A Minha Mãe

Roses for Mother's Day
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     A minha Mãe é a pessoa mais importante na minha vida! Ela é alta, bonita e elegante.

    Dependendo dos sítios para onde vai, gosta mais de vestir roupa de festa; quando fiz a minha primeira comunhão, ela foi com um vestido azul às florzinhas e uns sapatos azuis. Um dia, íamos para o Teatro, mas foi cancelado; como havia um espaço verde, a minha mãe tentou explorá-lo de saltos altos, mas ficou com dores nos pés! Quando sabia que íamos para o campo, já ia de ténis, de sandálias…

     O seu rosto é oval, a pele clara, o cabelo castanho claro, pelos ombros, totalmente liso; os olhos castanhos, quando está cansada, parecem mais tristes, mas quando está contente, os seus olhos brilham; a boca, de lábios claros, é sorridente.

     A minha Mãe é fofinha, simpática e boa: ajuda-me em tudo o que eu preciso. Ela esforça-se muito no trabalho. Antes, ela tinha um café e esforçava-se imenso para ter dinheiro para ajudar os outros e também para me ajudar a mim.

     No meu primeiro dia de escola, eu tinha medo e ela disse-me para não ter medo, que ela estava ali para me ajudar no que eu precisava.

     Gosto de fazer tudo com a minha Mãe, não tenho atividades preferidas, porque ela é boa em tudo e, quando não sabe algum jogo, quer sempre aprender.

Matilde S, 6B 

A Menina Terrorista

     In Cold Blood..
Creative Commons License Photo Credit: Shadi Samawi via Compfight

I

     Era uma vez uma rapariga  dos Estados Unidos da América que  foi viajar de avião para a Síria, a fim de fazer trabalho de voluntariado: havia miúdos que estavam a morrer de fome por causa da guerra e ela foi escolhida pelos Estados Unidos para ir dar de comer aos miúdos e ajuda-los psicologicamente.

     Quando ela chegou ao aeroporto, viu a Síria: estava muito pobre e ainda se sentiu com mais vontade de ajudar. Mas, de repente, parou um carro mesmo à frente dela e sequestrou-a; foi mesmo como se estivessem à espera dela. No carro, estava ao lado dela o presidente de um grupo terrorista que era muito conhecido por causa disso. Ele percebeu logo que ela não era da Síria, porque ela tinha olhos azuis, cabelo loiro e não tinha o manto para cobrir a cara. Ele começou a fazer perguntas em árabe e ela não percebia, só falava em americano.

     Ele estava muito baralhado e, com o pouco inglês que sabia, disse que ela tinha 3 hipóteses:

  •  Era decapitada
  • Convertia-se ao Islão e casava com um jihadista que podia ser dos USA.
  • Pedia ajuda ao USA e ia para casa, mas os americanos tinham de dar, em troca, armas dinheiro e pessoas.

    Ela escolheu a hipótese 2, em que se convertia ao Islão e casava com um jihadista. Quando o carro chegou ao seu destino, ela viu crianças a serem torturadas, pessoas a morrer e até pessoas com 97 anos ou perto dessa idade, a fazer trabalhos pesados.

(Fim da 1ª Parte)

Francisco C, 7º

Advento – 3 de Dezembro

Nap in my lap [Explored]
Photo Credit: Susana Fernandez via Compfight
Já reparaste no “jeito” de Deus?
Ele não se serve da força e do poder para intervir na história e mudar o mundo.
É através de um “menino”, símbolo da fragilidade e da dependência,
que Deus propõe aos homens o seu projeto de salvação.
Tens consciência de que é na simplicidade e na humildade que Deus age no mundo?
Já viste que a verdadeira revolução é a do amor?
Pastoral do CAD