passado uma hora, foi mandado parar pela polícia e o camionista estava muito assustado porque eles tinham cães altamente treinados.

Lourenço C, 6B

A ida à Prof. Inês

      Numa terça-feira á tarde, uma amiga minha, chamada Maria, chamou-me, para me perguntar se eu queria ir estudar Ciências Naturais com ela, na Oficina de uma professora muito querida chamada Inês, a quem chamávamos professora Inês P.

      Assim foi, subi até ao piso da biblioteca. Quando nós chegamos, faltavam ainda vinte minutos para as 14 horas. A minha amiga Maria foi perguntar à professora Inês se eu podia ir para  a acompanhar. A professora, com um enorme sorriso na cara, respondeu assim:

     – Claro que sim, podes trazer a tua colega… Como é que tu te chamas?

     – Eu chamo-me Constança. – respondi. – Que nome tão giro…”Constança”. Bem, agora tenho de continuar a dar aulas a esta aluna… mas às 14h 00 cá vos espero! – disse ela.

     – Ok! – Respondi. – Às 14h cá estaremos, professora.

Constança G, 6C

Life of Horses – IV

HorseCreative Commons License Mark via Compfight

      Um dia, a Flora estava muito zangada com tudo e com todos. Ela estava numa cerca muito linda, mas como ela queria fugir, fugiu. Passou por montanhas, vales e florestas, até chegar a um prado muito florido.

     Estava a passar por lá um Mustang, que era diferente dos outros: era todo preto, com uma crina muito grande, só que estava com um penso na crina.

    Ele estava a ir em direção à Flora; ela tentou fugir, mas não conseguiu, porque as ferraduras novas estavam a fazê-la tropeçar. De repente, apareceu um cavalo à frente dela que lhe disse:

     – Olá, eu sou o Veloz, um cavalo dos Índios!

     A Flora apresentou-se:

     – Olá, eu sou a Flora, eu era um cavalo selvagem, só que me apanharam. Queres fazer uma corrida?

      Respondeu o Veloz:

      – Claro! Mas acho que tirarmos-te essas ferraduras.

      Eles deram coices em pedras, em árvores, até que as ferraduras caíram. Começaram a correr: o Veloz ia á frente, mas a Flora deu um salto e ficou próxima dele. O Mustang ficou em primeiro lugar, mesmo assim, por uns segundos a mais que a Flora.

     O Veloz disse:

     – Queres conhecer os meus donos?

     A Flora respondeu:

       – Quero!

      Quando chegaram à vila, os humanos agarraram logo a Flora para ficarem com ela, mas chegou lá uma menina para ajudar aquela pobre égua. A menina acalmou-a e ficou com ela, porque a Flora não queria sair de junto dela.

      O Veloz disse, a rir:

      – Ah, ah, ah! Mal chegas e já tens uma dona! E essa é uma treinadora de cavalos.

      Enquanto estavam a falar, a menina pòs-lhe um arreio e uma manta azul por cima dela para a montar.

Margarida L, 6B

Life of Horses – III

HorseCreative Commons License Mark via Compfight

     Num dia de concurso, era a vez de Trovão. Mas havia um pequeno problema: o Trovão só conseguia saltar ao ouvir rock’n roll do Elvis. Só que o rádio estragou-se, porque um gato saltou para cima dele.

     Então tiveram que comprar um rádio novo que tivesse grandes colunas para que os gatos tivessem medo deles. Tinha chegado a vez de Trovão: ele deu grandes saltos, correu como se fosse a luz; o juri ficou espantado e deu-lhe a nota máxima.

     Quando chegou a vez de receber o prémio, ficou o Trovão em 1º lugar, a mãe em 2º e, em 3º, um amigo da Flora.

Margarida L, 6B

Life of Horses – II

Keeping an Eye on ME, brightened.Creative Commons License Tom Driggers via Compfight

     Numa certa quinta, estavam a precisar de cavalos e de mais animais.

     Lá viviam duas pessoas:  a Inês, a irmã mais velha, que tinha um longo cabelo da cor do mel e uns olhos da cor do mar; ela usava uma camisa azul, umas calças castanhas claras e umas botas de cavaleira; e a sua irmã mais nova, Mariana, que tinha também o cabelo da cor do mel e uns olhos azuis como o céu; ela vestia-se com um casaco cinzento. calças de ganga e botas de montar.

     As duas irmãs foram montar os seus cavalos para irem procurar mais vinte mil cavalos, por isso voltaram para a montanha. Passadas três horas, chegaram e apanharam logo o chefe; com o chefe apanhado, todos os outros foram atrás dele, até a sua filha.

     Quando chegaram à quinta, prenderam todos os cavalos num campo com cerca eletrificada. Tentaram montar a Flora, que já era uma grande égua. A Mariana caiu logo, mas a Inês conseguiu. Ela ficou muito contente, mas o pai estava sempre preocupado com ela, porque mesmo que ela estivesse presa ali, continuava, na mesma, a falar com a loba e o leão que já eram grandes.

     Passados cinco anos, os cavalos todos já estavam domados. A Inês tinha dois cavalos: a Flora e o Trovão, o chefe. A Flora passava a vida a ser toda arranjada, o Trovão era usado para concursos e a mãe passava a vida a fugir.

Margarida L, 6B

Life of Horses – I

I think horse photography is going to be my new pleasure !! Welsh photographs via Compfight

     Era uma vez, numa terra distante, onde viviam veados, cavalos selvagens, zebras e muitos outros animais, numa floresta gigantesca com cascatas.

    Mas havia alguém que não era feliz: os cowboys que adoravam apanhar cavalos selvagens novos!

     Espalhou-se uma nova mensagem do chefe dos cavalos selvagens, Trovão:

     – Um novo potro vai nascer! Passados 5 minutos, já se via a nova cara. Ela estava a saltar  pela montanha! A nova cara era amarela como o mel, com olhos azuis e as crinas eram castanhas como a casca das árvores.

     Passado um ano, essa linda égua já estava grande, e o pai dela chamou-a:

    – Flora, vem cá!

    – Estou a ir, pai!

    A única coisa que ele queria dizer era para ela não passar da fronteira onde estavam os lobos e os leões. Mas ela estava com tanta curiosidade, que foi. Ela foi rodeada por um leão e por uma loba.

    – O que está aqui a fazer uma eguinha?  – exclamou a loba, ao ver a Flora.

   – Deixem-me em paz, eu queria só fazer alguns amigos.

   E disse a loba:

     – Que sorte que eu tenho! Eu também só queria uma amiga, em vez desse leãozinho. Eu sou a Veloz e esse leão aí é o King.

     – E eu sou a Flora.

     De repente, saltou um cavalo para ajudar a Flora, porque pensava que iam atacá-la.

     – Não lhes faças mal, Cinza! – gritou a Flora – São meus amigos. Eles também, só com uma patada, tu caías ao chão. Já sabes que não és forte.

Margarida L, 6B

A Família Pintora – III

Artwork (White Horse)Creative Commons License Mark Coleman via Compfight

     A pantera rosnou tão alto que se ouviu na China; a mãe pôs-se á frente do cavalo para a Escuridão não o atacar.

     A Mãe entendeu que o cavalo queria ficar com aquela família. Então, deitou a bicicleta para o lixo e comprou uma quinta para onde iam viver.

     Essa quinta tinha uma casa com quatro andares; no rés-do-chão, havia a entrada, a sala e a cozinha, no primeiro andar tinha um quarto de hóspedes; no segundo andar tinha o quarto da Mariana, onde dormiam ela e a Escuridão; no terceiro andar ficava o quarto de Sofia e, por último, o sótão.

     No jardim, havia um amplo estábulo onde vivia o lindo cavalo branco, que passou a chamar-se Albatroz. E todas as noites, a Escuridão ficava a vigiar o Albatroz.

Margarida L, 6B

A Família Pintora – II

Running From the Sun Russ Seidel via Compfight

     A Família pintora ia acampar, naquele dia, com a sua querida pantera. A Mariana estava a pintar um cavalo branco como a neve que estava a correr ao lado do carro. Quando chegaram, havia uma coisa branca a andar à volta do acampamento e a Sofia disse à Mariana:  

      – Filha, queres ver o que está a andar à nossa volta?

      Ela respondeu:

      – Claro!

      Quando foram ver, era o cavalo que tinha vindo a correr com o cavalo; ele foi ter com a mãe de Mariana, para se deitar ao pé dela, mas quando viu a pantera, deu um alto até às nuvens!

       Mas a Sofia agarrou a crina dele, para ver se aquele cavalo misterioso ficava calmo.

       No dia seguinte, a Família estava a regressar a casa e, no caminho de volta, apreciaram as árvores centenárias, com os troncos cobertos de heras, os campos primaveris salpicados de papilas e uma cascata espumejante de água límpida.

(Continua)

Margarida L, 6B

A Família Pintora – I

panthera pardus Joachim S. Müller via Compfight

     Era uma vez uma Família muito simpática que adorava pintar com o computador, o telemóvel, o Ipad…

     Um dia, a mãe Sofia foi andar de bicicleta na praia, enquanto a Mariana, a filha, estava a desenhar no telemóvel e, atrás dela, a Escuridão: a pantera delas. A Mariana estava a desenhar o pôr-do-sol e a água a bater nas rochas.

     Quando chegaram a casa, a Escuridão foi para cima da sua árvore favorita, a mais alta e com mais folhagem, mas com uns ramos que, se um elefante lhes dessem um toque, os ramos caíam, mas a Escuridão era leve como uma pena.

     A Mariana tinha um cabelo liso e escuro como um tronco de uma árvore; a mãe tinha o cabelo num tom amarelo como o sol; a Escuridão, uns olhos azuis como o céu limpo e o pelo escuro como a noite.

     Quando a Mariana saiu para o jardim, para pintar a  sua querida amiga Escuridão, a pantera tinha feito uma pose de orgulho e a Mãe saiu para ajudar a filha com a tela e as tintas.

Margarida L, 6B

Gelados Versus Cães

Teddy's - Famous For Ice CreamCreative Commons License William Murphy via Compfight

      Era uma vez uma família que adorava animais, menos a sua única filha, Sofia. Ela gritou com o cão:

       – Sai daqui, animal nojento!

      O cão baixou as orelhas e foi embora.

      A mãe e o pai estavam sempre a dizer-lhe:

      – Os cães são tão bonitos!

       Mas a filha não ouvia, só pensava em comer gelados.

       Um dia, a família ia acampar durante um mês. Fizeram as malas: a da Sofia tinha receitas para fazer gelados, gelados, a sua roupa e o material de ténis. A da mãe tinha o seu telemóvel, comida de cão e outras coisas. A do pai tinha o seu Ipad e pastilhas elásticas. A mala dos cães tinha brinquedos, biscoitos, as suas camas e as suas escovas.

       Os cães queriam ir logo, só que a menina não queria que os cães fossem, mas os pais não os queriam deixar para trás. Então, lá foram para o acampamento, mas é óbvio que os cães foram.

      Quando a Sofia abriu a mala, viu os dois cães a comer os seus gelados. Os pais exclamaram:  

       – Oh, que fofos!

      A Sofia reclamou:

      – Agora só tenho cinquenta gelados! Só me dá para um dia!

      Os cães ajudaram a montar as tendas enquanto a Sofia se estava a lamentar pela perda dos seus gelados.

      Quando os pais já estavam a dormir, Sofia tentou matar os cães, mas não conseguiu. Os pais acordaram, os cães chamaram-nos e viram a filha com a faca nas mãos. Mas o Marmaduke, que era um dos cães mais alto do que a Sofia, escondeu-se atrás da Mãe.

Margarida L

Avatar – II

Imagem: Avatar Movie

     A vida de Miriam não era só trabalhar: ela adorava basketball; então, pensou em formar uma equipa.

     – Vou ver se encontro dois Avatares humanos. Mas em vez de encontrar dois Avatares, encontrou dois humanos que estavam a surfar.

      Ela chamou o seu Dragão, mas em vez de vir sozinho, veio Jason, e gritou:

      – Porque estás aqui? Este é o sítio dos humanos!

      – Eu sei, deixa-me em paz! – E subia no seu Dragão, levantando voo.

       Chegou ao pé dos dois rapazes, desceu do seu Dragão e perguntou:

       – Querem ser Avatares?

       Os dois responderam em coro:

       – Sim!

       Eles foram buscar os seus Avatares e Miriam perguntou:

      – Quais são os vossos nomes?

       – O meu nome é Artur e este é o Lourenço, mas tratam-no por “Cata”.

       A Miriam decidiu:

      – Tu, Artur, vais-te chamar “Urso” e o Lourenço vai-se chamar “Cata”, não quero mudar.

      Ela apresentou-os ao Chefe, mas em vez de lhe dizer que eram humanos, disse que eram mesmo Avatares. Depois perguntou-lhes se queriam fazer uma equipa de basquete, mas primeiro teve de lhes dar um Dragão a cada um cavalo, porque os jogos de basquete precisavam deste equipamento.

      Foram voar, mas sempre que um deles caía, Miriam ia apanhá-los com o seu Dragão.

Margarida L, 6B

Avatar – I

 

Imagem:  Avatar Movie

     Era uma vez num planeta distante, umns seres bastantes diferentes: eles tinham o dobro do nosso tamanho, eram como uns tigres azuis às riscas; de um tom azul escuro e o resto azul-claro; o seu cabelo era da cor do chocolate negro.

     Uma menina da mesma espécie chamava-se Miriam e era a filha do chefe Raksa. Miriam tinha um dragão gigante, vermelho, com riscas pretas, algumas partes amarelas e a ponta da cauda tinha um bocadinho de azul. Ela também tinha um cavalo exatamente igual a ela.

    Mais ou menos a 10 km dali viviam humanos que, quando montavam esses seres, a quem vamos chamar Avatares, ficavam com os seus corpos para  transportar a mente dos humanos para o cérebro dos Avatares.

    E havia um novo recruta para os humanos, o Jason, que era paraplégico e, quando o puseram na mente do seu Avatar, ficou louco de alegria, porque ele conseguia andar!

    No dia seguinte, Jason foi fazer explorações com o seu Avatar, porque ele já não conseguia sair daquele corpo.

     Nessa altura, encontrou Miriam. Os seus companheiros já tinham o solto lá para fora. Miriam, como sabia que ele era humano, gritou com um ar muito furioso:

     – Sai daqui!

      Mas quando Miriam lhe foi acertar com uma flecha, apareceu um espírito pois, quando os Avatares querem matar um ser humano, ás vezes aparece um deus.

  – Eu não vou fazer nada de mal.  – E baixou a flecha.

     Miriam chamou o seu Dragão e disse:

     – Sobe, rápido!

     O Dragão não queria que o espírito subisse também. Então, a Miriam não o pôde deixar ir: foram pelo chão, passaram por árvores maiores que uma montanha, chegaram a uma ilha flutuante e alcançaram a árvore da vida. 

(Continua)

Margarida L, 6B

 

Sugestões para Inovar a Escola


Anita Purves Nature Center
Creative Commons License Taylor Studios, Inc. via Compfight

      Nos recreios e em certas aulas, os alunos poderiam ouvir Funk; as salas poderiam estar de acordo com o gosto das pessoas, pois seriam mais apreciadas; poderia haver um canto para cada aluno e customizado por ele; as pessoas com gostos em comum poderiam juntar-se em grupos para trabalhar.

    Poderíamos fazer workshops com duas ou três disciplinas combinadas, como Ciências, FQ e TIC e com um microscópio que vê as coisas muito detalhadamente. Com um microscópio desses  analisávamos células animais, substâncias químicas, energias e a própria luz. Teríamos uma placa gráfica, uma motherboard e um monitor a fim de realizar uma exploração ao micromundo.

