O Meu Cão de Peluche Gigante

     Teddybear Christmas Eric.Ray via Compfight

       Esta é a história do meu cão de Peluche gigante, da Ikea.

     Recordo-me, no 5º ano, na véspera da Festa da Comunidade Educativa; os alunos do 6º ano fizeram rifas. Eu vi um cão de peluche GIGANTESCO, na barraquinha das rifas, ao lado de uma menina.

     Mas como não tinha sorte, – já tinha comprado várias rifas, ganhava só um livro para bebés, um pequeno saco branco, e muitas, muitas canetas giras. Uma menina trocou-me o livro para bebés por um cão fantoche.

     No dia seguinte, vi como o Sebastião ganhou este cão. Eu chorei muito e até abracei uma árvore!

      Um menino perguntou o que se estava a passar. Eu contei-lhe esta história e, no último dia das aulas, ele deu-me um pequeno dálmata de peluche.

     Quando eu ia fazer doze anos, nós – os meus pais e eu – fomos ao Ikea e, para meu imenso espanto, vi um cão semelhante ao que eu tanto tinha desejado! (Deus é Bom)

    Esqueci-me logo do kit de desenhos e tirei o cão de uma prateleira gira.

     Também me recordo quando, em Março, à noite, estava uma forte trovoada e o meu telemóvel estava sem bateria: abracei o cão e assim passei toda a noite.

     Quando crescer, vou usar este cão como inspiração para desenhos.

Fim

Obrigada

Svetty, 6B

 

Ser Freelancer É…

  Time for my Evening walk !!Creative Commons License Stephen Bowler via Compfight    

     Porque escolhi ser Freelancer? Porque é ser livre! A indústria Disney poderia engolir-me e obrigar-me a fazer desenhos de criancinhas! Ora eu faço desenhos para maiores de doze anos, porque é mais interessante! 

     Svetlana é uma teenager que pode contatar com os seus próprios desenhos e torná-los vivos e reais! 

     Koda é o cão de Svetlana; ele está a dizer coisas que os humanos não percebem. A Svetlana fala com o seu cão. Ele fala de comida e de encontros com cães. Koda é um cão real que fala com a dona, dá-lhe ideias.

     Um dia, ele encontrou uma passagem para uma gruta secreta, mas o irmão dela, Ruslan, não deixou o cão correr. Ser Freelancer é criar personagens livres de palermices, e não ficar fechada no escritório sem o nosso cão favorito, mas a fazer explorações em grutas secretas!

Svetlana T, 6B

Carta a um Amigo do Passado

 

https://www.youtube.com/watch?v=CLxujqvdsEs

Imagem: You Tube

Cascais, 01/10/2018

   Querido Pedro Alecrim,

    Li o teu livro que conta a tua vida.

     Sei que, no campo, a vida pode ser dura. Mas há aspetos positivos: ser livre, ter os animais da quinta, apreciar os rios, os campos com espigas douradas, e molhar-se à chuva fria como gelo no Antártico, sem usar o guarda-chuva. 

      Também nas cidades há aspetos positivos: animais domésticos, gatos ou cães, piscinas, 

mas com instrutores, há parques de diversões, como a Diverlândia, na Fil, onde fui estas férias, no meu aniversário.

     O teu livro é magnífico pela apresentação de como os Portugueses viveram no passado.Finalmente percebi que, viver em Portugal nos “Oitentas” era um pesadelo.

     Desejo-te Felicidades!

      Beijinhos, 

Svetlana

Svetlana T, 6B

 

 

O Natal Russo

Fortnum & Mason Christmas window display Kotomi_ via Compfight

      Túlio tentou acordar a Svetlana, mas sentia-se muito dorminhoco.

     – Acorda, cabeça de sono! – exclamou Túlio.

     Mas a Svetla estava a dormir. Ele resolveu atirar-lhe água.

    – Mas o que se passa, Túlio? Estás Normal?

     – Depressa, Svetla, é Natal! A Família do nosso pai vai estar cá.

     Foram os dois fazer um bolo de chocolate. Os dois tinham medo da Elia, a pequenina sobrinha que chegou da Rússia. Um dia, quando eles estavam a dormir, ela pintou-os, como Mascha e o Urso.

     Este bolo vai atraí-la. Eles puseram o bolo na mesa, correram para o seu quarto e esconderam-se.

