O Hamburguer


  Imagem: Tasty Hamburguer Gifs

     Era uma vez um Hamburguer muito solitário, que chorava muito, só bebia batidos de morango e chorava. Quando chovia, ainda mais chorava. Mas um dia ele fez uma amiga: a senhora Bonga, que estava muito feliz.

     O Hamburguer perguntou-lhe:

      – Olha, por que estás sempre feliz?

      A Bonga respondeu:

      – Não, isso é um problema de família: nós comemos muito açúcar, ficamos elétricos.

      O Hamburguer, sempre desanimado, um dia ficou muito feliz quand soube que ganhou no euromilhões e, com muita alegria, saiu de casa em cuecas, a gritar:

      – Sou rico, sou rico, sou rico!

      E as pessoas comentavam:

      – És rico de estupidez!

      Quando foi levantar o dinheiro ao banco, ficou espantado: estava rico para toda a sua vida de tristeza!

      Quando chegou a casa, cheio de comida e de tecnologia de ponta, viu a sua figura de parvo na televisão. E o senhor das notícias, que estava ao microfone, disse:

     – O maluco que ganhou o Euromilhões, vem amanhã à “Estupidamente TV” e é melhor que esteja a ouvir, maluco.

     No dia seguinte, o Hamburguer estava a conduzir o seu ferrari para ir à “Estupidamente TV”, quando, para seu espanto, viu uma gaivota a conduzir um autocarro. Foi aí que o Hamburguer se esmigalhou todo e ficou dois anos colado a uma cama de hospital.

     E disse:

     – Quando tenho sorte, vem-me o azar. Porquê? Porquê? 

Lourenço C, 6B

A Terra Maluca

Eve Vegas 2015 Commemorative PosterCreative Commons License Bryan Ward via Compfight

    Era uma vez uma terra distante, num sistema solar maluco, um planeta sem regras. havia pessoas muito doidas, que até matavam moscas com a língua e comiam. O senhor maluco Gertrudes I, tinha uma só regra: não havia regra. E ele também era muito rico; tinha um castelo com servos robôs.

    Mas aquele planeta era demais: tinham divertimentos no meio da estrada, passavam os sinais vermelhos e até faziam corridas de moscas. Só havia uma coisa má: era o senhor Jackson II, ele só roubava mísseis e coisas de segurança e por isso é que o país ficava pobre.

     Então, o senhor maluco Gertrudes I disse:

     – Já chega! Vamos derrotar Jackson II!

    Depois, os malucos contra os ladrões fizeram uma guerra de doidos e, até que enfim, os malucos ganharam!

Lourenço C, 6B

Os Macacos Assaltantes

Imagem: Prank-Monkey_Jokes

      Era uma vez uma família de quatro pessoas que planearam um lanche na praia. Quando estavam a caminho da praia, não havia pessoas na estrada nem na praia. Eles acharam isso muito estranho.

     O pai disse que as pessoas tinham ido para a praia norte, porque aquela praia estava poluída. Mas a praia norte não era praia fluvial e estava com água.

     Quando chegaram à praia norte, já estava imensa gente e havia macacos a roubar as pessoas. 

     Os quatro exclamaram ao mesmo tempo:

     – Quando é que lanchamos? É que nunca mais lanchamos! 

     Nesse momento olharam para trás e viram um macaco a roubar-lhes o carro! Mas eles não sabiam o que fazer. Então decidiram chamar um taxi e ir para casa. A Família era composta pela mãe, Maria, pelo pai, João e os dois gémeos, Tôto e Totó.

Lourenço C, 6B

A Família Preguiçosa

Polyptych | Happy Port Aikawa Ke via Compfight

     Era uma vez uma família que estava sempre no computador e chamava-se “Famíla Preguiçosa”. O filho não ia à escola, os pais não trabalhavam e estavam sempre a dormir. Só comiam comida de plástico e eram tão gordo que nem cabiam no seu próprio carro.

     Um dia, um dos seus computadores avariou e tiveram de sair de casa para o levar a arranjar, mas as pessoas, quando olharam para eles, disseram:  

     – Que família porca e suja e gorda!

     Então, eles ouviram aquilo e sentiram-se envergonhados e furiosos.

