À Superfície do Mar

My Mermaid
Creative Commons License Photo Credit: Thomas Hawk via Compfight

     No dia de anos da Sereia, ela perguntou à avó:

     – Tu deixas-me ir à superfície?

     A avó disse que sim.     

     – Eu vou finalmente! Vou amanhã sem falta! – Exclamou ela.

[extrato do Diário da Sereia]

     “No dia seguinte, lá fui eu, demorei tempo, tempo e mais tempo, até que cheguei e vi, finalmente, terra!

     Continuei a nadar na superfície, até que encontrei o palácio igual ao do meu pai. Tentei ir até ao palácio que era lindo. As paredes eram amarelas e o palácio tinha areia à volta. As janelas eram brilhantes e o telhado era azul. Era lindíssimo.

     Fiquei dias e dias à espera que alguém saísse do palácio. No dia vinte e três de fevereiro, saíram e havia uma menina de cinco anos que tinha um vestido maravilhoso que era de cor rosa.”

      A menina foi ter com a sereia e a sereia assustou-se. A menina disse:

     – Eu não te faço mal. Eu pensava que as sereias não existiam.

     A sereia disse:

     – Sim, existem. – E foi outra vez para o fundo.

     Passado algum tempo, voltou outra vez e brincou, brincou com a família da menina. Eles levavam a sereia ao colo e tudo. A maior aventura foi quando foram ao parque de água mas foram só eles para não a descobrirem. Foi muito giro.

     Quando ela se foi embora, eles fizeram uma grande festa para ela. A sereia gostou muito.

     Luisinha R de P 6B

As Melhores Férias de Sempre

Princess Cave .. Krabi.. Thailand
Creative Commons License Photo Credit: Nick Kenrick via Compfight

     Finalmente, estou de férias! Só tenho pena de não ver os meus colegas durante dois meses e meio.

    Mas, por outro lado, vou passar as férias na Tailândia!

     – Matilda, vai fazer as malas!

     Ansiosa, lá fui eu fazer as malas; como íamos lá ficar 3 semanas, pus dois vestidos, cinco t- shirts, 3 calções, duas saias, e um casaco. Para condizer com a roupa, levei duas sandálias, uns chinelos e uns ténis.

     – Matilda despacha-te, não queiras perder o avião!

     Ainda mais apressada, fui à casa de banho, lavei os dentes, pus perfume e lá fui para o carro; seguimos para o aeroporto de Lisboa. Quando entramos no avião, eu só pensava: “Será que vou aguentar a viagem?”

    Lá passaram 3 dias cansativos. Quando cheguei ao hotel, reparei que estava virado para o mar. E que tive a sorte de ter um quarto só para mim!

     Durante uma semana, fui a museus, com os meus pais; passada essa semana, os meus pais foram para Portugal, e duas amigas minhas vieram passar o resto das semanas comigo.

     – Matilda, vem dar um beijinho à Mãe!

     Lá fui eu a correr dar um beijinho á minha mãe. Passei o resto dos dias na praia e em piscinas.

     Assim se passam as melhores férias de sempre!

Matilda M 5A

Um Passeio Diferente

Cycling, sheltered by the Giants [Cycling and cycling again]
Creative Commons License Photo Credit: Vincent Brassinne via Compfight

     Eu e a minha família fomos fazer um passeio à floresta. Estavam imensos animais estranhos, mas o que foi mais estranho: uma árvore tinha o tronco verde e não castanho e as folhas eram coloridas.

     Eu estive a pensar porque é que aquela árvore era tão diferente das outras. Mas o que eu percebi, foi que aquela era a árvore mais importante.

     – Mas eu ainda não percebi o que ela tem! – exclamei em voz alta.

     – Menina, que quer saber sobre a vida da Natureza? – perguntou uma voz que parecia vir da própria árvore.

     – Quem é que está a chamar?

     – Sou eu – respondeu realmente a árvore.

     – Porque é que tu és tão diferente? – perguntei.

     – Sou a pessoa mais velha que há na floresta. – explicou ela.

     – Mas tu és uma pessoa?

     – Eu não sou uma árvore, mas sim uma grande amiga tua. Sou quem fez a terra.

      Houve um bocadinho de silêncio e olhei à minha volta: estavam mais árvores estranhas. Quando viam uma pessoa simpática, bondosa, gira, alegre, com tudo o que é bom, uma árvore entrava como se fosse uma pessoa.

Sofia L 6B

    

 

Super-Heróis

pinhole rainbows - HDR
Creative Commons License Photo Credit: Cathy via Compfight

     Em 1984, eu estava em perigo: tinha sido amarrado e sob a ameaça de raio laser me cortar ao meio, no covil do “Doctor Charlot” que era muito maluco e malvado.

     Os meus cães não sabiam que eu estava preso, pois estavam ocupados a lutar contra o animal do Charlot, o lobo branco da neve.

     Eu estava metido numa grande alhada, até que, de repente, lembrei-me: “Ele é maluco, se eu o enganar, ele vai cair, é burro.”

     Virei-me para ele e disse:

     – Se me matares, quem matarás a seguir? A quem farás o teu riso malvado? …. Continuei sempre assim e ele, carregando no botão do laser, começou a ligar, a desligar, a ligar e a desligar…Até que Pummm!

     A máquina rebentou! Soltei-me, amarrei o “Doctor”  Charlot e liguei o botão de autodestruição do covil. Fugi de lá para fora, chamei os meus cães assobiando no meu apito que causa repulsa aos lobos. O “Doctor” Charlot e o seu lobo foram disparados para  a estratosfera  e nunca mais ninguém o viu.

     O Super herói e os seus cães salvaram o dia.

António B 6A

Um Amigo Genial

3 Wishes
Photo Credit: aussiegall via Compfight

     Um dia em que estava eu numa biblioteca municipal encontrei um livro engraçado. Mal o comecei a ler, encontrei duas folhas coladas que nunca ninguém tinha visto.

     Aquela folha estava tão velha que havia um biquinho dobrado para fora. Consegui abrir e deparei-me com a história de um génio: continha imagens dele: Era azul, de altura média, brilhante, sentia-se que contava como mais que uma pessoa: podia multiplicar-se, parecia que era mais que só uma cabeça a observar-nos. A cabeça era careca, muito redonda e azulada; os olhos com pestanas enormes; podíamos atravessá-lo, por isso, a única maneira de o magoar era feri-lo no fundo do coração. Tinha apenas braços e tronco, não tinha pernas, que acabava num bico, parecia um fantasma.

     Na outra página, o título “Palavras Mágicas” atraiu-me, mal as li em alta voz, saltou do livro o génio em pessoa, que disse:

     Olá! O meu nome é Génio.

     Eu caí da cadeira e dei um berro. Logo a seguir ele virou-se para mim e comentou:

     – Não te assustes, eu posso conceder três desejos.

     E eu respondi:

   – Eu desejo ter infinitos desejos, que fiques comigo para todo o sempre e que me transmitas todo o teu conhecimento.

     – Sim, posso conceder-te tudo isso, mas o meu conhecimento, terás de o ler todo!

     Assim descobri a importância da Leitura!

António B 6A

 

Visita ao Lisbon Story Center

bannerlisboa_story_centreAskmelisboa.com

    Quando nós entramos nos auditório do  Lisbon Story Center, cada aluno recebeu um guia eletrónico de crianças: era um comando e uns phones para nós ouvirmos as explicações.