    Nos trabalhos de Grupo, acho que os alunos devem escolher com quem trabalham; se escolherem os amigos, trabalharão mais e mais empenhadamente.

    Um Projeto possível para Português, Francês e Inglês podia incluir sairmos de Cascais, viajar ao Reino Unido. Podíamos passear em autocarros de dois andares, visitar o museus das Ciências. Depois íamos a Paris visitar La Villette.  Em Paris tínhamos de subir à Torre Eiffel e, em Londres, à London Eye. Esta, ao longe, parece uma roda gigante normal, mas, lá dentro, parece uma cápsula com uns banquinhos e tablets interativos lá dentro. No regresso, fazíamos um trabalho em que comparávamos as duas visitas.

João Francisco, 7B

Concluindo o 7º, Sonhando o Verão

Child suffocationCreative Commons License Ben Salter via Compfight

     Neste 3º Ciclo, em geral, o que apreciei mais foram as visitas de estudo, principalmente a ida ao Teatro “Leandro, Rei da Ilíria”. Em particular, o que gostei mais foi de ter aulas de TIC, onde aprendi como utilizar melhor o Power Point, mas não aprendemos o Photoshop, infelizmente. Um momento muito difícil, neste ciclo, foi estudar para os testes, por terem muita matéria e serem difíceis.

     Embora as notas não tenham sido muito boas no 2º e 3º períodos, eu tinha um bom método de estudo: fazia exercícios e escrevia resumos. Geralmente sublinho no livro e depois transcrevo o que sublinhei. Enquanto escrevo, estou a ler o que estou a escrever e a lembrar-me.

     A disciplina que gostei mais além de TIC, foi a de História, porque demos as matérias sobre o que eu queria saber sobre Portugal e a Peste Negra. Sobre o Terramoto de Lisboa, gostava de saber detalhadamente.

     Os meus projetos para o Verão de 2017 incluem passar uns dia em casa de um amigo que tem piscina – o que combina muito bem com o verão. Em casa, temos sempre muito que fazer: comer, jogar, ver séries, ir à piscina. Este amigo vai estar de férias fora de Cascais a partir de 30 de Junho.

    Depois, vou para um sítio no Algarve – gosto tanto de lá ir: tem um supermercado Espanhol com ótimas coisas; lá há duas piscinas, uma aberta, que fecha muito tarde, outra coberta e uma praia muito boa para dormir.

    Votos para este Verão: desejo que as pessoas se divirtam muito; que descansem; saiam com os amigos ou fiquem só em casa a fazer as coisas de que gostam mais.

João Francisco, 7B

Conversas na Oficina: O Desafio do 5º

Lost in a Good Book ShellyS via Compfight

     Um bom momento deste ano foi ter entrado para os apoios da Professora Inês.

    Um momento difícil foi as composições terem aumentado de nível;  do 4º para o 5º ano o estudo mudou em relação á exigência e quanto à qualidade. Eu estava numa Escola Pública e vim para uma Privada onde a dificuldade é maior.

    Nunca tinha visto tantos professores, tanta Matemática… No 4º ano só tinha três disciplinas de estudo, agora são cinco!

    Também às outras quatro disciplinas tive de me dedicar e tive dificuldade em algumas que não são de estudo: a tocar flauta, não consigo passar logo de uma nota para a outra, tenho que pensar.

    No Andebol, Râguebi e Futebol, troco as regras: são demasiados desportos. Em ET e EV, como são expressões plásticas, não acerto no traço do rigor devido á motricidade fina: mesmo a cortar com a tesoura, é sempre às curvas.

    Como sugestão para melhorarmos, penso que, à tarde, das 16h 20 às 17h, devíamos ocupar um segmento para fazer algo que a minha Escola Pública tinha, os AECS.

    Alguns pais de alunos ou alunos mais crescidos ou de Funcionários iam gerir uma espécie de aula de apoio ou de workshop: iam explicar a Profissão que tinham, ensinavam-nos atividades, algumas coisas básicas.

    Por exemplo, ensinaram-nos a andar de Skate; em expressão plástica fizemos trabalhos lindos que depois expúnhamos.

Miguel M, 5A 

“O Segredo do Rio” – Estar acima da Fome

Imagem: Departamento de Português

      O livro que eu vou apresentar é “O Segredo do Rio“. Este livro foi escrito pelo autor Miguel de Sousa Tavares, que é um jornalista e escritor português, nascido a 25 de Junho de 1950, filho de Sophia de Mello Breiyner e primo, em terceiro grau, de José Avilez.

      A ação decorre no campo, onde o menino e seus pais vivem numa casa muito pequena com um jardim e um ribeiro próximo. No verão, a água estava tão quente que o rapaz tomava banho lá.

      Uma certa tarde de sol, o menino estava no ribeiro e foi surpreendido pour uma enorme carpa. Entre os dois formou-se uma amizade. No inverno seguinte, após uma longa seca, o menino levantou-se de noite, com muita sede, e foi buscar um copo de água, quando ouviu os pais a conversarem sobre os efeitos da seca.

     Nessa mesma noite, o rapaz ouviu a mãe a contar ao pai que tinha visto uma enorme carpa que daria alimentação para mais de um mês. O rapaz ficou tão preocupado que foi avisar o peixe. Combinaram que o peixe fugiria do ribeiro em busca do grande rio e de um novo lar para viver.

     Passadas duas semanas, o menino, ainda triste por ouviu um chamar pelo seu nome e foi logo ver o que era: lá estava o peixe! E trazia com ele uma enorme rede cheia de latas de comida.

     O que mais gostei no livro foi quand o peixe trouxe muita comida para retribuir ao menino o ter-lhe salvo a vida. O que menos gostei foi quando o pai quis matar o peixe. Este livro fez-me refletir em como a amizade está acima da fome.

 

Carolina V, 7B (2015)

O Despertar do Cão Preguiçoso

RAF Police Dog Training Defence Images via Compfight

     Era uma vez um cão preguiçoso, que fazia sestas intermináveis á sombra de uma tília no quintal do vizinho Herculano. Este senhor era conhecido por adotar animais abandonados com um carinho desmedido.

      Porém, ele já tinha muitos cães e todos eles eram preguiçosos, mas este era muito mais que os outros e tinha sido sempre assim, desde pequenino: era o “Plof”.

     Foi então que o Sr. Herculano o entregou à escola de cães-guia: com aulas esforçadas, novos companheiros e um instrutor incansável, o cão transformou-se num magnífico sabujo rastreador, que chegou a ganhar torneios em caçadas e se tornou no orgulho do seu dono.

Lourenço C, e OE 6B

Exercício de Escrita Criativa: Texto a duas mãos, segundo o livro Eu Quero ser Escritor”

The Heist

Day 10: Round Up the Usual Suspects Paul Howard via Compfight

13th March 2009

Today, we got some information about a weapon truck that was going to deliver stock to Amunition Store uf the state. We decided to attack it, due to both its low protection and the place. Making moves up in the desert of Deusix was really easy. There weren’t many cops there and some of them were afraid of the local gangs and dealers. We just had to be the firsts to get there.

15th March 2009

Today, we attacked the truck; it was a easy hit. Our only problem was that Franklin, my partner, got shot in the arm. We decided to attack a truck instead of just buying the weapons, because this way is harder to track them back to us.

16th March 2009

Franklin is recovering alright; today we are going to make not so vilan things. Mitchel is going to get some masks and I am gong to get Jump suits.

17th March 2009

The heist is tomorrow; if eveything oes well, we should get about 90.000.000 $. It’s a bank in the South and only certain people deposit their money there. It doesn’t have much security and it looks like it is poor to try to avoid robberies. I don’t think that’s very efficient. We spent all day yesterday getting some things like a drill, smoke grenades and  a fast car.

18th March 2009

Today is the day. We will make our move on the bank. 

Rodrigo L, 8B

The Royal Lion

The Hunter and the Rabbit

The cliche of the rabbit and his carrotCreative Commons License Luis Alejandro Bernal Romero http://aztlek.com via Compfight

     Rick was a simple hunter. He didn’t do much, besides go out from day to day to hunt a rabbit or a bird for his lunch; he would also make bread for breakfast and take care of his plots of tomatoes, carrots, lettuce and other vegetables that he would use for dinner. He didn’t have TV, hot water, electricity or any of those things that most of us take for granted.

    He had build a house out of logs he had cut with the axe he hunted with. He was an “Axe Master”. He was capable of hitting a moving bird with it. Besides hunting and taking care of his plots, he, sometimes, would go for swimming in a lake nearby. He was alone everyday.

     One day, when he was having dinner, near the lake, a little rabbit showed up; Rick thought about if wether or not he should kill it for next day’s lunch. He decided not to and, instead, gave him half a carrot. He laught at the bunny eating the carrot, due to its cuteness.

Rodrigo L, 8B

Conversas na Oficina: O Ano Maravilhoso

DSC_0234 Rachid H via Compfight

     Um bom momento do 5º ano foi conhecer os professores novos. Um bom professor é um ser carinhoso, uma boa pessoa, não grita com os alunos e explica bem. Um momento difícil do 5º ano, acho que não houve e nem quando tinha de estudar, não chegou a ser difícil demais. No 2º período é que houve muitos testes, não havia descanso.

      Na minha turma havia muitos bons amigos, ao contrário de uns poucos que poderiam ser mais amigos. Na minha turma, a principal qualidade é ser fácil arranjar amigos.

     Os meus projetos para o verão 2017 são ir à praia; gosto muito de ir ao Tamariz: vou a pé com os meus irmãos; gosto de brincar e nadar com a minha sobrinha; ela vai às minhas costas, dentro de água, pois ainda só tem quatro anos: quando vem uma onda, ela salta e eu seguro-a. Quando está a maré baixa, apanhamos caracoizinhos: quando vejo que estão ao sol, tenho medo que eles morram e ponho-os devagarinho na água. Mergulho sempre, mesmo que a água esteja gelada e uma vez até me arranhei porque mergulhei ao pé de uma pedra.

     Gosto de ir ao Aquashow no Algarve; aí, prefiro tudo! Mas ainda não estreei o escorrega de 33 metros. Eu e o Pai temos uma parede e jogamos à bola com raquettes. Gosto muito de ir à praia com o Pai, de conversar com o Pai e de brincar com ele à apanhada.

      Sejam felizes este verão! Ponham chapéus de sol e creme protetor.  Conversem uns com os outros, estejam sempre com a Família, brinquem com os mais novos; com os mais velhos também: joguem ao Monopólio, jogos fáceis que não sejam muito de andar e de correr. 

Ana Sofia D, 5A

Conversas Na Oficina: Uma Escola de Projetos

     Always onwards! jaci XIII via Compfight

     Imaginando uma Escola diferente, gostava que tivéssemos mesas de pares, azuis, com cadeiras iguais; podíamos ter um recanto na sala com um quadro especial e cadeiras viradas ao contrário.

     Gostava que todos os dias pudéssemos mudar de lugar: por exemplo, um dia eu ficava com a Madalena, outro dia ficava com a Maria Jão , outro com a Bia, outro com a Mariana…

      Podíamos ter dias fixos na semana em que só trabalhávamos em Projetos. Com estas amigas, formávamos um Grupo com um Professor em que entrasse EV, Português, Inglês e Matemática.

     Neste projeto, poderíamos construir um sofá automático, com rodas, que teria uma bolinha que serviria de comando. Seria útil para não precisarmos de nos levantar e podíamos comercializar nos lares da 3ª idade. 

Layane S 5C

Conversas na Oficina: Projetos para a Nova Escola

Flying through lights in the the sky M.G. Kafkas via Compfight

     Em Setembro gostaria de ver algo de totalmente inovador: ao pé do campo de futebol há uma zona que não tem nada: podíamos pôr aí um parque com escorregas, baloiços e diversões adaptados ao 2º ciclo.

     Gostava que continuasse a haver Professores sempre mais queridos; gostava de ver cadeiras mais confortáveis; paredes de cores vivas, quadros para escrever com canetas; um outro quadro colorido, com rodas; mesas muito coloridas, com rodas.

     Podiam sentar-se duas pessoas por mesa e podiam juntar-se várias para trabalhos de Grupo. Podíamos fazer um Projeto com Ev, Et e Matemática para construir um brinquedo capaz de ser comandado, como um avião, um helicóptero, conforme os Grupos. Podíamos pô-lo à venda no Toy’s rus  e no Jumbo; podíamos distribuí-lo gratuitamente na Elpo e na AJU ou em Colónias de Férias.

Ana Sofia D, 5A

Conversas na Oficina: Ponderações e Projetos

Imagem: Inside Out movie

     Os bons momentos deste ano foram aqueles em que brinquei com as minhas amigas; gostei muito da minha turma: achei-a simpática e engraçada.

    O trabalho que mais gostei foi em EV: “Divertidamente”, o qual consistia em trabalhar, escrevendo sobre as emoções: a Tristeza, a Alegria, o Medo e a Repulsa; foi engraçado escrever sobre as emoções. Elas estão na nossa cabeça e controlam-nos. Todos nós vimos o filme.

     A Professora não publicou o que nós escrevemos; trabalhamos por grupos, podíamos escolher os amigos. Fiquei com o Miguel Duarte e a Sofia; o Grupo funcionou muito bem.

     Na minha opinião, para um grupo funcionar bem, é preciso haver empenho de cada um; cada um escutar os outros.

     Este ano estou em vias de alcançar os meus objetivos e já estou com 66% a Português. Para o ano vou investir mais em HGP. Os momentos mais difíceis do 5º ano foram sempre que eu baixei as notas, o que atribuo não a não ter estudado, mas ao método aplicado.

Layane S, 5C

Da Cidade para a Liberdade

Coming in for a closer look

Geraint Rowland via Compfight   

      Era uma vez uma senhora muito rica que estava farta daquela “fantochada”: uma vida materialista, onde se vivia apenas para o lucro e o bem-estar material e, olhando para as outras pessoas simples, invejava a sua vida.

     Um dia, zangou-se com a sua família e saiu de vez com o dinheiro que trazia nos bolsos e na carteira, o que não era pouco. Com esse dinheiro, comprou uma casa linda, por uma pechincha.

     Porém, o tempo foi passando e ela foi ficando cada vez mais velha e cada vez mais desleixada. Sem amigos e com tanta solidão, cada vez tinha mais animais.

     Um dia, eu passei por lá e fiquei maluco: vi porcos, galinhas, cabras e yorkshires! Vi ao longe um pessoa e fui até lá: parecia uma bruxa, com os cabelos no ar, um cheiro pestilento e umas pantufas estragadas.

(Continua…)

Alexandre S, 6C

Libertem os Pokémons

     Pokemon's Sleigh Ride - Pokemon  challenge Cheryl Grayum via Compfight

      Em relação aos Pokémons, considero que eles devem ser libertados e ter a possibilidade de viverem sem serem apanhados.

      Em primeiro lugar, existe um abuso, que eu própria estou a ver: as pessoas fazem guerras e torneios entre os Pokémons e ouço-os a gritar e a pedir socorro.

      Em segundo lugar, em “Dittos e Eewees”, os treinadores apanham os Eewees para os obrigarem a reproduzir-se com Dittos, o que é contra a vontade deles.

     Em terceiro lugar, a matança dos bebés Pokémons que não são “Shinny” é uma violência que deve ser proibida.

     Em quarto lugar, em “O mistério da enfermeira Alegria”, em que eles são atirados para uma picadora de carne; dos corpos mortos se produz o “rebuçado raro”, o que faz aumentar o nível do Pokémon.

     Por todas estas razões, considero que os Pokémons devem ser libertados deste jogo atroz e terem a possibilidade de viverem livres.

