A Nova Aventura de Ulisses

    Fighting wolves

Creative Commons License Tambako The Jaguar via Compfight

     Ulisses foi obrigado a ir para a guerra e, a seguir a essa terrível guerra, estava todo magoado.

      Já que estava num país desconhecido, decidiu explorar esse local. Era todo escuro, com quase todas as árvores a cair.

     Ao tentar abanar as folhas para pedir ajuda, Ulisses não ficou com medo, continuou, até chegar a uma gruta cheia de lobos assustadores.

     Ulisses, ao ouvir o som de rachar das rochas que tapavam a entrada da gruta, fico um bocado assustado, mas pensou: “- Ganha coragem, Ulisses.”

      Então, pegou num pau que estava encostado a uma rocha e, com toda a sua energia, (com pouca, por causa da guerra) atacou-os. Um deles tinha muita força. Perante isso, Ulisses tentou ter ainda mais energia do que a que tinha gasto nos outros.

      Depois de derrotar os lobos, encontrou um Português loiro, de olhos azuis, chamado João, fora da gruta, pedindo ajuda.

      – Por favor, ajuda-me! – Pediu João.

      – Não consigo, estou muito fraco! – respondeu Ulisses, aflito.

      – Por…Fa…vor! – Vou tentar!

      Então, Ulisses foi a correr salvar o João dum ataque de águias.

     – Estás bem? – Perguntou Ulisses. 

      – Sim, obrigada!

      Então, a seguir desse imprevisto, Ulisses sentiu-se um herói!

4º TS de Português

Inês M, 6C

O Nosso Marinheiro

adamastor

Mathieu Bertrand Struck via Compfight   

     Era uma vez um menino chamado Robinson Crusoé: era pequeno, elegante e só queria uma coisa: ser marinheiro!

     Quando cresceu, foi à praia dos pescadores e lá encontrou o seu amigo Alberto que tinha uma irmã toda amarela, parecia dos Simpsons. Ela chamava-se Luísa, era do 6 A, mais conhecida por “Pizza” ou “Febre Amarela”.

      Nesse mesmo dia, Robinson Crusoé partiu para a sua aventura, a 4 de Março de 2016.

     Passados uns anos, Robinson foi para a América: lá fez a maior troca do mundo.

     Ao vir para cá, Robinson foi engolido pelo Adamastor e os seus companheiros voaram sem ele conseguir ver. Ele ficou atrás de um cavalo que estava embarcado, por isso, não foi levado.

      Quando acabou a fúria do Adamastor, no barco só estavam ele e o cavalo.

     Quando chegaram a Portugal, o cavalo e ele eram os melhores amigos.

Afonso Costa, 6A

As Folhas que eram Morcegos

     'Anybody Out There?', United States, Maine, Wheeler Bay

Chris Ford via Compfight

     Numa vulgar noite, quatro amigos, chamados Vera, Gabriel, Inês e António, foram acampar num parque aonde ninguém ia.

     Quando já passava da uma da manhã, adormeceram.

     O dia apresentou-se claro e límpido; Gabriel saiu da tenda e, logo ao abrir a porta da tenda, disse:

     – Malta, venham cá ver isto! – com uma cara espantada e, ao  mesmo tempo, assustada.

     Os amigos foram lá e ficaram com a mesma cara durante dois minutos inteiros.

     Sabem onde eles foram parar? Sabem onde? Numa floresta com os troncos encaracolados comos os caracóis do cabelo da Inês e as folhas eram morcegos!

     Quando os “morcegos” caíam, eles, em vez de irem para  o chão, iam para o céu. E o chão, pelo contrário, era uma espiral às cores, tal com o arco-íris.

     Passados dois minutos, a Vera disse:  

    – Onde estamos? Como viemos aqui parar?  

    Todos tinham essa questão, eles não iam descobrir ficando ali especados!

     Então começaram a desmontar a tenda e os seus mantimentos, e puseram mãos à obra. Deram só uns passinhos e o Gabriel pediu ajuda ao amigos; olharam e:

     – Como foste aí parar?

    – Não sei! Achou que foi a árvore que me fez isso!  – disse o Gabriel, que tinha ficado preso nos ramos.

