O Gatinho Abandonado

MillyCreative Commons License Carolina Barría Kemp via Compfight

     Era uma vez uma menina chamada Francisca que tinha ido fazer um piquenique com a sua amiga Susana.

     Perto das suas casas havia um jardim pequenino, cheio de flores, com um lago redondo no meio, onde vivia um peixe vermelho e uma tartaruga verde que eram grandes amigos.

     Elas sentaram-se num banco verde, à sombra de uma enorme tília e começaram a lanchar o piquenique que a avó da Francisca tinha preparado: tarte de maçã coberta de chocolate e sumo de morango.

     Foi então que viram um miado aflito vindo do lago: um gatinho pequenino, de pelo cinzento e branco, tão magrinho que se viam os ossos, tinha tentado equilibrar-se num nenúfar e caíra para dentro de água.

      A Francisca e a Susana foram a correr até ao lago: viram o peixe vermelho debaixo de água a empurrar o gatinho para cima, enquanto a tartaruga, agarrada à borda do lago, segurava uma orelha do gatinho.

     As meninas ajudaram-no a salvá-lo, distribuíram os pedacinhos de tarte pelo peixe, a tartaruga e o gato. Depois embrulharam-no na toalha do piquenique porque ele estava encharcado.

     Levaram-no para casa e tornou-se o companheiro da avó da Francisca.

Texto Ditado e Dialogado por Francisca e Inês

Um Gatinho muito “Cute”

     L'heure de la sieste!

Creative Commons License Sandrine Néel via Compfight

    Eu, este ano, recebi um gatinho muito “cute”, Chamado Lucas. Ele apresenta olhos que não se conseguem descrever;  o seu pêlo é preto e branco e tem uma manchinha no nariz. Ainda tem dois meses: foi um bocadinho complicado, ele habituar-se a nós, mas já se sente à vontade.

    Eu acho uma ideia excelente ter um gato, porque quando as pessoas não estão presentes, os gatos fazem-nos companhia.

     Gosto de brincar com ele quando atiro a bola e ele vai atrás dela. Gosto, quando estou a ver o “the Voice Portugal”, com ele ao colo. Ele adora festinhas e faz ronron e lambe-me.

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Imagem: Lukas no You Tube

    Nota-se as garrinhas dele no papel higiénico. Um dia, a minha mãe foi me dar um beijinho de bom dia e, quando acordei, quando acordei, vi que o Lukas já estava deitadinho em cima da minha cama.

    O Lukas trouxe mais companhia à minha vida, pois não tenho irmãos da minha idade. Quando o Lukas for muito velhinho, vou tratá-lo muito bem e levar ao veterinário.

    Eu acho que os gatos existem para serem companheiros do homem.

Inês M 7B