O Golfinho Feliz


PortraitCreative Commons License R’lyeh Imaging via Compfight

    Nas minhas férias tive muito contato com a água. Fui muitas vezes ao mar com a minha avó; ela é velhinha mas muito aventureira, ela vai até ao fundo do mar e leva-me como acompanhante. Tenho muitas histórias para contar, mas vou contar a que foi mais divertida.

     Estava eu e a minha avó no mar sem fim e azul escuro, quando aparece um golfinho a nadar, feliz e contente. Eu achei logo que era um tubarão, pois estávamos tão longe que não conseguíamos ver a praia, mas a minha avó logo me alertou e disse que era um golfinho, mas mesmo assim, eu morria de medo que ele ou ela me mordesse. 

Passado algum tempo, o golfinho começou a fazer truques para nós vermos e ele gostava tanto quando nós aplaudíamos. Esperamos até ele acabar com os truques: então eu fui para cima dele e começou a levar-me tão rápido quanto uma chita.De repente, ele foi para debaixo de água cada vez mais e mais fundo e eu soltei-me, porque senão ia morrer afogada.

     Quase sem ar, vim até à superfície e encontrei a minha avó; começamos a nadar até à costa, mas não reparamos que o golfinho vinha atrás de nós. Quando já tínhamos pé, olhamos para trás, a ver se encontrávamos a minha mãe e a minha irmã, mas o que encontramos foi um golfinho novamente a fazer truques. Ele ficou ali por uns tempos e foi-se embora, mas ninguém o viu, pois tínhamos pé, mas a água estava até ao meu pescoço e a praia ainda estava um pouco longe.

     Finalmente, chegamos à costa, onde estavam a minha irmã e a minha mãe a apanhar um bronze. E por fim contamos a toda a fabulosa história a elas!

Carolina Cr, 7B

Nadando com Golfinhos

Dolphin Days ShowCreative Commons License Chad Sparkes via Compfight

     Olá, o que eu vos vou contar foi uma coisa linda, um momento emocionante: nadar com golfinhos! Uma experiência que não dá para esquecer. Nadei com um golfinho no Zoomarine, era um golfinho lindo, maravilhoso, ai!

    Chamaram-me: que nervos! Fui-me vestir e só conseguia olhar para a água azul, o céu lindo, com o sol mais bonito que eu já vi. Quando saí encostei-me à parede branca que estava fria, mesmo muito fria; bem, o aperto na barriga, o nervoso miudinho davam cabo de mim, nem sabia se estava frio ou calor, mas pelo céu, devia estar um bom tempo para um mergulhito.

     Mandaram-me dizer aos meus pais que ia entrar na água. Quando olhei para a água com olhos de ve, parecia o mar, estava muito fria e era muito funda, mas consegui superar tudo: aí sim, descobri como os golfinhos eram grandes e o verdadeiro tamanho dos dentes!

    Bem, os dentes eram grandinhos, mas o olhar de ternura entre ambos foi tão forte que eu esqueci o Mundo: não havia ninguém, só eu e o “meu” lindo golfinho! Fiz coisas impensáveis: corri (nadei), dei-lhe imensas festas, o carinho entre nós, parecia que ele me ia dar beijinhos. Só de pensar que daí a pouco me ia embora, ia-me logo abaixo, mas parecia que o golfinho percebia e me ia ajudar.

   Só, só mesmo por causa do olhar de ternura e “amor”, fiquei feliz, e foi aproveitar! Sentia-me deslumbrada, maravilhada e, como na vida todos temos de ser felizes, fazer o que gostamos, eu aproveitei isto ao máximo: tenho um novo amigo e ainda por cima é um golfinho!

    No dia seguinte, via todo este dia como um sonho, ainda não tinha caído em mim, e nem quando a minha mãe me perguntou se eu tinha gostado da experiência, pensei que a mãe sabia do meu sonho. De repente percebi que era realidade!

Alexandra Simões, 6ºA – 2000

Inesquecível Aluna do CAD

“O Segredo do Rio” – Estar acima da Fome

Imagem: Departamento de Português

      O livro que eu vou apresentar é “O Segredo do Rio“. Este livro foi escrito pelo autor Miguel de Sousa Tavares, que é um jornalista e escritor português, nascido a 25 de Junho de 1950, filho de Sophia de Mello Breiyner e primo, em terceiro grau, de José Avilez.