    Os amigos foram logo ajudá-lo a sair de lá. Quando o tiraram, continuaram a caminhar , mas a cada passo que davam, um amigo enrolava-se numa árvore; só faltava o António a ser “comido”: ele ia dar o próximo passo e eles todos disseram em coro:

     – Não dês outro passo! – Mas disseram-no tarde demais e os quatro foram sugados para baixo. Eles foram parar a outro sítio, mas este era normal.

(Cont)

Mariana S, 6C

Super-Poderes

thundermans-800x450Imagem: Slime Cup     

     Era uma vez uma família poderosa: todos tinham poderes, tais como: uns lançavam raios das mãos, outro tinha uma força imbatível; os dois irmãos mais velhos tinham um hálito quente e um hálito frio, para congelar e descongelar; dos dois mais novos, um corria super rápido e o outro deitava lasers dos olhos. Eles salvavam o mundo.

    O Max era um vilão cujo melhor amigo era um mau que se tinha tornado num coelho falante. Desencadeou-se uma guerra entre o mal e o bem: uma espécie de bebé falso vai aterrorizar todos os bebés do mundo, transformando-os em monstros.

     Os nossos heróis vão enfrentá-los num poço: os Thunderman enfiaram o nosso vilão num poço infinito de bolas onde os bebés de novo fofos ficaram.

     Passados alguns meses, veio um meteorito que descontrolava os poderes dos nossos Thunderman. Tão descontrolados ficaram que o Billy tinha um baloiço elástico. A Nora usava uns óculos para não deitar lasers dos olhos.

Vasco L, 6C

Uma Noite no Shopping – III

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   Imagem do Cascais Shopping

     – O que é que fazemos? – Perguntou a Vera a gritar.

     – Vocês não vão fazer nada! – Ouviram uma voz grossa atrás deles.

     Quando se viraram, qual não foi a surpresa deles, ao ver os senhores que estavam a falar. O senhor gritou:

     – Apanhem-nos!

     E começaram a vir patrulhas de todos os lados, sem deixar um sítio para fugir. De repente, puseram-lhes uns lenços brancos no nariz e eles desmaiaram.

      Quando acordaram, os miúdos viram uma sala grande sem iluminação, só com uma luz forte a apontar para eles. Lá fora, continuava a tempestade. Os bandidos começaram a fazer imensas perguntas gigantes e complicadas. Eles não queriam responder, mas ficaram sem alternativa, porque o chefe começou a ameaçar as suas famílias.

    A certa altura, ficou só o escravo com eles; o Bernardo conseguiu que o escravo se aproximasse.

     Quando o criado se chegou ao Bernardo, este fez-lhe logo um golpe de karaté e ele caiu no chão. O Bernardo saiu da cadeira a pensar que já estava tudo bem, mas  estava enganado. O criado levantou-se e começaram uma luta gigante como nunca tinham visto. O Bernardo segurou-se aos cortinados e deu-lhe com os pés no tronco, fazendo-o cair e ir contra a parede, magoando-se e caindo no chão.

     O Bernardo aproveitou, desamarrou os seus companheiros e fugiram.

     Eles refugiaram-se num caixote que tinham encontrado fora do esconderijo. Enquanto os amigos discutiam o que fazer, a Leonor pegou no seu telemóvel e ligou para a polícia que, por acaso, estava perto e chegou depressa.

     Os polícias disseram que já tinham recebido queixas sobre eles e descobriram que eles eram traficantes de filmes pirateados.

   E foram todos para casa, contentes.

 Carlota C, 6C

Pégasos de Coração

   Surreal 2

Creative Commons License Five Furlongs via Compfight

      Há alguns anos atrás , um cavalo voador da família real, ouviu falar num lugar onde os cavalos eram livres; então, quis ir para lá, despediu-se da sua família e pôs-se a caminho.

     No caminho, os cavaleiros negros apanharam-no levando-o para o seu estábulo.

      Ficou lá durante uns meses, até que a princesa da Família Real percebeu que ele tinha fugido: então, perguntou ao seu irmão Rufus. A princesa conseguia falar com os animais, pois era o poder do seu amuleto; além deste eram muitos mais. A princesa e Rufus foram à procura dele, vendo por um GPS na sua coleira. Por fim, encontraram-no no estábulo; entraram em silêncio e lá estava ele.

    A partir deste momento da história  dispomos do Diário da própria Princesa: 

     Quando estávamos a soltá-lo, um cavaleiro negro chegou e perguntou com uma voz grossa e assustadora:

    – O que estão a qui a fazer?

