Uma Avó Hiperativa

   Granny's Blue Ribbon Rhubarb Custard Pie

Creative Commons License Theresa Thompson via Compfight

      Tudo começou numa manhã de verão, quando a Avó Elisa tocou à campainha de minha casa, para me convidar a ir com ela fazer um piquenique num jardim muito bonito do Estoril.

     Como eu não conseguia dizer que não, disse para ela se sentar no sofá da sala, que eu ia-me vestir.

      Mas, como sempre, quando lá cheguei, a minha avó já tinha entornado tudo: só se viam as minhas tintas de acrílico preferidas: rosa, azul e verde, espalhadas por todo o lado e os meus dois lápis verde e azul estragados. Como sempre, também, tive de manter a calma e dizer à Avó que já estava pronta.

     Quando a avó já só queria mexer em tudo, eu, desesperada, levei-a dali e fomos para o Parque fazer o piquenique. Fomos logo comer e depois apreciamos o lindo parque, o que a acalmou totalmente. Assim acabou um belo dia.

    Afinal, a minha Avó e eu conseguimos estar bem juntas!

Madalena M, 6C

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Compreender a Tristeza destes meus Alunos

Maple Street Playground

Ryan Alexander via Compfight

Cascais, 27/02/13

       Exmo Sr. Presidente da Câmara,

     Gostaria de colocar um campo de futebol no meu Colégio, pois não tenho dinheiro suficiente para o conseguir comprar, para os meus queridos alunos.

     Senhor Presidente, espero que pense bem neste assunto, pois os meus alunos querem divertir-se nos recreios de 10, 20 minutos e de 1h 30. Também preciso de melhores condições escolares: salas, mobiliário…

     Sr. Presidente da Câmara, mais uma vez, pense bem neste assunto: ao todo é uma despesa de 5 mil euros com as salas e de 10 mil euros para o campo, uma despesa total de 15 mil euros. Obrigada por ter lido esta carta.

Vasco L

Candidato a Presidente da Câmara.

PS – Espero que compreenda a tristeza destes meus alunos.

Vasco L, 7A 

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Um Tubarão na Praia

     Shark!

duncan c via Compfight

      Era uma vez uma menina  e um menino que estavam a fazer um castelo. Ela chamava-se Matilde e ele Santiago; eles estavam a brincar, quando apareceu um rapaz que começou a cantar para a Matilde e o Santiago.

     O miúdo estava a cantar para eles e, de repente, no mar apareceu um tubarão que diz:

     – Eu quero esta ilha para mim, senão como-vos!

     Eles ficaram tão assustados que fugiram. Ele já tinha devorado o castelo delas e a Matilde começou  a chorar.

      A Matilde e o Santiago, quando foram embora, viram que afinal não era um mnstro a sério: era a Beatriz e a Joana vestidas num fato de tubarão! Logo de seguida, as crianças voltaram a aparecer!

Mariana C, 6A

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Conversas na Oficina: O Carnaval no 3º Ano


 

Francisca – Vou ver o Lego de Batman. Vou vestida de Egípcia.

Madalena – Vou de soldado de chumbo da parte de cima e de bailarina da parte de baixo.tin soldier, redscale.Ballerina Sindy

 

Joana – Vou de Motoqueira: tenho uma mota pequenina e vermelha na garagem. Levo umas calças furadas, uns sapatos sujos, fitas na cabeça, óculos de sol, capacete e blusão de cabedal.

Riding to the beach

Maria – Vou de gémea, com mais duas amigas que não estão aqui. Uma +e próxima e a outra parecida. Uma delas vai fazer uma festa.

Tomás – Vou de Mimo, com a cara branca, lábios vermelhos, com riscas na cara, , com luvas grandes, brancas, uma camisola branca. Levo também suspensórios pretos, com risca branca, , calças de fato de treino pretas e uma cartola pequena.

     Francisca – Vou de Cleóptera: com um fato preto, com diamnates, peruca preta, com diamantes na peruca, com sapatilhas pretas e vou pintada em tons de prateado.

DSC_3623

Os Pequenos Visitantes da Oficina

Tin Soldier: Creative Commons License Yutaka Seki via Compfight Ballerina: Creative Commons License SpeckledOwl via Compfight Red Moto:Reiterlied via Compfight  Mime: Creative Commons License Chico State School of the Arts via Compfight Cleopatra doll: Joachim S. Müller via Compfight

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O Anel Mágico

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Creative Commons License Ilkka Jukarainen via Compfight

     Era uma vez uma princesa Marlia. Essa princesa tinha um anel mágico dado pela sua mãe que já tinha morrido. Esse anel fazia com que todos os animais de que ela gostasse falassem com ela.

      Um dia, foi passear no jardim do seu palácio e encontrou um lago, onde estava sentado um sapo, e ficaram amigos.

      Ela quis levá-lo ao seu palácio; quando chegou lá, o pai, que era o rei – muito poderoso e malvado  – quando viu o sapo, disse para ele se ir embora. E para que ele nunca mais voltasse, lançou um feitiço para ele nunca mais sair do lago.

     A pequena princesa ergueu-se e disse ao pai para parar de ser mau e para quebrar o feitiço do seu amigo sapo. O pai lamentou-se e quebrou o feitiço. Depois disso, a menina pôde trazer todos os seus amigos para o castelo e assim fez muitos amigos. E viveram felizes para sempre.

Carolina C, 6C

Aluna Convidada

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A Rapariga das Estrelas – III

     Cascades Mountain Scene

Russ Seidel via Compfight

      Ela decidiu comer os biscoitos e, de repente, começou a voar, mas sem conseguir controlar por onde ia.

      – Ah! – Gritou a Rapariga das Estrelas.

Oseus amigos pássaros, ao vê-la em pânico, pegaram nos três dentes-de-leão e deram-lhe.

Quando ela pegou nos dentes de leão, consegiuu equilibrar-se mas começarama por levá-la até às Estrelas.

 Quando chegou, viu que elas eram um mundo totalmente diferente, cheio de riachos da cor mais azul e cheio de árvores completamente verdes.

Ela virou-se e os seus amigos transformaram-se em pessoas como ela.

– Mas quê – Exclamou a rapariga.

– Olá, Estrela! – Ainda bem que voltaste! Sabes, tu foste para à Terra quando estavas a viajar e bateste com a cabeça. Nós ficamos aflitos, mas aquela área era desconhecida, então transformamo-nos em pássaros para ninguém desconfiar.

– Uau! Então esta é a minha casa?

– Sim, Bem-Vinda, minha amiga!

Maria S, 6C

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A Rapariga das Estrelas – II

Dandelions

Creative Commons License Eamon Curry via Compfight

    – Estás bem? – Perguntaram os seus amigos pássaros.

     – Sim, estou, mas ainda não vou desistir de ir às estrelas – respondeu ela cheia de entusiasmo nos olhos tristes e quase a perder a esperança. – Por mais que tente, vou sempre cair no chão.

     Os anos foram passando e a rapariga não desistiu.

     Um dia, de repente, ela encontrou uma velhota com uns biscoitos estranhos, que pareciam ser rijos como o aço mas também moles como a espuma do mar. A velhota foi ter também com a menina e disse-lhe:

     – Olá, Estrela. Toma estes biscoitos e não deixes de acreditar nos teus sonhos.

      E apontou para cima.

     – Mas o meu nome não é Estrela!

     – Foi um palpite, sabes, porque queres ir tanto às estrelas? É porque tu vieste de lá.

     – O quê? – exclamou a rapariga, espantada.

     Quando olhou à sua volta, a velhota tinha desaparecido, mas deixara uma mala cheia de cartas, biscoitos e três grandes dentes de leão. Ela decidiu abrir as cartas e todas falavam no mundo que eram as estrelas e como eram belas.

     (Cont)

Maria S, 6C

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O Amor Impossível

     

      Fits of depression come over the most of us. Usually cheerful as we may be, we must at intervals be cast down. The strong are not always vigorous, the wise not always ready, the brave not always courageous, and the joyous not always happy. (CH Spurgeon)

John925 (Seeing With New Eyes) via Compfight

      Quando o Amor é impossível, não há nada a fazer…

      Era uma vez um rapaz que estava apaixonado por uma moça… mas essa moça não queria nada com ele!

      Certo dia, fez-se a troca de lugares e a Diretora de Turma, “DT”, não sabia que a moça não queria nada com o rapaz…

       Então decidiu pôr a rapariga sentada ao pé do rapaz! A rapariga não queria acreditar no que se estava a passar…Não gostava de estar ao pé dele…O rapaz também não queria estar ao pé dela! Mas gostava à mesma, dela…

       Passado algum tempo, o rapaz não aguentou mais e teve de fazer uma serenata para ela, mas ela nem ficou comovida…E foi-se embora.

       O rapaz pensava que nunca se voltaria a apaixonar… O rapaz estava farto de que ela não lhe ligasse…mas também não sabia o que podia fazer mais…

       E é assim que começa e acaba o amor impossível.

Carolina F, 7B

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Ágeis mas Perigosas

asleep ( #cc )Creative Commons License Martin Fisch via Compfigh

      Pelas florestas do mundo há criaturas que o mundo desconhece, ou melhor, que não quer conhecer. Ninguém imagina como são, mas eu sim, imagino-as ágeis e perigosas.      

     Ágeis, porque se escondem de todos, sabendo que o medo um dia vai acabar e que os humanos vão descobri-las e estudá-las, há umas que falam e que lêem e, claro, não podem faltar as gigantes sementes ou as minúsculas abelhas.

     E são perigosas: algumas sentem uma espécie de poderes mágicos, mais perigosos do que podes imaginar…

      E se encontrares uma, não te esqueças que são seres como tu, que sentem, que ouvem, que falam e que, apesar de não viverem da mesma maneira que tu, não as estudes. Porquê?

     Oh, “porquê?” é a minha pergunta preferida, mas a tua resposta, só tu a podes encontrar dentro de ti… Gostavas de ser estudado num laboratório a caminho da morte perpétua?

     Pelas florestas do mundo há criaturas e, não te esqueças, elas são ágeis e perigosas.

Francisca, 7A

(convidada da MadalenaC)

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O Prédio Mais Alto do Mundo

     New York Skyline From Top of The Rock

Creative Commons License Lonni Besançon via Compfight

     Era uma vez um prédio com quarenta andares, situado no Dubai,até incluía um hotel lá dentro, que era do célebre multimilionário Rirrirró.