     Um dia, quando o computador ficou arranjado, o pai disse:

     – Família, hoje vamos fazer uma grande mudança: vamos ser mais saudáveis.

     E o pai pôs o computador no lixo, inscreveu a família no ginásio e só comprou comida saudável; só viam televisáo depois do jantar e o filho ia sempre à escola.

      Passado um ano, estavam magros e com melhor aspeto, e as pessoas nunca mais gozaram com eles.

Lourenço C, 6B

A Jóia

Police officer Black Zack via Compfight

     Era uma vez um homem muito perigoso, o mais procurado de  todos: tinha acumulado cadastros relativos a assaltos de bancos e fugas de prisão. Ele era uma pessoa que não se cuidava, tinha uma barba até ao umbigo, umas sobrancelhas hirsutas e uma boca assustadora, com dentes para fora e um nariz superminúsculo. 

     No dia 28 de Setembro de 2016, o homem planeou uma lavagem de dinheiro com o seu amigo presidente do banco. Esse dinheiro chegava no dia 31 de Dezembro – já sabem o ano – e quem o transportava para a mansão do homem mais procurado era o funcionário ou o secretário do presidente do banco.  

     O funcionário estava preocupado com as paragens de auto-stop, porque o que havia lá atrás era sério. Então, passado uma hora, foi mandado parar pela polícia e o camionista estava muito assustado porque eles tinham cães altamente treinados.

Lourenço C, 6B

O Despertar do Cão Preguiçoso

RAF Police Dog Training Defence Images via Compfight

     Era uma vez um cão preguiçoso, que fazia sestas intermináveis á sombra de uma tília no quintal do vizinho Herculano. Este senhor era conhecido por adotar animais abandonados com um carinho desmedido.

      Porém, ele já tinha muitos cães e todos eles eram preguiçosos, mas este era muito mais que os outros e tinha sido sempre assim, desde pequenino: era o “Plof”.

     Foi então que o Sr. Herculano o entregou à escola de cães-guia: com aulas esforçadas, novos companheiros e um instrutor incansável, o cão transformou-se num magnífico sabujo rastreador, que chegou a ganhar torneios em caçadas e se tornou no orgulho do seu dono.

Lourenço C, e OE 6B

Exercício de Escrita Criativa: Texto a duas mãos, segundo o livro Eu Quero ser Escritor”

Surfando em Ondas Perfeitinhas

    Noroeste Pro 2017 [in explore]

[Paturo] via Compfight

     A minha ocupação favorita é praticar Surf; às terças, quintas e sextas, pratico nas praias de Carcavelos e do Guincho. O meu Treinador vem-me buscar numa carrinha, mas somos só três; deixo sempre a prancha na sala, encostada ao bengaleiro.

      A minha experiência de Surf já dura há sete anos; as melhores Trip-Surfs são na Azambujeira do Mar e daí até Sagres – o ponto mais a sul. O que me fascina neste desporto é que nos divertimos, nos respeitamos; é desafiante combatermos as ondas, tentarmos chegar até onde queremos alcançar; sobretudo as manobras que fazemos com a prancha, como o “bottom”, a “palada”, o “lay back”, a “rasgada”, entre outros. O mais difícil é o “Lay Back” porque exige muito equilíbrio.

       Às vezes é assustador, quando as ondas fazem o “Set”, em que vêm cada vez maiores. Nós falamos uns com os outros de prancha para prancha; com cada instrutor só podem estar quatro praticantes, no máximo. O meu mar preferido é com ondas médias e perfeitinhas. Uma onda perfeita é a que faz um tubo, quando não há vento, o que permite treinar as manobras. No Guincho, as ondas não são perfeitas: há muito vento.

      Ontem, estive no Guincho com o Lourenço P e não se conseguia surfar bem. Tentei apanhar com o maior número possível de ondas; elas quebravam onde eu tinha pé, estava a maré vazia. No Brasil, a praia está protegida, as ondas não chegam: é preciso remar imenso até chegar ao mar aberto e aí não há pé. Os treinos duram de duas a duas horas e meia, a partir das cinco, saímos da água quase sempre depois das sete da tarde. No inverno é mesmo noite escura.