 Svetty T, 5B

Diário de Carminho

Creative Commons License steven connors via Compfight

    (O inesperado final de “A Fuga de Carminho e Ananás)

     O “Ananás” dorme comigo, come da mesma comida, como por exemplo, um bocadinho de maçã. Estou apaixonada por ele: tem 3 meses e duas semanas.

     Dou-lhe comida e água, vou para a sala esperar que ele acabe, mas ele começa a guinchar e tenho de o ir buscar, senão ele escorrega no chão da cozinha, porque ainda não tem flexibilidade nas pernas.

      À noite, dorme em cima da minha cama, com a almofada.  Sempre que dou uma voltinha, levo-o; nunca fica sozinho em casa. Com o meu dinheiro pago à vizinha para ficar com ele; como ela gosta imenso dele, já não quer dinheiro.

     Da última vez que tentou subir as escadas, caiu para trás e ficou de barriga para o ar a abanar as patinhas. Sempre que vou à casa de banho, ele segue-me e , se eu fechar a porta, ele fica a chorar. Quando faço os TPC fica em cima da mesa e, da útlima vez babou-me o livro de Matemática.

     É beige com o focinho preto e as patinhas pretas na ponta, as orelhas descaídas e abre muito os olhos quando lhe dou festinhas, mas fecha-os quando lhe ralho. Durante o dia faz as suas necessidades no quintal e, como é pequenino, às vezes no chão de casa, por isso é que lhe ralho.

Maria M, 6B

A Fuga de Carminho e “Ananás”

Little PumpaCreative Commons License Dmitry Kalinin via Compfight

      Era uma vez uma menina chamada Carminho que gostava muito do seu animal de estimação que era um bulldog Francês, o “Ananás”. A relação entre a Carminho e o “Ananás” era muito forte. Uma noite de lua cheia, eles fugiram e desapareceram.

     A mãe da menina estava muito preocupada, por isso foi à procura dela. Levou consigo o Lavrador preto, “Bela”, e o Cocker, “Buddy”, que farejavam concentradamente o caminho. A mãe avançava, segurando as trelas com toda a força até ao jardim zoológico e começaram a saltar mostrando ter encontrado uma pista.

(Continua)

Maria M, 6B

O Monstro – I

Stormy SeaCreative Commons License Mark via Compfight  

      Miguelito era um aventureiro, gostava de explorar florestas e mares desconhecidos. Sempre que possível, ele contratava uma tripulação e lá partia em direção ao desconhecido, em busca de uma história ou até mesmo de um tesouro. Miguelito, uma vez, tinha descoberto um tesouro na costa do continente africano e foi o suficiente para deixar aquela tripulação inteira rica e isso só o motivou a continuar.

     Miguelito ia, mais uma vez, embarcar numa nova viagem. A tripulação era pouca, mas o suficiente para uma viagem planeada, era só ir comprar especiarias à Índia.

     – Chefe, gosta deste ventinho? – perguntou o Capitão do barco com um sorriso na cara.

     – Por acaso até gosto, Capitão. – respondeu-lhe Miguelito.

     – Bem, ainda vai ficar melhor.

     Miguelito não percebeu e apenas acenou com a cabeça que sim. Miguelito nunca tinha ido à Índia, visto que toda a gente, naqueles dias, lá ia. Só tinha ido desta vez para também abrir um negociozinho de especiarias, para ajudar a pagar as suas viagens.

     A noite caiu, Miguelito foi-se deitar a ler um livro, até que adormeceu. Houve alguns abanos do barco, mas Miguelito calculou que não fosse nada e voltou a dormir. Dormiu durante nove horas, mas ele não sabia que o que iria encontrar fora do quarto era algo que iria fazer com que ele não dormisse por bastante tempo.

     Saiu do quarto e viu corpos rasgados e espalhados pelo chão. Um tripulante estava sem pernas, mas ainda vivo, rastejava em pânico, como se a fugir de algo. Tentou dizer alguma coisa, mas o esforço foi em vão, colapsou e morreu. Miguelito estava em choque, como se congelado, até ouvir um som que o descongelou logo. Entrou de volta no seu camarote. Pensou no som que tinha ouvido e a única coisa a que o conseguia associar era a um monstro.

(Continua)

Rodrigo L, 8B

Para Esquecer – III

Spring Dream

jaci XIII via Compfight

      Francis estava de saída do cemitério quando o seu pé ficou preso. Raízes com flores maravilhosas começaram a crescer em volta do seu corpo. Começou a chamar pelas pessoas mas era  como se ele fosse invisível e todos estivessem surdos. As raízes cobriram-lhe os olhos e parou de conseguir ver.

     De repente, voltou a ver, mas agora estava no seu quarto. Levantou-se, pegou no telemóvel e ligou para a avó. A chamada foi atendida pela voz meiga e alegre da sua avó. Francis, a seguir, não disse nada, até que a sua avó desligou o telemóvel. Repetiu a ação com seus tios e avô.

     Foi à aplicação “Basketlovers” e viu que jogo já tinha sido no dia anterior, que os Maquiavels tinham triunfado sobre os Igotes, num jogo que acabara 107-69.

     Perguntou ao pai o que tinha acontecido durante o jogo e este disse-lhe que ele tinha adormecido a meio e contou-lhe as melhores jogadas e cestos.

     Francis pediu à mãe se podiam ir lanchar a casa dos avós. Esta tratou de tudo com a avó e lá foram eles, juntamente com os tios. Francis abraçou-os a todos com força e estes, sem perceberem o que estava a acontecer, simplesmente deram-lhe um abraço de volta. Francis estava quase a chorar, mas conseguiu aguentar-se.

     No fim, contou o seu sonho ao resto da família e estes ficaram muito sensibilizados com o tal sonho. Decidiram que era melhor esquecer aquele sonho e continuar as suas vidas felizes e sem pensamentos negativos. 

Sucessos e Projetos

Imagem: Valtenis

     Os meus planos de futuro a médio prazo são estudar Desporto; gostava imenso que houvesse aqui no Colégio. A longo prazo, gostava de vir a ser a melhor profissional de Ténis do mundo. O meu pai tem um clube, o Clube “Valtenis” – V de Valenti, que fica na Penha Longa, em Sintra. Os nossos cartazes estão na secretaria do Colégio: tivemos mais de 60 alunos inscritos na Clínica de Verão no ano passado. 

      Um bom momento do 6º ano foi poder estar com a Professora Inês na Oficina, porque aqui podemos ser livres. Este ano, o mais difícil foram os testes, sobretudo a disciplina de Ciências, com esquemas e palavras a mais que só complicam. 

      Para o 7º ano as minhas expectativas são ter mais amigos e muito boas notas. Um métodos de estudo que resulta bem é estudar com amigas, em casa umas das outras; não nos distraímos porque estamos com as Mães a estudar. E fazemos lanchinhos!

Federica V, 6B

Para Esquecer – III

       Forever Fifteen

Creative Commons License Midnight Believer via Compfight

       Francis simplesmente acenou que sim e voltou a ver a sua série. O episódio que estava a ver acabou, ele foi pôr o prato na cozinha e começou a ver o seu youtuber favorito “TheRoyalLion” no telemóvel, até que o seu pai o chamou para irem embora.

     O pai de Francis era dono de uma empresa de carros, a “Stinger”; estes carros eram praticamente a junção de Ferraris com Lamborguinis e Mercedes. Eram os carros mais poderosos do mercado e eram utilizados até por corredores profissionais nas corridas de automóveis. O pai de Francis tinha acesso, se quisesse, a um exemplar de cada carro, de graça; mas dos dez que já tinham sido produzidos, ele só tinha escolhido dois.

     Entraram então no Stinger 500 Buzz, vermelho, e fizeram-se á estrada. Francis olhava pela janela e via as matrículas dos carros, coisa que ás vezes o alegrava, quando eram engraçadas. Viu uma que tinha escrito “DYNKM3M35” e não conseguiu evitar um sorriso. Seguiram-se “D14MOND” e “83H4PPY”. Ele sorria cada vez mais, mas quando chegou à Igreja, o sorriso transformou-se numa expressão séria e pesada.

     O funeral demorou meia-hora e quando acabou a cerimónia foram para o cemitério assistir ao enterro. Foi um momento intenso e o facto de três dos quatro caixões estarem vazios e dentro de um estar um corpo todo queimado, não ajudava. A única maneira de saber que era mesmo a pessoa certa foi devido a um dedo não ter sido carbonizado, o que permitiu analisar impressões digitais. A avó de Francis não pôde comparecer por estar internada no hospital com queimaduras graves. Francis estava já de saída do cemitério quando, de repente, o seu pé ficou preso.

(Continua)

Rodrigo L, 8B

Surfando em Ondas Perfeitinhas

    Noroeste Pro 2017 [in explore]

[Paturo] via Compfight

     A minha ocupação favorita é praticar Surf; às terças, quintas e sextas, pratico nas praias de Carcavelos e do Guincho. O meu Treinador vem-me buscar numa carrinha, mas somos só três; deixo sempre a prancha na sala, encostada ao bengaleiro.

      A minha experiência de Surf já dura há sete anos; as melhores Trip-Surfs são na Azambujeira do Mar e daí até Sagres – o ponto mais a sul. O que me fascina neste desporto é que nos divertimos, nos respeitamos; é desafiante combatermos as ondas, tentarmos chegar até onde queremos alcançar; sobretudo as manobras que fazemos com a prancha, como o “bottom”, a “palada”, o “lay back”, a “rasgada”, entre outros. O mais difícil é o “Lay Back” porque exige muito equilíbrio.

       Às vezes é assustador, quando as ondas fazem o “Set”, em que vêm cada vez maiores. Nós falamos uns com os outros de prancha para prancha; com cada instrutor só podem estar quatro praticantes, no máximo. O meu mar preferido é com ondas médias e perfeitinhas. Uma onda perfeita é a que faz um tubo, quando não há vento, o que permite treinar as manobras. No Guincho, as ondas não são perfeitas: há muito vento.

      Ontem, estive no Guincho com o Lourenço P e não se conseguia surfar bem. Tentei apanhar com o maior número possível de ondas; elas quebravam onde eu tinha pé, estava a maré vazia. No Brasil, a praia está protegida, as ondas não chegam: é preciso remar imenso até chegar ao mar aberto e aí não há pé. Os treinos duram de duas a duas horas e meia, a partir das cinco, saímos da água quase sempre depois das sete da tarde. No inverno é mesmo noite escura.

Lourenço C, 6B

A Terra em Harmonia com o Homem

Globo verde

Creative Commons License Olearys via Compfight

     Em relação  à responsabilidade de cada cidadão pela preservação da Terra, considero que constitui um dos mais difíceis problemas de resolver no nosso tempo.

      Todos os dias, biliões de litros de água são inutilmente desperdiçados; o lixo que produzimos é regularmente despejado no oceano ou lançado em fumos para o ar pelas chaminés das fábricas (tanto quanto o senhor das castanhas).

     Sei que o aquecimento global está a fazer as marés subirem, pondo em risco as grandes cidades ribeirinhas como Nova Iorque e Lisboa; a desflorestação na Amazónia, por exemplo, um dos pulmões do mundo, ameaça provocar falta de oxigénio no ambiente e períodos de seca extrema.

       Imaginemos um cenário positivo para daqui a cinquenta anos, contando com essa urgente responsabilização dos cidadãos a nível mundial.

      O Avanço tecnológico ter-nos-á dado o benefício da criação de ozono e a capacidade de o libertarmos na atmosfera.  Os cidadãos passaram de circular em carros a gasóleo a transitar em “sapatos” rolantes que funcionam com super-absorventes da energia solar, graças ao avanço da nanotecnologia.

    Os cidadãos puderam passar a reenviar a água dos despejos para centrais de reciclagem,  sendo os resíduos dessa reciclagem usados para a produção de ozono.

    Os cidadãos esqueceram a  electricidade obtida por combustão de materiais pesados, como petróleo, pois esta  passou a ser extraída de fonte hidráulica, a partir de fornecedores domésticos de energia.

     Imaginemos que, assim, dentro de cinquenta anos, os cidadãos  cumpriram a sua tarefa e o nosso planeta voltou ao auge da estabilidade em harmonia com o homem.

Miguel F, 9B

O Meu Minúsculo Plano de Vida

     Wondercon 2016 - Rick and Morty Cosplay

Creative Commons License William Tung via Compfight

     Se nós queremos ser alguém na vida, temos de escolher um emprego, senão passamos a vida a viver à custa dos nossos pais. Além disso, toda a gente gosta de ter um sentido na vida, algo que nos faz levantar da cama; um emprego, por exemplo, para nos sustentarmos a nós e á nossa família e, se for algo que nos interesse, ainda melhor.

      Para escolher uma profissão, precisamos de pensar o que é que nós gostaríamos de fazer daqui a alguns anos; tem de ser algo que nos anime, que nos traga objetivos e que nos faça exercitar a nossa capacidade de nos desembaraçar em situações complicadas.

    Para escolher um trabalho, também é preciso ir em frente, não ter medo do difícil, mas sim vontade do que gostamos. Claro que precisamos de ser um pouco lutadores, mas sabemos que o esforço e vai valer a pena.

     No futuro, gostaria de ser investigador científico-tecnológico, na área da Nanorobótica. A nanotecnologia é a engenharia das coisas extremamente pequenas, que trabalha com dimensões do nanómetro que é igual a 10-9 m.

       Gostaria de me dedicar a nanorobots que podem, por exemplo, regular a tensão arterial, estudar o funcionamento do corpo humano a níveis totalmente novos, tal como o ADN, podendo nós aprender a modificar o próprio ADN.

     Vou para esta área, porque acho que dentro de poucos anos, o seu estudo vai ser muito procurado e os investigadores muito bem pagos.

Miguel F, 9B

Conviver com Arte – e com Golfinhos

    Reflection Daniel Kulinski via CompfightRiccardo Palazzani 

     Sobre os meus projetos de Verão, desconfio que vou ao México esta próxima 6ª feira; tenho duas festas no dia 16; eu estou a descobrir pois ouvi os Pais a falar em passaportes e já sei que não vou poder ir às festa de 6ª. Não tenho a certeza, mas suspeito: os meus Pais andam estranhos; se eu lhes falo, a minha Mãe diz: “Chega desta conversa!” Eu e a mana andamos descalças à noite e ouvimo-los a murmurar….creio que eles nos querem fazer uma surpresa!

      Eu já lá fui nadar com os golfinhos, passei uma semana onde havia uma praia e uma piscina separadas apenas por arbustos. A minha irmã é que vai viajar para longe pela primeira vez, creio que é sobretudo por causa dela, pois eu, quando era pequenina, ia sempre a todos os lados com os meus Pais.

     Em relação à nossa época, acho que as pessoas são descuidadas, porque o ar é mais poluído na rua do que em minha casa. É importante as pessoas conhecerem-se e saberem de que é que as outras pessoas – que estão a poluir e a fazer o mal – são capazes. Era essencial que cada família conseguisse contribuir, pelo menos um bocadinho, para que não houvesse poluição nem outros males. Sermos todos amigos, como na “minha terra”: é a Terra dos meus Peluches.

     É mais fácil os rapazes conviverem: dão um pontapé para resolver uma questão e ficam bem; já as raparigas arrastam as zangas durante muito tempo. As pessoas podem tornar-se irritantes quando, se estamos a fazer uma coisa, outra quer mandar e, se não a seguimos, amua.

    O meu voto de Boas Férias para o verão de 2017: Desejo que toda a gente tenha férias tranquilas!

Federica V, 6B

Atingir a Riqueza Espiritual com o Vocabulário

Writing in the sand, San Sebastian

Chris Beckett via Compfight

     Em relação à competência/capacidade de tornar o nosso “jogo de palavra” mais poderoso e mais completo, considero que o domínio de um vocabulário mais rico é uma ferramenta muito importante.