    A Elia chegou com a Família toda do Aeroporto. Primeiro, ela interessou-se pelo Túlio e Svetlana, e não pelo chocolate. Foi um “flop”. Perguntou onde estavam os primos.

      Os dois amigos saltaram pela varanda e foram esconder-se na sua casa da árvore, mesmo em frente ao quarto. Treparam pela escada de lã e enrolaram-na rapidamente para que a pequenina não soubesse onde é que eles estavam.

    À noite, comeram todos um delicioso bolo de chocolate e riram-se deste episódio divertido de um Natal Russo!

Svetty T, 6B

A Alma do Verão

Comporta 2013Creative Commons License Freebird via Compfight

     Este Verão, em minha casa, eu gostei muito de ir á praia, na Comporta. A praia é muito grande, a areia é como a neve, a água é quente, é azul e com ondas enormes!

    Uma vez, uma onda altíssima apanhou-me e eu fiquei como um tornado a redemoinhar! Quando cheguei à areia, estava muito zangada. Quando eu nadava com o meu irmão, o nosso cão, “Koda”, ficava com as patas da frente no ar, como um suricata, aos saltos á beira-mar.

    Uma vez que estava a nadar com os meus pais, o meu pai gritou:

    – Onda! Onda! Eu tentei escapar, mas não tive sucesso: fui a rebolar até à areia! O meu nariz doía porque engoli água. O meu irmão levou areia molhada da beira-mar e atirava-a para cima de mim.

     Na praia, estava a Banda Musical “Depeche Mode” a saltar nas ondas. Eu não perdi a alma na música de Portugal!

Svetty T, 6B

Libertem os Pokémons

     Pokemon's Sleigh Ride - Pokemon  challenge Cheryl Grayum via Compfight

      Em relação aos Pokémons, considero que eles devem ser libertados e ter a possibilidade de viverem sem serem apanhados.

      Em primeiro lugar, existe um abuso, que eu própria estou a ver: as pessoas fazem guerras e torneios entre os Pokémons e ouço-os a gritar e a pedir socorro.

      Em segundo lugar, em “Dittos e Eewees”, os treinadores apanham os Eewees para os obrigarem a reproduzir-se com Dittos, o que é contra a vontade deles.

     Em terceiro lugar, a matança dos bebés Pokémons que não são “Shinny” é uma violência que deve ser proibida.

     Em quarto lugar, em “O mistério da enfermeira Alegria”, em que eles são atirados para uma picadora de carne; dos corpos mortos se produz o “rebuçado raro”, o que faz aumentar o nível do Pokémon.

     Por todas estas razões, considero que os Pokémons devem ser libertados deste jogo atroz e terem a possibilidade de viverem livres.

 Svetty T, 5B

A Minha Mãe é um Anjo

the light of Spring

Creative Commons License frederic gombert via Compfight

      Quando eu nasci, Mãe, tu disseste:

     – É tão fofinha! Vamos chamar-lhe “Svetlana” porque  ela é parecida com a “Luz de Deus”.

      A primeira palavra que eu disse foi o nome do meu irmão. (Meu Deus, devia lavar a boca com sabão).

     Eu gostava muito quando víamos os desenhos animados e tu me traduzias do Inglês e explicavas o significado do que eu não compreendia e o que faziam as personagens.

    Eu adoro desenhar contigo, Mãe: desenhamos lontras, ratos, arminhos…

     Admiro-te: és bonita como um cristal, muito inteligente. Quando faço um disparate, tu dizes:

     – Sou tua Mãe! Sei tudo!

     Tu és uma pessoa simpática e amorosa, sabes acolher os outros, fazes tudo melhor do que eu e ensinas-me. És optimista, transmites energia positiva.

    Mãe, neste teu dia, agradeço o teu amor, o teres-me dado a vida. Se não fosses tu, eu não conhecia os amigos, os professores, nem a ti, Mãe!

      Obrigada, Mãe , porque me criaste e me educaste, dia após dia. Ensinaste-me tanto, deste-me de comer, cuidaste de mim.

     Desejo que vivas muitos anos, com saúde e paz, e, quando morreres, sejas uma Santa!

Svetty T, 5ºB

Animais em Liberdade

Little Pretty Bird

Trey Ratcliff via Compfight

Tese:

    Em relação a os animais, considero que devem viver em liberdade.