  •      No rés-do-chão estendia-se um bar muito acomodativo, uma sala e uma casa de banho toda em esmeralda.

     As paredes eram revestidas a ouro e, no primeiro andar, encontrava-se um mini-shopping com a kidzania lá dentro.

  • O segundo andar, dedicado á sétima arte, apresentava uma sala de cinema em 3D, cheia de magia Disney.
  •  No terceiro andar, esperava-nos uma sala de espetáculos, onde os melhores atores e atrizes do mundo eram contratados para atuarem no teatro do Rirrirró.
  •  O quarto andar estava reservado para uma piscina, ginásios e um Spa com materiais feitos de ouro.
  •  No quinto, erguia-se um estúdio com tecnologia de ponta, uma base de dados completíssima e um laboratório científico fantástico.
  •  O sexto andar incluía um restaurante giratório; no andar de cima, uma sala de jogos e uma pista de skate fantástica.
  •  Nos sétimo e no oitavo andares, morava o Rirrirró: uma casa luxuosa, com dois andares; no oitavo andar era onde o Rirrirró bebia e assistia a um pôr do sol lindíssimo.

Lourenço C, 6b

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Os Cinzentos

     Daisy

Creative Commons License Chase Elliott Clark via Compfight

     Era uma vez um cão e um dono. Eram todos cinzentos: olhos, boca, focinho, pelos, pele, pés. etc. E tudo o que usavam e comiam era cinzento.

     Adiante. tudo aconteceu numa manhã de verão, o cão e o dono estavam a ir para o trabalho do dono em Cascais: era um pequeno café cinzento muito acolhedor que se chamava “Café Cinzento”.

     Uns minutos depois, lá tinham chegado, e logo de seguida, o dono pôs uma tabuleta na porta, a dizer “Open” e ele e o cão entraram. O cão sentou-se numa cadeira ao pé de uma grande janela com vista para o mar.

     E o dono foi para trás do balcão à espera de um cliente, até que sete minutos depois, entrou uma família de estrangeiros, o dono foi perguntar o que desejavam e o senhor da família respondeu:

      – Eram quatro panquecas, uma torrada, um galão, um sumo natural de laranja, dois copos de leite e acaba tudo com um obrigado.

     O dono anotou tudo com um lápis num pequeno bloco cinzento e depois foi em direção à cozinha.

     Exatamente sete minutos depois, vem com o pedido todo e a família come: quando o dono se apercebe de que a família já tinha acabado, leva a conta, que era de 8 euros; a família viu e deixou o dinheiro e um bilhete e foi-se embora com um grande obrigado.

     O dono foi à mesa e nem viu o dinheiro, mas pegou no bilhete e leu:

     ” Caro Senhor, gostamos muito de tudo: do seu café e da sua comida; por isso deixamos gorgeta. Esperamos que lhe corra tudo bem e, quando estivermos cá em Portugal, vamos sempre tentar vir cá. Obrigado.”

     O Senhor sentiu-se muito feliz e o cão, vendo a felicidade do dono, começou  a saltar de alegria e o dono também. Até que o cão pegou na nota e o dono reparou que era uma nota de 50 euros!

      Ficaram tão felizes que foram à praia comer um grande gelado e foram para casa. Uns anos depois, aquele pequeno café cinzento tornou-se um grande café cinzento com muitos clientes e o dono e o cão viveram muito felizes.

Madalena M 6C

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O Animal Real que foi Inventado

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K-nekoTR via Compfight

     Era uma vez um animal que tinha umas orelhas de lince Ibérico, corpo de chita, carapaça de tartaruga, força de elefante e riscas de tigre.

     Um dia, ele foi passear e o lince Ibérico, o tigre comum, a chita comum, o elefante comum e a tartaruga comum disseram:

     – Que estranho! Foste inventado pelo cientista mais maluco que existe!

     – Eu sou como quiser. Hum! – Respondeu. – Vamos fazer o concurso do melhor animal. Concordam?

     – Sim! – Afirmaram.

     – 3…2…1…Vão!

      Correram. E o animal estranho e a chita ganharam. E atraíram todos os animais a gritar sem parar:

      – São os melhores do mundo!

       E quem ganhou foi o estranho animal. Mas quem será o dono? Na etiqueta diz que é o Miguel M.

(Teste de Português)

Miguel M, 5A

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Querida Ana

suritigre_ana_sofia

Imagem: Zoo de New York 

Floresta dos Castanheiros 6 de Março de 2017

     Querida Ana,

     Estou muito feliz por me teres inventado.

    O meu nome é Suritigre, o meu pelo é fofo, castanho, com riscas brancas.

    Vou contar-te um pouco da minha vida: gosto de viver rodeado de árvores e de ter, ao pé das árvores, uma ribeira. Gosto do inverno: relva coberta de neve, o vento a refrescar-me. Posso comer mirtilos, framboesas e avelãs.

     Os meus amigos são o Timom e o Pumba.

     Sou muito pequeno e tenho a cabeça muito pesada, por isso, quando vou a correr, caio algumas vezes.

     Adorei o desenho que fizeste de mim e sou muito feliz.

Beijinhos para ti,

Suritigre

Ana Sofia D, 5B

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A Rapariga das Estrelas – I

We choose to see Vol.002

Creative Commons License AM Renault via Compfight

      Era uma vez uma rapariga cujo sonho era ir às estrelas e não ia parar de tentar até lá chegar.

      “Um dia” – pensou ela – “se eu conseguir subir àquela árvore, talvez consiga ir até às estrelas.”

     Então, ela subiu e caiu.

     – Nós avisamos-te! – disseram os seus amigos pássaros.

     A rapariga das estrelas olhou para os seus amigos com um sorriso. Ela,  que era alta como o céu, mas não o suficiente para chegar às estrelas, tinha um cabelo cor de chocolate, olhos de esmeralda e um olhar cativante. A sua pele era branca como a seda e tudo fazia para proteger os seus amigos. E acreditava mais do que tudo nos seus belos sonhos e desejos.

     Então ela pensou: “Se a árvore não resultar, vou tentar com balões.”

     Então tentou e caiu.

(cont)

Maria S, 6C

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Ghostly, o Terrífico

Halloween Doodles

Iva Wilcox via Compfight

     Primeiro dia de Halloween em Portugal. As coisas assustadoras irão acontecer, ah ah ah!

     Um homem que vivia em Nova Iorque era o homem que teve a ideia do Halloween: chamava-se Ghostly.

     O Ghostly, em Nova Iorque, no dia 31 de Outubro, em 1900, foi mascarado do pior palhaço que podia haver no planeta Terra, porque tinha dois caninos de vampiro. Outro homem que também vivia em Nova Iorque, tinha medo dos palhaços. Então decidiu denunciar o Ghostly.

     O Ghostly não tinha comido desde o dia 1 de Outubro de 1900, o dia em que ele foi vampiro e começou a estar obcecado por um grupo de palhaços. Então, como ouviu que o homem ia fazer uma denúncia, o Ghostly atacou e deu-lhe uma mordidela tão forte que ele disse: “Polícia!”.

     A polícia não ouviu e estava ao fundo da rua a beber café. O homem medricas foi lá fazer a queixa e o Ghostly foi preso, às 23 horas, quando todas as pessoas iam fazer “doce ou travessura”  e à espera que o Ghostly os assustasse.

    Ghostly ficou preso trinta anos. Então pensou para si próprio: “Eu não vou arriscar mais aqui a minha vida. Vou para o país mais pequeno do mundo: Portugal – e assustar as criancinhas.

     Nos anos seguintes, o Halloween nunca foi abandonado por Portugal, só por Ghostly que tentou concretizar o seu sonho, que era todos os países festejarem o  Halloween.

     Em Portugal, no ano 2016, foi quando houve mais pessoas a mascarar-se e a assustar as crianças e até os adultos.

     Vais a “Doce ou Travessura” e quando bateres na última porta, alguém vai-te dizer uma coisa tão assustadora que tu não vais conseguir voltar para casa.

     Vais ficar numa casa, o nº13, onde estará uma velha que te vai dar todos os doces que irá haver na mesa. E quando fores embora, vais ouvir dizer: 

       – Espera.

Vais virar as costas e a velha vai tirar a máscara: é o Ghostly, que neste dia, decidiu assustar-te a ti.

    Atenção, atrás de ti pode estar o Ghostly.

Sofia L, 9C

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A Aventura da Pomba

Pigeon vol

Jacques Caffin via Compfight

       Era uma vez uma pomba. O seu nome era Flyer.

     No dia 1 de Dezembro de  2016, ela acordou às 5 horas.

    – Ainda é muito cedo! – Exclamou o Flyer.

     Apanhou as suas Adidas e subiu as escadas. Na cozinha, pegou no pão e comeu-o ao pequeno-almoço. Depois, pegou na mochila e arrumou as Adidas na mochila. Um amigo dela disse:

     – Acho que vais à Serra da Estrela.

     A Flyer respondeu:

     – Sim, mas para fazer o quê?

    – O amigo deu a Flyer muitos euros.

     – Obrigada! – disse a Flyer. E voaram.

     A 1234 km da Rússia, o vento estava tão forte, que a Flyer achou que já estavam em Portugal. Mas ela voou com o vento e… já estava em Tchernobyl!

     E a Flyer voou para a zona de exclusão. Quando atravessou a ponte Prypiat, encontrou um brinquedo, uma espada de plástico e continuou. Em Kopachi, encontrou um gato que queria comer a pomba. Flyer fez isto: voou e espetou a espada no olho do gato. O gato, sem olho, gritou e correu.

     Passada uma semana, a 8 de Dezembro, ela chegou a Portugal, à Serra da Estrela. Pagou o quarto do hotel e foi para a cama às 23h 50.

(TS de Português) Svetlana T, 5B

 

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A Aventura de Flyer – II

pigeon dans un ciel bleu

jean pierre PRON via Compfight

     Flyer estava na Rússia. Ela estava a pensar:

    – Onde é que eu vou passar o meu verão?

     Ela estava a pensar:

   – Tchernobyl? Não, há demasiados gatos e cães. E os ursos acordam-me.

    – França? Não, os franceses vão me comer.

