Brindes de Verão

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Imagem: Oficina de Escrita

Dedicado a André S, Mafalda A  e Carolina S-C


O brinde para o André: Viver um novo verão

Numa bola ao pontapé, a ganhar no Futebol

A passar de mão em mão o que nos traz alegria

Conviver dias ao sol com renovada energia!


Para a singular Mafalda foge o nosso coração

Ela é única e sem falha na gentileza do olhar

Lealdade a toda a prova: vai viver este verão

Como a vida a começar, uma jovem alma nova!


Adorável Carolina com um toque de malícia

Mas esta jovem menina sabe ser uma delícia

E se a surpresa convém e surgir uma aventura

Tudo o que o sonho contém ela acolhe com Ternura!

OE

O Violino Mágico – II

A Descoberta

Finding your toneCreative Commons License Black Note via Compfight

     Gonçalo encantou-se com os seus olhos brilhantes e os seus cabelos radiantes.

     A menina pedia ajuda ao menino para sair do buraco, porque tinha de levar o violino mágico para a vila.

    Mas o menino não sabia como a tirar do buraco: tentou tirá-la a partir de uma escada que ele fez com madeira, mas esta desfez-se.

     Não sabia como a tirar, mas apareceu-lhe uma luz na cabeça que o fez pensar: pegou numa corda e puxou-a para fora daquele enorme buraco.

     Depois de entregar o violino à Rainha da Vila, o Gonçalo perguntou-lhe se queria ir ao cinema ver “O Diabo veste Pravda”, que falava de uma senhora, que era muito bonito.

   Ficaram a falar dia e noite e …

(Continua)

Mafalda A, 6B

O Violino Mágico – I

L'Art pour l'Art

Creative Commons License Photocapy via Compfight

     O Violino mágico era procurado pela vila toda de Cascais, porque quem o tocasse ficava com poderes magníficos.

     Havia uma rapariga pobre do campo, com os olhos talhados em amêndoa e com um rosto fino e único,  que gostava de tocar violino pelos bosques a apanhar ar puro para se distrair e comungar com a Natureza.

     Um dia, como estava tão distraída a cantar uma música, caiu num buraco fundo em que não se via nada nem ninguém! Nesse momento, pensou que estava a ter alucinações, porque estava a ver o violino mágico!

      Tentou sair do buraco com o violino na mão, mas não conseguia, até ficou ferida e a sua linda camisola azul como o céu limpo estava rasgada; caiu-lhe uma pinga de água do olho para o violino e o violino, de repente, fez um som; ela pegou no arco e começou a tocar… saiu, da caixa de ressonância, uma fada que era a sua Fada Madrinha!!!  A Fada Madrinha tinha cabelos compridos, loiros como o sol e uma varinha preta.

    Um menino chamado Gonçalo passou muito perto do buraco, ouviu um som de violino a sair dali e foi lá ver.

    Estava lá  uma menina com olhos de amêndoa e ele apaixonou-se por ela.

(Continua)

Mafalda A, 6C

Atraída Pela Luz

Detail from 'Lady with the Unicorn' tapestries at Musee de Cluny, Paris

Eric Meyer via Compfigh

     Num dia de sol, eu e os meus amigos decidimos ir acampar para um lugar longínquo. Nesse lugar, ao fundo de uma floresta, ficava uma cascata com um lago em volta, azul-turquesa, em que parecia haver magia.

     Quando chegamos, montamos as tendas e fomos dar um mergulho. O pôr do sol encadeava o lago com a sua luz amarela escura que irradiava através das folhagens; os pássaros cantavam à medida que o vento mexia os ramos das árvores mais antigas. Ao fundo do lago nadavam peixes com cores irisadas que me afloravam os pés.

      Quando mergulhei tive a sensação de estar nas nuvens. De repente, encontrei uma peça valiosa que era um diamante no fundo do lago, entre os limos e os peixes. Achei muito estranho, mas trouxe-o comigo e guardei-o.

