Os Bastidores do Estudo

   le jardin de Jules et MarieCreative Commons License marthe lelievre via Compfight  

     Hoje temos connosco, na Oficina, o famoso trio de jovens alunas de 5º ano, Mariana, Matilde  e Joana, numa partilha ainda incipiente da sua gestão de estudo e estratégias preferidas.

     Em relação a um horário elaborado para os fins de tarde e os fins de semana, todas elas já se organizaram com os seus pais e explicadoras.

       Em relação à sequência de escolha dos tpc diários, a Mariana e a Joana vão fazendo os tpc aleatoriamente, sem atender ao seu grau de dificuldade, enquanto a Matilde começa deliberadamente pelos mais difíceis.

      Por vezes só os faz na véspera da própria aula, isto é, alguns dias depois da aula em que foram marcados.

       As três jovens ainda não sentem necessidade e, provavelmente, não têm tempo para retomar as lições do dia, estudando apenas para testes agendados.

       Combinamos fazer um calendário de Testes com suas etapas de estudo prévio assim que recebermos as marcações definitivas.

       Em relação aos métodos de trabalho, a Matilde prefere apontamentos escritos; a Joana, por vezes, copia uma definição do Manual e depois relê para confirmar se compreendeu. A Mariana faz resumos que a sua explicadora depois corrige ou completa. Em Inglês também treina exercícios de aplicação da gramática.

      Nenhuma das três amigas experimentou ainda criar mapas de ideias como os que costumamos fazer nas sessões de estudo da Oficina.

       Nas revisões finais para os testes, a Matilde e a Joana repetem mentalmente o que já estudaram, mas também em voz alta.

       A Mariana responde às perguntas que lhe fazem. Quando a explicadora já não está, quem faz as perguntas são os pais. A Mãe prepara uma revisão à noite e outra de manhã; dá-lhe a folha que a explicadora fez com ela e verifica se já sabe.

       A Matilde estuda com os pais. O Pai adora História, por isso estuda com ela. Com a Mãe estuda as outras disciplinas, enquanto o Pai vai trabalhar para Abrantes, na Quinta, que fica bem longe.

       A Joana estuda com a explicadora: revê antes, depois fecha o livro e a explicadora faz perguntas.

       Os fatores que mais favorecem a concentração são, para a Matilde e para a Joana, estudar no quarto ou a sala, embora o irmão de 3 anos da Joana por vezes a desconcentre com os seus gritos infantis.

      A Mariana prefere concentrar-se no quarto, embora a Mãe já tenha tentado convidá-la para estudar na sala. Todas as três amigas preferem estudar sem fundo musical.

       Em relação ao modo como expressam mentalmente as perceções visuais e auditivas durante o seu estudo, a Mariana e a Joana, preferem ouvir a voz do pensamento, enquanto a Matilde visualiza as palavras com facilidade.

      Experimentando somar 49 com 11, a Mariana explicou assim o seu cálculo mental: “Do 49 tirei o 4 e fiquei com o 9; acrescentei 9 e 1 e é 10; 10 mais 10 é o 20, pois o 10 vinha do 11; e depois acrescentei 20 ao 40, que dá sessenta.”

     A Matilde explicou: vi o 49 e o 11; tirei um ao 11 e deu 40 + 10. Durante todo o cálculo vi mais do que pensei por palavras.” A Joana pensou: “Quarenta e nove mais dez, cinquenta e nove;  mais um sessenta.” E fez uma correção ao seu cálculo durante o percurso mental.

Conversas na Oficina

Mariana, Matilde e Joana 5ºA

Resoluções de Ano Novo

http://www.cascaischristmasvillage.pt/

     Imagem: Vila Natal Cascais

     Este Natal, um grande momento, foi quando abri os presentes: um livro para pintar com canetas, mas é mesmo dos difíceis.

     A seguir, do que gostei mais foi do livro “Aventuras de um Banana Super-Herói“. Fui à Vila Natal e adorei andar na pista do gelo, tal como faço sempre que vou ao Porto. Como faço patinagem com rodinhas, para  mim é fácil.

     No ano novo, estava a dormir profundamente e assim ganhei um dia 1 todo inteirinho, cheio de energia.

     Este 2º período, a minha principal resolução de Ano Novo vai ser conseguir pintar o meu livro todo, ler a Aventura e subir as notas a Ciências e a Português.

     A Português posso melhorar na resolução de questionários, o que já estou a treinar com a minha terapeuta da fala.

     Que bom, este mês, celebramos a Paz!

Carolina A, 6B

“Sei Lá”

    http://aa.com.tr/en/middle-east/turkeys-refugee-camp-for-aleppo-civilians-gathers-pace/707687Imagem: AA.Com 

     ” – Sei lá” – sugeriu a Madalena, quando lhe pedi um tema enquanto ela própria escrevia, a alta velocidade o seu exercício de escrita criativa.

     “Sei lá” – há tanto que não sabemos e sobretudo o que nunca chegaremos a “saber” para crescer e tornar-se mais livre em relação ao sentido do nosso percurso de vida. Que importa? O verdadeiro verbo que abre a vida não é “saber”. Talvez os verbos “conviver”, “pressentir” e “confiar” nos transportem para muito mais perto desse “lá”.

    “Sei lá” – mas não, precisamente, não sabemos o “lá”. Ele não constitui objeto de saber, mas apenas de expectativa incondicional. “Lá”  é mais longe do que podemos alcançar com a visão e exerce sobre nós um poderoso influxo de atração que pulveriza todo o nosso “saber”. Sim, é a esse preço. Um empobrecimento total do que pensávamos prender nas mãos com segurança, mas para poder abri-las com liberdade.

      Todo o ser em movimento para um futuro ainda não desenhado nem previsto, mas que pode ser antecipado por gestos inauditos. Por exemplo: partilhar tudo, sem prévia escolha, quase como num “rapto”.

     Não disse um “roubo” – só se pode roubar o coração. E “lá” tem a ver com as terras perdidas do coração, território luminoso por desbravar, mas que visto desde o nosso saber, parece obscuro e arriscado, quase como se nos fosse deixar á míngua de ser.

    Mas não: deixa-nos à míngua de ter e de parecer, e isso custa-nos mais experimentar: “lá” jorram as fontes da incerteza viva, da alegria sem motivo, do convívio que não tem fim. “Lá” é a pátria de toda a gente e podemos refugiar-nos nas suas tendas de campanha que deixariam siderados os habitantes dos palácios. Porque essas tendas são acolhedoras e estão tecidas à prova de intempéries.

     “Lá” o sono é repousante, e multiplicam-se, à entrada das tendas, conversas sem fim sob as estrelas. Quem “sabe” se também nós chegaremos, ousadamente, a habitar “lá”?

(Exercício do livro “Quero Ser Escritor” de Margarida Fonseca Santos e Elsa Serra

OE

A Menina mais Sortuda do Mundo

 untitled-06371 ZephyThor via Compfight

     Era uma vez uma menina que era muito sortuda, porque a mãe lhe dava muitos presentes: ela até chegou a ocupar a sala e a cozinha inteiras.

