Eu tenho uma Leoa da Rodésia; esta raça, antigamente, ajudava a caçar leões: este tipo de cão rodeava o leão e esperava que o caçador chegasse para caçar o leão.
Tivemos sorte, porque uma amiga da minha mãe era criadora desta raça, mas a sua cadela, que teve onze filhos, morreu atropelada e éramos nós que estávamos a cuidar dela, enquanto a dona tinha ido a um batizado em Santarém.
Quando esta cadela desapareceu, estivemos duas semanas à procura dela, por uns prédios. Na segunda semana, uns homens tiveram de nos mentir, para não nos sentirmos mal, porque eles já sabiam que a cadela tinha morrido na auto-estrada.
Jogamos à “Rabia” com uma bola de futebol: ela vai buscar a bola com a boca, quando dizemos “deixa”, ela larga a bola.
Ela tem um pelo cor de torrada mais queimada e um pedaço de pelo virado ao contrário. É uma cadela que pede festas a toda a gente que vê.
A cadela vai ficar para o meu rimão mais velho e por isso não vou ter problemas. Eu sempre quis ter um cão. Agora sinto-me mais seguro em casa.
Rafael S, 5C