    Acima de tudo, a nossa comunicação  é um dos poderes mais específicos do ser humano que nos torna capazes de chegar ao entendimento mútuo.

     A isto acresce que o nosso arsenal de palavras precisa de ser mais vitaminado, em vista de tornar as nossas conversas mais empolgantes e mais variadas.

     Finalmente, o uso da cultura linguística avançada também é uma boa manobra de persuasão, sendo que são explicitados mais pontos de vista de uma forma mais fascinante e convincente.

     “Last, but not least”, o sucesso amoroso dos maiores poetas prova que uma afortunada linguagem consegue expressar a chama inextinguível e conquistar o coração da sua Amada.

       Por todos estes imbatíveis argumentos, espero que os meus colegas leitores se deixem convencer pela verdade e pela novidade que  a linguagem nos desvenda.

Miguel F, 9B

O Dia em que Me Encontrei com o Passado – II

koh tachai

Creative Commons License Andrea via Compfight   

       Achei piada aos peixinhos que se aproximavam para observar as bolhas de água que se libertavam da minha máscara de oxigénio e que se afastavam, enquanto eu nadava para o interior do navio.

     Quanto mais me adentrava, mais me impressionava com o que eu encontrava: destroços da cozinha, o porão com a sua secção de mantimentos.

     Descobri um crânio no camarote do capitão, chamou-me à atenção um resto de mapa, muito gasto, sobre a mesa carcomida e avistei uma arca de tesouro numa velha divisão que parecia ter estado esplendidamente enfeitada: ao abri-la com todas as minhas expectativas, encontrei…

Um Caranguejo Arco-Íris!

Miguel F, 9B

O Dia em que Me encontrei com o Passado

El Oceanario, Isla de San Martín de Pajarales, Cartagena, Colômbia.

Elias Rovielo via Compfight

     Lá ia eu para mais um trabalho que parecia simplesmente mais um. Equipei-me, saltei e mergulhei para aquele paraíso a que chamo mar. Era uma beleza! As pedras do fundo estavam incrustadas de mexilhões coloridos e grutinhas de onde espreitavam pequenos polvos desconfiados.

      Nós íamos procurar uma nova espécie de caranguejo: “o caranguejo arco-íris”. Ele vive a uma grande profundidade, mas nada que eu ainda não tenha feito. Estava eu à procura do caranguejo, quando encontrei um mastro e pensei: “Onde será que está o navio?”

      Procurei, procurei e finalmente encontrei-o: parecia ser uma nau portuguesa, não só porque tinha proa dupla, mas também porque havia indícios de uma cruz na vela. O navio estava muito afectado pelo mar; via-se logo que tinha sido um naufrágio muito violento: o casco estava partido em vários sítios, por onde saíam e entravam pequenos cardumes dançando juntamente com alguns tubarões.

     Decidi entrar cuidadosamente, por causa dos tubarões…

(Continua)

Miguel F, 9B

Conviver Na Escola

   The place to be

Christian Kortum via Compfight

    Em relação a uma boa convivência na Escola, considero que há três normas fundamentais, tais como a boa-educação, a aceitação mútua e o não levar em conta as diferenças problemáticas no convívio quotidiano.

    Acima de tudo, a boa educação é importante, porque, quando nos dirigimos educadamente a outra pessoa, sentimo-nos confortáveis, sentimo-nos abertos à dimensão amigável do outro.

     Além disso, a aceitação mútua é mesmo essencial, pois entre a população estudante encontramos uma variedade imensa de diferenças de temperamento, de modos de vida, de opiniões e de maneiras de pensar que temos de vincular entre os diversos interlocutores de uma forma saudável em vista de uma eventual amizade ou de uma simples conversa.

     Finalmente, temos de deixar de parte aquilo que nos pode parecer “o pior” nos outros, a saber: aquelas diferenças que expõem uma falha na dimensão do convívio. Devemos omiti-las, não as tomar em consideração, quando nos dirigimos a esses colegas.

     Por todas estas razões defendo que, para uma boa convivência nas escolas, torna-se indispensável haver uma educação confortável no bom uso de palavras, tanto como a aceitação mútua de todas as diferenças entre colegas e ainda a tolerância em relação a traços mais problemáticos da personalidade de cada um.

Miguel F, 9B

Para Esquecer – II

Foco

Ana Guzzo via Compfight

30 Minutos Depois

     Amanda recompôs-se, sentou-se ao lado de Francis e, lentamente, explicou-lhe o sucedido. O seu avô e tios maternos tinham morrido e a sua avó tinha partido um braço, que ficara todo queimado e iria ter de ser amputado. Francis tentou processar tudo aquilo mas não conseguia e tudo o que conseguiu dizer foi um fraco “OK”.

     Os pais ficaram confusos, mas não disseram nada.

3 Dias Depois

     Estava um dia de sol, Francis foi acordado pelos raios de luz que entravam pelos buracos dos seus estores. Viu as horas no seu telemóvel e levantou-se. Tomou um banho demorado, vestiu uma camisa branca, gravata preta e calças de fato também pretas; pôs o seu desodorizante favorito, o “seven senses”, pôs gel no cabelo e foi fazer o pequeno-almoço. Sentou-se no sofá e começou a ver “Family Guy”.

    A sua mãe veio ter com ele, num vestido elegante, preto. e perguntou-lhe se queria mesmo ir ao funeral de todas aquelas pessoas.

(Continua)

Rodrigo L, 8D

 

Veteranos do 5º Ano

GR3_8364

Creative Commons License Caruth Institute for Engineering Education via Compfight

Afonso – Um bom momento do 2º ciclo foi fazer amigos novos.

Alexandre  – Ya, brincar com novas pessoas… a turma tornou-se um pouco faladora a partir do 2º período, mas é muito boa.

Afonso – O momento mais difícil foram as Provas de Aferição, porque estudamos muito. Na primeira prova estamos muito nervosos e não sabemos como ela vai ser. Afinal, antes de fazer, rezava cinco vezes e, no fim, achava-a mais ou menos fácil. Na Prova de História, só as primeiras cinco páginas eram imagens e perguntas de cruz.

Alexandre – O momento mais difícil foram os testes. A minha antiga escola, “Os Aprendizes”, é uma escola aberta, não ensina da mesma forma.  

Alexandre – Um bom método de estudo é ter explicadoras. Está-se mais concentrado do que na aula e elas explicam melhor, porque é mais personalizado. Quando estudo só, gosto de pôr uma música no telemóvel.

Afonso – Eu antes tinha uma explicadora que era psicóloga, depois a prof. Inês, a Mãe e o Pai. Quando estudo só, leio em silêncio, depois em voz alta; leio tudo seguido, mas com paragens; gosto de fazer apontamentos, de estar com a porta fechada e em silêncio. Tenho sempre dois pacotinhos de bolachas e uma chávena de leite. A minha Mãe faz-me um horário fixo.

Alexandre – Para o último teste de Português, fiquei no quarto, em silêncio; revi tudo, estudei todos os dias um bocadinho. 

Afonso e Alexandre:E Estamos satisfeitos com as nossas notas!

Afonso F e Alexandre B, 5D

Perspetivas Inovadoras

Imagem: Os melhores Drones Chineses

Alexandre e Afonso – O que gostávamos de encontrar em Setembro era a mesma Turma com os mesmos amigos.

AfonsoGostava que voltassem a pôr lá em baixo umas redes de pinguepongue; que se fizessem torneios, que tivéssemos mais aulas de Educação Física.

Afonso e Alexandre Podía-se construir algo de novo nos sítios que ninguém usa, como ao lado do bebedouro, à esquerda de quem sai para o recreio. Aí podia-se fazer um miniparque de skate, com uma rede a proteger o vidro da sala azul.

AfonsoPodíamos ter aulas com menos minutos; intercalar aulas de Matemática e de Português com aulas de EF ou de EV.

Alexandre – Fui à Finlândia e lá as aulas começavam às sete e acabavam ao meio dia. Depois os alunos podiam ter atividades até às três, como Esgrima, Judo, Karaté.

AfonsoAs nossas salas podiam funcionar com grupos bem organizados; as mesas seriam a pares ou a quatro, em linhas; as cadeiras estofadas, as paredes brancas.

Alexandre Podíamos ter alguma disciplina nova, como Teatro. Podíamos aprender Robótica e fazíamos um drone.

AfonsoPodíamos aprender a falar mais no Inglês, para acompanhar a Robótica.

Afonso F e Alexandre B, 5D

Um Projeto de “Kartingologia”

   Mil Mi-24V "Alien Tiger"

Pavel Vanka via Compfight

     Um bom momento do 3º ciclo foram as atividades de TIC. O mais difícil foram as disciplinas novas, por serem desconhecidas. O meu método de estudo preferido é ler diretamente do livro várias vezes.

      Para uma escola inovadora, gostaria de encontrar, para o ano, secretárias novas, com rodas e cadeiras almofadadas, para duas pessoas, mas que podiam ficar dispostas em pequenos grupos.

     A disciplina de ET podia transformar-se numa disciplina nova de “Kartingologia”: construíamos kartings com uma pista de montanha russa que passava por cima do refeitório, seguia num percurso em que estacionávamos por cima do pavilhão; daí corríamos para o teto aberto da piscina e mergulhávamos ou simplesmente descíamos até lá por um escorrega de água.

Pedro C, 7A

Práticas e Projetos Felizes

     Toronto Botanical Gardens ~ Bike With Flowers

Onasill ~ Bill Badzo via Compfight

      Um bom momento deste 3º ciclo a estrear foi a descobrir a Turma nova: os colegas são muito engraçados! As fases mais difíceis foram os testes, por  serem tantos, tão seguidos e tão complexos!

      O meu melhor método de estudo foi criar apontamentos escritos durante a aula; recordava-os em casa e, para aprender melhor, digo as palavras em voz alta.

     No próximo ano gostava de encontrar, nas salas, umas cadeiras mais confortáveis; gostava que os alunos se pudessem levantar à vontade; que continuássemos a poder dizer poemas de improviso, na aula da professora Carla; até podemos ir um para cada ponta da sala e dizer o poema frase a frase, ao desafio. E isto enquanto decorrem outras atividades silenciosas, isto é, interrompêmo-las, por amor à poesia. É um fabuloso direito adquirido.

     Gostava que as mesas fossem de cores vivas, que tivessem rodas e que dessem para dois colegas.

     Gostava que tivéssemos aulas práticas de karting e de moto quatro. Um projeto possível seria  a construção de uma bicicleta. Com as disciplinas de ET, EF, Inglês, Matemática, Física e EV; no fim fazíamos uma gincana. Seria o projeto das “Bicicletas-Cad”

Manuel D, 7C

Conversas na Oficina: Entre o Difícil e o Sonho

Dragon Tree

trevorklatko via Compfight

Maria SO momento mais difícil do 6º ano foram as pessoas, a arte de conviver e de enfrentar as dificuldades da relação.

André (Convidado) – Pensar que a Turma vai mudar de colegas, que podemos perder amigos bons…

Maria SPara uma nova escola, gostava de encontrar, em Setembro, salas pintadas com cores vivas e cada uma com diferentes recantos: os grupos de alunos poderiam escolher como sentar-se e onde estar.

André – Podemos ter aulas no Ipad com a escola virtual, tecnologia e pufs, umas salas confortáveis e para os profes também. Para aumentar a nossa liberdade, podemos fazer mais trabalhos de grupo; não estarmos sempre calados e não estarmos sempre com os professores

  Maria S –  O que pode aumentar a  liberdade da nossa vida de estudante é ter autonomia nos trabalhos, escolher os pontos do programa…

AndréHá escolas em França em que podemos participar na vida real, por turnos: aprender a cozinhar, lavar a loiça, tratar da horta, ter animais….

OE – Para aumentar a comunhão com a Natureza poderíamos restaurar o nosso pinhal e transformá-lo num espaço de convívio feliz com os animais…

Alexandre SEu podia trazer porquinhos vietnamitas, galinhas com pintainhos… e duas cabrinhas.

André (Convidado) – Eu trazia uma ovelhinha e coelhos do Meco.

Maria S – Eu trazia pássaros coloridos. O Pinhal ajuda-nos a ser mais rústicos e a ter ideias para escrever.

Maria S, Alexandre S e André (Convidado) 

Cuba Maravilhosa

Caribbean beach series . Cuba

Nick Kenrick via Compfight

     Era uma vez uma menina chamada Cláudia que foi de férias para Cuba, durante uma semana. A Cláudia foi de avião e, quando chegou, viu a praia, a piscina e quis ir logo dar um mergulho.

     Quando pôs o pé, viu que estava fria. Então, quis ir fazer escalada: a Cláudia, quando estava a fazer, gritava que ia cair. A sua amiga Matilde disse que não ia cair. A seguir, foi ela a subir e estava numa excitação.

      Depois, foram andar de canoa; andaram uma contra a outra, a ver quem ganhava. Ganhou a Matilde!

     Passados dois dias, foram a um museu e viram tantas coisas bonitas!

     No dia seguinte, foram almoçar, estavam com muita fome… O jantar foi peixe e estava uma delícia! Depois foram ver a praia de noite: tinha velas na areia, tudo iluminado!

     Finalmente, tinha chegado a hora de ir embora: estavam muito tristes. A viagem de avião foi muito agitada, porque estava a formar-seu um furacão sobre o mar das Caraíbas. Elas tiveram algum medo, mas correu tudo bem.

     Quando chegaram a casa, estava à espera da Cláudia a sua irmã Carolina que queria saber as novidades daquelas maravilhosas férias!

Mariana C, 6A

Para Esquecer

Creative Commons License Riik@mctr via Compfight

     Francis estava sentado no sofá com seu pai, Jack, a ver o jogo de basketball : Estavam a perder quando, de repente, uma luz laranja e gritos preencheram o pavilhão. A transmissão foi abaixo e, em menos  de dez minutos, todas as transmissões, mesmo as dos canais infantis, foram substituídas por uma transmissão de notícias de última hora.

     Teria havido um ataque terrorista no pavilhão: havia milhares de mortos e centenas de feridos; sobreviveram poucos e a maior parte deles tinha perdido membros devido ao impacto ou às chamas que os levaram a cinzas. Era algo terrível.

     Francis apressou-se a ir chamar a Mãe para testemunhar aquele acontecimento horrendo. A sua Mãe, Amanda, ficou paralisada até que, de repente, olhou para o lado e afastou-se a chorar. Começou a correr para o telemóvel. Francis e o pai tentavam perceber a quem ligava a Mãe. De repente, o pai lembrou-se que os Avós de Francis tinham ido àquele jogo com os tios, mas preferiu deixar Francis “no branco”. Os outros avós de Francis ligaram logo para Francis, para confirmar que ele não tinha ido ao jogo.

      Depois de uma hora, Amanda desligou o telemóvel, correu para o quarto e Jack correu ao seu encontro. Francis continuou  a acompanhar o acontecimento na TV.    

(Continua)

Rodrigo L 8D

Fairies and Trolls

     La piscine des fées

Christophe Maclaren via Compfight

     Once upon a time, fairies, trolls and other magical creatures lived in the world we live today. The world was prfect, it was nature and magic all over it. That is… if you leave out the trolls.

     Fairies were a very kind species of magical criatures, I mean… who weren’t… If…again you  leave out the trolls …

     As you probably already understood, the trolls weren’t very famous among the rest of the magical creatures and you gotta understand why: they were ugly, they smelt bad and even if the other creatures invited them to parties, wanted  to be   with them, they would never even show a smile, basically, no matter how they were treated, they would always be sad.

Rodrigo L 8B

Um Cãozinho no Acampamento

'Camping On The Coast' - Anglesey

Kris Williams via Compfight

        Era uma vez uns meninos que iam acampar. Eram o João, o Pedro, a Maria e a Matilde. Iam passar as férias de verão a Cuba.