Lourenço C, 6B

O Prédio Mais Alto do Mundo

     New York Skyline From Top of The Rock

Creative Commons License Lonni Besançon via Compfight

     Era uma vez um prédio com quarenta andares, situado no Dubai,até incluía um hotel lá dentro, que era do célebre multimilionário Rirrirró.

  •      No rés-do-chão estendia-se um bar muito acomodativo, uma sala e uma casa de banho toda em esmeralda.

     As paredes eram revestidas a ouro e, no primeiro andar, encontrava-se um mini-shopping com a kidzania lá dentro.

  • O segundo andar, dedicado á sétima arte, apresentava uma sala de cinema em 3D, cheia de magia Disney.
  •  No terceiro andar, esperava-nos uma sala de espetáculos, onde os melhores atores e atrizes do mundo eram contratados para atuarem no teatro do Rirrirró.
  •  O quarto andar estava reservado para uma piscina, ginásios e um Spa com materiais feitos de ouro.
  •  No quinto, erguia-se um estúdio com tecnologia de ponta, uma base de dados completíssima e um laboratório científico fantástico.
  •  O sexto andar incluía um restaurante giratório; no andar de cima, uma sala de jogos e uma pista de skate fantástica.
  •  Nos sétimo e no oitavo andares, morava o Rirrirró: uma casa luxuosa, com dois andares; no oitavo andar era onde o Rirrirró bebia e assistia a um pôr do sol lindíssimo.

Lourenço C, 6b

O Trimilionário

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hiimlynx via Compfight

     Uma vez, num país muito quente, chamado Dubai, existiu um homem muito rico, chamado Rirriró; era um homem grande e musculoso, de olhos azuis, cabelo comprido e cor de pele branca.

     Sim, era um homem muito poderoso; era simpático e vendia o seu petróleo o mais barato possível. Tinha uma casa gigantesca com um aeroporto lá dentro. Na sua casa, tinha imensos ipads, iphones por todo o lado, play stations, muitas; imensos quartos e piscina interior, porque ele adorava crianças.

     Tinha um jato privado e a melhor empresa de petróleo do mundo; com isto, tornou-se o “homem nobel” e mais rico.

    Mas uma vez, um presidente Bibil Rup disse:

    – Já não pode fabricar mais petróleo!

     Porque ele tinha inveja de Rirriró ter mais dinheiro.

     Todas as empresas de gasolina se voltaram contra Bibil Rup porque Rirriró vendia o petróleo muito barato.

     Então, o presidente anunciou uma guerra entre ambos: houve batalhas de palavras e, finalmente, foram a votação: no dia das eleições, ganhou Bibil Rup.

     Porém, o Rirriró continuou milionário e intocável, pois tinha o apoio do mundo inteiro. Por causa das empresas que o ajudaram muito, ele voltou ao petróleo e, como Bibil Rup não sabia fazer nada,  Rirriró ficou trilionário para sempre.

Lourenço C, 6B

Todos os Desportos – I

    eder-portugal-france-uefa-euro Imagem: Goal.com

     Era uma vez um desportista profissional e a sua especialidade era ser futebolista. Começou a sua carreira com doze anos; já estava no Benfica, a jogar muito bem.

     Os anos foram passando; quando tinha dezoito anos, não queria imaginar que tinha sido chamado para a Equipa A, primeira divisão do Benfica! Ele nem acreditou e aceitou logo a proposta.

     No primeiro dia de treino, estava muito ansioso por conhecer os jogadores e também o treinador. Este, no fim do treino, disse-lhe:

      – Jogas muito bem! E amanhã vai ser titular contra Benfica-Sporting.

     Nesse jogo foi logo elogiado pelos adeptos, jogadores e olheiros (1), especialmente pelo treinador de Portugal.

     Logo no dia seguinte, recebeu uma chamada do treinador de Portugal, a dizer que estava convocado para o Mundial, na Rússia! Ele ficou super, mas super-contente e aceitou nesse instante. Os patrocínios que ele recebeu foram Nike, Adidas, Reebok e Ripcurl.

Lourenço C, 6B

(1) Olheiros são os que observam os jogadores e depois dizem aos treinadores as qualidades desses jogadores. 

A Praia mais Bonita do Mundo

     Baia dos Porcos

Creative Commons License guilherme jofili via Compfight

     Passadas as minhas férias em Pipa, eu e o meu tio decidimos ir para a ilha Fernando de Noronha, porque o meu tio fazia anos.

