Nas ondas da Nazaré

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     Imagem: Praia do Norte

     A Amizade, essa força insuperável que transforma as nossas vidas, enrolou o seu laço fiel em torno dos seis destinos destes jovens inseparáveis: Lourenço, João, Manuel, Maria, Maria, Federica e Matilde. Aquelas férias da Páscoa seriam as mais aventurosas, entre altas ondas, na praia da Nazaré. (OE)

     A Francisca, a irmã mais pequenina da Federica, não podia ir, porque nesse sítio havia muitos ladrões e animais ferozes, (1- Francisca 3º ano) o famoso “Sítio da Nazaré”, onde se formam as ondas maiores do mundo! Era muito, muito, muito, perigoso: dizia-se que, uma vez, de repente, a Nazaré ficou inundada de água, pois uma onda gigante desabou sobre a própria cidade! (2 Tomás 3º ano).

      A Maria  era uma rapariga loira, alta, com olhos azuis, (3 –  Maria B, 6B) os seus cabelos ondulavam ao vento e refletiam o sol, como fios de ouro, quando o vento quase a fazia voar da prancha, nas altas ondas da Nazaré. Elegante, morena do sol, era uma jovem esfuziante de entusiasmo e parecia ter uma energia inesgotável.

      A Maria gostava muito de um rapaz chamado Manuel, que era moreno, baixo, com olhos verdes, cor das belas florestas verdejantes, e um belo rosto (3 – Maria B 6B) salpicado de sardas que lhe davam um ar maroto e atrevido. O seu amor era interminável, e embora ainda não o soubessem, iriam continuar juntos para o resto da sua  vida. (3 – Maria B 6B)

      O Lourenço era ruivo e tinha caracóis, era um pouco baixo, mas muito querido. Era uma pessoa com muita paciência para os outros; gostava muito de João, Maria, Maria e Federica. Eram muito amigos e adoravam aventuras, como descobrir tesouros ou perseguir ladrões.

     O Lourenço era o namorado fiel da Federica; o João era o namorado perfeito da Maria M, e o namorado inigualável da Maria B era o Manuel.

     Maria tinha ainda uma irmã mais nova, que era a Francisca. Como ela era mais pequena, não podia ir, pois tornava-se perigoso. Lourenço era um atleta de alto escalão, João praticava surf e era já um surfista de alta competição, Manuel jogava ténis e muito bem.

      Quando acabaram as aulas, decidiram ir acampar para o “Sítio da Nazaré” porque o João ia entrar num campeonato de Surf. (4 Federica).

     A Maria M era uma rapariga morena, muito bonita, que namorava o João. A Federica era a rapariga perfeita para o Lourenço, com a sua bela cabeleira muito volumosa, (5 Maria M) que fazia lembrar uma princesa do Oriente.

      Nessas férias, os seis amigos foram acampar para uma floresta, na véspera de o João ter a sua prova (5) face às temíveis vagas. Na floresta onde acampavam os seis amigos, brilhava um sol intenso, erguiam-se pinheiros altos, cheios de pinhas castanhas (1 Francisca, 3º ano), que por vezes, caíam, mesmo na cabeça dos rapazes, para grande gozo das meninas.

      À noite, junto da fogueira, estavam a comer marshmellows com chocolate, espetados em pauzinhos, enquanto observavam estrelas maravilhosas. A Maria, a Maria e a Federica, exclamaram ao mesmo tempo:

     – São 3 estrelas… não, quatro… não, dez! Sim, de certeza que são dez! (Francisca, 3º ano). E assim, contando estrelas douradas, os seis amigos apreciavam a maravilha da noite cantando, em sua honra, um hino improvisado das “Super-Heroínas”.

Texto escrito a quatro mãos com dois colaboradores do 3º ano.

Maria M, Maria B, Federica e OE 

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Compreender a Tristeza destes meus Alunos

Maple Street Playground

Ryan Alexander via Compfight

Cascais, 27/02/13

       Exmo Sr. Presidente da Câmara,

     Gostaria de colocar um campo de futebol no meu Colégio, pois não tenho dinheiro suficiente para o conseguir comprar, para os meus queridos alunos.

     Senhor Presidente, espero que pense bem neste assunto, pois os meus alunos querem divertir-se nos recreios de 10, 20 minutos e de 1h 30. Também preciso de melhores condições escolares: salas, mobiliário…

     Sr. Presidente da Câmara, mais uma vez, pense bem neste assunto: ao todo é uma despesa de 5 mil euros com as salas e de 10 mil euros para o campo, uma despesa total de 15 mil euros. Obrigada por ter lido esta carta.

Vasco L

Candidato a Presidente da Câmara.

PS – Espero que compreenda a tristeza destes meus alunos.

Vasco L, 7A 

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O Meu Segundo Campeonato

Big Day Along the Central Coast Steve Corey via Compfight

     Este Campeonato começou uma semana antes do previsto; eu não me conseguia inscrever, mas depois fui pedir ao meu treinador e tudo correu bem.

    Uma semana depois estávamos, eu e o meu pai, com as minhas pranchas no carro e com a nossa comida.

     Chegamos à praia e eu não estava muito nervoso, mas quando chegou o meu “heat” tremia muito.

     Então, um amigo do meu pai que é treinador, chegou  ao pé de mim e disse-me:     

     – Não estejas nervoso, concentra-te nos primeiros cinco minutos, apanha duas ondas e depois apanha as melhores ondas.

     Eu aqueci e fui para dentro de água.

    Nos primeiros cinco minutos, apanhei boas ondas e são só as duas melhores ondas que contam.

     Depois, dessas duas ondas, não houve ondas tão boas, mas duas horas depois, veio lá uma boa onda e eu estava com a prioridade.

     Então fui na onda e mandei três manobras!

    E disseram:

     – Faltam 10 minutos para o final. João R… de P… em primeiro lugar, Eduardo G… a precisar de 4,63 pontos.

     Depois remei para fora e apanhei outra onda e fiz outro “quatro”. Para o final, ninguém apanhou ondas e eu ganhei o  campeonato Nport!