     Mas um dia, a mãe decidiu comparr outra casa. Então, a casa antiga era agora a casa  dos brinquedos. Até que a casa dos brienqueos incendiou-se,  mas só se perdeu uma boneca.

    Ela nem se importou muito, ela não gostava muito dessa boneca.  Mas como tinha sido o seu avô a dar…

    Então, ela foi pedir ao seu avô para lhe dar outra . O seu avô sabia por que é que ela não gostava da boneca. Ela ainda não tinha descoberto as coisas mais giras que aquela boneca podia fazer: falava, dançava, saltava e até comia!

     Ela só não sabia disso, porque o seu Avô, daquela vez, tinha tirado as instruções, mas desta vez, não as tirou e, quando ela leu as regras, a menina nunca, mas nunca mais largou a sua boneca.

Maria N 6D

Refeições Gratuitas para os Estudantes

New ECB Premises - Staff Restaurant European Central Bank via Compfight

     Em relação às refeições nas Escolas, considero que devem ser gratuitas.

    Em primeiro lugar, os pais já pagam para podermos estar dentro da escola e os alunos não devem gastar o seu dinheiro no bar.

    Em segundo lugar, acho que quando trazemos comida de casa e não usamos a estufa, não devíamos pagar o refeitório; ou, se nós comermos no recreio, não devemos pagar, pois não estamos a utilizar o refeitório.

     Em terceiro lugar, o dinheiro poupado nestes pagamentos poderia permitir aos pais comprar surpresas amorosas para os seus filhos.

     Por todas estas razões, defendo que todas as refeições nas Escolas devem ser gratuitas.

Maria N, 6D

O Peixe que Desenha?

https://www.youtube.com/watch?v=B91tozyQs9M

Imagem: Puffer Fish Youtube

      Há um peixe muito curioso que se chama Puffer. É um peixe que tem uma particularidade muito gira: ele desenha no fundo do mar doce!

     O Puffer é parecido com o peixe balão, mas a única diferença é que ele desenha e o peixe balão, não.

     As suas obras têm de ser feitas em poucos dias, trabalhando quase 24 horas seguidas com pequeninos intervalos, porque demoram pouco tempo para se desfazerem.

    Por que é que se desfazem tão rapidamente?  O Puffer não desfaz a sua obra, mas sim as ondas e as correntes.

    O seu objetivo é atrair uma fêmea para se reproduzirem. É incrível o que os machos fazem para impressionar as fêmeas!

    A natureza é um espanto, ela faz coisas maravilhosas e nós devemos protegê-la!

Alexandre B, 6D

 

A Casa de Natal

http://www.mapav.com/santarem/ferreira_do_zezere/pias/Imagem: Mapav.com     

     Este Natal, no dia 25 de Dezembro, eu fui a Pias, Ferreira do Zêzere, onde estivemos numa casa gigante!

     A casa tinha um trampolim, uma campo de futebol, uma vista linda, um jardim enorme e ainda um parque de estacionamento no exterior.

     No interior, mal abrimos a porta, temos, dos dois lados, dois quartos; se andarmos em frente e virarmos para a esquerda, temos um quarto, uma casa de banho e outro quarto. A seguir, temos as cozinhas, e, ainda ao lado, a enorme sala de jantar; em frente, abre-se a sala de jogos de tabuleiro; logo a seguir, a sala de estar; desde aí vamos dar á entrada. 

    No piso de cima, havia um quarto, depois uma sala onde nós tocamos numa orquestra. Aí também se abria um quarto dentro da sala. A seguir um quarto de crian ças; em frente, um outro quarto com duas  casas de banho e depois, ainda outro quarto.

     Depois de visitarmos a casa de Natal, fomos passear e fazer “caches”.

Afonso F, 6D

Em Cadeira de Gaming

https://www.youtube.com/watch?v=OrzDGHhOz5s

Imagem: Need for Speed You Tube

Recebi uma cadeira de gaming que parece uma cadeira de carro e gostei muito desse presente.

Usei-a para ler e para jogar PS4: Joguei Need for Speed Pay Back e Minecraft e Call of Duty WWII.

Li a Fada Oriana e a Viúva e o Papagaio, este ainda estou a ler.

No Ano Novo também bebi Champanhe para crianças, uns dois copos!

Este mês é dedicado à Paz. Pode ser no mundo, na família, na escola ou dentro de nós.

Para ter paz temos de ser amigos.

Lourenço J, 5A

O que Mais Gostei no Natal

https://www.google.pt/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwiQjsaFor_YAhXLwBQKHVmLBw0QjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fwww.gamezebo.com%2F2016%2F12%2F12%2Fhill-climb-racing-2-tips-cheats-strategies%2F&psig=AOvVaw2TahIndN3UtK4ACIEdfIJC&ust=1515188136777075

Imagem: Hill Climb 2

O que eu gostei muito de receber foi um telemóvel Huwai, Y6 Pro 2017. Joguei o Hill Climb II, onde já estou muito avançado: já vou no nível Diamante 2.

Nesse jogo, recebemos um carro muito mau e vamos comprando carros com o dinheiro que ganhamos nas corridas indo contra outros carros.  Podemos melhorar a potência do motor, a suspensão e outras qualidades.

Também recebi um skate e andei na pista do Dramático.

No Ano Novo, assisti ao Fogo de artifício no Tamariz. No jardim do casino e ao pé de mim estavam uns homens a atirar uns petardos.

Eduardo M, 5B

Descrevendo a Curva do Trabalho

 http.//cadescrita.edublogs.orgImagem: Oficina de Escrita    

     Costumo organizar as minhas tardes no estudo da prof Maria Jerónimo: por volta das cinco até às cinco e meia. Às  quartas e quintas  tenho uma explicação de Matemática.

    Quarta é a tarde mais dedicada ao estudo. Fico só, mas gosto mais de estudar em grupo. Também estudo ao Sábado de manhã, o meu Pai ajuda-me a Matemática e minha Mãe ajuda-me a Português. Quando há testes, estudo todo o Sábado.

   Quando chego a casa, começo logo pelo que está na mochila. Faço os “tpc” das lições de cada dia. O único dia em que não faço os trabalhos no próprio dia, é na quarta, porque tenho explicação.

     Faço intervalos: posso interromper para comer um pão ou fruta, mas costumo estudar seguido.

     Gosto de brincar à tarde e à noite, então estudo toda a manhã. De manhã, este fim de semana, acordei supercedo e já estava pronto para estudar.

     Preparo o estudo dos Testes: por exemplo, se tenho um teste na quinta, estudo no sábado, domingo e segunda, mas não nos dois dias antes.

    O meu método mais prático é que leio e releio até decorar. Em Matemática decoram-se as regras. Em Inglês, vou ao livro e ponho etiquetas a marcar o mais importante.

     Quando estou a estudar, consigo ouvir o meu pensamento a repetir o que o prof de Matemática disse e consigo ver os números na minha mente.

      O que me ajuda mais a concentrar é comer e estar em silêncio. O que me desconcentra são os amigos.

