O Violino Mágico – II

A Descoberta

Finding your toneCreative Commons License Black Note via Compfight

     Gonçalo encantou-se com os seus olhos brilhantes e os seus cabelos radiantes.

     A menina pedia ajuda ao menino para sair do buraco, porque tinha de levar o violino mágico para a vila.

    Mas o menino não sabia como a tirar do buraco: tentou tirá-la a partir de uma escada que ele fez com madeira, mas esta desfez-se.

     Não sabia como a tirar, mas apareceu-lhe uma luz na cabeça que o fez pensar: pegou numa corda e puxou-a para fora daquele enorme buraco.

     Depois de entregar o violino à Rainha da Vila, o Gonçalo perguntou-lhe se queria ir ao cinema ver “O Diabo veste Pravda”, que falava de uma senhora, que era muito bonito.

   Ficaram a falar dia e noite e …

(Continua)

Mafalda A, 6B

O Violino Mágico – III

L'Art pour l'Art

Creative Commons License Photocapy via Compfight

     O Violino mágico era procurado pela vila toda de Cascais, porque quem o tocasse ficava com poderes magníficos.

     Havia uma rapariga pobre do campo, com os olhos talhados em amêndoa e com um rosto fino e único,  que gostava de tocar violino pelos bosques a apanhar ar puro para se distrair e comungar com a Natureza.

     Um dia, como estava tão distraída a cantar uma música, caiu num buraco fundo em que não se via nada nem ninguém! Nesse momento, pensou que estava a ter alucinações, porque estava a ver o violino mágico!

      Tentou sair do buraco com o violino na mão, mas não conseguia, até ficou ferida e a sua linda camisola azul como o céu limpo estava rasgada; caiu-lhe uma pinga de água do olho para o violino e o violino, de repente, fez um som; ela pegou no arco e começou a tocar… saiu, da caixa de ressonância, uma fada que era a sua Fada Madrinha!!!  A Fada Madrinha tinha cabelos compridos, loiros como o sol e uma varinha preta.

    Um menino chamado Gonçalo passou muito perto do buraco, ouviu um som de violino a sair dali e foi lá ver.

    Estava lá  uma menina com olhos de amêndoa e ele apaixonou-se por ela.

(Continua)

Mafalda A, 6C

Atraída Pela Luz

Detail from 'Lady with the Unicorn' tapestries at Musee de Cluny, Paris

Eric Meyer via Compfigh

     Num dia de sol, eu e os meus amigos decidimos ir acampar para um lugar longínquo. Nesse lugar, ao fundo de uma floresta, ficava uma cascata com um lago em volta, azul-turquesa, em que parecia haver magia.

     Quando chegamos, montamos as tendas e fomos dar um mergulho. O pôr do sol encadeava o lago com a sua luz amarela escura que irradiava através das folhagens; os pássaros cantavam à medida que o vento mexia os ramos das árvores mais antigas. Ao fundo do lago nadavam peixes com cores irisadas que me afloravam os pés.

      Quando mergulhei tive a sensação de estar nas nuvens. De repente, encontrei uma peça valiosa que era um diamante no fundo do lago, entre os limos e os peixes. Achei muito estranho, mas trouxe-o comigo e guardei-o.

     Jantei e fomo-nos deitar, mas não conseguia dormir: o pensamento do diamante não me deixava; de repente, vi, dentro da tenda, uma luz branca e brilhante que me dizia:

     – Mafalda, vem até aqui.

    Eu achei muito estranho, mas o apelo era tão suave que não senti medo algum e levantei-me. Quando saí da tenda, não estava ninguém, mas, de repente, olho para trás, e, junto à cascata, descubro um unicórnio!

Mafalda A, 6B

Um Festival de Dança

      ECB Year End-3882

Scott Moore via Compfight

     Numa tarde linda, com ar puro e festivo, as pessoas iam chegando e sentando-se para o espetáculo na Academia e cada vez mais as dançarinas ficavam nervosas.

      Passado pouco tempo, as cortinas foram-se fechando e as luzes apagando-se: era sinal que iria começar a festa.

     O palco era amplo, com cortinas vermelhas a brilhar e o chão mais limpo do que o céu.

     A roupa das meninas era linda e cara, decorada com diamantes em forma de concha com uma saia a condizer com as cortinas. A música de fundo parecia o mar a bater nas rochas e elas a ficarem desgastadas.