1º Argumento:

     Em primeiro lugar, embora nos jardins zoológicos ou aquáticos se diga que os animais são “felizes”, na verdade, eles sofrem nas suas celas, chegam a enlouquecer ou ficam com depressão.

2º Argumento:

     Em segundo lugar, os animais têm direito a caçar, saltar, correr, reproduzir-se livremente porque eles pertencem á selva e assim foram criados por Jesus.

3º Argumento:

     Finalmente, os animais precisam do amor que só encontram no seu habitat ou em territórios próprios bem defendidos, como por exemplo, o lince ibérico na serra da  Malcata.

Conclusão:

     Por todas estas razões, eu defendo que os animais devem viver em liberdade!

Svetty

Conversas na Oficina: Uma Raposinha no AquaPark

On the Run! Pat Gaines via Compfigh

          O Dia começou como normal, com o Túlio, panda vermelho ou pequeno, que acordou e disse:

    – Vou pintar as caras dos meus irmãos e irmãs com pasta de dentes.

     E desenhou uns bigodes ao Vanya, o cabrito; e com a caneta desenhou os olhos e foi ter com a Svetlana, eu, a raposa com seis caudas e penteado vavilonas e também sou um Pokémon Vulpix, nº 37 e desenhou-me uma barba e uns olhos.

     Eu acordei e ralhei:

     – Tuuuuuulio! Apaga isso, depressa!

     O Tuliou apagou e disse-me:

     – Tu viste a tua cara?  – E riu-se.

      Eu, Svetlana, dei-lhe uma bofetada:

      Twack! E afirmei:

     – Se me voltas a fazer isso, vais ser o meu saco de boxing!

     Ao pequeno-almoço os pais perguntaram:

    – Crianças, sabem onde nós vamos?

    – Vamos ao Aquapark?

    – Claro! – responderam os pais.

       Nós fomos numa caravana, o Tulio, os seus irmãos, eu, os cachorrinhos de Huskie, Aliosha, Grisha, os cachorrinhos de Boxer, todos  para o Aquapark e, no minuto certo, os cachorrinhos de Huskie, exclamaram:

      – Estamos cansados! – a viagem era longa.

    Quando chegaram, eu mostrei os Escorregas radicais, chamados “Tornado-Kamikaze-Whirlwater”.

     Eles experimentaram as  diversões mais espectaculares. Recordo quando Vanya gritou:

     – Não Quero!

      Mas depois, todos se divertiram imenso e regressamos à noite. Nunca me esquecerei desse dia maravilhoso.

(Em parte ditado)

Svetty T, 5B

Conversas na Oficina: Projetando o Estudo – Svetty

Choose Your Own Adventure

chiaralily via Compfight

     Avalio o meu desempenho, neste período, como suficiente. Mantive quase todas as médias, incluindo a média excelente a Inglês, mas desci a Matemática e a Português.

     Penso ter descido a Português porque os complementos são difíceis, há longos textos e interpretação para escrever e não consigo escrever muito, porque fico cansada.

     A Ciências não subi mais por falta de atenção nos testes, pois nas aulas estou com atenção. Mas nos testes quero fazer depressa, para poder esperar que toque e desenhar. Enquanto não desenho as minhas ideias, estou inquieta, sinto-me nervosa.

      Como estratégia, para melhorar, vou fazer os meus testes a duas velocidades: 1º rapidamente, depois, mais lentamente, para ver e corrigir o que já fiz. Não vou levar papelinhos de apoio para os testes de HGP, isso não é justo.

     Para subir a Português, vou agendar 5 etapas de estudo; vou ler o “Príncipe Nabo” e estudar as categorias do Texto Dramático.

    Para subir a HGP, também vou agendar etapas; depois leio por parágrafos, tapo o livro e repito por palavras próprias. Em seguida vou escrever apontamentos.

    Para que o ambiente na aula seja melhor, tenho o direito de pedir para não ser incomodada com pequenos ruídos feitos de propósito para me desconcentrar.

     Projetos de Arte para estas férias: Vou desenhar “A Guerra dos Balões de Água” em banda desenhada, um “Aquapark” e um Holmes Place” de SPA e lazer. Vou também escrever sobre “Aventuras de Crianças com Cauda”, que são bandas desenhadas sobre animais antropomórficos – na internet chamam-se “Furry”.

     Um bom momento deste período foi escrever com a Prof Inês.

Svetlana T, 5B