(Conversas na Oficina . Ditado)

Pedro Cm, 6B

Organizando o Trabalho

   Um livro gigante no meio de um campo, um poente dourado, o livro está aberto

 Imagem: Photos For Class Atribuição: Creative Commons

          Tenho um horário de estudo em casa que varia conforme os dias. Por exemplo, à segunda feira, chego a casa e descanso um bocadinho. Começo a estudar por volta das 17h 30. Faço os tpc, começando pelos mais fáceis; se houver alguma coisa para copiar, fica para o fim. Faço os tpc próprios daquele dia.

     Às vezes janto por volta das 18h 30. Às 19h posso estudar as lições do dia ou preparar-me para algum teste.

     Às quartas, temos um Estudo de uma hora, no Colégio; se não estiver bem preparado para alguns testes, aproveito e estudo.

     O método de estudo que eu aplico mais é fazer exercícios; leio também, mas se o primeiro teste não ficou muito bem, leio umas  quatro vezes; às vezes sublinho.

    Por exemplo, em Ciências, com a ajuda da minha Mãe, consigo compreender a linguagem do Manual. Senão, eu não conseguiria resumir por palavras minhas, apenas copiava o texto.

     Estudo sem escrever; repito mentalmente e, quando estou pronto, a minha Mãe faz -me perguntas.

     Para somar quarenta e nove mais onze, pensei: “Tu já sabes esta conta: nove mais um são dez; tiramos um e, com esses dois, fica cinquenta. Agora é facílimo, é igual a sessenta.”

Pedro M, 5C

A Minha Música

https://www.youtube.com/watch?v=rDA52HNZ_rM

Imagem: youtube Fernando Daniel

     Eu gosto imenso de uma música do Fernando Daniel que se chama “Espera”; sempre que eu a ouço deixa-me feliz; já a ouvi imensas vezes e nunca me canso de a ouvir.

    A minha irmã irrita-se quando eu a canto, porque já a ouviu tantas vezes, tantas vezes, que a minha irmã me pede para eu me calar.

    Esta música fala de uma mulher: ele diz para ela esperar por ele, onde quer que ela vá: 

Onde é que vais
Espera por mim
Eu vou ser melhor por ti
Sempre que sais
Eu sinto o fim
Eu nao quero ficar por aqui

Joana Cb 5A

Um Monstro Amigável


http://djoul3.pagesperso-orange.fr/monstres&cie/personnages/sulli/

    Imagem: Djoul3-pagesPerso

     Se eu fosse um monstro, eu era alto, grande, simpático e amigável; tinha pelo  azul e uns grandes olhos verdes , com uns chifres .

    Eu iria abrir um restaurante chamado DHD Monsters Surfing , mas quem lá fosse iria ver uma enorme discoteca  divertida com gomas , sumos e muita, muita  dança e loucura.

    Os meus amigos eram parecidos comigo, alguns maiores ainda, uns viviam no mar –  eram monstros marinhos – outros voavam – eram dragões: outros eram cobras, metade jacaré, outros podiam ser uma combinação de leões com grifos.

     Também brincávamos com os humanos a andar de skate.

     O meu poder especial era deitar raios laser pelos olhos. A minha língua seria o Espanhol.

      Nos dias de descanso, iria surfar MUITO, MAS MESMO MUITO .

      E assim era todos os dias…

Simão CB, 5C

Ida a Londres: Cidade Linda

The Shard LondonCreative Commons License dronepicr via Compfight

     Quando estive em Londres, fui ao “London Eye”, de onde se podia ver toda a paisagem de Londres. A seguir, fui à porta do Palácio da Rainha e vi o render da Guarda.

     Quando estava no aeroporto de Londres, eu e o meu irmão encontrámos um Youtuber: Bernardo Almeida. Eu desafiei o meu irmão a ir falar com ele; o meu irmão foi e tiramos fotos com ele.

     Na vista do London Eye, avistava-se o ponto mais alto de Londres, a Chard Tower. Eu gostei muito de Londres: à noite, parecia uma Kidzânia gigante, mas ainda maior.

Vicente E, 5A

A Prática do Desporto

Sunrise Yoga, Maschsee David Kaczmarek via Compfight

     Em relação à prática do Desporto, eu considero que é recomendável para todas as idades.

     Por um lado, o desporto é saudável para o nosso corpo. Por exemplo, quando eu pratico desporto, sinto-me livre, porque estou a apanhar ar puro; sinto-me bem quando estou a correr, sinto-me livre e com mais ânimo. Também gosto mais de fazer desporto quando está sol ou calor. Não me sinto muito bem quando estou a fazer desporto com chuva ou frio ou até trovoada.

     Por outro lado, eu penso que os desportos podem magoar as pessoas e também podem causar lesões.  O meu irmão, ontem, levou com o dente do amigo dele na cabeça.

    Finalmente, penso que se pode fazer desporto também com cuidado.

    Por todas estas razões, defendo que a prática do desporto é recomendável para todas as idades.

Teresa F, 6D

Saudades do Verão

Flying Solo Pablo Fernández via Compfight

     Gostei muito das férias de verão porque estive a jogar futebol na Suécia; estive a fazer Surf e gostei muito das Festas do Mar.

 No torneio, havia muitas equipas e foi uma experiência muito boa. Nós, na Suécia, dormimos numa escola com várias equipas; havia um espaço com 25 campos de futebol. Dormíamos colchões, em quartos enormes, éramos mais de vinte e púnhamo-los no chão.

As pessoas eram simpáticas, perguntavam o que nós íamos lá fazer e eles falavam comigo em Inglês, mas eu não percebia nada. 

As Festas do Mar, como todos os anos em Cascais, foram ao pé da Praia dos Pescadores. Só duas vezes é que vi o concerto: a noite estava boa e abandonei o Francisco nas Festas do Mar, pois ia com uns amigos mais à frente e perdemo-nos. Tocaram os HM6, os DAMA…

     Eu não queria ir ao Guincho, mas fui obrigado a ir. Só gostei de ir quando estavam lá amigos meus.  Na Costa da Caparica, houve uma vez em que estava a bandeira amarela: eu apanhei uma onda de joelhos.

    Na praia em que fazíamos Surf, estava muito vento e eu dei com a prancha de Surf na cabeça de um professor. No Surf, havia dias com boas ondas para apanhar e outros em que não havia. 

 Nas duas praias em que íamos fazer Surf, uma na Costa da Caparica, outra na Costa de Sintra, ou havia muito vento ou tínhamos de subir uma encosta a pique. 

Manuel N, 8A

Alegrar-se ou “a Sabedoria do Otimismo”

http://deusmelivro.com/critica/a-princesa-azul-e-a-felicidade-escondida-filipa-saragga-20-5-2015/

Imagem: Deus me Livro

2º Cristal – Optimismo

      Prosseguindo a nossa meditação sobre a vivência dos valores  –  despedimo-nos deste mês dedicado à Alegria – e continuamos a parafrasear os ensinamentos que a sábia Rosa entrega à jovem Princesa, no coração luminoso da Floresta Negra.