     Jantei e fomo-nos deitar, mas não conseguia dormir: o pensamento do diamante não me deixava; de repente, vi, dentro da tenda, uma luz branca e brilhante que me dizia:

     – Mafalda, vem até aqui.

    Eu achei muito estranho, mas o apelo era tão suave que não senti medo algum e levantei-me. Quando saí da tenda, não estava ninguém, mas, de repente, olho para trás, e, junto à cascata, descubro um unicórnio!

Mafalda A, 6B

Entre Mar e Céu

     Redningsskøyta RS 135 "Kaptein Egil J. Nygård" i grov sjø

Mads Henrik via Compfight

    Dedicado a Carolina, Mafalda e André

      Íamos a bordo de um luxuoso cruzeiro que devia atravessar o Atlântico em cerca de três semanas. Todas as manhãs, estávamos as três, a Meg, a Carol e eu a bronzear no convés, à beira da piscina azul turquesa do navio, esplendidamente servidas por empregados atenciosos que satisfaziam os nossos mínimos desejos com um sorriso encantador.

     O Piloto do navio, um velho amigo do nosso Grupo, Andrew, tinha-se formado em engenharia naval com distinção e fazia a sua primeira travessia oceânica. Por vezes, tínhamos o privilégio de o irmos visitar à cabine de comando e ele explicava-nos entusiasticamente o funcionamento daquela quantidade de radares, alavancas e botões brilhantes.

     Carol e Meg passavam os serões na pista de dança, para gáudio dos músicos a bordo, pois elas eram exímias em hip-hop e dnça-jazz, atraindo à discoteca uma multidão de passageiros.

     Contudo, no início da 2ª semana, o sol forte e a mansidão das ondas que nos vinham embalando começaram lentamente a transformar-se : nuvens encasteladas de um cinza escuro e ameaçador, ondas que refletiam a rapidez dos ventos de noroeste, raspando o convés com suas rendas de espuma e transindo os passageiros com um arrepio de medo e de frio que nada deixava pressagiar de bom.

      Andrew, o nosso amigo querido, não sáia da cabine, branco como a cal, o coração inquieto, contatando desesperadamente por telégrafo todos os barcos em redor: mas nada! Não recebia respostas, parecia que estávamos isolados no meio do Oceano feroz.

      Nessa noite, as vagas alteraram-se: subiram a mais de 15 metros e a proa do navio mergulhava a pique no vazio de cada onda. Foi então que aconteceu o terrível: em plena noite, à luz de um relâmpago incendiário, Andrew viu erguer-se à frente do navio os dentes escarpados de um rochedo vulcânico que emergira do mar há milhares de anos.

     Tínhamos saído da nossa rota e estávamos prestes a chocar com a costa rochosa de uma ilha dos Açores! Que iria acontecer? Carol, Meg e eu abraçámo-nos no camarote escuro, suspensas entre o Mar e o Céu.

Improviso para um tema: “Tempestade”.

OE

Ecos a “O Vestido do Lagarto”

     O Projeto proposto pelos “Cabeçudos”  de construir um Livro em equipa colaborativa e multifacetada contribuição, envolvendo  os alunos do 4º, 5º e 6º anos foi um longo e criativo processo que culminou com o lançamento de “O Vestido do Lagarto” como um dos pontos altos da Festa da Comunidade Educativa. Aqui ficam alguns ecos dos jovens protagonistas envolvidos no Projeto: 

     Gostei muito das ilustrações e achei que o texto falava muito da diferença entre as pessoas e dava uma lição de vida.

     Não achei bem a parte da cobra, porque achei um pouco infantil. O Lagarto Óscar salta para cima da cobra, mas essa ação não era precisa, pois os outros estavam a ser injustos com ele, e deviam reconhecê-lo pelo que ele valia, sem precisar que ele se arriscasse em atos tão heróicos. 

    Não é só por uma pessoa ajudar que vamos ficar amigos, tem de ser pelo que a pessoa é e vale por si mesma.

    Gostei muito da parte em que puseram os nomes de toda a gente, pois deram a conhecer todos os autores, cada um com a sua contribuição.