    Havia uma linha preta que dividia cada capítulo. Só se podia passar a linha preta quando o comando ficava preto e com quatro traços: nós passávamos e aparecia uma imagem diferente para outro capítulo.

     Finalmente, nós entramos numa sala de cinema, onde havia 3 televisões: a história falava de um casamento, estavam todos na igreja, e uma criança começou a gritar; viu-se o altar a tremer: era o terramoto!

     E o que foi mais espantoso: o candeeiro antigo que estava por cima de nós começou a oscilar e os bancos onde estávamos sentados, a tremer. Foi uma loucura! Até parecia que nós estávamos mesmo lá!

     No filme, muitos ficaram soterrados, outros feridos, mas havia uma menina que ficou debaixo de tijolos: encontraram-na, mas ela quase já não tinha sangue. Sobreviveu, teve muita sorte!

     Nós debruçamo-nos a uma mesa de madeira em que o tampo era um mapa que mostrava a cidade de Lisboa antes do terramoto. Era um mapa eletrónico: movia-se sozinho.

     À nossa frente, num écran, passava um filme em que estavam o Marquês de Pombal e os seus ajudantes a estudar o mesmo mapa, a ver como iam reconstruir Lisboa.

     Ao sair, pisamos o mesmo chão onde D. Carlos desembarcou, no Terreiro do Paço e depois foi morto.

     Eu estava a visitar o Centro Histórico com uma amiga minha, a Marízia, mas quando nós nos juntávamos todos, eu ia para a Babá. Enquanto esperávamos pelo 6ºA, os 6ºs B e C tirámos uma fotografia de grupo.

     Foi fabuloso, adorava ir lá outra vez!

Sofia L 6B

     

Os Malabaristas e seus Fatos

Circus Benneweis, Denmark 2010
Photo Credit: DirkJan Ranzijn via Compfight

        Os malabaristas chegaram ao Circo!

    Quando os malabaristas chegaram, trouxeram os seus malabares com novos truques espetaculares que vos vou contar:

     Eles trouxeram dez bolas, quatro motosserras, nove massas, dez massas de fogo e onze arcos.

     Quando eles usavam as bolas, tinham que ser rápidos para não as deixarem cair; os seus movimentos eram extraordinários, não era só com as bolas, mas também com os outros malabares.

     Agora vamos falar dos seus fatos: eram todos muito brilhantes, cada fato tinha tecido elástico e depois era uma camisola de manga curta, um colete e o desenho á escolha.

     Os malabaristas não faziam só malabarismo, também dançavam e faziam pinos a fazer malabarismo e depois faziam fliqueflaques e mortais. Os truques de todos os malabares eram girar para o lado, para trás, mandavam cinco malabares ao ar, depois os outros malabares,

     Agora não vos vou contar mais, agora têm de ir ao circo!

Francisco P 5D

Nina

Retrato de Lana!!!
Creative Commons License Photo Credit: Lumiago via Compfight

     Uma vez, numa tarde, calorosa de verão. Eu estava no Alentejo e sentia que algo de estranho, mas bom, iria acontecer.

     Eu estava no meu quarto, que é no sótão, e estava a ouvir a minha mãe e a minha avó a falarem sobre cães. Eu fiquei a pensar se iria ter um cão, porque, na verdade, esse era o meu sonho, desde pequenina!

     Eu queria que fosse surpresa, então deixei o assunto em “stand by”. No dia em que eu fui embora para Lisboa, antes de me despedir dos meus avós, eles disseram:

     – Espera, temos uma surpresa para ti!

     E, de repente, vem um caniche branquinho! Eu nem conseguia acreditar! Perguntei:

     – Como se chama?

     – Chama-se Nina. – Disse a minha avó.

     – Eu amo-a! Obrigada, avó.

     Eu vim-me embora. Levei-a comigo, e, quando cheguei a minha casa, deixei-a no chão. .. Ela, muito esperta, começou a conhecer a casa. Andava por ali, parecia que estava a desfilar.

      À tarde, fui com ela à rua, ela fez as suas necessidades e, quando chegamos a casa, comecei a sentir uma química muito forte.

Rafaela C 6C

Um Grande Momento

The day after
Photo Credit: Vinoth Chandar via Compfight

Numa tarde de Verão, na praia, eu e o meu cão apreciávamos as vistas.

Na água, começou-se a aproximar uma sombra, o sol fazia reflexos na água, o que fazia com que ficasse cor de laranja.

A areia estava clara como ouro e ainda havia uma pequena cascata de água doce que desabava no mar alaranjado.

De repente, a sombra levantou-se e eu escondi-me nas rochas, espreitei opor um buraco e quem tinha saído da água não estava molhado.

Flofi, o meu cão, atacou-o, e a personagem gritou.

Fui ajudá-lo, Flofi, a ganir, por ter percebido que não devia ter feito aquilo, escondeu-se atrás de mim.

Tentando acalmar a personagem, perguntei:

– Lamento o acontecimento, mas o meu cão assustou-se. Quem é o senhor?

O Senhor era alto – mas mesmo alto – estava vestido de smoking e tinha um rosto amigável. Ele respondeu com uma expressão de quem tinha compreendido a situação.

(Continua)

Carolina M 6C

 

A União de Dois Mundos

The Gothic Study - The Private Library of William Randolph Hearst
Creative Commons License Photo Credit: Trey Ratcliff via Compfight

     Eu fui a uma biblioteca misteriosa: vi milhares de livros, mas só do último é que eu gostei.

     Na capa do livro, o desenho era curioso e o título era atraente: “O Professor Bondoso”.

     Sentei-me numa cadeira que parecia um trono, comecei a ler o primeiro capítulo; estava a ler o retrato físico de uma personagem e as letras começaram a tremer.

    Eu fechei os olhos e, nesse momento, a personagem saiu do texto!

     Quando abri os olhos, voltei a ler, mas o retrato físico já não estava lá. A personagem – Catarina – estava ao meu lado.

     A Catarina olhou para mim com um olhar amigável. Ela tinha olhos azuis, cabelo longo e castanho-escuro, a sua roupa era única e ninguém a imitava.

     Dizia sempre a verdade e era bondosa.

     Começamos a conversar:

     – Sofia – perguntou numa voz doce, mas em tom de desafio – O que é para ti a Leitura?

     Ainda sob o efeito do choque, respondi:

     – Mas como é que apareceste neste momento, agora?

     – Responde à minha pergunta! – Interrompeu ela.

     – Para mim, a leitura é mais bondosa quando o que eu estou a fazer é secante. Saio de onde estou e vou para outro mundo.

     – Quando estavas a ler o meu retrato, percebi que estavas a gostar de mim e comuniquei isso às outras personagens. Quando tu fechaste os olhos, fiz uma grande pressão para vir a este mundo e, agora, estás convidada a entrar na minha história.

     Comecei a mudar aquele texto, pois entrei na história.

     Assim aprendi a importância da leitura: o mundo real e o mundo das histórias podem enriquecer-se um ao outro.

     Se querem saber mais, venham à Biblioteca misteriosa.

     Cátia O 6B

À Procura de um Colar

Secret Garden, the Evolution 1
Creative Commons License Photo Credit: Daniela D’Uva via Compfight

     Chegou o dia em que a princesa podia ir visitar a terra. Ela estava ansiosa, mas, ao mesmo tempo, estava nervosa. Ela não sabia como eram as pessoas.