João R de P, 6A

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Férias em Espanha

Mallorca Strand Cala Llombards

Creative Commons License dronepicr via Compfight

        Estas férias fui a Mayorca, de barco. Fiquei numa casa. Estava eu a carregar um garrafão de água, quando tropecei, bati com a cabeça na parede!

       Fui à praia, mas começou a chover e vi as pessoas a irem-se embora da praia.

        Depois voltamos para casa, mas o meu pai esqueceu-se de pagar o estacionamento. Então ficamos à janela, a ver se vinha a polícia, mas não veio.

Imagem: Ask Beach

       Um dia, fui a uma praia que era em Fromentera: “illetes”; tinha línguas de areia e o meu pai queria chegar até ao fim, mas era muito longe. Então, nós desistimos, e o meu pai foi sozinho até ao fim, tirar fotos. Como ele nunca mais chegava, eu fui ao topo de uma montanha de areia e vi o meu pai. Perguntei se ele queria água, mas ele disse que não.

        Entretanto, quando estava a andar, vi uma senhora com um fato de banho e disse à minha mãe:

       – Quero este fato de banho!

      A senhora olhou para mim e riu-se: ela era Portuguesa!

      De tanto andar, fiquei com calor e fui jogar à bola para dentro de água com o meu irmão. Apareceu um peixe enorme e o meu irmão disse para eu sair dali. E eu perguntei porquê.

      – Estava ali um peixe gigante. Quando foste buscar a bola ele passou por mim e passou por ti. Não o viste?

      No dia a seguir, fui a uma praia onde havia pessoas a nadar, mas a água estava cheia de alforrecas venenosas. Então, não fomos a essa praia, fomos para outra.

Carolina N, 8D

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Um Mundo Desportivo e Radical

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Imagem: Decathlon Cascais

     Se calhar, eu vou receber patins no Natal! Acho que vai ser uma experiência maravilhosa!

      Sempre fui muito ligada ao desporto. Acho que o desporto é bastante prático e ajuda-nos a ter confiança em nós mesmos!!!

     Ao andar de patins parece que se entra no mundo desportivo e radical!!

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Creative Commons License Hillel Steinberg via Compfight

     O Basket é o meu desporto preferido, pois eu liberto  toda a adrenalina que está em mim. Quando sinto aquela bola, penso que nem toda a gente tem a oportunidade de tê – la por perto . Eu acho que não sou má no desporto …!!

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Chris via Compfight

     Mudando de assunto o badminton é muito “awesome”. Pratico-o na escola, às vezes por equipas de 4, outras de dois… Pode ser uma rampa de lançamento para o ténis !!!

    Saltar à corda ajuda a criar células ósseas, por isso, independentemente da idade, deve-se praticar DESPORTO!

Inês M, 7B

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P.P.: Passatempos Preferidos

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Wolfie Fox via Compfight

     Entre as coisas que eu mais gosto de fazer estão o futebol, ver vídeos, no Youtube, de palhaços assassinos e andar de bicicleta .

     Este ano, mudei para o Clube de Futebol da Torre onde o treinador, o Ricardo, é simpático. Tenho colegas novos e outros com quem eu já treinei. Na decathlon costumávamos perder 9-0, enquanto, na Torre, num torneio em que fui convocado, ganhamos 4-1. Enquanto eu estava a aquecer, a minha equipa marcou um golo!

       No Youtube, os youtubers que eu costumo ver são o Wuant, o Sirkazzio e o Remedy. Os vídeos que eu vejo do Remedy são de fifa 17, os vídeos que vejo do Sirkazzio são de palhaços assassinos, e outros, como, por exemplo, apanhar um duche de Ruffles; os do Wuant são de temas cómicos.

      Gosto de andar de bicicleta no Guincho, onde há bicicletas electrónicas. Costumo ir a pedalar até um sítio onde há gelados, na boca do Inferno. Costumo ir com os meus pais, mas eu é que vou de bicicleta. Sinto-me livre, é pena que agora ela não cabe no porta-bagagens da minha mãe, então ando de bicicleta à volta de casa.

Manuel N, 7B

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Todos os Desportos – I

    eder-portugal-france-uefa-euro Imagem: Goal.com

     Era uma vez um desportista profissional e a sua especialidade era ser futebolista. Começou a sua carreira com doze anos; já estava no Benfica, a jogar muito bem.

     Os anos foram passando; quando tinha dezoito anos, não queria imaginar que tinha sido chamado para a Equipa A, primeira divisão do Benfica! Ele nem acreditou e aceitou logo a proposta.

     No primeiro dia de treino, estava muito ansioso por conhecer os jogadores e também o treinador. Este, no fim do treino, disse-lhe:

      – Jogas muito bem! E amanhã vai ser titular contra Benfica-Sporting.

     Nesse jogo foi logo elogiado pelos adeptos, jogadores e olheiros (1), especialmente pelo treinador de Portugal.

     Logo no dia seguinte, recebeu uma chamada do treinador de Portugal, a dizer que estava convocado para o Mundial, na Rússia! Ele ficou super, mas super-contente e aceitou nesse instante. Os patrocínios que ele recebeu foram Nike, Adidas, Reebok e Ripcurl.

Lourenço C, 6B

(1) Olheiros são os que observam os jogadores e depois dizem aos treinadores as qualidades desses jogadores. 

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A Praia mais Bonita do Mundo

     Baia dos Porcos

Creative Commons License guilherme jofili via Compfight

     Passadas as minhas férias em Pipa, eu e o meu tio decidimos ir para a ilha Fernando de Noronha, porque o meu tio fazia anos.

    No dia 1 de Setembro, foi quando eu parti de Natal para ir para a ilha maravilhosa; chegamos ao aeroporto, e, como estávamos com fome, comemos pão de queijo.          

     Passada uma hora, estava em Fernando de Noronha! No dia seguinte, fomos, eu e o meu tio, fazer um passeio pelas praias mais bonitas de sempre! A praia a que eu mais gostei de ir foi à “praia mais bonita do mundo”: Praia do Sancho“! E as coisas de que eu também mais gostei foram uma água transparente, de fazer snorkelling e de ver os animais: golfinhos a saltar lá ao fundo, tubarões…. logo de manhãzinha, vi peixes de várias cores, raias e tartarugas.