Mafalda A, 6B

     Foi um projecto motivante de fazer. Contribuímos com a história principal. A história transmite que podemos ser diferentes dos outros, não temos que ser todos iguais, que cada um tem a sua escolha e opinião.

    No dia a dia, esta mensagem pode ser difícil de viver, pois pode acontecer que gozem connosco, mas devemos ignorar.

    Acho que este livro pode contribuir para os mais novos  usarem alguma coisa diferente ou  serem melhor quem são.

Tomás G, 6C

     Gostei muito do livro, adorei. Acho que está muito original. Tivemos que criar uma história com as letras da palavra AJUDA, criando primeiro, um desenho para cada letra. Depois, demos um nome a cada desenho e, com esses cinco nomes, cada um inventou uma história.

     Lemos as nossas histórias e fiquei contente por o António P. ter ganho, mas, na verdade, todos ajudamos nos aspectos criativos: os meninos de 4º fizeram os desenhos e os colegas do 5º construíram os lagartos e fizeram o filme de animação. Aprendemos a trabalhar todos em equipa.

 Sara M 6c

     Gostamos quando a Senhora da Editora nos ensinou exercícios de escrita criativa.

    A mensagem que o livro transmite ajuda-nos a aceitar os outros da forma que eles são, o que às vezes não é fácil.

    Mas gostei muito da atividade, houve ideias criativas: escolheram duas pessoas que tinham de lançar um dado que indicava como se devia ler o texto; por exemplo, como se estivesse a vomitar lendo o texto, como se estivesse com cócegas, a rir, como se estivesse muito aborrecido e assim…

Afonso C, 6A

As Montanhas da Alegria

Grande Boucle

Raphael Goetter via Compfight

Dedicado a Carolina S-C e Mafalda da Oficina do 6B

     Finalmente, chegamos ao fim do 2º período! Estávamos esfuziantes de alegria, Empurrávamo-nos para entrar nos autocarros especialmente alugados para o nosso passeio ao Aqua show no Algarve!

     A prof. Kate apitava com força para nos organizar e sentar nos lugares. Todos queríamos ir lá para trás e sentados ao pé das janelas. A Mafalda, a Carolina e eu tínhamos levado um jogo ultra leve e rápido que se podia jogar com o autocarro em andamento.

     Chegamos sem demora ao local dos nossos sonhos: não havia longas filas de espera, pudemos logo avançar para as nossas montanhas russas de água, quase a pique, as águas espumando na descida vertiginosa, irisadas pelo brilho do sol.

     Descemos e subimos e voltámos a descer, vezes sem conta, entre gritos, canções e gargalhadas, três amigas à solta na liberdade total dos elementos, água, ar e luz, viagens de paraíso!

    Nestes momentos é que celebramos o trabalho vivido e o esforço despendido ao longo de tantas semanas de aulas: somos a coroação de uma vitória, um desejo em tumulto realizado, somos o voto vivo de mais felicidade e o próprio brinde na Amizade!

OE

Um Festival de Dança

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Scott Moore via Compfight

     Numa tarde linda, com ar puro e festivo, as pessoas iam chegando e sentando-se para o espetáculo na Academia e cada vez mais as dançarinas ficavam nervosas.

      Passado pouco tempo, as cortinas foram-se fechando e as luzes apagando-se: era sinal que iria começar a festa.

     O palco era amplo, com cortinas vermelhas a brilhar e o chão mais limpo do que o céu.

     A roupa das meninas era linda e cara, decorada com diamantes em forma de concha com uma saia a condizer com as cortinas. A música de fundo parecia o mar a bater nas rochas e elas a ficarem desgastadas.

     O espetáculo começou e criou suspense porque estavam a dançar tão bem. O dinheiro que fosse angariado seria para a Instituição de uma menina que tinha morrido com cancro. O espetáculo durou 3 horas, mas houve um intervalo de meia hora para as pessoas comerem a comida deliciosa que era Bacalhau à Capitão, e estava de se chorar por mais.

      As pessoas aplaudiram de pé,  as meninas bailarinas fizeram uma vénia e, de repente, as cortinas fecharam-se.