     Fica também o nosso agradecimento à nossa querida antiga aluna Filipa Sáaraga, por nos proporcionar, com a sua “A Princesa Azul” participar do seu hino ao verdadeiro Otimismo.

      A pequenina Rosa sente-se radiante com os progressos da sua Princesa: ela tornou-se capaz de enfrentar os perigos da Floresta. Agora  pode contar com esta sua nova alegria recém nascida por ter superado difíceis obstáculos. A mestra, ao entregar-lhe o segundo Cristal, passa a ensinar-lhe como conservar e utilizar na prática, a energia escondida nas “coisas boas”. 

      Quando terminam as Festas e entramos nos trabalhos do Ano Novo, encontramos ajudas preciosas neste Cristal, para sustentar e prolongar a Alegria:

  • És capaz de valorizar três pequenos acontecimentos de um dia muito simples?
  • Consegues disciplinar-te para não voltar a pensar em sofrimentos que não podes ainda resolver?
  • O que achas que te acontece à medida que vais repetindo pensamentos bons todos os dias?

   As pequenas tarefas a exercitar no dia a dia vão ampliar esta Alegria nova a todas as esferas da vida,  mesmo se persistem ameaças reais:

  • Continuarão a existir pretextos para ficarmos  preocupados, mas perdem a sua força, se nos ocuparmos muito mais com o que amamos.
  •  Se projetamos o Ano Novo como um futuro melhor, pomo-nos em ação com outra ligeireza.
  • E mesmo que a realidade destrone os nossos cuidadosos projetos, estaremos capazes de inventar outras aventuras.
  • A Alegria cresce com este esforço, e este, por sua vez, torna-a sempre mais intensa.

     É aqui que a Princesa projeta a sua viagem de regresso pela Floresta perigosa de uma maneira nova: ela irá atenta às surpresas dos seus recantos iluminados. 

    E agora confia que a sua “diferença poderá trazer” ALEGRIA “[…] “a todos os que são diferentes”.

OE

As Surpresas com que Eu Sonho

http://cadescrita.edublogs.org

Imagem: Mariana J – 2011     

      Olá Pai Natal,

     Eu queria receber muitas surpresas, que seriam: 

  • Uma hoverboard
  • Uma boneca
  • Visitar a minha avó na Ucrânia
  • Ter um Forbe e uma Piscina
  • Uma casa nova e grande
  • Comprar prendas para a minha Família toda!

 Gostava que a minha casa tivesse uma sala grande para o nosso convívio, uma sala de cinema, o meu quarto amplo e verde-água; um jardim enorme à volta, umas árvores com frutos, como pêssegos, maçãs, pêras e ainda vegetais, como tomate, pepino e alface. Teria ainda dois cãezinhos e um gatinho dentro de casa!

    Desejo a todos também que imaginem e possam ter o que mais querem.

Ana Sofia D, 6A

O Espírito de Natal

   Merry Christmas Leo Reynolds via Compfight

     O Espírito de Natal consiste em fazer o Presépio, passar o Natal em Família e em abrir os presentes. Multiplicam-se campanhas de Solidariedade nesta época, precisamente por ser uma época de amizade, inspirada na pobreza de um Deus sem abrigo.

   Nas férias, adoro jogar na PS4 e treinar  Futebol. A prenda mais fabulosa que eu já recebi foi a PS4! Costumo passar aPassagem de Ano a ver a Televisão e a conversar.

 Quando estou de férias, o meu primeiro pensamento é sobre estar livre dos Testes! Prefiro passar o meu tempo a passear ou a andar de bicicleta.

Este Natal gostava de receber um Iphone 6.

A minha sobremesa preferida são rabanadas!

 Desejo que o Natal continue a ser o mesmo: árvore a brilhar, convívio em Famíla, abrir presentes e Espírito de ajudar quem mais precisa!

Manuel N, 8A

Toda a Gente Feliz

   Merry Christmas ! Timothy Valentine via Compfight  

     Querido Pai Natal,

     Neste Natal, eu queria:

  • Um “Siens for you”
  • Um Hoverboard
  • Estar em Samora Correia com os meus Pais, Primos, Tios, Avós e o meu Irmão.
  • Gostaria que este Natal fosse inesquecível  como todos os outros.

 Eu adoro o Natal e queria que me fizesses um favor, Pai Natal: 

QUERIA QUE TODA A GENTE ESTIVESSE FELIZ!

     Adeus, meu Querido Pai Natal, 

Teresa

PS – Não te esqueças de dizer a toda a gente “BOM NATAL“, principalmente às que não tenham Família. 

Teresa F, 6D

Aulas Opcionas para os Estudantes

http://lilysblackboard.org/2016/06/dynamic-schools-everyone-plays-part/

     Imagem: Lily’s Blackboard

     Em relação à Escola atual e aos seus alunos, considero que os aulos não devem ter aulas obrigatórias.

     Por um lado, eu gosto das aulas, porque, às vezes, os professores são divertidos e dão boa disposição a todos.

     Por outro lado, quando os professores não podem brincar, não é nada divertido, porque escrevemos muito.

     Finalmente, mesmo quando as aulas são divertidas, não compensam, porque são não temos outra opção.

     Por todas estas razões, considero que as aulas não devem ser obrigatórias para os estudantes.

Ana Sofia D, 6C

Peripécias em Londres

https://www.visitlondon.com/things-to-do/sightseeing/london-attraction/big-ben

     Imagem: Visit London

    Este verão fui a Londres e quase que estive ao pé do desaparecimento de uma menina.

     Aterramos no aeroporto de Londres, mas quando saímos, vimos os poícias a prender um ladrão e levaram cães e tasers!

     Estive mesmo em frente ao BigBen – lá perto fui a uma loja em que a senhora era Portuguesa. Comprei um lápis, uma caneta e um peluche, um colar e uns brincos para oferecer.

     Visitei um Cromeleque que são umas casas redondas com  chão de terra. Havia martelos e machados, pedras postas como beliches, onde os homens dormiam, e o de cima cobria-se com palha. Empapavam a terra com água, misturavam terra, deixavam secar e cobriam-se.

Francisco N, 6C

O Silêncio da Alegria

http://www.etoilenotredame.org/actualites/resolutions-pour-le-mois-de-jesus-naissant-24

     Imagem: Étoile Notre Dame

     José já se instalou no último lugar: junto ao  berço da Glória. A jovem Esposa radiante ilumina-lhe a confiança pedida pelo Anjo em pleno sonho.

     Não pode ir mais longe, não há outro abrigo:  chegou a hora em que o coração tão denso de silêncio pode captar o relâmpago da Alegria.

    Os pastores dormitavam nos campos ou falavam em voz baixa em volta das fogueiras: figuras de silêncio recortadas na noite. Os magos caminhavam no rasto da Estrela que os inebriava de silêncio.

    Tanta luz transparece nesta noite, que só a espessura do silêncio – a espessura de séculos de silêncio – acertadamente sintoniza.