     O espetáculo começou e criou suspense porque estavam a dançar tão bem. O dinheiro que fosse angariado seria para a Instituição de uma menina que tinha morrido com cancro. O espetáculo durou 3 horas, mas houve um intervalo de meia hora para as pessoas comerem a comida deliciosa que era Bacalhau à Capitão, e estava de se chorar por mais.

      As pessoas aplaudiram de pé,  as meninas bailarinas fizeram uma vénia e, de repente, as cortinas fecharam-se.

Mafalda A, 6C

A Aventura dos Quatro

     Amber and Ron

Tracy Lee Carroll via Compfight

     Num dia de sol, quatro amigos decidiram ir fazer voluntariado para muito longe, para Amsterdão. No dia quatro de março, levantaram-se bem cedo para ir para  o avião.

     Estavam deslumbrados por  ir ajudar as pessoas necessitadas, porque nunca houve muitos voluntários adolescentes para ajudar as pessoas. As mais entusiasmadas eram a Mafalda e a Carolina, que eram as meninas do Grupo, com mais dois rapazes que eram o Zé Maria e o Júlio. O Júlio era do Dubai e um dos nossos melhores amigos.

     Quando chegamos a Amsterdão para ajudar as pessoas, havia problemas graves. Depois de um dia cansativo fomos para um Hotel; a sorte foi que não pagamos nada, porque a Empresa AKP  – “Ajuda Quem Precisa” – pagou a estadia.

     Ajudar as pessoas que precisam é muito bom também porque parece que estamos a ajudar o mundo para haver mais ajudantes. Há dias em que ajudamos velhinhas a atravessar as estradas; a subir escadas e a comer, porque elas não têm força.

      Ficamos em Amsterdão um mês, mas a Carolina e o Júlio foram embora mais cedo, pois seguiam para o Dubai. Eu e o Zé Maria ficamos mais uma semana, mas no fim eu já estava cansada de trabalhar. Quando eu e o Zé Maria nos fomos embora para Portugal, demoramos quase um dia, porque o avião que estava à nossa frente, caiu para o mar, e eu estava cheia de medo e só queria chegar a casa muito rápido.

      Quando chegamos, eu estava aliviada e cheia de saudades da minha família; cheguei de rastos, nem jantei, mas quando me deitei na cama, pensei num nome para o meu Grupo e ficou “CMZJ”.

     E valeu a pena ajudar as pessoas.

Mafalda A, 6B

A Minha Passagem de Ano

     Bolo com ganache de chocolate

Flor (Como Faz) via Compfight

     A minha passagem de ano foi inesquecível! Passei o ano com os meus pais e amigos que me rodeiam. Às vezes não estamos muito tempo com eles e, no fim do ano, reencontramo-nos outra vez. Passei-a em dois sítios: parecia que estava no luar, porque abri a garrafa de champomy à meia-noite. 

     Dançamos, cantamos, com os microfones de Caraoque e fizemos coisas que ninguém se lembra de fazer: contávamos anedotas, íamos saltar para o trampolim lá no jardim, atirávamos água uns aos outros, pois havia uma piscina; tínhamos um bolo de chocolate delicioso que, sempre que passávamos pela mesa, tirávamos um bocadinho.

     Na mesa havia imensas entradas, como tostinhas, presunto, queijo de cabra… Ao jantar já ninguém tinha fome, mas comemos lasanha do Lidl, que é de chorar por mais. Também havia arroz de pato, mas eu não comi, era só para os mais velhos. Depois, para a sobremesa, havia Baba de Camelo, mas eu não gosto porque é muito doce; Molotof, mousse de Óreo, essa sim, deliciosa.

     Este ano gostaria de alcançar alguns objetivos, como passar nos exames, ter melhores notas e que neste ano não haja tanta crise. Ano Novo, Vida Nova para toda a gente!

Mafalda A, 6B

Natal 2015

 

     angels at Jesus birth

Len Matthews via Compfight

      Chegou mais um Natal lindo, como todos os anos, mas é sempre uma nova história para contar!

     Costumo passar o Natal em casa dos meus avós ou tios; mas, este ano, vou passar o Natal em minha casa. No dia 1 de Dezembro, costumamos fazer a árvore de Natal e enfeitar a casa, fazendo o Presépio e pondo as botas vermelhas que são muito giras.