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Autor: Zé Henrique Moura

       No dia seguinte,  fui fazer um passeio de barco, apra conhecer melhor os animais debaixo de água e ver um pôr do Sol fantástico.

      No dia em que viemos embora, fiquei muito triste, mas teve que ser. Então, chegamos a Natal e fui para Pipa outra vez.

Lourenço C, 6B

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Para Toda a Vida!

   IALE SPORT & LIFE TENNIS ACADEMY

Paula Marí via Compfight

     Uma das coisas que eu mais gosto é Ténis. Pratico desde os quatro anos e cada vez gosto mais. Um grande momento que eu vivi no Ténis foi num estágio das dez melhores de Portugal de Sub 10. O estágio era perto de Lisboa, éramos  10 meninas e foi um acontecimento muito giro.

     Gosto imenso de fazer treino físico: sobretudo exercícios de equilíbrio. Treino o meu desporto quatro vezes por semana, durante uma hora e meia. Quem me ensina é o André, o Tomás e a Mariana.

     Eu gosto imenso de jogar o jogo da Canoa: duas equipas jogam alternadamente; quando alguém perde, tem de se sentar à frente; quando já não há ninguém para jotar, essa equipa perde.  

     Adoro o jogo do 21, em que se começa do fundo do campo, depois vai-se para o meio-corte e depois avança-se para a rede, onde fazemos volley e smash! Quem tiver 21 pontos, ganha.

     Quero continuar com o Ténis para toda a vida!

Margarida C, 5A

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A Manobra

Carlos

Marc Schmidt via Compfight

     Eu gostaria de inventar uma nova manobra de Surf que se chamaria “Pinho-Curva” – seria como um “Cut Back Roundnose”, mas, em vez de darmos a “Palada”, dávamos o “Aéreo”.

    Depois, poderia haver, por exemplo, “Pinho-Curve to Reverse” e ainda “Pinho-Curve 360º.

      Um Inglês, James Cook, viu, pela primeira vez, o Surf, no Hawai e gostou: eram os povos do Peru que andavam pelas ondas em cima de umas canoas de junco.

     Gostaria que usassem a minha manobra nos jogos olímpicos. Também imagino o Jonh Florence a fazer todas as manobras perfeitamente, em especial a minha.

     Se eu tivesse que dar dicas a um amigo que  se fosse iniciar no Surf, eu diria:

     – Começa nas ondas que já estão em espuma. Usa uma prancha grande, uma long board, de espuma.

     Não queiras fazer logo tudo, porque o Surf é um desporto difícil, que leva muito tempo a aprender.

João P, 6A

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Vantagens e Desvantagens

 

deep and shallow

Creative Commons License Chris Kuga via Compfight

       Em relação à prática de Surf, considero que há vantagens e desvantagens.

     Por um lado, acho que o Surf é um desporto saudável e divertido. Tem várias manobras e eu gosto muito de as fazer.  E adoro o ambiente de campeonatos! Há manobras mais fáceis, como, por exemplo, “cortar a onda”. Depois, há a “Palada”, em que se faz o “Bottom”; depois, vira-se subindo, vai-se acima da onda e chuta-se o “Tail”.

     Por outro lado, acho que o Surf é um desporto cansativo, fica-se com uma sensação na boca muito má: salgada e seca. E com muita fome e sede!

     Além disso, depois de Surfar durante muito tempo, fica-se tão exausto, que já não o fazemos tão bem.

     Finalmente, apesar de cansar muito e de eu chegar a casa muito mole para estudar, adoro fazer Surf e vou sempre evoluir no meu desporto!

João P, 6A

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No Fundo do Mar

peixes-porcoImagem: Blog Normak

     Estávamos na praia do Amado, e fui a uma ilha chamada Cavaleiro, onde apanhei três peixes-porco e uns mexilhões enormes.

     Depois, quando voltei, fui fazer mini pesca e apanhei 4 charrocos. E ainda fui caçar ali perto e apanhei um sargo e quatro navalheiras!

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Imagem: Oceanário de Lisboa

       Nessa noite houve uma festa de despedida porque era o nosso último dia.

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Imagem: Município de Aljezur

     Este verão foi o melhor, porque não havia ondas e eu podia caçar sempre que quisesse. O meu Pai gosta de partilhar o que pesca com os amigos.

     Costumamos caçar na praia Pequena, ao pé da Praia das Maçãs. Para caçar, levo um fato preto com riscas amarelas, barbatanas, pistola de arpão, óculos, um tubo para respirar e um cinto de chumbos para ir bem fundo.

     O meu Pai ensinou-me a fazer tudo o que eu sei: as técnicas que se têm de utilizar  para caçar, como, por exemplo: bater numa rocha de fundo com a pistola para os peixes ficarem curiosos e virem ver.

Alexandre S 6C

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Uma Recordação para a Vida

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Christian Arnal via Compfight

     Nas minhas férias as coisas que me fizeram muito feliz foi ter passado muito tempo com as pessoas de quem gosto: o meu pai, a minha mãe, e a minha irmã mais velha.

     Eu fui muitas vezes à praia até um dia o meu pai comprou-me uma prancha, e eu fui logo correr para as ondas; tentei pôr-me em pé como os surfistas profissionais, mas óbvio que não consegui. O meu pai foi lá e começou a ajudar-me.

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Creative Commons License Rob Bixby via Compfight

     Ele ensinou-me que eu não me posso pôr em pé, pois a prancha podia partir-se e também que só era preciso pôr-me deitada e as ondas tratavam do resto; depois de algum treino, conseguia, mais ou menos, fazer bem!

Big Seas

Long Road Photography (formerly Aff) via Compfight

     Só que um dia, estava um dia tão bonito e refrescante que eu decidi ir ver as ondas: estavam uma bomba! Eram enormes! Por isso fui chamar a minha família, até os meus avós foram e todos fizemos uma recordação para a vida!

     Eu senti que não havia família melhor e senti que o meu lugar era ali!