     – Alemanha? Sim, é uma boa ideia!

     Ela voou para Berlim, durante a noite. Foi dormir numa rocha e, de repente, acordou.

     – Isto é Rammstein?

     Ela ouviu: “Du hast du hast du hast me?”

    Foi para o palco e pousou no ombro do solista. E cantou também: “Du hast du hast du hast me?”

     A Flyer era fanática dos Rammstein. Cantou toda a noite.

     Voou para a Rússia a 12 de Junho.

Svetlana T, 5B

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A Viagem a Outro Planeta

   Trip To Mars

Creative Commons License Naomi via Compfight

      Era uma vez um rapaz que se chamava Duarte e não tinha nada para fazer. Então, pensou em ir dar uma volta com a sua cadela.

     Quando o Duarte estava a passar por uma casa assombrada, ouviu um barulho vindo de lá de dentro, por isso entrou na casa e viu um cubo com um botão.

     Quando o Duarte chegou a casa, carregou no botão que fez com que ele fosse parar a Marte: viu lá uma Galinha! Tinha três olhos, um bico vermelho mais pequeno e mais quadrado que o normal, com uma cauda maior que as normais e com três caudas mais pequenas coladas á grande; tinha três patas e as penas eram azuis.

     E foi esta a viagem a Marte!

Duarte S, 6C

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A Vida Selvagem – III

Verulven

Anya Sergeeva via Compfight

     A loba selvagem tinha saído da gruta a correr; o pai chamou-a, mas como ela não queria parar, olhou para trás, continuou a correr e disse:

     – O que aconteceu? – E foi bater na parede.- Au! O que foi, pai?

     O pai respondeu:

     – Eu só queria dizer adeus! Mas só mais uma coisa: tens uma surpresa lá fora.

     Ela foi a correr lá para fora: estava lá uma loba que era a mãe dela, que tinha estado desaparecida durante seis anos, desde o dia em que tinham fugido da outra caverna.

    E ela gritou de felicidade:

    – Mãe! Tinha tantas saudades!

     O pai foi lá fora e disse:

     – Onde estavas este tempo todo?

       – E a filha perguntou:

     – Mas esta não era  a tua surpresa?

     E o pai disse:

     – Não, o teu presente era um bolo de aniversário que encontramos no meio da floresta, eu não estava à espera  da tua mãe que estava desaparecida!

(Continua)

Margarida L, 6B

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O Violino Mágico – II

     v for violin

NFarmer via Compfight

    Três livros numa prateleira, ninguém sabia de onde tinham aparecido, pois antes a prateleira estava vazia, mas no ano em que os três bebés nasceram, sem cabelo, fizeram uma festa e a senhora da biblioteca gritou:

     – Calem-se! São bebés!

      Mas como bebés fazem festas? Talvez os bebés façam festas, talvez os bebés fossem especiais, talvez a Srª da biblioteca fosse demasiado má. Mas isso não importa, o facto de os livros terem aparecido é que era estranho; se calhar, eram dos bebés.  

     Os bebés encontraram um livro que abria uma passagem secreta onde havia 1000 escudos, mas os bebés não eram burros, foram de elevador e, no fundo, encontraram um violino mágico. Um homem misterioso, disse:

      – O que fizeram, seus bebés doidos? 

      Mas que grandes bebés! Aquilo sim, eram bebés! Os bebés pegaram no violino e foram-se embora, virando a fralda e tocaram magnificamente violino. A senhora da biblioteca cantava muito bem e fizeram uma banda. Mas essa banda não durou muito, porque a senhora cantava como uma vaca a dar à luz. 

      Mau! eu não percebo se a senhora cantava como uma vaca a dar à luz ou se cantava bem, talvez certas vacas a darem à luz até cantem bem, mas adiante. Os bebés tornaram-se super-estrelas, mas talvez o violino é que fosse uma estrela. 

     Os bebés cresceram e, até ao fim das suas vidas, a Banda foi um sucesso, e a senhora da biblioteca voltou para a Banda, pois sem ela, eles não eram nada. Mas no fim descobriu-se que o violino era de plástico e tinha sido comprado no “Chinês”.

   Texto a 3 Mãos: exercício de “nonsense”; improviso de escrita alternando os autores segundo o livro “Quero Ser Escritor” de Margarida Fonseca Santos e Elsa Serra

Matilda M, Bernardo M, Vasco S

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Espelho de Mundos

   Twin Jackets

Andrew Griffith via Compfight

     Maria Luísa estava muito atrasada para chegar à Escola onde trabalhava. Sentia-se como uma grávida quase a dar à luz: ia ter uma reunião muito importante com a Diretora da Escola.

     Quando estacionou o seu carro podre de velho, viu, no lugar onde costumava estacionar, um porshe “cayenne” prateado. Foi a correr até chegar à Escola; ao passar a passadeira, a sua saia hippie, rasgou-se; muito envergonhada, mas com pressa, foi para a sala de reuniões.

    Quando chegou, o Sr. Pedro, sub-ajudante da Diretora, perguntou-lhe:

    – Porque mudaste de roupa? Aquelas calças justas, camisa larga branca e as botas de cowboy eram muito mais giras…

    – Cala-te, estou com pressa, tenho de ir para a reunião.

    – Ó Luísa, mas tu já lá estiveste! Não me digas que não te lembras! Ah, ah, ah!

    – Não pode ser, só cheguei agora ao Colégio!

     – Não me digas, tens uma irmã gémea?

     Então, nesse preciso momento, a Maria Luísa, (a Outra) entra na sala. Olham-se as duas, radiantes, e desmaiam!

     A Luísa acorda na sua cama, aliviada, mas o que não sabe é que a outra Maria Luísa também acorda aliviada do outro lado do mundo…

Matilda M, 7A

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O Violino Mágico – I

   For Sale

Creative Commons License Randen Pederson via Compfight

     Havia um  Violino mágico que encantava toas as miúdas e todas gostavam de o ouvir. Então, um dia, uma rapaz começou a tocar e ele deixou de encantar as miúdas.

     Talvez a culpa não fosse do violino, talvez o violino fosse um violino como qualquer outro, mas por várias coincidências, sempre que alguém o tocava, tocava-o bem.

     Talvez as pessoas que o ouviam tivessem deixado de gostar das músicas, mas, enfim, o violino foi abandonado na lixeira. Passados três meses, o violino preparava a sua vingança contra as pessoas: queria torná-las escravas e, aquelas que recusassem, morriam.

     Mas que violino este… após muito pensar em como o fazer é que se lembrou de um importante pormenor… É que era um violino. Era um violino e os violinos não andam nem batem nos escravos e tudo o que um violino faz  é tocar belas músicas.

     O violino percebeu o quão mau tinha sido e que podia ser para sempre abandonado, pois ninguém quereria um violino como ele. Ficou muito tempo abandonado e pensou numa maneira de ser desculpado, mas não, nunca foi desculpado: foi para a Flórida, viver e foi posto à venda por 100 000 000 Euros.

    Houve um homem, que adorava música e comprou o violino para os seus empregados tocarem. Do nada começou a haver um apocalipse de Zoombies, mas o violino acalmava-os e punha-os a dormir, até que um dia, este violino, que custou um número que não sei ler, envolvido como os outros violinos dos outros textos, entre zoombies e diabos. Sem pessoas normais.

     Ele foi para a Nasa e partiu de foguetão para Vénus, onde ficou a viver num país chamado Vétoquis onde foi comprado por um Vénotis.

     Então a polícia espacial apanhou o violino e todas essas pessoas. Durante dez anos ficaram à espera do seu castigo e, quando o descobriram, ficaram histéricos de medo: o castigo era ser atirado para um buraco negro. E viveram felizes para sempre.

[Continua]

(Texto a três Mãos)

Vasco S, Bernardo M, Matilda M – 7A

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Voando num Papagaio de Papel

Orillia Ontario Canada ~ Leacock Museum ~ Boat House

Onasill ~ Bill Badzo via Compfight

Dedicado a Carolina F

     A Carolina soltava papagaios na praia do Guincho sempre que estava vento; nas tardes de calmaria, o seu papagaio colorido oscilava como um caracol hesitante e ela perdia o entusiasmo por este desporto. 

      Vivia numa casa singular: ficava no meio de um lago, rodeada de água de um azul profundo, por todos os lados. Só podia sair de barco, quando o Pai a levava, na sua lancha rápida que deixava um sulco branco na superfície espelhada das águas.

      Por isso Carolina ficava muitas vezes a vigiar os ventos na sua janela que tinha grades onduladas de ferro forjado e um canteiro de flores azuis. Ela sonhava poder um dia sair sem a ajuda do Pai, voando, suspensa, no seu próprio papagaio de papel.

(texto  construído a partir das palavras atribuídas aos desenhos improvisados com as letras do nome

C – A – R – O – L – I – N – A; segundo o livro “Quero Ser Escritor” de Margarida da Fonseca Santos.

Exercícios Criativos

OE

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As Maiores Amigas

Campsite

David Kingham via Compfight

     As melhores amigas não se conheciam, mas os pais delas eram amigos, só que nunca tinham apresentado a Inês e a Carolina…

     Numa tarde, o pai da Carolina combinou um jantar com os pais da Inês e tinham que levar as filhas.

     Quando chegaram ao restaurante, já sentados, chegaram os pais da Carolina. Qual não foi o seu espanto, ao saber que os pais das duas eram velhos amigos!

     Combinaram então um acampamento numa floresta deliciosa. Quando chegaram, todos juntos ao local do acampamento, decidiram que os pais das meninas ficariam em duas tendas e elas partilhariam uma pequena tenda roxa que tinha uma janelinha de plástico transparente.

     As duas amigas contaram segredos e davam risadinhas á doce luz de uma pequena lanterna. Lá fora, ouviam-se ruídos: o piar das corujas e o sussurrar dos ventos nas folhagens.

     Depois desses cinco dias, foram para a escola e souberam que frequentavam a mesma escola há muitos anos, só que em turmas diferentes e ficaram as melhores amigas para sempre!

Carolina F, 6C

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Cliar, a Menina das Flores

   Radiating colours

petrOlly via Compfight

      Era uma vez uma menina que adorava flores, orquídeas, girassóis, margaridas, enfim, todo o tipo de flores.