     Quando chegaram, montaram a sua tenda numa mata verdejante, á beira do mar das Caraíbas.

     Ao anoitecer, ouviram um barulho esquisito e tentaram averiguar.

    Descobriram, num tronco oco de uma árvore um cão pequenino, de pelo branco curto, de orelhas caídas, a ladrar, muito aflito.

     A Maria é que o encontrou primeiro: os rapazes treparam à árvore, mas o Pedro caiu, só o João é que chegou até ao buraco do tronco.

     Quando o João tirou o cão  do buraco, ficou muito contente, e numa aflição que podia ter caído, mas correu tudo na perfeição. E os miúdos gritaram de alegria.

     Depois era a hora de ir fazer surf: estavam numa excitação! Gostaram muito de fazer aquelas manobras. Foi uma loucura e muito divertido.

     Passado dois dias tinham de ir embora. Estavam tristes por terem de deixar o acampamento, mas no fim ficaram contentes por saberem que o cãozinho ia com eles.

 Mariana C 6A

Eu Estou Sozinha -II

   Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, Washington, DC

Creative Commons License Leeann Cafferata via Compfight

      Ele deu-me o seu número e eu dei-lhe o meu.

     Quando cheguei a casa, estava tão feliz por talvez ter um amigo, que lhe telefonei logo. Nós passamos horas e horas a falar, sempre sem parar, parecíamos uns papagaios… Bem, finalmente, sentia-me feliz!

      A partir desse dia, passamos sempre a acordar bem cedo, o Bilbo e eu, e assim encontravamo-nos sempre durante cerca de três anos e meio.

      Até que, num dia de chuva, ele não apareceu. Eu esperei, esperei, esperei… mas ele não apareceu.

      Eu tive de ir para a Universidade, porque era o dia da minha Formatura; foi giro, mas fiquei triste por não o ter visto.

      Quando cheguei a casa, tentei telefonar, mas ele não atendia. Passaram-se dois dias e eu, finalmente, decidi ganhar coragem para voltar àquele sítio só nosso.

      Quando cheguei, avistei-o a ir para um autocarro, com uma grande mochila e uma cesta onde estava a sua cadela.

     – Onde vais? – perguntei.

   – Ah, olá! Como estás? Já não te via há muito tempo.

     – Porque não me respondeste nem há bocado?  

      – Ah, isso… É que no dia da tua Formatura, eu já tinha acabado a minha um dia antes… por isso não fui nesse dia. Também não fui nos outros… mas.. bem… “bora”, eu vou dizer-te a resposta: o meu Diretor disse-me que eu tinha muito talento e então ele arranjou-me um estágio em Nova Iorque.

      – Então quando voltas?  – Perguntei eu, muito preocupada.

(Cont)

Maria S, 6C

Mãe, és um Amor

An antidote to winter

Michael Levine-Clark via Compfight

     Se eu estiver a chorar, Mãe, tentas tudo para me fazer rir, mas quando não resulta, dás-me beijinho e abraços para eu me sentir melhor.

     Mãe, tu és uma pessoa boa, falas de modo calmo – quando não te zangas – e de modo correto, sem dizer asneiras.

     Mãe, és linda com qualquer vestido, e ficas maravilhosa com aquele macacão azul-bebé com alças!

    És uma pessoa imaginativa: o nosso querido cão foi chamado de “Bem” e ainda lhe chamas “Peto da Guiné”.

    Todas as noites vens ao meu quarto e dás-me a mão. Se eu tiver um pesadelo, vou ter com o pai e ficamos todos juntos a dormir.

    Agradeço-te todo o amor que tu me dás e a energia, quando estou mais cansado. Agradeço o dinheiro que tu gastas comigo, é incrível.

    És um Amor.

     Mãe, neste teu Dia, desejo-te tanta felicidade como a que sinto, quando encesto e faço 2 pontos e neste 3º Período, prometo-te boas notas!

Francisco Miguel N

 

Os Mistérios da Linguagem

    Smart Cookie

Creative Commons License Leonard J Matthews via Compfight

      É tão estranho nós comunicarmos em palavras! Como as inventamos? Como lhes injetamos um significado? 

      As palavras não vêm assim do nada: vêm do nosso coração, mesmo que seja uma palavra má. Mas depois percebi que, por vezes, as pessoas são como que possuídas por uma palavra que tem carga agressiva. Não pretendem agredir os outros.

     Sempre achei que um palavrão fosse uma autêntica porcaria Mas as palavras más apagam-se com um pedido de desculpa simples e sincero e, se escapar um palavrão, podemos usar uma leve ironia, como: “não se fala com a boca cheia”.

     Como é que nós conseguimos falar e transmitir emoções, através de palavras, como, por exemplo, “Amor”?  Por exemplo, as palavras “Amigo”, “Paz” e “Amor” são palavras que nos mexem no coração.

      A palavra “Família” é linda e é a palavra que une muitas pessoas em comunidade de amor.  Viver a palavra “Família” pede muito cuidado, dedicação e tempo livre, senão ela passa-nos despercebida.

      As palavras criam confiança entre as pessoas e são como uma “chave” que abre a porta para todas as aventuras. 

Margarida Cc, Francisco M N, OE

Texto a 3 Mãos

(Exercício de escrita criativa segundo o livro “Quero Ser Escritor” de Margarida Fonseca Santos e Elsa Serra)

Mãe, Vou Seguir os Teus Passos

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Creative Commons License Jack via Compfight

     Querida Mãe,

     Vou ao tesouro da minha memória: vejo-me a brincar com a Mãe, quando estavas grávida da Mana e o segredo que eu contei à Mana, quando ela estava na barriga, foi o “colar” que eu te ia dar.

     Gosto imenso de fazer as festas de pijama e do serão à noite, com a Mãe e a Mana. Adoro ir às lojas, sobretudo comprar roupa, na tua companhia, Mãe, e de ver logo, quando entro, as peças que me atraem.

      Tu és uma pessoa brincalhona, como toda a Família: este dom genético alegra-nos a vida!

     Ajudas-me sempre que preciso, especialmente nos testes e és muito solidária com a minha vida.

     És muito cativante, com a tua inteligência gentil.

     És muito perfeitinha, Mãe, especialmente com os teus livros escolares, com a forma de passar as páginas…

      Admiro-te por seres uma pessoa determinada: quando queres algo, não desistes logo á primeira. Mas também por seres uma pessoa romântica: gostas de ler livros com histórias de amor e aprecias filmes de comédia e romances.

     Gosto muito de ti e vou seguir os teus passos.

     Mãe, neste teu Dia, desejo-te felicidade como o Sol que nasce no Horizonte e uma vida cheia de Paz e Alegria.

Sofia L, 9B

Mãe, é Estrela que Me Guia

    Dutch Spring

Creative Commons License Roman Boed via Compfight

     Mãe, agradeço-lhe por me ter trazido à Vida! Por me dar roupa tão gira, comida maravilhosa e um lar tão confortável e carinhoso para viver. 

     Sei que às vezes não estamos de acordo, mas respeito a sua opinião e sinto que a Mãe me tenta compreender. Sei que, assim, me está a preparar para os confrontos da vida em que vou combater. 

     Quando visito “a Casinha das Recordações”, vejo-a de novo dentro do meu espaço de bebé, com o fundo insuflável, a brincar comigo, com peluches maiores que eu!

     Mãe, a Mãe é a maior estrela do mundo! É a minha protetora e a melhor Mãe do mundo.

      Admiro muito o trabalho da Mãe, o esforço que tem de fazer para que as coisas saiam o melhor possível. A Mãe é extraordinária, esperta, querida e uma menina corajosa e jovem.

     É aquela estrela que me guia todas as noites para a cama e me faz adormecer. E, no dia seguinte, acorda-me com um beijinho que eu adoro: é o melhor beijinho da galáxia inteira!

    A Mãe é a minha curadeira: quer dizer, quando estou doente, é quem toma conta de mim… “Mãe – são três letras apenas desse nome bendito. Também o seu tem três letras e cabe nele o infinito…” “Mãe” palavra que soa suave ao coração, palavra que encanta e trraz alegria.

     Mãe, a Mãe é uma mulher corajosa que luta para cuidar dos seus filhos sem olhar a obstáculos. A Mãe não se curva perante as dificuldades, mas vence-as.

Federica V, 6B

A Experiência Pura do Velejador

     Club Náutico de Barcelona Optimist

Creative Commons License Jendroszczyk via Compfight

    Chegou o dia tão esperado pela Equipa de Otimist do CNC! Esta prova decorreu nas férias da Páscoa, mas vamo-nos focar num dos velejadores que participou com brio. Não foi o melhor campeonato devido às condições do vento que provocaram alguma desestabilização aos velejadores mais pesados.

      Tomás G, no 1º dia, devido à falta de vento, teve de aguardar em terra com os seus companheiros. Ainda se conseguiu realizar uma regata em que, com azar, o Tomás largou fora da linha e teve um Ufd – levando 60 pontos de penalidade.

      No segundo dia, também com ausência de vento, Tomás conseguiu não largar fora e tirou boas regatas, mas dentro dos 20 primeiros.

     No terceiro dia, as regatas foram bem sucedidas e Tomás conseguiu recuperar 20 lugares.

     No quarto dia, foram realizadas duas regatas em que Tomás conseguiu melhorar a sua posição, recuperando 50 lugares no final.

     O mar estava demasiado calmo, mas de um azul e de um cinzento esverdeado, frio e denso. Os velejadores do CNC tinham vindo quatro dias antes para um estágio de treino que não podia ser intenso. Ficaram hospedados numa mansão estupenda com piscina, pinguepongue, snooker, e ainda havia duas cabrinhas sempre a brincar na relva.

      No último dia, o Day Off, estávamos livres por causa do campeonato Nacional: então ficamos em casa a descansar, a partilhar, pois as pessoas estavam nervosas e o convívio é tranquilizante. Fomos à piscina, jogamos playstation…

     O Tomás pode não ter tido a melhor performance no campeonato, mas de certeza que ele aprendeu imenso, divertiu-se e enriquececeu a sua experiência como velejador.

Tomás G, 7A

A Terra Prometida

     

Asparrena

Paulo  melystu via Compfight

     Era uma vez uma terra muito distante… o seu nome era a TERRA PROMETIDA! Era linda e maravilhosa, os hebreus queriam conquistá-la. Mas tinham de passar pelos Cananeus, os povos mais fortes de Jericó. O rei e a rainha de Jericó eram maus e ácidos.

   Os povos hebreus andaram 40 anos para conquistar a Terra Prometida. Josué era o líder dos povos hebreus e o seu tio Moisés era o antigo líder. O deserto onde viveram 40 anos tinha uma paisagem impressionante: viviam ali serpentes, escorpiões, cabras, camelos e, junto dos oásis, havia cavalos.

     As estrelas, tão bonitas, iluminavam a noite, fazendo toda a gente sair da sua tenda para observá-las. Mudavam-se para longe, a andar dia e noite; sempre que chegavam a um lugar agradável para dormir,  mulheres encantadoras, e com vozes espetaculares, cantavam sempre em festas especiais e também dançavam em roda.

     No seu dia de combater Jericó, os Hebreus estavam muito ansiosos para ganhar, claro que com a ajuda de Deus. Chegaram a Jericó e começaram a combater com os seus inimigos, os Cananeus. Acabaram a luta para ganhar a promessa de Deus: a TERRA PROMETIDA! Todos gritaram:

      – Vencemos!

      E foi aí que conseguiram conquistar “A Terra Prometida”

Layane S, 5C

A Bike Inacessível

     Colorful Childhood

Aikawa Ke via Compfight

      Era uma vez um menino chamado Gonçalo que gostava muito de correr.

       Um dia, os sapatos dele estragaram-se e ele teve de ir ao cascais shopping comprar outros. Ele comprou uns all stars vermelhos porque era do Benfica.

       No dia seguinte, passou outra vez no shopping e viu uma bike muito gira: era azul e tinha uns pedais muito bons. Mas o problema é que ele não tinha dinheiro suficiente. Foi pedir a uma amigo, que estava a comer uma noz e disse ao Gonçalo:

       –  Vá, vai! – Disse o amigo, estendendo-lhe uma nota.

      Mas ainda não bastava. Então, os dois amigos tiraram muitas fotos à bike com o seu iphone.

Gonçalo R, 6A

Mãe, és Adorável

Tulips Michael Levine-Clark via Compfight    

     Quando eu nasci, eu ri-me e tu, Mãe, choraste de alegria. Quando eu era bebé ouvia-te, Mãe! E tu gostavas muito de brincar comigo às escondidas e de cantar para mim.

     Mãe, tu és uma pessoa bem-disposta, amorosa e adorável.

     Tu preocupas-te sempre comigo. Por exemplo: não me deixas sozinha; quando eu estive doente, foste sempre ver se eu já estava deitada e a dormir.

     Adorei quando fomos ao Aquashow: sei que já fomos quatro vezes, mas apetece-me mais…

       Quando eu estou na Escola, sinto que estou com saudades de ti, Mãe. Mesmo em casa, se estás na cozinha e eu na sala, sinto saudades de ti, Mãe.

      Gosto muito de estar contigo em casa, a ver filmes russos com aquelas paisagens de neve.

      Mãe, neste teu dia, agradeço-te, porque me criaste, por me teres dado uma árvore de Amor que vai crescendo comigo e uma fonte dourada de carinho!

       Neste Teu Dia, desejo-te tanto Amor e Felicidade como o Sol brilha no Céu!

Ana Sofia D, 5A

A Mãe que És

delicacies of Spring

Creative Commons License frederic gombert via Compfight

     Hoje estou aqui para celebrar o teu Dia, Mãe.

      Mas antes vamos recordar memórias, as melhores memórias que me pudeste dar dos dias, Mãe. Foste tu que sempre me ajudaste a melhorar e a sempre lutar pelo que quero fazer; nos momentos mais tristes, alegraste-me: ainda me lembro, no outro dia em que comecei a chorar e tu foste ter comigo; deixei de lacrimejar, mas, Mãe, os teus abraços sempre foram os mais carinhosos!  

     Tu sempre foste um exemplo para mim. Sempre que alguém te chamasse e te tratasse mal, tu não ligavas e punhas um grande sorriso, Mãe!

    Quero que saibas que te adoro. Mãe, agradeço-te por me dares a Vida, luz,  tanta alegria, e por nunca me deixares ficar mal.

     Mãe, neste teu Dia, desejo-te que sejas tão, tão feliz, como eu me sinto de te abraçar!

Maria S, 6C

Mãe, Eu Adoro-te

On And On.

John T Howard via Compfight

     Mãe, eu tenho saudades de quando nós dormíamos todos juntos no teu quarto e eu dormia ao teu lado.

     Eu tenho muito orgulho em ti, por muitos motivos, mas só vou mencionar dois: por me teres aturado estes anos todos; e porque, em cada dia, eu olho para ti e eu só penso que quero ser tu, um dia.

     O que tu fazes é maravilhoso, pois salvas vidas. Eu sei que vais fazer mais urnências nos bancos dos Hospitais, também para ganhar mais dinheiro. Não te preocupes que, sempre que eu chegar da escola, vou dizer: “Sei que fizeste um trabalho fantástico com os teus doentes e mereces descansar.

     Eu adoro-te imenso.

    Tu és muito confiante, Mãe, pois tens sempre resposta para os problemas! Sempre que eu estou triste, tu consolas-me e começo a sentir-me muito melhor, pois tu tens o poder de fazer-me feliz só de olhar para o teu rosto!

     Mãe, agradeço-te por me teres dado a vida, por me teres feito a pessoa mais feliz do mundo durantes estes 11 anos.