Carolina M, 5D

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O Verão trouxe Aventuras

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Imagem: Centro Hípico da Charneca

     Este ano, fui outra vez ao Campo de Férias da Pereira Coutinho; este foi o meu último ano, pois já fiz 14 anos.

     O que eu adorei foi andar de cavalo sozinha. A sensação é óptima e divertida! Havia uma altura em que eu pensava que o senhor estava a segurar as rédeas, mas eu olhava para o lado e não estava.

     Na parte da tarde, ficávamos na escola e jogávamos mata, volley, basquetebol… O convívio entre os adolescentes é óptimo, maravilhoso!

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Imagem: Campos Sioux

     Na segunda quinzena, fui, pela primeira vez, aos Campos Sioux, na Pedra Amarela, perto do Pisão; é no meio do mato, come-se em mesas e bancos de madeira. Nós tínhamos de inventar e decorar um totem de madeira e dávamos um grito criado por cada tribo. Na primeira semana, foi o “Tugo Fox” e, na segunda, o grito era o “Sem Nome”.

    O ambiente era saudável, havia imensas árvores, com ramos cheios de folhagens espessas e verdes.

     Este ano consegui perder o medo de fazer arborismo, que há dois anos não tive coragem. Subia-se por umas pedras, chegava-se a um sítio alto onde havia árvores e começávamos a aventura: andando por umas passadeiras, saltando por pneus ou mesmo troncos deitados e, assim, andávamos lá no alto, por entre as árvores.

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Imagem: Pedaços de Aventura

     Fiz canoagem na praia dos pescadores. Este ano houve uma diferença e foi que ficávamos na praia até tarde.

     Fui ao zoo marine duas vezes: no 1º dia fui com a família mais próxima;  no 2º dia fui também com os primos todos. O que mais gostei foi dos escorregas: havia um colchão para duas pessoas e lá íamos ondulando para cima e para baixo, mas à nossa frente havia uma descida a pique!

     Fui uma semana para o Algarve em que fiquei num bungalow e os meus tios e avó noutro; lá havia três piscinas! Adorei sair à noite!

     Este verão trouxe-me novas aventuras!

Sofia L, 9C

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Férias 2016!

     Nas minhas férias, fui à praia, dei mergulhos e fiz bodyboard com amigos. Numa onda grande, enrolei-me e bati com a cara na prancha e numa pedra!Fizemos, os amigos e eu,  muralhas enormes e buracos grandes.

Barrel. Anglet.

Philippe Basset via Compfight

     Também estive no Gerês, onde fui andar de barco, na barragem. Fiz snowboard e descobri que, debaixo de água há casas e outras pontes.

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Imagem: Vilarinho das Furnas

     Quando podíamos deixar a minha irmã Maggy em segurança, eu ia andar de bicicleta com o meu Pai. O que mais gosto é de passear de bicicleta na Serra de Sintra.

     Este fim-de-semana, o meu Pai já montou o conta-quilómetros na minha bicicleta e ainda vai pôr uns pedais de encaixe!

    

      Também fui a Espanha, almocei lá, fui à praia, e gostei muito de ir.

    E agora, um voto à Turma: desejo que toda a gente passe para o 6º!

Afonso F, 5D

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O Mar e Eu

Blue Ringed Octopus

Tom Weilenmann via Compfight

     Eu gosto de fazer mergulho, porque gosto de conviver com os animais como se fossem os meus familiares.

     Quando a maré está baixa, eu consigo ver os búzios; encontro polvos, peixes e caranguejos.

2015-06-30_07-31-26 ZeFlower via Compfight

     Um animal de que eu gostei imenso foi a sapateira, que eu nunca tinha visto, com o meu irmão Tiago. Temos de levar um elástico para ela ficar imobilizada, e apertar-lhe as tenazes com um fio próprio. Agarra-se pelo ponto fraco da barriga.

大安海水浴場

William Chen1 via Compfight

    Eu calço barbatanas, luvas, visto um fato, uns pés por cima do fato, ponho uns óculos com cano de mergulho.

Francisco N, 5C

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Rumo à Vitória

'The girls are back in town' ad

anabananasplit via Compfight

Um Momento Marcante do Ano

    Foi o Sarau: na semana do Sarau, eu e dez minhas grandes amigas faltamos uma semana e meia às aulas para criar a coreografia e ensaiar a dançar! Os ensaios eram muito divertidos.

   Se o Oitavo fosse um Animal

    Seria um rato, porque é básico. Achei o mais fácil deles todos. Ao mesmo tempo, fartei-me mais, fiquei mais cansada. Nos três últimos testes já não estudei.

     Hoje fizemos o jogo da mímica na aula de Matemática e eu fiz um caranguejo e uma tartaruga. Eles adivinharam: a Madalena e o Tiago. Depois jogamos ao telefone estragado.

O Ténis e a vida de Estudante

     No estudo cheguei a chumbar e desde que comecei a competição do ténis, as minhas notas subiram muito e consegui alcançar boas notas. O ténis dá-nos mais autonomia, mais responsabilidade: saímos sempre às 8 30, temos sempre menos tempo, já sei que tenho mesmo de fazer as coisas naquele tempo limitado.

Uma Mudança Surpreendente

    Tornei-me mais simpática para as pessoas.

Projetos para o verão 2016

      Ganhar o Nacional, em Julho. Já estou em treinos intensivos; quero fazer uma boa classificação  nos 3 Campeonatos internacionais. Em Setembro vou faltar um mês inteiro às aulas.  Vou ter torneios até Setembro. Venho aqui treinar ou no Jamor. O nosso clube vai treinar ao Jamor.

Como se Progride no Ténis

     Progride-se no ténis em aspectos técnicos, psicológicos e físicos.

     Fisicamente, temos de correr, estar sempre em movimento, ter resistência física.

    Tecnicamente, temos de aperfeiçoar a direita, a esquerda, o smash, o serviço.

   Num jogo, há que  estar sempre positiva, saber onde se mete a bola; o ténis é muito psicológico: se uma pessoa falhar quatro bolas seguidas, é muito difícil ficar indiferente na 5ª jogada. Pode faltar um ponto para fechar o jogo e, se não fechar, pode perder: é uma pressão terrível.

