As Estações do Ano

One Path, Four Seasons

Steven Feather via Compfight

     A minha estação do ano favorita é o verão. No verão gosto de fazer castelos de areia na praia com o meu irmão e também gosto de fazer pontes de areia para fazer passar água por baixo.

     Do Outono, eu não gosto muito, porque é frio, mas eu gosto de apanhar folhas porque acho o seu formato muito bonito e também gosto do seu tom alaranjado. Então apanho-as e colo-as num caderno que tenho em casa.

     No inverno, eu adoro ter a lareira acesa, sempre embrulhada numa mantinha quentinha, mas a única parte que eu não gosto é de passear o meu cão, porque lá fora está frio e então tenho que pôr luvas e cachecóis e o meu cão passa frio. Mas mesmo assim, gosto, até porque é no inverno que é o Natal e recebo prendas!

    E depois, passa-se para a Primavera: um tempo  nem muito quente nem muito frio. Então eu gosto de saltar à corda lá fora, para ver as flores que nascem.

(Aluna Visitante) Carolina C, 7

Print Friendly

A Porta para o Paraíso

Imagem: Binocular News

     Na varanda do meu quarto, todas as manhãs, acontece o despertar do Sol.

     Ao meu lado esquerdo, avisto – não com muito orgulho, porque antes era um Parque com dois leões e um elefante – um terraço de pedra ensolarado, “cheio de escaldões”; aí funciona a bomba da piscina, dentro de uma casinha humilde, onde costumo trepar.

     Em frente, estende-se o telhado da marquise, onde subo e fico a olhar para as montanhas com binóculos. Aí, logo por baixo de mim, surge o canil, onde mora a cadela de  quem já se ouvivu falar noutros textos:a Nina.! Mais corajosa do que dizem os textos, ainda é  bebé, mas é gigante e cheia de força ! Também o “mijão” do meu cão, o Blue e a “armadona” da  minha cadela Lili.

     À direita, continua o telhado, com a minha entrada de emergência – se a janela da casa de banho estiver aberta.

     Mais adiante, surge um bosque – parece mais uma savana visto daqui. Costumo fazer Cross dentro dessa floresta.

     Ao longe, ergue-se a Serra de Sintra – quando estou com os binóculos, no sopé, avisto casas, às vezes envolvidas  na “cabeleira da” da Serra. – Oh, desculpem, esqueci-me de explicar o que é a cabeleira da Serra: uma espécie de nevoeiro, só que branquinho que nem algodão doce; mas não se deixem enganar pelas aparências.

     Bem, lendo esta descrição descobrem que eu adoro a minha vista!

P.S.  – Às vezes, quando me lembro das minhas nerfs, começo a disparar contra os cantos.

Miguel F, 5C 

Print Friendly