     A princesa passeou com muito gosto, para ver as lojas, ela estava a andar de um lado para o outro. Ela já estava a ficar furiosa, não via nada de jeito, para a princesa dar à sua avó de agradecimento.

    A princesa já estava a ficar louca de não ver nada, por isso foi pedir ajuda a uma senhora de uma loja.

     – Olá, eu precisava de ajuda? – Pediu a princesa.

     – O que é que a senhora precisa? – Perguntou a senhora da loja.

     – Eu queira dar um colar à minha avó. – Explicou a princesa.

     – Nós temos muitos colares – Exclamou a senhora da loja. – Temos dourado, prateado e rosa choque – acrescentou.

      Mas afinal a cor dourada era muito cara e ela não tinha dinheiro para pagar tanto.

     – Obrigada pela sua ajuda, mas não consigo comprar, por problemas financeiros.

        Ela continuou a passear e viu uma feira que vendia colares de que a princesa precisava.

        Ela voltou à sua terra, deu a sua prenda à sua avó e contou o que tinha acontecido.

      Foi uma experiência deslumbrante.

Sofia L 6B

1ª Semana da Quaresma: Liberta-te!

     Gimp rope
Creative Commons License Photo Credit: @Doug88888 via Compfight

     Deus, vendo o sofrimento do seu povo no Egito, enviou Moisés. Este caminhou durante quarenta anos até à terra da libertação, à Terra Prometida.

     O caminho do deserto foi longo e penoso. Foi preciso ultrapassar o cansaço, o desanimo, a tentação de voltar atrás! Foi preciso querer começar todos os dias, como se fosse o primeiro!

     No início de mais uma caminhada de preparação para a Páscoa, liberta-me, Senhor, do meu comodismo, da forma egoísta de ver a vida, da minha tentação de fechar os ouvidos e o coração. Liberta-me da tentação de só querer fazer a minha vontade, de resistir à mudança que me é pedida. Liberta-me dos meus fantasmas, da minha preguiça, da critica que magoa e destrói!

     Apesar do cansaço, apesar das tentações, que eu queira fazer silêncio para me ouvir, para Te ouvir, Senhor!

 Pastoral CAD

Cavalos de Circo

     The Circus, 1870-1950 by TASCHEN
Creative Commons License Photo Credit: Marie Guillaumet via Compfight 

     Um dia, eu fui ao Circo ver os ensaios dos animais.

     Fui à pista de Circo ver os ensaios dos cavalos; eles faziam os exercícios que um domador mandava fazer, muito bem. Era impressionante!

     O lugar era fascinante , ou seja, a arena. A arena era redonda, com areia própria para os animais tinha cortinas, por trás que eram vermelhas e brilhantes; à volta tinha bancadas com cadeiras vermelhas e, à frente de tudo, tinha os camarotes que eram lindas.

     Agora vamos falar dos cavalos: eram pretos. Nesse dia ninguém trabalhava em cima deles, eram eles que faziam os exercícios só com o domador. O equipamento era brilhante, não usavam selas,  mas uns arreios quer eram muito giros e brilhantes, Os exercícios eram levantar-se em duas patas, dançar e girar, entre outros.

     Eu adorei e, entretanto, disse:

     – Ó Vítor Hugo Cardinali, posso ir dar festas aos cavalos, e tu ensinas-me truques para domar cavalos, tu és um excelente domador!  

     – Claro que podes, meu amigo! Anda, anda!  – respondeu ele.

     – Ok, obrigado. – agradeci.

     E lá fui dar festas aos cavalos. Ele ensinou-me truques. Assim foi o meu dia com os cavalos do circo.

Francisco P 5D 

As Melhores Amigas

airtime - jumping for joy
Creative Commons License Photo Credit: *vlad* via Compfight

     A Bárbara, a Carlota,  a Cátia e a Marízia são as minhas melhores amigas. A Carlota foi desde que eu entrei na escola; a Cátia  foi quando eu estava no 2º ano; a Bárbara foi no 4º ano e quando nós fomos a um sítio jogar mata com outras escolas. No último dia, eu fiquei ao pé da professora Teresa e da Bárbara e, a partir daquele dia, fiquei amiga da Bárbara. A Marízia, foi no 5º ano que a conheci.

     Eu e a Bárbara temos uma coisa em comum que nós não sabíamos: o pai da Bárbara e o meu pai já trabalharam juntos no Casino. Depois, o meu pai foi trabalhar para outro sítio e ficaram alguns anos sem se ver. Eu e a Bárbara tornámo-nos amigas e, quando ela foi a minha casa, os nossos pais começaram a perceber que já se tinham visto e tornaram-se outra vez amigos. A minha Mãe tem uma amiga cujo marido trabalha com o pai da Bárbara.

     A Bárbara já foi muitas vezes dormir a minha casa. Quando eu faço anos, vou ao cinema com as minhas amigas ver um extraordinário filme. Nos intervalos, vamos todas jogar matraquilhos.

     Ela adora a minha família, adora quase tudo o que eu tenho. Ela é muito simpática, temos muitos gostos em comum, ela é inteligente. Ela gosta muito de mim, pensa em seguir Artes ou um curso de Ciências; é preguiçosa a estudar, mas é boa aluna. Quando brincamos, a Marízia é um lobisomen, eu tenho o poder do fogo, a Cátia tem o poder da água e  a Bárbara tem o poder da Natureza.

     Se nós não tivermos amigos de confiança, não temos uma amizade tão grande.

Sofia L 6B

7 de Março – S. Domingos Sávio

     domingos_savio_mini

   Origem da Imagem de  S. Domingos Sávio  – 

     Domingos, porque era um aluno aplicado, obteve sempre o primeiro lugar na turma, além de outras distinções por causa do seu bom comportamento e pelo cumprimento dos deveres.     

     Um dia, alguns dos colegas encheram de pedras a estufa da turma. Era uma grave falta de disciplina, que merecia como penalidade a expulsão dos infratores. Estes, porém, acusaram Domingos de ter sido o autor do ato. O professor, embora duvidando, teve que ceder diante das evidências que lhe apresentavam. Chamou Domingos, e castigou-o diante dos colegas, dizendo que só não o expulsava por ter sido a sua primeira falta. Domingos baixou a cabeça e nada disse.

    No dia seguinte, descobriu-se a verdade! O professor chamou então Domingos e perguntou-lhe por que não se tinha justificado. Ele disse que queria imitar Nosso Senhor, que foi acusado injustamente e não se defendeu. Além do mais, sabia que se ele falasse em sua defesa poderia causar a expulsão de outros alunos.

Pastoral CAD

O Unicórnio

     * The Maiden & The Unicorn *
Creative Commons License Photo Credit: Parée via Compfight

        Um dia, fui para Mystic Falls, uma pequena vila onde tudo era misterioso. O mais giro de tudo é que a vila era numa floresta.

     Era linda, havia sempre uma agradável brisa que fazia todas as folhas das árvores dançarem como se o vento fosse uma canção suave.

     Um dia, estava a passear, quando, de repente, os arbustos começaram a mexer e de lá saltou um ovo de um branco suavíssimo, com pés de cavalo.