     Um dia, ela estava a regar os 140 tipos de flores que tinha no jardim, quando viu um cometa roxo a cair para as suas flores. Ela ficou super furiosa, até que tentou dar um pontapé no cometa, que era pouco maior que o dedo mindinho dela, mas não conseguiu, pois quando ia pegar nele, este pesava toneladas.

     Cliar pensou como é que uma coisa tão pequena podia pesar tanto. Bem, entretanto, ela desistiu de tentar pegar no cometa e, como já eram 20h 30, foi tomar banho, vestiu o pijama e, quando ia a olhar para a janela, a mãe chamou-a:

     – Cliar, anda Jantar!

      Cliar desceu as escadas e contou à mãe o que se tinha passado. Esta achou tudo uma fantochada e começou-se a rir. Cliar disse:  

     – Ah estás-te a rir? Então vem cá!

     Cliar chamou a sua mãe à rua e gozou com ela:

     – Vês, não é fantochada, eu tinha razão.  

      A Mãe virou-se para ela:  

     – Razão sobre o quê? Não está aqui nada! Ai filha, como tu tens tanta imaginação. Ah, ah, ah! Vou mas é ligar ao teu pai, para saber se já chegou a Espanha. Vá, vai para a cama, porque acho que isso também é cansaço.

     Cliar foi para a cama e, no dia seguinte, acordou em cima da sua almofada. Perguntou-se logo porque é que as coisas tinham aumentado. Bem, ela não ligou pois pensou que fosse um sonho.

     Mas ao sair da cama, parecia que estava a cair de um prédio, o que vale é que o tapete era fofo. Com todos aqueles fios, Cliar perdeu-se no seu próprio tapete, até que encontrou o caminho. Saiu do quarto e foi para a casa de banho; quando tentou subir para a sanita, ia caindo lá para dentro. Conseguiu resolver o problema e, nesse momento, a mãe chamou-a; ela respondeu que ia já.

     Mas com um corpo tão pequeno, não se ouviu a voz. A Mãe ficou preocupada e subiu para ver se Cliar ainda estava a dormir. Cliar nem queria acreditar quando saltou com o peso da mãe a andar no chão, muito menos quando viu o tamanho do sapato. Quando a Mãe dela chegou ao seu quarto e não viu lá ninguém, Cliar ainda tentou chamá-la, mas não conseguiu ser ouvida.

     

(…)

Mafalda C, 8A

 

 

 

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3 Desejos Concretizados

Dandelion

Creative Commons License Melissa McMasters via Compfight

     Uma vez, soprei um “amor de homem” e o meu desejo nunca aconteceu.

     Um dia, fui escavar um buraco com um amigo, com o objetivo de encontrar uma pedra, algo parecido com ruínas antigas.

     Saiu da escavação, nada mais nada menos do que uma lamparina muito antiga e de lá surgiu um Génio ladino. O Génio Ladino era alto, usava  duas pulseiras e com elas fazia magia; tinha um fone e tudo era feito de ouro.

     Ele surgiu a perguntar quais seriam os meus três desejos.

     Mas eu só lhe respondi no dia seguinte. Então já tinha pensado:

  • Ter uma família feliz para sempre.
  • Ter uma namorada gira.
  • Ter muitos amigos.

      E logo aí obtive o que sempre tinha estado a pedir ao “amor de homem”!

Vasco L, 6C

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A Marta dos Videogames – II

II

The Fiery Dragon

Muhammad Elarbi via Compfight

     No caminho, Marta pensava que tinha renascido, mas ela só queria parir para o seu mundo; ainda pensou na hipótese do que ela tinha dito no seu quarto, ela só queria ser feliz. Entretanto, a Rainha Shmolca levou-a para o seu Castelo, que era de gelo e tinha estátuas lindas.

     Entretanto, a rainha Shmolca explicou-lhe que ela tinha ido parar a um sítio chamado Encárnia, e que esta se  estava a preparar para o dia Nacional dos Videogames Reais. Ela pensou que era o futuro e que ali podia ser livre; então pediu se podia participar; a rainha autorizou, mas antes dela ir treinar, a Rainha cedeu-lhe um papel com as regras do jogo.

       Ela demorou 3 horas a ler as regras, até que, finalmente, tinha acabado de ler 1403 regras. Ela pensava que já tinham passado três dias, quando olhou para o relógio, nem queria acreditar que tinham passado 3 horas, sim, porque três dias em Encárnia equivaliam a 3 horas.

     Bem, lá chegou o dia dos jogos, ela só queria vencer! O primeiro nível era muito fácil. Ela conseguiu passar, porque só tinha Montanhas com lava (coca-cola) e que explodiam se se atirasse uma pedra branca lá para dentro (mentos). Marta poisou uma pedra branca e abanou, mas não caiu. Ela passou 30 níveis, só faltavam mais 5 níveis.

    No nível 31, ela tinha um ajudante que se chamava Cliar, tinha 600 anos, já estava um bocadinho velho; ainda estavam 10 Encarnianos em jogo e um humano.

     Passou os quatro níveis, só faltava mais um, mas ela não ganhou, pois com criaturas de três metros, acho que Marta não tinha hipótese. Mesmo assim, ela ficou feliz, mas, de repente, foi parar ao seu quarto outra vez.

     Ela correu por toda a casa para ver se encontrava o buraco Negro, mas nem vestígio dele! Apetecia-lhe chorar, pois ali podia ser livre; ela ficou confiante que um dia pudesse voltar a ver o buraco negro novamente.

Dia dois de Novembro, 2140,

Querido Diário,

      Hoje percebi que podemos ser nós mesmos não importa quem não gosta de nós, mas sim quem ou o que é que nos faz viver todos os dias com um sorriso na cara e impede que os outros nos deitem abaixo.

     Querido Diário, não desistas dos teus sonhos, pois um dia quem sabe, noutro mundo, ele se vão concretizar.

Mafalda C, 8A

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A Marta dos Videogames I

I

Deep in the forest

Sergio Otero via Compfight

    Era uma vez uma menina chamada Marta. Na escola, era tratada por “Marta dos Videogames”. Ela era muito boa aluna, entregava os trabalhos no dia, fazia todos os tpc, mas o que ela não gostava era de se sentir sozinha, pois Marta achava que muitas pessoas ali não eram elas próprias, e Marta mostrava-se ela própria.

     Um dia, quando ela estava em casa a jogar videogames, pensou que já estava farta deste mundo e queria ir para outro.

     Não estava ninguém em casa, quando ouviu uma voz a chamar por ela que parecia vir da cozinha. Marta estava com medo, porque não sabia quem era, portanto, ela pegou no seu cão Lucky – um Labrador – e foi ver quem era. Não estava lá ninguém, mas depois ouviu o som de uma coisa a cair no quarto.

     Marta foi lá e estava um buraco negro! Ela decidiu tentar destruí-lo, mas não conseguiu e então o buraco sugou-a.

    Enquanto ela passava pelo buraco, pensava que ia ficar sem vida, pois estava no fundo do tempo; entretanto ela desmaiou.

     E Acordou para lá do Horizonte … Vontade de rir? Pensava que era um sonho, até que viu uma senhora com uma coroa de ouro, a dizer:

     – Bem-vinda às minhas terras! Como queres que te chame? – Perguntou a senhora.

     Marta respondeu:

     – Pode-me tratar por Marta!

      Disse a Senhora:

     – Nunca ouvi esse nome nas minhas terras. O meu nome é Shmolka, sou a rainha das terras de Encárnia.

     A Rainha Shmolca disse para Marta a acompanhar.

(Continua)

Mafalda C, 8A

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Um dia Congelado (com gelado)

     Ice Cave

Dru! via Compfight

     Era uma vez uma menina chamada Leonor; era alta, tinha o cabelo loiro e andava no 6º ano.

     Certo dia, a Leonor  foi para a escola  nova no Algarve, mas esta era do tamanho de uma formiga; quando  estavam 31 graus,  os alunos  não conseguiam viver, quase e morriam.

    Mas, noutro dia,  a Leonor foi para a escola e estavam só 2 graus negativos e  a nevar  muito .

     Quando chegou à escola,  estava tudo congelado e as senhoras do bar foram a todas as  salas da escola  oferecer gelado;  a  D. Amélia, a mais simpática de todas,  ainda não tinha  reparado que os gelados  estavam  congelados na sua mão.  Quando  a D. Amélia perguntou à Leonor se queria um gelado,  a Leonor respondeu:

     – 1º, D. amélia tem o gelado  congelado na sua mão;  2º, não quero porque está muito frio para eu comer o gelado!.

      Foi assim esta manhã estranha e diferente da Leonor e da D.Amélia.

Madalena C 6A

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O Obscuro Salão de Jogos

Cobra MkIII

Ik Neema via Compfight

     Numa noite normal, numa cidade normal, existia um salão de jogos normal.

      Nessa noite, que era uma sexta feira 13 de Novembro, um cão falante, um gato falante e uma Pop Star foram a esse salão de jogos.

     O senhor da loja, que tinha setecentos anos, disse que era de graça. Logo, quando entraram, as portas fecharam-se sozinhas.

     Quando eles estavam a ir para os jogos, havia muitos esqueletos no chão. Mas eles não quiseram saber dos esqueletos, e, quando começaram a jogar, o velhote pressionou num botão que estava por baixo do balcão. Eles foram para dentro do vídeo jogos. O velhote disse que eles só saíriam dos vídeo jogos quando morressem.

    Mas eles pensaram: se conseguissem passar um jogo todo, conseguiam sair dali nos jogos.

     Mas entretanto,  o velhote era tão velho que morreu. Por isso,  entraram nos videojogos e saíram dali, livres, sem terem tido trabalho nenhum.

      As portas abriram-se e eles fugiram.

     Mas afinal, o velhote não tinha morrido, porque ele era invencível.

      Na sexta feira, 13 de Novembro, ele fazia vinganças: por isso, quem ler esta lenda irá ser teletransportado para esse salão de jogos e irá ficar lá para sempre.

Duarte S, 5C

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Amigas M & M

mimis_mini

Imagem da Oficina de Escrita

I

A Viagem à Zara

     Uma vez, eu e uma amiga, as Mimis, fomos à Zara e gostamos muito de um macacão que encontramos, por isso decidimos as duas comprá-lo para termos roupa igual: é um macacão calção que era muito bonito.