    José, à entrada da gruta, transido de silêncio. Maria, inclinada sobre a mangedoura, transfigurada de silêncio: só eles contêm o dilúvio da Alegria, ligam à terra a torrencial voltagem da Alegria, que se aquieta, infante, no berço de carne do silêncio.

OE

A Esperança dos Pobres

http://michele-gabriel.chez-alice.fr/pge83-25.html

Imagem: Michel-Gabriel-chez-Alice

“Que Alegria, quando me disseram: “O Senhor vem a nossa casa!”

      Belém, a mais pequenina das cidades de Judá… para lá sobe José, descendente de David, com sua esposa, grávida de Ti!

     Os passos dos pobres seguem em Esperança: os que não têm lugar em nenhuma estalagem, os que dormem nos campos, ao relento, e a quem envolve a Glória do Altíssimo. 

    Mais atrás vamos nós, seguindo os rastos de ouro que a Esperança dos pobres acendeu: escuridão e frio; esforço do silêncio; e todo o ser de homem uma questão que pulsa, escuta e, finalmente, vive.

 OE

O Amor da Música

https://www.youtube.com/watch?v=MBdVXkSdhwU

   Imagem: youtube BTS  

      Eu estou numa nova fase. À medida que vou crescendo, surgem-me coisas novas na vida!

     Sempre gostei muito de música, mas agora estou a tentar aperfeiçoá-la mais do que nunca, fazendo treinos todos os dias, como Karaoké, aprender a fazer coreografias…

     Cada vez que passa um único dia, a minha relação com a música vai ficando cada vez mais forte!

     Já me disseram que cantava muito bem e essa é uma das razões pelas quais me esforço bastante: ver que há pessoas que gostam de me ouvir e gostam de sentir a música!

     Outras razões pelas quais eu gosto de música: eu não gosto só de a ouvir, eu gosto de a sentir! Há várias pessoas que dizem: “Eu adoro música!” – mas depois não a sentem!

Aluna Convidada

Um Alien no Natal

No One Inside Remembers Jason Carpenter via Compfight

     No ano de 2017 tive um Natal muito bom em casa do meu avô. Nós comemos cabrito, estava ótimo! Foi o melhor cabrito que eu já comi!

     Depois de abrir os presentes, fui para a cama, olhei pela janela e vi uma coisa azul a vir para mim; começou a aproximar-se e BOOM! Partiu a janela. E eu disse:

    – O que é que será?

     Fui ver e era uma espécie de homem pequenino, só que verde, com duas antenas. Ele perguntou-me:

    – O que é o Natal?

     – O Natal, para mim, é a melhor celebração do mundo! Celebramos o Nascimento de Cristo, fazemos uma Ceia com a nossa Família e abrimos muitos presentes.

     E ele disse: 

    – Ah, okay! Assim, quando chegar ao meu planeta, já posso dizer o que é o Natal aos meus amigos.

    –  Adeus, até ao próximo ano! – Exclamei.

    – Adeus! – Respondeu ele, antes de entrar na sua pequena nave redonda e azul que deixou um rasto elétrico azulado, desaparecendo a alta velocidade.

     E assim, o Alien e o Eduardo ficaram os melhores amigos.

Eduardo M 5B

Proteger os Nossos Militares

http://www.emgfa.pt/pt/operacoes/mapa

     Imagem: Mapa das Missões Atuais no site das Forças Armadas

     Em relação aos militares do Exército, da Marinha e da Força Aérea, considero que devem ser bem tratados e protegidos.

     Em primeiro lugar, nós podemos viver em liberdade; podemos não sair à rua e levar com um míssil ou um tiro perdido, graças aos nossos heróis.

    Além disso, eles arriscam a vida por nós, realizam grandes missões de alto risco: a família e os amigos podem perdê-los.

     Finalmente, é nosso dever de gratidão ajudá-los dando comida e dinheiro para os tanques e outras necessidades. Devemos sempre ir às bases militares, a partir dos 18 anos, para sabermos o que é a Tropa e para que serve.

    Por todas estas razões, considero que os militares dos três ramos das Forças Armadas devem ser bem tratados e protegidos.

Francisco N, 6C 

Graças ao Esforço, o Sucesso

     Brenta Dolomites

Maja Kochanowska via Compfight

    Em relação à nota de HGP, considero que se deve a eu ter-me esforçado muito e não ter mexido no telemóvel.

    Em primeiro lugar, as pessoas deviam estudar sempre dois dias antes para tirarem uma boa nota.

    Em segundo lugar, nunca se deve estudar tudo na véspera, pois assim é mau, mas se os alunos estudassem sempre uma semana ou dois dias antes, todos iriam tirar uma ótima nota para orgulhar os nossos pais.

     Finalmente, as crianças, os adolescentes e até mesmo os adultos, conseguiriam assim alcançar os seus objetivos para terem uma profissão muito boa que ajudasse as pessoas e também ganhassem muito dinheiro para pagar uma casa onde possam viver, pagar contas financeiras e viver com uma família saudável em paz.

    Por todas estas razões, considero que é graças ao esforço pessoal que conseguimos o nosso sucesso.

Layane S, 6C

O Natal Russo

Fortnum & Mason Christmas window display Kotomi_ via Compfight

      Túlio tentou acordar a Svetlana, mas sentia-se muito dorminhoco.

     – Acorda, cabeça de sono! – exclamou Túlio.

     Mas a Svetla estava a dormir. Ele resolveu atirar-lhe água.

    – Mas o que se passa, Túlio? Estás Normal?

     – Depressa, Svetla, é Natal! A Família do nosso pai vai estar cá.

     Foram os dois fazer um bolo de chocolate. Os dois tinham medo da Elia, a pequenina sobrinha que chegou da Rússia. Um dia, quando eles estavam a dormir, ela pintou-os, como Mascha e o Urso.

     Este bolo vai atraí-la. Eles puseram o bolo na mesa, correram para o seu quarto e esconderam-se.

    A Elia chegou com a Família toda do Aeroporto. Primeiro, ela interessou-se pelo Túlio e Svetlana, e não pelo chocolate. Foi um “flop”. Perguntou onde estavam os primos.

      Os dois amigos saltaram pela varanda e foram esconder-se na sua casa da árvore, mesmo em frente ao quarto. Treparam pela escada de lã e enrolaram-na rapidamente para que a pequenina não soubesse onde é que eles estavam.

    À noite, comeram todos um delicioso bolo de chocolate e riram-se deste episódio divertido de um Natal Russo!

Svetty T, 6B

A Substituição dos Poluentes

   Renewable Energy Development in the California DesertCreative Commons License Bureau of Land Management via Compfight  

     Em relação à poluição do ambiente, considero que  se deve, substituir os poluentes por energia elétrica. 

     Acima de tudo devemos reconhecer os perigos que a humanidade enfrenta, devido à deslocação de foguetões, táxis, comboios e fumos das fábricas.

     Em seguida, os fogões já poderiam ser elétricos, não será preciso construir-se chaminés para escoar os fumos; os foguetões podem ser carregados por energia solar, os táxis e os comboios podem mover-se a eletricidade.