      A ação decorre no campo, onde o menino e seus pais vivem numa casa muito pequena com um jardim e um ribeiro próximo. No verão, a água estava tão quente que o rapaz tomava banho lá.

      Uma certa tarde de sol, o menino estava no ribeiro e foi surpreendido pour uma enorme carpa. Entre os dois formou-se uma amizade. No inverno seguinte, após uma longa seca, o menino levantou-se de noite, com muita sede, e foi buscar um copo de água, quando ouviu os pais a conversarem sobre os efeitos da seca.

     Nessa mesma noite, o rapaz ouviu a mãe a contar ao pai que tinha visto uma enorme carpa que daria alimentação para mais de um mês. O rapaz ficou tão preocupado que foi avisar o peixe. Combinaram que o peixe fugiria do ribeiro em busca do grande rio e de um novo lar para viver.

     Passadas duas semanas, o menino, ainda triste por ouviu um chamar pelo seu nome e foi logo ver o que era: lá estava o peixe! E trazia com ele uma enorme rede cheia de latas de comida.

     O que mais gostei no livro foi quand o peixe trouxe muita comida para retribuir ao menino o ter-lhe salvo a vida. O que menos gostei foi quando o pai quis matar o peixe. Este livro fez-me refletir em como a amizade está acima da fome.

 

Carolina V, 7B (2015)

Conviver com Arte – e com Golfinhos

    Reflection Daniel Kulinski via CompfightRiccardo Palazzani 

     Sobre os meus projetos de Verão, desconfio que vou ao México esta próxima 6ª feira; tenho duas festas no dia 16; eu estou a descobrir pois ouvi os Pais a falar em passaportes e já sei que não vou poder ir às festa de 6ª. Não tenho a certeza, mas suspeito: os meus Pais andam estranhos; se eu lhes falo, a minha Mãe diz: “Chega desta conversa!” Eu e a mana andamos descalças à noite e ouvimo-los a murmurar….creio que eles nos querem fazer uma surpresa!

      Eu já lá fui nadar com os golfinhos, passei uma semana onde havia uma praia e uma piscina separadas apenas por arbustos. A minha irmã é que vai viajar para longe pela primeira vez, creio que é sobretudo por causa dela, pois eu, quando era pequenina, ia sempre a todos os lados com os meus Pais.

     Em relação à nossa época, acho que as pessoas são descuidadas, porque o ar é mais poluído na rua do que em minha casa. É importante as pessoas conhecerem-se e saberem de que é que as outras pessoas – que estão a poluir e a fazer o mal – são capazes. Era essencial que cada família conseguisse contribuir, pelo menos um bocadinho, para que não houvesse poluição nem outros males. Sermos todos amigos, como na “minha terra”: é a Terra dos meus Peluches.

     É mais fácil os rapazes conviverem: dão um pontapé para resolver uma questão e ficam bem; já as raparigas arrastam as zangas durante muito tempo. As pessoas podem tornar-se irritantes quando, se estamos a fazer uma coisa, outra quer mandar e, se não a seguimos, amua.

    O meu voto de Boas Férias para o verão de 2017: Desejo que toda a gente tenha férias tranquilas!

Federica V, 6B

O Dia em que Me Encontrei com o Passado – II

koh tachai

Creative Commons License Andrea via Compfight   

       Achei piada aos peixinhos que se aproximavam para observar as bolhas de água que se libertavam da minha máscara de oxigénio e que se afastavam, enquanto eu nadava para o interior do navio.

     Quanto mais me adentrava, mais me impressionava com o que eu encontrava: destroços da cozinha, o porão com a sua secção de mantimentos.

     Descobri um crânio no camarote do capitão, chamou-me à atenção um resto de mapa, muito gasto, sobre a mesa carcomida e avistei uma arca de tesouro numa velha divisão que parecia ter estado esplendidamente enfeitada: ao abri-la com todas as minhas expectativas, encontrei…

Um Caranguejo Arco-Íris!

Miguel F, 9B

O Dia em que Me encontrei com o Passado

El Oceanario, Isla de San Martín de Pajarales, Cartagena, Colômbia.