   Eu só agarrei no Rufus e no Pégaso, montei-me no Rufus  e começamos a voar. O cavaleiro lançou uma corda, apanhando o pescoço do Pégaso. Continuei a voar e pousei para pensar o que iria fazer; até que disse ao Rufus:

    – O que é que vamos fazer? Ele tem uma espada e nós só temos um guarda-chuva. Assustada voltei-me e o cavaleiro ainda estava a voar com o Pégaso preso com uma trela; então, disse para o Rufus acelerar como nunca o tinha feito. Aproximamo-nos,  eu peguei no guarda-chuva e abri o cadeado da trela do Pégaso:

    – Pégaso, voa rápido – disse eu com uma voz alta.

     No entanto,  o Pégaso ainda queria ir para o tal sítio onde os cavalos eram livres. Então fomos a caminho deste. Chegamos e era fabuloso, parecia o paraíso: havia um arco-íris gigante, uma cascata maravilhosa. O Pégaso perguntou ao seu irmão:

     – Rufus, não queres ficar aqui comigo, neste paraíso?

     Ele negou, pois gostava de trabalhar com a Família Real, ao contrário do seu irmão que queria ser livre. Então, ele disse:

    – Somos diferentes, mas eu adoro-te, pois és o melhor irmão do mundo.

     Esta foi uma história do meu Diário.

Mariana S, 6C

O Nobre Guerreiro

   This is Sparta

Creative Commons License Nathan Forget via Compfight

     Num mau dia de chuva e trovoada, erguia-se uma montanha ardente dos trovões, aí havia uma pequena aldeia onde vivia um nobre cavaleiro.

     Nessa aldeia havia muita alegria; em honra dela tinham construído uma torre muito grande, onde estava sempre um soldado.

    Passados alguns dias, ainda chovia de forma agreste, quando o homem da torre avistou um grupo gigante de soldados. Rapidamente, o nobre armou e preparou os seus homens, mandando um cavaleiro pedir ajuda. Quando o cavaleiro veio, trazia cem mil elfos para ajudar e eles, então, construíram muralhas.

    De repente, o homenzinho da Torre vislumbrou que eram mais de dois milhões de soldaditos inimigos.

    Nessa noite, eles atacaram a aldeia. Passados quatro anos, a aldeia era um terror.

    Numa noite, começaram a cair pedregulhos; os Orcs meteram-se em posição de defender-se, mas o nobre que voltava levava mais de duzentos biliões de homens.

    Todos eles atacaram com garra e ganharam. Depois da guerra o nobre tinha desaparecido. Todos o procuravam, mas ele tinha morrido. Então, em sua honra, construíram muralhas com estátuas dele.

Afonso C, 6A

O Temporal – II Episódio

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   Imagem: Captain Brad - Flickr Creative Commons

      Nesse dia do temporal, acenderam-se as luzes novamente e toda a gente ficou aliviada; mas, de repente, o temporal era tão grande que a Vila de Cascais ficou sem electricidade.

     A escola encerrou e a Direção também telefonou aos nossos pais para nos irem buscar.

     Passado uma hora, todos os pais chegaram à escola; toda a gente também estava aliviada outra vez, com os seus pais.

     Passadas algumas horas, voltaram a acender-se as luzes. Eu liguei a televisão, pus no canal 3 e o senhor jornalista disse para as pessoas se prepararem para o temporal.

    O vento já era de 350 km por hora, chuva intensa e ondas de dez metros.

     À noite, em minha casa, as luzes apagavam-se e voltavam a acender.

     Mas de manhã, estava um dia lindíssimo de S. Martinho…

Lourenço C, 5B

O Náufrago

 Vasco_l_6-cVannaGocaraRupaImagem: Lonely Planet Creative Commons

     Estava num avião de mercadoria, ia fazer entregas, mas o motor teve uma falha e ele tinha pelo menos sete entregas para fazer!

     Com sorte, aterrou numa ilha, mas com muita pouca sorte, não havia lá ninguém. A comida, já quase não havia, a única coisa que lhe restava eram  sete caixas: cada caixa tinha uma coisa útil, mas uma delas tinha uma bola que ficou a melhor amiga dele durante vinte anos.