     Quando espreitei, saiu de lá um lindo cavalo com asas muito longas e um pelo cor de pérola.

     O unicórnio começou a crescer muito depressa e começou a vir em minha direção. Eu fiquei com tanto medo que desatei a correr. O Unicórnio agarrou-me com a boca e atirou-me pra as suas costas… e principiou a voar! Orientou o voo em direção a uma montanha. Aí, pus-me a gritar porque parecia estava a pensar que íamos bater contra a montanha. Mas depois, inesperadamente, nós atravessámos a montanha e fomos parar a uma floresta paranormal.

     Aí avistei uma pequena multidão de fadas, cíclopes e outros seres maravilhosos.

     Quando dei por mim, estava em cima de um vulcão que continha um líquido roxo que era igual a areia movediça.

     O cavalo virou-se ao contrário e deixou-me cair. Subitamente, apareceu um homem muito lindo, que saltou muito alto: agarrou-me e começou a correr muito rápido levando-me até uma gruta.

(Continua)

Mell M 6C

Escrever

   

Creative Commons License Photo Credit: André Mielnik via Compfight

     Gosto de escrever, pois é da maneira como eu exprimo os meus pensamentos e fico mais leve. Porque eu consigo fazer isso através da escrita e do desenho, é da maneira que eu retiro o peso de cima das costas.

     Já escrevi de tudo: poemas, versos, romances, terror, aventura, comédia, entre outros.

     Para escrever um texto, primeiro leio atentamente o que me pede, depois penso se já me aconteceu algo assim ou invento e, no fim, releio tudo.

     A inspiração, para mim, é uma sensação que vem com o tempo; eu penso que há uma pessoa pequenina, chamada “Inspiração”, que está em toda a gente e arruma o nosso quarto das ideias e depois faz o que eu estou a fazer: um Texto.

Mafalda B 6B

A Venturosa Ida a Paris

     Forgotten pic from Paris
Photo Credit: Ben Mortimer via Compfight

     Quando estava no autocarro para irmos para o aeroporto, nós não parávamos de gritar, gritar e gritar, porque estávamos muito ansiosos para experimentar as doçuras, ver o hotel e descobrir como era Paris!

     Quando reparei, estávamos a descolar. Os meus ouvidos começaram a ficar estranhos. Passadas duas horas e meia, nós aterrámos, eu tive que pedir uma pastilha à minha Mãe!

     Passámos pela torre Eiffel, mas tínhamos de ir logo para o nosso hotel, na Disneyland Paris. Tínhamos de ir noutro autocarro, onde uma família espanhola conversava aos gritos, sem parar! Os outros passageiros foram saindo, mas só aquela família, veio, na maior barafunda, até ao nosso hotel!

     Descobri umas pirâmides de vidro que dão acesso ao Louvre, onde fica um restaurante que serve comida deliciosa, como uma carne crua, com um molho maravilhoso. Mas, para sobremesa, comi um doce de mil folhas, com chantilly e frutos silvestres.

Laura C V 6C

O Planeta Desconhecido

     There is always a beginning...
Creative Commons License Photo Credit: Stefano Corso via Compfight

     Em 2014, havia um menino de onze anos que foi a Lisboa passear. Até que viu um panfleto a dizer: 

Senhores ou Senhoras, vai haver um concurso daqui a 20 anos,

em que o vão mandar para um planeta novo, que fica depois de

Neptuno. Mas atenção: só se podem inscrever pessoas com

mais de 10 anos.

 O menino pensou no assunto e inscreveu-se.

   Quando passaram 19 anos, já estavam a construir o foguetão. E quando terminaram, mandaram-no para o tal planeta. Como o planeta era longe, devia ser frio.

     – Quando descolamos? – Perguntou o menino.

     – Daqui a 10 segundos. – Disse o controlo da Missão.

     E descolaram. A viagem demorava 79 horas: comparando com antes, eram 73 dias. Quando chegaram, ele pensou que era frio, mas não, era quente. Ele pegou nos binóculos, viu uma estrela perto e disse: – Ah! É por isso que isto é quente. Olhou à sua volta: era um sítio montanhoso, vermelho, e com água a evaporar-se. Ele pensou que podia haver vida, só faltava um teste: testar a gravidade. Ele deu um passo devagar e conseguiu não dar um pulo gigante.

     Até que viu milhões de foguetões carregados com pedras e madeira: começavam a fazer um planeta novo chamado “Terra II”. Passados dois anos, o terreno estava igual a Lisboa e aí ele ganhou uma fortuna!

Pedro G 5D

Início da Quaresma

   Enlightened
Creative Commons License Photo Credit: Lawrence OP via Compfight

      Não dês esmola diante dos outros, para seres vistos por eles; aliás, não tereis mérito junto do vosso Pai que está nos céus.

     Quando deres esmola, não faças tocar a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas,para serem glorificados pelos homens.

     Mas, quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita, para que a tua esmola seja dada em segredo.

     E, quando rezares, não sejas como os hipócritas; que gostam de rezar de pé, e nas esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Mas tu, quando rezares, entra no teu quarto e reza a teu Pai que está presente no segredo.

     E, quando jejuares, não vos mostreis tristes como fazem os hipócritas; porque desfiguram os seus rostos, para que aos homens pareça que jejuam. Tu, porém, quando jejuares, perfuma-te e põe um sorriso no rosto, Para não pareceres aos homens que jejuas.

 (Mt. 6: 1-6,16-18)

Pastoral CAD

31 e 1


Duerme, mi amor
Photo Credit: Susana Fernandez via Compfight

     Lembro-me como se fosse ontem, quando as férias começaram, mas não foi, aliás, ontem, recomeçaram as aulas… Socorro!

     Há uma grande diferença das férias para o tempo de escola: nas férias acordava raramente antes do meio-dia; quando cheguei à escola, fiz um esforço desumano para me aguentar de pé; é que eu tinha feito um projeto de, no último dia de férias, às 21h 30, estar na cama…mas falhou.

     Era por volta das 21h, e, como na véspera, tinha dormido em casa dum amigo, fui buscar o pijama à sala; os meus pais estavam a começar a ver um filme e eu lá fiquei, especado à frente do écran, até às 23h.

     Um acontecimento caricato foi na passagem de Ano: na vila onde eu vivo, estava nevoeiro e não se viu o fogo de artifício!

     Dia um, a festa continuou: como a minha avó fez anos, a caminho de Lisboa, fomos pela marginal e levamos com uma onda em cima do carro. Foi assustador, mas divertido.

     Fomos muito bem servidos em casa da minha avó: a entrada eram camarões de mais ou menos 13 cm! Eu comi mais ou menos sete e não comi mais nada.

    Estavam lá a minha prima mais nova (4 anos) e jogámos às escondidas – foi um pouco injusto. Gostei muito dos dias 31 de Dezembro e 1 de Janeiro.

Vasco S 5A

     

A Grande Noite

     spark and fireworks
Creative Commons License Photo Credit: Kamal Zharif Kamaludin via Compfight

     Ainda eram 9 30, mas eu já estava entusiasmada para chegar a casa de uns grandes amigos meus.

     Quando lá chegamos, demos logo umas gargalhadas. Vi os amigos dos meus pais mascarados de super-heróis,  duas de Cleópatra, e muitos mais  disfarces!