Mafalda A, 6C

A Aventura dos Quatro

     Amber and Ron

Tracy Lee Carroll via Compfight

     Num dia de sol, quatro amigos decidiram ir fazer voluntariado para muito longe, para Amsterdão. No dia quatro de março, levantaram-se bem cedo para ir para  o avião.

     Estavam deslumbrados por  ir ajudar as pessoas necessitadas, porque nunca houve muitos voluntários adolescentes para ajudar as pessoas. As mais entusiasmadas eram a Mafalda e a Carolina, que eram as meninas do Grupo, com mais dois rapazes que eram o Zé Maria e o Júlio. O Júlio era do Dubai e um dos nossos melhores amigos.

     Quando chegamos a Amsterdão para ajudar as pessoas, havia problemas graves. Depois de um dia cansativo fomos para um Hotel; a sorte foi que não pagamos nada, porque a Empresa AKP  – “Ajuda Quem Precisa” – pagou a estadia.

     Ajudar as pessoas que precisam é muito bom também porque parece que estamos a ajudar o mundo para haver mais ajudantes. Há dias em que ajudamos velhinhas a atravessar as estradas; a subir escadas e a comer, porque elas não têm força.

      Ficamos em Amsterdão um mês, mas a Carolina e o Júlio foram embora mais cedo, pois seguiam para o Dubai. Eu e o Zé Maria ficamos mais uma semana, mas no fim eu já estava cansada de trabalhar. Quando eu e o Zé Maria nos fomos embora para Portugal, demoramos quase um dia, porque o avião que estava à nossa frente, caiu para o mar, e eu estava cheia de medo e só queria chegar a casa muito rápido.

      Quando chegamos, eu estava aliviada e cheia de saudades da minha família; cheguei de rastos, nem jantei, mas quando me deitei na cama, pensei num nome para o meu Grupo e ficou “CMZJ”.

     E valeu a pena ajudar as pessoas.

Mafalda A, 6B

A Minha Passagem de Ano

     Bolo com ganache de chocolate

Flor (Como Faz) via Compfight

     A minha passagem de ano foi inesquecível! Passei o ano com os meus pais e amigos que me rodeiam. Às vezes não estamos muito tempo com eles e, no fim do ano, reencontramo-nos outra vez. Passei-a em dois sítios: parecia que estava no luar, porque abri a garrafa de champomy à meia-noite. 

     Dançamos, cantamos, com os microfones de Caraoque e fizemos coisas que ninguém se lembra de fazer: contávamos anedotas, íamos saltar para o trampolim lá no jardim, atirávamos água uns aos outros, pois havia uma piscina; tínhamos um bolo de chocolate delicioso que, sempre que passávamos pela mesa, tirávamos um bocadinho.

     Na mesa havia imensas entradas, como tostinhas, presunto, queijo de cabra… Ao jantar já ninguém tinha fome, mas comemos lasanha do Lidl, que é de chorar por mais. Também havia arroz de pato, mas eu não comi, era só para os mais velhos. Depois, para a sobremesa, havia Baba de Camelo, mas eu não gosto porque é muito doce; Molotof, mousse de Óreo, essa sim, deliciosa.

     Este ano gostaria de alcançar alguns objetivos, como passar nos exames, ter melhores notas e que neste ano não haja tanta crise. Ano Novo, Vida Nova para toda a gente!

Mafalda A, 6B

Natal 2015

 

     angels at Jesus birth

Len Matthews via Compfight

      Chegou mais um Natal lindo, como todos os anos, mas é sempre uma nova história para contar!

     Costumo passar o Natal em casa dos meus avós ou tios; mas, este ano, vou passar o Natal em minha casa. No dia 1 de Dezembro, costumamos fazer a árvore de Natal e enfeitar a casa, fazendo o Presépio e pondo as botas vermelhas que são muito giras.

      A Ceia tem o tradicional bacalhau cozido com batata, bróculos e muitas coisas delicioas que é de chorar por mais, porque a minha mãe tem um tempero muito bom e único!