      Experimentou fazer fogo. Para fazer comida: peixe, caranguejo, mas ele só conseguiu fazer fogo no dia seguinte. Nas ilhas, de manhã, está bom tempo, mas à noite é uma tempestade. Ele, já bem cheio, construiu uma barraca e nela viveu 20 anos!

     Ninguém sabia onde ele estava. Fez uma conta de quanto é que a ilha media e onde se situava.

      Quando estava a pescar, encontrou metade de uma casa de banho portátil. Construiu uma jangada em que o teto era a metade dessa casa de banho. A jangada tinha de ser muito resistente para atravessar as ondas e o oceano pacífico.

     Passados 3 meses, o homem já estava em terra firme, na América. Foi considerado como a pessoa mais corajosa da América. E foi entregar a encomenda que não tinha aberto ainda!

Vasco L, 6C

Aventura com meus Amigos e Cães

   Forêt Serge Costa via Compfight

     Era uma vez três crianças e três cães: o Jim, um cão Beagle, de tamanho médio e também muito forte, o Pipo, também um Beagle, o Caetano, um cão grande, fofo e brincalhão. Os nomes  dos meus amigos são  Afonso, a dona do Jim, Tabia, a dona do Caetano e eu, que sou a dona do Pipo.

      Um dia, nós fomos a uma floresta, até lá ao fundo e os cães começaram a ladrar. Só ouvimos:

     – É melhor irem para casa! – com uma voz assustadora.

     E a Tabia gritou:

      – Caetano, ataca!

     E lá foram, o Caetano, o Jim e o Pipo. Mas eles voltaram para trás e só ouvimos:  “Pá!”

       E começamos a correr. O Afonso tinha uma empregada que tinha ido connosco, mas tinha parado mais no início. Então o Afonso gritou

      – Nini, acuda! Está aqui um psicopata!

      Mas quando chegamos, ela não tinha acreditado, e nós nunca mais vimos o psicopata. É que o grito do Afonso pô-lo a milhas.

Margarida L, 5B

A Sala de Aula Vazia

     Mister Pokey

Michelle MacPhearson via Compfight

      Era uma vez, numa Escola perfeitamente normal, uma sala do 6ºC que estava sempre vazia. Muitos alunos iam à Secretaria e até gritavam:

     – Deixem-nos entrar na sala vazia!

    – Não! Nunca mais alguém poderá lá entrar!  – Irritou-se a Diretora.

    Três crianças corajosas foram tirar a chave à Vigilante do corredor e entraram.

    De repente, apareceu um fantasma pequeno, transparente, a flutuar e exclamou:  

   – Eu sou da década de oitenta, morri de tédio na aula de Matemática e vou sugar-vos a alma também!   – Não! – Exclamaram as crianças, espavoridas.

   Uma delas esgueirou-se para o corredor, arrastou o aspirador da Srª da Limpeza e aspirou o fantasma.

     E viveram felizes para sempre.

Diogo T, 6C

Os Ovos de Dinossauro

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Creative Commons License SantaRosa OLD SKOOL via Compfight

     Certo dia, o Sr. Alfredo, o famoso explorador, resolveu ir explorar a Natureza em busca de um ovo de dinossauro.

     O Sr. Alfredo era jovem, corajoso e ágil.  Quando chegou à árvore da vida, a paisagem tinha montes de árvores, plantas e muitos pássaros, ao pé de um rio. Ele tentou entrar numa passagem secreta, porque não queria que alguém soubesse da existência dos dinossauros.

     O António era fraco, velho, mas muito inteligente. O António e o Sr. Alfredo começaram a lutar. Passado um bocado, o António pôs uma rede no chão e escondeu-se atrás de uns arbustos. O Sr. Alfredo pisou a rede e o António puxou-a. À noite, o Sr. Alfredo teve a ideia de cortar a rede com a sua faca de mato.

    Quando saiu da rede, entrou na passagem secreta, tirou cinco ovos e levou-os para casa. Após chegar a casa, meteu-os num sítio quente.

     Passado um ano, os dinossauros cresceram e o Sr. Alfredo ganhou um prémio de 103 contos, que equivale a 540 euros. Pôs os seus dinossauros no Jardim Zoológico e toda a gente ia lá ver; por tudo isto ficou conhecido como um herói.

Martim P, 6A

O Tesouro

   BOOTY

Blake via Compfight

      Num belo dia de sol, quatro crianças do Colégio Amor de Deus, encontraram no chão, um mapa, ao pé de umas escadas estranhas. O João pegou no mapa e exclamou:

     – Acho que aqui está um tesouro!