      Quando o compramos, decidimos ir de igual para a Escola, para ficarmos parecidas, as gémeas Mimis. Depois fomos à casa de banho, entramos por um vidro adentro ao pé da sanita e fomos para o país da Alice no País das Maravilhas, do outro lado do espelho, ter com o coelho…

II

No País das Maravilhas

     Ali conhecemos uma menina chamada Alice e um coelhinho branco e fofinho chamado Bitton. Eu e a outra Mimi descobrimos que dois ovos se transformavam em Gémeos gordinhos para rebolarem. Fomos direitinhas à casa do coelho feliz. Ele explicou-nos que tínhamos de matar o monstro Caudeia. Se o matássemos, voltávamos à escola.

     Mas aquele monstro era tão grande que seria difícil de matar.

     Pouco tempo depois descobrimos que, neste país, tínhamos o poder de voar e de ser elásticas.

(…)

Maria M e Maria B, 5B

(Texto a duas mãos – segundo “Quero Ser Escritor“)

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Os Desenhos da Vida

      play

Alice via Compfight

      Era uma vez, num dia normal como sempre, todos já estávamos fartos de, dia após dia, só fazermos desenhos. (É que nós desenhamos muito.) Já farto, uma raposa chamada Luk, foi à bruxa que via tudo e sabia tudo.

     – Quem vem lá?  – Exclamou a bruxa.

     – Eu, a Luk, quero saber se consegues tornar a minha vida mais interessante.

     – Sim, posso, em troca de um favor!

     – Qual?

     – Agora não te posso dizer, mas concordas?

     – Sim.

     Então, a bruxa foi dizendo uns encantamentos, e avisou que, no dia seguinte, ela ia ter um dia inesperado.

     No outro dia, ela acordou e os desenhos da cidade começaram a ganhar vida.

     Foi lindo ao princípio, até que a bruxa usou os seus feitiços para os comandar: eles ficaram maléficos, ninguém estava a salvo, tudo estava mau, até que se ouviu uma voz:

     – Ah, ah, ah!

     – É a bruxa! – exclamou um cidadão.

     – O que é que tu queres? – perguntou a Luk.

     – Eu quero esta aldeia só para mim e agora consegui!

     De repente, vinda do nada, uma luz encandeou a Luk e anunciou:

     – Já sei! Escuta bruxa: não interessa que sejas muito forte, porque o meu coração é maior!

     Os habitantes, ouvindo o que Luk disse, ficaram encorajados, juntaram os corações e derreteram a bruxa e os desenhos. Mas, curioso… a bruxa ficou presa nos nossos pesadelos e os desenhos transformaram-se em cinzas.

Maria S, 5C

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O Violino Mágico – II

A Descoberta

Finding your toneCreative Commons License Black Note via Compfight

     Gonçalo encantou-se com os seus olhos brilhantes e os seus cabelos radiantes.

     A menina pedia ajuda ao menino para sair do buraco, porque tinha de levar o violino mágico para a vila.

    Mas o menino não sabia como a tirar do buraco: tentou tirá-la a partir de uma escada que ele fez com madeira, mas esta desfez-se.

     Não sabia como a tirar, mas apareceu-lhe uma luz na cabeça que o fez pensar: pegou numa corda e puxou-a para fora daquele enorme buraco.

     Depois de entregar o violino à Rainha da Vila, o Gonçalo perguntou-lhe se queria ir ao cinema ver “O Diabo veste Pravda”, que falava de uma senhora, que era muito bonito.

   Ficaram a falar dia e noite e …

(Continua)

Mafalda A, 6B

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Viajar no Tempo!

     Snowy OwlCreative Commons License

der LichtKlicker via Compfight

      Era uma vez, em 1940, uma coruja branca e castanha que andava a voar à noite. Toda a gente dizia que, quem olhasse nos olhos dessa coruja, transformava-se em coruja.

     Mas uma vez, a coruja estava a voar e sentiu frio; por isso voou para cima de um telhado e desceu pela chaminé, de maneira a poder entrar numa casa. Quando entrou na casa, viu que parecia estar uma outra coruja á sua frente.

     Então olhou, lançando um raio dos olhos para ficar uma coruja feia, mas em vez de ser uma coruja à sua frente, na verdade era um espelho. Então, o raio, ao bater no espelho, bateu nela própria.

      Nesse momento não aconteceu nada; mas dois dias depois, quando acordou, pensou no número 2000. Tinha viajado no tempo para 2000! Reparou que as fotos que estavam penduradas nas paredes tinham cores! Voou para fora: a paisagem era linda, com vivendas muito mais evoluídas. A coruja estava fascinada com a beleza dessa terra!

      Quando começou  a ficar mas escuro, a coruja atirou um raio a um espelho para voltar a 1940, mas não funcionou. Voltou a tentar para ver se agora funcionava, mas não dava! Voou e voou para ver se voltava, mas não! Até que viu um nevoeiro cinzento escuro que a atraiu: entrou nele e nunca mais saiu.

      E há quem diga que, em noites de nevoeiro, a coruja aparece.

Madalena M 5C

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O Ataque dos Zoombies

zombie_hamster

Yo Mostro via Compfight

     Era uma vez um Zoombie que atacava as casas de uma rua. Nela vivia uma velhota sozinha com um gato peludo. O seu primo era agente secreto da CIA.

     Um dia, o Zoombie atacou a casa da velhota. O que ele não esperava é que ela era uma antiga campeã de artes marciais. O primo estava a fazer patrulha nessa rua e ouviu gritos aterradores e correu para o local.

    O Zombie queria comer o cérebro da velhota, mas ela estava a defender-se bem, até que o Zombie lhe tirasse a bengala e a prendesse.

     Com a sua bengala de mogno envernizado com um velho veneno do antigo Irão, cada bengalada que ela dava ia retirando poder ao Zombie. Mas agora estava amarrada na banheira com as torneiras a correr.

        O primo arrombou a porta com uma cabeçada e seguiu o gato peludo todo assanhado até à banheira. Só conseguiu entrar pela janela, pois a porta estava trancada a sete chaves.

       Tirou a sua Golden Eagle do bolso e deu um tiro certeiro na cabeça do Zoombie.

       O Zoombie rebentou todo e espalhou a sua sujidade verde pelas paredes da casa de banho.

     A velhota, já quase a morrer sem ar, foi libertada pelo Primo, com o seu canivete suíço que cortou as cortas.

    A CIA atribuiu-lhe um prémio de caçador de Zombies,  um milhão de dólares e o prémio da Paz. O primo e a sua avó foram viver  para uma mansão com toda a Família.

Narrativa “a 3 mãos”:

João P, 5A, Daniel N, 5A e OE

Exercícios Criativos de “Quero Ser Escritor” de Margarida  Fonseca: cada autor escreve uma frase entre 20 a 40 palavras e passa ao colega.

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Susto de Natal

     Empty room

Creative Commons License Matthew Paul Argall via Compfight

    No dia de Natal, eu acordei e fui logo disparado para a sala ver as prendas. Mas quando cheguei lá, não estava nem uma prenda! E também não estava a árvore de Natal e nem sequer o presépio!

     Então decidi ir ver se a minha mãe estava na cama. Quando cheguei lá, ela também não estava na cama!

     Eu senti-me assustadíssimo, e fui à cozinha ver se a minha cadela estava na cozinha, mas não estava lá!

      Mas de repente, acordei mesmo e fui ver à sala: estava lá a árvore de Natal, mas o presépio não estava completo!

     Aí ouço a minha mãe a chegar a casa e eu perguntei onde tinha ido a minha mãe. Ela disse que tinha ido com o cão à rua e tinha ido comprar o resto do presépio. UF!

Duarte S, 5c

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O Violino Mágico – I

L'Art pour l'Art

Creative Commons License Photocapy via Compfight

     O Violino mágico era procurado pela vila toda de Cascais, porque quem o tocasse ficava com poderes magníficos.

     Havia uma rapariga pobre do campo, com os olhos talhados em amêndoa e com um rosto fino e único,  que gostava de tocar violino pelos bosques a apanhar ar puro para se distrair e comungar com a Natureza.

     Um dia, como estava tão distraída a cantar uma música, caiu num buraco fundo em que não se via nada nem ninguém! Nesse momento, pensou que estava a ter alucinações, porque estava a ver o violino mágico!

      Tentou sair do buraco com o violino na mão, mas não conseguia, até ficou ferida e a sua linda camisola azul como o céu limpo estava rasgada; caiu-lhe uma pinga de água do olho para o violino e o violino, de repente, fez um som; ela pegou no arco e começou a tocar… saiu, da caixa de ressonância, uma fada que era a sua Fada Madrinha!!!  A Fada Madrinha tinha cabelos compridos, loiros como o sol e uma varinha preta.

    Um menino chamado Gonçalo passou muito perto do buraco, ouviu um som de violino a sair dali e foi lá ver.

    Estava lá  uma menina com olhos de amêndoa e ele apaixonou-se por ela.

(Continua)

Mafalda A, 6C

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Atraída Pela Luz

Detail from 'Lady with the Unicorn' tapestries at Musee de Cluny, Paris

Eric Meyer via Compfigh

     Num dia de sol, eu e os meus amigos decidimos ir acampar para um lugar longínquo. Nesse lugar, ao fundo de uma floresta, ficava uma cascata com um lago em volta, azul-turquesa, em que parecia haver magia.

     Quando chegamos, montamos as tendas e fomos dar um mergulho. O pôr do sol encadeava o lago com a sua luz amarela escura que irradiava através das folhagens; os pássaros cantavam à medida que o vento mexia os ramos das árvores mais antigas. Ao fundo do lago nadavam peixes com cores irisadas que me afloravam os pés.

      Quando mergulhei tive a sensação de estar nas nuvens. De repente, encontrei uma peça valiosa que era um diamante no fundo do lago, entre os limos e os peixes. Achei muito estranho, mas trouxe-o comigo e guardei-o.

     Jantei e fomo-nos deitar, mas não conseguia dormir: o pensamento do diamante não me deixava; de repente, vi, dentro da tenda, uma luz branca e brilhante que me dizia:

     – Mafalda, vem até aqui.