     À meia-noite em ponto, abrimos as prendas: eu, o meu tio e a minha prima damos as prendas a todos. Eu sinto-me tão feliz que pareço estar nas nuvens a deliciar-me com os presentes. Os que gostei mais de ter foram inesquecíveis: recebi um quadro, um iphone 4 e muitos e deliciosos objetos. O presente que gostei mais de dar foi uma pulseira à minha irmã.

   O Natal não é uma data, é um Nascimento!

Mafalda A, 6B

Halloween em Casa da Nina

Halloween Pumpkin

cisc1970 via Compfight

     O meu Halloween foi fantástico; fui para casa de uma amiga em que fomos pedir doces a muitos prédios. Antes de jantarmos, fomos pedir doces e depois de jantar também; o jantar estava delicioso – a Mãe da Nina cozinha muito bem!

    Ganhamos muitos doces, mas há pessoas tão más que não abrem a porta. Como uma que não abre a porta e é tão esperta que diz que não está ninguém em casa e começa a aspirar o chão. Houve outra vez em que tocamos à porta para entrar no prédio e ir pedir doces; uma senhora disse que não abria a porta a ninguém, por questões de segurança, mas ainda eram só 9h 30m! A Carolina disse que a senhora era má e eu pus farinha nas campainhas e a Nina também.

     Depois fomos a correr para o prédio da Nina porque o guarda estava a vir atrás de nós.

Mafalda A, 6B

Verão 2015

DSC_0113Creative Commons License Cláudio Franco via Compfight

     O Verão 2015 foi fantástico! Adorei, fui a Montargil, à Barragem, que era linda, só o pôr-do-sol era magnífico. Adorei andar de barco e tirei imensas fotos. À noite jogava Monopoly com as minhas primas e coma a minha irmã; eu nunca ganhava o jogo.

     De manhã, acordava e ia comer umas bolachs de chorar por mais: chamam-se “5 Gestão”. Quando estava tudo pronto, íamos para o barco fazer sky. Depois, só saíamos do barco quando já era noite.

     Na Barragem de Montargil andei de prancha puxada por um barco; havia umas correntes de água fria por baixo: era uma sensação magnífica. Às vezes, o barco puxava-me e era tão rápido que eu nem estava preparada e caía de chapa com a cara! Quando largava a pega, caía em pé, mas depois, de repente, ficava deitada: sentia liberdade e ansiedade, parecia que me estava a deitar na cama no meio do mar!

mafalda_falesia_mImagem: Flickr Creative commons

     Antes de irmos para Montargil, tínhamos ido para o Algarve: andava sempre de Albufeira para Vilamoura. Na praia da Falésia, foi muito giro, mas houve um problema: quando eu estava na água, no posto ao lado – 05 – em terra, onde se passa por uma ponte, pegaram fogo!

     A reação das pessoas foi de medo e de atrevimento ao mesmo tempo: levantaram-se logo, mas começaram a tirar fotografias. Veio um helicóptero e a sorte é que havia um lago muito perto da praia; então, o helicóptero estava sempre de um lado para o outro, parecia que tinha responsabilidade por todas as pessoas que estavam na praia.

     Foram umas férias fantásticas que nunca pensei ter!

Mafalda A, 6B

O Desporto é Essencial para a Vida

 Battle Of The Year 2010 Thibaud SAUDRAIS via Compfight

     Em relação à necessidade de as  pessoas terem  desporto na vida, considero que é importante para o bem estar do ser humano.

     Por um lado, o desporto em excesso e a má alimentação podem causar doenças, como, por exemplo, a anorexia, tendinites e roturas musculares.

     Por outro lado, considero que o Desporto é importante, porque , quando estamos a fazer Desporto, não estamos a pensar em coisas que não devemos: é como uma terapia mental. Também ganhamos hábitos saudáveis e evitamos álcool, drogas – perigos – que nos podem causar dependências.

     Por fim, pessoas de todas as idades têm uma grande variedade de desportos à escolha, como por exemplo, dança, escalada, hip hop, surf ,futebol…

    Por todas estas razões, acho que toda a gente deve fazer Desporto: alma livre em corpo alegre!