     A Mariana perguntou:

     – Onde fica esse tesouro?

      O João respondeu:

     – Fica na floresta.

    A floresta ficava perto da escola, tinha pinheiros altos, carvalhos antigos e pedras cobertas de musgo. Então, todos entusiasmados, foram à procura do tesouro. Começaram a seguir o que o mapa dizia, e, entretanto, passaram por um sítio que tinha animais ferozes, e o Bernardo segredou:

     – Não façam barulho.

     Mas o Diogo, sem querer, pisou um galho e todos os animais, que estavam a dormir, acordaram e foram atrás das crianças. Elas correram tão rápido, todas em conjunto, que os animais não conseguiram apanhá-las.

     Depois, pararam e viram o que estava no mapa; de repente, o Bernardo exclamou:

     Acho que chegámos ao sítio!

     E todos concordaram. Começaram a escavar com muita pressa, em sítios diferentes da floresta, mas na mesma zona, até que a Mariana disse:

     – Acho que encontrei alguma coisa!

      Todos foram a correr, puxaram ao mesmo tempo e encontraram a arca do tesouro! Depois, o Diogo fez saltar a fechadura com o canivete, abriu-a e gritou:

      – Estamos ricos! Viva!

     A arca estava cheia de moedas de ouro douradas e redondas, a brilhar com uma luz reluzente. Todos em conjunto levaram a arca para casa da Mariana e dividiram o tesouro pelos quatro. Quando chegaram a suas casas, as mães ficaram muito contentes e eles também.

Mariana H, 6C

Uma Aventura

     Carta Mundi Éole Wind via Compfight

     Nós somos cinco amigas: eu, a Catarina, a Mariana, a Carmo e, claro, o Bolinha, o nosso cão. Temos todas onze anos, mas já chega de apresentações.

     Hoje, vamos procurar um tesouro na ilha Azul; andamos á procura de um tesouro perdido que a minha avó tinha, há muitos anos atrás. Temos um pequeno testamento que nos indica que está na África do Sul, e, como eu já disse, na ilha Azul.

     Hoje, são sete e meia da manhã – mas que cedo! Nem acredito que estamos a acordar tão cedo nas férias! – Estão quase quarenta graus -que calor! Claro, estamos na África do Sul! Como é que eu quero que não esteja calor? Ainda por cima estamos no verão, em Agosto, a altura mais quente.

     Andamos aqui por uma floresta cheias de bichos; a Maria Ana e a Carmo estão fartas de gritar com as aranhas que lhes aparecem à frente; o Bolinha não para de ladrar: parece-me que alguém nos está a perseguir.

     Temos um pequeno aparelho que identifica onde é que pode estar um tesouro. Neste momento estamos a escavar, mas ainda não encontramos nada. Não vamos desistir agora, a meio da aventura.

     Por hoje, esta crónica fica por aqui.

Catarina C, 6A

Acampamento na Floresta

     
Creative Commons License Photo Credit: Liliana via Compfight

     Um dia, eu fui acampar com as minhas amigas, a Matilda e a Catarina. Nós dormimos numa  tenda muito grande. A minha Mãe também foi…

    À hora de jantar nós comemos à volta da fogueira, o jantar era salsichas, que aquecemos na fogueira.

    – Meninas, venham jantar! – gritou a minha Mãe, que interrompeu a nossa conversa.

    Como sempre, eu disse: – Já vamos! Ficamos lá dez minutos, até que a minha Mãe entrou dentro da tenda e disse:

     – O jantar já está pronto, já vos chamei há muito tempo! Nós fomos jantar, depois dormir…

      No dia seguinte, quando eu e a Catarina acordamos, a Matilda não estava lá! Eu e a Catarina ficamos muito assustadas, fomos à floresta ver se estava lá, procurámos, mas não a vimos.

      Até que vimos uma casa de madeira com uma tocha à porta; a Catarina bateu à porta e eu escondi-me atrás duma árvore:  ninguém abriu a porta, por isso, ela abriu-a e lá dentro estava uma cabeça de javali embalsamada!

     A Catarina, quando viu aquilo, começou aos berros, eu saí detrás da árvore e fui ver a casa com ela; fomos lá para dentro e era um sítio com pouca luz..

Maria Ana 6C