    Eu achei muito estranho, mas o apelo era tão suave que não senti medo algum e levantei-me. Quando saí da tenda, não estava ninguém, mas, de repente, olho para trás, e, junto à cascata, descubro um unicórnio!

Mafalda A, 6B

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O Dragão que foi à Universidade

A Funny Thing Happened...

Poe Tatum via Compfight

      Era uma vez um dragão muito amigável, que se chamava Charlie. Todos os dias, o dragão Charlie queria aprender, mas a sua Mãe só dizia:

     – Não, Charlie, todos os humanos pensam que somos monstros maléficos e perigosos e também dizem com desprezo: “Porque queres aprender?”

     Passado algum tempo, quando o Charlie tinha 18 anos, foi passear, até que descobriu um grupo de crianças que fugiu quando o viu, exceto duas crianças. Elas chamavam-se Ema e Loki. O Charlie ficou triste, quando as crianças desapareceram. Até que ouviu uma voz:

     – Olá, eu chamo-me Ema e este é o Loki!

     – Vocês não têm medo de mim?

     – Pelo contrário, pareces fantástico! – apreciou o Loki.

     – A sério? – Espantou-se o Charlie com um sorriso nos dentes.

     – Sim!

     – Tenho uma pergunta: sabes ler?  – quis saber  o Loki.

     – Não…

     Então nós ensinamos-te! – exclamou a Ema.

     À medida que o Charlie ia aprendendo, só queria ir para a Universidade com os seus amigos. Quando chegou a hora de ir, ele disse à sua Mãe que ia para a Universidade. Ela não gostou, mas o Charlie insistiu.

     E foi assim que os Dragões se tornaram amigos das pessoas!

Maria S, 5C

Dragonologista

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Um Cão Diferente de Todos os Outros

On the Run!

Pat Gaines via Compfight

     Era uma vez um rapaz que se chamava Nody. Passava os dias a passear o seu cão, chamado Snoopy. Esse cão era diferente de todos os outros, ele era especial!

     Era branco, com pintas pretas, quase castanhas escuras. Ao luar, as suas pintas ficavam fluorescentes e belas.

     Todos os dias, Nody e Snoopy iam passear a um charco do parque ao pé da casa do Nody; divertiam-se muito com uma bola que o Nody trazia para brincarem.

     Uma vez, o Snoopy caiu no charco e ficou todo encharcado. Então, tiveram de ir a casa, para se secar. Chegaram, pegaram no secador e o Nody secou o Snoopy. Quando ficou tarde e escureceu, o Snoopy ficou todo fluorescente, mas neste dia, ele também se transformou numa raposa.

      Como a raposa Snoopy queria viver livre na floresta, porque já não era um animal doméstico, então, Nody levou a raposa Snoopy para a floresta, para ficar livre, mas Nody, triste, chorou.

   E há quem diga que quando Nody chora, a raposa transforma-se em cão.

Madalena M 5C

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Como Enfrentar os Medos?

     SurrealityCreative Commons License

Poster Boy via Compfight

    Era uma  vez um homem que tinha um nariz muito grande e um sinal muito feio, como se fosse um R. O que é muito engraçado é que o nome era Ricardo.

     Um dia, Ricardo foi à praia e todos gozaram com ele. Então Ricardo decidiu ficar na cama a olhar o poster do Justin Bieber: ele adorava-o, tinha todos os CD e até cantava no chuveiro o “Love Your Self”.

     Então, como dizia a canção, enfrentou os seus medos e foi à praia. Nem sequer quis saber. Pensou:

     – Eu vou voltar e vou conseguir.

      Mas os comentários foram tão fortes que diz a lenda: até ao dia de hoje o senhor nunca mais saiu da cama.

     Exercício Criativo de “Eu Quero Ser Escritor” –  breve narrativa escrita em cinco minutos, relacionando as palavras atribuídas aos desenhos inventados para as iniciais do nome: SARA – SCama; APoster; R“R” em nariz de homem; APraia.

Sara M, 6C

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Revolta na Chocolândia

Longing for a kiss

Domenica Prinzivalli via Compfight

     Um dia, num país chamado Chocolândia, havia um homem chamado Hitler, que era dono de uma loja de chocolate caramelizado. O negócio era um sucesso, mas ninguém imaginava que atrás do balcão havia uma cave secreta e que os trabalhadores eram tratados como escravos.

     Passou muito tempo: segundos, minutos, horas, dias, meses e anos.

      Um dia, os trabalhadores revoltaram-se e, enquanto ele inspeccionava a panela gigante cheia de chocolate caramelizado a ferver, empurraram-no  lá para dentro.

     O Hitler, depois de ser empurrado para dentro da panela, virou o homem de chocolate caramelizado. Os trabalhadores ficaram livres.

      Passaram 10 anos e os trabalhadores voltaram lá para acabar o seu serviço, que era destruir o seu corpo congelado em chocolate caramelizado. Todos eles levaram martelos e destruíram-no.

     E viveram felizes para sempre.

Bernardo M, 7A

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O Nosso Marinheiro

adamastor

Mathieu Bertrand Struck via Compfight   

     Era uma vez um menino chamado Robinson Crusoé: era pequeno, elegante e só queria uma coisa: ser marinheiro!

     Quando cresceu, foi à praia dos pescadores e lá encontrou o seu amigo Alberto que tinha uma irmã toda amarela, parecia dos Simpsons. Ela chamava-se Luísa, era do 6 A, mais conhecida por “Pizza” ou “Febre Amarela”.

      Nesse mesmo dia, Robinson Crusoé partiu para a sua aventura, a 4 de Março de 2016.

     Passados uns anos, Robinson foi para a América: lá fez a maior troca do mundo.

     Ao vir para cá, Robinson foi engolido pelo Adamastor e os seus companheiros voaram sem ele conseguir ver. Ele ficou atrás de um cavalo que estava embarcado, por isso, não foi levado.

      Quando acabou a fúria do Adamastor, no barco só estavam ele e o cavalo.

     Quando chegaram a Portugal, o cavalo e ele eram os melhores amigos.

Afonso Costa, 6A

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Uma Viagem no Tempo

     Magic Cube

Dominik “Dome” via Compfight

     Num dia normal como este, eu tinha visto uma coisa a brilhar no sótão. Fui ver o que era: estava lá um baú com pequenas fendas e abri-o:  vi um cubo mágico a flutuar e a brilhar.

     Mas esse cubo tinha mais faces que o normal e mais quadradinhos pequenos. Peguei nele e estava completo. Mas assim que o girei, ele teletransportou-me para o Futuro.

     Quando me teletransportou, eu fui para um parque que flutuava. Nesse parque, havia muitas árvores: elas mexiam-se e passavam umas pelas outras sem chocar. O chão era de relva espessa; podia haver tocas de animais por baixo, mas se eles escavassem muito, podiam cair no vazio.

     Ouvia-se um som estranho, parecia de pássaros, mas que não voavam, tinham antes uma prancha voadora e aterravam nos ramos.

     Fui procurar uma saída e foi quando me apareceu uma nave do tempo e voltei para casa. O cubo estava na minha mão; então dei-lhe uma volta completa e ia regressando para o passado. Decidi guardá-lo no meu quarto, para fazer viagens.

      Mas na verdade foi um sonho, porque eu acordei de repente, fui ao sótão e não havia nada. Como é que eu teria encontrado um cubo mágico num baú do meu sótão?

Duarte S, 5C

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O Voo de Josefina

Jumping

Be-Younger.com via Compfight

        Era uma vez uma menina chamada Josefina Maluca, que achava que tinha poderes.

     Um dia, ela pôs-se em cima do candeeiro da sala e saltou, para tentar voar: caiu na banheira e fingiu que estava a tomar banho; depois, ia escorregando pelo ralo da banheira, mas fingiu que não acontecia nada e foi jantar.

     No dia seguinte, fingiu que estava a apanhar roupa à janela e foi tentar voar. A sua ideia era cair na casa do vizinho, mas caiu na piscina. A mãe ralhou-lhe:

     – Tu estás bêbeda ou quê? Vai já para a banheira!

     Ela voltou para a banheira e foi quando teve a excelente ideia de voar da sua palmeira para o seu quarto. Tentou até que conseguiu. Achava ela, mas na verdade, ela só tinha dado um pulo, não tinha voado.

     Deu este pulo e, toda contente, foi tentar voar da varanda, mas caiu no jardim de rabo no chão. Foi aí que se lembrou:

   – Para voar preciso de umas asas. Como não tenho asas, não consigo voar.

     Então, foi buscar umas asas de plástico e tentou outra vez da varanda. Caiu em cima do “Bola de Ténis”, que era o seu cão.

     Finalmente, desistiu e foi comprar um trampolim. Pediu à Mãe, comprou um trampolim gigante e tentou saltar lá; pôs o trampolim na varanda e conseguiu voar um pouco. Aí foi dizer aos seus pais que conseguia voar. Os pais riram-se. Ela agarrou neles e levou-os para o pé do trampolim. Os pais viram e disseram:

     – Ó filha, isso não é voar, é só um salto. Os humanos como tu não voam; só as pessoas é que não voam, os animais sim, voam.

     Então ela pensou:

     – Bem, se só os animais voam, vou ser como uma pessoa normal.

     Ainda teve a ideia de ser maluca, mas passados uns instantes passou-lhe e foi feliz. Devolveram o trampolim à loja e foram felizes até o seu irmão Bob vir do Campo de Férias e cair ao chão a rir com as histórias que ela lhe contou de tentar voar.

     Felizes para sempre, em Família unida e junta.

Carolina N, 7D

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Um Carnaval Mágico

Inside an ancient yew tree...

Chris Hawes via Compfight

     Num dia de Carnaval normal, tudo estava calmo, até que um grande cometa azul apareceu suspenso no ar. De repente, toda a escola ficou iluminada com a sua luz e toda a gente ficou o que era, ou seja, eles transformaram-se no que estavam vestidos.

      Eu transformei-me numa marinheira; os meus amigos Duarte, Teresa R, Teresa B, foram transformados em Punks; quanto ao Pedro M, António, André e o Lourenço, ficaram DJ profissionais; a Marta, o Guilherme, o Henrique e o Alexandre tornaram -se estudantes honorários.

     Então, nós espalhamo-nos pelo recreio: o campo de futebol tinha sido transformado num farol e todas as marinheiras foram para lá, mas os DJ e os Punk foram para o campo de ténis que foi transformado em discoteca. E os estudantes ficaram na sala de aula!