Mafalda A, 6B

A Minha Fabulosa Irmã

Cossette Leticia (Volks SDG Sora) MercuryLampe via Compfight

     A Catarina é alta e elegante, anda muito tempo nas passadeiras, por isso é muito ágil. Tem um cabelo muito longo e liso, mas ao mesmo tempo, ondulado, em volta do seu rosto oval e delicado, que parece uma bola de cristal; tem um nariz redondo, um tom de pele claro, mas que, no verão, se bronzeia facilmente; a boca é fina, com o sorriso maior do mundo, o nariz é arrebitadinho. Os olhos são pequenos e, quando jogamos ao jogo de “Quem abre mais os olhos”, parece que os dela não estão abertos, pois têm um formato achinesado; são castanhos claros e muito expressivos.

     A minha irmã tem muitos interesses, como, ir ao ginásio: vai todos os dias e vem sempre com uma cara vermelha.

      Ela é maravilhosa, adoro brincar com ela; tem alguns defeitos, como um feitio mais ou menos sensível, pois fica aborrecida muito facilmente.  Quando ela tem um objetivo, vai até ao fim. Quando for mais velha, quer ir para a Universidade.

      Eu sou uma fã da Catarina!

      Desejo-lhe as maiores felicidades do mundo!

Mafalda A, 5B

No Parque de Monet

  Jardin de Monet Meiry Peruch Mezari via Compfight

        No dia dois de Janeiro, fui ao parque de Monet: Adorei!

     Quando passeava de canoa, observei os vários nenúfares lindos, com tons de cores que eram do outro mundo! No lago verde nadavam inúmeros peixes; o lago era muito fundo: fiquei curiosíssima por saber se habitavam animais nas grutas das rochas, como caranguejos, conquilhas e outros seres vivos. 

      O reflexo era inesquecível, parecia que a pequena lagoa tinha o retrato do jardim dentro de si.

     O Ar parecia cheirar a Natureza e sentia-se a brisa suave vinda da lagoa; à sua volta, imensos tipos de árvores, como o salgueiro –  que é bom para fazer aspirina – os chorões, que cresciam e descaíam como se o Sol descesse às oito horas.

     Ouviam-se pássaros a assobiar: parecia que estavam a dar um concerto.

Mafalda A, 5B

Uma Aventura de Barco


IMG_9732cra Kevin Bryant via Compfight

      Era uma vez três amigos que iam para a praia. Quando chegaram à praia, viram um barco enorme com uma bandeira com uma caveira. O Afonso era muito brincalhão e queria espreitar o barco para explorar; a Mafalda e a Carolina disseram que era melhor não, porque tinham de nadar muito até lá chegar e podia ser perigoso. Mas afinal sempre foram.

     Subiram à amurada do velho barco por uma corda nova e forte. Entraram no convés e foram explorando até que investigaram o gabinete do capitão. Ele era um pirata que não tinha uma perna e apresentava mau aspeto. Os amigos “tramaram-se”, porque um pirata amarrou-os num poste e chamaram o chefe; a Mafalda e a Carolina disseram ao Afonso:

     – Viste o que fizeste? Não devíamos ter entrado no barco.

     – Mas vocês é que quiseram, não tinham de vir comigo – respondeu o Afonso a rir-se na cara delas.       O pirata chantageou-os:

     – Eu não vos mato se vocês trabalharem para mim toda a vossa vida.

    E o Afonso respondeu ao pirata:

    – Tu é que devias trabalhar para mim, seu velho rabugento!

    Passados sete dias sem beberem uma gota de água ou de comida, estavam à beira da loucura. Até que a Mafalda e a Carolina decidiram:

     – Olha lá, costas corcundas, podes dar-nos comida? É que já não aguentamos.

     – Não posso, mas posso desamarrar-vos para trabalharem.  – Respondeu o pirata nabo.

      O barco estava a navegar, até que bateu numa rocha muito grande e afundou-se; a água era quente e havia tubarões enormes. Os piratas foram todos comidos pelo tubarão e os três amigos conseguiram fugir!