    Pressentimentos

     Como sabemos que algo vai acontecer: trabalhando, se queremos muito algo, para alcançar, torna-se um objectivo. Os sonhos que estão no horizonte mudam sempre, depois de os alcançar. Neste momento já mudaram, já alcancei alguns.

   Para que serve Sonhar Acordado

      As pessoas gostam de sonhar, num momento de relaxamento, sonhom o que gostariam de ter ou de ser…

Conselho a um Adulto

    Um adulto deve ter filhos para não perder o contacto com a sua infância.

Uma Pergunta que às vezes nos Persegue

    Como será lá em cima?

Votos para o Verão 2016

     Ganhar o NACIONAL!

(Ditado) Luisinha R P, 8B

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Um Sonho Realizado

 

Rafa Nadal

mirsasha via Compfight

    Era uma vez uma menina que adorava jogar ténis! Ela só falava em ténis, só ria com ténis, aquilo para ela era…

    Ela começou a jogar ténis com 3 anos em casa dos avós, com o pai;  o pai jogava muito bem e ela gostaria de um dia chegar a ser igual ao pai. Sempre que ia a casa dos avós, ela passava o dia todo a jogar ténis com o pai; o pai dela adorava que ela fosse jogadora de ténis profissional.

     A maria foi crescendo e crescendo, até que já jogava ténis num clube, todos os dias, em competição: tinha ela 7 anos, jogava muito bem, a todos os torneios que ia, ganhava!

     Até que, com 12 anos, ela ganhou o Campeonato Nacional e ganhou vários Campeonatos Internacionais. Nesse mesmo ano, Maria foi convidada para ir para uma Academia na América do Norte, onde ficou  a viver. Tornou-se uma grande jogadora, alcançando a pessoa que ganhou mais títulos de sempre. Claro, sempre ao lado do seu pai e do seu avô!

     Ainda como profissional de ténis, conheceu um rapaz americano, pelo qual se apaixonou e, depois de reformada, teve uns belíssimos dois filhos que também jogavam ténis os dois, muito, mas muito bem!

     E assim, Maria teve um vida fantástica, com um marido querido, de quem ela gosta muito e com dois filhos fantásticos também, a Carlota e o Manuel, ambos jogadores de ténis.

     E, claro, realizou o seu verdadeiro sonho: foi uma grande jogadora que  mais ninguém a vai conseguir bater com tantos títulos, mas também tem de agradecer muito ao seu pai e aos seus avós que a acompanharam sempre!

Luisinha R P, 8B

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Surf Trip Sines

Crooklets Beach - Waves

Lee via Compfight

      Foi um experiência nova ir fazer uma Surf Trip numa autocaravana.

    No mar, sinto a liberdade de não estar na escola, de não estar sempre a respeitar os professores. E o mar ajuda a espairecer a cabeça.

   No primeiro dia, tomei banho numa fonte, em Sines. Depois de um grande dia de Surf, estavam umas ondas de um metrão e eu só queria fazer uma onda nesse dia, para depois dizer que sou forte!

   No 2º dia, foi o que eu mais gostei, pois foi quando eu fiz uma onda com cinco manobras boas!

   O meu professor de Surf viu e ficou muito orgulhoso de mim e eu fiquei muito contente comigo próprio.

    No 3º dia, tomei banho na praia, também foi uma experiência nova e também foi muito engraçado!

   No 4º dia, apanhei uma tal ventania, que voei com a prancha para os montes, mal me vesti.

   No 5º dia, foi giro, por ser o último dia: dei uma surfada com ondas pequenas, lá de fora, a rolarem até à areia, as esquerdas e direitas.

     Nunca mais me vou esquecer desta Surf Trip!

Vasco L 6C

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Brinquem no Mundo Todo!

'Floating', Australia, Queensland, Cairns

Chris Ford via Compfight

Momentos marcantes do 5º Ano

    JP As minhas brincadeiras e os castigos que marcaran os meus disparates.

DN – A festa do Final de Período.

Dificuldades na vida de Estudante

JP A concentração, com as dificuldades que nos desconcentram.

DNTermos que estudar fechados no quarto para temos boas notas.

Se o 5º ano fosse um animal…

JP Para mim seria um tigre, porque eles são ferozes como os professores e corajosos como todos os alunos que enfrentam os testes.

DNSeria uma Chita, porque assim eu seria muito rápido.

Um Acontecimento Quotidiano e Espantoso ao mesmo tempo

JP O meu Surf que eu adoro e me persegue.

DNJogar com a bola de Ténis.

Fish Breath

lolilujah via Compfight

Encorajar um amigo em dificuldade

JP Não desistas, eu estarei para te ajudar, aconteça o que acontecer.

DNAcalma-te, amigo. E alegra-te.

3 Projetos para o Verão 2016

JP Fazer Surf todos os dias, estar com os amigos e divertir-me à grande.

DN – Ser feliz, ter amigos, ter boas notas.

Para um Adulto não perder o contacto com a sua infância…

JP Vir comigo fazer Surf, que nas minhas memórias sempre vão ficar.

DNGravar e filmar os grandes dias da vida, para recordar.

Como é gostar de alguém?

    JP –  É ter um sentimento que nos toca e nos faz querer estar com ela; é ter o sentimento de adorar alguém, que nos faz adorar alguém. (Inspirado em Madalena P.)

DN  – É ser amoroso.

Um brinde às férias de verão 2016

JP Brinquem no mundo todo!

DN – Boa sorte, amigos. E então, depois, estudem bem!

João P 5A e Daniel N

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Um Novo Horizonte

leao NSA

Imagem de NSA

          Um novo horizonte que eu gostaria  de conquistar seria treinar com a  equipa A, na Decatlhon, no futebol. Treino duas vezes por semana, na equipa B, com alguns colegas da minha escola, como o Afonso e outros de fora.

     Se treinar bem posso passar para a Equipa A, onde terei colegas diferentes. Nesta equipa os jogadores são melhores nas suas posições:

     Os Avançados – Que tentam marcar golo e também ajudam a defender.

     Os Defesas – Que defendem os Avançados em duas situações diferentes.

      Os Médios – Não me lembro bem agora.

