Ana Pessoa Visita a sua Escola

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Imagem de: APCAD

     No passado dia 26 de Novembro, tivemos a honra e a alegria ímpares de acolher entre nós a jovem escritora e ex-aluna do CAD, Ana Pessoa.

     Como embaixadora da União Europeia, Instituição onde trabalha como tradutora, apresentou, aos alunos do 11º ano, um panorama geral sobre a história e as instituições da União Europeia, bem como o amplo leque de possibilidades abertas aos jovens no âmbito dos estudos, vida profissional e actividades de voluntariado. Os valores inspiradores do projeto de Schuman foram ainda evocados na sua força configuradora de uma Europa leal aos pressupostos da  Democracia.

    Depois de uma pausa, seguiu-se a sua desarmada exposição  a uma chuva de perguntas dos alunos do 7º ano,  que revelou os contornos do seu percurso no mundo da  criação literária, as suas experiências no campo profissional e ainda preferências, sensibilidades, pormenores do viver, todos intimamente irmanados com o processo das suas criações.

    Os Sétimos, no seu acolhimento caloroso e vivo, rodearam, por fim, a jovem autora, com os seus cadernos diários de Português, a fim de coroar o laborioso trabalho de pesquisa com a jóia do autógrafo.

    Ana, uma Pessoa genuína, que tece o seu caminho próprio com a leveza de um humor singular e uma tranquila confiança nos poderes da linguagem:Nós somos as palavras que dizemos e pensamos“; um promissor trabalho criativo que nos vai continuar a cativar.

Oficina de Escrita do CAD

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AS Sereias Existem?

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     As Sereias existem?

    Não perca, amanhã, 16 de Dezembro, às 12h, a sessão de Discussão Científica no CAD, na sala de Nossa Senhora, com o ilustre grupo do 6ºC a animar o debate.

     Um enigma milenar que tem desestabilizado reinos e desafiado heróis, vai ser finalmente esclarecido!

     O que diria Ulisses, que atravessou o mar das Sereias com risco de perder-se para sempre? Se não fosse a astúcia de Circe, recomendando-lhe que se amarrasse ao mastro, enquanto os seus marinheiros remavam com os ouvidos tapados..

     .O que diriam os Argonautas que, só graças à música do divino Orfeu, puderam escapar ao canto irresistível das sereias?

     Venha descobrir amanhã o segredo mais bem guardado na profundeza dos mares!

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Cátia e Mafalda no encontro com José Fanha

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 Imagens de 3 Alpes e Chronicle

Cátia:

     – O escritor aconselhou-nos a ler A Gaivota que ensinou o gato a voar. Ele foi simpático e muito divertido. Também foi divertido ao ler os seus poemas.

     Gostei de o ouvir falar em Gandhi e em Mandela.

Mafalda

    Os maiores heróis eram Gandhi e Mandela, porque faziam tudo para proteger as pessoas.

Cátia:  

     Ele falou no poder do escritor: o poder de criar e decidir. Às vezes eu pensava que o mundo era em forma de quadrado. Mas eu não tinha uma caneta mágica.

Mafalda:

     – Percebi que a escrita não é uma obrigação, é uma coisa pura.

Cátia:

     – Gostei quando falou no Alex.com. Que na vida real só temos uma vida e nos jogos temos muitas. É giro pensar se tivéssemos uma vida nos jogos, só uma, e muitas na vida real.

Mafalda:

     – O que eu ouvi inspirou-me para eu escrever um livro.

     Ele fez-me acreditar que a escrita não é só pensar em coisas que as pessoas gostem: é o que nos vem à imaginação. Por exemplo, na história da Galinha Verde, ele escreve o que sente, não está à espera que as pessoas gostem, mas sim que percebam a sua inspiração.

Cátia O e Mafalda B

 

 C

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Inês V P: sobre o Encontro com José Fanha

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Imagem: propriedade de Cadescrita

      O Escritor José Fanha tem a sua própria maneira de ser, a sua personalidade, consegue explicar as coisas à sua maneira, não diz frases feitas.

     Apreciei em especial quando disse:

     ” – Por causa dos livros, conheço muito bem as ruas, as praças e até as livrarias de Buenos Aires, sem nunca lá ter ido!”

     Fez-me pensar quando o meu Pai diz:

     “- Se você vai ler, vai ter cultura”.  

   É uma verdade, pois ouvi uma pessoa a dizer isso, e já com experiência.

Inês V P

 

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Ana Clara: sobre a Visita de José Fanha

     

     Gostei do bigode espesso e redondo, quase a tapar a boca. Da forma divertida de contar. De ter falado em Gandhi e Mandela; da forma como vê não só a Europa, como o resto do mundo. Admira as pessoas que lutaram,não com a espada nem com a força, pela felicidade das pessoas que viviam nos seus países.

     O escritor é como o rei e o presidente de cada mundo que cria. Ele é que decide quem é que vai estar lá, como são as pessoas e que instintos vão ter.

     Admiro-o muito, pois tem maneira de conseguir fazer um pouco de tudo, recorrendo à felicidade que vive: teatro, pintura, escrita, maneiras de brincar também com as crianças – como, por exemplo, o rap que nos fez – e explicar o que cada palavra quer dizer.