Mafalda A, 5B

Diário de uma Estudante

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Creative Commons License Photo Credit: Hope via Compfight

      Este ano, estou muito satisfeita com as minhas notas! Adoro Ciências! Todos os dias, quando a minha Mãe chega a casa, eu ainda estou a estudar! Este ano é diferente: a Matemática, escrevemos imenso no caderno, temos menos recreios e já não damos tantos passeios.

     Os meu objetivos para o 2º Período são subir as notas a Matemática e a Português. Para isso, tenho uma estratégia: à 2ª feira tenho coro e hip-hop, por isso começo a estudar às 18h 18m; depois, acrescento 20 minutos para estudar Matemática.

     À 3ª e à 5ª, o meu plano vai ser diferente: começo a estudar às 16h 30;depois acrescento 15 minutos para estudar Matemática. 

    Como vou aplicar estes minutos? Vou refazer, por escrito, a matéria que o Professor nos deu na lição do dia.

     Na 4ª feira, faço os tpc em casa da minha avó. Lancho e vou para o Hip-hop. Vou acrescentar aqui mais 15 m para a mesma estratégia a Matemática.

    Na 5ª, vou para casa às 16h 30, começo a estudar por volta das 17h. Tenho trabalhos de Matemática e de Inglês. Vou acrescentar aqui 15m para Português. Como? A estratégia vai ser a de repetir a lição por escrito.

(Transcrição)

Mafalda A, 5B

Uma Festa de Natal Encantada

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Photo Credit: Pilar Diethelm via Compfight

      Dia 24 de Dezembro, eu festejo o Natal no Porto e em Lisboa, é muito giro!

    Alguns dias antes, eu a minha Mãe fazemos a árvore de natal, mas, às vezes, os meus irmãos também querem fazer a árvore.

    No dia de Natal, nós comemos bacalhau e, de sobremesa, comemos rabanadas deliciosas e uma mousse irresistível.

     Decoramos a sala com o presépio, bonecos de pai natal, bolas coloridas, luzes na árvore, estrelinhas douradas, bonecos de neve…

     Quando é meia-noite, eu dou as prendas a toda a gente e, às vezes, o meu tio, muito divertido, também dá.

    Adoro as minhas prendas, mas as que gostei mais foram um quadro para desenhar, uma Nach quando era pequenina… o presente que gostei mais de dar foi uma pulseira muito gira.

     No dia em que toda a gente pensa no Natal, eu, para ter um ambiente de Natal melhor, ponho uma música de Natal, para quando enfeitar o presépio, estarmos a dançar e a conversar na sala.

     Quando houver a Campanha na Escola, eu gostava de dar tudo o que pedissem. No cabaz, queria enfeitar a caixa de Natal.

    Gostava de enfeitar a sala de aula com pais natal, estrelas, fitas coloridas…

    E gostava de preparar o meu coração com o nascimento de Jesus.

Mafalda A, 5B

Um Halloween Assustador

Happy Halloween!
Photo Credit: Faith Goble via Compfight

     O Halloween é uma noite inesquecível: batemos à porta das pessoas, fazemos partidas e pedimos doces.

     Ao pé da minha casa não tocam à porta, mas, quando fui a casa da minha amiga Mafalda, no Halloween, fomos tocar à porta e deram-nos rebuçados, gomas e uma data de doces!

     Este ano fui ao Continente mascarada de bruxa; quando cheguei a casa, fui fazer partidas aos meus vizinhos, com uma lata que deitava um spray castanho que parece mesmo “cocó”! Há dois anos, o vizinho até foi buscar um papel, porque pensava que tinha sido o cão dele!

     Quando estava com a Mafalda F, fomos pedir doces a uma casa em que nos deram rebuçados, chupa-chupas…

     Esta festa serve para nos divertirmos, para comermos doces, para sairmos à noite e para aprendermos que o medo que temos de bruxas, vampiros e outros monstros, pode ser cómico.

Mafalda A, 5B