      Por todos estes motivos, defendo que a Ciência já atingiu um nível de progresso que permite o uso de baterias em vez de gasolina.

Rafael Cy, 6C

Um Surfista Incrível

Relaxing timeCreative Commons License Hernán Piñera via Compfight

     Se eu fosse famoso, seria famoso no Surf. Gostaria de viver no Hawaí, onde iria surfar todos os dias às 07h e sairia da água às 19h. Teria uma casa linda, com uma piscina deslumbrante e um enorme jardim cheio de pranchas.

    Por último, também teria um restaurante, onde as especialidades eram Sushi, coca-cola, cerveja e água de côco. A sobremesa especial da casa era bolo de côco com banana.

     Era um restaurante muito caro, menos para mim, pois eu tinha tudo de graça, por ser o meu restaurante, mas era um local muito animado, pois tinha sempre a minha Família e os Amigos surfistas.

    Assim seria o meu mundo!

Simão CB 5C

Ser Feliz, Amar os Outros…

Seasonal Joy IICreative Commons License Anne Worner via Compfight

     Eu nunca me canso do Natal, porque é estar com a Família e ser feliz, amar os outros.

     Para mim, a Família é o mais importante; se eu a perdesse, nunca voltava a ser a mesma.

    Quando passo por alguma pessoa pobre, eu começo a pensar no Natal e como as pessoas podem não ter Família.

    Se alguém me perguntasse o que é o Natal, eu diria que é uma celebração, quando Jesus nasce, celebra-se com a Família e entramos no tempo d’Ele.

    Este ano, eu já não recebo presentes, e já não faço cartas para a minha Família. Tenho tanta pena!

   Ah, mas vou dar bombons, com uma pequena carta, a cada pessoa da Família, a dizer que gosto muito dela, a dizer que a adoro. E ver os sorrisos na cara de cada uma, ao receber…

    O Natal é magia, canções, convívio e surpresas. Eu adoro o Natal!

Mariana Lm, 5ºA

Um Natal Maravilhoso

Narizao, The Cool Brother of the Other Guy - 2017.02.17.F01 jonix_k via Compfight

    Eu costumo, no Natal, estar em casa dos meus avós.

     Eu, o meu irmão, a minha irmã e o meu pai fazemos a árvore de Natal e o presépio. Nós costumos comer bacalhau e bolo Rainha.

    A minha sala tem luzes por todo lado, tenho a árvore toda iluminada.

   Os meus avós põem os presentes debaixo da árvore e depois chamam as crianças e ficamos muito contentes.

   O ano passado eu recebi três puzzles e uns brincos muito giros. Eu dei um postal à minha mãe e ao meu pai.

  Foi um Natal maravilhoso!

Carolina A, 6B

Diário de um Skater

 

Alex Griffiths - Invert - Southsea old_skool_paul via Compfight

     Era uma vez um miúdo que adorava andar de skate; esse menino chamava-se Zé e eis um extrato do seu Diário:

    “Eu fiquei cheio de adrenalina porque sempre adorei andar de skate e vou várias vezes ao Parque das Gerações. E o melhor acontecimento da minha vida de skater foi o Back Flip. A minha sensação foi que nunca pensava que conseguia uma coisa tão difícil como esta e eu senti-me muito feliz.

    Costumo ir andar de skate com o meu Pai, lá no Parque das Gerações onde tenho colegas de outros desportos. Este tem muita Matemática e isso, às vezes, ajuda-me a pensar. Mas eu não ando de skate só com amigos do parque, também ando com os meus vizinhos.

   Com os meus vizinhos, fazemos muitas rampas de skate. Conheci este desporto quando era pequenino: vi um homem a andar de skate muito bem.

Zé Gr, 5B

A Escola Inovadora

   https://www.dn.pt/portugal/interior/portugal-testa-salas-de-aula-do-futuro-5040206.html

     Imagem: Diário de Notícias

     Se eu mandasse numa Escola, como Diretor, seria assim: as aulas eram de uma hora, com intervalos de uma hora.

    Haveria aulas de Educação Física, de qualquer Desporto, pois nós, os alunos é que escolhíamos. Os refeitórios seriam grandes e os professores e os alunos é que escolhiam a ementa.

    A Escola tinha uma piscina para natação e saltos, com dois metros de profundidade, era enorme!

    Os alunos poderiam votar para que algo melhorasse na Escola, como, por exemplo, quando houvesse um conflito, iam os alunos e um ou dois professores resolver por votação. 

    À volta do Colégio havia um jardim privado para professores  com um lago que tinha peixes e gansos. Havia um pavão que tornava chique a parte dos professores.

    Os alunos tinham uma casa na árvore e e o sítio onde eles brincavam era metade de um campo de futebol. Se quisessem, podiam dormir na Escola.

    Se fosse real, uma Escola destas podia valer uns três milhões.

    Todos os meses fazíamos uma visita de Estudo á praia. Quem quisesse podia fazer equitação na nossa quinta.  Podíamos levar pranchas e equipamento de mergulho para observar peixes e estrelas do mar.

    Além disto tudo, tínhamos regras, pois são fundamentais para o funcionamento do nosso Colégio.

(Ditado)

Francisco N, 6A

Uma Alegria Única

 http://aronbengilad.blogspot.pt/2015/05/Imagem: Aronbengilad.blogspot   

    Para celebrar a Alegria, as pessoas continuamente inventam mil surpresas subtis ou grandiosos eventos.

    Podemos partilhar com os amigos a ida a um concerto da nossa banda favorita, por exemplo; ou simplesmente sentarmo-nos num banco do parque, à sombra generosa de uma tília e tecer a conversa mais interminável do mundo.

      A Alegria pode expressar-se de muitas maneiras diferentes:

  • A Alegria de sermos felizes – porque alguém nos amou primeiro.
  • A Alegria Profunda – o facto de existirmos, que podia não ter acontecido.
  • A Alegria de estarmos contentes – a partilha dos bons momentos com os amigos.
  • A Alegria de termos recebido alguma surpresa – descobertas que mudam a vida. 

     A Alegria também nos rodeia no facto luminoso de quase tudo o que existe ser colorido e atrair assim o nosso olhar para uma radiação ínfima no espectro daquilo que inspira sorrisos. 

     A meio do espectro da Alegria, situam-se todas as Festas humanas, desde as celebrações de Família àqueles momentos íntimos que só festejamos com os amigos mais queridos.

     Acima da faixa da Alegria que nós, humanos, conseguimos captar, estende-se toda uma gama de notas divinas que já apenas conseguimos pressentir de longe.

     Mas, inclassificável entre todas, brilha, inconfundível, a Alegria que a Festa da Imaculada irradia e que é, ao mesmo tempo, humana e divina.

    Podemos captá-la intensamente, porque envolve a nossa humanidade, mas ao mesmo tempo ultrapassa-a, porque se refere à Liberdade de Maria.

    Esta Liberdade, que  é total e sem falha, que nos está prometida e que Ela viveu perfeitamente, desde o seu primeiro instante, transmite uma Alegria diferente, mas capaz de se entranhar em todas as nossas Alegrias.