      O Guarda-redes – Defende a baliza.

    Eu já treinei Avançado, agora o meu Mister está a treinar-me para Defesa. Tenho de ajudar os Avançados quando eles estão a atacar e tenho de defender a baliza quando a equipa adversária tem a bola e está a atacar.

    Treinei ao longo deste ano e desde há anos, só faltei para estudar, quando havia testes. Um momento marcante desta época, foi quando o Mister Américo me convidou para treinar com a Equipa A. Senti a diferença: começamos por fazer passes, depois, entramos no jogos. Jogam de cabeça sem medo, enquanto na Equipa B, encolhem-se todos, praticamente.

    Agora começamos a fazer um campeonato com Odivelas, Cacém e outros Clubes.

    Houve um torneio em que a Equipa adversária faltou e ganhamos 3-0, e na vez seguinte, perdemos 2- 0.

    Treino duas vezes por semana, durante uma hora. Sinto o cansaço físico só quando fazemos jogo, mas é normal. Uma vez estava a equipar-me tive uma caimbra, mas passou. Sempre que caí em campo nunca me magoei.

   Este Verão 2016 vou treinar num Estádio mesmo coladinho ao Estádio gigante do Benfica.

(Ditado) Manuel N, 6A

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A Ida à Liga Moche

Santa Cruz : 4

Creative Commons License John Tregoning via Compfight

      Eu, o Sebas, o Quartim e o Queimado fomos à Liga Moche. Fomos surfar e ver o oito do Vasco Ribeiro e do Kikas. Todos nós apostámos no Kikas. Ele ganhou e foi ao pódium.

     Antes de ele entrar, para o seu Hit, desejei-lhe boa sorte. Depois fomos todos surfar. Eu adorei! Experimentei novas manobras e um senhor disse “ – Surfas muito bem!”

     De seguida, fomos ao skate Parque. Como estão a ver, foi um dia muito longo. Adorei!

     Também recebi imensos brindes, como aquela camisa que diz “Amigos amigos, ondas à parte”, um poster, dois cartões para o telemóvel, e também, se nós tirássemos uma foto e puséssemos no Instagram, recebíamos dois guarda-chuvas, dois guarda-sóis, uma camisola e mais 7 pósteres!

Vasco L, 6C

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Surf Trip Peniche

Muniz pro surfer

Creative Commons License SayLuiiiis via Compfight

     Mal chegamos a Peniche, eu, o Nuno, o João, o Vasco, o Afonso A. fomos ver a casa do Afonso: era uma quinta enorme, com diversas coisas: tinha um trampolim, uma garagem cheia de fatos, pranchas e também havia lá uma cadela que já estava a “deitar as águas” em situação de parto iminente.

     Sábado, fomos surfar para o Baleal: o João A ensinou-me uma boa tática para ter mais velocidade nos “botames”. Ele diz que é mais importante os “botames” porque se o “botame” fosse bom, a manobra saía bem de certeza.

    Eu tentei dar um “aéreo”  pela primeira vez: até saiu bem!

     O Afonso A, em quase todas as ondas fazia um “aéreo recourse”. O Pai dele é óptimo treinador e surfista e também é muito simpático e calmo.

     Domingo, fomos para uma praia com óptimas ondas. Foi o dia que eu mais gostei, com a minha tentativa de aéreo, mais uma vez e também um lance a soltar as “quinhas” à frente do Nuno.

      Almoçamos no Pingo Doce e depois fomos logo fazer surf. Nos primeiros minutos,  surfei bem e na última meia hora, tentei dar mais dois aéreos “rivense”.

     Os cães também nasceram nesse mesmo dia, eram mínimos, mais ou menos com 13 cm.

      E Fim.

Vasco L, 6C

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Sofia VG: o Encanto da Patinagem

Spectacle patinage artistique sur roulette (49)

Orick Kimy via Compfight

OE – O que a atraiu na Patinagem?

Sofia VG – Já tinha andado na dança, no hip-hop… o meu Pai falou-me nesta modalidade e quis experimentar.

OE – Onde pratica?

Sofia VG – No Grupo Desportivo Recreativo Familiar de Murches.

OE – Qual o ritmo dos seus treinos?

Sofia VG – Treino 3 vezes por semana, entre 45 minutos  a uma hora.

OE – Há quanto tempo pratica este desporto artístico?

Sofia VG – Desde Setembro de 2015.

OE – Como decorre um treino normal?

Sofia VG – Primeiro damos quatro voltas ao rinque para aquecer; duas a patinar para a frente e duas a patinar para trás. Segundo, treinamos os testes e os saltos.

OE – Em que consistem os Testes?

Sofia VG – São testes que temos de fazer para subir de nível. Já fiz quatro e passei em todos, mas ainda não vou a Campeonatos.

OE – Que salto considera mais difícil?

Sofia VG – O salto mais difícil é o do Loop: temos de dar uma volta no ar; primeiro vamos a andar para trás, depois salta-se tentando girar e cair sobre o patim direito com um joelho fletido.

OE – Que música a inspira mais?

Sofia VG – Nas aulas só treino saltos para os testes, não ouvimos música. A Treinadora está a observar-nos, diz-me o que estou a fazer mal e depois mostra-me, ela própria, como devo fazer.

OE – Quais os seus objetivos nesta modalidade artística?

Sofia VG – Para já, continuar a aperfeiçoar a dança e os saltos com enorme prazer.

OE – A sua Oficina de Escrita deseja-lhe as maiores felicidades na sua aventura de Patinagem.

 

(Ditado) Sofia VG, 7A

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Aventura em Andorra

tomas_g_andorraImagem: Gentileza do Autor

     Mais umas férias divertidas com amigos! Andorra é um lugar ótimo para fazer desportos de neve: lá parecia Portugal, porque só se viam portugueses na rua. Eu dizia que estávamos na Serra da Estrela “Espanhola”. Quem diria que aquilo era um país!

     A minha primeira vez em Andorra foi fascinante. Também, pela primeira vez, experimentei o Snowboard. Acreditem que parece difícil, mas é fácil, o complicado é mesmo os saltos. Mas também passamos por momentos duros: por exemplo, o meu tio, que partiu um osso perto do ombro e o meu amigo Kiko que partiu o braço… mas pronto, já passou!