Eu estava mascarada de Matilda, “a Espalha-Brasas”, o meu Pai, de Gandhi, a minha Mãe, de mulher do Gandhi, a minha irmã Madalena, de “Sharpay” e a minha irmã Maria João, de Panda do Kung-Fú.

     Dançámos até muito tarde, até que chegou a meia-noite: uns a comer as passas, outros a beber champanhe. Eu e as minhas irmãs abraçámos os meus pais e ouvíamos gritos de felicidade! Desejei dentro de mim que a minha bisavó não morresse. Desejámos aos amigos do Brasil, que este primeiro ano deles em Portugal,fosse o melhor ano das vidas deles.

   Fomos para o jardim, eu e uma amiga gritámos como se disséssemos “Bom Ano” ao mundo inteiro. Um amigo meu, sem querer deixou cair uma bebida na piscina!

    Depois é que foi mesmo incrível: aí, sim, dançámos até de madrugada!

Matilda M 5A

Sofia: Entre a Dança e o Teatro

     A Sofia é aluna dedicada na Escola de Dança de Janes; vai praticando quase todo o tipo de danças modernas, incluindo o jazz e o pop.
     Entrou na academia numa época de Natal, quando os alunos de dança preparavam também um espetáculo musical que inclui teatro e canto. Daí surgiu um entusiasmo pelo Teatro que, finalmente, pode concretizar este ano, inscrevendo-se no novo Curso de Teatro que abriu na nossa Escola.
 
     Que lugar ocupa a dança na tua vida?
 
   A dança é algo de que gosto muito. Antes não sabia que gostava de dançar, com o primeiro espetáculo, descobri que tinha jeito. Aos 4 anos fiz natação, aos 6 anos fiz Ballet, no 3º e 4º anos fiz Ginástica Rítmica. Este ano entrei para o Teatro, aqui no CAD.
    A dança, para mim, é uma coisa que eu adoro; as minhas professoras de dança são a Joana e a Mafalda. Na dança somos divididos em grupos: do grupo 1 ao 8. O grupo 8 é dos rapazes e a professora deles é a Vanessa. Ela tem muito jeito de fazer de rapaz. O meu grupo é o 3. Eu fui ver a minha prima Bruna a dançar: ela tinha imenso jeito e, no final, ela fez roda e espargata! Como sou prima dela, temos o mesmo sangue, eu devia ter jeito como ela, mas ela vai sempre melhor do que eu, porque ela pratica desde os quatro anos.
   Este fim-de-semana comecei o novo ano na Escola de Dança, com ensaio geral no Sábado de manhã e Festa no Sábado à noite.
 
  Partilha connosco uma experiência que tenhas apreciado nas Férias de Verão.
 
   No último dia de escola, fui para a Disney, em França. Depois voltei. Fiquei duas semanas no Colégio, em atividades: Ténis, Natação, Teatro.
  Mas o que gostei mais foi de outro Campo de Férias, na escola Pereira Coutinho. De manhã, íamos à praia, à tarde havia muitos jogos. Também fomos a uma espécie de gruta que tinha lama e que nós tínhamos de escalar. Eu caí de dois metros de altura, mas consegui subir. Ficámos todos enlameados!
    Também andámos a cavalo, fizemos arborismo no Parque de Palmela, jogamos volley, basket, futebol e um jogo com arcos: estávamos em fila, chutávamos uma bola e tínhamos de ir a correr para um arco. Quem ficasse sem arco, perdia.
     Eu pertencia à equipa E: quatro meninas, um rapaz de 12 anos e outros dois de 13 e 14. Gostei mais deste Campo de Férias do que o do CAD: os rapazes são mais velhos, mas passam-nos sempre a bola em todos os jogos!
  
 
    Quando estás sozinha, tens uma atividade favorita?
 
     Quando estou só, o que gosto mais de fazer é ler sem ter ninguém à minha volta. Na praia, onde também gosto de ler, não consigo, porque está muita gente à minha volta e distraio-me. Mesmo assim, na praia de Vila Nova de Mil Fontes, onde a água está sempre fria, consegui estar duas horas sempre a ler “O Gatinho Mágico”.
 
  O que apreciaste mais nesse livro?
 
     Quando entraram na caverna e começaram a sua aventura. Também quando o gatinho esteve em risco de se afogar. Vão fazer uma excursão: a dona nunca largava o gato e foi com um amigo explorar uma caverna onde tinha de dar um salto de 3 metros. Ela foi por outro caminho. O João abandonou-a e ela quis voltar para trás, então ele fez troça, dizendo que ela tinha medo.
 
  Quais são os teus objetivos para o 6º Ano?
 
   Fazer tudo para ter boas notas. Estou a experimentar vários métodos de estudo para escolher os que derem mais resultados. O Teatro, que vou começar agora também me entusiasma muito. E, claro, quero fazer progressos na Dança.
Sofia L 6B
 

O Teatro

     O Teatro é um desenvolvimento de ideias que aspira ao melhor para a tua vida. Quando os outros olham para os artistas de teatro a representar, pensam se eles próprios estão a fazer o bem ou o mal, avaliam-se

Puppet
Creative Commons License Photo Credit: Little Zoker via Compfight

     O Teatro consiste em termos mais ideias de brincadeira com os outros e, a partir do palco, pronunciar as nossas falas e, ao mesmo tempo, concretizar a brincadeira.

    No Teatro, nós, espectadores, podemos comunicar com os artistas e ver os atores reais a representar naquele momento. No cinema não; cada ator de cinema tem o seu papel, nós estamos a vê-los no écran, mas eles não sabem que nós estamos a vê-los.

    Fazer teatro é mais ou menos imitar a vida dos outros; somos nós próprios a ter outra vida, outro nome e, naquele momento do espetáculo, estamos noutra vida que não é a nossa na realidade.

    Eu, quando fiz teatro, imitei a vida de outra pessoa, mas não entrei na vida real da Joana – a minha personagem – pois ela tinha só uma vida imaginária. A Joana, aqui e agora, já não existe, mas dentro de mim existe, porque a representei.

Sofia L 6B

Férias Para Sempre!

   
Creative Commons License Photo Credit:
Claude Attard Bezzina via Compfight

     Sinto-me mais criativa quando estou de férias, sinto-me mais inspirada com as coisas que estão à minha volta.

     O início das férias foi plenamente feliz, e outro momento ainda foi, por exemplo, receber os presentes de Natal. A prenda mais inesquecível foi umas calças de ganga da Benetton.

     Um momento que me surpreendeu foi termos passado para 2014.

      Fiquei com a Família desde o Natal até ao Ano Novo e contatei por mensagens com a Matilde; depois, já combinei ir a casa de amigas.

      Passei o Ano em casa de amigos da minha Mãe: houve convívio, champomix, música de fundo…        Quando acordava, de manhã, contava os dias que faltavam para as aulas começarem.

      O tempo das férias é diferente do tempo do trabalho: quando nos obrigam a fazer algo, é mais difícil passar o tempo. O tempo do trabalho passa devagar e o tempo das Festas passa muito depressa!

Entrevista respondida oralmente por Sofia V G 5A

O Bosque Encantado

 Laguna de las Lavanderas
Creative Commons License Photo Credit: Eduardo Amorim via Compfight

      Era uma vez, numa terra desconhecida, chamada Bio, numa casa toda feita de madeira, viviam Maria e sua Mãe, Catarina.