OE

O Monstro das Profundezas – 2

Hello HaloweenCreative Commons License Maurits Verbiest via Compfight

     De repente ouvi:

    – Ali está o Monstro!

    Peguei no rapaz e fui para o vulcão dando os meus saltos de grande alcance.

    Enquanto escalávamos, um dos caçadores acertou-me com uma das suas balas frias e perfurantes, mesmo no braço onde eu segurava o pobre rapaz indefeso.

    Sem querer, larguei-o e caiu pela cratera do vulcão. Como a cratera era muito funda, enquanto o menino estava a cair, eu saltei para o ajudar. Como eu sou á prova de fogo, consegui agarrar o menino em plena queda, antes que ele fosse derretido pela lava.

    Atirei então uma bomba que fez ir os caçadores pelos ares, e como viram a minha bravura, não se atreveram a chamar-me monstro. Ofereceram-me, como recompensa, uma cura, para eu voltar a ser um rapaz normal outra vez.

    O meu companheiro tornou-se um grande amigo e fomos para a mesma escola!

Francisco M N, 6A

Momentos de Adrenalina

http://www.theinertia.com/surf/whos-counting-gmacs-controversial-90-foot-wave/

     Imagem: The Inertia

     Quando fui à Nazaré, à praia, andei sobre as ondas de moto-quatro, com o Mac Namara. Lá as ondas eram gigantes e isso metia medo. A certa hora, as ondas estavam a ficar ainda maiores.

   O outro momento de Adrenalina que também me impressionou foi quando fui saltar com o Nelson Evora e ele saltava 18 m em cada salto! Era gigante!

     Quem me dera ser famoso e talvez venha a ser… Se eu fosse famoso, eu queria ser futebolista e ganhar a bola de ouro, a boa de ouro e a Champion League!

    Treino todos os dias, menos ao Domingo, no Dramático de Cascais. Os treinadores da minha equipa são o Carlos e o Guilherme.

   O que eu gosto mais de fazer é a receção e o remate. A nossa tática é “2-3-1” e agora estamos a treinar a tática “1-3-2”. “2” significa os centrais; “3” é o médio direito e o “1” é o avançado. A primeira tática serve melhor para defender. A segunda é melhor para atacar.

    Eu sou médio direito, que é uma das posições mais rápidas, porque o médio direito tem de defender e atacar ao mesmo tempo.

Eduardo M, 5B

O Meu Natal

Brunna Peretti Loureiro via Compfight

     Eu costumo começar o meu  Natal dia 23, em casa dos meus Tios, do lado do Pai. Depois, dia 24, é em casa da Bisavó, do lado do Pai. No dia 25 recebo presentes em casa da Mãe e, a seguir, vou a casa da minha Avó.

     O presépio e a árvore são feitos por todos nós, em casa da Mãe; em casa do Pai, são os filhos e em casa da Avó, são os 16 netos.

     Como sobremesas especiais e bebo leite com chocolate quente. A sala está tão enfeitada e gira! O ritual para celebrar em casa da minha Mãe e da minha Avó é estarmos à espera de que todos cheguem.

Maria Pr, 5B

O Monstro das Profundezas – I

Arenal volcano, Costa Rica Gregoire Dubois via Compfight

    Eu, o Monstro das Profundezas, aterrorizo as cidades por causa dos meus superpoderes mutantes! Os meus poderes são: lançar fogo das mãos e saltar tão alto que posso andar de prédio em prédio; o meu último superpoder é a invisibilidade: é fantástico!

     O único problema é que as autoridades querem apanhar-me e prender-me. Acho que esse é o preço a pagar por ser um monstro.

    A minha casa é um enorme vulcão no Hawai. É divertido viver num vulcão, pois nunca tenho frio. De noite, caço animais, como aves ou peixes, pois sou carnívoro.

    Eu não faço mal às pessoas, mas como sou diferente dos outros, eles têm dificuldade em comunicar comigo.

     Um dia, um menino encontrou-me perto do vulcão, estando eu já cansado de caçar as aves que estavam a dormir, para o meu pequeno-almoço nutritivo.

      O menino estava num acampamento de escuteiros e tinha-se perdido, mas, em vez de me atacar, dormiu comigo e deu-me festinhas, pois eu sou meio-animal, meio-monstro.

      Quando acordei, tentei levá-lo para o acampamento, pois, enquanto tinha estado a caçar, apercebi-me do local de encontro dos escuteiros.

      Quando nos aproximávamos, outro menino viu-me e foi contar aos caçadores da floresta, que foram logo à minha procura! De repente, ouvi:

      – Ali está o monstro!

(Continua)

Francisco M N, 5A

Sobre o Uso de Uniforme

Test 0.3 Beryl_snw via Compfight

     Em relação ao uso de uniforme, defendo que a Escola deixe os alunos do 2º Ciclo escolher a sua própria roupa.

     Em primeiro lugar, a escolha da própria roupa é um ato de liberdade que manifesta a personalidade de cada aluno.

     Por outro lado, o uniforme identifica a Escola onde estamos, os pais gastam menos dinheiro e nós sentimo-nos mais iguais. Em segundo lugar, sentimo-nos mais confortáveis com a nossa roupa: por exemplo, mais quenstes no inverno e mais frescas no verão.

     Por todas estas razões, é que eu defendo a livre escolha da própria roupa para os estudantes usarem na Escola.

Carolina A, 6ºB

Adrenalina ao Máximo

  Gran Canaria Frontón King Festival 2017 GáldarCreative Commons License El Coleccionista de Instantes Fotografía & Video via Compfight   

     Eu adoro o Body Board porque é giro. É a minha atividade favorita, porque gosto de fazer rolos, 360º e ARS (1)!

     Durante o ano, em Carcavelos, mas quase não no verão; treino todas as quartas e sábados; nos outros dias, treino com a minha Mãe. 

    A minha máxima adrenalina foi o meu primiro campeonato num sábado, em Carcavelos, com os meus colegas e a minha treinadora. As ondas estavam de 1,5m; consegui fazer dez “360 graus” e uma tentativa de rolo.   

      Com boa vista e quando está calor, é ótimo ir fazer BB. Noutra surfada, os outros concorrentes dropinavam – isto é tiravam as ondas aos outros – sempre, mas a partir de certa altura, eu é que dropinava todos.

     Este verão bom, na Arrifana, com um amigo, o Santiago, e com os meus irmãos, diverti-me imenso. À minha volta vejo tudo azul, o cheiro a maresia, a água bonita mas fria, quando estou na minha prancha. 

     Tive de concorrer no campeonato  do meu desporto favorito e, por isso, ultrapassei os meus limites. A minha sensação foi fabulosa! Finalmente, cheguei a casa com uma imensa Vitória!

(1) Estar no ar a fazer o rolo e o BELI 360º.

Maria Pr, 5B

A Minha Flor Francisca

   https://unsplash.com/photos/JfolIjRnveY

   Imagem: Usplash Senjuti Kundu  

     Neste momento eu tenho 12 anos… como a vida passa tão rápido! Ainda me lembro quando não havia escola e estava sempre nas minhas sete quintas sem estudos ou preocupações.