     E, finalmente, começou a caça das serpentinas de ouro. Todos nós fomos atrás , só os estudantes ficaram na sala de aula. As serpentinas tinham -se transformado em ouro. Mas aconteceu o inacreditável: quando nós estávamos distraídos, os alunos, como eram espertos, roubaram as serpentinas!

     De repente, o cometa desapareceu e tudo voltou ao normal, mas parece que nós também nos tínhamos esquecido desta aventura fantástica!

Maria S, 5C 

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A Casa da Senhora Carlota

7/52 Window

Rachel.Adams via Compfight

     Sejam muito bem vindos à minha história de pasmar! Hoje, a história que vos vou contar é incrível de acreditar! Tinha chegado mais um ano: o ano 2739; estreávamos o meu ano preferido, pois era o último antes de irmos para o ano 2740, em que eu também faria dez décadas.

     Agora vamos ao que interessa: A Srª Carlota era uma senhora de idade: tinha 99 anos; aparentava ser mais nova, mas não era.

     Ela tinha uma casa assustadora, mas fixe. Na sala estendia-se a carpete de um tigre morto pelo seu pai; sobre um poleiro, vigiava uma coruja embalsamada; na parede do fundo, destacava-se um quadro da Srª Marie Curie – esta era muito importante, pois era a presidente do país; do teto pendia um candeeiro a velas; viam-se ratos a trepara as paredes e sobre a mesa, uma bola de cristal!      Mesmo por trás do sofá da Srª Carlota, encontrava-se uma porta muito misteriosa que ia dar ao seu quarto: era muito à frente, com uma cama divinal com massagens, uma máquina que é só programar a comida e ela dá-nos o que queremos e muito mais do que possas imaginar.

Margarida C, 6C

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Minha Maravilhosa Casa de Sonho II

       State of Valentine

CEBImagery via Compfight

      No segundo andar, havia ainda um salão de baile para onde eu podia convidar a cidade inteira!

      O meu quarto é o meu quarto! Ia ser simples, as cores alegres é que o faziam especial. Ia ter uma cama de casal, uma casa de banho e duas secretárias: uma para me maquilhar e outra para trabalhar; com uma vista para a praia.

     Também ia ter quarto para as visitas e outro para as crianças e alguns para os empregados, mas ao gosto deles, para se sentirem em casa.

     Havia uma gruta atrás do armário onde tinha conversas secretas. Ia ter uma sala para dançar livremente e esquecer dos assuntos maus. Ia ser um sítio só meu, onde pudesse descontrair e saborear esse momento, uma dos melhores da vida.

     Mais longe, mas não na minha casa, ia ter uma quinta, porque adoro animais e plantas.

     Assim ia ser a minha casa, onde eu pudesse viver com a minha família fantástica e pudesse conviver com eles.

Carlota C, 6C

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O Peru de Natal

     Roasted Turkey Shannan Denison's New Year Turkey Dinner January 02, 2012 1

Creative Commons License Steven Depolo via Compfight

    Era uma bela manhã de Natal e o Batatóide foi comprar o peru de Natal, mas correu-lhe mal; só tinha roupa de verão: t-shirts, calções, etc. Então, telefonou ao seu primo Osy que tinha muitos casacos, mas ele já só tinha t-shirts e os casacos transformaram-se em calções.

     Afinal era uma bruxinha que tinha enfeitiçado a aldeia. Para quebrar o feitiço, ela disse:

     – Alguém tem de sair à rua vestido como se estivesse de verão! 

    O primo Osy vestiu-se de verão e foi à rua. A bruxa devolveu os casacos e pediu-lhes roupas de verão e eles deram-lhe. 

     Então a bruxa lançou o feitiço de ficar verão. o Batatóide foi ter com a bruxa e disse-lhe  para pôr o tempo de inverno, pois ele precisava de comprar o peru de Natal. Ela concordou com todo o prazer.

     Então ele foi-se vestir e foi comprar o peru para a noite de Natal e a Aldeia viveu para sempre muito feliz.

Manuel D, 6A

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Minha Maravilhosa Casa de Sonho

     Home Sweet Home

elbyincali via Compfight

     Quando eu for mais velha, espero ter um emprego bom em que o ordenado seja alto.

     A minha casa ia ser ao pé da praia, de onde se saía e estava-se em cima da areia. Atrás da casa ia ter um jardim enorme, com uma piscina gigante, com um bar e uma cascata no meio. Havia um baloiço cor de laranja, um escorrega pelo jardim gigante e outro escorrega, só que com água.

     Tinha uma garagem cheia de carros caros, que eu ia guiar um em cada dia do mês.

     Lá em baixo, também havia uma sala com imensos jogos: matraquilhos, ping-pong, vídeo-jogos em 3D ou sem, snooker, bowlling, karts, etc. Ao lado dessa sala, havia um ringue de patinagem.

     No andar de baixo, também havia uma sala de cinema, um ginásio com todas as máquinas que podes imaginar, uma sala de massagens (esperem, isto é só o rés-do-chão).

     No segundo andar havia uma sala com uma mesa duma ponta à outra da sala, parecendo que estava a preencher a sala toda, mas não se enganem, pois ainda havia móveis e objetos caríssimos de decoração.

     Existia uma cozinha pequenina, mas com imensa comida, um frigorífico eletrónico onde se dizia a comida que se queria e o frigorífico cozinhava-a.

(Cont.)

Carlota C, 6C

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Sabichona e sua Amiga

Alice in Wonderland Caterpillar concept art by Mary Blair

Tom Simpson via Compfight

     Era uma vez uma lagarta chamada Sabichona; toda a gente gozava com ela por gostar de estudar.

     Uma vez, ela foi para uma casa na árvore: subiu e subiu, até que lá chegou. Quando entrou, já lá estavam três caracóis a fazer uma corrida. Então decidiu ir embora.

     Foi para uma biblioteca estudar. Quando lá chegou, subiu para uma parteleira, encontrou um livro sobre animais. Pegou no livro e levou-o para uma mesa, começou a ler e começou a perceber muito mais sobre a sua espécie animal.

     Depois de ver bem o livro, foi pedir à caracoleta bibliotecária se podia comer na biblioteca; a caracoleta disse que sim, mas que tentasse não sujar. A Sabichona tirou do bolso uma tabulete de chocolate e comeu-o, mas depois caiu chocolate no livro e sujou-o.

     Uma lagarta que estava no livro, de repente saiu do livro e estava ao seu lado. A lagarta disse:

      – Olá, eu chamo-me Ariel. E tu?

     A lagarta Sabichona, um bocado confusa, disse:  

     – Mas tu não és uma imagem de um livro?

     E a Ariel respondeu:

     – Não sei, mas como te chamas?

     A Sabichona respondeu:

    – Chamo-me Sabichona.

     E a Ariel perguntou:

    – Podemos ser amigas?

     E a Sabichona disse que sim. Logo de seguida, a Ariel perguntou:

    – Queres estudar? Eu adoro estudar!

     Com um ar contente, a Sabichona respondeu:

    – Eu também adoro! Finalmente, alguém com quem posso estudar!

     As duas, contentes, foram estudar. Leram vários livros e, no final, foram brincar lá para fora. Passaram momentos muitos bons, mas houve um dia em que Ariel disse:

     – Desculpa, mas tenho que voltar para o livro.

     A Sabichona, com um ar triste, disse:

    – Ok, tudo bem, mas eu vou contigo.

     Então, as duas foram buscar o livro e saltaram para dentro dele. Assim ficaram as duas a viver lá.

Madalena M, 5C

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Sonho ou Realidade?

   Aurora / Aurore boréale - Saguenay

Laurent Silvani via Compfight

     Eram oo h e oo m e eu tinha de ir para a cama. Assim que adormeci fiquei ferrada a dormir, mas acordei na Nova Zelândia. Esquisito: será que é realidade ou um sonho? Não sei.

     Agora vou-vos contar uma história de pasmar.

    Assim que acordei na Nova Zelândia, pensei: “- Isto é um sonho.” Assim que acabei de pensar isto, andei, gritei, mas nada…

     Eu estava no deserto, rodeada de catos espinhosos, à minha frente um imenso areal seco e a escaldar estendia.se prolongadamente até ao limite máximo.

     Até que apareceu um lagarto – chamava-se Óscar – eu pisei-o sem querer e ele gemeu. O lagarto, que era verde e sujo, atirou-me ao chão com a sua enorme língua. Até que apareceu uma mulher a beber água das pedras e com ela, o país inteiro surgiu de debaixo da terra.

     Assim, comecei a andar e as pessoas a saírem das lojas e a cumprimentarem-me como se eu fosse a rainha deles.

(Cont)

Margarida C, 6C 

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Uma Tragédia Surgiu

Flying the California Desert with Fire Chief

Russ Seidel via Compfight

     O meu professor de Surf, com aqueles carros ingleses de Surf ia ter uma reunião com a minha mãe. Eu estava a jogar na rua quando ele passou, mas o carro não tinha travões; sem querer, chutei a bola com muita força e o carro começou a andar instantaneamente.

     Fui a andar de skate para ver se eu encontrava o carro, mas não. Percebi que tinha o meu I-Pad na mão e, de repente, eu tropecei e caí ao chão, pois o skate tinha batido numa pedra e o meu I-Pad partiu-se em pequenos fragmentos, como se fosse uma peça de vidro.

    Então, fui a casa, e disse à minha mãe o que tinha acontecido. A minha mãe disse que tinha de procurar melhor. Mas nada surgiu. Voltei a casa e disse ao meu professor de Surf que não encontrava o seu carro. Ele aceitou as minhas desculpas e ficou tudo bem.

    Isto foi um sonho, UF!

Vasco L, 6C

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A Viagem no Tapete Mágico

magic carpet

Rod McLatchy via Compfight

      Era uma vez uma menina chamada Constança, que era filha de um rei muito rico e vivia em Nova Iorque. Tinha um melhor amigo: era o seu leão, que se chamava Simba e era o único amigo dela.

     O pai já andava a pensar para ela se casar com um rapaz que era mau, muito mau. Ele tratava mal as pessoas e só ia casar com ela porque era rica. A princesa já sabia e não queria casar com ele.