     Maria tinha apenas nove anos; o seu cabelo era tão preto que parecia a escuridão da noite; o tom da sua pele era meio moreno e os seus olhos eram tão brilhantes porque estavam cheios de sonhos.

     Todas as manhãs, Maria ia aventurar-se pelo Bosque Encantado. Sobre esse bosque havia uma Lenda:

     “Há muito, muito tempo, uma jovem rapariga e um jovem rapaz foram acampar para o meio de um bosque; como estava a ficar de noite, o jovem fez uma fogueira, montou a tenda e foi buscar água. Ali ouviu um barulho que parecia de morcegos e, ao mesmo tempo, de borboletas. Ele ficou em silêncio para descobrir o que era na verdade.

     Ao aproximar-se para ver o que era, o jovem pisou numa pedra enorme e caiu. Ao erguer-se do chão viu uma lagoa: a água era tão bela, era tão azul que parecia um céu acabado de nascer.

     Correu para junto da jovem e contou tudo o que tinha ouvido e visto. Ao princípio, a jovem pensava que era uma brincadeira, mas, quando avançava na história, ela percebeu que afinal era tudo verdade. O jovem mostrou o caminho todo que tinha percorrido até chegar à lagoa.

     Por isso, daí em diante, o bosque, em vez de chamar-se “Bosque”, passou a chamar-se “Bosque Encantado”. Era tão sagrado, porque todas as pessoas diziam que aquela lagoa é que tinha dado origem às outras e à continuação da floresta.

Mariana R 6C

Lala

My little dog
Photo Credit: -=RoBeE=- via Compfight

     O meu animal preferido é o cão. A minha cadela chama-se Lala, tem quatro anos.

     Tem o pelo castanho claro, curto, espesso, macio e tem manchas pretas no coprpo e uma cauda pequena. Tem o focinho comprido e as orelhas compridas, descaídas.Quando eu vi a Lala pela primeira vez, achei-a muito fofa e só me apetecia agarrá-la.

     É muito fofa e muito brincalhona, dá-se bem com toda a gente. Quando eu lhe atiro a bola, ela vai logo atrás dela e, se vê um pombo, corre atrás dele e puxa muito a trela.

     Uma vez que eu fui ao Parque, ela molhou-se toda nas poças.

     Quando a minha cadela for velha, eu já não lhe vou atirar a bola, senão ela fica muito cansada. Se não tivessa a Lala, ficava triste, porque não tinha companhia para brincar.

Mariana H 5C

O Meu Cão

   Zeus

     O meu cão é um Pastor Alemão; é alto e muito forte; o pelo é espesso e fofinho.

    Ele chama-se Max. É mega guloso, hamburguer é a comida preferida dele.

     Eu fui ao canil e vi-o: quis logo ficar com ele! Ele ladrou para mim, lambeu-me a mão e fomos e fomos à receção dizer que o queríamos. Logo que saímos do canil, estava um cão à sua frente: logo ele saiu disparado, passou até metade da estrada, onde um carro ficou a três ou quatro milímetros dele. Nós assustámo-nos, mas o carro não lhe tocou, não houve grande problema.

     Quando ele for velho, vou ajudá-lo de toda a maneira possível.

    Não ligo tanto à PS3 e fico mais saudável, graças ao meu Max!

Diogo T 5C

Janeiro: 5ª Manhã

live strong...
Creative Commons License Photo Credit: David via Compfight
     Aprendemos a voar como pássaros e a nadar como peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos.
     De facto, a verdadeira medida de um homem não é como ele se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas como ele se mantém em tempos de controvérsia e desafio.
Martin Luther King
(Pastoral Cad)

A Minha Travessia de Barco

    “I must go down to the sea again, to the lonely sea and the sky; and all I ask is a tall ship and a star to steer her by.”
Creative Commons License Photo Credit: Khalid Al-khater If you love someone, set them free. If they come back they’re yours” via Compfight

   A minha travessia de barco demorou mais ou menos duas semanas. Fomos a Formentera, a Marbella e a Ibiza. Fui com os meus dois irmãos, a minha mãe e com o comandante, o namorado da minha mãe.

     Na travessia, nós vimos animais incríveis, como os golfinhos, outros peixes e muito mais. O Zé, que é o meu meio-irmão, com dezassete anos, faz caça-submarina. Quando foi caçar, trouxe uma raia bebé.

     O Pedro, que também é meu meio-irmão, estava a pescar e uma gaivota queria comer um peixe, mas como o Pedro tinha apanhado o peixe, a gaivota ficou presa ao anzol.

     Eu e a minha irmã estávamos na praia e não tínhamos como ir para o barco, almoçar. Então fomos a nadar. A minha irmã já estava muito cansada, então foi para cima de mim a nadar e chegámos ao barco.

     O Zé sugeriu nós irmos andar de boia e a minha irmã cometeu vários erros: “dava cada espeta!”

     Eu adorei esta viagem e adoro a natureza.

Luisinha R P 6B

A Ajuda do Capuchinho Vermelho

:Library:
Photo Credit: Andy Bagley via Compfight

     Eu fui a uma biblioteca, alugar um livro para a minha prima Marta, no Alentejo, pois todos os livros dela tinham ficado em casa.

      Encontrei o livro da Capuchinho Vermelho, uma história que ela não conhecia. Mal cheguei à zona de literatura infantil, o livro começou a falar comigo e disse-me para eu ler um livro. Eu fiquei a pensar: ‘’para quê? Vou ignorar, devo estar a imaginar coisas’’ . Depois. Subitamente, apareceu à minha frente a Capuchinho Vermelho e ordenou:

 -Ai vais ler, sim!

 -Porquê? Não vai adiantar nada! Eu consigo crescer bem sem ler.

 -Não consegues não, a minha avó diz que sempre que acabares um livro, lês outro e outro e outro, senão, não consegues desenvolver a tua capacidade de memória e visão e muitas outras capacidades! Adeus …

De repente, a Capuchinho Vermelho voltou para o livro e, quando eu fui buscar outro livro, ela, na capa  dizia, apontando para livros :

 -Olha aquele, eu acho que vais gostar e olha aquele ,também é muito giro…

   E assim eu descobri a importância de ler.

Duarte P 6C –

Resposta à Prova Final de 2013, 1ª Fase

Carta a um Amigo

A letter for you
Creative Commons License Photo Credit: Angela Marie Henriette via Compfight

No texto A, o narrador recorda tempos de infância.

Também tu certamente recordas, por exemplo, momentos bons das tuas férias.

Escreve uma carta (de 25 a 30 linhas) dirigida a uma pessoa amiga, em que:

•   relates um dia de férias agradável;

•   descrevas o local onde estiveste;

•   expresses os sentimentos envolvidos nas tuas recordações desse dia.

Respeita os aspetos formais da carta.

Não assines a carta com o teu nome, mas com a expressão «Um amigo» ou

«Uma amiga».

Prova Final de 2001

Uma Aprendizagem


Father and son surf lesson in Morro Bay, CA - image by Michael
Photo Credit: Mike Baird
via Compfight

    Escreve um texto narrativo, no qual relates:

 – um episódio, real ou imaginado;

– vivido na companhia de alguém especial;

 – e com quem tenhas aprendido algo importante.