    Eu gostaria de ter talvez  três anos, pois naquela altura vi uma flor a nascer.

   Nos primeiros dias gostei muito dela, mas, às vezes,  acho que  ela veio para me aborrecer; no entanto, a melhor coisa de ter uma irmã é poder partilhar carinho e  desabafar .

    Os três anos são uma idade em que começamos  a descobrir a noção do “porquê” de haver pré-escolar- termos de abandonar o nosso lar de conforto –  ou o “porquê” de termos amigos .

    Quando a minha flor Francisca teve os seus três anos, já seguia os meus passos; só que era mais avançada; mas ela gosta muito de seguir o meu caminho, de fazer o que eu faço. A diferença é que ela gosta de ser mais perfeita do que eu; como eu digo,  ela é “a menina perfeição” e “a mais bonita do mundo todo”; “a mais bonita, a mais esperta  e a mais convencida do universo” mas acho que é muito boa pessoa, pelo menos dá essa impressão .

    Acho que mudei de ideias: todas as idades são ótimas desde que tenhamos muito Amor na vida.

Federica V, 7C

Tão Leve e Tão Subtil

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     A Alegria é o melhor que há na vida: quando estamos felizes esquecemo-nos das desventuras da vida.

     A cada minuto que passa existe um novo nascimento fruto do amor de um homem e de uma mulher: o amor, também ele é fruto da Alegria, pois antes da Paixão existe uma Alegria que junta esses dois seres.

     Alegria amorosa que atrai os opostos, geração após geração, no abraço fecundo que perpetua a Humanidade.

     A Alegria é a felicidade que há nas pessoas, é como fazer surf nas ondas que torna algumas pessoas tão felizes. A Alegria é algo que não se vê, mas é como se sentisse no corpo apesar de não o tocar. 

      Tão leve e tão subtil, parece entranhar-se nos recessos do ser, por vezes mendigo aguardando guarida.

      A Alegria é estarmos felizes por algo que fizemos de bem: como a maré baixa, vai subindo e fica maré cheia.

     As marés, por vezes transbordam, no oceano agitado da Alegria: fertilizam os terrenos esgotados, encharcam sonhos gastos, fazem brotar, onde o silêncio era deserto, uma canção inesperada. 

Texto a 3 mãos

Manuel N, Franciso B e OE

ALEGRIAS – 3

https://unsplash.com/photos/tvc5imO5pXk   Photo by Robert Collins on Unsplash

     No dia de Natal, acabamos de acordar e vem a Felicidade, olhamos para o dia, achamo-nos na Alegria. O Natal é um momento de Família, todos felizes com coração e paixão, recebemos os presentes dá-nos vontade de agradecer.

     Até quando olhamos para o lado, os amigos estão lá para brincar connosco e para nos ajudar quando precisamos: uma Alegria tê-los ao pé de nós

     Tantas Alegrias nos rodeiam: os pequeninos que sobem à Biblioteca com grandes olhos redondos e ainda nem sabem ler.

  A Alegria está em todo o lado, até mesmo onde se pensa não se ver nada.

   Até com os amigos, quando estamos em grupo com os amigos mais chegados, eu sinto uma Alegria infinita.

     Invisível, sob os acontecimentos, racha o solo do acontecer quotidiano e brota como um repuxo de água viva.

   Tal como uma semente brota em flor, brota a esperança e alegra facilmente o coração de uma pessoa, pois tal como a semente, a Alegria precisa de ser tratada até crescer e ser maior que a soma das suas partes.

     Cuidamo-la, feridos, por vezes, pela vida, mas é sobre ela que nos debruçamos primeiro: a mais vulnerável, a mais jovem, promessa de um Futuro Absoluto que mal adivinhamos.

Texto a 4 mãos:

5A: Joana Cb, Mariana Lm, Matilde ConsOE

Exercício de Escrita Criativa segundo o Livro “Quero Ser Escritor” de Margarida Fonseca Santos e Elsa Serra. 

ALEGRIAS – 2

https://getstencil.com/app/savedImagem: Stencil   

      Ela própria se torna o motor do nosso viver: tomamos a decisões, atiramo-nos ao nosso trabalho e resistimos graças à sua energia secreta que mantém o nosso coração fiel.

      Se a Alegria fosse uma animal, seria um coelhinho. A alegria tem liberdade, paixão e sentimentos sem fim. 

     A pomba da Alegria voando e se espalhando por todos nós, saltitamos, brincamos e cantamos sobre a alegria de amar os outros ou de ser amado.

     A Alegria da Família é uma coisa amorosa que nem a conseguimos explicar porque é tanto amor, tanto amor que, se fizermos as contas, é infinito. 

     Misteriosa força que move o coração dos homens e parece penetrar até os poros do universo. Quando já não conseguimos captá-la, sobrevoa-nos, divinamente passa, na sua leveza, para além do horizonte. 

    A Alegria é um sentimento de um coração aberto para ajudar quem mais precisa. Quando alguém sente alegria é algo fantástico. 

     Como se fosse desabando por cima de nós, a Alegria cresce, cresce sem parar.

      A partilha multiplica a Alegria, desdobra-a, quebra-a em mil pedaços doces que misteriosamente sobram mesmo depois de todos a terem saboreado.

Texto a 4 mãos:

5A: Joana C, Mariana L, Matilde COE

Exercício de Escrita Criativa segundo o Livro “Quero Ser Escritor” de Margarida Fonseca Santos e Elsa Serra. 

ALEGRIAS – 1

https://getstencil.com/app/saved

   Imagem: Stencil

   Um infinito, uma torrente que desaba, a nossa alma está viva e sente-se em casa na Alegria.

     Livre, cantando sobre mim, a chuva da Alegria!

    A Alegria, quando nós a sentimos, é uma coisa extraordinária. Por exemplo, no amor, há tanta Alegria que não conseguimos parar de sorrir.

    Alegria de um coração puro que a luz irradia na sua transparência ingénua: apesar de todas as dificuldades, como é maravilhoso viver!

    A Alegria é um sentimento que inclui praticamente todas as pessoas, mas mais a Família e os Amigos. A Alegria até pode ser com o cão, o coelho…

    Há tantas formas de a viver: a própria Natureza nos inspira, nos seus mil matizes de cor que parecem sorrisos do próprio Ser.

    A alegria não tem fim: o melhor da Alegria é amor, amigos, família, bom ser e dar-nos bem com as pessoas e bem-estar com os amigos.

     Amigos verdadeiros estão sempre ao nosso lado para quando precisarmos sem até sem serem chamados, brincam connosco, são como nossos irmãos que são para sempre e nunca nos largam.

    Os amigos são como se fossem família. Para termos amigos temos que respeitar, não os aborrecer e sermos uma bondade para eles

Texto a 4 mãos:

5A: Joana C, Mariana L, Matilde COE

Exercício de Escrita Criativa segundo o Livro “Quero Ser Escritor” de Margarida Fonseca Santos e Elsa Serra.