     O ambiente era muito calmo, tomávamos o pequeno-almoço, almoçávamos e jantávamos todos juntos; dávamos umas grandes voltas de ski, muito divertidas. No primeiro dia, estava sol e chuva, o  que só piorava a neve; chegou a um ponto que eu passei por uma poça de gelo em que estava água! Mas finalmente, no quinto dia, acordei com neve – loucura total – fui à varanda, os telhados cobertos de neve macia e fofa.

     Mas eu, todos os dias, tinha que ir para as aulas que me ajudaram tanto a fazer Snowboard que, ao quarto dia, já estava a fazer pistas pretas! No último dia, nevava de manhã, mas depois, mais para a tarde, entrou um nevoeiro que não se via nada. Eu , o meu pai e mais três amigos decidimos ir visitar um hotel que era no meio da neve dentro de igloos. Era quase no sítio mais longínquo de quem vinha de Soldeu.

    Deu-se uma aventura: não se via nada, tínhamos de esperar uns pelos outros.Passados três meios mecânicos, já víamos os igloos, ou seja, o nosso destino: era lindo, era mesmo como estar dentro de um igloo.

     Paramos lá para beber uma coca-cola. Depois, já estávamos com pressa, porque as cadeirinhas mecânicas para Soldeu iam fechar ás 16 h 30, eram já 16h: tínhamos que ir rápido. Foi ao ir para Soldeu que o meu amigo Kiko partiu o braço, pois parou a prancha de repente e caiu com o braço por baixo.

    Por coincidência, passou uma enfermeira e perguntou se estava tudo bem, ao que nós dissemos: “- Não”. A enfermeira tentou ver qual era o problema, mas ela tinha dito que ia chamar uma mota para vir buscar o meu amigo. Lá foi o meu amigo na mota e nós tínhamos que ir para Soldeu.

     Então, a enfermeira levou-nos para Soldeu nos meios mecânicos. O meu pai tinha falado para os pais do meu amigo a contar o acontecimento e para irem para o hospital. Eu, o meu pai , o meu amigo e o irmão do Kiko chegamos a Soldeu e estávamos cansadíssimos.

    Apesar disto, eu adorei a estadia e queria ficar lá mais tempo, mas as aulas tinham que começar e, no Sábado, vim para Lisboa.

Tomás G, 6C

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Teresa e Sabrina

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Imagem: Gentileza da Cavaleira 

     Era uma vez uma menina chamada Teresa, que adorava cavalos. Um dia, sua mãe deu-lhe uma égua chamada Sabrina: ela adorou-a!

     A Sabrina é um égua muito especial; antes de ir para a Teresinha, esteve no campo, a ter filhos. A Sabrina, no início, estava sempre muito atenta, porque não conhecia a sua nova casa e tinha que se ter muita paciência, mas agora já está muito calminha.

     A única coisa de que ela não gosta é que lhe façam pressão na cabeça. Às vezes, na boxe, ela não é muito amigável, mas cá fora, quando a Teresa está a trabalhá-la, é. A Teresa vai montá-la todos os dias.

     A Professora chama-se Sofia e a aluna gosta muito dela. A Sofia é uma ótima professora, pois transmite confiança aos alunos, põe sempre em primeiro lugar a segurança, explica muito bem a técnica e tem uma relação com os alunos que é quase como uma mãe.

     Quando a Teresa fez a sua primeira prova com a égua, correu muito mal, e até pensaram em mudar de égua. Mas pensaram melhor e, como era apenas  a primeira prova, podia ser normal.

     Passado um mês, já foi muito melhor: a Sabrina já não correu sem a Teresa a controlar e já não “borregou” diante dos obstáculos. A Sofia, para aperfeiçoar o conjunto, foi mandando a Teresa passar varas no chão, com muita calma e paciência, a fim de a égua se habituar e a Teresa calcular melhor as distâncias.

     Para quem não sabe, um obstáculo é composto por dois postes ou anteparas movíveis, de madeira, entre os quais se intercalam as varas a diferentes alturas.

     Agora, já passou muito tempo e a Teresa já está a fazer um metro, um metro e dez , com a égua a portar-se muito bem, a “limpar” as provas todas, isto é, sem borregar nem tocar nas varas.

     A Teresa também entrou, há poucas semanas, com um pónei, na Beloura, para o estrear em prova, por a dona ser ainda muito jovem.

     Finalmente, em Lisboa, no primeiro fim de semana de férias, a Teresa já saltou um metro e dez com grande entusiasmo da Sabrina e orgulho da sua Cavaleira. A Sabrina ajudou-a imenso: se a Teresa calculava mal a distância e se pusesse na posição de a égua “pôr a mão” para saltar, a que se chama “a saída na frente”, a égua, inteligente, ainda dava uma passadinha e só saltava mais à frente, salvando-lhe a falta!

Teresinha R de P, 7A

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Aventuras de Ski

Andorra February 2006

Creative Commons License cdamian via Compfight

     Eu adorei ir a Andorra, nesta Páscoa, porque aprendi a fazer algo de novo: andar de ski!

    Foi espantoso quando andei de ski, senti-me num mundo diferente. Tão bom descer as montanhas enormes e inclinadas, conhecer pessoas novas e, especialmente, estar com a minha Família – tios e primos – divertindo-me!

     As montanhas possuíam uma neve muito macia, especialmente quando nevava. Tornava-se mais espessa quando estava enevoado e escorregadia e dura se havia muito sol.

    Além da neve ser macia, era brilhante por causa da claridade do sol.

     Há uma sensação única quando as pessoas apanham neve: é sentir que, às vezes, pensamos que não temos nada nem somos felizes, mas, na realidade, temos muito mais coisas boas do que as pessoas que as têm, mas não conseguem ser felizes.

    Sinto calor do sol, mas, ao mesmo tempo, sinto frio por causa do ar: é uma sensação muito estranha, mas, ao mesmo tempo, muito interessante.

    Em Pas la Casa, ficamos hospedados: uma enorme mesa rectangular para alguns dos meus primos e amigos da neve.