O teu texto deve: 

– ter um título adequado;

– referir o que aprendeste e o que sentiste;

– incluir um momento de diálogo;

– ser correto e bem estruturado;

– ter um mínimo de 140 e um máximo de 200     

Prova Final de 2012, 2ª Chamada

A Origem do “Puré”

   
Day 47: Light Painting
Creative Commons License Photo Credit: Snugg LePup via Compfight

    Eu tinha ido à empresa do chefe da minha Mãe, para me aborrecer com ele: fui dizer que ele tinha de mudar os horários de saída dos funcionários, porque eu não via a minha mãe há mais de dois meses.

      Passado uma semana, houve uma reunião; foram aprovados novos horários, mas houve gente que não achou boa ideia e foi protestar junto da minha mãe. Ela nunca mais me deixou ir à empresa!

     Mas duas semanas depois, o chefe Carlos mandou-me ir à empresa novamente. Quando eu entrei no escritório, o chefe tinha a poltrona virada de costas com uma caixa no assento.

     Ele estava de costas, eu vi uma coisa castanha e pensei que era um bolo de chocolate. Mas ele virou–se e pôs-me me um cão minúsculo no colo. Eu comecei a chorar com o cão ao colo! A minha mana mais nova, que tinha oito anos, pôs-se a gritar:   

  –  Também quero pegar nele! Também quero pegar nele!

     O cão pôs-se a passear pela empresa e fez um xixi. A minha mãe disse logo:

     – Agora tens de ir limpar!

     Levámos o cão para casa. A irmã da minha Mãe estava lá hospedada: ela ficou espantada, o cão era minúsculo, ainda não tinha um mês.       

     Quando acordámos, havia 6 montanhas  e dez rios pela casa fora: lá fomos  limpar aquilo tudo! Foi assim que eu recebi o meu Purezinho!

Episódio relatado por Catarina S 6C

Simpsons

     

Avion de los Simpsons 2
Creative Commons License Photo Credit: Julio Cesar Velasquez via Compfight

     O Filme dos Simpsons é um filme de comédia e, na minha opinião, é um filme muito engraçado.

     Este filme retrata Homer que vive numa cidade chamada Springfield. Homer vive com a sua família: Marge, Bart, Lisa e Maggie.

      Este filme fala de Homer que destrói a cidade e vai viver para o Alaska com a família.

    Em Springfield, o presidente da América  decide pôr uma esfera gigantesca à volta da cidade para ninguém sair.

     Depois, no Alaska, Marge, Bart, Lisa e Maggie decidem ir para Springfield e deixam Homer sozinho. Em Springfield põem uma bomba.

     Entretanto, Homer também vai para Springfield. Quando Homer sabe da bomba, arranja uma mota e tenta pôr a bomba para fora, pois havia uma esfera pequena e Homer consegue pôr a bomba para fora.

     Na minha opinião, é um bom filme, pois serve para a família inteira rir. A música é muito boa, pois não é com instrumentos, mas com o som das pessoas.

Francisco C 6B

O Gato

Jasmine [Explored]
Creative Commons License Photo Credit: Riccardo Cuppini via Compfight       

     O meu animal favorito é o gato. Os gatos têm uma coisa que eu adoro neles, que é a fofura.

     Eu gosto deles, porque é como se fossem humanos, da minha Família.

     Os gatos têm 7 vidas: uma delas é o Verão, acho eu.

     Eu tenho um gato, mas tenho-o no Algarve; se eu tiver boas notas até ao Natal, ele vem para minha casa e vai ser o melhor dia da minha vida quando ele chegar!

     Quando chegar o Natal, já sei que vou ter o meu gato, porque já fiz todos os testes e só falta receber os testes de Português e de Moral e fazer o de Educação Física.

       Se ele não vier, eu vou morrer.

Lara B, 6C

Lara B,  6ºC

As Pessoas na Floresta

My forest dream is still a dream...
Photo Credit: Vinoth Chandar via Compfight

     Em relação ao comportamento ds pessoas na floresta, eu acho que a floresta tem de ser limpa.

     Por um lado,acho que tem de estar bem tratada para as pessoas poderem relaxar, estudar e estar com os amigos. Por outro lado, eu acho que tem de se ter cuidado para não haver incêndios.

     E, por fim, quando  a floresta se incendeia, é mau para a natureza, porque se tem de cortar as árvores, fica tudo queimado e o buraco do ozono aumenta.

       Assim, acho que as florestas são essenciais para nós, por isso merecem o nosso cuidado.

Texto ditado por Luisinha R de P, 6B

Magia no Ténis

Tennis...anyone?
Creative Commons License Photo Credit: Jorik de Beer via Compfight   

      Se pudesse, eu inventava a magia: isto seria, claro, nos desportos, mais o Ténis. O Ténis é o meu Desporto preferido.

     Se me dissessem para eu escolher uma magia, eu iria escolher a magia do Ténis: no Ténis, jogavam todos muito bem, mas eu ficava com uma magia que ganhava a toda a gente. Como eu jogava bem, dava sempre os passos que eram precisos para bater na bola, levava a raquete sempre até onde já não pudesse. Tinha muita técnica: amortis, uma bola curta, bola comprida, fazê-la correr, meter sempre a bola onde eu quero e os serviços fabulosos!

      A Portuguesa Michelle Brito ganhou à Maria Sharapova, que é a melhor do mundo! E eu, se lutar, posso ganhar a muita gente!

     Já fui a torneios internacionais e nacionais, A, B e C: o C é torneios nacionais em Lisboa; B – torneios nacionais mais perto de Cascais; A – torneios nacionais longe, como no Porto, por exemplo. Nos Internacionais, ainda só consigo jogar C, como ir a Madrid.

      Há algum tempo, fui a Madrid, perdi na primeira ronda contra uma holandesa; fui depois ao quadro B e perdi com uma espanhola nas meias finais. O quadro B significa que, quando uma pessoa perde a primeira ronda, tem uma segunda oportunidade para jogar e até pode chegar a ganhar taças.

     Lembro-me de uma jogada fabulosa que até me surpreendeu: um smash contra o Francisco B!

     Adoro Ténis.

Texto ditado por Luisinha R de P, 6B

As Minhas Melhores Amigas

 looking up
Creative Commons License Photo Credit: Max Elman via Compfight

     As minhas amigas são, em primeiro lugar, de quem eu gosto muito, a Joana A.;em segundo, também gosto muito da Maria C. do 6ºA; e ainda a Inês L. do 7º.

     Estas minhas três grandes amigas, conheci-as o ano passado, a jogar Ténis. Nunca irei esquecer os momentos em que estamos a jogar umas contra as outras e discutimos pela pontuação, mas acabamos sempre por inventá-la. Nunca irei esquecer a nossa amizade.

     Já foram muitas vezes a minha casa e todas as vezes cozinhamos as nossas comidas; já pegamos fogo à casa!

     Todos os anos, nós estamos juntas nas férias, em Vila Moura, no Campeonato Nacional de Ténis. Dormimos no nosso querido e belo apartamento, com as jogadoras mais velhas, Sheila, Teresa e Mafalda. Os professores – claro – estão por perto, no apartamento em frente, com os rapazes.

     O nosso apartamento é lindo. Eu, a Maria, a Joana e a Inês, enfeitamos o nosso armário com tiras cor de rosa, azuis e verdes. É sempre o apartamento mais colorido de todos. As nossas camas são de madeira, com édredon às flores.

