O Pântano de Milicali

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     No século XI, a princesa Milicali adorava passear no deserto, mas o irmão dela não achava seguro que ela andasse na rua sozinha. Ela insistia.

     Uma vez, ela perdeu-se: chorou e chorou; continuou a andar e encontrou uma casa; decidiu ir vê-la: encontrava-se deserta e achou uma bússula. Assim conseguiu ir para casa.

     Na manhã seguinte, até que o pai dela acordasse, decidiu ir para a casa que tinha encontrado no dia anterior. Ao encontrar a casa, viu uma floresta no meio do deserto, o que é raro; viu um pântano igual ao que tinha visto num livro. Decidiu tomar um banho nesse pântano. Passado algum tempo, ela tinha desaparecido; passados  3 segundos, saiu acima, mas quando ela tinha ido abaixo da superfície, viu uma imagem de uma deusa.

     Entretanto, saiu do pântano e entrou em casa. Viu-se diante de todo o povo aclamá-la; saiu da janela e viu-se ao espelho: tornara-se numa deusa, precisamente a mesma que tinha visto no fundo do pântano!

     O irmão foi com um amigo tentar soltar a maldição. A deusa percebeu e eles corriam perigo, porque a princesa transformara-se numa deusa malvada que podia petrificar as pessoas. O Príncipe Michael e o seu amigo tinham de chegar a uma pedra secreta que estava protegida com as melhores armadilhas do mundo.

    – Estamos feitos, a pedra está longe! 

    – Agora é o tudo ou o nada! 

     E estas foram as duas frases do irmão e do amigo da deusa. Esforçaram-se, lutaram e conseguiram! Depois de a maldição ter sido quebrada, nada de bom era previsto para a princesa: foi condenada a oito anos de prisão pelo mal que já tinha feito.

     Após oito anos, o irmão, o Príncipe Michael, quando acordou, foi logo ter com a irmã, mas quando a viu, ela disse as suas últimas palavras e partiu.

Francisco B, 6D

O Império Nature – IV

Double-Headed Eagle Grunge Emblem - Sepia
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O Início da 1ª Guerra Medieval

     Em 435 AC, um ano depois da última batalha, os Natures iriam atacar a cidade de Satalá. A cidade de Satalá tinha um grande valor, porque  era um dos mais importantes pontos de comércio de todo aquele continente. Chegadas as tropas a Satalá, invadiram a cidade e conquistaram-na num piscar de olhos, pondo, assim, fim à guerra.

     Agora, Nature estava prestes a combater uma coligação. A coligação era formada por Bersist, Monda, Potual e Sefir. Nature, vendo a coligação a formar-se e a crescer, tinha que a travar antes de o pior acontecer. Potual era o país mais fraco e então Nature atacou-o. Pouco depois iniciava-se a primeira batalha.

      Nesta batalha viu-se uma coisa que não se sabia sobre Potual: Potual era um reino colonizador, ou seja, todas as suas catorze colónias vieram prestar-lhe auxílio. Depois, Potual tinha armas feitas de doro, um metal equivalente à aplatite. Nature levou uma cabazada enorme e teve que pagar cerca de 30kg de aplatite a Potual.

    Passados três anos, Nature recebeu a informação que Potual e Flanco tinham formado um novo país, chamado Colonian. Flanco era um rival de Nature, e, com esta união, Colonian seria um novo rival de Nature, um rival que destruiria Nature em pouco tempo. Mas, agora, Nature tinha ganho também um aliado mais forte: Curei uniu-se a Curinse e formaram o reino Curence.

      Em 429 AC iniciou-se a primeira guerra medieval, uma guerra entre Safir, Colonian, Curence, Baston, Imerve, Nejal, Romar, Teter, Majadin e Nature, contra Runia, Fortia, Natam e o pior antigo Império Nórdico, que era formado por cerca de cem países, só que pequenos. Pouco depois do início desse ano travou-se uma enorme batalha.

Rafael N, 6D