    No dia 1 de Setembro, foi quando eu parti de Natal para ir para a ilha maravilhosa; chegamos ao aeroporto, e, como estávamos com fome, comemos pão de queijo.          

     Passada uma hora, estava em Fernando de Noronha! No dia seguinte, fomos, eu e o meu tio, fazer um passeio pelas praias mais bonitas de sempre! A praia a que eu mais gostei de ir foi à “praia mais bonita do mundo”: Praia do Sancho“! E as coisas de que eu também mais gostei foram uma água transparente, de fazer snorkelling e de ver os animais: golfinhos a saltar lá ao fundo, tubarões…. logo de manhãzinha, vi peixes de várias cores, raias e tartarugas.

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Autor: Zé Henrique Moura

       No dia seguinte,  fui fazer um passeio de barco, apra conhecer melhor os animais debaixo de água e ver um pôr do Sol fantástico.

      No dia em que viemos embora, fiquei muito triste, mas teve que ser. Então, chegamos a Natal e fui para Pipa outra vez.

Lourenço C, 6B

O Assalto ao Banco

 

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Imagem: GPA V

Era uma vez dois ladrões que queriam muito assaltar o banco mais rico do mundo.

Então, resolveram elaborar um plano; para o realizar, era preciso: 

  • Carros blindados, rápidos, rodas à prova de bala e disfarçados.
  • As armas mais raras do mundo.
  • Roupas como as dos Seguranças do banco.
  • Coletes à prova de bala.
  • Dois reparadores de pneus.
  • Hackers, para desbloquear o SS (sistema de segurança).

     Depois de elaborarem o plano, foram logo resolver o problema; o mais difícil foi assaltar a carrinha da polícia, porque, depois, a polícia os ia perseguir. Então, lá conseguiram.

     No dia do assalto ao banco, todos estavam nervosos. Passados alguns minutos, entraram os dois assaltantes na carrinha disfarçada. Foram andando pela cidade até chegarem ao banco. Como vinham atrás duas carrinhas do banco, verdadeiras, eles puseram picos na estrada. E o que aconteceu foi que os pneus das duas carrinhas furaram-se. Os dois assaltantes rodearam rapidamente as carrinhas, algemaram os Seguranças e entraram no banco.

 Entraram num banco com a roupa dos Seguranças, dirigiram-se para os cofres subterrâneos e avisaram os Hackers por telemóvel, para estes desativarem os Sistemas de Segurança. Regressaram com os sacos cheios de notas e ainda cumprimentaram os empregados do banco que estavam ao balcão.

Conseguiram roubar o ouro que estava lá, mas a polícia ia atrás deles, pois tinha-os visto passar sinais vermelhos; seria muito difícil escapar.

Então, dentro de um túnel, esconderam-se dentro de uns camiões de carga e conseguiram completar o golpe. Passaram a fronteira e foram para o deserto de Sandy Shores.

Lourenço C, 5B

Férias no Brasil

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Imagem: Pousada dos Girassóis

     No primeiro dia de férias, acordei logo às quatro da manhã, para ir viajar para o Brasil, na cidade de S. Paulo.

     Quando cheguei lá, fui para casa dos pais da minha madrasta, porque, no dia seguinte, ia viajar 5 horas e meia de autocarro.

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Imagem: Rio Preto on-line

     Quando cheguei a S. José do Rio Preto, fui logo direto para casa do meu Pai. Nesse dia, fui logo comer churrasco.

     No dia seguinte, faltavam dois dias para o meu aniversário e eu estava muito ansioso. E, finalmente, dia 21, à meia-noite, fiz 10 anos, e recebi muitas prendas.

     Passados dois dias, era véspera de Natal, houve jantar de família, e depois eram 2h 20m da manhã e fui para casa, porque depois tinha de acordar às 4 da manhã para ir embora de S. José de Rio Preto.

     Eram 6 da manhã, entrei no avião, fui direto para Brasília, depois fiquei umas horas no Aeroporto e fui para Natal que era o meu destino.

     Mas depois ainda faltava uma viagem de uma hora que era para Pipa. Então, cheguei à Pousada dos Girassóis do meu tio.