    Uma vez, tínhamos acabado de jantar, e os professores foram lá ao nosso quarto:

     – Já comeram pizza ao jantar, não queremos mais porcarias!

    Mas nós, claro, não cumprimos: fomos comer gomas à noite.     

      Mas, claro que a Maria, à noite, deixou o pacote no chão, cheio de açúcar. Então, no dia seguinte, quando os professores nos foram acordar, gritaram connosco e nós começámos a chamar “distraída” à grande “Côco”!

       Eu adoro as minhas amigas!

Texto ditado por Luisinha R P 6B

 

Uma Passagem de Ano Animada

     Baby, you're a firework
Photo Credit: Kevin Dooley via Compfight

     Passei o fim de ano em casa, com o tio que faz anos, a Mãe, o Pai, o irmão mais novo e uns amigos do meu irmão.

     A toalha da mesa era beje ou vermelha. A sala ainda estava enfeitada de Natal.

     O meu irmão e os amigos foram para a rua bater panelas e desejar “Bom Natal” e desapareceram!

     Estavam numa rotunda e depois, voltaram para casa, porque a minha Mãe ligou e chamou o meu irmão e perguntou onde ele estava e mandou-o para casa.

     À meia-noite, começaram a comer passas, eu estava em pé, à frente da televisão.

     As pessoas estavam bem-dispostas. Os meus pais beberam champanhe e fizeram brindes. Eu bebi Champomy, que é champanhe para crianças.

     A Passagem de Ano é um momento bom, porque mudamos de ano. As pessoas sentem emoção e estão cheias de esperança.

Texto em parte ditado por Carolina N 5A

Natureza

Dream Pool
Photo Credit: Ian Sane via Compfight

     A Natureza oferece-nos espaços únicos, onde podemos viver momentos inesquecíveis.

     Escreve um texto narrativo, no qual relates um acontecimento inesquecível, real ou imaginado, passado num espaço natural e agradável, na companhia de alguém importante para ti.

O teu texto deve:

– ter um título adequado;

– Referir o que se passou e o que sentiste;

– incluir um momento de diálogo;

– ser correto e bem estruturado;

– ter um mínimo de 140 e um máximo de 200    palavras

Provas Finais 2012- 1ª Chamada

Num Planeta Desconhecido

     * Planet *
Creative Commons License Photo Credit: Parée via Compfight

     Imagina que eras astronauta e viajavas até um planeta desconhecido.

     Escreve um texto narrativo, no qual relates os acontecimentos que marcaram a viagem e em que

descrevas o lugar onde chegaste.

O teu texto deve 

– ter um título adequado;

– referir os acontecimentos;

– descrever o lugar;

– ser correto e bem estruturado;

– ter um mínimo de 140 e um máximo de 200 palavras

Provas Finais, 2013 – 2ª Chamada

Aventura Numa Biblioteca


Biblioteca Pública de New York
Creative Commons License Photo Credit: Justin Brown via Compfight

     Imagina que viveste uma aventura numa biblioteca misteriosa onde conheceste uma personagem

de um livro.

     Escreve um texto narrativo, no qual relates o encontro com essa personagem na biblioteca, os acontecimentos vividos na sua companhia e o que aprendeste com ela sobre a importância da leitura.

 

O teu texto deve:

– ter um título adequado;

– descrever a personagem do livro;

– referir o que se passou e o que aprendeste;

– incluir um momento de diálogo;

– ser correto e bem estruturado;

– ter um mínimo de 140 e um máximo de 200 palavras.

Planificação de Texto na Prova Final de 2013 – 1ª Chamada

Sobre Escrever…

Monmartre, Paris (I love you wall)
Creative Commons License Photo Credit: ConstantineD via Compfight

  1. Gostas de escrever? Tenta explicar porquê.
  1. Indica alguns assuntos favoritos sobre os quais já escreveste ou gostarias de escrever.
  1. Quando tens de escrever sobre um tema, qual é o teu método para organizares as ideias? 

    4. O que é, para ti, a inspiração?

5. Com base na tua experiência de escrita, acrescenta um tópico a este tema.


Leituras

Journey
Photo Credit: Mattia Merlo via Compfight

  1. Que género de livros aprecias?
  2. Indica um livro que tenhas lido com gosto.
  3. Podes recomendá-lo aos colegas, porquê?
  4. Quando encontras tempo para ler?
  5. Recorda outras situações no teu quotidiano em que também lês: qual é a diferença com a leitura de um livro?

Se não costumas ler, o que achas que pode corresponder à leitura que te permita fazer descobertas?

Vida Circense II Parte

Circus
Creative Commons License Photo Credit: José María Pérez Nuñez via Compfight

     Na vida circense, as atividades são tantas que vos vou dizer: malabarismo, trapézios fixos, trapézios voadores, strapsmen ou strapsgirl, ou seja, fitas de força…

     Ainda há mais, que são também os tecidos , os amaques, a lira – uma espécie de arco, do género Hulla Up, mas mais forte e onde as pessoas se penduram –, barras voadoras, barras de equilibrismo, bola de equilibrismo, monociclos, bicicleta de equilibrismo, rolla de equilibro – tábua com bola por baixo –  , a acrobacia de solo, ou seja, os acrobatas e muitas mais coisas emocionantes!

      E agora vamos falar da última coisa que é:  os talentos dos animais! Nos circos existem quase todos os animais , até vou vos dizer que animais são. Então são os leões brancos, leões normais ,tigres brancos, tigres normais , cavalos selvagens que são tão bonitos que não imaginam! Ainda há os elefantes que também são lindos, há cavalos lindos que são charmosos, póneis , camelos , lamas e muitos outros.

     Vamos agora começar a falar das habilidades do leões porque eles devem mostrar as suas habilidades;  mostram a coragem de passar pelo fogo , a sua flexibilidade e para quem gosta de leões, se puder, pode ir ao circo Victor Hugo Cardinali ou ao circo Chen.

    Os Cavalos mostram a sua beleza e sua força, quando são selvagens; levantam-se e ficam em duas patas, mostrando a flexibilidade.

   Os Tigres mostram a coragem da sua vigilância, põem-se elegantes para conquistar as tigresas, ao mostrar como também se levantam em duas patas.

     Os Camelos só gostam de saber que são charmosos, dançam maravilhosamente.

    Os Elefantes são lindos, sentam-se como humanos nos bancos, mostrando que têm força, coragem e conseguem levantar-se em duas patas, o que é difícil.

    Por último, vamos falar dos Lamas…[continua]

Francisco P

 

 

O Mais Fofinho!

     I knead you
Photo Credit: Kevin Dooley via Compfight

     Eu gosto de muitos animais, mas todos são fofos, se tivesse de escolher um, não conseguia, porque senão, escolhia todos e mais alguns. Se me tivesse de separar deles, não saía, tinha de ficar, é como se tivesse de sobreviver com eles.

     Será que se eu não tiver nenhum animal em meu redor, vou morrer? Acho que não vou morrer, mas vou ficar em sofrimento, com lágrima no olho brilhante.

     Quando morrer, espero que tenha feito um longo caminho pelos animais que encontro, a saber mais deles. Espero que gostem de mim tal como gosto deles! E que me lembrem como lhes dava festinhas e os beijem tal como eu sonho.

Lara B 6C