     Eu admiro-te imenso;  sempre que eu tenho uma má nota, tu reages como se eu tivesse uma boa e também te admiro pelo trabalho que tens feito como Mãe.

    Mãe, desejo-te um dia muito feliz como eu fico por te ter como Mãe.

                                               Feliz Dia da Mãe!

Carolina M, 5D

A Melhor Mãe do Mundo!

    
Birthday roses

Roberto Verzo via Compfight

     Mãe, a primeira impressão que tiveste, quando eu nasci e me viste pela primeira vez, foi o melhor sentimento que jamais viveste.

    Quando eu dei os meus primeiros passos, tu sentiste, Mãe, que irias começar a fazer várias coisas a partir dali. As minhas primeiras palavras foram “Avó” e “Avô”, mas depois esqueci-me e comecei a dizer “Papa” – comia muito naquela altura. Tinhas de me dar de comer de duas em duas horas!

     E mesmo agora, quando estou longe, tu sentes que te falta algo e eu também, mas sabes que estou bem. Quando te ligo e aconteceu alguma coisa mal, tu percebes logo, Mãe, pela minha voz. E mais ninguém, só a minha Avó.

     Mãe, quando partiste a cabeça, no nosso restaurante favorito, “A Chaminé“, eu consegui sentir a dor que tu sentiste. E abri rapidamente a mini toalha dodot, para pôr na tua cabeça. Deixaste a mala cheia de sangue e o telemóvel; a mala teve de ir para o lixo. O pai foi a correr, chamaram logo o Inem.  Eu senti a dor que tu sentiste.

     Tu sentes quando eu choro, mesmo quando estou longe. Mãe, quando não estás, sinto um vazio dentro de mim, mas ao mesmo tempo sinto-te presente à minha volta.

      A Mãe é o único ser que nunca se esquece durante a vida inteira! Obrigada por seres a melhor Mãe do mundo!

      Afonso S, 5C

Mãe, és a melhor Mãe do Mundo!

A Nations Flower

Terry Kearney via Compfight

     Mãe, sei que estavas muito ansiosa e muito feliz quando eu estava na tua barriga, para nascer.

     Sempre que viajo contigo, eu pego na tua mão e sorrimos, quando vamos descolar; quando vou viajar sozinha, sinto a tua falta, pois não pego na tua mão. Sempre que sinto falta, pego numa coisa tua e abraço. Quando viajas, durmo sempre com o teu travesseiro.

    Sempre que estou triste, vens me consolar: como um dia em que caí, magoei a minha perna e tu ajudaste-me.

     Toda a gente acha que somos parecidas; isso é verdade: ambas gostamos de comer juntas, somos pessoas felizes e amigas leais.

     Estás sempre pronta a ajudar as pessoas: às vezes, quando tenho dificuldades no estudo e na vida, ajudas-me logo. Tens um coração tão bom e do tamanho do Universo! Neste teu Dia, vou desejar-te Paz, Amor e Alegria no teu coração. Amo-te.

És a melhor Mãe do Mundo!

Layane S, 5C

 

 

 

 

Mãe, a tua Companhia enche-me de Paz

peach rose (3)Creative Commons License patricia pierce via Compfight

     Mãe, lembro-me tão bem, quando tu me aconchegavas, ao ir-me deitar, quando era pequenina…

     O teu sorriso traz-me carinho, felicidade… Ao ver-te rir, dá-me vontade de rir também, pois quando estás feliz eu estou feliz e quando estás triste eu estou triste.

     Mãe, és a minha heroína, és muito corajosa, superas todos os obstáculos que te possam aparecer. Tu não és daquelas pessoas que trabalham só para ganhar dinheiro, tu és também apaixonada pelo teu trabalho.

    Uma das coisas que me faz mais feliz é quando o Pai sai para ir ver o futebol com os amigos, as manas saem com as amigas e eu fico sozinha contigo e vemos televisão juntas: a tua companhia enche-me de Paz.

      És uma pessoa que me transmite um imenso carinho. No Natal, enquanto o Pai está a ver televisão e as manas estão no quarto a ouvir música, tu e eu estamos a montar a árvore de Natal.

     Mãe, neste teu Dia, agradeço-te por me teres dado  Vida e  Amor. Se não fosses tu, eu não estaria aqui e tão feliz como sou. Obrigada por tudo.

Feliz Dia da Mãe!

Maria B, 6B

A Minha Mãe Para Mim

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Sotiris Marinopoulos via Compfight

       Mãe, tu és metade de mim.

       Quando tu estás noutro sítio, a passear com o Pai, e eu estou com a Avó, sinto que estás aqui, só que dentro de mim.

      Mãe, tu és uma pessoa muito bem-disposta, e transmites energia positiva aos outros que estão ao pé de ti. Como daquela vez em que nós estávamos a passear, o Mano estava muito triste e tu, começaste a conversar com o Pai sobre as coisas que o Mano gosta, e ele ficou feliz.

     Também és tão paciente connosco: quando o Mano não pôs a taça, disseste para ele ir pôr, continuaste a repetir sem perder a paciência. Quando eu faço os tpc, com a letra mal feita, tu não me obrigas a escrever outra vez, encorajas-me a melhorar para a vez seguinte.

      Nós os dois somos tão parecidos: quando tomas uma posição diferente da do pai, eu vejo sempre as coisas como tu vês.

     Os momentos de mim em Bebé estão dentro da minha cabeça, num cofre, onde, às vezes, nem me lembro das minhas conquistas ganhas com o teu carinho: a minha primeira palavra foi “Papa”, comecei a andar aos 18 meses e sentiste, logo que eu nasci, que eu ia ser saudável.

     Mãe, agradeço por me teres criado, és a minha parte de dentro, mesmo que os outros achem que sou mais parecido com o Pai.

      Mãe, neste teu Dia, desejo que tenhas muitos anos de vida e, mesmo quando morreres, estarás sempre no meu coração e na companhia de Deus no Céu!

 Miguel M 5A

A Mãe é tão Especial

     Sonnenberg Gardens & Mansion Historic Park ~ Canandaigua NY ~ Pink Rose Onasill ~ Bill Badzo via Compfight

     Quando eu nasci, a Mãe sentiu uma sensação que não se explica. Quando eu era pequenina, a a Mãe gostava muito quando íamos para o meu quarto e cantávamos “O Pau ao Gato”. A Mãe é uma pessoa que está sempre ao meu lado, quando eu preciso de ajuda. Quando, por exemplo, eu torci o braço, a Mãe não me deixou um só momento.

     A Mãe é uma pessoa tão especial que eu nem a consigo descrever.

    A Mãe tem qualidades que eu admiro muito e que mostra na forma como nos educa e como convive com os outros.

    A Mãe é uma pessoa de coragem, que enfrenta as dificuldades que exigem mais esforço.

    A Mãe  é uma Mãe que eu nunca imaginei ter na minha vida: cheia de alegria e boas virtudes.

   Adoro quando estou a fazer companhia à Mãe, enquanto está a cozinhar delícias maravilhosas. E mesmo que não saiam como a Mãe esperava, ficam sempre recheadas de carinho.

     Recordo-me de uma vez em que fizemos e levamos-lhe um pequeno-almoço à cama e Mãe adorou! Lembra-se quando eu lhe fiz um suporte para o telemóvel com o rolo de papel higiénico? Foi tão divertido!

     A Mãe é gira por fora, mas é linda de morrer por dentro!

    A Mãe, para mim, é uma pessoa agradável que, quando se zanga connosco, põe-nos logo na linha. Quando a Mãe se zanga comigo, eu fico irritada ou revoltada, mas depois, passado “3 dias”, eu percebo e sinto-me com muita confiança e um conforto tremendo.

     Adoro-a por me cuidar quando estou doente e não só. A Mãe é das pessoas que conheço que sabe cuidar dos outros adaptando-se à imaginação de cada um.

     Peço-lhe que nunca desista dos seus sonhos.

     Neste seu Dia, envio-lhe muitos abraços e beijinhos.

    Mãe, obrigada por me ter dado a Vida, com uma colher cheia de amor e um pote de confiança.

Margarida Cc, 5A

Mãe, que Seria Eu Sem Ti?

Have you ever tried to let the light go?Creative Commons License Gabriel Caparó via Compfight

     Mãe, Obrigada por me dares a vida, o amor e a alegria!

    Mãe, tu fazes cozinhados de sonho, como por exemplo, todas as espécies de sopa…

    Tens um imenso carinho para me dar: ao deitar-me, fazes-me um leitinho e vens dar-me um grande beijinho.

    És muito corajosa, Mãe, e, ao ver-te rir, fazes-me sentir bem e com energia.

    Guardo um tesouro de recordações dos nossos momentos partilhados, como quando vamos à Brandy Meville comprar roupa ou passear o nosso cão… Todos os dias inventas para nós uma minifesta, com pequenas surpresas.

     Ao pôr do Sol, sinto que voltas do trabalho para me dar alegria, o teu carinho é do tamanho do Sol; o Amor que me dás é infinito.

     Mãe, neste teu Dia, desejo-te as maiores felicidades e vou-te dar um conselho: ainda falta realizares o teu sonho de adotar duas crianças, para continuares a encher, com o teu amor,  toda a gente que passa por ti.

 Maria M, 6B

Mãe, Adoro o Teu Sorriso!

06.Roses.1300BlockTStreet.NW.WDC.8May2012Creative Commons License Elvert Barnes via Compfight

    Mãe, admiro-te por seres tão amigável e por gostares tanto de nós (o Pai é igual).

   Eu adoro quando tu e eu e a Mariana estamos todas na cozinha a fazer bolos. Eu adorei quando tu me ensinaste a fazer ovos mexidos.

     Mãe, eu adoro quando te esforças para me perceber. Por exemplo, quando eu aprendi a fazer contas de dividir. 

     Mãe, lembras-te, nas férias de verão, quando tu me ajudaste a superar o meu medo do 5º ano? Eu acho-te muito independente e, por isso, sinto-me segura. Admiro-te quando me ajudas a estudar!

    Mãe,  Adoro o teu sorriso alegre e amigável. Eu adorei quando fomos brincar as duas nas ondas! Eu acho que herdei de ti o meu gosto de pintar. Eu sinto que, quando tu eras pequena, tinhas muito jeito para desenhar e os mesmos gostos que eu. Por isso acho que, o que tu desenhasses agora, iria ficar belo.

    Agradeço-te por me teres ajudado nos meus momentos de dificuldade e fico feliz por fazeres de mim o que sou. Neste teu Dia, desejo-te uma vida muito feliz, como eu me sinto a desenhar.

Carolina C, 5B

A Super Mãe!

     Maig_1392

Joan via Compfight

      Mãe, quando a vejo, o seu sorriso traz-me carinho e muita felicidade.

      Quando estou consigo, sinto-me segura e muito bem acompanhada.

      Mãe, a Mãe para mim, é muito querida; mostra ternura por nós e vê-se que quer o melhor para nós.

      Também é generosa: faz tudo para nos ver felizes: adorei a viagem ao Douro que nós fizemos, as idas a Montargil, irmos andar de bicicleta e tantas alegrias proporcionadas até agora.

     E a Mãe vai mais longe do que só ajudar a família, também ajuda os que mais precisam nos Amigos à Mão.

     A mãe tem paciência connosco; quando nós estamos a gritar, a Mãe fica calma, mete-nos na linha num instante e nós voltamos à brincadeira.

     A sua simpatia irradia sobre nós. A Mãe é muito desportiva, pois está sempre a jogar Padel.

     Obrigada por me proporcionar a vida e todas as maravilhas até agora. Obrigada por a Mãe ser muito querida comigo e gostar muito de mim.

Feliz Dia da Mãe.

Adoro-a.

 Isabelinha S, 5D

A Mãe é a Estrela do Universo

Valentine's RosesCreative Commons License tdlucas5000 via Compfight 

    Mãe, a Mãe é uma pessoa feliz, bem disposta e muito boa Mãe!

    Ajuda-me sempre, quando preciso. A Mãe é o meu braço direito: está sempre preparada para nos ajudar.

    A Mãe é uma pessoa com o coração cheio.

    Está sempre a pensar nos outros e também, continuamente, a planear presentes para mim e para as minhas irmãs. A Mãe ajuda os outros com muito gosto e amor: no Natal vamos sempre fazer cabazes para ajudar os que mais precisam. 

   Adoro a figura da Mãe na minha vida e, quando faz algumas coisas, lembro-me do meu Avô. A Mãe queria ser atriz ou jornalista, e o meu Avô sugeriu que, se fosse para Direito, tinha mais possibilidades de arranjar uma profissão que gostasse.  A Mãe é igual ao Avô: uma estrela muito brilhante.

     A Mãe é uma pessoa generosa: às vezes a Mãe trabalha muitas horas seguidas, sem comer e sem intervalos, para nos ter a todas nesta Escola que todas nós adoramos.

    A Mãe, quando se zanga connosco é porque nós precisamos. Eu tenho muita confiança  na Mãe. Quando estamos no Algarve, a Mãe dá-nos muita liberdade, apesar de termos horários.

     Gosto muito de passarmos tempo sozinhas, a Mãe e eu.

     A Mãe é uma colher cheia de açúcar: é uma pessoa muito doce para com os outros.

    Às vezes vamos para o Paredão, andar todos juntos, para crescermos bem e com saúde. Uma vez, descemos o rio Douro no nosso barco pequeno… Obrigada por tantas alegrias que nos oferece.

    Obrigada por me ajudar nos seus tempos livres. 

    Neste seu Dia, desejo-lhe uma taça cheia de  amor, felicidade e todas as coisas boas do mundo, para a Mãe continuar a ser a Estrela do Universo.

Carminho S, 5A

Mãe, a Quem Eu Amo

     Sonnenberg Gardens & Mansion Historic Park ~ Canandaigua NY ~ Pink Tulip Onasill ~ Bill Badzo via Compfight

    Mãe, tu és uma pessoa carinhosa; por exemplo, com a minha idade, que tenho dez anos, ainda me tratas por “bebé”.

    Mãe, tu preocupas-te muito comigo, com os meus irmãos e não só. Quando eu cortei a língua, tu chamaste logo a ambulância, ficaste comigo dois dias no hospital e, durante um mês, cuidaste da minha comida especial.

    Mãe, tu és uma pessoa corajosa em enfrentar dificuldades. Admiro o teu espírito de sacrifício: fizeste um esforço para nos levar a todos aos Açores, para estarmos com a Família, na magnífica Passagem de Ano, no Clube Micaelense.

     Quando eu me portava mal, chamavas-me à atenção e eu punha-me logo na linha. Mãe, dás-me sempre o beijo da boa-noite, que, para mim, significa que sentes muito amor por mim. 

     Ensinaste-me a andar, Mãe, e, com esses passos, queres ensinar-me a seguir pela vida fora por caminhos bons.

     Mãe, aprecio seres compreensiva: quando me magoam, tu sentes, ficas do meu lado e defendes-me.

     Mãe, Agradeço-te porque me criaste: percebi que só queres tratar muito bem a mim e aos meus irmãos, dar-nos uma vida sempre melhor, sempre mais feliz!

5C Rafael Cy

 

A Minha Mãe é um Anjo

the light of Spring

Creative Commons License frederic gombert via Compfight

      Quando eu nasci, Mãe, tu disseste:

     – É tão fofinha! Vamos chamar-lhe “Svetlana” porque  ela é parecida com a “Luz de Deus”.

      A primeira palavra que eu disse foi o nome do meu irmão. (Meu Deus, devia lavar a boca com sabão).

     Eu gostava muito quando víamos os desenhos animados e tu me traduzias do Inglês e explicavas o significado do que eu não compreendia e o que faziam as personagens.