     No dia seguinte, fui para a praia, tal como nos dias seguintes. Até que chegou a noite de Ano Novo. Só fomos jantar às 12h e começamos a ouvir fogos de artifício.

     Passados alguns dias, vim-me embora para Portugal.

Lourenço C, 5B

Comida Deliciosa

    alex_5c_almoco1Imagem: Oficina de Escrita 

      Gosto muito de comida, porque me sabe tão bem e alimenta o nosso organismo.

     Uma das minhas comidas favoritas é massa com salmão e natas, porque tem um sabor delicioso e enche-me muito a barriga. Uma das comidas que eu menos gosto é pizza com cogumelos.

     Gosto de cozinhar, porque assim saboreio a minha própria comida: massa com salmão, feijoada e salsichas, ovo estrelado e ovo mexido.

     Já cozinhei o meu próprio almoço e fiz salsichas, ovo mexido e ovo estrelado. Cozinhei sem ajuda e foi muito divertido, até me enganei na temperatura do fogão.

    Aconselho a quem se interesse a fazer comidas mais fáceis, como por exemplo, bolo de yogurte, para começar!

Lourenço C, 5C

Avaliação de Desempenho e Novos Projetos

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Imagem: Oficina de Escrita

Balanço de Desempenho e Objetivos para o 3º Período

        O que correu francamente melhor este período nas disciplinas de estudo:

       O teste de HGP

      A que é que se deve esse progresso?

      Ao facto de estudar mais.

     Qual o método de estudo que funciona melhor com HGP?

     Ler e fazer perguntas.

     Podemos aplicar este método a outra disciplina que precise de progresso?

    Podemos experimentar a Inglês.

     Notas a Partilhar

 81% HGP; 80% a CN ficha; 65% a Português.

     Objetivos para o 3º Período

       Subir a Matemática e a Inglês.

Estrutura do 3º Período

Sem 1 a 4 – de 4 a 26 de Abril

Sem 5 a 8 Maio

 Sem 9 Junho

Semanas de estudo

2 e 3 + 6 e 7.

Método a Aplicar para Inglês

Treino intensivo de Gramática.

Fazer os tpc; aproveitar a aula; pedir exercícios de treino.

Método a Aplicar para Matemática

Técnicas de resolução de problemas.

Exercícios da explicadora para férias

Fazer sempre os tpc.

Autocontrolo no comportamento

  • Há um certo progresso no autocontrolo; é mais difícil a Matemática. O prof. fala rápido.
  • É preciso escrever muito.
  • Str Bento pôs-me à frente com o Gustavo F, Gonçalo C e o Diogo G.

Lourenço C, 5B

O Temporal – Episódio 3

   Ahi detrás

Paula via Compfight

      De manhã estava um dia lindíssimo, de São Martinho.

     Nessa noite, por volta das 20 horas, ouviu-se um trovão. De repente, desligaram-se as luzes outra vez.

No dia seguinte, era sábado de manhã. Houve uma cimeira de cientistas e um cientista disse:

     – Vamos inventar um dispositivo para afastar as nuvens para o deserto do Sahara.

     No dia em que o dispositivo ficou pronto, o tempo ficou bom. Passada uma semana,  o tempo ficou normal.

Lourenço C, 5B

O Temporal – II Episódio

     storm_mini

   Imagem: Captain Brad - Flickr Creative Commons

      Nesse dia do temporal, acenderam-se as luzes novamente e toda a gente ficou aliviada; mas, de repente, o temporal era tão grande que a Vila de Cascais ficou sem electricidade.

     A escola encerrou e a Direção também telefonou aos nossos pais para nos irem buscar.

     Passado uma hora, todos os pais chegaram à escola; toda a gente também estava aliviada outra vez, com os seus pais.

     Passadas algumas horas, voltaram a acender-se as luzes. Eu liguei a televisão, pus no canal 3 e o senhor jornalista disse para as pessoas se prepararem para o temporal.

    O vento já era de 350 km por hora, chuva intensa e ondas de dez metros.

     À noite, em minha casa, as luzes apagavam-se e voltavam a acender.

     Mas de manhã, estava um dia lindíssimo de S. Martinho…

Lourenço C, 5B