    Todas as manhãs, eu, um primo e uma amiga nossa tínhamos aulas de ski. A treinadora chamava-se Nica; era simpática e tinha boa técnica para ensinar.

    Fui para as pistas verdes, azuis e uma vermelha. Aprendi a andar aos “S” e aprendi a fazer a “cunha”, isto é, a travar quando a velocidade aumenta demais ou para sair da pista: colocamos os skis em bico, como se fosse um triângulo. E aprendi a andar em paralelas: andar sempre com os skis paralelos. Para fazer as curvas, os joelhos devem dobrar-se um bocadinho e o corpo inclina-se na direcção da curva.

     Às vezes, quando estávamos no hotel, íamos jogar snooker, tablet ou na Nintendo.

     Ao deitar-me, antes de adormecer, num quarto imenso, pensava:

     – Tenho de agradecer a Deus a vida que me deu!

Inês M, 6C

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A Paixão do Moto Cross

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Imagem de: Echapepement ARROW TH

Hoje temos connosco, na Oficina, Manuel D, um verdadeiro apaixonado por Moto Cross que veio partilhar as suas vivências únicas e as suas corajosas expectativas.

OE  – Desde quando se sentiu atraído pelo Moto Cross? 

MD – Eu comecei a sentir-me atraído pelo Moto Cross desde quando, vendo na televisão e em vídeos, percebi que era um desporto radical. 

OE – Tem alguém na sua Família que pratique este desporto?

MD – O meu Pai também; nós, quase todos os domingos, vamos à Serra de Sintra de Moto 4, para fazer Cross.

OE – Como aprendeu a dominar a sua máquina?

MD – Eu, na minha primeira moto, tinha um fio atrás para se o meu pai achasse que eu estava a andar mais rápido, puxar. Ou então ele tinha um comando que desligava a moto.

OE – Quais as vantagens desta sua segunda moto – uma TTR 115 em relação à YFM com cilindrada de 90 cm3 – ?

MD -As vantagens de andar de moto são praticar um desporto radical, também não me magoar tanto, porque é uma moto 4; mas há os perigos na mesma. Eu vou receber uma TTR 115, essa já é uma moto de duas rodas, é mais perigosa.

O E – Quais os seus locais preferidos para praticar?

MD – Eu mudei-me para uma casa – um condomínio – que tem um campo próprio para Moto Cross, onde posso treinar sem incomodar os vizinhos, mas levanto muita terra.

OE – Relate-nos uma experiência inesquecível.

MD  – A experiência mais inesquecível que tive foi quando um dos meus melhores amigos, o Kiko, que tem uma TTR 90, no momento em que eu estava a sair de moto, ele tinha a moto dele em primeira e foi contra a casa. E o Pai dele tinha acabado de dizer: ” – Sim, sim, está tudo controlado.”

OE – Que Projetos para o seu futuro nesta prática desportiva favorita? 

MD – Eu gosto muito de andar de moto e queria que, até ser mais velho, pudesse ter motos e vir a ensinar o meu filho e que ele gostasse tanto como eu. Um dia posso dar-lhe as minhas proteções novas: um peitoral em plástico, preto, botas pretas com ponta de ferro e uma placa flexível, com pregos, que protege as costas. 

 OE – A sua Oficina de Escrita deseja-lhe as maiores felicidades na realização dos seus sonhos desportivos.

Manuel D, 6A

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O Meu Carnaval

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Chiara Abbate via Compfight

     O meu carnaval vai ser muito giro. Vou fazer sky, a 12h de carro, nas montanhas. Vou para um hotel muito bom, em que nos levam os skys à porta e vou-me deliciar no Jacuzi. Já vou para as maiores pistas com dois ou três dos meus irmãos.

     De manhã tenho aulas, para aprender mais do que já sei. A minha sensação, ao descer as pistas de neve, é tão boa que parece um sonho. E vou levar a minha Go Pro para filmar.

João P, 5A

I'm in Miami Beach!

Pablo Fernández via Compfight

    Eu, no Carnaval, vou aos EUA. Quando vou lá vou visitar as minhas primas, que são sete. Também adoro ir á Feira Popular, têm montanhas russas e muito mais diversões, como o elevador do terror e a casa fantasma.

    Também vou esquiar, só um dia e ainda vou ver, de avião, a praia de Miami! Vou numa avioneta preta e branca, de oito lugares, da empresa do meu pai. Eu fico cheio de medo da turbulência e dos poços de ar.

    Visto de cima, o mar da Flórida tem poucas ondas, várias praias, muitas pessoas, é lindo!

Daniel N, 5A

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Um Desporto Fantástico

Camille Lacourt

Jean-Claude MOUTON via Compfight

      Pratico natação desde os 3 anos.

    Em cada ano subo um nível em cada modalidade: costas, crawl, mariposa e bruços, que eu não gosto. Crawl é o preferido, os professores Filipe e Cláudia já me nomearam para dois campeonatos. Nunca perdi na corrida, sou o mais rápido de todos os da minha sala, desde os seis anos. Antes, a minha modalidade preferida era costas, mas já bati duas vezes com a cabeça.

     Se um navio se afundar ou se eu cair ao mar, não morro; também faz bem aos músculos.

    Ao sair, sinto-me com frio, a apetecer beber um bocadinho de água, e ir brincar com os amigos.

    Se eu fosse ensinar alguém, primeiro, eu ensinava a bater as pernas não com muita força, mas rápido. Depois, ensinava a fazer os movimentos com os braços, levantando o cotovelo e estendendo o braço; depois ensinava a fazer a respiração: inspirar o ar de duas em duas ou de três em três braçadas, deixando a cabeça submersa nos outros tempos.

    Resumindo: estar sempre a bater as pernas e bater os braços duas, três ou quatro vezes – os profissionais chegam a sete vezes!

     Praticar desporto é importante para haver campeonatos, ganhar medalhas, as pessoas não ficarem obesas, para nos divertirmos, para uma pequena sobrevivência no mar, para desenvolver os músculos e ossos!

     A natação é divertida e ajuda-nos a crescer!

Daniel N, 5A

 

 

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