    Eu adoro desenhar contigo, Mãe: desenhamos lontras, ratos, arminhos…

     Admiro-te: és bonita como um cristal, muito inteligente. Quando faço um disparate, tu dizes:

     – Sou tua Mãe! Sei tudo!

     Tu és uma pessoa simpática e amorosa, sabes acolher os outros, fazes tudo melhor do que eu e ensinas-me. És optimista, transmites energia positiva.

    Mãe, neste teu dia, agradeço o teu amor, o teres-me dado a vida. Se não fosses tu, eu não conhecia os amigos, os professores, nem a ti, Mãe!

      Obrigada, Mãe , porque me criaste e me educaste, dia após dia. Ensinaste-me tanto, deste-me de comer, cuidaste de mim.

     Desejo que vivas muitos anos, com saúde e paz, e, quando morreres, sejas uma Santa!

Svetty T, 5ºB

A Mãe mais Querida

Future...Creative Commons License frederic gombert via Compfight

    A Mãe é querida comigo. Ajuda-me quando eu caio. Quando tenho pesadelos, chamo-a, e a Mãe vem, embora o quarto não fique perto. Acolhe-me com um sorriso quando eu chego da Escola, pergunta-me como correu o dia e, às vezes, se recebi algum teste.

     A Mãe é amiga de todos: cumprimenta as pessoas nas lojas e fala com elas; no Natal, em casa da minha Tia, a Mãe anima a Festa e leva o seu maravilhoso bolo de chocolate.

     Quando eu era pequenina, a Mãe jogava comigo ao Mata, Futebol e Voleibol. À noite, a Mãe lia-me histórias, e eu adorava a sua companhia que sempre me faz sentir bem.

     Gostei imenso de ir a Tavira, de ir à praia, de ir a Tróia, à ilha do Farol, à ilha de Armona e a outras ilhas, de andar de barco e ainda da tua Festa de anos… Tantos momentos inesquecíveis que são um tesouro na minha memória,  partilhado com a Mãe mais querida do mundo!

     Mãe, agradeço-te por eu ter nascido, por me teres alimentado e cuidado; quando eu era bebé, eu ouvia as suas palavras e a Mãe ensinou-me a andar e a falar! Hoje a Mãe ensina-me a viver, a  não desistir de lutar  e a não enganar.

     Mãe, neste teu Dia, desejo-te toda a Felicidade!

Mariana C, 6A

A Mãe é uma Pessoa Generosa

Dandelion Don Sniegowski via Compfight

       A Mãe é uma pessoa cheia de Alegria; ela gosta de festas e enfeita a mesa dos meus avós no Natal.

     A Mãe é uma pessoa amigável: ela faz-me o pequeno almoço sempre que não há cereais; ela gosta dos passeios comigo, no Parque: brinca comigo, apreciamos juntos a Natureza, falamos das rochas grandes; a Mãe também aprecia ver-me a divertir-me nos baloiços.

    A Mãe tem sempre determinação em proteger-me: sempre me diz para olhar para a direita e para a esquerda quando eu for atravessar as estradas.

    A Mãe é uma pessoa generosa, que ajuda as pessoas: procura-me quando saio da Escola e fico perdido e não fica zangada quando vou por outro caminho.

     A Mãe é uma profissional brilhante que dá aulas no Cambridge e escreve. Tem desenhos de Arte: como me ajudou para a aula de ET, eu descobri o seu talento, Mãe.

     Eu e a Mãe vamos quase sempre juntos pagar o mês da água, gás e eletricidade e também fazemos sempre as compras para trazermos o mais importante para o mês ou para a semana. Esses momentos são importantes e fantásticos, Mãe.

     Mãe, agradeço-te por me teres dado a vida, por aqueles momentos maravilhosos que me deste, por me ofereceres oportunidades que muitas crianças não têm, como ter um computador, pela liberdade que deste à minha vida!

     Mãe, neste teu Dia, desejo-te um Feriado Fantástico, pois é como um outro aniversário, em que a prenda é este texto e com todas as outras Mães do mundo.

Michael S, 5A

Animais em Liberdade

Little Pretty Bird

Trey Ratcliff via Compfight

Tese:

    Em relação a os animais, considero que devem viver em liberdade.

1º Argumento:

     Em primeiro lugar, embora nos jardins zoológicos ou aquáticos se diga que os animais são “felizes”, na verdade, eles sofrem nas suas celas, chegam a enlouquecer ou ficam com depressão.

2º Argumento:

     Em segundo lugar, os animais têm direito a caçar, saltar, correr, reproduzir-se livremente porque eles pertencem á selva e assim foram criados por Jesus.

3º Argumento:

     Finalmente, os animais precisam do amor que só encontram no seu habitat ou em territórios próprios bem defendidos, como por exemplo, o lince ibérico na serra da  Malcata.

Conclusão:

     Por todas estas razões, eu defendo que os animais devem viver em liberdade!

Svetty

Onda de Férias

Surf's Up!

Prab Bhatia via Compfight

      Começou muito cedo o meu primeiro dia de férias, porque ainda estava habituado à escola,  e porque não gosto de acordar depois das  8h 30.

     Então, a preparação para o Campeonato começou num sábado, em que não tinha que estudar e podia fazer Surf o dia todo. Acordei, lavei a cara, tomei o pequeno-almoço, habitual, depois o meu professor de Surf, “o Gatinho”, levou o seu cão para o treino.

     Começamos a ir buscar as pessoas na carrinha: eu sou sempre o primeiro a “ser buscado” e demorou muito tempo. Finalmente, chegamos à praia e estavam altas ondas! vestimos o fato, pegamos nas pranchas e fomos Surfar com o “Gatinho” a filmar. Depois fomos todos jogar futebol e voltamos a Surfar outra vez.

    Assim acabou o meu dia com altas “surfadas”, dias super-divertidos, e daí em diante, todos os dias de treino serão assim!

João P, 6A

Rumo a uma Outra Escola

Middle Earth: Shadow of Mordor / Into the LightCreative Commons License

Stefans02 via Compfight

     Eu gosto de dormir muito, comer, jogar, especialmente com os meus amigos, e também de ir à piscina.

     Se eu pudesse mudar a Escola, eu punha-lhe um Parque aquático, um Bar que servia petiscos de pôr água na boca, uma máquina de comida, uma Arcade com jogos tradicionais, uma piscina de bowling, uma sala que servia para que os atores que davam voz a personagens, pudessem lá estar a dar autógrafos e a tirar fotos com os estudantes que quisessem.

     Eu gostava de ter essa sala, porque eu queria conhecer pessoalmente, os atores que deram as vozes aos personagens do meu jogo favorito: Overwatch.

    O dia a dia dos estudantes torna-se muito difícil de descrever, pois eles faziam praticamente tudo o que havia na Escola: eles nunca se aborreciam ao aprender por jogos e atividades de Grupo com os amigos.

     Os professores, se pensarem bem, querem que nós nos foquemos na matéria e, supostamente, a Escola transmite algo para a vida. Nesta Escola que eu imagino, nós tínhamos tudo para nos divertirmos a aprender.

João Francisco, 7B

Conversas na Oficina: Uma Raposinha no AquaPark

On the Run! Pat Gaines via Compfigh

          O Dia começou como normal, com o Túlio, panda vermelho ou pequeno, que acordou e disse:

    – Vou pintar as caras dos meus irmãos e irmãs com pasta de dentes.

     E desenhou uns bigodes ao Vanya, o cabrito; e com a caneta desenhou os olhos e foi ter com a Svetlana, eu, a raposa com seis caudas e penteado vavilonas e também sou um Pokémon Vulpix, nº 37 e desenhou-me uma barba e uns olhos.

     Eu acordei e ralhei:

     – Tuuuuuulio! Apaga isso, depressa!

     O Tuliou apagou e disse-me:

     – Tu viste a tua cara?  – E riu-se.

      Eu, Svetlana, dei-lhe uma bofetada:

      Twack! E afirmei:

     – Se me voltas a fazer isso, vais ser o meu saco de boxing!

     Ao pequeno-almoço os pais perguntaram:

    – Crianças, sabem onde nós vamos?

    – Vamos ao Aquapark?

    – Claro! – responderam os pais.

       Nós fomos numa caravana, o Tulio, os seus irmãos, eu, os cachorrinhos de Huskie, Aliosha, Grisha, os cachorrinhos de Boxer, todos  para o Aquapark e, no minuto certo, os cachorrinhos de Huskie, exclamaram:

      – Estamos cansados! – a viagem era longa.

    Quando chegaram, eu mostrei os Escorregas radicais, chamados “Tornado-Kamikaze-Whirlwater”.

     Eles experimentaram as  diversões mais espectaculares. Recordo quando Vanya gritou:

     – Não Quero!

      Mas depois, todos se divertiram imenso e regressamos à noite. Nunca me esquecerei desse dia maravilhoso.

(Em parte ditado)

Svetty T, 5B

Ecos da Festa do CAD: “Deixa-te Surpreender”

Imagem: CAD

“O que mais apreciou no Sarau ou na Festa da Comunidade Educativa?”

     Com esta pergunta acolhemos quem se dirigia à responsável da Oficina de Escrita, que teve o privilégio de dar apoio na bancada da AJU.

     Ana Catalão, Coordenadora do 3º Ciclo – O que mais me tocou foi a alegria e a cumplicidade entre os alunos.

Prof Ana, Coordenadora do 3ºCiclo

     Um Aluno – A Dança das Artes, cheia de cores fluorescentes.

     Carolina – A Ginástica Rítmica, na Banda.

     Gonçalo, aluno do Secundário – A música “O Avião sem Asas”, porque fui eu que toquei.

Projeto de 5º e 7º: A Horta Biológica

      Maria M, 6B – O que eu mais gostei foi de estar com pessoas que estavam distantes de mim. Fiz descobertas. E toquei flauta: “O Amor é assim” e “We are here right now”.

Prof Paulo – HGP e Espetáculos Magníficos

     João R, 8B – Gostei muito do nono ano: fizeram uma dança sobre um combate entre o bem e o mal. Estavam todos atados e com a vista toda tapada.

Os Maravilhosos Músicos do Secundário

     Júlia Marçal, antiga aluna, autora de A Comida como Almofada Emocional – Gostei muito da Cozinha Molecular, onde fazem morangos com caviar de chocolate, gomas de gelatina… são opções lights para snacks.

A Jovem Autora de “A Comida como Almofada Emocional”

     Sofia Ferreira da Costa, antiga aluna, autora de “O Menino que não Conseguia Sonhar – Gostei mais de ver o meu sobrinho Miguel! Foi a primeira atuação em que ele estava no Xilofone. Em segundo lugar, gostei da dança das Artes do Secundário, com fitas fluorescentes. E pela primeira vez, percebeu-se bem o encadeamento das várias partes do Sarau, que compuseram, de forma original, a história de Jesus. A minha sobrinha Maria fartou-se de dançar: começava tristinha, com um leve sorriso e as outras vinham dançando à volta dela e acabavam todas contentes no fim.

Projeto do 5º Ano: “Embarca no Não É”

     Filipe Ferreira da Costa, antigo aluno, pais de três alunos – Apreciei muito a exposição das Parábolas, a forma como foram recriadas as personagens. Na festa do 1º Ciclo, achei que as crianças estavam muito contentes, que aquilo lhes estava a saber bem, que cantavam com gosto.

    Uma antiga aluna, Mãe da Maria Inês do 5ºC, recordando os seus tempos de estudante, destacou a inesquecível ternura partilhada entre alunos e professores.

” Profes.” Teresinha e Susana, embarcadas no “Não É”

     As nossas antigas coordenadoras, Helena Pinheiro e Isabel Santos vieram ver os seus netos atuar e apreciar toda a Festa, respirando, por momentos, de novo, “o ar da pátria”, pois na alma do nosso Colégio ficou impressa  a doação de toda a sua vida profissional.

    Entretanto, no cantinho da AJU, irmã leiga do CAD, onde o mesmo carisma do Amor inspira “a renovar o mundo passo a passo”, também nós “nos deixámos surpreender” pela alegria viva que iluminava a Festa.

Uma Mini-Equipa AJU participante na Festa 

AJU – Facebook

OE

Quem Namora

Love moment

FUMIGRAPHIK_Photographist via Compfight

     Namorar é a forma bonita de viver um amor. Namora quem lê nos olhos as vontades do outro. Namora quem sonha, quem teme, quem vive marcado de amor e quem morre vivendo de amar, quem morre de amor por ti.

     E eu? Valorizo quem cuida de mim e gosto de quem me sorri com sinceridade. Teu amor é minha vida, meu céu! Amo-te porque és especial, porque te adoro.

     E o Amor não faz o mundo girar, apenas faz viver a pena viver nele. Estar ao pé de ti… não é apenas ter as estrelas, é ter todo o Universo num simples gesto, num simples olhar…. Amar-te não é apenas uma gotinha de água no mar… É ter um lindo e imenso oceano para nadar. E junto de ti sempre estar.

     Só amando sei onde penso chegar, só amando amarei para sempre, até o mundo acabar! Quero estar contigo, num momento chamado “sempre”. E para sempre estar ao teu lado, viver e reviver momentos, especiais e românticos ou maus e infelizes, mas, se forem maus, ao menos estarei ao teu lado.

Lara B, 9ºA

Conversas na Oficina: Ideias para o Futuro

Elite Dangerous / Careful of the AsteroidsCreative Commons License Stefans02 via Compfight

      Avalio o meu desempenho como suficiente. Subi muito em Moral, mas tenho que estudar mais para Português, pois desci. A HGP desci a média e a CN muito pouco.

     A Português desci por causa dos tempos dos verbos, e o que é mais difícil para mim nos testes são as interpretações de texto. Nas composições posso melhorar os advérbios e as preposições.

      A minha estratégia para HGP é escrever apontamentos, tentado fazer por palavras minhas e uso as do Manual que não posso mudar. O meu Pai estuda um pouco comigo.

      A CN desci muito pouco, mas devido à forma como as perguntas são feitas. A Estratégia de recuperação vai ser estudar mais sobre os  animais fazendo perguntas por palavras minhas e imitando os exercícios do teste.

     A subida a Moral foi graças ao resumo que o Prof nos deu; escrevi algumas ideias do papel que o Prof nos deu, acrescentei outras ideias do Manual e fui buscar outras ideias à minha cabeça. Gostei de pensar sobre os sítios em que Jesus foi um homem verdadeiro e verdadeiro Deus e onde viveu na Terra.

     Os meus Projetos de Páscoa são fazer alguns ovos de decoração, comprando doces para comemorar, se conseguir. Brincar com a minha vizinha, é a única companhia que tenho, é como a minha melhor amiga. Gosto de desenhar, uso um caderno de folhas lisas, desenho por imaginação, pois ganho as minhas ideias nos meus sonhos, quando estou a dormir à noite. Tenho uma cabeça fresca, lembro-me bem dos sonhos.

     Estou a ajudar um rapaz que tem cancro, com toda a minha Turma: compramos alimentos,  vendêmo-los por preços mais baixos e enviamos o dinheiro para esse menino, que se chama Tiago.  

     Desejo que nós ajudemos todas as pessoas do mundo que precisam de ajuda!

Michael S, 5A

Conversas na Oficina: MB e MM

Imagem: Oficina de Escrita

MM – Qual é o teu um objetivo para o 3º Período?

MB – Voltar a subir a HGP, pois desci muito.

MM – Eu subi a Matemática: tive 73% e quero continuar a subir. Outro objetivo é subir a HGP, em que também desci muito, mas estudei imenso.

MB – Estudaste mal.

MM – Eu desci porque achei as perguntas difíceis. A matéria também é muito árida.

MB – Eu distraio-me na aula e devia ter estudado mais. O Gonçalo e o Flor distraem-me na aula.