Ana Clara

 

    

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Visita do Escritor José Fanha ao Cad

     No próximo dia 11 de Março, quarta feira, durante a manhã, o escritor José Fanha tem encontro marcado com as turmas de 5ºano. 

  Para este momento irrepetível, alguns estudantes já se adiantaram a tomar contacto com algumas obras do  Autor:  Cátia O, do 5B, leu “Diário de um Menino já Crescido”:

     – Trata da vida de um rapaz que explica como é  a noite, a escola, o avô que vai chegar… vários capítulos, várias histórias numa história só. Cada capítulo transmite uma emoção como a de que a vida passa a correr,  em “O futuro vai chegar”.

 

      A Mafalda está a ler “A Namorada Japonesa do meu Avô“:

     – O livro trata de um avô e um neto; o neto conta como é que a avó morreu e como o neto ensinou ao avô a mexer no computador até que este encontrou uma namorada Japonesa. Eu gostei muito da forma como o neto falava com a avó pela fotografia.

    O Pedro comentou as imagens de Alex:

– A capa tem uma mistura de todas as imagens. Estou a começar: trata-se de um grupo que vai para o mundo virtual, onde fazem uma aventura; aparece o amigo que os salvou da primeira vcz. Talvez seja um pouco complicado para alunos de 5º. A leitura das primeiras páginas mostra que a história vai ser interessante. Faz-me lembrar “Os Cinco” e a coleção “Mistério”. Gostaria de perguntar onde é que se inspirou para as aventuras do Alex.

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Apresentando a Karateca

http://www.planetatangerina.com/pt/livros/o-caderno-vermelho-da-rapariga-karateca

        Na sexta feira, 2 de Novembro, na Casa das Histórias, em Cascais,  teve lugar a apresentação do Livro da nossa inesquecível antiga Aluna Ana Pessoa, que se estreou com um Livro juvenil, conquistando o Prémio Branquinho da Fonseca.  

       “O Caderno Vermelho da Rapariga Karateca” é um livro dedicado aos adolescentes e que os adultos podem apreciar vivamente. Longe dos lugares comuns a que nos habituou a literatura para a adolescência, a Karateca surpreende-nos pela sensibilidade da sua ironia e pela penetração da sua ternura inteligente.

     Ao sabor das  peripécias quotidianas – aparentemente simples – nascem as reflexões de uma jovem, irradiando, com rara qualidade, a alegria de crescer, o humor invencível perante as vicissitudes da adolescência, um questionamento ardente da vida.

      É a força desta interrogação que constantemente liberta a estreiteza do instante num horizonte mais vasto, desvendando, na superfície do quotidiano, uma profundidade escondida. Mas a voz que trabalha estas aberturas permanece adolescente. Na sua formulação, ela torna, assim, acessíveis aos jovens leitores, os temas essencias da eterna demanda do homem, como Deus e o Amor Humano –  que surgem estreitamente entrelaçados nas fórmulas ousadas de um amoroso humor.

     A Ana foi nossa aluna, uma pessoa inesquecível, numa turma excecional, onde se partilharam momentos únicos. No 5ºano, a Ana escrevia uma coleção de várias aventuras com oito personagens que  ela relacionava em diálogos vivos sem perder o fio da meada; no 6º ano, a Ana aventurou-se num policial de longo fôlego, totalmente ilustrado por ela e que também fez as delícias da turma.

    Foi, pois, com uma alegria especial que no dia 2 de Novembro, pudemos saudar a beleza de ter nascido esta  primeira obra de Escritora: Parabéns, Ana!

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Ler, Escrever e Contar

  

     No dia 24 de Setembro, realizou-se, na Biblioteca Juvenil e Infantil de Cascais, uma Formação de Escrita Criativa, orientada pela formadora Cláudia Marques, com a participação das professoras de Português do CAD.

     O Encontro, intitulado “Ler, Escrever e Contar”, foi subordinado ao tema que unificou, ao longo do ano, todas as Atividades oferecidas pela Biblioteca, a saber, os Contos Tradicionais da Infância.

     As atividades de escrita combinaram, em sábia proporção, os constrangimentos de uma disciplina estrita com a espontaneidade da invenção; a música, em ampla variedade, veio abrir-nos a uma escuta diferente, mais afinada para captar os pensamentos que sussuram abaixo das opiniões barulhentas da superfície; a livre expressão corporal também contribuiu para invocar a beleza esquecida das palavras que andavam enrodilhadas nos bolsos do nosso afazer nervoso.

     As participantes fizeram, assim, a experiência gratificante de comunicar mais profundamente entre si, enriquecendo também a união do grupo de trabalho com  uma vivência original e estimulante.

     Agora, transmitimos aos nossos alunos alguns destes exercícios libertadores e já são eles a perguntar “Onde é que há mais?”

    Aqui fica o nosso agradecimento pela colaboração generosa da Biblioteca Juvenil de Cascais e pela excelente orientação da nossa Formadora, Cláudia Marques.

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