      A Ceia tem o tradicional bacalhau cozido com batata, bróculos e muitas coisas delicioas que é de chorar por mais, porque a minha mãe tem um tempero muito bom e único!

     À meia-noite em ponto, abrimos as prendas: eu, o meu tio e a minha prima damos as prendas a todos. Eu sinto-me tão feliz que pareço estar nas nuvens a deliciar-me com os presentes. Os que gostei mais de ter foram inesquecíveis: recebi um quadro, um iphone 4 e muitos e deliciosos objetos. O presente que gostei mais de dar foi uma pulseira à minha irmã.

   O Natal não é uma data, é um Nascimento!

Mafalda A, 6B

Halloween em Casa da Nina

Halloween Pumpkin

cisc1970 via Compfight

     O meu Halloween foi fantástico; fui para casa de uma amiga em que fomos pedir doces a muitos prédios. Antes de jantarmos, fomos pedir doces e depois de jantar também; o jantar estava delicioso – a Mãe da Nina cozinha muito bem!

    Ganhamos muitos doces, mas há pessoas tão más que não abrem a porta. Como uma que não abre a porta e é tão esperta que diz que não está ninguém em casa e começa a aspirar o chão. Houve outra vez em que tocamos à porta para entrar no prédio e ir pedir doces; uma senhora disse que não abria a porta a ninguém, por questões de segurança, mas ainda eram só 9h 30m! A Carolina disse que a senhora era má e eu pus farinha nas campainhas e a Nina também.

     Depois fomos a correr para o prédio da Nina porque o guarda estava a vir atrás de nós.

Mafalda A, 6B

Verão 2015

DSC_0113Creative Commons License Cláudio Franco via Compfight

     O Verão 2015 foi fantástico! Adorei, fui a Montargil, à Barragem, que era linda, só o pôr-do-sol era magnífico. Adorei andar de barco e tirei imensas fotos. À noite jogava Monopoly com as minhas primas e coma a minha irmã; eu nunca ganhava o jogo.

     De manhã, acordava e ia comer umas bolachs de chorar por mais: chamam-se “5 Gestão”. Quando estava tudo pronto, íamos para o barco fazer sky. Depois, só saíamos do barco quando já era noite.

     Na Barragem de Montargil andei de prancha puxada por um barco; havia umas correntes de água fria por baixo: era uma sensação magnífica. Às vezes, o barco puxava-me e era tão rápido que eu nem estava preparada e caía de chapa com a cara! Quando largava a pega, caía em pé, mas depois, de repente, ficava deitada: sentia liberdade e ansiedade, parecia que me estava a deitar na cama no meio do mar!

mafalda_falesia_mImagem: Flickr Creative commons

     Antes de irmos para Montargil, tínhamos ido para o Algarve: andava sempre de Albufeira para Vilamoura. Na praia da Falésia, foi muito giro, mas houve um problema: quando eu estava na água, no posto ao lado – 05 – em terra, onde se passa por uma ponte, pegaram fogo!

     A reação das pessoas foi de medo e de atrevimento ao mesmo tempo: levantaram-se logo, mas começaram a tirar fotografias. Veio um helicóptero e a sorte é que havia um lago muito perto da praia; então, o helicóptero estava sempre de um lado para o outro, parecia que tinha responsabilidade por todas as pessoas que estavam na praia.

     Foram umas férias fantásticas que nunca pensei ter!

Mafalda A, 6B

O Desporto é Essencial para a Vida

 Battle Of The Year 2010 Thibaud SAUDRAIS via Compfight

     Em relação à necessidade de as  pessoas terem  desporto na vida, considero que é importante para o bem estar do ser humano.

     Por um lado, o desporto em excesso e a má alimentação podem causar doenças, como, por exemplo, a anorexia, tendinites e roturas musculares.

     Por outro lado, considero que o Desporto é importante, porque , quando estamos a fazer Desporto, não estamos a pensar em coisas que não devemos: é como uma terapia mental. Também ganhamos hábitos saudáveis e evitamos álcool, drogas – perigos – que nos podem causar dependências.

     Por fim, pessoas de todas as idades têm uma grande variedade de desportos à escolha, como por exemplo, dança, escalada, hip hop, surf ,futebol…

    Por todas estas razões, acho que toda a gente deve fazer Desporto: alma livre em corpo alegre!

Mafalda A, 6B