MM – Passa-se o mesmo comigo. Subi às outras disciplinas, mas o Prof não me deixou mudar mais para trás. Continuo entre o Areia e o Gonçalo.

MB – Também subi ás outras disciplinas. Já tenho 60% a Português.

MM – Um bom método de estudo, para mim, que sou mais visual, é escrever resumos com cores diferentes.

MB – Faço desenhos, sobretudo a Ciências e sou mais auditiva.

MM – Um bom momento deste Período foi quando faltei á escola: fui à Serra da Estrela e queimei a mão na neve; caí a fazer sky.

MB – Um bom momento foi a Festa do meu Amigo: fomos todos juntos ao Bounce, com os melhores amigos e depois fomos todos juntos para casa dele.

MM – Os meus projetos de Páscoa são passá-la em Família. Tenho 19 primos e a minha Tia está grávida de gémeas: vão ser 21 e, ao todo, somos 42 primos direitos. Nós, os pequeninos e só até aos dez anos, fazemos a caça aos ovos. Eu e a minha prima vamos receber um buldog francês e estamos a pensar fazer uma caça ao tesouro com poistas para os priminhos pequeninos.

MB – O meu projeto é que a minha avó melhore e pare de subir o escadote. Ela vive no Folhadal, ao pé de Viseu. Na Páscoa vou vê-la e tenho um primo lá também. Vamos tentar convencer a Vovó para não viver sozinha.

MB e MM – Os valores supremos para uma vida feliz são a Família e os Amigos.

MM – Fiz uma experiência solidária indo ao Shopping recolher comida para o Banco Alimentar.

MB – Também fazia isso quando era escuteira. Havia uma Senhora com dois cães que não tinha dinheiro, mas nós ajudamos a Senhora e os cães. Ela vivia num cantinho, no meio da rua.

MB e MM – Para Inovar a Escola, podemos fazer jogos para aprender. Por exemplo, o Str de Matemática diz “Barra – 4:2” e nós fazemos as contas e vamos a correr buscar o lenço. Também podemos fazer mais trabalhos de Grupo, usar suportes digitais. Temos muito mais ideias com os outros.

MB – Se aparecesse alguém, quem escolherias?

MM – Justin Bieber! No dia dos anos enviei-lhe uma mensagem. É o adolescente mais famoso do mundo! 

MB – Alguém que merece um magnífico obrigada é a minha Avó. Porque sempre cuidou de mim quando eu estava doente. Convivemos muito quando eu era pequenina. Fez dia 14 um ano que ela morreu.

MM – A Minha Avó! Gostaria tanto de a rever!

MB – Eu também gostava tanto de a rever. Porque também me encheu de carinho!

Maria B e Maria M, 6ºB

Conversas na Oficina: Em Defesa da Pátria – II

Imagem: Colégio Militar da Luz

     Gosto muito de arriscar, adoro mesmo! Já pensei em ser polícia, mas os tropas é que fazem quase tudo: vão para as guerras, protegem os cidadãos… Uma vez, eu estava a ver um jogo no Porto, começaram-se a meter com o meu Pai,  veio um militar e Pumba! no meio da corneta, com a pistola de laser!

     Quero ser tropa de operações especiais: são os mais perigosos do mundo; temos toda a liberdade, acertamos em alvos com tiros de G3, usamos canhões…

     A 1ª Missão que eu queria fazer era proteger Portugal da Ucrânia e da Rússia, pois eles estão loucos pelo Petróleo, mas os carros vão ser movidos a água – com um litro dão a volta ao país. Como o petróleo vai acabar, eles podem ficar loucos contra Portugal.

     Queria usar um fato especial de comandos. Na minha carreira militar, quero ir para países distantes, proteger mulheres e crianças. Como vou para o Colégio Militar, quando tiver 20 anos já vou estar a fazer tiroteios com coletes à prova de bala. Venho do Colégio, com a minha professora Inês e com a minha Mãe, todas as quartas-feiras para jantar. Sempre que me puderem ir ver a marchar, no desfile anual do Colégio, iam a minha Mãe e os meus primos; a professora Inês tirava fotos e mostrava no blog.

Francisco N, 5C

Conversas na Oficina: Em Defesa da Pátria – I

     A Stuart light tank, fitted with a hedge cute and heavily sandbagged against ‘panzerfausts’, supports US infantry in the bocage, July, 1944.

Jared Enos via Compfight

     O meu projeto de Futuro é seguir a carreira militar. Sinto que as coisas militares sempre foram para mim, começando pelo meu avô, que levou 3 tiros no joelho, durante uma guerra, o meu próprio pai que fez a Guerra do Ultramar e o meu irmão mais velho que já foi convidado para o Exército.

    Gostaria de continuar a estudar, para, no futuro, ser militar, a fim de proteger todos os cidadãos de Portugal.

    Quando a escola militar se tornar inovadora, vamos ter um pavilhão para aprender a fazer um tiroteio contra alvos – isto sim que é fixe!

    Além disso, se estivermos na rua, se alguém nos aponta uma arma, eu consigo fazer o que é preciso para nos defendermos: levantamos os braços, dizemos:”- Baixa!”. Assim que ele inclinar um bocadinho a arma, nós agarramos-lhe a mão, torcemos, a arma cai e nós chutamos a arma. O mais importante é arrematar, quando ela cai no chão, pois mais vale andarmos à luta, do que estarmos ali aos tiros.

     Uma vez, quando era pequenino, fui com o meu tio a um Centro Militar e andei dentro dos tanques: há lá um botão para levantar o disparo gigante.  Andei num carro de combate com dois metros de altura e nos autocarros onde os militares vão todos preparados.

    Também assisti a um tiroteio: estava a ir para Lisboa de carro, vi a polícia e tiros a passar em frente á janela. Os bandidos estavam dentro de uma casa e eles disparavam contra os escudos e os carros da polícia.

(Continua)

Francisco N, 5C

Conversas na Oficina: Projetando o Estudo – Svetty

Choose Your Own Adventure

chiaralily via Compfight

     Avalio o meu desempenho, neste período, como suficiente. Mantive quase todas as médias, incluindo a média excelente a Inglês, mas desci a Matemática e a Português.

     Penso ter descido a Português porque os complementos são difíceis, há longos textos e interpretação para escrever e não consigo escrever muito, porque fico cansada.

     A Ciências não subi mais por falta de atenção nos testes, pois nas aulas estou com atenção. Mas nos testes quero fazer depressa, para poder esperar que toque e desenhar. Enquanto não desenho as minhas ideias, estou inquieta, sinto-me nervosa.

      Como estratégia, para melhorar, vou fazer os meus testes a duas velocidades: 1º rapidamente, depois, mais lentamente, para ver e corrigir o que já fiz. Não vou levar papelinhos de apoio para os testes de HGP, isso não é justo.

     Para subir a Português, vou agendar 5 etapas de estudo; vou ler o “Príncipe Nabo” e estudar as categorias do Texto Dramático.

    Para subir a HGP, também vou agendar etapas; depois leio por parágrafos, tapo o livro e repito por palavras próprias. Em seguida vou escrever apontamentos.

    Para que o ambiente na aula seja melhor, tenho o direito de pedir para não ser incomodada com pequenos ruídos feitos de propósito para me desconcentrar.

     Projetos de Arte para estas férias: Vou desenhar “A Guerra dos Balões de Água” em banda desenhada, um “Aquapark” e um Holmes Place” de SPA e lazer. Vou também escrever sobre “Aventuras de Crianças com Cauda”, que são bandas desenhadas sobre animais antropomórficos – na internet chamam-se “Furry”.

     Um bom momento deste período foi escrever com a Prof Inês.

Svetlana T, 5B

Conversas na Oficina: Projetando o Estudo – Afonso S

'Learning how to monk'

Gabriel de Castelaze via Compfight

      Avalio o meu desempenho, este 2º Período, como muito bom. Subi a Matemática, mantive quase tudo e desci um pouco a Português.

     A subida a Matemática deveu-se a ter estudado com o Francisco N e de ter passado a estar mais atento nas aulas.

     A descida a Português deve-se a ser uma disciplina em que estudei menos, porque houve muitos testes perto. Senti que esses testes eram mais importantes, porque tinha médias mais baixas nessas disciplinas, por isso estudei mais para esses testes.

     Reformulando os objetivos para o 3º Período, gostaria de subir a Português e gostaria também de poder melhorar a Matemática.

    A minha estratégia de estudo preferida é quando a minha Mãe lê e faz uma revisão comigo; para Matemática, eu simplesmente faço exercícios, a minha Mãe vai ao livro de atividades, vê o que já foi feito e usa o que não foi feito, ou apaga tudo para eu fazer de novo.

Afonso S, 5C

Conversas na Oficina: Projetando o Estudo – Layane

Adventure - Option 1

chiaralily via Compfight

 

Avalio o meu desempenho este período como sendo bom; mantive a minha excelente média a Inglês, subi, desci e subi a Matemática; desci a Português e a HGP.

     A subida a Matemática deve-se a ter estudado muito durante dois dias, à base de exercícios e sem telemóvel.

    A descida a HGP deve-se a eu achar muito difícil o texto do Manual. O professor explica muito bem; decorar é que é difícil. Às vezes recordo o que ele escreveu no quadro e as coisas que disse. Por exemplo: a data de 1415, disse que era 14 – 15, tornou-se fácil. No teste, lembrei-me do Prof. Paulo a falar.

    Reformulando os meus objetivos para o 3º Período, gostaria de subir a HGP, a Ciências, a Português e também a Matemática.

     A melhor estratégia será estudar uma semana antes de cada teste por etapas. Em HGP, gosto de ler um pouco, tapo e depois digo por palavras minhas. Em CN, escrevo apontamentos e depois verifico no livro. Desta vez vou estudar por pequenas etapas, marcando as datas na Agenda, com um quadradinho à frente para depois confirmar com um “V”.

     Desejo a toda a gente uma Feliz Páscoa e que vivam dias muito bons!

Layane S,5C

Um Dia em Paris

Finding Nemo the Musical

Creative Commons License Joel via Compfight

     Na 6ª feira, dia 7 de Abril de 2017, fui para Paris. O meu voo foi às 5h 00 da madrugada. O avião em que eu fui era da TAP. Como o horário de Paris é diferente do nosso, cheguei lá às 7h 00 da manhã.

     Assim que cheguei ao hotel – que se chamava Premier Inn, fui pôr as malas no meu quarto. O número do quarto era o 205, portanto estava no 2º andar e localizava-se à esquerda, pois o último algarismo do número 205 é 5 e 5 é um número ímpar.

     Bem… já me estou a desviar do assunto. Continuando…

     Saí do Hotel e fui para a Disney. Mas, é claro, estou a falar da Disney de Paris. Voltando ao que interessa… Ah, já sei onde ia… Assim que entrei na Disney, fui logo para um divertimento que eu escolhi de livre vontade. Claro que o que eu escolhi foi o meu preferido, que é… o divertimento do Nemo!

Constança G, 6C

A Vida Selvagem – XVII

   Batman and Robin (1949), movie poster illustration by Glenn Cravath

Tom Simpson via Compfight

     A Família ia acampar com os seus amigos, mas a Safira e os irmãos não queriam ir e então ficaram em casa.

     O Michael ficou com eles, o seu empregado e o pai. À noite, a Safira ouviu uns barulhos, assim como todos os seus animais. Foram todos lá abaixo, à entrada e viram uma pessoa com fato de morcego.

     A Safira, sem pensar, deu-lhe um pontapé e o estranho gritou:

    – Calma, sou eu, o teu pai! Eu torno-te numa companheira de um Super-Herói.

     Então, a Safira tornou-se a companheira do Batman e a ajudante de Safira era a sua pantera.

     Foram todos dormir e, de manhã, a Safira foi  ver o Michael para lhe contar tudo.

Margarida L, 6B

A Vida Selvagem – XVI

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Creative Commons License Stah via Compfight

      Foi um grande jantar, com bifes, batatas, bolos, frutas, saladas e sobremesas. No final do jantar, o Michael perguntou à família da Sabrina:

       – Querem ir ao cinema?

       A Sofia perguntou:

      – O que é o cinema?

       E a mãe respondeu:

     – Nós temos uma sala de cinema! Vamos, venham!

      Quando chegaram à sala de cinema, foram com  a bicharada atrás. Passadas três horas, já estavam a sair e a Sabrina disse:

      – Eu gostei do filme: era a história de uma menina que vive com os lobos.

      O Michael  perguntou:

      – Posso levar a Sabrina a um Parque de diversões?

      A Mãe respondeu:

      – Desculpa, mas agora elas vão ter uma aula de equitação.

      O Michael perguntou:

     – Posso ir?

      O Pai respondeu:

      – Sim.

      Quando chegaram ao picadeiro, viram aqueles cavalos amarrados e as duas irmãs exclamaram:  

      – Nós usamos os nossos! Deram um grande assobio, e lá vieram os dois cavalos. Um senhor estava pronto para lhes pôr uma sela, mas a Sofia e a Sabrina disseram que não era preciso.

     Quando estavam na sua aula, o instrutor estava sem palavras e gritou:

     – Vocês não precisam de aulas!

Margarida L, 6B

 

Pokémon Go

     Primary Colors of Fun

William Hanlon via Compfight

      O Pokémon Go é um mapa onde uma pessoa se desloca para obter “determinada coisa”. Podemos estar no Pokestop, no Pokémon ou no Ginásio. Com isto, podemos viciar-nos neste jogo, que, por vezes, já levou pessoas à morte.

      Este jogo tem que se jogar de uma forma diferente, com 3G e saber como jogar. As pessoas sabem ou deviam saber que este jogo é um dos mais jogados em todo o mundo.

      Por vezes, o Pokémon tem o satélite interligado com o telemóvel; permite 5 metros de distância para encontrarmos os Pokémons; estes, são apanhados com uma “pokébola” e eles podem fugir ou não. Neste jogo, o melhor e o mais falado é o Picachu.

     Para mim, este é o jogo favorito e também viciante. E hoje passei para o nível quinze!

Vasco L, 7A

Uma Avó Hiperativa

   Granny's Blue Ribbon Rhubarb Custard Pie

Creative Commons License Theresa Thompson via Compfight

      Tudo começou numa manhã de verão, quando a Avó Elisa tocou à campainha de minha casa, para me convidar a ir com ela fazer um piquenique num jardim muito bonito do Estoril.

     Como eu não conseguia dizer que não, disse para ela se sentar no sofá da sala, que eu ia-me vestir.

      Mas, como sempre, quando lá cheguei, a minha avó já tinha entornado tudo: só se viam as minhas tintas de acrílico preferidas: rosa, azul e verde, espalhadas por todo o lado e os meus dois lápis verde e azul estragados. Como sempre, também, tive de manter a calma e dizer à Avó que já estava pronta.

     Quando a avó já só queria mexer em tudo, eu, desesperada, levei-a dali e fomos para o Parque fazer o piquenique. Fomos logo comer e depois apreciamos o lindo parque, o que a acalmou totalmente. Assim acabou um belo dia.

    Afinal, a minha Avó e eu conseguimos estar bem juntas!

Madalena M, 6C

O Primeiro Teatro

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Imagem: Espalha Factos

      Gostei muito de estar com o meu primo Tiago nas férias, que já não via há muito tempo. Fomos buscá-lo a casa dele para irmos ver o Teatro “Quase Normal” que era no Casino Estoril. Por acaso gostei muito, e nunca tinha ido.

     Antes de começar o Teatro, olhei para trás, vi uma senhora e pensei logo: “Esta Senhora é Atriz”. Falavam mais a cantar, era um musical e havia partes com piada. Ficamos quase nas bancadas da frente, por isso víamos muito bem.

    Este ano, desejei ter boas notas e ainda gostaria de subir a Matemática.

Manuel N, 7B