Elias Rovielo via Compfight

     Lá ia eu para mais um trabalho que parecia simplesmente mais um. Equipei-me, saltei e mergulhei para aquele paraíso a que chamo mar. Era uma beleza! As pedras do fundo estavam incrustadas de mexilhões coloridos e grutinhas de onde espreitavam pequenos polvos desconfiados.

      Nós íamos procurar uma nova espécie de caranguejo: “o caranguejo arco-íris”. Ele vive a uma grande profundidade, mas nada que eu ainda não tenha feito. Estava eu à procura do caranguejo, quando encontrei um mastro e pensei: “Onde será que está o navio?”

      Procurei, procurei e finalmente encontrei-o: parecia ser uma nau portuguesa, não só porque tinha proa dupla, mas também porque havia indícios de uma cruz na vela. O navio estava muito afectado pelo mar; via-se logo que tinha sido um naufrágio muito violento: o casco estava partido em vários sítios, por onde saíam e entravam pequenos cardumes dançando juntamente com alguns tubarões.

     Decidi entrar cuidadosamente, por causa dos tubarões…

(Continua)

Miguel F, 9B

Um Tubarão na Praia

     Shark!

duncan c via Compfight

      Era uma vez uma menina  e um menino que estavam a fazer um castelo. Ela chamava-se Matilde e ele Santiago; eles estavam a brincar, quando apareceu um rapaz que começou a cantar para a Matilde e o Santiago.

     O miúdo estava a cantar para eles e, de repente, no mar apareceu um tubarão que diz:

     – Eu quero esta ilha para mim, senão como-vos!

     Eles ficaram tão assustados que fugiram. Ele já tinha devorado o castelo delas e a Matilde começou  a chorar.

      A Matilde e o Santiago, quando foram embora, viram que afinal não era um mnstro a sério: era a Beatriz e a Joana vestidas num fato de tubarão! Logo de seguida, as crianças voltaram a aparecer!

Mariana C, 6A

A Praia mais Bonita do Mundo

     Baia dos Porcos

Creative Commons License guilherme jofili via Compfight

     Passadas as minhas férias em Pipa, eu e o meu tio decidimos ir para a ilha Fernando de Noronha, porque o meu tio fazia anos.

    No dia 1 de Setembro, foi quando eu parti de Natal para ir para a ilha maravilhosa; chegamos ao aeroporto, e, como estávamos com fome, comemos pão de queijo.          

     Passada uma hora, estava em Fernando de Noronha! No dia seguinte, fomos, eu e o meu tio, fazer um passeio pelas praias mais bonitas de sempre! A praia a que eu mais gostei de ir foi à “praia mais bonita do mundo”: Praia do Sancho“! E as coisas de que eu também mais gostei foram uma água transparente, de fazer snorkelling e de ver os animais: golfinhos a saltar lá ao fundo, tubarões…. logo de manhãzinha, vi peixes de várias cores, raias e tartarugas.

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Autor: Zé Henrique Moura

       No dia seguinte,  fui fazer um passeio de barco, apra conhecer melhor os animais debaixo de água e ver um pôr do Sol fantástico.

      No dia em que viemos embora, fiquei muito triste, mas teve que ser. Então, chegamos a Natal e fui para Pipa outra vez.

Lourenço C, 6B

O Mar e Eu

Blue Ringed Octopus

Tom Weilenmann via Compfight

     Eu gosto de fazer mergulho, porque gosto de conviver com os animais como se fossem os meus familiares.

     Quando a maré está baixa, eu consigo ver os búzios; encontro polvos, peixes e caranguejos.

2015-06-30_07-31-26 ZeFlower via Compfight

     Um animal de que eu gostei imenso foi a sapateira, que eu nunca tinha visto, com o meu irmão Tiago. Temos de levar um elástico para ela ficar imobilizada, e apertar-lhe as tenazes com um fio próprio. Agarra-se pelo ponto fraco da barriga.

大安海水浴場

William Chen1 via Compfight

    Eu calço barbatanas, luvas, visto um fato, uns pés por cima do fato, ponho uns óculos com cano de mergulho.

Francisco N, 5C