     Um dia, um menino, o Rodrigo, que era pobre, mascarou-se de rico, porque ele amava a princesa; ele também tinha um melhor amigo: um macaco que roubava comida das bancas, no mercado, para ele e o Rodrigo comerem.

     Então, nessa mesma noite, foi ao palácio dar-se a conhecer a princesa. Ele convenceu o rei que era um príncipe e iniciou-se o casamento.

     Passados alguns anos de eles estarem casados, o Rodrigo disse à princesa que era mágico, que tinha um tapete mágico, e ela perguntou:

     – Podemos ir dar um passeio?

     – Sim, claro.

    Eles foram; foi um dia mágico para ela e acabaram o passeio a cantar os dois: “Juntos para Sempre”.

Carolina S-C, 6B

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Pégasos de Coração

   Surreal 2

Creative Commons License Five Furlongs via Compfight

      Há alguns anos atrás , um cavalo voador da família real, ouviu falar num lugar onde os cavalos eram livres; então, quis ir para lá, despediu-se da sua família e pôs-se a caminho.

     No caminho, os cavaleiros negros apanharam-no levando-o para o seu estábulo.

      Ficou lá durante uns meses, até que a princesa da Família Real percebeu que ele tinha fugido: então, perguntou ao seu irmão Rufus. A princesa conseguia falar com os animais, pois era o poder do seu amuleto; além deste eram muitos mais. A princesa e Rufus foram à procura dele, vendo por um GPS na sua coleira. Por fim, encontraram-no no estábulo; entraram em silêncio e lá estava ele.

    A partir deste momento da história  dispomos do Diário da própria Princesa: 

     Quando estávamos a soltá-lo, um cavaleiro negro chegou e perguntou com uma voz grossa e assustadora:

    – O que estão a qui a fazer?

   Eu só agarrei no Rufus e no Pégaso, montei-me no Rufus  e começamos a voar. O cavaleiro lançou uma corda, apanhando o pescoço do Pégaso. Continuei a voar e pousei para pensar o que iria fazer; até que disse ao Rufus:

    – O que é que vamos fazer? Ele tem uma espada e nós só temos um guarda-chuva. Assustada voltei-me e o cavaleiro ainda estava a voar com o Pégaso preso com uma trela; então, disse para o Rufus acelerar como nunca o tinha feito. Aproximamo-nos,  eu peguei no guarda-chuva e abri o cadeado da trela do Pégaso:

    – Pégaso, voa rápido – disse eu com uma voz alta.

     No entanto,  o Pégaso ainda queria ir para o tal sítio onde os cavalos eram livres. Então fomos a caminho deste. Chegamos e era fabuloso, parecia o paraíso: havia um arco-íris gigante, uma cascata maravilhosa. O Pégaso perguntou ao seu irmão:

     – Rufus, não queres ficar aqui comigo, neste paraíso?

     Ele negou, pois gostava de trabalhar com a Família Real, ao contrário do seu irmão que queria ser livre. Então, ele disse:

    – Somos diferentes, mas eu adoro-te, pois és o melhor irmão do mundo.

     Esta foi uma história do meu Diário.

Mariana S, 6C

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As Corujas Douradas

     Coruja

Louise Kenes via Compfight

     Uma vez, eu e a minha mãe, estávamos a passar por uma floresta e vimos três corujas douradas. Quando olhamos, vimos elas a passar por nós: deixaram cair um ovo dourado! Então tive de cuidar dele.

     Dez anos depois, já estava muito crescido, por isso abri a gaiola e a janela e deixei-o ir. Antes de sair, deixou-me um bebé e eu tive de cuidar dele.

     Um mês depois, levei-o para a escola e todos quiseram dar festinhas à coruja. Desde aí, comecei a ser a pessoa mais sortuda do mundo.

     Agora, passeio com a minha coruja dourada empoleirada no meu ombro e faz-me cócegas no pescoço.

André S, 6B

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A Estranha Febre

     Homer

Tracy Lee Carroll via Compfight

     Era uma vez uma cidade muito alegre. Um dia, apareceu uma doença que era a febre amarela; a partir desse dia, as pessoas começaram a ficar amarelas.

      Passado algum tempo, os cientistas descobriram que não havia cura. Eles habituaram-se a viver amarelos e a família mais engraçada era a do Bart Simpson.

     Ele vivia numa cidade desconhecida pelo homem: só viviam lá anões muito resmungões e divertidos, como o Bart e o seu pai, o Homer Simpson.

     Os dois só faziam travessuras, e a mãe do Bart dizia:

      – Não têm remédio, são assim mesmo.

     -Vamos lá, vamos mandar mais ovos às casas! – desafiava o Bart.

     – Boa ideia! – concordava o pai.

     Passado pouco tempo, eles foram presos.

Afonso C, 6A

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O Dia em que os Dentes Caíram

 minions_1_miniImagem: Orlee Pasion/Creative Commons

      Era uma vez uma ilha tropical, onde a água era tão transparente e límpida!

     Os habitantes eram os Minions e o Super Mário e o Luigi.

     De repente, quando o minion vigia deixou cair um queque no vulcão, começaram todos a fugir. Mas, como o vulcão gostava tanto deles, mandou-os para o fundo de uma ravina cheia de chocolate.

     Então, o Mário disse:

     – Já sei! Que tal nós comermos este chocolate “fantabulástico”!

     – Sim, que bela ideia!

      E os habitantes começaram a comer aquele doce irresistível.

     Mas, no fim, os Minions, o Super Mário e o Luigi jogaram todos consola e brincaram sem parar. Até que:

     – Au! O meu dente! – queixaram-se todos os habitantes.

Maria S, 5C

(Colaboração de Duarte S)

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O Porquinho-da-Índia

   Not sure about this look, Mal, 9 Dec 12

Castaway in Scotland via Compfight

      Era uma vez um porquinho que era muito importante para o Rei da Índia, o Grande e Poderoso.

     Costumava estar ao pé do Rei, em cima de uma almofada grande e peluda. À noite é que dormia numa gaiolinha dourada, no salão real. Só quando o Rei saía é que o Porquinho tinha de ficar na gaiola. 

     Uma noite, houve uma trovoada e o porquinho desapareceu da gaiola. O rei começou a ouvir guinchos do Porquinho:

     – Hi,Hi,Hi!

      E o Rei perguntou, aflito:

   – Onde estás, onde estás, meu Porquinho?

    Quando o Rei chegou ao salão já o porco tinha desaparecido.

    Então, foi à procura dele e dizia em voz alta:

  – Porquinho, és tu? Aparece, apareeeeeeeece! –  Enquanto isso, chorava. – Porquê? Porque me aconteceu isto? Porquê? Eu não sou mau com ele!

   De repente, viu uma luz muito brilhante: era a sua Fada Madrinha, que lhe disse:

   – Não chores meu amigo, ele é teu e só teu. Ele vai aparecer.  

   – E tu podes ajudar-me, Fada?

   – Sim!

   – Como?

   – Ele está ali.

   – Obrigada, Fada!

(Continua)

Carolina S-C 5B

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Quando Eu For Famosa

Metallica at Rock Werchter 2009 ♫♪

Creative Commons LicenseChristian Holmér via Compfight

     É muito difícil adivinhar o futuro, mas espero acertar no que vou dizer: o que eu quero ser quando for grande, é famosa!

   Quando eu for famosa, vou ser muito boa quando tiver motivos, mas também vou saber ser negociadora e má quando me aborrecerem.

    Sei que ser famosa é uma grande responsabilidade: revistas, fotógrafos, entrevistas, perguntas… Temos de ter muito cuidado com o que dizemos, porque se dizemos alguma coisa fora do contexto e sair logo publicado num jornal, é um bocado embaraçoso; depois temos de ir explicar tudo outra vez.

    Estou ansiosa por dar concertos, autógrafos e estar em contacto com os fãs…aquela multidão a gritar o meu nome! Ah, que sonho… Era ótimo se fosse assim, era a vida dos meus sonhos!

    – Olá Matilde fora do planeta Terra, está na hora de acordar!

Matilde S 6B

Olha o Paparazi!

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O Dia Perfeito

初音ミク、スク水 Beryl_snw via Compfight

     Certo dia, cheguei à Escola e conheci a minha Turma; estava um ambiente muito puro e transmitia-me insegurança por não conhecer ninguém.

     Olhei à minha volta dentro da sala;  a professora chamou pelo meu nome e eu levantei-me; entretanto observei um rapaz que me pareceu simpático, que está sempre a olhar para mim.

     O que será que está a acontecer?

     Começo a sentir-me estranha, a sentir o meu coração a ficar cada vez mais sentimental e a palpitar cada vez mais.

     Será? Meu Deus, estou apaixonada!

     Ele começou a ficar corado e muito irrequieto. Ele é moreno, do meu tamanho, tem  olhos azuis esverdeados como o mar salgadinho…

    De seguida, não ouvi nada do que a professora me disse. O que vou fazer, não posso adiá-lo: vou saber o nome dele e tudo o que ele faz…

Rafaela C, 7A

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Uma Viagem Estranha

TargetBRANNTIC opDayCreative Commons License jeici1 via Compfight

     Era uma vez uma menina chamada Hevaline, que estava numa viagem estranha. Uma viagem tão estranha que parecia ser diferente. Uma viagem ao espaço! Onde tudo era deserto. Lá ao fundo havia uma bola gigante com buracos.

     – Mas o que é aquilo?  – Pensava Hevaline.

     Foi-se aproximando, aproximando… e, de repente foi apanhada de surpresa por uma luz amarela tão forte e infinita que não acabava. Era de dia, a tal bola com buracos era a Lua, mas agora era o Sol! Ela imaginava o dia lindo que devia estar lá em baixo, mas atingida pela luz, tinha os olhos tão semicerrados que acabaram por se fechar.

     Hevaline tentava abrir os olhos, mas tão perto da luz, não conseguia. Então pensou que, se se afastasse, talvez conseguisse ver melhor. Então afastou-se, mas, de repente, veio uma brisa que parecia aborrecida que levou Hevaline para muito longe… tão longe que a luz que antes conseguia ver desapareceu. 

    Ficou tão triste que veio embora e nunca mais lá voltou. Ficou triste, tão triste que se deprimiu e acabou por morrer.

Rafaela C, 7A

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